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Renascença - Jogo de Palavra, As Entrevistas de Rui Miguel Tovar
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Renascença - Jogo de Palavra, As Entrevistas de Rui Miguel Tovar

Author: Renascença

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Todas as semanas o jornalista Rui Miguel Tovar entrevista uma personalidade do mundo do desporto para uma conversa divertida e surpreendente. Um episódio novo todas as quintas-feiras.
112 Episodes
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Campeão europeu sub18 em 1994, ao lado de Quim, Dani mais Nuno Gomes, o avançado ajuda Fernando Santos a manter Estrela na 1.ª divisão com um golo na Madeira e acumula 27 clubes, um dos quais lá fora, no Ionikos (Grécia)
A história começa no Oriental e acaba na Suíça. Pelo meio, apanha Ronaldo fenómeno num Belenenses vs. Cruzeiro, convive com Bobby Robson no FC Porto, é capitão do Benfica e vai à seleção portuguesa.
Homem da comunicação e doutor com canudo, o esquerdino fala dos três golos à Espanha, do futebol prá frente de Nené, das fintas de Chalana nos treinos e da chamada de Mourinho no Benfica em 2000
Homem da comunicação e doutor com canudo, o esquerdino fala dos três golos à Espanha, do futebol p'rá frente de Nené, das fintas de Chalana nos treinos e da chamada de Mourinho no Benfica em 2000
É engraçado, o selecionador português: fala sempre na terceira pessoa do plural, ganhámos, descemos, fizemos, marcámos e por aí fora. Roberto recebe-nos na Cidade do Futebol para falar dos Three Amigos, do título de campeão da 2.ª divisão pelo Swansea, da conquista da Taça pelo Wigan e da aventura no Everton Everton, onde jogámos [lá está] num estádio especial, o Goodison Park, onde o nosso [dúvidas?] Portugal eliminou a Coreia do Norte em 1966.
É engraçado, o selecionador português: fala sempre na terceira pessoa do plural, ganhámos, descemos, fizemos, marcámos e por aí fora. Roberto recebe-nos na Cidade do Futebol para falar dos Three Amigos, do título de campeão da 2.ª divisão pelo Swansea, da conquista da Taça pelo Wigan e da aventura no Everton Everton, onde 'jogámos [lá está] num estádio especial, o Goodison Park, onde o nosso [dúvidas?] Portugal eliminou a Coreia do Norte em 1966.
É engraçado, o selecionador português: fala sempre na terceira pessoa do plural, ganhámos, descemos, fizemos, marcámos e por aí fora. Roberto recebe-nos na Cidade do Futebol para falar dos Three Amigos, do título de campeão da 2.ª divisão pelo Swansea, da conquista da Taça pelo Wigan e da aventura no Everton Everton, onde 'jogámos [lá está] num estádio especial, o Goodison Park, onde o nosso [dúvidas?] Portugal eliminou a Coreia do Norte em 1966.
É engraçado, o selecionador português: fala sempre na terceira pessoa do plural, ganhámos, descemos, fizemos, marcámos e por aí fora. Roberto recebe-nos na Cidade do Futebol para falar dos Three Amigos, do título de campeão da 2.ª divisão pelo Swansea, da conquista da Taça pelo Wigan e da aventura no Everton Everton, onde 'jogámos [lá está] num estádio especial, o Goodison Park, onde o nosso [dúvidas?] Portugal eliminou a Coreia do Norte em 1966
É engraçado, o selecionador português: fala sempre na terceira pessoa do plural, ganhámos, descemos, fizemos, marcámos e por aí fora. Roberto recebe-nos na Cidade do Futebol para falar dos Three Amigos, do título de campeão da 2.ª divisão pelo Swansea, da conquista da Taça pelo Wigan e da aventura no Everton Everton, onde 'jogámos [lá está] num estádio especial, o Goodison Park, onde o nosso [dúvidas?] Portugal eliminou a Coreia do Norte em 1966'
É engraçado, o selecionador português: fala sempre na terceira pessoa do plural, ganhámos, descemos, fizemos, marcámos e por aí fora. Roberto recebe-nos na Cidade do Futebol para falar dos Three Amigos, do título de campeão da 2.ª divisão pelo Swansea, da conquista da Taça pelo Wigan e da aventura no Everton Everton, onde 'jogámos [lá está] num estádio especial, o Goodison Park, onde o nosso [dúvidas?] Portugal eliminou a Coreia do Norte em 1966'
Ponto prévio: é uma entrevista da sua carreira como jogador, só jogador, entre Benfica, Estoril e Marítimo, com muito Jimmy Hagan e António Medeiros mais uns pozinhos de Manuel de Oliveira, Mário Wilson e Fernando Peres, o primeiro treinador a treinar a linha do fora-de-jogo
Jogo de Palavra com Tulipa

Jogo de Palavra com Tulipa

2026-01-2901:09:23

Adjunto de Peseiro em três continentes, faz-se à vida como treinador principal em 2017-18. Daí para cá, treina Matheus Nunes no Estoril e Gonçalo Inácio no Sporting, ambos nos sub-23, antes de se afirmar em pleno no Petro Luanda, com seis títulos seguidos, entre três campeonatos e outras tantas Taças de Angola.
É um 10 puro no Casal de São Brás, onde lhe chamam Pelé, antes de se fazer lateral na formação do Belenenses. Ganha a Taça de Portugal pelo Benfica de Camacho e aventura-se no estrangeiro, primeiro Espanha, depois Inglaterra, finalmente Irão. Agora é treinador no Canadá
Vamos rir? Vamos rir! É o programa 100 do Jogo de Palavra e acertámos em cheio no convidado a falar de bola: senhoras e senhores, meninas e meninos, comediantes e palhaços, eis Ricardo Araújo Pereira.
José Carlos Freitas é o convidado desta semana do programa Jogo de Palavra. O agora comentador da SIC faz história com o trágico acidente de Sá Carneiro antes de acompanhar a seleção portuguesa em dois desastres futebolísticos, em 1986 (como jornalista) e 2002 (assessor de imprensa da federação).
Lateral português recorda a dica de Preudhomme sobre pitons de borracha (e alumínio), os cruzamentos para Pauleta no Bordéus, as lágrimas derramadas pela ausência no Mundial-2006, as chamadas diárias de Gullit para assinar pelo Feyenoord e o crescimento humano na formação do Benfica, conduzido por homens de bom fundo como Nené, Jaime Graça, Arnaldo Cunha, entre outros
Lateral português recorda a dica de Preud'homme sobre pitons de borracha (e alumínio), os cruzamentos para Pauleta no Bordéus, as lágrimas derramadas pela ausência no Mundial-2006, as chamadas diárias de Gullit para assinar pelo Feyenoord e o crescimento humano na formação do Benfica, conduzido por homens de bom fundo como Nené, Jaime Graça, Arnaldo Cunha, entre outros
Lateral português recorda a dica de Preud'homme sobre pitons de borracha (e alumínio), os cruzamentos para Pauleta no Bordéus, as lágrimas derramadas pela ausência no Mundial-2006, as chamadas diárias de Gullit para assinar pelo Feyenoord e o crescimento humano na formação do Benfica, conduzido por homens de bom fundo como Nené, Jaime Graça, Arnaldo Cunha, entre outros
Lateral português recorda a dica de Preud'homme sobre pitons de borracha (e alumínio), os cruzamentos para Pauleta no Bordéus, as lágrimas derramadas pela ausência no Mundial-2006, as chamadas diárias de Gullit para assinar pelo Feyenoord e o crescimento humano na formação do Benfica, conduzido por homens de bom fundo como Nené, Jaime Graça, Arnaldo Cunha, entre outros
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