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Prisioneiros do Rock

Author: Prisioneiros do Rock

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Uma conversa sobre boa música - em geral o velho e bom rock 'n' roll. Podcast semanal conduzido por Cristian, Rodrigo e Filipe, além de convidados que volta e meia aparecem por aqui. Novos episódios todos os sábados. Drops a qualquer momento.

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Produzido por Branco Mello (Titãs) e Pena Schmidt, Pânico em SP, dos Inocentes, marcou a entrada de uma banda punk paulistana em uma gravadora multinacional (Warner). O álbum, chegando em 2026 aos quarenta anos, é considerado um clássico do rock nacional dos anos 1980 e fundamental pra entender o punk brasileiro.  Suas seis faixas ainda soam contundentes e as letras mais atuais do que nunca.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No quadro Foi Hype ou Fez História analisamos se um disco de enorme sucesso merece a fama que tem ou se é exagerada. Se tem chopp nessa espuma ou não. Enfim, se foi hype ou fez história! Neste episódio, conversamos sobre Supernatural, do Santana, lançado em 1999 e um dos últimos álbuns a superar 30 milhões de cópias ao redor do mundo em mídia física.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No quadro Gangorra pedimos a um convidado que escolha o ponto baixo e o ponto alto na discografia de um grande artista ou banda. Para esta edição, chamamos nosso amigo Cláudio Borges, do canal Resenhando Rock, que escolheu seus discos dentro da discografia do Midnight Oil. Vem com a gente descobrir quais foram os álbuns indicados pelo Cláudio e o que achamos das escolhas feitas.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Mais um Papo de Boteco!  Em clima de mesa de bar, conversamos hoje sobre bandas e artistas que achamos que uma coletânea nos basta - ou não - para entender e curtir a obra. Vai ter polêmica!See omnystudio.com/listener for privacy information.
No seu terceiro álbum, os Strokes soam menos preocupados em repetir a fórmula que os colocou no mapa. First Impressions of Earth é mais longo, mais disperso e, por isso mesmo, mais revelador sobre a banda naquele momento. O disco registra os Strokes testando seus próprios limites e deixando claro que não queriam ficar presos ao próprio passado. As guitarras continuam centrais, mas surgem mudanças de clima e há arranjos menos óbvios. Mas o resultado final é altamente positivo. First Impressions of Earth chega neste mês aos vinte anos e foi o assunto deste episódioSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Produzido por um ainda pouco conhecido Butch Vig, Gish é o álbum de estreia de uma banda que sempre quis ser grande, e aqui já mostra que chegaria lá.  Enquanto o mundo olhava para o Seattle, o Smashing Pumpkins de Billy Corgan estava em Chicago mergulhado em uma obsessão quase doentia pela precisão. Gish não é um disco de garagem, é um trabalho de arquitetura sonora. Unindo a agressividade do hard rock com a delicadeza do dream pop, às vezes na mesma faixa e nunca parecendo uma bagunça, Gish é por isso um álbum de contrastes e imensa beleza. Neste episódio, contamos com a participação especialíssima de Gleydson Alves, do Pod Discos.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Candy Apple Grey foi o primeiro álbum do Husker Du por uma grande gravadora (a mesma Warner que lançaria o REM dois anos depois). As guitarras continuam rápidas e ásperas, enquanto as canções de Bob Mould e Grant Hart revelam estruturas mais definidas e letras impulsivas.e honestas. Ao mesmo tempo, a banda começa a ampliar seu horizonte: canções acústicas, uso de sintetizadores e pianos, baladas e canções pop convivem com o punk/hardcore das origens do Husker Du.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Blackstar é um álbum de despedida. Foi pensado para emocionar. Mas, também é uma obra cuidadosamente construída até o último detalhe. Bowie olha para o jazz contemporâneo, para a música eletrônica e para a própria história com curiosidade, não com nostalgia. As canções são fragmentadas, muitas vezes desconfortáveis, e pedem atenção. Nada aqui é imediato: os arranjos mudam de direção, as letras sugerem mais do que explicam e a voz de Bowie assume um tom quase espectral. Lançado poucos dias antes de sua morte, Blackstar ganha um peso inevitável, mas funciona muito além disso. É um disco de alguém que escolheu seguir experimentando até o fim, sem repetir fórmulas. É um encerramento magnífico e coerente para uma carreira que sempre preferiu o risco ao conforto. Chegando aos dez anos no dia 8 de janeiro, Blackstar inaugura nossa temporada 2026.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Em nosso último episódio de 2025, convidamos Thiago Zuma (podcasts Rock na Mesa e Solada) para participar de uma batalha de riffs! Juntamente com Rodrigo e Cristian, Thiago vai escolher o melhor riff dentre os 32 selecionados por Filipe para esta disputa. Vem com a gente descobrir o vencedor e nos conte qual seria o seu escolhido!See omnystudio.com/listener for privacy information.
No quadro Gangorra pedimos a um convidado que escolha o ponto baixo e o ponto alto na discografia de um grande artista ou banda. Para esta edição, chamamos nosso amigo Cláudio Borges, do canal Resenhando Rock, que escolheu seus discos dentro da fase independente do REM, os chamados "IRS Years".  Vem com a gente descobrir quais foram os álbuns indicados pelo Cláudio e o que achamos das escolhas feitas.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No quadro Rock Nas Telas falamos a cada episódio de um documentário ou uma biografia ou uma trilha sonora, em qualquer formato visual, mas sempre relacionado ao rock. Neste episódio, falamos sobre o filme Filadélfia, estrelado por Tom Hanks e Denzel Washington e com uma trilha sonora encabeçada por dois pesos-pesados - Neil Young e Bruce Springsteen.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Em Rubber Soul, os Beatles amadurecem musicalmente em definitivo, descobrem o estúdio como instrumento de trabalho e deixam de ter cara de "bons moços". Já na capa, com sua foto distorcida e com a grafia do nome da banda naquilo que seria o estilo da psicodelia, os Beatles mostram que tinham mudado e o rock nunca mais seria o mesmo.  Rubber Soul está chegando aos 60 anos no dia 3 de dezembro e é o assunto deste episódio.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Há 50 anos o Queen entrava para o panteão das grandes bandas de rock da história com o álbum A Night at the Opera.  Como o título avisa, o disco nos entrega a pomposidade e o exagero de uma ópera, com a banda se divertindo com os próprios excessos.  Mas, mesmo quando parece não se levar a sério, apresenta uma meticulosa produção, pensada e elaborada nos mínimos detalhes. A Night at the Opera tem pop, hard rock, progressivo, misticismo, viagens espaciais e letras de amor (inclusive a um carro). E, é claro, tem "Bohemian Rapsody", onde todas as loucuras maravilhosas são reunidas numa faixa só, na melhor canção que o rock já produziu. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Em Psychocandy, lançado em 18 de novembro de 1985, o Jesus and Mary Chain pega melodias doces e pop dos anos 60 e as enterra sob toneladas de microfonia. È uma parede sonora onde alguém trocou o verniz por lixa.  O resultado não é caos gratuito, mas um equilíbrio entre barulho e beleza. E, 40 anos depois, essa ideia continua funcionando incrivelmente bem.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Radio-Activity marca a transição definitiva do Kraftwerk para a estética eletrônica austera. Ralf Hütter e Florian Schneider abandonaram o rock/folk e mergulharam em um conceito que une "atividade do rádio" e "radioatividade" para abordar comunicação, tecnologia, isolamento e o perigo invisível da energia nuclear  O resultado é uma som que é hoje ao mesmo tempo anacrônico e futurista. Minimalista nas texturas, melancólico e de uma precisão sonora clínica, Radio-Activity é essencial na história da música. Chegando aos 50 anos no dia 10 de novembro, Radio-Activity é o assunto deste episódio. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Zuma é o álbum que resgatou Neil Young da beira do abismo criativo e emocional, solidificando seu lugar como o "Padrinho do Grunge" e um mestre do rock alternativo. A Crazy Horse estava de volta e respondeu com uma de suas performances mais memoráveis. Chegando aos 50 anos no próximo dia 10, Zuma é honestidade bruta, melodias cativantes e guitarras que falam, gritam e miam. O papo desta semana conta com a valiosa participação de Daniel Rezende.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Lançado em 30 de outubro de 1995, Different Class é um disco de contrastes: é ao mesmo tempo ácido e caloroso, cerebral e visceral, pop e teatral. Sua força está em costurar canções como dramas que revelam o ridículo e o belo do humano comum Quinto disco do Pulp, catapultou Jarvis Cocker e companhia de banda cult para o topo da parada britânica, colecionou prêmios e se tornou um dos marcos do britpop.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Lançado em 23 de outubro de 1995, Mellon Collie and the Infinite Sadness é o exercício mais ambicioso do Smashing Pumpkins. É exagerado, dramático, melancólico. É o som de uma banda que acreditava que o rock podia ser maior que a própria vida. E por algumas horas, eles provaram que era.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Essas canções têm melodias cativantes, grudentas, que nos fazem querer dançar e nos arrancam sorrisos. Mas as letras... Nesta terceira edição do Músicas Calmas, Letras Nervosas, escolhemos mais seis exemplos de como uma bela melodia pode esconder na letra um tema polêmico, assustador, criminoso até. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Lançado em 12 de novembro de 1975, Novo Aeon foi considerado um fracasso comercial à época, mas acabaria se tornando o disco preferido do próprio Raul Seixas e de muitos de seus fãs. Neste episódio, conversamos sobre como o misticismo, a repressão da ditadura e a fama alcançada com os trabalhos anteriores influenciaram Raul a criar Novo Aeon.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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