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Author: Solada

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Heavy metal, futebol e memórias de headbangers - não necessariamente nessa ordem.
107 Episodes
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Enquanto nossas carteiras vão esvaziando com a volta do Rush ao país, comentamos um pouco sobre o aclamado show do Tribulation e novas informações do “chá revelação de vocalistas” do Arch Enemy e Nevermore para o Bangers. Como sempre, olhamos para o Angraverso para falar sobre o show de aniversário do Rebirth fora do festival.
Depois de Balls to Picasso, o original e a discutível versão recente, Bruce Dickinson tentou vôos ainda mais ousados em 1996. Skunkworks não foi muito bem compreendido na época, resultado de um cantor conhecido com uma direção e uma banda de novatos com outras ideias na cabeça. Jack Endino, o lendário produtor do grunge, tentou juntar estas peças em um disco que não foi bem compreendido na época, mas ainda guarda bons momentos. 
Praticamente ao mesmo tempo, Tony Iommi lançou o disco mais contestado do Black Sabbath enquanto Ozzy Osbourne aproveitava o potencial de Jake E. Lee para fazer a sua versão de um clássico do metal. Se por um lado “Seventh Star” tem aquele clima de “pote de sorvete na geladeira que na verdade tem feijão”, “Ultimate Sin” tem muito potencial que não foi aproveitado – e nem devidamente creditado. Também aproveitamos para repensar a conversa sobre esse disco ser um projeto solo do pai do metal, que na verdade é muito mais questão de ego ferido.
Depois de um breve hiato por motivos pessoais, o Solada volta com o pé no thrash metal. 2026 começa com o canto do cisne do Megadeth, mas também com mais um disco do Kreator. Comparamos os dois álbuns, olhamos para as bandas e perdemos a linha depois da definição do “tribal alemão”.
No apagar das luzes de 2025, repassamos o ano na nossatradicional premiação anual. Como o Chuteira de Aço é diferente, também comentamos o que deveríamos ter dado mais atenção e não comentamos em episódios regulares.
Depois do Rush fazer a galera perder o medo de mostrar as habilidades dentro do rock mais pesado, muitas pessoas atentas aos movimentos de Iron Maiden e Metallica pensaram “nós somos bons, então não podemos deixar o metal mais torto?”. A resposta desta pergunta vem em discos quarentões. Seja no Fates Warning ou no Watchtower, podemos ouvir o nascimento de um subgênero que não tem medo de ser pesado e trabalhado ao mesmo tempo. Repassamos três discos de músicos que não sabiam que estavam fazendo história.
Destrinchamos o elenco (quase) completo do Bangers Open Air, anunciado nessa semana e também mandamos nosso pitaco nas atrações já confirmadas do Guns, ops, Monsters of Rock. Lembramos que este episódio foi gravado antes da confirmação do segundo headliner, que todo mundo no momento especulava ser o AngrA.
“Alice in Chains”, terceiro disco da banda de Seattle, tinha tudo para ser um completo desastre. Era uma banda em fim de ciclo, dominada por vícios e pressionada para entregar mais um disco. O quarteto acaba encontrando uma saída temporária no estúdio, resultando no álbum também chamado de “Tripod”. Vale voltar no disco, mesmo criado debaixo de uma tempestade de heroína e crises de relacionamentos e amizades. No fim do programas, repassamos um pouco o grunge no geral. Além disso, comentamos o retorno do AC/DC no Brasil e o Gunsn’Roses que provavelmente já tem CPF. Em tempo, este é um episódio um pouco pesado, não pense duas vezes antes de pedir ajuda.
A guerra da Bósnia mostrou ao mundo uma consequência triste das mudanças vividas com as transformações no Leste Europeu. Entre abril de 1992 e dezembro de 1995, o fim da Iugoslávia acentuou a transformação de grupos que conviviam em conjunto em inimigos mortais. Inspirados em histórias reais, o Savatage começava uma trilogia informal de discos baseados em notícias. Dead Winter Dead sai semanas antes do fim do conflito, e mostra uma banda ainda em reconstrução, mas com um objetivo claro. E uma certa birra com o metal vai resultar em outra banda, mas esta é mais uma das histórias que contamos neste episódio.
30 anos de Ozzmosis

30 anos de Ozzmosis

2025-10-2301:03:46

A aposentadoria pode não ser aquilo que você imagina. Em 1995, Ozzy Osbourne  decide transformar algumas faixas-bônus em um novo disco, voltando para a vida que aparentemente teria sossegado anos antes. A parceria com Steve Vai não funciona e o que poderia ter sido um disco complicado resulta em Ozzmosis. Chamamos Perry Mason e olhamos com atenção para o último grande disco do madman.
Há 30 anos atrás, o jovem Blaze Bayley assumia o seu posto como vocalista do Iron Maiden. The X Factor mostrou uma banda diferente, mudando o seu som para marcar a então nova fase. Amado por uns, odiado por outros, é um disco importante na trajetória do Iron Maiden. Em uma collab com o podcast Rock na Mesa, viramos o disco do avesso, comentando até as faixas dos singles. É o maior episódio do podcast até agora, mas mostramos alguns detalhes que fazem a diferença na hora de entender o álbum.
Uma gravadora que não apoiava a banda, um guitarrista importante fora e uma capa reciclada de outro disco. Stomp 442 é uma coleção de problemas, mas é um disco do Anthrax que tem seus bons momentos, mesmo que não lembre a banda mesmo. Passamos pano para um disco difícil de passar pano e até erramos o número do episódio nisso.
Depois de atrair olhares com o seu metal digno das páginasde Sonja e Conan, o Castle Rat lançou seu segundo disco. The Bestiary expande o conceito digno das histórias de fantasia, mas não simplifica o som. Analisamos essa aposta arriscada, mas que entrega bons momentos.
Infelizmente, a passagem de Tomas “Tompa” Lindberg deixou a semana mais triste. Uma das forças criativas responsável por moldar o que conhecemos como death metal melódico, melodeath ou metal de Gotemburgo, trabalhou em muitos projetos, mas seu principal trabalho foi com o At the Gates. Neste ano, o disco “Slaughter of the Soul” completa 30 anos e aproveitamos para olhar com cuidado para o “Reign in Blood” da sua geração.
Depois de um final de semana movimentado, repassamos o que aconteceu na edição de 2025 do Setembro Negro e ainda comentamos um pouco sobre Bruce Dickinson no The Town.
Na semana do Setembro Negro, aproveitamos a passagem de Tom G. Warrior com o Triptykon para fazer o que ele fará ao vivo, tocar clássicos do Celtic Frost. "To Mega Therion", o segundo disco, completa 40 anos agora em outubro e ouvimos um discos que moldou uma cena. Também comentamos o que pode surpreender na edição deste ano do festival.
Nem parece, mas Meliora, do Ghost, completou a sua primeira década. Depois de dois discos, a banda chama um produtor pop para ajudar a deixar o capeta mais palatável, usando ideias mais contemporâneas (e um pouco de ABBA) no mix de Candlemass e Sabbath que tinha dado certo antes. Viramos o disco do avesso, mas também aproveitamos para comentar a grande fase do Testament.
Em agosto de 1995, uma banda holandesa lançava o seu terceiro disco depois de quase acabar. Mandylion, o terceiro disco do The Gathering, completa 30 anos e sempre será lembrado como o momento em que o mundo metálico descobre Anneke van Giersbergen.
A década mágica de Dio

A década mágica de Dio

2025-08-1501:07:12

Foram dez anos mágicos. Do lançamento do disco de estreia do Rainbow, em agosto de 1975, até Sacred Heart, o terceiro álbum em sua carreira solo uma década depois, Ronnie James Dio atingiu seu auge comercial. Pareando os discos, contamos como o vocalista tornou-se um ícone do metal.
A evolução do Nevermore

A evolução do Nevermore

2025-08-0601:12:51

Aproveitamos o aniversário de 20 anos da pedrada ThisGodless Endeavor para repassar a discografia do Nevermore. A banda oferecia peso, mas com um refino técnico, vocal e melódico único. Relembre alguns clássicos – e torça conosco para a nova formação aparecer no Bangers.
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Comments (1)

Mirtes Siepen

Black gives way to blue é uma obra prima!

Jan 23rd
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