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Ponto de Partida
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De Flávio Bolsonaro colando em Lula nas pesquisas de intenção de voto para um eventual segundo turno até os tropeços retóricos do presidente ao tentar dialogar com o público evangélico, a semana política deixou claro que a eleição de 2026 já começou. Apesar desse cenário de disputa se mostrar consolidado pelas pesquisas Meio/Ideia e Genial/Quaest, todos os candidatos não estão definidos, e o centro parece patinar, com nomes como Ratinho Júnior perdendo relevância por falta de campanha No Ponto de Partida React desta sexta-feira (13), Yasmim Restum e Pedro Doria conversam também sobre os riscos da estratégia de Lula de incitar a polarização nas redes e a incompreensão da esquerda sobre os valores de ascensão social da periferia e dos evangélicos. Yasmim e Pedro te guiam nessa jornada com uma seleção dos comentários que vocês enviam nas redes sociais e canais do Meio. Para participar, comente nos vídeos do Ponto de Partida de segunda ou quarta. Assista em vídeo no Youtube, e acompanhe em áudio no seu tocador de podcasts preferido.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Saiu a segunda pesquisa Genial/Quaest desse ano. E a primeira coisa que ela faz é confirmar o que a nossa pesquisa, Meio/Ideia, já havia dito na semana passada. A eleição apertou, o eleitorado bolsonarista já entendeu que Flávio é o candidato de Jair, e já o abraçou.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Tem três problemas e uma sapiência no discurso do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no sábado, durante a reunião de aniversário do PT, na Bahia. A sapiência é que ele entendeu que a militância estava de salto alto. Já os problemas...See omnystudio.com/listener for privacy information.
A pesquisa Meio/Ideia de fevereiro mostrou uma aproximação de Flávio Bolsonaro nos números da corrida presidencial em comparação a Lula, que segue com a sua rejeição estagnada. O papo também passa pelas ramificações do caso Banco Master - escândalo financeiro, que envolve direta ou indiretamente desde ministros do STF até figuras políticas centrais do governo atual e do anterior.No Ponto de Partida React desta sexta-feira (6) , Yasmim Restum e Pedro Doria conversam sobre as implicações dos números da pesquisa para a democracia e respondem às perguntas da audiência sobre a teia de influências de Daniel Vorcaro.Yasmim Restum e Pedro Doria te guiam nessa jornada com uma seleção dos comentários que vocês enviam nas redes sociais e canais do Meio. Para participar, comente nos vídeos do Ponto de Partida de segunda ou quarta. Assista em vídeo no Youtube, e acompanhe em áudio no seu tocador de podcasts preferido.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A nova pesquisa Meio/Ideia mostra com clareza que esta será uma eleição bastante disputada. O segundo turno, se as coisas seguirem como estão, será entre Lula e Flávio Bolsonaro. E não tem favorito nesse jogo, não.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Vocês já entenderam o tamanho do problema que é o Banco Master? Eu acho que talvez não, tá? A maioria do Brasil ainda não percebeu o tamanho do buraco.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No Ponto de Partida React de hoje Pedro Doria e Luiza Silvestrini conversam sobre as reações da audiência do Meio à discussão sobre o governo fascista de Donald Trump e o cenário que se desenha para a disputa da Direita na eleição presidencial no Brasil.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A entrada de Ronaldo Caiado no PSD muda radicalmente o jogo da eleição de 2026. Tudo indica que vai ter briga na direita e vamos ter uma disputa contra o bolsonarismo.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Os Estados Unidos mergulharam num turbilhão fascista. A ICE se porta como a SS nazista. Mas calma lá, não ouve uma afirmação desse naipe com impunidade, não. Uma afirmação forte, assim, precisa vir com um argumento sólido.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No Ponto de Partida React de hoje, Pedro Doria e Luiza Silvestrini conversam sobre os resultados da pesquisa Meio/Ideia que mapeou as ideologias dos brasileiros e também sobre a fala de Mark Carney em Davos. Durante o Fórum Econômico Mundial, Carney disse que mundo passa por uma "ruptura" na ordem mundial.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Mark Carney, o primeiro ministro canadense, está certo quando diz que o mundo melhorou com a ordem que Donald Trump quer destruir. E o Brasil devia aceitar seu convite para nos organizarmos, as médias economias do planeta, no entorno daqueles ideais.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Qual é a sua ideologia? Você já parou pra pensar nisso? Um pedaço importante da Pesquisa Meio/Ideia foi mapear, pela primeira vez, a ideologia dos brasileiros. E uma das coisas que a gente descobriu, de cara, é que esse mapa ideológico explica muito sobre a crise da democracia brasileira.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Agora temos duas pesquisas já de 2026. A nossa, Meio/Ideia, e a Genial Quaest. Elas mostram que Lula é favorito, que a direita tem chance mas segue dividia. Pois é. Diferentemente da esquerda. A direita não se une nem na cadeia.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Imagine a seguinte situação: você está tão cansado, tão exausto de um governo que sai às ruas todo dia para protestar. Agora, dobra isso. Imagine que sair às ruas para protestar seja um risco de vida. Literalmente a polícia, ou o Exército, pode matar você. Ou talvez pior. Você pode ser preso e levado para uma cadeia onde será barbaramente torturado sem que ninguém, nenhum amigo, nenhum familiar, tenha qualquer ideia de onde você está, se vivo ou morto. Estou falando de tortura do pior tipo. Da mais dolorosa. E, ainda assim, você segue escolhendo sair às ruas. Este é o Irã.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No primeiro Ponto de Partida React de 2026, nesta sexta-feira (9), Yasmim Restum e Pedro Doria falam sobre a possível ruptura da ordem mundial do nosso último século a partida da invasão dos Estados Unidos na Venezuela no início de janeiro. A conversa passa por comparações entre as potências China e Estados Unidos, e os riscos inerentes a democracias liberais em um contexto de lideranças autoritárias.No entanto, o movimento do presidente estadunidense não é algo novo no mundo, e remonta um perigoso anacronismo que põe em xeque a soberania das nações e acordos multilaterais. Dá pra chamar de imperialismo? E se essa moda pega? Como o Brasil e outros países semelhantes ficam nesse cenário?Junte-se a Yasmim Restum e Pedro Doria nessa jornada de perguntas e respostas orientada pelos comentários que vocês enviam nas redes sociais e canais do Meio. Para participar, comente nos vídeos do Ponto de Partida de segunda ou quarta no Youtube. Acompanhe em áudio no seu tocador de podcasts preferido e assista em vídeo no Youtube.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Tem uma pergunta que tem me atormentado estes dias: o quanto o mundo mudou após a captura de Nicolás Maduro? Porque, vejam, se você passeia pelas redes sociais existem duas leituras predominantes. Pela direita, tem uma turma eufórica achando que os americanos derrubaram a ditadura bolivariana, que democracia vai voltar pra Venezuela e tudo o mais. Pela esquerda, a coisa é vista como os americanos são imperialistas, sempre foram imperialistas, seguirão sendo imperialistas. Os dois estão errados.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Existe um jeito, sim, de falar sobre política na ceia de Natal, na festa de Chanuká, ou mesmo na celebração de ano novo. Um jeito que fará da conversa muito produtiva. Nós vamos fazer para cada pessoa quatro perguntas: 1- Quando você pensa em saúde, educação, aposentadoria e quem perde o emprego, qual deve ser a responsabilidade do Estado? 2- Na economia (indústria, agro, serviços, tecnologia), que papel o governo deveria ter na escolha de quais setores crescem e sobrevivem? 3- Em temas de família, religião, sexualidade, drogas, modo de se vestir e de falar: que papel o governo deveria ter? 4- Quando um governante muito popular entra em conflito com tribunais, órgãos de controle, imprensa ou Parlamento, de que lado você tende a ficar?See omnystudio.com/listener for privacy information.
No último Ponto de Partida React do ano, desta sexta-feira (19), Yasmim Restum e Pedro Doria sentem que 2026 já começou - ao menos, eleitoralmente - e conversam sobre o atual cenário para a disputa presidencial, questionando a viabilidade de Flávio Bolsonaro como o herdeiro direto do capital político da família.O papo passou também pela relevância de Ciro Gomes e Renan Santos; as percepções sobre corrupção na esquerda e na direita; e ainda o dilema do século: por que, em algumas democracias, a população tem uma sensação de mal-estar mesmo com bons índices econômicos?Na segunda (22), ainda tem o último Ponto de Partida do ano. O React retorna na sexta, dia 9 de janeiro. Para participar, comente nos vídeos do Ponto de Partida de segunda ou quarta no Youtube. Assista em vídeo, e acompanhe em áudio no seu tocador de podcasts preferido.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Agora vamos compreender que tipo de eleição será travada. E ela depende, essencialmente, do eleitor de direita. Agirá de forma racional para ter uma oportunidade de vitória? Ou o vírus bolsonarista ainda contamina o corpo?See omnystudio.com/listener for privacy information.
A candidatura de Flávio Bolsonaro é para valer? Bem, depende para quem você pergunta. E descobrir essa resposta é chave para entender como será a eleição de 2026.See omnystudio.com/listener for privacy information.





adorei a versão Making off do Ponto de Partida.
análise perfeita, obrigado, finalmente entendi porque os latinos votaram em Trump.
gente, o áudio está 100% inaudível.
Pô, três inserções publicitárias em um conteúdo de 15 minutos, sendo um no MEIO, interrompendo o roteiro, é sacanagem.