DiscoverRenascença - Jogo de Palavra, As Entrevistas de Rui Miguel Tovar
Renascença - Jogo de Palavra, As Entrevistas de Rui Miguel Tovar
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Renascença - Jogo de Palavra, As Entrevistas de Rui Miguel Tovar

Author: Renascença

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Todas as semanas o jornalista Rui Miguel Tovar entrevista uma personalidade do mundo do desporto para uma conversa divertida e surpreendente. Um episódio novo todas as quintas-feiras.
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É engraçado, o selecionador português: fala sempre na terceira pessoa do plural, ganhámos, descemos, fizemos, marcámos e por aí fora. Roberto recebe-nos na Cidade do Futebol para falar dos Three Amigos, do título de campeão da 2.ª divisão pelo Swansea, da conquista da Taça pelo Wigan e da aventura no Everton Everton, onde jogámos [lá está] num estádio especial, o Goodison Park, onde o nosso [dúvidas?] Portugal eliminou a Coreia do Norte em 1966.
É engraçado, o selecionador português: fala sempre na terceira pessoa do plural, ganhámos, descemos, fizemos, marcámos e por aí fora. Roberto recebe-nos na Cidade do Futebol para falar dos Three Amigos, do título de campeão da 2.ª divisão pelo Swansea, da conquista da Taça pelo Wigan e da aventura no Everton Everton, onde 'jogámos [lá está] num estádio especial, o Goodison Park, onde o nosso [dúvidas?] Portugal eliminou a Coreia do Norte em 1966.
É engraçado, o selecionador português: fala sempre na terceira pessoa do plural, ganhámos, descemos, fizemos, marcámos e por aí fora. Roberto recebe-nos na Cidade do Futebol para falar dos Three Amigos, do título de campeão da 2.ª divisão pelo Swansea, da conquista da Taça pelo Wigan e da aventura no Everton Everton, onde 'jogámos [lá está] num estádio especial, o Goodison Park, onde o nosso [dúvidas?] Portugal eliminou a Coreia do Norte em 1966.
É engraçado, o selecionador português: fala sempre na terceira pessoa do plural, ganhámos, descemos, fizemos, marcámos e por aí fora. Roberto recebe-nos na Cidade do Futebol para falar dos Three Amigos, do título de campeão da 2.ª divisão pelo Swansea, da conquista da Taça pelo Wigan e da aventura no Everton Everton, onde 'jogámos [lá está] num estádio especial, o Goodison Park, onde o nosso [dúvidas?] Portugal eliminou a Coreia do Norte em 1966
É engraçado, o selecionador português: fala sempre na terceira pessoa do plural, ganhámos, descemos, fizemos, marcámos e por aí fora. Roberto recebe-nos na Cidade do Futebol para falar dos Three Amigos, do título de campeão da 2.ª divisão pelo Swansea, da conquista da Taça pelo Wigan e da aventura no Everton Everton, onde 'jogámos [lá está] num estádio especial, o Goodison Park, onde o nosso [dúvidas?] Portugal eliminou a Coreia do Norte em 1966'
É engraçado, o selecionador português: fala sempre na terceira pessoa do plural, ganhámos, descemos, fizemos, marcámos e por aí fora. Roberto recebe-nos na Cidade do Futebol para falar dos Three Amigos, do título de campeão da 2.ª divisão pelo Swansea, da conquista da Taça pelo Wigan e da aventura no Everton Everton, onde 'jogámos [lá está] num estádio especial, o Goodison Park, onde o nosso [dúvidas?] Portugal eliminou a Coreia do Norte em 1966'
Ponto prévio: é uma entrevista da sua carreira como jogador, só jogador, entre Benfica, Estoril e Marítimo, com muito Jimmy Hagan e António Medeiros mais uns pozinhos de Manuel de Oliveira, Mário Wilson e Fernando Peres, o primeiro treinador a treinar a linha do fora-de-jogo
Jogo de Palavra com Tulipa

Jogo de Palavra com Tulipa

2026-01-2901:09:23

Adjunto de Peseiro em três continentes, faz-se à vida como treinador principal em 2017-18. Daí para cá, treina Matheus Nunes no Estoril e Gonçalo Inácio no Sporting, ambos nos sub-23, antes de se afirmar em pleno no Petro Luanda, com seis títulos seguidos, entre três campeonatos e outras tantas Taças de Angola.
É um 10 puro no Casal de São Brás, onde lhe chamam Pelé, antes de se fazer lateral na formação do Belenenses. Ganha a Taça de Portugal pelo Benfica de Camacho e aventura-se no estrangeiro, primeiro Espanha, depois Inglaterra, finalmente Irão. Agora é treinador no Canadá
Vamos rir? Vamos rir! É o programa 100 do Jogo de Palavra e acertámos em cheio no convidado a falar de bola: senhoras e senhores, meninas e meninos, comediantes e palhaços, eis Ricardo Araújo Pereira.
José Carlos Freitas é o convidado desta semana do programa Jogo de Palavra. O agora comentador da SIC faz história com o trágico acidente de Sá Carneiro antes de acompanhar a seleção portuguesa em dois desastres futebolísticos, em 1986 (como jornalista) e 2002 (assessor de imprensa da federação).
Lateral português recorda a dica de Preudhomme sobre pitons de borracha (e alumínio), os cruzamentos para Pauleta no Bordéus, as lágrimas derramadas pela ausência no Mundial-2006, as chamadas diárias de Gullit para assinar pelo Feyenoord e o crescimento humano na formação do Benfica, conduzido por homens de bom fundo como Nené, Jaime Graça, Arnaldo Cunha, entre outros
Lateral português recorda a dica de Preud'homme sobre pitons de borracha (e alumínio), os cruzamentos para Pauleta no Bordéus, as lágrimas derramadas pela ausência no Mundial-2006, as chamadas diárias de Gullit para assinar pelo Feyenoord e o crescimento humano na formação do Benfica, conduzido por homens de bom fundo como Nené, Jaime Graça, Arnaldo Cunha, entre outros
Lateral português recorda a dica de Preud'homme sobre pitons de borracha (e alumínio), os cruzamentos para Pauleta no Bordéus, as lágrimas derramadas pela ausência no Mundial-2006, as chamadas diárias de Gullit para assinar pelo Feyenoord e o crescimento humano na formação do Benfica, conduzido por homens de bom fundo como Nené, Jaime Graça, Arnaldo Cunha, entre outros
Lateral português recorda a dica de Preud'homme sobre pitons de borracha (e alumínio), os cruzamentos para Pauleta no Bordéus, as lágrimas derramadas pela ausência no Mundial-2006, as chamadas diárias de Gullit para assinar pelo Feyenoord e o crescimento humano na formação do Benfica, conduzido por homens de bom fundo como Nené, Jaime Graça, Arnaldo Cunha, entre outros
Maradona, Zidane e Fenómeno. Eis o top 3 da sua vida, sem Ronaldo nem Messi metidos ao barulho. Em mês de festejar meio século de jornalismo, José Manuel Freitas fala ainda do pai (Amadeu José de Freitas), do choro compulsivo de Fernando Mamede e do ouro de Carlos Lopes em 1984 e também dos treinos do Brasil no Mundial-98, em França, onde a aliança de comprometido do Fenómeno dá que falar (e de que maneira)
Capitão do Sporting na Supertaça 1987 e Taça de Portugal 1995, é o autor do último golo no Atocha e também o primeiro no Anoeta, sempre pela Real Sociedad, onde é treinado por Toshack, o homem que o aceita com apenas um treino à experiência no Estádio José Alvalade.
Apanha Ronaldo, Quaresma, Patrício, Carriço e Paim nas camadas jovens do Sporting, é campeão nacional sub17 e sub19 antes de convive com os treinos de Bölöni às escondidas e de se aventurar como adjunto de Villas-Boas em Inglaterra (Tottenham) e na Rússia (Zenit)
Senhoras e senhores, diretamente dos Açores, eis o melhor marcador português de sempre na Taça UEFA/Liga Europa e o primeiro jogador a ultrapassar Eusébio em número de golos na seleção. A história de vida de Pauleta é um hino à persistência e o simples facto de se ter estreado por Portugal sem ter feito um único jogo na 1.ª divisão, seja portuguesa ou espanhola, já é mais de meio caminho andado para uma vénia
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