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Prisioneiros do Rock
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Author: Prisioneiros do Rock
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Uma conversa sobre boa música - em geral o velho e bom rock 'n' roll. Podcast semanal conduzido por Cristian, Rodrigo e Filipe, além de convidados que volta e meia aparecem por aqui. Novos episódios todos os sábados. Drops a qualquer momento.
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Evil Empire é uma fusão agressiva de hip-hop, rock e funk, além de um manifesto político contra a opressão e o sistema capitalista. Segundo disco do Rage Against The Machine, Evil Empire está completando 30 anos em 16 de abril e soa mais atual do que nunca.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Astral Weeks é um fluxo de consciência musicado. Aqui, Van Morrison abandona completamente a estrutura tradicional do rock e mergulha em algo entre folk, jazz, soul e música de câmara. É um disco sobre memória, espiritualidade, infância, desejo, transcendência. E tudo ao mesmo tempo. Neste episódio contamos com a luxuosa participação de Daniel Rezende, do perfil altrockbrasil do instagram.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Presence foi gravado em pouco mais de duas semanas e surgiu num momento turbulento: Robert Plant estava se recuperando de um grave acidente de carro na Grécia, gravando boa parte dos vocais em uma cadeira de rodas. Sem baladas acústicas e sem teclados, o que deixa Jimmy Page dominando a paisagem sonora, o disco é um retorno a um Zeppelin mais cru, pesado e centrado na guitarra. Ao mesmo tempo, é um trabalho tenso, introspectivo e por vezes sombrio. Chegando aos cinquenta anos no dia 31 de março, Presence é o assunto deste episódio.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Lançado em 31 de março de 1986, o álbum 5150 marca a estreia de Sammy Hagar como vocalista da banda após a saída de David Lee Roth. A troca de vocalista veio junto com uma sonoridade mais polida e acessível. O disco equilibra riffs marcantes de Eddie Van Halen com teclados mais presentes, consolidando uma nova fase, comercialmente bem-sucedida e musicalmente ainda vibranteSee omnystudio.com/listener for privacy information.
No quadro O Som da Convidada quem escolhe o álbum do episódio é a nossa visita! Nesta semana, Renata Costa nos trouxe Strange Days, do The Doors. Segundo álbum da banda, lançado em setembro de 1967, apenas oito meses depois da estreia, Strange Days representa uma evolução experimental e mais coesa em relação ao seu antecessor. É visto por muitos como o melhor trabalho dos Doors, capturando um lado elegante e sombrio da era psicodélicaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Em clima de mesa de bar, conversamos hoje sobre o que teria acontecido se os Beatles não tivessem parado de fazer shows. Como ficariam os clássicos álbuns cheios de experimentalismo? Como seriam essas turnês do final dos anos 60? A banda teria acabado mais cedo ou durado mais? Escute o nosso papo pra descobrir o que achamos disso tudo!See omnystudio.com/listener for privacy information.
Chegando aos 50 anos, o álbum 2112 é a obra que salvou o Rush da pressão da gravadora e o momento em que a banda se torna comercialmente grande. Com metade do disco ocupado pela épica faixa-título, o Rush mergulha de cabeça em uma obra ambiciosa e conceitual, tendo ainda um lado B de faixas mais diretas e curtas, igualmente esplêndidas e fundamentais na história do trio canadense. Nesse episódio, contamos com a brilhante participação de Bruno Glaser, do podcast Rock na Mesa. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Produzido por Branco Mello (Titãs) e Pena Schmidt, Pânico em SP, dos Inocentes, marcou a entrada de uma banda punk paulistana em uma gravadora multinacional (Warner). O álbum, chegando em 2026 aos quarenta anos, é considerado um clássico do rock nacional dos anos 1980 e fundamental pra entender o punk brasileiro. Suas seis faixas ainda soam contundentes e as letras mais atuais do que nunca.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No quadro Foi Hype ou Fez História analisamos se um disco de enorme sucesso merece a fama que tem ou se é exagerada. Se tem chopp nessa espuma ou não. Enfim, se foi hype ou fez história! Neste episódio, conversamos sobre Supernatural, do Santana, lançado em 1999 e um dos últimos álbuns a superar 30 milhões de cópias ao redor do mundo em mídia física.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No quadro Gangorra pedimos a um convidado que escolha o ponto baixo e o ponto alto na discografia de um grande artista ou banda. Para esta edição, chamamos nosso amigo Cláudio Borges, do canal Resenhando Rock, que escolheu seus discos dentro da discografia do Midnight Oil. Vem com a gente descobrir quais foram os álbuns indicados pelo Cláudio e o que achamos das escolhas feitas.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Mais um Papo de Boteco! Em clima de mesa de bar, conversamos hoje sobre bandas e artistas que achamos que uma coletânea nos basta - ou não - para entender e curtir a obra. Vai ter polêmica!See omnystudio.com/listener for privacy information.
No seu terceiro álbum, os Strokes soam menos preocupados em repetir a fórmula que os colocou no mapa. First Impressions of Earth é mais longo, mais disperso e, por isso mesmo, mais revelador sobre a banda naquele momento. O disco registra os Strokes testando seus próprios limites e deixando claro que não queriam ficar presos ao próprio passado. As guitarras continuam centrais, mas surgem mudanças de clima e há arranjos menos óbvios. Mas o resultado final é altamente positivo. First Impressions of Earth chega neste mês aos vinte anos e foi o assunto deste episódioSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Produzido por um ainda pouco conhecido Butch Vig, Gish é o álbum de estreia de uma banda que sempre quis ser grande, e aqui já mostra que chegaria lá. Enquanto o mundo olhava para o Seattle, o Smashing Pumpkins de Billy Corgan estava em Chicago mergulhado em uma obsessão quase doentia pela precisão. Gish não é um disco de garagem, é um trabalho de arquitetura sonora. Unindo a agressividade do hard rock com a delicadeza do dream pop, às vezes na mesma faixa e nunca parecendo uma bagunça, Gish é por isso um álbum de contrastes e imensa beleza. Neste episódio, contamos com a participação especialíssima de Gleydson Alves, do Pod Discos.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Candy Apple Grey foi o primeiro álbum do Husker Du por uma grande gravadora (a mesma Warner que lançaria o REM dois anos depois). As guitarras continuam rápidas e ásperas, enquanto as canções de Bob Mould e Grant Hart revelam estruturas mais definidas e letras impulsivas.e honestas. Ao mesmo tempo, a banda começa a ampliar seu horizonte: canções acústicas, uso de sintetizadores e pianos, baladas e canções pop convivem com o punk/hardcore das origens do Husker Du.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Blackstar é um álbum de despedida. Foi pensado para emocionar. Mas, também é uma obra cuidadosamente construída até o último detalhe. Bowie olha para o jazz contemporâneo, para a música eletrônica e para a própria história com curiosidade, não com nostalgia. As canções são fragmentadas, muitas vezes desconfortáveis, e pedem atenção. Nada aqui é imediato: os arranjos mudam de direção, as letras sugerem mais do que explicam e a voz de Bowie assume um tom quase espectral. Lançado poucos dias antes de sua morte, Blackstar ganha um peso inevitável, mas funciona muito além disso. É um disco de alguém que escolheu seguir experimentando até o fim, sem repetir fórmulas. É um encerramento magnífico e coerente para uma carreira que sempre preferiu o risco ao conforto. Chegando aos dez anos no dia 8 de janeiro, Blackstar inaugura nossa temporada 2026.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Em nosso último episódio de 2025, convidamos Thiago Zuma (podcasts Rock na Mesa e Solada) para participar de uma batalha de riffs! Juntamente com Rodrigo e Cristian, Thiago vai escolher o melhor riff dentre os 32 selecionados por Filipe para esta disputa. Vem com a gente descobrir o vencedor e nos conte qual seria o seu escolhido!See omnystudio.com/listener for privacy information.
No quadro Gangorra pedimos a um convidado que escolha o ponto baixo e o ponto alto na discografia de um grande artista ou banda. Para esta edição, chamamos nosso amigo Cláudio Borges, do canal Resenhando Rock, que escolheu seus discos dentro da fase independente do REM, os chamados "IRS Years". Vem com a gente descobrir quais foram os álbuns indicados pelo Cláudio e o que achamos das escolhas feitas.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No quadro Rock Nas Telas falamos a cada episódio de um documentário ou uma biografia ou uma trilha sonora, em qualquer formato visual, mas sempre relacionado ao rock. Neste episódio, falamos sobre o filme Filadélfia, estrelado por Tom Hanks e Denzel Washington e com uma trilha sonora encabeçada por dois pesos-pesados - Neil Young e Bruce Springsteen.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Em Rubber Soul, os Beatles amadurecem musicalmente em definitivo, descobrem o estúdio como instrumento de trabalho e deixam de ter cara de "bons moços". Já na capa, com sua foto distorcida e com a grafia do nome da banda naquilo que seria o estilo da psicodelia, os Beatles mostram que tinham mudado e o rock nunca mais seria o mesmo. Rubber Soul está chegando aos 60 anos no dia 3 de dezembro e é o assunto deste episódio.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Há 50 anos o Queen entrava para o panteão das grandes bandas de rock da história com o álbum A Night at the Opera. Como o título avisa, o disco nos entrega a pomposidade e o exagero de uma ópera, com a banda se divertindo com os próprios excessos. Mas, mesmo quando parece não se levar a sério, apresenta uma meticulosa produção, pensada e elaborada nos mínimos detalhes. A Night at the Opera tem pop, hard rock, progressivo, misticismo, viagens espaciais e letras de amor (inclusive a um carro). E, é claro, tem "Bohemian Rapsody", onde todas as loucuras maravilhosas são reunidas numa faixa só, na melhor canção que o rock já produziu. See omnystudio.com/listener for privacy information.























