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Dois Pontos
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Author: Estadão
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© 2026 Estadão
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Este é o novo vodcast do Estadão, em áudio e vídeo! Sempre com dois pontos para você formar o seu próprio ponto de vista sobre temas do Brasil e do mundo. A apresentação é da editora da 'Coluna do Estadão', Roseann Kennedy. Em cada episódio, ela também traz para bancada um jornalista do Estadão especialista no tema da semana.
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O que acontece na infância definitivamente não fica na infância. Há um tempo, a ciência trabalha com o conceito dos mil dias, que envolve o período da gestação (270 dias) e os dois primeiros anos de vida de uma criança (730). Segundo estudos, essa fase é considerada crítica porque determina boa parte da saúde até idades mais avançadas. É nesse momento, por exemplo, que o corpo e o cérebro estão em pleno desenvolvimento e, dependendo dos estímulos oferecidos, eles podem (ou não) atingir seu máximo potencial. O episódio desta semana do Dois Pontos aborda quais fatores são os mais decisivos para garantir essa evolução adequada, e como ela repercute na velhice. Também aponta quais aspectos, por outro lado, podem favorecer problemas nessa jornada. Para conversar sobre o tema, contamos com a participação da pediatra Ana Escobar, autora de livros como ‘Meu Filho tá Online Demais: Equilibrando o uso das telas no dia a dia familiar’ (Editora Manole), e a geriatra Cybelle Diniz, membro da comissão de título de especialista de geriatria da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG). O episódio é apresentado pela colunista do Estadão, Roseann Kennedy, com a participação da editora de saúde do Estadão, Thaís Manarini. ProduçãoEverton Oliveira CaptaçãoRenan Pagliarusi e Felipe Pedro (Felps) EdiçãoAnderson Russo ASSISTA TAMBÉM:Devemos dar um celular para as crianças?: https://youtu.be/YwkIdmRHOJc?si=Ilh1a56PkuTN2gbj Saúde: Como manter o cérebro ativo e protegido: https://youtu.be/31BapVproWw?si=JquP8sBPQcYYDUDY Canetas para obesidadehttps://youtu.be/P-VW7_pLVNQ?si=JjNB2mxnbk6zp66x ASSINE O ESTADÃO:Seja assinante por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao nosso conteúdo. Acesse: http://bit.ly/estadao-oferta-ytSee omnystudio.com/listener for privacy information.
O avanço de facções como o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) sobre cidades de fronteira tem sido central para a importação de carregamentos ilícitos, principalmente de cocaína e skunk (supermaconha), de países como Bolívia, Peru e Colômbia. Hoje, há presença de facções em quase metade das 772 cidades da Amazônia Legal, “demonstrando um processo de capilarização que transcende os grandes centros urbanos” e que resulta em impactos diretos à população, inclusive com o surgimento de "minicracolândias". Isso é o que aponta Cartografias da Violência na Amazônia, estudo divulgado recentemente pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP). Segundo o material, a região conta 17 facções ativas, com destaque para o CV, considerado a principal facção com atuação na floresta. Ao mesmo tempo, o PCC tem forte presença principalmente na chamada "rota caipira", que liga países como Bolívia e Paraguai a diferentes regiões do País. Os carregamentos abastecem não só o mercado local, como outros continentes, como África e Europa. Para falar sobre o combate ao crime organizado na região de fronteira, o Dois Pontos convidou Samira Bueno, diretora-executiva do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, e Gabriel Funari, pesquisador da Iniciativa Global contra o Crime Organizado Transnacional (GI-TOC, na sigla em inglês). O episódio tem a apresentação da colunista do Estadão, Roseann Kennedy, e a participação de Ítalo Lo Re, repórter da editoria de Metrópole do Estadão. ASSINE O ESTADÃO: Seja assinante por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao nosso conteúdo. Acesse: http://bit.ly/estadao-oferta-ytSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Menos de um ano após Ainda Estou Aqui conquistar o histórico primeiro Oscar para o Brasil, o País tem mais um representante capaz de chegar à mais famosa premiação do cinema: O Agente Secreto, filme de Kleber Mendonça Filho estrelado por Wagner Moura. Vencedor de dois importantes prêmios no Festival de Cannes, o de Melhor Diretor e o de Melhor Ator, o longa vem recebendo prêmios internacionais, e aparece como forte candidato à conseguir indicações ao Oscar de Melhor Filme Internacional e ao de Melhor Ator. Para falar sobre os bastidores de O Agente Secreto, as chances no Oscar e o seu comentado ato final, o Dois Pontos desta semana recebe a atriz Laura Lufési, que tem um importante papel na produção, e Barbara Demerov, jornalista e crítica de cinema. O episódio tem a apresentação da colunista do Estadão, Roseann Kennedy, e a participação de Beatriz Amendola, editora-assistente de Cultura. Produção: Everton Oliveira Edição: Anderson Russo Estúdio: NZN Distribuição: Isabel LimaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
O presidente da Argentina, Javier Milei, conquistou uma importante vitória nas eleições legislativas de 26 de outubro no país. Seu partido, A Liberdade Avança (LLA), ampliou seu número de assentos no Congresso e, junto com aliados, dará uma vida mais confortável para o libertário terminar os seus dois próximos anos de mandato. Os desafios, porém, continuam grandes. Milei tem pela frente a tarefa de avançar com suas prometidas reformas, sendo a trabalhista a primeira delas. Ainda que conte com a maior bancada do Congresso, o presidente não tem maioria e terá de negociar com outros partidos. Uma habilidade que ele não teve na primeira metade do mandato. Além disso, parte do teor das próximas reformas é impopular, em um contexto em que a paciência do argentino começa a se esgotar. Milei terá habilidade de dialogar com deputados e senadores para avançar com seu programa econômico? O que esperar da segunda metade do mandato do argentino? Para responder essas perguntas, o Dois Pontos recebe Carla Beni, professora de Economia na FGV (Fundação Getúlio Vargas) e Flavia Loss, professora de Relações Internacionais do Instituto Mauá de Tecnologia (IMT). O episódio tem a apresentação da colunista do Estadão, Roseann Kennedy, e a participação de Carolina Marins, repórter da editoria de Internacional do Estadão. Produção: Everton Oliveira Edição: Anderson Russo ASSINE O ESTADÃO:Seja assinante por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao nosso conteúdo. Acesse: http://bit.ly/estadao-oferta-ytSee omnystudio.com/listener for privacy information.
A falsificação de dezenas de itens afeta a segurança, o bolso e a saúde da população. A falsificação e adulteração de produtos é um problema que afeta o bolso, a saúde e até a segurança de milhões de brasileiros. De bebidas a combustíveis, de alimentos a cosméticos, de cigarros a medicamentos: a falsificação está presente em diversos setores da economia. De acordo com a Associação Brasileira de Combate à Falsificação (ABCF), as falsificações, o contrabando e a pirataria geram um prejuízo de aproximadamente 471 bilhões de reais anuais ao País em perdas de arrecadação tributária e de faturamento das indústrias legalmente estabelecidas. Mas o prejuízo vai muito além do econômico. Produtos adulterados podem representar riscos sérios à saúde, como mostra a grave crise de adulteração de bebidas com metanol. O tema é complexo, com enorme impacto no cotidiano das pessoas e que precisa da reflexão e da ação do governo, empresas e consumidores. Para essa edição do Dois Pontos, recebemos Renata Cerqueira, integrante da Comissão Técnica de Alimentos do Conselho Regional de Química em São Paulo e professora da Faculdade de Engenharia de Sorocaba, e Rodolpho Ramazzini, advogado especializado no combate à fraude e diretor da Associação Brasileira de Combate à Falsificação (ABCF). O episódio tem a apresentação da colunista do Estadão, Roseann Kennedy, e a participação de Gonçalo Junior, repórter do caderno Metrópole do Estadão. Disque denúncia ABCF (11) 3106 - 5149 WhatsApp ABCF (11) 99171 - 4526 E-mail: denuncia@abcf.org.br Rede social: @abcf_associacao Produção Everton Oliveira Edição Anderson Russo ASSINE O ESTADÃO: Seja assinante por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao nosso conteúdo. Acesse: http://bit.ly/estadao-oferta-ytSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Os governos brasileiro e norte-americano têm ensaiado uma reaproximação, mas a agenda brasileira no comércio global é extensa se o País desejar se integrar ao restante do mundo. Considerado uma economia fechada, o Brasil enfrenta um cenário complexo para se integrar ao restante do mundo, num momento de aumento do protecionismo liderado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. As decisões do norte-americano têm implodido as regras comerciais que vigoraram nas últimas décadas. No fim de semana, os presidentes Lula e Donald Trump se reuniram na Malásia para abordar o tarifaço sobre as exportações brasileiras, entre outros assuntos. Para discutir os caminhos do Brasil no comércio global, o Dois Pontos convidou Alexandre Schwartsman, ex-diretor do Banco Central, economista e consultor da Pinnotti & Schwartsman Associados, e Emanuel Ornelas, professor da Escola de Economia de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas. O episódio tem a apresentação da colunista do Estadão, Roseann Kennedy, e a participação de Luiz Guilherme Gerbelli, repórter de economia do Estadão. Produção: Everton Oliveira Edição Anderson Russo ASSINE O ESTADÃO: Seja assinante por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao nosso conteúdo. Acesse: http://bit.ly/estadao-oferta-ytSee omnystudio.com/listener for privacy information.
O acordo de cessar-fogo entre Israel e Hamas negociado pelo presidente americano, Donald Trump, entra numa nova fase marcada por riscos cada vez maiores. De um lado, o governo de Israel sofre pressão interna e externa para fazer concessões que no limite levem a um Estado palestino. Do outro, o grupo terrorista hesita em se desarmar. Diante do impasse, episódios de violência colocam em risco a breve trégua, que interessa tanto a Trump quanto a países árabes da região. Em meio a esse contexto, as consequências das negociações devem ficar mais claras nas próximas semanas. Para entender o que está em jogo, o Dois Pontos conversou com o ex-embaixador do Brasil no Irã, Eduardo Gradilone, e a professora de Relações Internacionais do Ibmac, Karina Calandrin. O episódio é apresentado pela colunista do Estadão, Roseann Kennedy, com a participação do subeditor de Internacional, Luiz Raatz. Produção:Everton Oliveira Edição Anderson Russo ASSINE O ESTADÃO:Seja assinante por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao nosso conteúdo. Acesse: http://bit.ly/estadao-oferta-ytSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Quando o primeiro remédio injetável da classe dos análogos de GLP-1 surgiu, no início dos anos 2000, o foco era ajudar no tratamento do diabetes do tipo 2. Basicamente, o GLP-1 é um hormônio natural produzido no intestino. Ao imitá-lo, esse tipo de medicamento ajuda na produção de insulina, reduz a fome e aumenta a saciedade. Com o avanço das pesquisas e das moléculas investigadas, os cientistas notaram que essas drogas resultavam em uma perda de peso bastante expressiva, o que fazia delas opções interessantes também para o tratamento da obesidade. Estudos mostraram, por exemplo, que o Wegovy (cujo princípio ativo é a semaglutida) promove uma perda de peso média de 16% a 17%, enquanto o Mounjaro (que leva tirzepatida) pode chegar a 21% ou 22%. Acontece que resultados assim chamaram a atenção de quem não tinha diabetes nem obesidade – mas queria perder alguns quilos. Tamanha popularidade fez com que esses remédios ganhassem até o apelido de “canetas emagrecedoras” – algo rechaçado por especialistas, já que reduz o uso dessas drogas a algo puramente estético. Para falar das reais indicações de uso e dos perigos da banalização desses medicamentos, o Dois Pontos convidou a nutricionista Desire Coelho, especialista em transtornos alimentares e colunista do Estadão, e a endocrinologista Maria Edna de Melo, coordenadora da Comissão de Advocacy da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e Síndrome Metabólica (Abeso). O episódio tem a apresentação da colunista do Estadão, Roseann Kennedy, e a participação de Thaís Manarini, editora de saúde do Estadão. Produção Everton Oliveira Edição Beatriz de Souza ASSINE O ESTADÃO: Seja assinante por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao nosso conteúdo. Acesse: http://bit.ly/estadao-oferta-ytSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Déficit de moradia, avanço do crime organizado e gargalos no trânsito são alguns exemplos dos desafios da cidade de São Paulo. Para 78% da população paulistana, os deslocamentos pela metrópole de quase 12 milhões de habitantes são os fatores que mais contribuem para a falta de tempo no cotidiano, de acordo com o Instituto Locomotiva. O avanço das mudanças climáticas — que já podem ser classificadas como emergências – aperta ainda mais esse nó ao aprofundar desigualdades sociais. Há boas notícias. O avanço tecnológico, com a inteligência artificial, pode apresentar novas soluções para os desafios urbanos, principalmente em uma cidade que se diferencia como polo de inovação e de produção de riqueza. Nessa encruzilhada entre o caminho da resiliência e correr atrás das consequências das tragédias ambientais, onde se localiza a cidade de São Paulo? Como construir uma metrópole mais verde, inclusiva e resiliente? Qual seria a “ação número 1” que deveria ser tomada imediatamente para mudar o rumo? Para falar sobre estratégias para tornar a cidade de São Paulo mais saudável e mais sustentável, o “Dois Pontos” convidou Marcos Buckeridge, professor do Instituto de Biociências da USP e vice-diretor do Instituto de Estudos Avançados, também da USP, e Ciro Biderman, professor de graduação e pós-graduação em administração pública e economia da Fundação Getulio Vargas (FGV) e diretor do FGV Cidades. O episódio tem a apresentação da colunista do Estadão, Roseann Kennedy, e a participação de Gonçalo Junior, repórter de Metrópole. Produção Everton Oliveira Edição Beatriz de Souza ASSINE O ESTADÃO: Seja assinante por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao nosso conteúdo. Acesse: http://bit.ly/estadao-oferta-ytSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Garantir a saúde cerebral passa por rever diversos hábitos cada vez mais cedo; episódio do ‘Dois Pontos’ traz os melhores caminhos para ter uma mente afiada agora e no futuro. Frequentemente, o cérebro é descrito como o maestro do organismo, já que coordena incontáveis funções do nosso corpo. Mas como garantir que toda essa engrenagem comandada por neurônios se mantenha saudável e funcional ao longo da vida? Essa é uma questão que tende a preocupar cada vez mais gente, já que a população brasileira está envelhecendo em ritmo acelerado – na esteira desse movimento, espera-se um aumento exponencial na ocorrência de demências no Brasil. Neste episódio do vodcast, a geriatra Claudia Suemoto, diretora do banco de cérebros da Universidade de São Paulo (USP), e o neurologista Diogo Haddad, head do Centro Especializado em Neurologia do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, ensinam quais hábitos de vida devemos adotar (e também evitar) para afastar o fantasma das demências. Eles ainda discutem a influência de fatores como o estresse e uma rotina multitarefa no bem-estar cerebral. O episódio tem a apresentação da colunista do Estadão, Roseann Kennedy, e a participação de Luciana Garbin, editora-executiva do jornal. Produção Everton Oliveira Edição Beatriz de Souza ASSINE O ESTADÃO: Seja assinante por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao nosso conteúdo. Acesse: http://bit.ly/estadao-oferta-ytSee omnystudio.com/listener for privacy information.
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) foi condenado 27 anos e 3 meses de pena privativa de liberdade pela Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) pelos crimes de organização criminosa, golpe de Estado, abolição do Estado Democrático de Direito, dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado. O ex-capitão do Exército seguirá em prisão domiciliar até o início da execução penal, que começa a partir do esgotamento dos recursos cabíveis à sentença. O placar do julgamento ficou em 4 a 1, com voto divergente do ministro Luiz Fux, um placar que reduziu de forma significativa o alcance dos recursos cabíveis à defesa do ex-presidente. Para falar sobre o julgamento e os próximos passos da ação penal, o Dois Pontos conversou com a professora de Direito Penal e Processo Penal na FGV Direito de São Paulo, Luisa Moraes Abreu Ferreira, e com o criminalista e coordenador de Direito da ESPM de São Paulo, Marcelo Crespo. O episódio tem a apresentação de Roseann Kennedy, colunista do Estadão, e a participação de Carolina Brígido, colunista de judiciário do Estadão. ProduçãoEverton Oliveira EdiçãoJúlia Pereira ASSINE O ESTADÃO:Seja assinante por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao nosso conteúdo. Acesse: http://bit.ly/estadao-oferta-ytSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Em duas cúpulas, uma no Alasca com Vladimir Putin, e outra na Ucrânia com Volodmir Zelenski, Trump tentou obter concessões dos dois lados, sem obter sucesso. A iniciativa também colabora com a pretensão do presidente de ser laureado com um prêmio Nobel da paz, mas um fim do conflito ainda permanece distante. Em meio a esse contexto, as consequências mais claras das negociações devem ficar mais claras nas próximas semanas. Para entender o que está em jogo, o Dois Pontos conversou com os professores de relações internacionais Leonardo Trevisan, da ESPM, e Carolina Pavese, da Mauá/FIA. O episódio é apresentado pela colunista do Estadão, Roseann Kennedy, com a participação do subeditor de Internacional, Luiz Raatz. Produção Everton Oliveira Edição Beatriz de Souza Gravado no estúdio U360 ASSINE O ESTADÃO: Seja assinante por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao nosso conteúdo. Acesse: http://bit.ly/estadao-oferta-ytSee omnystudio.com/listener for privacy information.
País sedia conferência do clima da ONU em novembro em meio a reclamações de países sobre preços de acomodação, guerras, tarifaço e contradições internas na área ambiental Com o planeta aquecendo em ritmo muito mais acelerado do que os cientistas previram, os países têm pouco tempo e muito a negociar na conferência de mudanças climáticas promovida anualmente pela ONU. Porém, a poucos meses da COP-30 que deve ser realizada em novembro em Belém, o preço da hospedagem continua a mobilizar boa parte das discussões. O encontro multilateral pode perder força e legitimidade se o Brasil não garantir a participação das delegações de países menos desenvolvidos e ilhas, os mais afetados pelo aquecimento do planeta. A candidatura para receber a conferência na Amazônia foi anunciada ainda em 2022, logo após a eleição do presidente Lula da Silva, que desde o início do terceiro mandato diz querer colocar o Brasil na liderança da agenda climática internacional. Além das questões logísticas, o cenário interno e externo não são dos mais favoráveis. O impasse na exploração de petróleo na Foz do Amazonas e a aprovação do licenciamento ambiental pelo Congresso podem fazer com que o País não coloque na mesa temas mais difíceis, ao passo que guerras, tarifaços, EUA fora do Acordo de Paris e outros países querendo retroceder em seus compromissos criam clima tenso nas negociações. Para entender o que está em jogo na 30ª conferência climática e qual a posição do Brasil, o Dois Pontos conversou com Marcio Astrini, secretário-executivo do Observatório do Clima, e Caroline Dihl Prolo, advogada especializada em direito das mudanças climáticas e sócia da gestora de investimentos fama re.capital. O episódio é apresentado pela colunista do Estadão, Roseann Kennedy, com a participação de Juliana Domingos de Lima, repórter de meio ambiente. A minutos da sede da COP-30 em Belém, comunidade esvazia após poluição do rio: ‘Vila fantasma’https://www.estadao.com.br/sustentabilidade/a-minutos-da-sede-da-cop-30-em-belem-comunidade-esvazia-apos-poluicao-do-rio-vila-fantasma/?srsltid=AfmBOorAZLDZpXf9EUpIrOo33ksLX3TFOGQwciMZVLPiIDcjTTj3bPBz Palco de fotos de Lula e Macron, Ilha do Combu sofre sem água potável e com turismo em massahttps://www.estadao.com.br/sustentabilidade/palco-de-fotos-de-lula-e-macron-ilha-do-combu-sofre-sem-agua-potavel-e-com-turismo-em-massa/?srsltid=AfmBOopugQYZ_YiOOxsHIH26Z0FMP4sNmeZFfc_ZrX-P6SKXTsAs9-UQ Preço de diárias para a COP em Belém dispara até R$2 milhões e preocupa delegações estrangeirashttps://www.estadao.com.br/sustentabilidade/preco-de-diarias-para-a-cop-em-belem-dispara-ate-r2-milhoes-e-preocupa-delegacoes-estrangeiras/?srsltid=AfmBOorha4E_W8rCPdHL3eeVckijwE0GAak0kGczCAGdSnWjSHPGnSnY Onde o Brasil mais desmata? Mapas mostram áreas críticas no País que vai sediar a COPhttps://www.estadao.com.br/sustentabilidade/onde-o-brasil-mais-desmata-mapas-mostram-areas-criticas-no-pais-que-vai-sediar-a-cop/ Gerente de banco como fiscal do desmatamento? Caminhos para zerar a destruição da Amazôniahttps://www.estadao.com.br/sustentabilidade/gerente-de-banco-como-fiscal-do-desmatamento-caminhos-para-zerar-a-destruicao-da-amazonia/ COP-30: Qual o balanço das reuniões na Alemanha que podem definir sucesso ou fracasso de Belémhttps://www.estadao.com.br/sustentabilidade/cop-30-qual-o-balanco-das-reunioes-na-alemanha-que-podem-definir-sucesso-ou-fracasso-de-belem/ Como o dinheiro virou o principal entrave para discussões da COP-30https://www.estadao.com.br/sustentabilidade/como-o-dinheiro-virou-o-principal-entrave-para-discussoes-da-cop-30/ COP-30: governo começa a oferecer cabine em navios em meio a crise com falta de hospedagem https://www.estadao.com.br/brasil/cop-30-governo-comeca-a-oferecer-cabine-em-navios-apos-crise-com-falta-de-hospedagem/ ProduçãoEverton Oliveira EdiçãoBeatriz de Souza Gravado no estúdio U360 ASSINE O ESTADÃO:Seja assinante por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao nosso conteúdo. Acesse: http://bit.ly/estadao-oferta-ytSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Por décadas, a cultura reforçou a ideia de que a mãe é quem cuida e o pai é quem provê — afastando homens do cotidiano familiar e criando um romantismo em torno da maternidade, enquanto a paternidade ficava em segundo plano. Hoje, com novas configurações familiares e pais mais presentes, essa visão começa a mudar, mas ainda enfrenta resistências, preconceitos e cobranças. Essa desigualdade aparece também nos números. Dados do Consultor Jurídico mostram que, dos 2,5 milhões de nascimentos registrados em 2023, 6% não tiveram reconhecimento de paternidade, o que representa 172 mil famílias. Esse número levanta uma questão central — a maternidade continua sendo vista como um papel obrigatório, enquanto a paternidade, muitas vezes, ainda é tratada como opcional. O episódio mergulha no papel dos pais na criação dos filhos e nas mudanças, e desafios, da paternidade nos dias de hoje. Para entender quais são os estigmas que persistem e os caminhos para que os homens assumam um papel mais ativo no cuidado dos filhos, o Dois Pontos recebeu o criador de conteúdo Paulo Tardivo, do Família Pessoa Tardivo, e o escritor e palestrante Tadeu França. A apresentação é de Roseann Kennedy, colunista do Estadão, com participação de Renato Andrade, editor executivo de Política e Internacional do jornal. Produção Everton Oliveira Edição Beatriz de Souza Gravado no estúdio U360 ASSINE O ESTADÃO: Seja assinante por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao nosso conteúdo. Acesse: http://bit.ly/estadao-oferta-ytSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Ter um hobby é uma questão de saúde. O passatempo estimula o cérebro, contribui no tratamento de quadros como depressão e ansiedade e, dependendo da atividade, fortalece os músculos. Ainda assim, alguns consideram que esses momentos de prazer são um luxo para poucos e nem todos reservam tempo na agenda para praticá-los. Para entender o impacto dos hobbies no bem-estar e discutir como incorporá-los à rotina, o Dois Pontos conversou com Leonardo Martins, psicólogo e professor colaborador na Universidade de São Paulo (USP), e com o neurocirurgião Fernando Gomes, também professor na USP e autor de nove livros sobre neurocirurgia e comportamento humano. O episódio é apresentado pela colunista do Estadão, Roseann Kennedy, com a participação de Stefhanie Piovezan, editora-assistente de saúde. --- Leia também: A moda do bebê reborn: hobby ou problema de saúde? Como diferenciar? https://www.estadao.com.br/saude/a-moda-do-bebe-reborn-hobby-ou-problema-de-saude-como-diferenciar/ Brincar não é só para criança: ter um hobby ao longo da vida pode transformar a saúde https://www.estadao.com.br/saude/brincar-nao-e-so-para-crianca-ter-um-hobby-ao-longo-da-vida-pode-transformar-a-saude/ Produção Everton Oliveira Edição Beatriz de Souza Gravado no estúdio U360 ASSINE O ESTADÃO: Seja assinante por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao nosso conteúdo. Acesse: http://bit.ly/estadao-oferta-ytSee omnystudio.com/listener for privacy information.
No Dois Pontos, especialistas analisam o desejo por novas lideranças e discutem quando o Brasil deve superar a polarização entre Lula e Bolsonaro. Uma pesquisa recente da Genial/Quaest mostra que dois em cada três brasileiros defendem que o presidente Lula não dispute a reeleição em 2026. O levantamento também indica que a maioria espera que o ex-presidente Jair Bolsonaro, atualmente inelegível, abandone o discurso de que será candidato para apoiar outro nome. Os dados revelam uma demanda por renovação política, ainda sem alternativas viáveis no cenário eleitoral atual. Parte da elite política e analistas avaliam que só a partir das eleições de 2030, quando Lula e Bolsonaro provavelmente estarão fora da disputa, o País começará a vislumbrar novas lideranças nacionais. Isso, no entanto, não significa que ambos deixarão de influenciar o processo eleitoral. Tanto o lulismo quanto o bolsonarismo devem continuar a repercutir mesmo após a saída de cena de seus principais líderes. Fenômeno semelhante ao observado após a morte de Getúlio Vargas, quando a política brasileira permaneceu dividida entre getulistas e antigetulistas. Para discutir o tema, o Dois Pontos desta semana recebe Sergio Fausto, diretor-geral da Fundação Fernando Henrique Cardoso, e Paulo Niccoli Ramirez, professor da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP). O episódio tem apresentação da colunista do Estadão, Roseann Kennedy, e participação do repórter de Política Zeca Ferreira. Produção Everton Oliveira Edição Beatriz de Souza Gravado no estúdio U360 ASSINE O ESTADÃO: Seja assinante por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao nosso conteúdo. Acesse: http://bit.ly/estadao-oferta-ytSee omnystudio.com/listener for privacy information.
O Brasil gasta R$ 5,7 trilhões todos os anos para sustentar o Orçamento da União. Mas, para onde vai tanto dinheiro? Com um orçamento direcionado para pagar a dívida pública, a Previdência Social, os programas sociais, os gastos obrigatórios em saúde e educação e as famosas emendas parlamentares, sobra pouco para investimentos nacionais em infraestrutura e custeio dos serviços públicos do dia a dia. A Instituição Fiscal Independente (IFI) do Senado projeta que a dívida bruta do Brasil ultrapassará 100% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2035. Dados do próprio governo federal apontam que, se nada for feito, vai faltar dinheiro para despesas básicas em 2027. O Dois Pontos convidou dois especialistas envolvidos diretamente na discussão e na elaboração do Orçamento da União para falar sobre o assunto. Marcus Pestana é economista, foi professor da Faculdade de Economia da Universidade Federal de Juiz de Fora (MG), ocupou vários cargos políticos e hoje é diretor-executivo da IFI do Senado. Mauro Benevides Filho, também economista, é Ph.D. em Economia, professor licenciado da Universidade Federal do Ceará, deputado federal pelo PDT e vice-líder do governo na Câmara. O episódio tem a apresentação da colunista do Estadão Roseann Kennedy e a participação de Daniel Weterman, repórter de economia do Estadão em Brasília. ProduçãoEverton Oliveira EdiçãoBeatriz de Souza OUÇA TAMBÉM: Previdência: Desafios do atual sistema | com Gabriel Leal e Victor Bernardes: https://omny.fm/shows/dois-pontos/previd-ncia-desafios-do-atual-sistema-com-gabriel-leal-e-victor-bernardes-dois-pontos Economia brasileira e a renda média | José Roberto Mendonça de Barros e Marcos Lisboa: https://omny.fm/shows/dois-pontos/75-economia-brasileira-e-a-renda-m-dia-jos-roberto-mendon-a-de-barros-e-marcos-lisboa-dois-pontos Demissões entre jovens da geração Z | com Alexandre Pellaes e Ana Tomazelli: https://omny.fm/shows/dois-pontos/73-demiss-es-entre-jovens-da-gera-o-z-com-alexandre-pellaes-e-ana-tomazelli-dois-pontos Economia prateada: trabalhadores 60+ no Brasil | com Lucas Assis e Sérgio Serapião: https://omny.fm/shows/dois-pontos/63-economia-prateada-trabalhadores-60-no-brasil-co Como a Ásia reduziu a pobreza e o que o Brasil pode aprender com isso?: https://omny.fm/shows/dois-pontos/29-como-a-sia-reduziu-a-pobreza-e-o-que-o-brasil-p ASSINE O ESTADÃO:Seja assinante por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao nosso conteúdo. Acesse: http://bit.ly/estadao-oferta-ytSee omnystudio.com/listener for privacy information.
O poder público tem sido pressionado a dar respostas em como lidar com as grandes empresas de tecnologia, na medida em que as redes sociais ocupam cada vez mais centralidade em nossas vidas, nos negócios e até mesmo no processo eleitoral. O Brasil também entrou nessa agenda, enquanto o mundo todo discute novas leis para regular e se adaptar aos produtos e serviços das plataformas digitais. Após o Congresso Nacional ter engavetado um projeto de lei que visava dar maior transparência às redes sociais e impôr novas responsabilidades às empresas, agora são o governo federal e o Supremo Tribunal Federal quem se incumbem da tarefa. Na semana passada, o STF encerrou o julgamento sobre a constitucionalidade do artigo 19 do Marco Civil e decidiu ampliar a responsabilidade sobre as plataformas digitais por conteúdo publicado por usuários. Para falar da regulação das plataformas digitais, o Dois Pontos convidou Ana Frazão advogada e professora de Direito Civil, Comercial e Econômico da Universidade de Brasília (UnB), e João Brant, secretário de Políticas Digitais da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República e doutor em ciência política pela USP. O episódio tem a apresentação da colunista do Estadão, Roseann Kennedy, e a participação de Guilherme Caetano, repórter de política da sucursal de Brasília do Estadão. ProduçãoEverton Oliveira EdiçãoJúlia Pereira ASSINE O ESTADÃO:Seja assinante por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao nosso conteúdo. Acesse: http://bit.ly/estadao-oferta-ytSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Num cenário que combina o envelhecimento acelerado da população brasileira, as transformações no mercado de trabalho e as preferências da Geração Z em busca de mais flexibilidade e qualidade de vida, o Brasil pode ser obrigado a discutir uma nova reforma da Previdência antes do esperado. Com menos trabalhadores contribuindo para o sistema atual, há menos recursos para pagar um número de beneficiários da Previdência Social que deve crescer daqui em diante. Sem mudanças, afirmam os analistas, o risco é de um colapso do modelo atual. Na prática, a conta da Previdência está mais difícil de fechar, e o cenário não é favorável para os próximos anos. O Brasil adotou um modelo no qual quem está no mercado de trabalho contribui para pagar o benefício de quem já está aposentado. Para entender o atual cenário do sistema previdenciário do Brasil e discutir possíveis saídas, o Dois Pontos conversou com Gabriel Leal de Barros, economista-chefe da ARX Investimentos, e Victor Bernardes, diretor de vida e previdência da SulAmérica. O episódio é apresentado pela colunista do Estadão, Roseann Kennedy, com a participação de Luiz Guilherme Gerbelli, repórter de economia. Produção Everton Oliveira Edição Beatriz de Souza Gravado no estúdio U360 -- Leia a reportagem "Proposta de mudanças na Previdência dos militares é insuficiente e terá impacto limitado, diz estudo": https://www.estadao.com.br/economia/proposta-previdencia-militares-insuficiente-impacto-limitado-estudo-clp/ ASSINE O ESTADÃO: Seja assinante por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao nosso conteúdo. Acesse: http://bit.ly/estadao-oferta-ytSee omnystudio.com/listener for privacy information.
A inteligência artificial (IA) está infiltrada nas engrenagens invisíveis que movem decisões públicas e privadas no Brasil — do processamento de exames médicos ao combate a fraudes bancárias. A promessa é de ganhos expressivos de produtividade, eficiência máxima, redução de custos, eliminação de gargalos e uma suposta “democratização” de bens e serviços — expressão recorrente no discurso dos entusiastas da IA. Mas, claro, há algumas “pedras” pelo caminho. Entre elas estão a transformação do mercado de trabalho, os impactos ambientais, a falta de letramento digital, restrições ao acesso tecnológico e a lentidão para adotar regulação e implementar um plano estratégico para IA. Há também dilemas sobre regulação e impacto ambiental. Para falar sobre como a IA pode mudar o futuro do Brasil e seus riscos e oportunidades, o Dois Pontos convidou Anderson Soares, coordenador do Centro de Excelência em IA da Universidade Federal de Goiás (UFG), e Fabio Cozman é diretor do Centro de Inteligência Artificial da Universidade de São Paulo (USP). O episódio tem a apresentação da colunista do Estadão, Roseann Kennedy, e a participação de Bruno Romani, editor do Link, a editoria de tecnologia do Estadão. Produção: Everton Oliveira Edição: Beatriz Souza ASSINE O ESTADÃO: Seja assinante por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao nosso conteúdo. Acesse: http://bit.ly/estadao-oferta-ytSee omnystudio.com/listener for privacy information.




