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Mundaréu
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Você sabe qual é o sexo das suas células? E qual é o sexo das células utilizadas na pesquisa biomédica? Será que masculino ou feminino são as únicas opções para essa resposta? Ou existem células femininas, masculinas, não-binárias, intersexo? Existem células queer? Que embaralham, disputam e desafiam o que é entendido como masculino e feminino? Nas nossas células, cabe a diversidade dos nossos corpos?
O Núcleo armazena todo o material genético da célula, é como uma central de comando. Só que as orientações para estrutura e funcionamento da célula, em vez de estarem salvas em computadores, estão armazenadas em códigos bioquímicos nas fitas e mais fitas de DNA, que se enroscam e se entrelaçam, formando cordões em formato de X, os cromossomos. Como os cromossomos sexuais, que no discurso tradicional da biologia, definem o sexo das nossas células.
Na pesquisa com as células do sangue menstrual, a antropóloga Daniela Manica mostrou que o fato dessas células serem entendidas como “femininas” representa uma barreira para seu uso em pesquisas com células-tronco. Elas são explicitamente descartadas como um bom modelo, possível de ser amplamente adotado. Essa marcação se dá por causa da sua fonte. E a gente se perguntou no episódio passado: será que sexo e gênero são sempre levados em conta como fatores na escolha de modelos experimentais com células-troncos? Toda célula usada em pesquisas científicas é obtida a partir de partes dos nossos corpos. Corpos que têm sexo, gênero, raça ou etnia. Será que todas as nossas células são associadas a um sexo específico? Como essa atribuição é feita? E será que feminino ou masculino são as únicas opções realmente existentes? No Núcleo das nossas células, não caberia também a diversidade dos nossos corpos? Justamente por causa dessas perguntas, a gente veio parar aqui. A nossa primeira parada nessa viagem pela célula.
Vem comigo nadar pelo núcleo à procura dos cromossomos sexuais?
Mais Informações
Transcrição completa do episódio
Currículo Daniela Tonelli Manica
Currículo Sarah Richardson
Site GenderSci Lab
Currículo Julia Helena Barros
Currículo Bruno Paranhos
Currículo Amiel Vieira
Instagram do Núcleo de Consciência Trans (NCT) da Unicamp
Materiais Extras
Política “Sexo como variável biológica” do Instituto Nacional da Saúde dos Estados Unidos
Diretrizes SAGER (Sex and Gender Equity in Research) em periódicos
Aprovação Cotas Trans na Unicamp
SCOTT, Joan. Gênero: uma categoria útil de análise histórica. Educação & Realidade, 20(2). 2017.
VELOCCI, Beans. The history of sex research: Is “sex” a useful category? Cell, v. 187, n. 6, p. 1343–1346, 2024.
VIEIRA, Amiel. COSTA, Anacely Guimarães. PIRES, Barbara Gomes. CORTEZ, Marina. Intersexualidade: desafios de gênero. Periódicus. 2021, n.16, v.1, p.01-20.
FAUSTO-STERLING, Anne. Sexing the body: gender politics and the construction of sexuality. 1 ed. New York, NY: Basic Books, 2000.
PAPE, Madeleine; MIYAGI, Miriam; RITZ, Stacey A.; et al. Sex contextualism in laboratory research: Enhancing rigor and precision in the study of sex-related variables. Cell, v. 187, n. 6, p. 1316–1326, 2024.
GRABEK, Anaëlle; DOLFI, Bastien; KLEIN, Bryan; et al. The Adult Adrenal Cortex Undergoes Rapid Tissue Renewal in a Sex-Specific Manner. Cell Stem Cell, v. 25, n. 2, p. 290-296.e2, 2019.
HARAWAY, Donna Jeanne. O manifesto ciborgue. In: SILVA, Tomaz Tadeu da. Antropologia do ciborgue: As vertigens do pós-humano. Belo Horizonte: Autêntica. 2000.
BARAD, Karen. Performatividade queer da natureza. Revista Brasileira De Estudos Da Homocultura, 3(11), 300-346. 2021
Expediente de Produção
Coordenação geral do Mundaréu: Daniela Manica
Equipe Mundaréu: Daniela Manica, Clarissa Reche, Fernanda Mariath, Irene do Planalto Chemin, Igor Pereira e Maxie Viana
Coordenação da série “Feminista In Vitro”: Fernanda Mariath e Daniela Manica
Resultado da dissertação de mestrado em Divulgação Científica e Cultural (Labjor/IEL, Unicamp): “Feminista In Vitro: Situando sexo e gênero na pesquisa biomédica com células-tronco” (CAPES Processo: 88887.826615/2023-00, código de financiamento 001), defendida por Fernanda Mariath e orientada pela professora Daniela Manica
Projeto de jornalismo científico: “Amplificando um Mundaréu de sons feministas: projeto multimodal de jornalismo científico e divulgação científica” (FAPESP 2025/16311-2) e “Um Mundaréu feminista: projeto multimodal de jornalismo científico e divulgação científica” (FAPESP 2024/15321-1), sob responsabilidade de Fernanda Mariath e supervisionado pelas professoras Daniela Manica e Germana Fernandes Barata (Unicamp)
Projeto de pesquisa relacionado: “Corpo, gênero e tecnociências: as “células-tronco” do sangue menstrual” (FAPESP 2018/21651-3)
Equipe do projeto de pesquisa relacionado: Daniela Tonelli Manica (investigadora principal), Germana Fernandes Barata, Karina Dutra Asensi, Marko Synésio Alves Monteiro, Regina Coeli dos Santos Goldenberg e Simone Pallone de Figueiredo
Pessoas entrevistadas: Amiel Modesto Vieira, Aryella Maryah Couto Correa (IOC/FIOCRUZ), Bruno Paranhos (UFRJ), Daniela Tonelli Manica (Unicamp), Hannah Cowdell (University of Exeter, Inglaterra), Julia Helena Barros (UFRJ) , Karina Dutra Asensi (UFRJ), Malin Ah-King (Stockholm University, Suécia), Regina Coeli dos Santos Goldenberg (UFRJ), Sarah Richardson (Harvard, Estados Unidos) e Tais Hanae Kasai Brunswick (UFRJ)
Link no Repositório de Dados de Pesquisa da Unicamp: https://doi.org/10.25824/redu/HXWSLR
Entrevistadoras: Fernanda Mariath e Daniela Tonelli Manica
Montagem e edição dos episódios: Fernanda Mariath
Transcrição completa do episódio: Fernanda Mariath
Revisão da transcrição dos episódios: Igor Pereira e Maxie Viana
Identidade visual da série: Bianca Bursi
Trilha sonora da série: Gabriel Marcal
Sonoplastia: Fernanda Mariath
Montagem do teaser: Fernanda Mariath
Conteúdo do sítio eletrônico: Fernanda Mariath
Divulgação: Fernanda Mariah
Financiamento: FAPESP, CAPES, CNPq e Unicamp
Agradecimentos: À Capes pela bolsa de mestrado (Processo: 88887.826615/2023-00, código de financiamento 001), à FAPESP pela bolsa Mídia Ciência (Processo: 2025/16311-2 e 2024/15321-1), aos funcionários do Labjor, às professoras Germana Fernandes Barata e Marina Nucci, a toda equipe do Mundaréu e do Labirinto que contribuíram para produção dessa série, aos meus amigos e minha família!
Vamos adorar saber o que você achou, entre em contato: podcastmundareu@gmail.com
Último da primeira temporada do Mundaréu, este episódio conta como esse tempo passou, para nós. Fala do mundo compartilhado que queremos criar com o Mundaréu, recapitulando um pouco nossos passos para a criação do podcast. Avaliamos, com nossa equipe e com os participantes dos episódios anteriores, os desafios e aprendizados de lançar um material em áudio na Antropologia, mostrando as diferentes facetas deste projeto de pesquisa, docência e extensão. Além disso, trazemos as vozes das/dos estudantes que têm participado da feitura cotidiana deste podcast.
Contamos também um pouco sobre os próximos passos do Mundaréu.
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Mais informações
– Conheça nossa equipe!
– Transcrição completa do episódio
– Texto citado no episódio: CLIFFORD, James. A experiência etnográfica: antropologia e literatura no século XX. Rio de Janeiro: Editora da UFRJ, 1998.
Créditos
– “Corpo a corpo” do Canto Cego,
– “Eu quero luz, quero alegria”, de Rubinho do Vale.
– “Quem canta” de Danú e Tatá, uma dupla de cantoras de Brasília que embala sempre o Mundaréu!
– Foto de capa do episódio: “Brokenness” por by Colin Adamson (FreeImages)
Expediente
Apresentação: Daniela Manica e Soraya Fleischer
Participação: Ana Noronha, Arthur Ulhôa, Bruno Campelo-Pereira, Fernanda Andreia Andrade, Hugo Virgílio, Irene Chemin, Lucas Linardi Carrasco, Luísa Nascimento, Melissa Bevilaqua, Milena Peres, Vinicius Fonseca, Zane do Nascimento.
Produção: Daniela Manica, Soraya Fleischer, Lucas Linardi Carrasco
Montagem e edição do roteiro: Daniela Manica e Soraya Fleischer
Montagem e edição do episódio: Daniela Manica e Lucas Linardi Carrasco
Composição das músicas e mixagem musical: Lucas Linardi Carrasco
Conteúdo do sítio eletrônico: Soraya Fleischer e Daniela Manica
Divulgação: Milena Peres
Agradecimentos: Henrique Gomes, Patricia Barbosa, Marina Sena, Irineu Pereira, Marcel Bauab, Iranice do Nascimento, Fernanda Bittencourt, Geovane Flach, Marcela Vasco.
“Eu nunca fiquei triste porque ele é assim, eu nunca fiquei mal por causa disso. Não, não! Ele é só meu filho, eu aprendi que antes do autismo tem uma criança ali e, hoje, tem um adulto lindo, um gato! Eu só queria saber como fazer pra deixar ele bem, pra ele ser uma criança feliz, pra ele ser um adolescente feliz do jeito dele”. (Depoimento de Iranice sobre o filho, Paulo Igor, em 5 de março de 2020).
Saber. Saber o diagnóstico, saber como cuidar, saber como ajudar para ser feliz. Eis um direito pelo qual Iranice do Nascimento e tantas outras mães e pais de autistas lutam todo dia. Não é um direito evidente, nem acessível. Não está em todo lugar e nem é facultado a qualquer pessoa. Nesse episódio, conheceremos como essa luta foi feita por ela individualmente, e também institucionalmente, por meio da Associação Mão Amiga. Ao acompanhar as reuniões de acolhida dessa ONG, conhecer a proposta de “tratamento especializado”, caminhar pelas ruas do movimentado bairro da Pavuna na cidade do Rio de Janeiro, a antropóloga Clarice Rios vai aprendendo muito de perto, e também na prática, como se lida com o autismo no dia a dia.
Mais informações
– Transcrição completa do espisódio
– Associação Mão Amiga – Bem Viver com Autismo, Pavuna/RJ.
– Associação de Amigos do Autista, São Paulo/SP.
– Currículo lattes da Clarice Rios
– Livro organizado por Clarice Rios e Elizabeth Fein: Autismo em Tradução Uma conversa intercultural sobre condições do espectro autista. Rio de Janeiro: Papéis Selvagens, 2019.
– Artigo de Clarice mencionado no episódio pela Iranice: “Nada sobre nós, sem nós? O corpo na construção do autista como sujeito social e político”. Sexualidad, Salud y Sociedad – Revista Latinoamericana, número 25, 2017, pp. 212-230.
– Entrevista com Clarice Rios sobre um panorama da discussão do autismo no Brasil. Por Raquel Torres, Outras saúdes, 02/04/2019.
Músicas, sítios e fotos
– “Eu quero luz, quero alegria”, de Rubinho do Vale, que nesse episódio homenageia Mônica Accioly.
– Sítio eletrônico do Rubinho do Vale.
– “Quem canta”, música de Danú e Tatá, uma dupla de cantoras de Brasília, que embala sempre o Mundaréu.
– Foto de capa do episódio: detalhe de encarte do Supermercado Guanabara/RJ.
Expediente
Apresentação: Daniela Manica e Soraya Fleischer
Produção: Daniela Manica, Soraya Fleischer, Fernanda Andrade, Lucas Linardi Carrasco e Bruno Campelo
Gravação: Danny Dee (Estúdio Rastro/RJ)
Transcrição das entrevistas: Fernanda Andrade
Montagem e edição do roteiro: Soraya Fleischer e Daniela Manica
Montagem e edição do episódio: Lucas Linardi Carrasco e Bruno Campelo
Autorizações para as músicas: Soraya Fleischer e Lucas Linardi Carrasco
Conteúdo do sítio eletrônico: Soraya Fleischer e Daniela Manica
Divulgação: Milena Peres e Julia Couto
Agradecimentos
Paulo Igor, Mônica Accioly, Associação Mão Amiga, Danny Dee, Clarice Rios, Danú e Tatá e especialmente ao Rubinho do Vale.
Até agora, nosso percurso pela célula se aproximou mais de uma corrida de obstáculos. No Núcleo, esbarramos nas limitações de se atribuir sexo e gênero a uma célula. Mas também nadamos em possibilidades para contorná-las, como o conceito de sexo contextual proposto pela professora Sarah Richardson. Nos perdemos no Retículo Endoplasmático, dando de cara com vários becos sem saída. Principalmente, na falta de rigor das publicações científicas. Nos frustramos ao perceber que células de uma mulher negra, as células HeLa obtidas sem consentimento de Henrietta Lacks, sempre estiveram no centro da experimentação com células. E isso não garantiu o endereçamento dos interesses das mulheres na pesquisa biomédica, especialmente, das mulheres negras.
Mas a gente continua agarrada na discussão de diferenças entre os sexos. O principal impacto dessa política de inclusão de modelos femininos foi o aumento desse tipo de publicação, que compara um modelo feminino a um modelo masculino. Será que não acrescentaram a isso nenhum direcionamento para resolver as iniquidades na saúde entre homens e mulheres, como essa política prometia?
Nesse momento, estamos agarradas também a uma proteína, sintetizada a partir de um trecho de um cromossomo sexual. Somos carregadas no interior de uma vesícula pelo citosol. O citosol é o líquido gelatinoso que preenche toda a célula, como a clara do ovo. É nele que ficam as organelas e partes celulares imersas. E aqui estamos, boiando nele suspensas, no interior de uma pequena bolsa em movimento, juntas da proteína. Quantas voltas serão necessárias para encontrarmos uma saída?
Bora dar umas voltas pelo Citosol?
Mais Informações
Transcrição completa do episódio
Currículo Tais Hanae Kasai Brunswick
Currículo Sarah Richardson
Site GenderSci Lab
Materiais Extras
Política “Sexo como variável biológica” do Instituto Nacional da Saúde dos Estados Unidos
MANICA, Daniela Tonelli; ASENSI, Karina Dutra; MAZZARELLI, Gaia; et al. Gender bias and menstrual blood in stem cell research: A review of pubmed articles (2008–2020). Frontiers in Genetics, v. 13, 2022.
WOITOWICH, Nicole C; BEERY, Annaliese; WOODRUFF, Teresa. A 10-year follow-up study of sex inclusion in the biological sciences. eLife, v. 9, p. e56344, 2020.
BEERY, Annaliese K.; ZUCKER, Irving. Sex bias in neuroscience and biomedical research. Neuroscience & Biobehavioral Reviews, v. 35, n. 3, p. 565–572, 2011.
BALASSA, Katalin; ANDRIKOVICS, Hajnalka; REMENYI, Peter; et al. Sex-specific survival difference in association with HLA-DRB1∗04 following allogeneic haematopoietic stem cell transplantation for lymphoid malignancies. Human Immunology, v. 79, n. 1, p. 13–19, 2018.
Richardson, Sarah S. Sex Contextualism. Philosophy, Theory, and Practice in Biology 14, 2022.
ROHDEN, Fabíola. Uma ciência da diferença: sexo e gênero na medicina da mulher. 2nd. ed. Rio de Janeiro: Fiocruz Editora, 2001. (Coleção antropologia e saúde).
SCHIEBINGER, Londa L. O feminismo mudou a ciência? Editora da Universidade do Sagrado Coração. Bauru, 2001.
ZHAO, Helen; DIMARCO, Marina; ICHIKAWA, Kelsey; et al. Making a ‘sex-difference fact’: Ambien dosing at the interface of policy, regulation, women’s health, and biology. Social Studies of Science, v. 53, n. 4, p. 475–494, 2023.
Greenblatt, David J., et al. Zolpidem and Gender: Are Women Really At Risk? Journal of Clinical Psychopharmacology, vol. 39, no. 3, 2019.
Expediente de Produção
Coordenação geral do Mundaréu: Daniela Manica
Equipe Mundaréu: Daniela Manica, Clarissa Reche, Fernanda Mariath, Irene do Planalto Chemin, Igor Pereira e Maxie Viana
Coordenação da série “Feminista In Vitro”: Fernanda Mariath e Daniela Manica
Resultado da dissertação de mestrado em Divulgação Científica e Cultural (Labjor/IEL, Unicamp): “Feminista In Vitro: Situando sexo e gênero na pesquisa biomédica com células-tronco” (CAPES Processo: 88887.826615/2023-00, código de financiamento 001), defendida por Fernanda Mariath e orientada pela professora Daniela Manica
Projeto de jornalismo científico: “Amplificando um Mundaréu de sons feministas: projeto multimodal de jornalismo científico e divulgação científica” (FAPESP 2025/16311-2) e “Um Mundaréu feminista: projeto multimodal de jornalismo científico e divulgação científica” (FAPESP 2024/15321-1), sob responsabilidade de Fernanda Mariath e supervisionado pelas professoras Daniela Manica e Germana Fernandes Barata (Unicamp)
Projeto de pesquisa relacionado: “Corpo, gênero e tecnociências: as “células-tronco” do sangue menstrual” (FAPESP 2018/21651-3)
Equipe do projeto de pesquisa relacionado: Daniela Tonelli Manica (investigadora principal), Germana Fernandes Barata, Karina Dutra Asensi, Marko Synésio Alves Monteiro, Regina Coeli dos Santos Goldenberg e Simone Pallone de Figueiredo
Pessoas entrevistadas: Amiel Modesto Vieira, Aryella Maryah Couto Correa (IOC/FIOCRUZ), Bruno Paranhos (UFRJ), Daniela Tonelli Manica (Unicamp), Hannah Cowdell (University of Exeter, Inglaterra), Julia Helena Barros (UFRJ) , Karina Dutra Asensi (UFRJ), Malin Ah-King (Stockholm University, Suécia), Regina Coeli dos Santos Goldenberg (UFRJ), Sarah Richardson (Harvard, Estados Unidos) e Tais Hanae Kasai Brunswick (UFRJ)
Link no Repositório de Dados de Pesquisa da Unicamp: https://doi.org/10.25824/redu/HXWSLR
Entrevistadoras: Fernanda Mariath e Daniela Tonelli Manica
Montagem e edição dos episódios: Fernanda Mariath
Transcrição completa do episódio: Fernanda Mariath
Revisão da transcrição do episódio: Maxie Viana
Seja bem-vinda, bem-vindo e bem-vinde à nossa viagem pela célula! Neste episódio, vamos perseguir um RNA mensageiro. Um pequeno resumo: na nossa primeira parada, o Núcleo, a gente encontrou limitações na inclusão de células femininas na pesquisa biomédica. Dizer que uma célula é feminina não significa muita coisa, ou melhor, pode significar muitas coisas diferentes. E também esbarramos nos perigos, científicos e sociais, de nos limitarmos às opções masculino e feminino. Mas continuo me perguntando se escolher uma célula atribuída como feminina pode ser uma mudança positiva para o avanço da saúde das mulheres.
Por isso, estamos perseguindo essa pequena cópia do material genético, o RNA. Ele carrega parte das informações para fora do Núcleo. As orientações que vêm do material genético serão traduzidas em proteínas. São elas, as proteínas, que comandam a estrutura e funcionamento da célula. Vamos ver o que é produzido a partir da utilização de uma célula atribuída como feminina.
Será que o sexo do modelo determina de quem é o corpo que está sendo considerado na pesquisa biomédica? Faz diferença isso para outros corpos, de outros sexos, outras raças? Escolher uma célula marcada como feminina pode direcionar a pesquisa a favor dos interesses das mulheres?
Vem comigo se perder e se encontrar pelo Retículo Endoplasmático?
Mais Informações
Transcrição completa do episódio
Currículo Bruno Paranhos
Currículo Aryella Maryah Couto Correa
Materiais Extras
MANICA, Daniela Tonelli; ASENSI, Karina Dutra; MAZZARELLI, Gaia; et al. Gender bias and menstrual blood in stem cell research: A review of pubmed articles (2008–2020). Frontiers in Genetics, v. 13, 2022.
MANICA, Daniela Tonelli. PEREIRA, Brunno Souza Toledo. Células-tronco adultas, potências condicionadas e biotecnologias de transformação. In: Rohden, Fabíola. Pusseti, Chiara. Roca, Alejandra (org.). Biotecnologias, transformações corporais e subjetivas: saberes, práticas e desigualdades. Brasília, DF: Aba Publicações, 2021.
MANICA Daniela Tonelli. Menstrual blood in stem cell research: “gender trouble” and governance. In:18th IUAES World, 2018, Florianópolis. Congress Conference Proceedings 18th IUAES World Congress, 2018, p. 1394 -1400.
MANICA, Daniela Tonelli. Estranhas entranhas: de antropologias, e úteros. Amazônica – Revista de Antropologia, v. 10, n. 1, p. 22–41, 2018.
GARCIA-SIFUENTES, Yesenia; MANEY, Donna L. Reporting and misreporting of sex differences in the biological sciences. eLife, v. 10, p. e70817, 2021.
PLEVKOVA, J.; BROZMANOVA, M.; HARSANYIOVA, J.; et al. Various aspects of sex and gender bias in biomedical research. Physiological Research, v. 69, n. Suppl 3, p. S367–S378, 2020.
KARP, Natasha A; REAVEY, Neil. Sex bias in preclinical research and an exploration of how to change the status quo. British Journal of Pharmacology, v. 176, n. 21, p. 4107–4118, 2019.
BENJAMIN, Ruha. People’s science: bodies and rights on the stem cell frontier. Stanford (Calif.): Stanford university press, 2013.
SCHIEBINGER, Londa L. Has feminism changed science? Cambridge, Mass: Harvard University Press, 1999.
NIEMANN, Tarek; GREINER, Johannes F.W.; KALTSCHMIDT, Christian; et al. EPO regulates neuronal differentiation of adult human neural-crest derived stem cells in a sex-specific manner. BMC Neuroscience, v. 24, n. 1, p. 19, 2023.
RANDOLPH, Lauren N.; BAO, Xiaoping; ODDO, Michael; et al. Sex-dependent VEGF expression underlies variations in human pluripotent stem cell to endothelial progenitor differentiation. Scientific Reports, v. 9, n. 1, p. 16696, 2019.
LI, Yanhui; WEN, Yan; GREEN, Morgaine; et al. Cell sex affects extracellular matrix protein expression and proliferation of smooth muscle progenitor cells derived from human pluripotent stem cells. Stem Cell Research & Therapy, v. 8, n. 1, p. 156, 2017
MEYFOUR, Anna; ANSARI, Hassan; PAHLAVAN, Sara; et al. Y Chromosome Missing Protein, TBL1Y, May Play an Important Role in Cardiac Differentiation. Journal of Proteome Research, v. 16, n. 12, p. 4391–4402, 2017.
LEE, Won-Jae; LEE, Seung-Chan; LEE, Jeong-Hyun; et al. Differential regulation of senescence and in vitro differentiation by 17³-estradiol between mesenchymal stem cells derived from male and female mini-pigs. Journal of Veterinary Science, v. 17, n. 2, p. 159, 2016.
PUNDOLE, Xerxes N.; BARBO, Andrea G.; LIN, Heather; et al. Increased Incidence of Fractures in Recipients of Hematopoietic Stem-Cell Transplantation. Journal of Clinical Oncology, v. 33, n. 12, p. 1364–1370, 2015
NGUYEN, Thong Ba; LAC, Quan; ABDI, Lovina; et al. Harshening stem cell research and precision medicine: The states of human pluripotent cells stem cell repository 155 diversity, and racial and sex differences in transcriptomes. Frontiers in Cell and Developmental Biology, v. 10, p. 1071243, 2023.
KEZER, Camille A.; SIMONETTO, Douglas A.; SHAH, Vijay H. Sex Differences in Alcohol Consumption and Alcohol-Associated Liver Disease. Mayo Clinic Proceedings, v. 96, n. 4, p. 1006–1016, 2021.
SKLOOT, Rebecca. A vida imortal de Henrietta Lacks. 1 ed. Nova Iorque: Companhia das Letras, 2011.
CASTRO, Rosana. Economias políticas da doença e da saúde: uma etnografia da experimentação farmacêutica. São Paulo: Hucitec Editora, 2020.
Expediente de Produção
Coordenação geral do Mundaréu: Daniela Manica
Equipe Mundaréu: Daniela Manica, Clarissa Reche, Fernanda Mariath, Irene do Planalto Chemin, Igor Pereira e Maxie Viana
Coordenação da série “Feminista In Vitro”: Fernanda Mariath e Daniela Manica
Resultado da dissertação de mestrado em Divulgação Científica e Cultural (Labjor/IEL, Unicamp): “Feminista In Vitro: Situando sexo e gênero na pesquisa biomédica com células-tronco” (CAPES Processo: 88887.826615/2023-00, código de financiamento 001), defendida por Fernanda Mariath e orientada pela professora Daniela Manica
Projeto de jornalismo científico: “Amplificando um Mundaréu de sons feministas: projeto multimodal de jornalismo científico e divulgação científica” (FAPESP 2025/16311-2) e “Um Mundaréu feminista: projeto multimodal de jornalismo científico e divulgação científica” (FAPESP 2024/15321-1), sob responsabilidade de Fernanda Mariath e supervisionado pelas professoras Daniela Manica e Germana Fernandes Barata (Unicamp)
Projeto de pesquisa relacionado: “Corpo, gênero e tecnociências: as “células-tronco” do sangue menstrual” (FAPESP 2018/21651-3)
Equipe do projeto de pesquisa relacionado: Daniela Tonelli Manica (investigadora principal), Germana Fernandes Barata, Karina Dutra Asensi, Marko Synésio Alves Monteiro, Regina Coeli dos Santos Goldenberg e Simone Pallone de Figueiredo
Projeto de pesquisa relacionado a este episódio: E-28/2021 – Programa de apoio a projetos temáticos no estado do Rio de Janeiro 2021
Pessoas entrevistadas: Amiel Modesto Vieira, Aryella Maryah Couto Correa (IOC/FIOCRUZ), Bruno Paranhos (UFRJ), Daniela Tonelli Manica (Unicamp), Hannah Cowdell (University of Exeter, Inglaterra), Julia Helena Barros (UFRJ) , Karina Dutra Asensi (UFRJ), Malin Ah-King (Stockholm University, Suécia), Regina Coeli dos Santos Goldenberg (UFRJ), Sarah Richardson (Harvard, Estados Unidos) e Tais Hanae Kasai Brunswick (UFRJ)
Link no Repositório de Dados de Pesquisa da Unicamp: https://doi.org/10.25824/redu/HXWSLR
Entrevistadoras: Fernanda Mariath e Daniela Tonelli Manica
Montagem e edição dos episódios: Fernanda Mariath
Transcrição completa do episódio: Fernanda Mariath
Revisão da transcrição dos episódios: Igor Pereira e Maxie Viana
Identidade visual da série: Bianca Bursi
Trilha sonora da série: Gabriel Marcal
Sonoplastia: Fernanda Mariath
Montagem do teaser: Fernanda Mariath
Conteúdo do sítio eletrônico: Fernanda Mariath
Divulgação: Fernanda Mariah
Financiamento: FAPESP, CAPES, CNPq e Unicamp
Agradecimentos: À Capes pela bolsa de mestrado (Processo: 88887.826615/2023-00, código de financiamento 001), à FAPESP pela bolsa Mídia Ciência (Processo: 2025/16311-2 e 2024/15321-1), aos funcionários do Labjor, às professoras Germana Fernandes Barata e Marina Nucci, a toda equipe do Mundaréu e do Labirinto que contribuíram para produção dessa série, aos meus amigos e minha família!
Vamos adorar saber o que você achou, entre em contato: podcastmundareu@gmail.com
Você lembra o que são células? Das aulas de biologia da escola? As células são essas pequenas estruturas arredondadas que formam os nossos corpos e de todos os seres vivos. Tem a aparência de um ovo frito. A gente consegue ver as células através dos microscópios.
As nossas células, e de outros animais, são uma ferramenta importante na pesquisa biomédica. Elas servem para fazer de conta que é um corpo humano que está ali, e mostram como o corpo funcionaria em determinadas condições. Na pesquisa científica, a gente as chama isso de modelos in vitro. São células cultivadas em placas de vidro, as placas de Petri. Pesquisar com células permite que diversas perguntas científicas sejam feitas com mais controle e precisão. Realizando experimentos com esses modelos in vitro, a gente aprende um pouco mais sobre o funcionamento dos nossos corpos ou de alguma doença. E isso direciona a produção de novas tecnologias em saúde, como medicamentos, vacinas, equipamentos de diagnóstico… Mas de quem é esse corpo que tem suas especificidades e interesses representados nesses modelos? De quem são as características e necessidades consideradas na escolha dessas células? Quem se beneficia com as tecnologias em saúde que são produzidas?
Quando eu era estudante na Farmácia, a sala de cultura, esse espaço dedicado ao cultivo de células, parecia permanecer isolada dos meus problemas feministas, asséptica a todas essas inquietações. Será que não é possível fazer uma pesquisa feminista com células? Com modelos in vitro? Será que, em uma placa de Petri, as práticas feministas não cabem? Eu realmente ia ter que escolher entre ser cientista ou feminista?
Vamos juntas contaminar a sala de cultura? Uma contaminação feminista!
Mais Informações
Transcrição completa do episódio
Currículo Daniela Tonelli Manica
Currículo Regina Coeli dos Santos Goldenberg
Currículo Karina Dutra Asensi
Materiais Extras
Dissertação de mestrado “Feminista In Vitro: Situando sexo e gênero na pesquisa biomédica com células-tronco”
Artigo CeSaM, as Células do Sangue Menstrual: Gênero, tecnociência e terapia celular
Revisão sobre a proporção de artigos com as células do sangue menstrual nas publicações com células mesenquimais
Artigo Estranhas entranhas: de antropologias, e úteros
Tese de doutorado Alta resistência ao estresse oxidativo: possível vantagem terapêutica das células estromais mesenquimais derivadas do sangue menstrual no infarto do miocárdio da Karina Dutra Asensi
Dissertação de mestrado Sangue menstrual como fonte de células tronco resistentes ao estresse oxidativo da Karina Dutra Asensi
Artigo In Vitro Anthropos: New Conception Models for a Recursive Anthropology?
Livro People’s science: bodies and rights on the stem cell frontier
Capítulo de livro A forma farmacêutica em perspectiva: cartas- diários como modos de fazer ciência feminista
Artigo Políticas científicas e economias éticas no desenvolvimento de vacinas contra Zika
Livro Ficar com o problema: Fazer parentes no Chthluceno
Livro O feminismo mudou a ciência?
Expediente de produção
Coordenação geral do Mundaréu: Daniela Manica
Equipe Mundaréu: Daniela Manica, Clarissa Reche, Fernanda Mariath, Irene do Planalto Chemin, Igor Pereira e Maxie Viana
Coordenação da série “Feminista In Vitro”: Fernanda Mariath e Daniela Manica
Resultado da dissertação de mestrado em Divulgação Científica e Cultural (Labjor/IEL, Unicamp): “Feminista In Vitro: Situando sexo e gênero na pesquisa biomédica com células-tronco” (CAPES Processo: 88887.826615/2023-00, código de financiamento 001), defendida por Fernanda Mariath e orientada pela professora Daniela Manica
Projeto de jornalismo científico: “Amplificando um Mundaréu de sons feministas: projeto multimodal de jornalismo científico e divulgação científica” (FAPESP 2025/16311-2) e “Um Mundaréu feminista: projeto multimodal de jornalismo científico e divulgação científica” (FAPESP 2024/15321-1), sob responsabilidade de Fernanda Mariath e supervisionado pelas professoras Daniela Manica e Germana Fernandes Barata (Unicamp)
Projeto de pesquisa relacionado: “Corpo, gênero e tecnociências: as “células-tronco” do sangue menstrual” (FAPESP 2018/21651-3)
Equipe do projeto de pesquisa relacionado: Daniela Tonelli Manica (investigadora principal), Germana Fernandes Barata, Karina Dutra Asensi, Marko Synésio Alves Monteiro, Regina Coeli dos Santos Goldenberg e Simone Pallone de Figueiredo
Pessoas entrevistadas: Amiel Modesto Vieira, Aryella Maryah Couto Correa (IOC/FIOCRUZ), Bruno Paranhos (UFRJ), Daniela Tonelli Manica (Unicamp), Hannah Cowdell (University of Exeter, Inglaterra), Julia Helena Barros (UFRJ) , Karina Dutra Asensi (UFRJ), Malin Ah-King (Stockholm University, Suécia), Regina Coeli dos Santos Goldenberg (UFRJ), Sarah Richardson (Harvard, Estados Unidos) e Tais Hanae Kasai Brunswick (UFRJ)
Link no Repositório de Dados de Pesquisa da Unicamp: https://doi.org/10.25824/redu/HXWSLR
Entrevistadoras: Fernanda Mariath e Daniela Tonelli Manica
Montagem e edição dos episódios: Fernanda Mariath
Transcrição completa do episódio: Fernanda Mariath
Revisão da transcrição dos episódios: Igor Pereira e Maxie Viana
Identidade visual da série: Bianca Bursi
Trilha sonora da série: Gabriel Marcal
Sonoplastia: Fernanda Mariath
Montagem do teaser: Fernanda Mariath
Conteúdo do sítio eletrônico: Fernanda Mariath
Divulgação: Fernanda Mariah
Financiamento: FAPESP, CAPES, CNPq e Unicamp
Agradecimentos: À Capes pela bolsa de mestrado (Processo: 88887.826615/2023-00, código de financiamento 001), à FAPESP pela bolsa Mídia Ciência (Processo: 2025/16311-2 e 2024/15321-1), aos funcionários do Labjor, às professoras Germana Barata e Marina Nucci, a toda equipe do Mundaréu e do Labirinto que contribuíram para produção dessa série, aos meus amigos e minha família!
Dedicatória: À minha avó, Silvia Mariath, que teria adorado gravar o som da gargalhada como efeito sonoro.
Vamos adorar saber o que você achou, entre em contato: podcastmundareu@gmail.com
Você já se perguntou como os medicamentos que você toma são testados? São anos de pesquisa pré-clínica com modelos de células, em animais, e mais alguns anos em ensaios clínicos com humanos. Antes disso, são décadas de pesquisa básica. Existe um tipo de célula que pode estar presente em todas essas etapas da pesquisa em tecnologias em saúde, da pesquisa básica à clínica: as células-tronco.
E se eu te contasse que no sangue menstrual é possível obter células com qualidades muito interessantes para serem escolhidas como modelo experimental em um laboratório? As células mesenquimais do sangue menstrual são abundantes, de fácil obtenção, super resistentes e rápidas de serem cultivadas. Mas… elas quase não são utilizadas!
Mesmo existindo diversos corpos que menstruam e mulheres que não menstruam, essas células são entendidas como femininas e, por isso, são descartadas como um modelo possível. Só que, ao mesmo tempo, a pesquisa biomédica tem uma preferência histórica por modelos masculinos. Cientistas justificam que é possível extrapolar dados obtidos em modelos masculinos para todos os nossos corpos diversos. Se o sexo de uma célula dita masculina não é uma barreira, qual é então o problema de se escolher uma célula marcada como feminina? O sexo do modelo faz diferença?
Nessa série de podcast, eu, Fernanda Mariath, vou te levar em uma viagem pela célula! E a partir das organelas, as partes pequeninhas dentro dela, vou te contar sobre as células do sangue menstrual e trazer discussões feministas sobre a pesquisa biomédica com células-tronco.
Vem comigo por uma viagem pela célula?
Materiais Extras
Transcrição completa do episódio
Dissertação de mestrado “Feminista In Vitro: Situando sexo e gênero na pesquisa biomédica com células-tronco”
Artigo CeSaM, as Células do Sangue Menstrual: Gênero, tecnociência e terapia celular
Revisão sobre a proporção de artigos com as células do sangue menstrual nas publicações com células mesenquimais
Expediente de produção:
Coordenação geral do Mundaréu: Daniela Manica
Equipe Mundaréu: Daniela Manica, Clarissa Reche, Fernanda Mariath, Irene do Planalto Chemin, Igor Pereira e Maxie Viana
Coordenação da série “Feminista In Vitro”: Fernanda Mariath e Daniela Manica
Resultado da dissertação de mestrado em Divulgação Científica e Cultural (Labjor/IEL, Unicamp): “Feminista In Vitro: Situando sexo e gênero na pesquisa biomédica com células-tronco” (CAPES Processo: 88887.826615/2023-00, código de financiamento 001), defendida por Fernanda Mariath e orientada pela professora Daniela Manica
Projeto de jornalismo científico: “Amplificando um Mundaréu de sons feministas: projeto multimodal de jornalismo científico e divulgação científica” (FAPESP 2025/16311-2) e “Um Mundaréu feminista: projeto multimodal de jornalismo científico e divulgação científica” (FAPESP 2024/15321-1), sob responsabilidade de Fernanda Mariath e supervisionado pelas professoras Daniela Manica e Germana Fernandes Barata (Unicamp)
Projeto de pesquisa relacionado: “Corpo, gênero e tecnociências: as “células-tronco” do sangue menstrual” (FAPESP 2018/21651-3)
Equipe do projeto de pesquisa relacionado: Daniela Tonelli Manica (investigadora principal), Germana Fernandes Barata, Karina Dutra Asensi, Marko Synésio Alves Monteiro, Regina Coeli dos Santos Goldenberg e Simone Pallone de Figueiredo
Pessoas entrevistadas: Amiel Modesto Vieira, Aryella Maryah Couto Correa (IOC/FIOCRUZ), Bruno Paranhos (UFRJ), Daniela Tonelli Manica (Unicamp), Hannah Cowdell (University of Exeter, Inglaterra), Julia Helena Barros (UFRJ) , Karina Dutra Asensi (UFRJ), Malin Ah-King (Stockholm University, Suécia), Regina Coeli dos Santos Goldenberg (UFRJ), Sarah Richardson (Harvard, Estados Unidos) e Tais Hanae Kasai Brunswick (UFRJ)
Projeto relacionado: Regina
Link no Repositório de Dados de Pesquisa da Unicamp: https://doi.org/10.25824/redu/HXWSLR
Entrevistadoras: Fernanda Mariath e Daniela Tonelli Manica
Montagem e edição dos episódios: Fernanda Mariath
Transcrição completa do episódio: Fernanda Mariath
Revisão da transcrição dos episódios: Igor Pereira e Maxie Viana
Identidade visual da série: Bianca Bursi
Trilha sonora da série: Gabriel Marcal
Sonoplastia: Fernanda Mariath
Montagem do teaser: Fernanda Mariath
Conteúdo do sítio eletrônico: Fernanda Mariath
Divulgação: Fernanda Mariah
Financiamento: FAPESP, CAPES, CNPq e Unicamp
Agradecimentos: À Capes pela bolsa de mestrado (Processo: 88887.826615/2023-00, código de financiamento 001), à FAPESP pela bolsa Mídia Ciência (Processo: 2025/16311-2 e 2024/15321-1), aos funcionários do Labjor, às professoras Germana Barata e Marina Nucci, a toda equipe do Mundaréu e do Labirinto que contribuíram para produção dessa série, aos meus amigos e à minha família!
Vamos adorar saber o que você achou, entre em contato: podcastmundareu@gmail.com
Este episódio foi gravado no 48° encontro anual da ANPOCS, a Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Ciências Sociais, que aconteceu na Unicamp, Campinas, em meados de outubro de 2024.
Como parte da pesquisa do Mundaréu sobre perspectivas feministas da ciência e tecnologia na América Latina, organizamos uma mesa redonda na ANPOCS que nomeamos com uma pergunta que fizemos para nós mesmas o tempo todo nessa pesquisa: “É possível fazer uma ciência feminista no Brasil do século XXI?”. A proposta original da mesa foi esta:
Se há algo evidente nas crises que enfrentamos nesses últimos anos, é de que muitos problemas estão estruturados em torno de questões ligadas às ciências. Há mudanças e alterações significativas nos regimes de legitimidade. Em especial, cientistas que escolhem uma posição marcada por determinantes de gênero, raça, orientação sexual, geração têm sofrido com processos de exposição e perseguição. A rapidez desses processos tornou ainda mais urgente construir projetos de ensino, pesquisa e extensão com estratégias e potencialidades transdisciplinares, simétricos e regionais. Esta Mesa Redonda tem por objetivo discutir os desafios enfrentados por três pesquisadoras das áreas de Antropologia, Física e Saúde Coletiva que se posicionam abertamente a partir de uma “ciência feminista”. Centralmente, serão discutidos seus temas de pesquisa, financiamento, comunicação com o público e hierarquias científicas. Em diálogo com os estudos sociais da ciência, a categoria “ciência” será discutida, mas não será tratada pelo seu caráter eminentemente técnico, e sim identificada como uma prática humana, com pressupostos, presenças, histórias e expectativas coletivas e políticas diversas.
Nesta Mesa Redonda, reunimos pesquisadoras de três áreas: Antropologia, Física e Saúde Coletiva. A mesa foi organizada pela professora Soraya Fleischer, que é antropóloga, professora do Departamento de Antropologia da Universidade de Brasília e que foi coordenadora do Mundaréu junto com Daniela Manica até 2024. Participaram da mesa Elaine Reis Brandão, professora titular do Institutos de Estudos em Saúde Coletiva da UFRJ; Indianara Silva, professora no Departamento de Física da Universidade Estadual de Feira de Santana; e Daniela Tonelli Manica, antropóloga e pesquisadora do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (Labjor/Unicamp). Também contamos com a professora Carolina Cantarino Rodrigues como debatedora. Ela é cientista social e professora da Faculdade de Ciências Aplicadas da Unicamp.
Soraya Fleischer
Currículo Lattes
DA SILVA, Anita; MANICA, Daniela; FLEISCHER, Soraya. Sonoridades, escutas e aprendizados de antropologia com o uso de podcasts em sala de aula. ILUMINURAS, Porto Alegre, v. 24, n. 64, 2023.
FLEISCHER, Soraya. Fé na ciência? Como as famílias de micro viram a ciência do vírus Zika acontecer em suas crianças no Recife/PE. Anuário Antropológico, [S. l.], v. 47, n. 1, p. 170–188, 2023
Elaine Reis Brandão
Currículo Lattes
BRANDÃO, E. R.. Gênero, ciência e Saúde Coletiva: desconstruindo paradigmas na formação interdisciplinar universitária. Interface – Comunicação, Saúde, Educação, v. 26, p. e210334, 2022.
BRANDÃO, E. R.; CABRAL, C. DA S.. Justiça reprodutiva e gênero: desafios teórico-políticos acirrados pela pandemia de Covid-19 no Brasil. Interface – Comunicação, Saúde, Educação, v. 25, p. e200762, 2021.
Indianara Silva
Currículo Lattes
SANTANA, C.; PEREIRA, L.; SILVA, I.. Contribuições para escrita de biografias de mulheres nas ciências a partir das experiências de Keller, Ferry e Goldsmith. Cadernos Pagu, n. 65, p. e226524, 2022.
SEPULVEDA, Claudia; SILVA, Indianara. Narrativas dissidentes: contribuições da história das mulheres para uma educação anti-opressão. In: GALIETA, Tatiana. Temáticas sociocientíficas na formação de professores . São Paulo, Editora Livraria da Física, 202, pp.93-112.
Daniela Tonelli Manica
Currículo Lattes
MANICA, Daniela Tonelli; PERES, Milena; FLEISCHER, Soraya (Orgs.). No ar: Antropologia, histórias em podcast. Campinas/Brasília: Pontes Editorial e ABA Publicações, 2022.
FLEISCHER, Soraya; MANICA, Daniela Tonelli. “Ativando a escuta em tempos pandêmicos“. In: Miriam Pillar Grossi; Rodrigo Toniol. (Orgs.). Cientistas sociais e o Coronavírus. Florianópolis: Tribo da Ilha, 2020, pp. 47-51.
MANICA, Daniela Tonelli; SILVA, Ana Cláudia Rodrigues da; ROCA, Alejandra; ROHDEN, Fabíola; FLEISCHER, Soraya. “Mundaréu: Antropologia feminista da ciência e da tecnologia na América Latina“. AntHropologicas Visual 9(2), 2023.
FLEISCHER, Soraya; MANICA, Daniela Tonelli. “Antropologia no som: A extensão de um mundaréu de histórias“. Revista Internacional de Extensão da UNICAMP, v. 5 (2024) .
Carolina Cantarino Rodrigues
Currículo Lattes
RODRIGUES, Carolina Cantarino. Devolver o mistério ao humano – ressonâncias cosmopoéticas e alteridades radicais. ClimaCom – Políticas Vegetais [Online], Campinas, ano 9, n. 23, mai. 2022.
Mais informações
Dossiê do CLAM
Transcrição do roteiro
Expediente
Apresentação: Daniela Manica
Participantes: Soraya Fleischer, Elaine Reis Brandão, Indianara Silva, Daniela Tonelli Manica, Carolina Cantarino Rodrigues
Transcrições da mesa redonda: Daniela Manica e Maxie Viana
Roteiro: Clarissa Reche e Daniela Manica
Revisão do roteiro: Daniela Manica
Narração: Daniela Manica
Montagem e edição do episódio: Gabriel Marçal
Revisão da transcrição do roteiro: Igor Pereira
Projeto de pesquisa: “Um mundaréu de histórias: Antropologia feminista da ciência e da Tecnologia da América Latina” (FAPESP)
Equipe do projeto de pesquisa: Daniela Manica, Clarissa Reche, Fernanda Mariath, Maxie Viana, Igor Pereira, Irene do Planalto Chemin, Gabriel Marçal de Pereira (Unicamp); Alejandra Roca (Universidad de Buenos Aires, Argentina); Tânia Pérez-Bustos (Universidade Nacional da Colômbia); Soraya Fleischer, Camila Anselmo, Irene do Planalto, Joana Amaral, Luana Ainoã, Rai Magalhães e Sabrina Neves (UnB).
Coordenação do projeto de pesquisa: Daniela Manica
Financiamento: FAPESP Processo No. 2022/05943-0
Música: “Já foi” de Janine Mathias
Imagem do header: Muro do IMECC/Unicamp. Fotografia de Fernanda Mariath, 2024.
Conteúdo do sítio eletrônico: Clarissa Reche e Daniela Manica
Divulgação: Fernanda Mariath
Coordenação do Mundaréu: Daniela Manica
Agradecimentos: Soraya Fleischer, Elaine Reis Brandão, Indianara Silva e Carolina Cantarino Rodrigues
Nessa Sexta Temporada a gente encerra um ciclo que iniciamos em 2023. Desde então, vocês acompanharam a gente pela América Latina, com uma série na Argentina e outra na Colômbia, e com as temporadas feitas aqui no Brasil, ouvindo pesquisadoras feministas da antropologia da ciência e tecnologia. A nossa primeira gravação foi aqui em Campinas, na cidade em que produzimos o Mundaréu. Passamos pelo Sul do país, em Porto Alegre. Pelo Nordeste, em Maceió e São Luís. Também no Centro-Oeste, em Goiânia. No sudeste, fomos juntas para o Rio de Janeiro e para o Vale do Jequitinhonha. Chegamos ao Norte, em Belém e na Ilha de Marajó.
E a gente encerra hoje com um episódio gravado na capital brasileira mais ao Norte do país: Boa Vista. Como tornar a universidade mais segura para nós mulheres? A gente conversou com as professoras Luziene Corrêa Parnaíba e Francilene Rodrigues, da Universidade Federal de Roraima, a UFRR. Elas falaram sobre suas atuações e pesquisas sobre violência de gênero. E nos levaram para conhecer a Comissão Permanente de acolhimento, prevenção e enfrentamento às violências na Universidade Federal de Roraima, a CPAPEV.
Mais informações
Página do episódio
Transcrição do roteiro
Currículos lattes de Luziene Corrêa Parnaíba
Currículos lattes de Francilene Rodrigues
Site da Universidade Federal de Roraima (UFRR)
Site do Observatório da Violência Contra Mulher em Roraima
Instagram da CPAPEV @cpapev.ufrr
Site do Grupo de Estudo Interdisciplinar sobre Fronteiras (GEIFRON)
Site do Programa Sociedade e Fronteiras (PPGSOF)
Site do Programa de Recursos Naturais
Site do Conselho Universitário da UFRR
Site Pró-reitoria de Gestão de Pessoas da UFRR
Resolução CUNI/UFRR nº 091, de 16 de outubro de 2023
Pesquisadoras citadas no episódio
Currículos lattes de Cristina Nascimento Oliveira
Currículo lattes de Márcia Maria de Oliveira
Referências
OLIVEIRA, Cristina N. . ‘Amor de mina’: perfil de trabalho de brasileiras no ramo da prostituição em Las Claritas (Venezuela). In: Francilene dos Santos Rodrigues; Mariana Cunha Pereira. (Org.). Estudos Transdisciplinares na Amazônia Setentrional: fronteiras, migração e políticas públicas. 01ed.Rio de Janeiro: Letra Capital, 2012, v. , p. 57-68.
CORRÊA, Mariza. Morte em família: representações jurídicas de papeis sexuais. Rio de Janeiro, Graal, 1983.
SEGATO, Rita Laura. Gênero e colonialidade: em busca de chaves de leitura e de um vocabulário estratégico descolonial. E-cadernos CES, n. 18, 2012.
SEGATO, Rita. As Estruturas elementares da violência. Rio de Janeiro, Bazar do Tempo. 2025.
Expediente
Apresentação: Fernanda Mariath e Irene do Planalto Chemin
Entrevistadas: Luziene Corrêa Parnaíba e Francilene Rodrigues
Transcrições das Entrevistas: Igor Pereira
Roteiro: Fernanda Mariath
Entrevistas e Gravação: Daniela Manica e Fernanda Mariath
Montagem e edição do episódio: Gabriel Marçal
Revisão da transcrição do roteiro: Daniela Manica e Igor Pereira
Projeto de pesquisa: “Um mundaréu de histórias: Antropologia feminista da ciência e da Tecnologia da América Latina” (FAPESP)
Equipe do projeto de pesquisa: Daniela Manica, Clarissa Reche, Fernanda Mariath, Maxie Viana, Igor Pereira, Irene do Planalto Chemin, Gabriel Marçal de Pereira (Unicamp); Alejandra Roca (Universidad de Buenos Aires, Argentina); Tânia Pérez-Bustos (Universidade Nacional da Colômbia); Soraya Fleischer, Camila Anselmo, Irene do Planalto, Joana Amaral, Luana Ainoã, Rai Magalhães e Sabrina Neves (UnB).
Coordenação do projeto de pesquisa: Daniela Manica
Financiamento: FAPESP Processo No. 2022/05943-0
Música: “Já foi” de Janine Mathias
Imagem do header: Cartaz na CPAPEV na UFRR. Fotografia de Fernanda Mariath, 2024.
Conteúdo do sítio eletrônico: Daniela Manica, Fernanda Mariath e Igor Pereira
Divulgação: Fernanda Mariath
Coordenação do Mundaréu: Daniela Manica
Agradecimentos: Luziene Corrêa Parnaíba e Francilene Rodrigues
Quais são os desafios de construir uma universidade mais democrática e feminista? Como enfrentar a violência de gênero dentro das instituições de ensino? E de que forma a militância e a pesquisa podem se encontrar para transformar a realidade? No episódio de hoje, a gente vai até São Luís, no Maranhão, para ouvir as trajetórias de Neuzeli Pinto (UEMA) e Mary Ferreira (UFMA), duas referências no movimento feminista e na pesquisa acadêmica. Elas contam como desde os anos 1980 articulam a luta política, a militância e a produção de conhecimento, enfrentando resistências institucionais e criando espaços de cuidado e transformação.
Mais informações
Página do episódio
Transcrição do roteiro
Currículo lattes Neuzeli Maria de Almeida Pinto
Currículo lattes Mary Ferreira
Universidade Estadual do Maranhão (UEMA)
Universidade Federal do Maranhão (UFMA)
Instituto Federal do Maranhão (IFMA)
NEGESF/UEMA (Núcleo de Estudos e Pesquisa de Gênero, Sexualidade e Família da Universidade Estadual do Maranhão)
NIEPEM/UFMA (Núcleo Interdisciplinar de Estudos e Pesquisas Sobre a Mulher, Cidadania e Relações de Gênero da Universidade Federal do Maranhão)
REDOR (Rede Feminista Norte e Nordeste de Estudos e Pesquisa sobre a Mulher e Relações de Gênero)
Comitê de prevenção e combate à violência de gênero – UEMA
Instagram do Fórum Maranhense de mulheres
Grupo de Mulheres da Ilha
Fundação de Amparo à Pesquisa e ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico do Maranhão – FAPEMA
Pesquisadoras citadas no episódio
Currículo lattes de Diomar das Graças Motta
Currículo lattes de Yêda Sá Malta
Currículo lattes de Sandra Maria Barros Alves
Currículo lattes de Lucila Scavone
Currículo lattes de Silvane Magali
Currículo lattes de Lourdes Leitão
Referências
PINTO, Neuzeli Maria de Almeida; FERREIRA, Mary. Curso de Extensão: capacitação de professores/as da rede pública de ensino: educação para a igualdade de gênero. São Luís: EDUEMA, 2024.
PINTO, Neuzeli de Maria de Almeida; MATEUS, Anna Sarah Alhadef Sampaio; FILGUEIRAS, Rayllanne Rebecca Pereira. Mulheres e gênero na universidade: desigualdades e desafios na ciência. In: JORNADA INTERNACIONAL DE POLÍTICAS PÚBLICAS – JOINPP, 2025. Anais […]. [S. l.: s. n.], 2025.
UNIVERSIDADE ESTADUAL DO MARANHÃO. Resolução n. 1114/2022 – CONSUN/UEMA. Cria a Política de Prevenção e Combate à Violência de Gênero no âmbito da Universidade Estadual do Maranhão. São Luís, 15 dez. 2022.
FERREIRA, Mary. Feminismos no Nordeste brasileiro, Polis [Online], 28 | 2011.
Materiais Extras
BARROS, Thays Regina Assunção; PINTO, Neuzeli de Maria de Almeida. Os desafios da maternidade no mercado de trabalho na atualidade. PRACS: Revista Eletrônica de Humanidades do Curso de Ciências Sociais da UNIFAP, Macapá, v.17, n.3, p.154-173, 2024.
FERREIRA, Maria Mary. Gênero, representação política e os processos de interdição das mulheres no Brasil. Caderno de Campo: Revista de Ciências Sociais, v. 23, esp. 2: Epistemologia Feminina: as mulheres e suas lutas no campo e na cidade das Amazônias, 2023.
FERREIRA, Mary. Movimento de mulheres e feministas e sua ação anticapitalista no Brasil e Maranhão. Revista de Políticas Públicas, v. 18, p. 359–367, 5 Ago 2014.
FERREIRA, Maria Mary. Mulheres, resistência feminista na luta anti fascista no Brasil. Crítica e sociedade, v. 12 n. 1: Dossiê: Ascensão da extrema-direita: Utopia reacionária? – Volume II, 2022.
GRAMSCI, Antonio. Cadernos do Cárcere, v. 1, tradução de Carlos Nelson Coutinho, Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2001.
PINTO, Neuzeli Maria de Almeida; PONTES, Fernando Augusto Ramos; SILVA, Simone Souza da Costa. A rede de apoio social e o papel da mulher na geração de ocupação e renda no meio rural. Temas psicol., Ribeirão Preto , v. 21, n. 2, p. 297-315, dez. 2013 .
SOUZA, M. dos R. A.; DE SOUSA, F. T. L.; PINTO, N. M. de A. A pluriatividade da agricultura familiar na zona rural do município de Alcântara – MA. Brazilian Journal of Development, [S. l.], v. 9, n. 1, p. 1377–1391, 2023.
Expediente
Apresentação: Maxie Viana Pereira e Clarissa Reche
Entrevistadas: Neuzeli Maria de Almeida Pinto e Mary Ferreira
Transcrições das Entrevistas: Maxie Viana Pereira
Roteiro: Maxie Viana Pereira
Revisão do roteiro: Clarissa Reche, Igor Pereira e Daniela Manica
Entrevistas e Gravação: Daniela Manica, Maxie Viana e Vanessa Lourenço
Montagem e edição do episódio: Gabriel Marçal
Revisão da transcrição do roteiro: Daniela Manica e Igor Pereira
Projeto de pesquisa: “Um mundaréu de histórias: Antropologia feminista da ciência e da Tecnologia da América Latina” (FAPESP)
Equipe do projeto de pesquisa: Daniela Manica, Clarissa Reche, Fernanda Mariath, Maxie Viana, Igor Pereira, Irene do Planalto Chemin, Gabriel Marçal de Pereira (Unicamp); Alejandra Roca (Universidad de Buenos Aires, Argentina); Tânia Pérez-Bustos (Universidade Nacional da Colômbia); Soraya Fleischer, Camila Anselmo, Irene do Planalto, Joana Amaral, Luana Ainoã, Rai Magalhães e Sabrina Neves (UnB).
Coordenação do projeto de pesquisa: Daniela Manica
Financiamento: FAPESP Processo No. 2022/05943-0
Música: “Já foi” de Janine Mathias
Imagem do header: Portal da Universidade do Estado do Maranhão, fotografia de Vanessa Lourenço, 2024.
Conteúdo do sítio eletrônico: Daniela Manica, Maxie Viana Pereira e Clarissa Reche
Divulgação: Fernanda Mariath
Coordenação do Mundaréu: Daniela Manica
Agradecimentos: Neuzeli Maria de Almeida Pinto, Mary Ferreira, Vanessa Lourenço, UFMA.
Como pode um mapa se tornar ferramenta de resistência? De que forma comunidades quilombolas, indígenas e quebradeiras de coco transformam a memória em território? E o que acontece quando a luta por terra entra em conflito com grandes projetos de desenvolvimento, como uma base de lançamento de foguetes?
No episódio de hoje, conversamos com Patrícia Maria Portela Nunes, professora da UEMA e coordenadora do Programa de Pós-graduação em Cartografia Social e Política da Amazônia, e com Elieyd Sousa de Menezes, antropóloga e pesquisadora do mesmo programa. Juntas, elas mostram como a cartografia social pode ser prática política, memória coletiva e ferramenta de resistência.
Mais informações
Página do episódio
Transcrição do roteiro
Currículo lattes de Patrícia Maria Portela Nunes
Currículo lattes de Elieyd Sousa de Menezes
Currículo lattes de Cynthia Carvalho Martins
Currículo lattes de Regiane Pinto
Programa de Pós-graduação em Cartografia Social e Política da Amazônia – UEMA
Projeto Nova Cartografia Social da Amazônia
Pesquisadoras citadas no episódio
Currículo lattes de Regiane de Jesus Pinto
Currículo lattes de Rosa Eliana Torres
Referências
ANJOS, L. (Org.) ; NUNES, Patrícia Portela (Org.) . Direitos, Resistências e Mobilizações: A luta dos Quilombolas de Alcântara e a Base Espacial. 1. ed. Rio de Janeiro: Casa 8, 2016. v. 6. 129p .
FARIAS JÚNIOR, E.A. ; SATARE-MAWE, F. A. ; MENEZES, E. S. A luta pela floresta e pela água: O processo de territorialização da aldeia Beija-flor. Espaço Ameríndio (UFRGS) , v. 18, p. 218-239, 2024.
JÚNIOR, Davi Pereira. Quilombos de Alcântara: Território e Conflito: O intrusamento do território das Comunidades Quilombolas de Alcântara pela empresa binacional Alcântara Cyclone Space. Editora da Universidade Federal do Amazonas, 2009.
LOPES, Danilo da Conceição Serejo. A atemporalidade do colonialismo: contribuições para entender a luta das comunidades quilombolas de Alcântara e a base espacial. EDUEMA-Editora da Universidade Estadual do Maranhão, 2020.
MENEZES, E. S. . Etnografia de documentos sobre violações de direitos humanos e trabalho escravo no Rio Negro – AM. Revista de Políticas Públicas e Gestão Educacional (POLIGES) , v. 3, p. 39-65, 2022.
MENEZES, ELIEYD SOUSA DE . As práticas no extrativismo vegetal no rio Negro: políticas exíguas, imobilização da força de trabalho de povos indígenas e seu enfrentamento. Horizontes Antropológicos (UFRGS. IMPRESSO) , v. 26, p. 191-218, 2020.
NUNES, Patrícia Portela. A Terra da Pobreza e as Comunidades Remanescentes de Quilombos de Alcântara: identidade étnica e territorialidade. Cabo dos trabalhos, v. 10, p. 30-48-18, 2014.
NUNES, Patrícia Portela. Os designados mapeamentos “participativos” e o emaranhado de atos de intervenção. São Luís: Editora UEMA, 2019. v. 1. 163p.
PINTO, Regiane de Jesus. Território, parentesco e panema: a Irmandade de Brasília [Dissertação]. São Luís: Universidade Estadual do Maranhão, 2019.
PORTELA NUNES, PATRÍCIA MARIA . Conflitos étnicos na Amazônia Brasileira: processos de construção identitária em comunidades quilombolas de Alcântara. Colombia Internacional, v. 84, p. 161-185, 2015.
TORRES, Rosa Eliana. Povo Tremembé: deslocamentos territoriais e formas de mobilização étnica [Dissertação]. São Luís: Universidade Estadual do Maranhão, Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais, 2019.
Materiais extras
AGÊNCIA GOV. Entenda como ocorre a titulação para reconhecimento e proteção das comunidades quilombolas.
ATO DAS DISPOSIÇÕES CONSTITUCIONAIS TRANSITÓRIAS
BRASIL. Decreto nº 4.887, de 20 de novembro de 2003. Regulamenta o procedimento para identificação, reconhecimento, delimitação, demarcação e titulação das terras ocupadas por remanescentes das comunidades quilombolas. Diário Oficial da União, [S. n.], 20 nov. 2003
Comunidade quilombola: breve estudo normativo sobre o artigo 68 do ADCT e o Decreto n. 4.887/03 no que se refere à desapropriação das terras. Jusbrasil.
Corte IDH condena Brasil por violações a quilombolas no Maranhão
Centro de Cultura Negra do Maranhão
FUNDAÇÃO CULTURAL PALMARES
Histórias do Padrinho Domingos: o doutor de ossos de Canelatiua – Domingos Ribeiro | Nova Cartografia Social Da Amazônia.
INSTITUTO NACIONAL DE COLONIZAÇÃO E REFORMA AGRÁRIA – INCRA. Incra atua na titulação das comunidades quilombolas de Alcântara (MA). Portal Gov.br, 18 jul. 2023.
Resumo do acordo de conciliação (2024) entre a União e as Comunidades Quilombolas de Alcântara
SOUZA, Oswaldo Braga de. Quilombolas conquistam acordo para regularizar território de Alcântara (MA). Instituto Socioambiental, 20 set. 2024.
Expediente
Apresentação: Maxie Viana e Clarissa Reche
Entrevistadas: Patrícia Maria Portela Nunes e Elieyd Sousa de Menezes
Transcrições das Entrevistas: Maxie Viana
Roteiro: Maxie Viana e Daniela Manica
Revisão do Roteiro: Clarissa Reche
Entrevistas e Gravação: Daniela Manica, Maxie Viana e Vanessa Lourenço
Montagem e edição do episódio: Gabriel Marçal
Revisão da transcrição do roteiro: Daniela Manica e Igor Pereira
Projeto de pesquisa: “Um mundaréu de histórias: Antropologia feminista da ciência e da Tecnologia da América Latina” (FAPESP)
Equipe do projeto de pesquisa: Daniela Manica, Clarissa Reche, Fernanda Mariath, Maxie Viana, Igor Pereira, Irene do Planalto Chemin, Gabriel Marçal de Pereira (Unicamp); Alejandra Roca (Universidad de Buenos Aires, Argentina); Tânia Pérez-Bustos (Universidade Nacional da Colômbia); Soraya Fleischer, Camila Anselmo, Irene do Planalto, Joana Amaral, Luana Ainoã, Rai Magalhães e Sabrina Neves (UnB).
Coordenação do projeto de pesquisa: Daniela Manica
Financiamento: FAPESP Processo No. 2022/05943-0
Música: “Já foi” de Janine Mathias
Imagem do header: Mapa cartográfico do Maranhão. Fotografia de Vanessa Lourenço, 2024.
Conteúdo do sítio eletrônico: Daniela Manica e Igor Pereira
Divulgação: Fernanda Mariath
Coordenação do Mundaréu: Daniela Manica
Agradecimentos: Patrícia Maria Portela Nunes, Elieyd Sousa de Menezes, Cynthia Martins, Synara Azevedo, Maxie Viana e Vanessa Lourenço
Como pode ser um projeto de extensão com enfoque feminista na Amazônia? Quais são as demandas, dificuldades e potências de encontros empoderadores entre mulheres? No episódio de hoje, a gente vai te levar conosco pra Ilha do Marajó, no Pará. Vamos conhecer o projeto Empodera Marajoara, coordenado pela professora Lana Macedo, da UEPA, Universidade do Estado do Pará.
Nossa equipe atravessou o rio Guamá por duas horas e pouco até chegar no porto de Soure, na ilha do Marajó. De lá, chegamos no campus da UEPA em Salvaterra. Visitamos também o quilombo de Boa Vista, que foi uma das unidades atendidas pelo projeto.
Mais informações
Página do episódio
Transcrição do roteiro
Currículo lattes de Ana da Conceição Oliveira
Currículo lattes de Camila Claíde Souza do Vale
Currículo lattes de Carmelita de Fátima Amaral Ribeiro
Currículo lattes de Lana Claudia Macedo da Silva
Currículo lattes de Ramon Roberto de Jesus Barroso
Grupo Gênero, Feminismos e Sexualidades (GEFES)
Instagram do GEFES @gefesuepa
Universidade do Estado do Pará – Campus Salvaterra
Pesquisadoras citadas no episódio
Currículo lattes de Maria Luzia Miranda Álvares
Currículo lattes de Maria Páscoa Sarmento de Sousa
Referências
BARROSO, Ramon Roberto de Jesus; SILVA, Lana Claudia Macedo da. Gênero e sexualidade na educação brasileira em tempos de movimento escola sem partido. Revista Diversidade e Educação, v. 8, n.1, p. 427-451, 2020.
MAIA, Tatiana Cristina Vasconcelos; SILVA, Carlos Aldemir Farias da. Narrativas sobre a natureza na voz de crianças quilombolas da Ilha de Marajó. Revista Cocar, v. 19, n. 37, p. 1-15, 2023.
SILVA, Lana Claudia Macedo da; CARRERA, Ana Daniele Mendes. Em briga de marido e mulher a educação mete a colher: a atuação do profissional de pedagogia no centro de referência de atendimento à mulher em situação de violência. Cadernos de Gênero e Diversidade, v. 3, n. 1, p. 96-113, 2017.
SILVA, Lana Claudia Macedo da; LOPES, João Luiz da Silva. Gênero e sexualidade na educação: uma experiência com acadêmicas(os) do PARFOR em um município paraense. Revista Exitus, v. 13, p. 01-25, 2023.
SILVA, Lana Claudia Macedo da; VALE, Camila Claíde Souza do. Independência financeira, liberdade, autoconfiança e consciência coletiva: sentidos do empoderamento feminino. Gênero na Amazônia, n.25, p. 159-174, 2024.
SILVA, Lana Claudia Macedo da. Violência contra a mulher e educação: desafios e perspectivas da DEAM/Belém, Pará, Brasil. Seminário Internacional Fazendo Gênero 11 & 13th Women’s Worlds Congress, ISSN 2179-510X, , Florianópolis, 2017 (Anais Eletrônicos).
SILVA, Lana Claudia Macedo da. Trabalho e família na percepção de mulheres provedoras. Gênero na Amazônia, n.1, p. 61-83, 2012.
Materiais extras
GEPEM. A trama teórica de Nancy Fraser pelo olhar da Dra. Cristina Maneschy.
GEPEM. GEPEM ACONTECE.
Gepem-UFPA.
Núcleo de estudos interdisciplinares sobre a mulher (NEIM).
SARMENTO, Maria Páscoa; SOUZA, José Luiz. Quilombolas de Salvaterra, PA: malungagens, práticas de autogestão e conflitos nas batalhas contra a covid-19. Revista Terceira Margem Amazônia. v. 7, n. 17, p. 227-248, 2022.
ARUZZA, Cinza; BHATTACHARYA, Tithi; FRASER, Nancy. Feminismo para os 99%: Um Manifesto. São Paulo:Boitempo, 2019.
BEAUVOIR, Simone. O Segundo Sexo: fatos e mitos. Rio de Janeiro: Ed. Nova Fronteira, 1985.
BERTH, Joice. O que é empoderamento? Belo Horizonte: Letramento, 2018.
CARNEIRO, Sueli. Racismo, sexismo e desigualdades no Brasil. São Paulo: selo negro, 2011.
DAVIS, Ângela. Mulheres, raça e classe. São Paulo: Boitempo, 2017.
FOUCAULT, Michel. Microfísica do Poder. 24 edição. São Paulo: Edições Graal, 2007.
FREIRE, Paulo. Pedagogia do oprimido. 50. ed. São Paulo: Paz e Terra, 2011.
HOOKS, Bell. O feminismo é para todo mundo: políticas arrebatadoras. 8ª edição. Rosa dos tempos. Rio de Janeiro, 2019.
HOOKS, Bell. Ensinando a transgredir: a educação como prática da liberdade. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2013.
GOHN, Maria da Glória. Empoderamento e participação da comunidade em políticas sociais. Saúde e Sociedade. São Paulo, v. 13, n. 2, p.20-31, maio-ago, 2004.
RIBEIRO, Djamila. O que é lugar de fala? Editora Letramento. Belo Horizonte, 2017.
SARDENBERG, C. M. B. Conceituando “empoderamento” na perspectiva feminista. In: Seminário Internacional: Trilhas do Empoderamento de Mulheres, 1., 2006, Salvador. Anais eletrônicos. Salvador: UFBA, 2006.
Expediente
Apresentação: Daniela Manica e Fernanda Mariath
Entrevistadas: Lana Macedo, Ana Conceição Oliveira, Ramon Barroso, Sara Monteiro e Lídia Paraense
Transcrições das Entrevistas: Isabela Dantas
Roteiro: Daniela Manica
Revisão do Roteiro: Clarissa Reche
Entrevistas e Gravação: Daniela Manica, Tánia Perez-Bustos e Isabela Dantas
Montagem e edição do episódio: Gabriel Marçal
Revisão da transcrição do roteiro: Daniela Manica e Igor Pereira
Projeto de pesquisa: “Um mundaréu de histórias: Antropologia feminista da ciência e da Tecnologia da América Latina” (FAPESP)
Equipe do projeto de pesquisa: Daniela Manica, Clarissa Reche, Fernanda Mariath, Maxie Viana, Igor Pereira, Irene do Planalto Chemin, Gabriel Marçal de Pereira (Unicamp); Alejandra Roca (Universidad de Buenos Aires, Argentina); Tânia Pérez-Bustos (Universidade Nacional da Colômbia); Soraya Fleischer, Camila Anselmo, Irene do Planalto, Joana Amaral, Luana Ainoã, Rai Magalhães e Sabrina Neves (UnB).
Coordenação do projeto de pesquisa: Daniela Manica
Financiamento: FAPESP Processo No. 2022/05943-0
Música: “Já foi” de Janine Mathias
Imagem do header: Estandarte da Biblioteca Samaúma, na Escola Quilombo Boa Vista (PA). Fotografia de Lana Macedo, 2024.
Conteúdo do sítio eletrônico: Daniela Manica, Fernanda Mariath e Igor Pereira
Divulgação: Fernanda Mariath
Coordenação do Mundaréu: Daniela Manica
Agradecimentos: Lana Macedo, Ana Conceição Oliveira, Ramon Barroso, Sara Monteiro, Lídia Paraense, Carmelita Ribeiro, Lindiara dos Prazeres, Tania Perez-Bustos, Isabela Dantas
A grande maioria dos territórios quilombolas no Brasil ainda sofre com as questões de reconhecimento e de legitimidade, apesar de algumas políticas de demarcação e regularização territorial nos últimos anos. Quando legitimados pelo Estado brasileiro, ainda lidam com o abandono do poder público, que falha ao não oferecer infraestrutura mínima, como acesso a água, saúde e educação.
As comunidades remanescentes quilombolas, hoje, ocupam uma posição central na construção de um bem viver culturalmente adequado, principalmente pelas mulheres quilombolas, que são as protagonistas desses territórios. Neste episódio, apresentamos uma conversa que foi gravada em setembro de 2024, no Quilombo Córrego da Rocha, localizado no Vale do Jequitinhonha.
Conversamos com Flora Gonçalves e Cida Silva, e com muitas outras mulheres das comunidades locais, que contam da tristeza de conviver com a necropolítica que produz insegurança hídrica, entre tantos outros problemas. Falamos sobre os quilombos como lugares de memória, resistência e esperança, e sobre os desafios contemporâneos para conseguir assegurar direitos básicos à população quilombola.
Mais informações
Página do episódio
Transcrição completa do episódio
Currículo Lattes de Flora Rodrigues Gonçalves
Maria Aparecida Machado Silva, agricultora e trabalhadora rural
Quilombo Córrego do Rocha
Federação dos Trabalhadores na Agricultura de Minas Gerais
Referências
ALMEIDA, Mariléa. Devir quilomba: antirracismo, afeto e política nas práticas de mulheres quilombolas. São Paulo: Elefante, 2022.
GONÇALVES, Flora Rodrigues. “Para além do método”: entrevista-experiência com as mulheres quilombolas do Vale do Jequitinhonha, MG. In: Polyana Aparecida Valente. (Org.). História Oral e questões de saúde e ciência: Atravessamentos. 1ed. São Paulo: Letra e Voz, 2024, v. 1, p. 79-92.
GONÇALVES, Flora Rodrigues; CHAVES, Bráulio Silva; VALENTE, Polyana Aparecida. Interseccionalidade e Covid-19. Estudos de Sociologia, v. 29, p. 309-337, 2024.
GONÇALVES, F., Valente, P. A., & Mendes, C. R.. (2024). Da Lagoa do Boi Morto à Barragem da Toldinha: a água como elemento central para a construção de territórios sustentáveis e saudáveis no Médio Jequitinhonha. Saúde Em Debate, 48 (spe1), e8577.
GONÇALVES, Flora Rodrigues; Valente, P. A.; Machado, M. A.; Santos, C. A.. Saber Vence Demanda: a pandemia de Covid-19, quilombos e aglomerados urbanos e o protagonismo de mulheres líderes comunitárias. Boletim ESOCITE.BR. v.3, p.38, 2023. ISSN 2675-9764.
NEVES-SILVA, Priscila; SCHALL, Brunah; GONÇALVEZ, Flora Rodrigues; ALVES, Estela Macedo; DOS SANTOS, Sebastiana Rodrigues; VALENTE, Polyana Aparecida; PIMENTA, Denise Nacif; HELLER, Léo. Quilombola women from Jequitinhonha (Minas Gerais, Brazil) and access to water and sanitation in the context of COVID-19: a matter of human rights. Frontiers In Water, v. 6, p. 01-10, 2024
SCHALL, B.; GONÇALVES, Flora Rodrigues; VALENTE P. A.; CHAVES M; Silva, B.; PORTO, Paloma; MARINA, A.; PIMENTA, D. N. Gênero e Insegurança alimentar na pandemia de Covid-19 no Brasil: a fome na voz das mulheres. Ciência & Saúde Coletiva, v.1, p.1 – 10, 2022. ISSN 1678-4561
GOMES, Flávio dos Santos Gomes. Mocambos e Quilombos: uma história do campesinato negro no Brasil – 1ª Ed.- São Paulo: Claro Enigma, 2015
STENGERS, Isabelle. Uma outra ciência é possível: Manifesto por uma desaceleração das ciências. São Paulo: Editora Boitempo, 2023.
Materiais Extras
BARRENSE, Heloísa. Vale do Lítio: exploração do mineral de baterias gera preocupação em MG. UOL, 2024.
HERNÁNDEZ, M. O. As perspectivas sobre a exploração de lítio nos Andes bolivianos. Nexo Jornal, 2023.
MONTEIRO, Karla. Pobre cidade rica: a pequena Araçuaí, no Vale do Jequitinhonha, e a corrida pela riqueza do lítio. Revista Piauí, 2024.
Expediente
Apresentação: Irene do Planalto Chemin e Clarissa Reche
Entrevistadas: Flora Rodrigues Gonçalves, Maria Aparecida Machado Silva
Transcrições das Entrevistas: Igor Pereira
Roteiro: Daniela Manica e Flora Gonçalves
Revisão do Roteiro: Clarissa Reche
Entrevistas e Gravação: Irene do Planalto Chemin e Clarissa Reche
Montagem e edição do episódio: Gabriel Marçal
Revisão da transcrição do roteiro: Daniela Manica e Igor Pereira
Projeto de pesquisa: “Um mundaréu de histórias: Antropologia feminista da ciência e da Tecnologia da América Latina” (FAPESP)
Equipe do projeto de pesquisa: Daniela Manica, Clarissa Reche, Fernanda Mariath, Maxie Viana, Igor Pereira, Irene do Planalto Chemin, Gabriel Marçal de Pereira (Unicamp); Alejandra Roca (Universidad de Buenos Aires, Argentina); Tânia Pérez-Bustos (Universidade Nacional da Colômbia); Soraya Fleischer, Camila Anselmo, Irene do Planalto, Joana Amaral, Luana Ainoã, Rai Magalhães e Sabrina Neves (UnB).
Coordenação do projeto de pesquisa: Daniela Manica
Financiamento: FAPESP Processo No. 2022/05943-0
Música: “Já foi” de Janine Mathias
Imagem do header: Grafite de Priscila Amoni (2024) no Vale do Jequitinhonha, Minas Gerais. Fotografia tirada por Irene Chemin.
Conteúdo do sítio eletrônico: Daniela Manica
Divulgação: Fernanda Mariath
Coordenação do Mundaréu: Daniela Manica
Agradecimentos: Irene do Planalto Chemin, Clarissa Reche, Daniela Manica e a equipe do Mundaréu, Flora Gonçalves, Cida Machado Silva, Denise Nacif Pimenta, Comunidade Quilombola Córrego do Rocha, Polyana Valente, Lidiane Araújo, Dona Dulmira, Sueli, Seu Tião, Brunah Schall, Cleiton Mendes, Instituto René Rachou – Fiocruz Minas.
Imagina se a gente criasse uma rede social do zero e qualquer pessoa pudesse usar do jeito que quiser, modificar os algoritmos e até compartilhar de graça com outras pessoas?
Nesse episódio, conhecemos o movimento de software livre e outras tecnologias comunitárias, como a fotografia e as hortas. Quem compartilha poderes com a gente nesse episódio é a Isabella Aparecida, ela é fotógrafa, multiartista, estuda Ciências Sociais, faz parte do Núcleo de Consciência Negra da Unicamp e da Casa de Cultura Tainã.
Finalizando nossa série, aprendemos que os poderes de informação e o território ficam ainda mais potentes quando usados juntos.
Materiais extras
Transcrição do episódio
Currículo Lattes de Isabella Aparecida da Silva
Instagram de Isabella Aparecida
Site da Casa de Cultura Tainã
Referências
FARDIN, Sônia A. 2021. TC Silva: tecnologia e ancestralidade. In: Wenceslau Oliveira Jr.; Renata Soares da Luz (orgs.). Casa dos Saberes Ancestrais: diálogos com sabedorias africanas e afro-americanas. Campinas: BCCL/Unicamp, p.332-69.
HARAWAY, Donna. Manifesto ciborgue. Antropologia do ciborgue. Belo Horizonte: Autêntica, 2009.
LIPPOLD, W., & FAUSTINO, D. Colonialismo digital, racismo e acumulação primitiva de dados. Germinal: Marxismo E educação Em Debate, 14(2), 56–78, 2022.
Queremos saber, versão de Cássia Eller no álbum Acústivo MTV. 2001.
Efeitos sonoros e músicas
Orquestra Tambores de Aço – Nação Tainã. Canal do Youtube: Guto Fidalgo, publicado em 22 de jun. de 2009.
Baoba – Casa de Cultura Tainã. Canal do Youtube: Antonio Moreira, publicado em 29 de out. de 2014.
Expediente de produção:
Coordenação geral do Mundaréu: Daniela Manica
Coordenação da série “Conexão”: Irene do Planalto Chemin
Projeto de pesquisa: “Acessos e usos da internet por adolescentes” (PIBIC-EM/Unicamp)
Coordenação do projeto de pesquisa: Daniela Manica e Clarissa Reche
Apresentação: Geovana Luna dos Santos e Kauan Alves da Silveira Aristides
Pessoas entrevistadas: Isabella Aparecida da Silva
Entrevistadoras: Geovana Luna dos Santos, Irene do Planalto Chemin, Kauan Alves da Silveira Aristides, Raylane Souza de Moura, Samara Lopes de Oliveira e Veronica Martins Da Silva
Roteiro: Irene do Planalto Chemin, Geovana Luna dos Santos, Kauan Alves da Silveira Aristides, Raylane Souza de Moura, Samara Lopes de Oliveira e Veronica Martins Da Silva
Montagem e edição dos episódios: Irene do Planalto Chemin, Geovana Luna dos Santos, Kauan Alves da Silveira Aristides, Raylane Souza de Moura, Samara Lopes de Oliveira e Veronica Martins Da Silva
Transcrição completa do episódio: Irene do Planalto Chemin
Arte da série: Kauan Alves da Silveira Aristides, Raylane Souza de Moura e Clarissa Reche
Música tema da série: “Conexão Ancestral”, por Veronica Martins da Silva
Música extra: “Ameaça”, por Irene do Planalto Chemin
Sonoplastia: Irene do Planalto Chemin
Conteúdo do sítio eletrônico: Irene do Planalto Chemin
Imagem do header: Kauan Alves da Silveira Aristides
Divulgação: Fernanda Mariah (coordenação) e Equipe do Mundaréu
Parceria: Caminho do Som Consultoria (@caminhodosomconsultoria)
Financiamento: CNPq, CAPES e Unicamp
Agradecimentos: Agradecemos aos nossos convidados, a toda equipe do Mundaréu, a todos os funcionários do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo, a todos os professores, funcionários e estudantes da Escola Estadual Coriolano Monteiro, ao Grêmio Estudantil Racionais pela Mudança. Agradecemos também a Adriana Santos, Ana Luiza Noronha, Ana Paula Luna, André Fernandes, Bruno Cavalcanti, Daniel Draco, Jade Luz Ciconello, Josiane Bonfá Miccoli, Laísa Fernanda, Laís Fraga, Luiz Fernando da Silva Oliveira, Manuela Ganej, Marcos Antônio, Marta Mourão Kanashiro, Maurício Sgobin, Natália Luna, Pedro Ferreira, Renata Canova, Ronaldo José, Tayná Gonçalves e Viviane Chemin
Com o tanto de tecnologias digitais que temos à nossa volta, ou até dentro da gente, como não dizer que somos meio ciborgues?
No início de 2025, foi promulgada a Lei nº 15.100, que proíbe a utilização do celular nas escolas, com algumas exceções como usar o celular para fins pedagógicos. Foi uma grande mudança para os estudantes do ensino médio, pois durante toda a trajetória escolar os celulares estavam muito presentes. Nesse episódio, Samara Lopes e Raylane de Souza vão para uma escola pública de ensino médio de Campinas para conversar com estudantes do 3º ano e do Grêmio Estudantil sobre as experiências deles com celulares e outras tecnologias digitais.
Conversamos com Leonardo, Beatriz, Gabriel, Nicolas, Ananda, Jean, Rhayza e Gabriela sobre poderes tecnológicos, aplicativos educacionais como a Sala do Futuro, e sobre como fazer podcast é uma ótima forma de aprender sobre tecnologia.
Dá o play e vem fazer parte da nossa liga de ciborgues rastreadores de poderes tecnológicos!
Materiais extras
Transcrição do episódio
Instagram do Grêmio Estudantil Racionais pela Mudança
Referências
BRASIL. Lei nº 15.100, de 13 de janeiro de 2025. Diário Oficial da República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 14 jan. 2025.
CHEMIN, Irene do Planalto. “Aprender sobre a cultura e diversidade que existe na nossa escola”: produzindo e experimentando podcasts de Antropologia no ensino médio. 2023. 149 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Ciências Sociais) — Universidade de Brasília, Brasília, 2023b.
HARAWAY, Donna. Manifesto ciborgue. Antropologia do ciborgue. Belo Horizonte: Autêntica, 2009.
KAMINSKI, Márcia Regina; KLÜBER, Tiago Emanuel; BOSCARIOLI, Clodis. Pensamento computacional na educação básica: Reflexões a partir do histórico da informática na educação brasileira. Revista brasileira de informática na educação, v. 29, p. 604-633, 2021.
hooks, bell. Ensinando a transgredir: a educação como prática da liberdade. Tradução de Marcelo Brandão Cipolla. São Paulo: Editora WMF Martins Fontes, 2013.
PLASA, Victor Monteiro. Plataformas digitais em São Paulo: Sobrecarga docente, exclusão educacional e a resistência dos professores. Marx e Marxismo, 2025.
Efeitos sonoros e músicas
Satellite Sounds. Canal do Youtube: Ian The Space Nerd, publicado em 3 de mai. de 2021.
Expediente de produção:
Coordenação geral do Mundaréu: Daniela Manica
Coordenação da série “Conexão”: Irene do Planalto Chemin
Projeto de pesquisa: “Acessos e usos da internet por adolescentes” (PIBIC-EM/Unicamp)
Coordenação do projeto de pesquisa: Daniela Manica e Clarissa Reche
Apresentação: Raylane Souza de Moura e Samara Lopes de Oliveira
Pessoas entrevistadas: Ananda Evelyn Nascimento Martins, Gabriel de Castro Baltazar, Gabriela Bispo de Sousa, Jean Carlo Gonçalves Satiro da Silva, Leonardo de Lima Hora, Beatriz Soares de Aguilar, Nicolas Henrique Dias Araujo e Rhayza Nicolly Rodrigues Oliveira
Entrevistadoras: Raylane Souza de Moura, Samara Lopes de Oliveira e Irene do Planalto Chemin
Roteiro: Irene do Planalto Chemin, Geovana Luna dos Santos, Kauan Alves da Silveira Aristides, Raylane Souza de Moura, Samara Lopes de Oliveira e Veronica Martins Da Silva
Montagem e edição dos episódios: Irene do Planalto Chemin, Geovana Luna dos Santos, Kauan Alves da Silveira Aristides, Raylane Souza de Moura, Samara Lopes de Oliveira e Veronica Martins Da Silva
Transcrição completa do episódio: Irene do Planalto Chemin
Arte da série: Kauan Alves da Silveira Aristides, Raylane Souza de Moura e Clarissa Reche
Música tema da série: “Conexão Ancestral”, por Veronica Martins da Silva
Música extra: “Ameaça”, por Irene do Planalto Chemin
Sonoplastia: Irene do Planalto Chemin
Conteúdo do sítio eletrônico: Irene do Planalto Chemin
Imagem do header: Kauan Alves da Silveira Aristides
Divulgação: Fernanda Mariah (coordenação) e Equipe do Mundaréu
Parceria: Caminho do Som Consultoria (@caminhodosomconsultoria)
Financiamento: CNPq, CAPES e Unicamp
Agradecimentos: Agradecemos aos nossos convidados, a toda equipe do Mundaréu, a todos os funcionários do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo, a todos os professores, funcionários e estudantes da Escola Estadual Coriolano Monteiro, ao Grêmio Estudantil Racionais pela Mudança. Agradecemos também a Adriana Santos, Ana Luiza Noronha, Ana Paula Luna, André Fernandes, Bruno Cavalcanti, Daniel Draco, Jade Luz Ciconello, Josiane Bonfá Miccoli, Laísa Fernanda, Laís Fraga, Luiz Fernando da Silva Oliveira, Manuela Ganej, Marcos Antônio, Marta Mourão Kanashiro, Maurício Sgobin, Natália Luna, Pedro Ferreira, Renata Canova, Ronaldo José, Tayná Gonçalves e Viviane Chemin
Você acha que tá usando as redes sociais ou que tá sendo usado por elas?
As BigTechs criam simulações pra gente viver “cronicamente online”: feed infinito, filtro bonito, áudio acelerado. Apesar de ser meme, tem cientistas sociais como Bianca Cavichioli pesquisando sobre o que as pessoas consideram como cronicamente online, quais são as características e reflexos disso nos jovens. Também conversamos sobre as legislações relacionadas à internet com a cientista da computação Nina da Hora.
Se conecta com a gente, estamos rastreando poderes tecnológicos e queremos compartilhar tudo com você!
Materiais extras
Transcrição completa do episódio
Currículo Lattes de Bianca Cavichioli Schuermann de Barros
Currículo Lattes de Nina da Hora
Instituto Da Hora
Recod.ai – Laboratório de Inteligência Artificial do Instituto de Computação da Unicamp
Programa de Política Científica e Tecnológica do Instituto de Geociências da Unicamp
Instagram de Nina da Hora
Podcast Ogunhê
Referências
BRASIL. Lei nº 12.965, de 23 de abril de 2014. Dispõe sobre o Marco Civil da Internet. Brasília, DF, 2014.
BRUNO, F. G., BENTES, A. C. F., FALTAY, P. Economia psíquica dos algoritmos e laboratório de plataforma: mercado, ciência e modulação do comportamento. Revista FAMECOS, 26(3), e33095. 2019.
Computadores Fazem Arte, de Nação Zumbi. Álbum: Da Lama ao Caos, 1993.
DELEUZE, Gilles; GUATTARI, Félix. Balanço-programa para máquinas desejantes. In: O anti-Édipo: capitalismo e esquizofrenia 1. (Trad.: Luiz B. Orlandi) São Paulo E.34, pp.507- 34, 2010.
KANASHIRO, M. M.; CAVICHIOLI SCHUERMANN DE BARROS, B. Cronicamente online: um jogo de forças entre permanência nas redes e ubiquidade das TICs. ILUMINURAS, Porto Alegre, v. 25, n. 69, p. 195–216, 2024.
Print, de Edgar
SOLAGNA, Fabrício; DE SOUZA, Rebeca Hennemann Vergara; LEAL, Ondina Fachel. Quando o ciberespaço faz as suas leis: o processo do marco civil da internet no contexto de regulação e vigilância global. Vivência: Revista de Antropologia, v. 1, n. 45, 2015.
Efeitos sonoros e músicas
Piano Romantic, por Paul Yudin, Creative Commons.
Meme “Natureza sagrada”
Meme “Cronicamente online”
Meme “Ratters”
Meme “Eu joguei várias fake news”
Meme “A internet caiu!”
Meme “Go Touch Grass”
Meme “Slay!”
Meme “Já amei que o celular é samsung”
Expediente de produção:
Coordenação geral do Mundaréu: Daniela Manica
Coordenação da série “Conexão”: Irene do Planalto Chemin
Projeto de pesquisa: “Acessos e usos da internet por adolescentes” (PIBIC-EM/Unicamp)
Coordenação do projeto de pesquisa: Daniela Manica e Clarissa Reche
Apresentação: Raylane Souza de Moura e Veronica Martins Da Silva
Pessoas entrevistadas: Bianca Cavichioli e Nina da Hora
Entrevistadoras: Geovana Luna dos Santos, Irene do Planalto Chemin, Kauan Alves da Silveira Aristides, Raylane Souza de Moura, Samara Lopes de Oliveira e Veronica Martins Da Silva
Roteiro: Irene do Planalto Chemin, Geovana Luna dos Santos, Kauan Alves da Silveira Aristides, Raylane Souza de Moura, Samara Lopes de Oliveira e Veronica Martins Da Silva
Montagem e edição dos episódios: Irene do Planalto Chemin, Geovana Luna dos Santos, Kauan Alves da Silveira Aristides, Raylane Souza de Moura, Samara Lopes de Oliveira e Veronica Martins Da Silva
Transcrição completa do episódio: Irene do Planalto Chemin
Arte da série: Kauan Alves da Silveira Aristides, Raylane Souza de Moura e Clarissa Reche
Música tema da série: “Conexão Ancestral”, por Veronica Martins da Silva
Música extra: “Ameaça”, por Irene do Planalto Chemin
Sonoplastia: Irene do Planalto Chemin
Conteúdo do sítio eletrônico: Irene do Planalto Chemin
Imagem do header: Kauan Alves da Silveira Aristides
Divulgação: Fernanda Mariah (coordenação) e Equipe do Mundaréu
Parceria: Caminho do Som Consultoria (@caminhodosomconsultoria)
Financiamento: CNPq, CAPES e Unicamp
Agradecimentos: Agradecemos aos nossos convidados, a toda equipe do Mundaréu, a todos os funcionários do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo, a todos os professores, funcionários e estudantes da Escola Estadual Coriolano Monteiro, ao Grêmio Estudantil Racionais pela Mudança. Agradecemos também a Adriana Santos, Ana Luiza Noronha, Ana Paula Luna, André Fernandes, Bruno Cavalcanti, Daniel Draco, Jade Luz Ciconello, Laísa Fernanda, Laís Fraga, Manuela Ganej, Marcos Antônio, Marta Mourão Kanashiro, Maurício Sgobin, Natália Luna, Pedro Ferreira, Renata Canova, Ronaldo José, Tayná Gonçalves e Viviane Chemin
Você sabe quem foi a primeira pessoa a desenvolver algoritmos computacionais?
Nesse episódio, Veronica Martins e Geovana Luna explicam o que são hardwares e softwares para te mostrar que os algoritmos parecem invisíveis, mas são resultado de processos visíveis de desenvolvimento e programação. Eles evoluíram de máquinas mecânicas simples para sistemas complexos que aprendem e se adaptam. Entrevistamos Nina da Hora para entender melhor como funcionam os algoritmos, especialmente o funcionamento do TikTok.
Nina da Hora é cientista da computação, mestrande em Política Científica e Tecnológica e em Inteligência Artificial, ambos na Unicamp. Fundadore do Instituto Da Hora, um laboratório de resistência tecnológica, atua em conselhos de tecnologia e segurança digital no Brasil e no mundo.
Se conecta com a gente, estamos rastreando poderes tecnológicos e queremos compartilhar tudo com você!
Materiais extras
Transcrição completa do episódio
Currículo Lattes de Nina da Hora
Instituto Da Hora
Recod.ai – Laboratório de Inteligência Artificial do Instituto de Computação da Unicamp
Programa de Política Científica e Tecnológica do Instituto de Geociências da Unicamp
Instagram de Nina da Hora
Podcast Ogunhê
Episódio #21 – Todo laboratório é sobre pessoas do Mundaréu
Referências
A Máquina de Charles Babbage. Produzido pelo Instituto Federal do Rio Grande do Norte – Campus Caicó. Canal do Youtube: Nildo Queiroz. Publicado em: 9 de abr. de 2018.
KITTLER, Friedrich A.; JOHNSTON, John. There is no software. In: Literature, media, information systems. Routledge, 2013. p. 147-155.
MARTINS, Maria do Carmo. Ada Lovelace: a primeira programadora da história. Correios dos Açores, 2016.
O SENHOR DOS ANÉIS: A sociedade do anel. Direção: Peter Jackson. Produção: Barrie M. Osborne, Peter Jackson, Fran Walsh, Tim Sanders. Elenco: Elijah Wood, Ian McKellen, Viggo Mortensen, Orlando Bloom. Estados Unidos: New Line Cinema, 2001.
REIS, Julio CS et al. Desinformação em plataformas digitais: Conceitos, abordagens tecnológicas e desafios. Sociedade Brasileira de Computação, 2023.
Instituto Democracia em Xeque. TikTok nas eleições municipais de 2024 no Brasil:
campanhas eleitorais e manipulação informativa. São Paulo, 2024.
Efeitos sonoros e músicas
String Quartet No. 42 in C major, Op. 54, No. 2, Hob. III:57 – III. Minuet allegretto – Trio, composta por Joseph Haydn, performance por The Danish String Quartet, disponível em Creative Commons 3.0
Say So, de Doja Cat
Tá Ok, de Dennis e Kevin O Chris
Expediente de produção
Coordenação geral do Mundaréu: Daniela Manica
Coordenação da série “Conexão”: Irene do Planalto Chemin
Projeto de pesquisa: “Acessos e usos da internet por adolescentes” (PIBIC-EM/Unicamp)
Coordenação do projeto de pesquisa: Daniela Manica e Clarissa Reche
Apresentação: Geovana Luna dos Santos e Veronica Martins Da Silva
Pessoas entrevistadas: Nina da Hora
Entrevistadoras: Geovana Luna dos Santos, Irene do Planalto Chemin, Kauan Alves da Silveira Aristides, Raylane Souza de Moura, Samara Lopes de Oliveira e Veronica Martins Da Silva
Roteiro: Irene do Planalto Chemin, Geovana Luna dos Santos, Kauan Alves da Silveira Aristides, Raylane Souza de Moura, Samara Lopes de Oliveira e Veronica Martins Da Silva
Montagem e edição dos episódios: Irene do Planalto Chemin, Geovana Luna dos Santos, Kauan Alves da Silveira Aristides, Raylane Souza de Moura, Samara Lopes de Oliveira e Veronica Martins Da Silva
Transcrição completa do episódio: Irene do Planalto Chemin
Arte da série: Kauan Alves da Silveira Aristides, Raylane Souza de Moura e Clarissa Reche
Músicas tema da série: “Conexão” e “Ancestral”, por Veronica Martins da Silva
Música extra: “Ameaça”, por Irene do Planalto Chemin
Sonoplastia: Irene do Planalto Chemin
Conteúdo do sítio eletrônico: Irene do Planalto Chemin
Imagem do header: Kauan Alves da Silveira Aristides
Divulgação: Fernanda Mariah (coordenação) e Equipe do Mundaréu
Parceria: Caminho do Som Consultoria (@caminhodosomconsultoria)
Financiamento: CNPq, CAPES e Unicamp
Agradecimentos: Agradecemos aos nossos convidados, a toda equipe do Mundaréu, a todos os funcionários do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo, a todos os professores, funcionários e estudantes da Escola Estadual Coriolano Monteiro, ao Grêmio Estudantil Racionais pela Mudança. Agradecemos também a Adriana Santos, Ana Luiza Noronha, Ana Paula Luna, André Fernandes, Bruno Cavalcanti, Daniel Draco, Jade Luz Ciconello, Laísa Fernanda, Laís Fraga, Marcos Antônio, Marta Mourão Kanashiro, Maurício Sgobin, Natália Luna, Pedro Ferreira, Renata Canova, Ronaldo José, Tayná Gonçalves e Viviane Chemin
Cada pessoa tem seus ancestrais… e as tecnologias talvez tenham seus ancestrais também.
No primeiro episódio, Samara Lopes e Kauan Alves vão rastrear a história do primeiro gravador de áudio e acabam por refletir sobre suas próprias ancestralidades. Convidamos o Pedro Anansi e a Yalasé Fabiana D’Óxossi para nos contarem suas perspectivas sobre tecnologias ancestrais.
Pedro Anansi é mestre em Divulgação Científica e Cultural, pedagogo, idealizador do Anansi.Lab, um laboratório de letramento racial transmídia. E a Yalasé Fabiana D’Óxossi é herdeira da comunidade tradicional Ilè Axé Obà Adàkèdàjò Omì Aladó, psicoterapeuta há mais de 10 anos, com especialidade na temática do racismo e da saúde mental de terreiro.
Se conecta com a gente, estamos rastreando poderes tecnológicos e queremos compartilhar tudo com você!
Materiais extras
Transcrição do episódio
Instagram do Centro Cultural Omí Aladò
Site do Ilé Asé Obá Adákédájó Omí Aladò
Página de Yalase Fabiana D’Óxossi
Currículo Lattes de Pedro Augusto Dias dos Santos
Revista Sikudhani
Anansi.lab – Letramento racial transmídia
Site da Casa de Cultura Tainã
Referências
FARDIN, Sônia A. 2021. TC Silva: tecnologia e ancestralidade. In: Wenceslau Oliveira Jr.; Renata Soares da Luz (orgs.). Casa dos Saberes Ancestrais: diálogos com sabedorias africanas e afro-americanas. Campinas: BCCL/Unicamp, p.332-69.
A invenção do Fonógrafo [Como gravar a voz com uma agulha ??]. Canal do Youtube: Invenções na História. Publicado em 30 de jul. de 2020.
Efeitos sonoros e músicas
Waltz in A minor, B 150, composta por Frédéric Chopin, performance por Aya Higuchi, disponível em Creative Commons CC0 1.0
The Fifth Regiment March, performance por Issler’s Orchestra. Formato da gravação: Cilindro de parafina amarela de Edison. Gravado em março de 1889. Disponível em Thomas Edison National Historical Park.
Gravação original de Fonógrafo de Edson em folha de lata, gravado em 1877.
Demonstração de fonógrafo de Edson, em folha de estanho, gravado em 1878.
Take the A train, performance por Duke Ellington e orquestra, gravado em 1941. Disponível no Internet Archive.
Oslodum, composta por Gilberto Gil, álbum O Sol de Oslo, lançado em 1998. Disponível em Creative Commons.
Base de Funk Bolha Levada, produzida por DJ Criolo, lançada em 2016.
Expediente de produção:
Coordenação geral do Mundaréu: Daniela Manica
Coordenação da série “Conexão”: Irene do Planalto Chemin
Projeto de pesquisa: “Acessos e usos da internet por adolescentes” (PIBIC-EM/Unicamp)
Coordenação do projeto de pesquisa: Daniela Manica e Clarissa Reche
Apresentação: Kauan Alves da Silveira Aristides e Samara Lopes de Oliveira
Pessoas entrevistadas: Yalasé Fabiana Grande e Pedro Augusto Dias dos Santos
Entrevistadoras: Geovana Luna dos Santos, Irene do Planalto Chemin, Kauan Alves da Silveira Aristides, Raylane Souza de Moura, Samara Lopes de Oliveira e Veronica Martins Da Silva
Roteiro: Irene do Planalto Chemin, Geovana Luna dos Santos, Kauan Alves da Silveira Aristides, Raylane Souza de Moura, Samara Lopes de Oliveira e Veronica Martins Da Silva
Montagem e edição dos episódios: Irene do Planalto Chemin, Geovana Luna dos Santos, Kauan Alves da Silveira Aristides, Raylane Souza de Moura, Samara Lopes de Oliveira e Veronica Martins Da Silva
Transcrição completa do episódio: Irene do Planalto Chemin
Arte da série: Kauan Alves da Silveira Aristides, Raylane Souza de Moura e Clarissa Reche
Músicas tema da série: “Conexão” e “Ancestral”, por Veronica Martins da Silva
Sonoplastia: Irene do Planalto Chemin
Conteúdo do sítio eletrônico: Irene do Planalto Chemin
Imagem do header: Kauan Alves da Silveira Aristides
Divulgação: Fernanda Mariah (coordenação) e Equipe do Mundaréu
Parceria: Caminho do Som Consultoria (@caminhodosomconsultoria)
Financiamento: CNPq, CAPES e Unicamp
Agradecimentos: Agradecemos aos nossos convidados, a toda equipe do Mundaréu, a todos os funcionários do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo, a todos os professores, funcionários e estudantes da Escola Estadual Coriolano Monteiro, ao Grêmio Estudantil Racionais pela Mudança. Agradecemos também a Adriana Santos, Ana Luiza Noronha, Ana Paula Luna, André Fernandes, Bruno Cavalcanti, Daniel Draco, Jade Luz Ciconello, Laísa Fernanda, Laís Fraga, Marcos Antônio, Marta Mourão Kanashiro, Maurício Sgobin, Natália Luna, Pedro Ferreira, Renata Canova, Ronaldo José, Tayná Gonçalves e Viviane Chemin
Existe alguma tecnologia na sua família que é passada há várias gerações? E se a gente tiver deixando de ser humanos e virando ciborgues? Ou até simulações digitais?
Chegou a série de podcast que vai transformar nossa visão sobre as tecnologias! Conexão é a mais nova série do Mundaréu, feita para e por adolescentes. Serão 5 episódios onde vamos rastrear poderes tecnológicos, como a invisibilidade, a simulação e a informação. Conversamos com vários pesquisadores e estudantes e fomos nos tornando cada vez mais poderosos e tecnológicos! Queremos compartilhar tudo com você!
Então fica conectade com a gente!
Transcrição do Teaser.
Expediente de produção:
Coordenação geral do Mundaréu: Daniela Manica
Coordenação da série “Conexão”: Irene do Planalto Chemin
Projeto de pesquisa: “Acessos e usos da internet por adolescentes” (PIBIC-EM/Unicamp)
Coordenação do projeto de pesquisa: Daniela Manica e Clarissa Reche
Equipe do projeto de pesquisa: Geovana Luna dos Santos, Irene do Planalto Chemin, Kauan Alves da Silveira Aristides, Raylane Souza de Moura, Samara Lopes de Oliveira, Veronica Martins Da Silva, Fernanda Mariath, Daniela Manica e Clarissa Reche.
Pessoas entrevistadas: Ananda Evelyn Nascimento Martins, Beatriz Soares de Aguilar, Bianca Cavichioli, Yalasé Fabiana Grande, Gabriel de Castro Baltazar, Gabriela Bispo de Sousa, Isabella Aparecida, Jean Carlo Gonçalves Satiro da Silva, Leonardo de Lima Hora, Nicolas Henrique Dias Araujo, Nina da Hora, Pedro Augusto Dias dos Santos e Rhayza Nicolly Rodrigues Oliveira
Entrevistadoras: Geovana Luna dos Santos, Irene do Planalto Chemin, Kauan Alves da Silveira Aristides, Raylane Souza de Moura, Samara Lopes de Oliveira e Veronica Martins Da Silva
Roteiro: Irene do Planalto Chemin, Geovana Luna dos Santos, Kauan Alves da Silveira Aristides, Raylane Souza de Moura, Samara Lopes de Oliveira e Veronica Martins Da Silva
Montagem e edição dos episódios: Irene do Planalto Chemin, Geovana Luna dos Santos, Kauan Alves da Silveira Aristides, Raylane Souza de Moura, Samara Lopes de Oliveira e Veronica Martins Da Silva
Transcrição completa do episódio: Irene do Planalto Chemin
Arte da série: Kauan Alves da Silveira Aristides, Raylane Souza de Moura e Clarissa Reche
Músicas tema da série: “Conexão” e “Ancestral”, por Veronica Martins da Silva
Música extra: “Ameaça”, por Irene do Planalto Chemin
Sonoplastia: Irene do Planalto Chemin
Montagem do teaser: Geovana Luna dos Santos e Irene do Planalto Chemin
Conteúdo do sítio eletrônico: Irene do Planalto Chemin
Imagem do header: Geovana Luna dos Santos, Irene do Planalto Chemin, Kauan Alves da Silveira Aristides, Raylane Souza de Moura, Samara Lopes de Oliveira, Veronica Martins Da Silva e Clarissa Reche
Divulgação: Fernanda Mariah (coordenação) e Equipe do Mundaréu
Parceria: Caminho do Som Consultoria (@caminhodosomconsultoria).
Financiamento: CNPq, CAPES e Unicamp
Agradecimentos: Agradecemos aos nossos convidados, a toda equipe do Mundaréu, a todos os funcionários do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo, a todos os professores, funcionários e estudantes da Escola Estadual Coriolano Monteiro, ao Grêmio Estudantil Racionais pela Mudança. Agradecemos também a Adriana Santos, Ana Luiza Noronha, Ana Paula Luna, André Fernandes, Bruno Cavalcanti, Daniel Draco, Jade Luz Ciconello, Laísa Fernanda, Laís Fraga, Marcos Antônio, Marta Mourão Kanashiro, Maurício Sgobin, Natália Luna, Pedro Ferreira, Renata Canova, Ronaldo José, Tayná Gonçalves, Viviane Chemin
Nos conte o que achou: podcastmundareu@gmail.com
Como a produção de conhecimento científico pode se inspirar no trabalho cuidadoso de bordadeiras e artesãs? O que significa fazer um trabalho científico cuidadoso? Como fazer pesquisa feminista sobre ciência e tecnologia? Nessa pesquisa que fizemos nos últimos dois anos, a gente está em busca de antropólogas que pesquisem ciência e tecnologia de uma perspectiva feminista. Encontramos muitas antropólogas feministas, antropólogas que pesquisam ciência e algumas que trabalham com tecnologia. Mas a verdade é que bem poucas fazem esse cruzamento entre perspectivas feministas e a ciência e tecnologia como a professora Tania Pérez-Bustos, que é parte do Mundaréu e coordenou junto da professora Daniela Manica a produção desta série.
Nesse episódio, você vai ouvir sobre a pesquisa da Tania, que é professora da Escola de Estudos de Gênero da Universidade Nacional da Colômbia e é referência no pensamento feminista latinoamericano. Ela trabalha a partir das interpelações que as tecnologias têxteis nos colocam, e suas interfaces com os temas de cuidado e perspectivas feministas. Para essa conversa, ela trouxe Isabel González Arango, antropóloga, ativista feminista e com especialização em Direitos Humanos e Direito Internacional Humanitário.
Tania e Isabel nos convidaram para acompanhar uma atividade de pesquisa e ativismo muito bonita, que se chamou “Manifestando el cuidado”. Foi uma atividade que aconteceu no Parque Nacional, em Bogotá. Elas desenvolveram esse trabalho junto com uma coletiva feminista chamada Miércoles de Chicas, algo como “quartas feiras das garotas”, e um apelido, ou segundo nome, de Ardidas, com uma logo que é uma paródia da marca comercial Adidas, mas que dá a ela uma conotação feminista incendiária. Com a leitura coletiva desse manifesto durante essa atividade, encerramos a série Mundaréu na Colômbia! Vem com a gente escutar sobre a antropologia e as mobilizações feministas colombianas?
Mais informações:
Página do episódio
Transcrição completa do episódio
Site de Tania Pérez-Bustos
Página de Tania Pérez-Bustos no Academia.Edu e Linkedin
Currículo de Isabel González-Arango
Página de Isabel González-Arango no ORCID
Escola de Estudos de Gênero da Universidade Nacional da Colômbia
Artesanal Tecnológica
Página do projeto Ativismos têxteis em tempos de pandemia
Costurando um mundaréu de relatos
Museu Maloka
Asociación de víctimas por la paz y la esperanza de Sonsón
Biblioteca do Parque Nacional
Miércoles de Chicas al 8M
SINTRAHIN – Sindicato de Trabajadoras del Hogar Independientes
Archivo Digital de Textiles Testimoniales del Conflicto Armado en Colombia
Materiais extras:
DE LA BELLACASA, Maria Puig. Matters of care in technoscience: Assembling neglected things. Social Studies of Science, v. 41, n. 1, p. 85–106, 2011.
GONZÁLEZ-ARANGO, Isabel Cristina; VILLAMIZAR-GELVES, Adriana Marcela; CHOCONTÁ-PIRAQUIVE, Alexandra; et al. Pedagogías textiles sobre el conflicto armado en Colombia: activismos, trayectorias y transmisión de saberes desde la experiencia de cuatro colectivos de mujeres en Quibdó, Bojayá, Sonsón y María La Baja. Revista de Estudios Sociales, n. 79, p. 126–144, 2022.
MEDINA, Eden; DA COSTA MARQUES, Ivan; HOLMES, Christina (Orgs.). Beyond Imported Magic: Essays on Science, Technology, and Society in Latin America. Cambridge: The MIT Press, 2014.
PÉREZ-BUSTOS, Tania; BELLO-TOCANCIPÁ, Andrea. Thinking methodologies with textiles, thinking textiles as methodologies in the context of transitional justice. Qualitative Research, v. 24, n. 5, p. 1121–1141, 2024.
PÉREZ-BUSTOS, Tania; GONZÁLEZ ARANGO, Isabel; JARAMILLO-GÓMEZ, Olga Elena; et al. Haceres textiles para inventarse la vida en medio del conflicto armado colombiano. Estudios Atacameños, v. 68, p. e4474, 2022.
PÉREZ-BUSTOS, Tania; GONZÁLEZ-ARANGO, Isabel; GÓMEZ-GÓMEZ, Sylvia. A body, a collective mass, a clothesline. A textile analysis of a collage to understand the Estallido social in Colombia. Tapuya: Latin American Science, Technology and Society, v. 7, n. 1, p. 2346107, 2024.
Expediente:
Apresentação: Daniela Manica
Cientistas entrevistadas: Tania Pérez-Bustos e Isabel González-Arango
Cientistas entrevistadoras: Irene do Planalto Chemin, Daniela Manica e Clarissa Reche
Transcrição: Daniela Manica e Maxie Viana
Transcrição musical: Maxie Viana
Roteiro: Daniela Manica e Fernanda Mariath
Revisão do roteiro: Igor Pereira e Daniela Manica
Edição: Gabriel Marçal
Projeto de pesquisa: “Um mundaréu de histórias: Antropologia feminista da ciência e da Tecnologia da América Latina” (FAPESP)
Equipe do projeto de pesquisa: Daniela Manica, Clarissa Reche, Fernanda Mariath, Irene do Planalto Chemin, Igor Pereira, Maxie Viana, Gabriel Marçal de Pereira (Unicamp); Soraya Fleischer (Universidade de Brasília); Alejandra Roca (Universidad de Buenos Aires, Argentina); Tania Pérez-Bustos (Universidade Nacional da Colômbia).
Coordenação do projeto de pesquisa: Daniela Manica
Financiamento: FAPESP Processo No. 2022/05943-0
Música: Bruja de La Perla
Imagem do header: Vulvaridad, criado por Bordark, Amapola, Casa Manos, Miércules de Chicas y varias manos amigas, 2022. Foto de Clarissa Reche
Conteúdo do sítio eletrônico: Fernanda Mariath e Daniela Manica
Divulgação: Fernanda Mariath
Coordenação da série: Daniela Manica e Tania Pérez-Bustos
Coordenação do Mundaréu: Daniela Manica
Agradecimentos: Tania Pérez-Bustos, Isabel Gonzales, Miércoles de Chicas, Irene do Planalto Chemin e Clarissa Reche. FAPESP, Unicamp e CNPQ.





















obrigado pelo programa. bom acompanhar a evolução do mundaréu..adorei o inhame e interlocução das duas
15:00 min 👏👏 aee punk rock hardcore!!
obrigado pelo episódio pessoal! o melhor que ouvi desde que comecei a escutar o podcast há uns 2 ou 3 meses.. eu faço bacharelado aqui na univasf no Piauí. tô no sexto período, mas a minha sensação é que não sei e não entendo o que é a antropologia até hoje. rsrs
Sensacional!
O que dizer desse podcast que nem estreiou e eu já amo?