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Fogo e Fúria
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As mensagens dos Estados Unidos em relação à duração e até aos objectivos da guerra no Irão mantêm-se contraditórias, com Donald Trump a dizer que a guerra está quase a terminar ou que durará ainda pelo menos uma semana, enquanto em Israel há preocupações com a possibilidade de a guerra ser mais curta (e uma corrente, minoritária, com ser mais longa), e do Irão surge uma atitude de desafio, recusando um cessar-fogo e prometendo continuar a lutar. Este é o ponto de partida para o episódio desta semana do podcast Fogo e Fúria: como podemos interpretar estes sinais contraditórios de Trump? Ouça a análise pela jornalista do PÚBLICO Leonor Alhinho, neste Fogo e Fúria.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste episódio do podcast "Fogo e Fúria", Leonor Alhinho analisa a controversa ofensiva militar contra o Irão, denominada "Operação Fúria Épica". Apesar de Donald Trump se ter apresentado como um pacificador, o seu segundo mandato já soma ataques em sete países diferentes em apenas treze meses, gerando uma onda de impopularidade que as sondagens comparam à fase final da Guerra do Vietname. Será esta incursão militar uma "fuga para a frente" para desviar as atenções de indicadores económicos negativos e do polémico caso Epstein? Com as eleições intercalares de 3 de Novembro no horizonte, o Fogo e Fúria analisa ainda o impacto desta guerra na política interna, destacando a ascensão de James Talarico no Texas.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Donald Trump foi ao Congresso norte-americano na noite de terça-feira vender a sua visão triunfalista dos Estados Unidos desde o seu regresso à Casa Branca. “O nosso país está a vencer outra vez. Na verdade, estamos a vencer tanto que nem sabemos o que fazer. As pessoas pedem-me ‘por favor, por favor, por favor, senhor Presidente, estamos a vencer demasiado, não aguentamos mais’”, gracejou o chefe de Estado norte-americano. Durante quase duas horas de discurso, no momento alto do ano político dos EUA, Trump contrariou o que os números oficiais e as sondagens apontam: o esgotamento da sua política económica e a crescente insatisfação do eleitorado em ano de voto nas intercalares, que poderá custar a maioria republicana no Congresso. Na frente externa, o Presidente dos EUA acusou o Irão de estar a desenvolver mísseis capazes de atingir o território norte-americano, adensando o espectro de uma nova intervenção militar no Médio Oriente. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Após a publicação de três milhões de documentos no final de Janeiro, o Departamento de Justiça da Administração Trump insiste que o caso Epstein está definitivamente encerrado. Mas as revelações que continua a surgir e a ser investigadas geram cada vez mais dores de cabeça, não só para Donald Trump, como para o secretário norte-americano do Comércio, Howard Lutnick. No Congresso, dentro de semanas, Bill e Hillary Clinton vão ser chamados a depor, prolongando a luta política em torno do escândalo.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O Presidente norte-americano, Donald Trump, declarou na segunda-feira que “os republicanos devem nacionalizar o voto”, colocando em causa o sistema eleitoral estabelecido pela Constituição dos Estados Unidos e insistindo em suspeitas reiteradamente refutadas de fraude eleitoral em massa. O país vai a votos em Novembro para decidir a composição da Câmara dos Representantes e de um terço do Senado, com as sondagens a indicar que a maioria republicana está em risco na câmara baixa. Trump pode estar a tentar manipular as eleições a seu favor?See omnystudio.com/listener for privacy information.
A captura do Presidente Nicolás Maduro pelas forças especiais norte-americanas mergulhou a Venezuela em incertezas e numa ainda maior instabilidade. Com Donald Trump a assumir que a população não será chamada às urnas nos próximos 30 dias, é difícil prever como ou quando poderá a Venezuela decidir o seu destino. Outras questões ultrapassam as suas fronteiras e exigem tempo para apurar respostas, mas o mais crucial é perceber se estamos mesmo perante uma nova era de política externa dos Estados Unidos?See omnystudio.com/listener for privacy information.
O secretário da Defesa dos Estados Unidos está debaixo de fogo após o relato de um possível crime de guerra nas Caraíbas, e já se fala num possível sucessor para Pete Hegseth. Ao mesmo tempo, Donald Trump tira da prisão um antigo Presidente hondurenho condenado por tráfico de droga. E o DOGE sai de cena.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Está a chegar ao fim a maior paralisação orçamental da administração federal da história dos Estados Unidos, num acordo entre oito “rebeldes” democratas e a maioria republicana no Senado que não traz novidades na saúde e que adensa o conflito interno na oposição. Mas a reabertura dos trabalhos na Câmara dos Representantes também traz consigo novidades no caso Epstein, com a divulgação de emails que os democratas dizem levantar o véu sobre a proximidade da relação entre Donald Trump e o falecido abusador de menores.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A administração pública norte-americana continua paralisada desde 1 de Outubro, sem financiamento aprovado pelo Congresso, e estamos a aproximar-nos de um prazo a partir do qual este impasse vai mesmo começar a doer no bolso de milhões de norte-americanos. Vouchers alimentares podem começar a falhar no sábado. Cidades e estados vão a votos na terça-feira.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Depois do sucesso da negociação de um cessar-fogo no Médio Oriente, Donald Trump virou-se novamente para a Ucrânia, e novamente sem resultados. Entretanto, em Nova Iorque, ascende um novo rosto da contestação ao trumpismo, e também à liderança nacional democrata.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Donald Trump viveu dias de lua-de-mel no Médio Oriente, onde é o principal obreiro de um promissor processo de paz. É na frente doméstica, no entanto, que estão obstáculos a um tão desejado Nobel. E uma dor de cabeça orçamental.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A pouco mais de um ano das eleições intercalares de Novembro de 2026, Donald Trump mobiliza tropas para cidades democratas e desencadeia uma guerra de mapas eleitorais que introduz novos elementos de imprevisibilidade no calendário político.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste Fogo e Fúria estamos entre a ideia de Elon Musk de criar um terceiro "partido grande" nos Estados Unidos da América, com o corte na despesa como programa-bandeira, e o orçamento norte-americano que dá ainda mais poder à polícia de imigração de Donald Trump (ICE).See omnystudio.com/listener for privacy information.
Depois de uma pausa para férias, retomamos o Fogo e Fúria para um resumo-relâmpago de semanas de desenvolvimentos dramáticos dentro e fora dos Estados Unidos. Donald Trump envolveu no último fim-de-semana o país num novo conflito no Médio Oriente, valendo-lhe a crítica da ala isolacionista do movimento MAGA, mas associou-se a um (frágil) cessar-fogo na segunda-feira. E conseguiu dos aliados europeus na NATO o compromisso de um investimento de 5% do PIB na defesa. Entretanto, em Nova Iorque, as primárias democratas para as eleições autárquicas de 4 de Novembro terminaram, esta terça-feira, com a surpreendente vitória de Zohran Mamdani, um candidato da ala esquerda do partido, virtualmente desconhecido, que bateu o ex-governador Andrew Cuomo. É um triunfo que poderá dar-nos pistas sobre o rumo que o Partido Democrata poderá tomar neste período de oposição a Trump.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O chefe da diplomacia norte-americana, Marco Rubio, anunciou nesta quarta-feira na rede social X, de Elon Musk, que os Estados Unidos vão implementar uma “nova política de restrição de vistos que será aplicada a responsáveis estrangeiros e a pessoas que são cúmplices na censura de americanos”. Este anúncio surge depois de Musk ter dito que está farto de ser um "saco de pancada" em Washington.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Sem avanços nas negociações para um cessar-fogo em Gaza, a diplomacia deverá ficar de fora da agenda das primeiras visitas de Estado de Donald Trump desde o regresso à Casa Branca. O Presidente dos Estados Unidos aterrou nesta terça-feira na Arábia Saudita e ruma nos dias seguintes ao Qatar e aos Emirados Árabes Unidos com a celebração de contratos de venda de armamento e a captação de investimento árabe como principais prioridades, num périplo marcado por jantares de Estado, muita pompa, e sem o risco de protestos.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Venda de jantares com o Presidente e suspeita de compra de favores através de investimentos em empresas de criptomoedas da família Trump estão a suscitar pedidos de investigação no Congresso. Donald Trump pode vir a ser investigado? Neste Fogo e Fúria conhecemos mais um caso a envolver o Presidente dos Estados Unidos da América.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Entre insultos a aliados, ameaças a juízes, promessas de deportações em massa e devaneios imobiliários no Médio Oriente, Donald Trump voltou à Casa Branca para deixar a sua marca. Qual o estado dos Estados Unidos da América, 100 dias depois da posse de Trump? Episódio gravado ao vivo no auditório do PÚBLICO no âmbito de uma sessão conjunta de gravação com o podcast Diplomatas, no âmbito dos 100 dias da segunda administração Trump.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste episódio do Fogo e Fúria, a investigadora do Instituto Português de Relações Internacionais (IPRI) Paula Borges Santos fala sobre as relações entre o Vaticano e a administração dos EUA durante o pontificado do Papa Francisco. São também tema a desconfiança do Papa em relação aos Estados Unidos da América, o fenómeno do nacionalismo católico e as tensões diplomáticas que surgiram durante a administração Trump.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O Presidente norte-americano, Donald Trump, admite querer enviar cidadãos norte-americanos para as cadeias de alta segurança em El Salvador, cujo chefe de Estado, Nayib Bukele, visitou esta segunda-feira a Casa Branca. É uma escalada significativa do recurso às prisões do país da América Central por parte dos Estados Unidos. No mesmo encontro, Trump e Bukele recusaram libertar Kilmar Abrego Garcia, um cidadão salvadorenho que residia legalmente nos EUA e que foi enviado para El Salvador por um “erro administrativo” reconhecido em tribunal. A recusa colide com uma ordem do Supremo Tribunal dos EUA e é, também, uma escalada no conflito entre o Governo e a justiça. Por fim, intensifica-se também o ataque da Administração Trump à autonomia das universidades. Mas, desta vez, com Harvard a recusar ceder às exigências do Governo republicano.See omnystudio.com/listener for privacy information.











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