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WW – William Waack
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O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Edson Fachin, disse não ter previsão para votar a ação do PT de 2021 que restringe delações premiadas. A declaração vem no momento em que os principais envolvidos nos escandâlos do INSS e Master negociam colaborações em troca de redução de penas. A analista de Política da CNN Jussara Soares e Flávia Maia, analista de Judiciário do Jota, debatem o assunto.
Na sua fúria épica, Donald Trump não parece ter conseguido até aqui o que queria. O odiado regime teocrático do Irã continua lá, mesmo depois de ter tomado uma histórica surra militar, e continua praticando o histórico fechamento do Estreito de Ormuz. A fúria de Trump volta-se agora para os tradicionais aliados da Otan, enquanto ainda não sabe se volta ou não a bombardear ou até invadir o Irã, o que parece depender mais de Israel do que da própria superpotência. No episódio, movimentações entre governo federal e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), e a avaliação de subsídios a fertilizantes foram temas do debate. O âncora da CNN William Waack, Caio Junqueira, analista de Política, Daniel Rittner, diretor editorial de Brasília, Lourival Sant'Anna, analista de Internacional, Marcos Jank, coordenador do Insper Agro Global, e Leonardo Mattos, professor da Escola de Guerra Naval, participam da discussão.
O STF (Supremo Tribunal Federal) ouviu, nesta quarta-feira (8), uma das mais duras críticas à maneira como está enfrentando uma crise política e de credibilidade. Veio do presidente Lula (PT), que já deixou claro em público, mais de uma vez, que seu terceiro mandato é devido em boa parte ao Supremo. Mas hoje, deixou claro que a Corte é uma ameaça para obter um eventual quarto mandato. E a culpa disso é do ministro Alexandre de Moraes, que Lula já tratou como salvador da democracia. O âncora da CNN William Waack, Caio Junqueira, analista de Política, e Daniel Rittner, diretor editorial de Brasília debatem o tema. Sobre a suspensão da taxa de exportação de petróleo, Adriano Pires, diretor do Centro Brasileiro de Infraestrutura, participa da conversa. Sobre a guerra no Oriente Médio, Lourival Sant'Anna, analista de Internacional, e Augusto Teixeira, professor de Relações Internacionais da UFPB, comentam o assunto.
Trump recuou, mas o estrago ficou. A ameaça de acabar com o Irã como civilização foi pior do que um crime, foi um erro. Mas essa seria uma abordagem cínica da questão, cuja principal dimensão é moral, disse, nesta terça-feira (7), o papa Leão XIV. Fora a violação do direito internacional e dos princípios de geopolítica. É imoral ameaçar destruir a base da existência de milhões de civis inocentes. O âncora da CNN William Waack, Lourival Sant'Anna, analista de Internacional, Carlos Frederico Coelho, professor de Relações Internacionais da PUC-Rio e da Eceme, e Danny Zahreddine, Professor de Relações Internacionais da PUC Minas, debatem o tema.
A localização geográfica do Irã concede ao país o controle de um dos mais importantes pontos de estrangulamento da economia mundial: o Estreito de Ormuz. E a não ser que o presidente americano, Donald Trump, faça o Irã deixar de existir, o país continua lá, fechando o tal do estreito sem ter que afundar um só navio que passe por ali. Hoje, o Irã tem mais força geopolítica do que no início da guerra. No Brasil, o governo anuncia medidas para alta dos combustíveis. O âncora da CNN William Waack, Caio Junqueira, analista de Política, Daniel Rittner, diretor editorial de Brasília, Leonardo Barreto, sócio da consultoria Think Policy, Lourival Sant'Anna, analista de Internacional, e Thiago de Aragão, CEO da Arko Advice International, debatem os tema.
A renomada jornalista e historiadora americana Anne Applebaum, ganhadora do Prêmio Pulitzer, é a convidada de William Waack no WW Especial.
Dois caças dos Estados Unidos foram abatidos pelo Irã. O piloto de um deles já foi resgatado, enquanto o outro continua desaparecido, com recompensa prometida por Teerã para quem o capturar. O incidente demonstra que o Irã mantém capacidade militar significativa e está disposto a impor mais custos aos Estados Unidos. O discurso de um conflito curto não se sustenta mais diante de uma dinâmica que aponta não só para uma escalada, mas também para um prolongamento do confronto. A âncora da CNN e analista de Economia Thais Herédia, Sandro Teixeira Moita, professor de Ciências Militares da Eceme, Carlos Poggio, professor de Ciência Política do Berea College, e Rodrigo Zeidan, professor da NYU Shanghai e da FDC, debatem o tema.
Uma nova rodada de tensão entre Brasil e Estados Unidos começa a ganhar forma no cenário internacional. Após um período marcado por afinidades entre Lula e Trump, no qual muito se falou sobre a química existente na relação entre os dois líderes, o governo americano volta a criticar o Brasil em temas considerados sensíveis como o pix, a chamada 'taxa das blusinhas' e a regulação de redes sociais. A âncora da CNN e analista de Economia, Thais Herédia, Roberto Azevedo, ex-diretor-geral da OMC, Roberto Dumas, professor de Economia do Insper, Larissa Rodrigues, analista de Política, e Roberto Castello Branco, ex-presidente da Petrobras, debatem o tema.
O resto do mundo tem dificuldades em entender as razões que levaram Donald Trump a entrar em guerra contra o Irã. Resto do mundo menos Israel, bem entendido, que sabe muito bem o que lhe interessa e o que lhe serve nesse conflito. Também nos Estados Unidos há uma grande dificuldade em entender, justificar e apoiar a ação militar ordenada por Trump e essas dificuldades se expandem também pelo Partido Republicano e um pouquinho até no movimento MAGA, que em geral considera genial qualquer coisa que Trump faça ou diga. Houve também o pronunciamento do presidente americano sobre o conflito no Oriente Médio. O âncora da CNN William Waack, Lourival Sant'Anna, analista de Internacional, Fernando Brancoli, professor de Geopolítica da UFRJ, e Daniel Rittner, diretor editorial de Brasília, debatem o tema.
O presidente americano Donald Trump disse na terça-feira (31) que a guerra contra o Irã deve durar de duas a três semanas. Trump está agora diante de uma opção muito ruim e outra péssima. A ruim é sair de lá rápido e deixar no lugar um regime, o iraniano, que aprendeu a usar a posição geográfica como grande arma. A péssima é escalar a guerra com o emprego de tropas para ocupar partes do território iraniano, o que significa prolongar, por tempo indefinido, uma situação que já cobra um preço altíssimo, em todos os sentidos, inclusive dentro dos Estados Unidos. O âncora da CNN William Waack, Thaís Herédia, analista de Economia, Caio Junqueira, analista de Política, Daniel Rittner, diretor editorial de Brasília, Jean Castro, CEO da Vector Relações Governamentais, Lourival Sant'Anna, analista de Internacional, e Danny Zahreddine, professor de Relações Internacionais da PUC Minas, debatem o tema.
Com o anúncio oficial de Ronaldo Caiado como pré-candidato do PSD, temos o começo de um desenho mais nítido do grid das eleições presidenciais de outubro. Governador de Goiás, Caiado é o terceiro nome com alguma expressão nas pesquisas, até aqui amplamente dominadas por Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Em uma corrida descrita como campeonato de rejeições, o eixo Lula-Bolsonaro parece sobreviver a alternativas. O âncora da CNN William Waack, Caio Junqueira, analista de política, Daniel Rittner, diretor editorial de Brasília, Sergio Denicoli, CEO da AP Exata e cientista de dados, e Cristiano Noronha, vice-presidente da Arko Advice, debatem o tema. Sobre a situação no Oriente Médio, Lourival Sant'Anna, analista de Internacional da CNN, Michel Gherman, coordenador do núcleo de Estudos Judaicos da UFRJ, e Carlos Gustavo Poggio, professor de Ciência Política do Berea College, participam da discussão.
O tema do programa é: O que vai decidir as eleições no Brasil? O âncora da CNN William Waack, Carlos Melo, cientista político e professor do Insper, Luciana Veiga, cientista política e professora da Unirio e da FGV, e Christopher Garman, diretor-executivo para as Américas do grupo Eurasia, debatem o tema.
O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), impôs, nesta sexta-feira (27), restrições à atuação do Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) para o compartilhamento de RIFs (Relatórios de Inteligência Financeira). A medida gerou reações entre especialistas que apontam para um cenário de instabilidade jurídica no país. O analista de Política da CNN Caio Junqueira, a âncora e analista de Economia da CNN Thaís Herédia, o diretor da Consultoria Eurasia no Brasil, Silvio Cascione, e o professor adjunto de Processo Penal na UnB, Vladimir Aras, debatem o assunto.
Nesta quinta-feira (26), o STF (Supremo Tribunal Federal) deu uma freada de arrumação nas investigações de escândalos levadas adiante por comissões parlamentares de inquérito. O pretexto era derrubar uma liminar de um dos ministros, André Mendonça, que permitia a prorrogação dos trabalhos da CPMI do escândalo do INSS. O âncora da CNN William Waack, Caio Junqueira, analista de política, Daniel Rittner, diretor editorial de Brasília, Gustavo Sampaio, professor de Direito Constitucional da UFF, e Creomar de Souza, CEO da Consultoria Dharma Politics, debatem o assunto. Sobre a situação no Oriente Médio, Lourival Sant'Anna, analista de Internacional da CNN, Fernando Brancoli, professor de Geopolítica da UFRJ, e Augusto Teixeira, professor de Relações Internacionais da UFPB, participam da discussão.
Um sistema como o de penduricalhos não é algo que se inventa de um dia para o outro. Há mais de 20 anos se sabe que tribunais buscaram, por meio de benefícios, compensar uma remuneração considerada desajustada, permitindo que seus integrantes furassem o teto constitucional, até chegar ao ponto em que o Judiciário sozinho levava mais da metade dos vinte bilhões de reais pagos em supersalários no país inteiro. Depois de anos empurrando essa situação com a barriga, vem o Supremo e tenta resolver a questão de uma vez, estabelecendo um teto para os penduricalhos e seus tipos. O âncora da CNN William Waack, Thaís Herédia, analista de economia, Caio Junqueira, analista de política, Daniel Rittner, diretor editorial de Brasília, Wálter Maierovitch, jurista e professor, Vitelio Brustolin, professor da UFF e pesquisador de Harvard, Lourival Sant'Anna, analista de Internacional da CNN, debatem o tema.
O ministro Alexandre de Moraes já foi vítima, investigador e julgador dos fatos envolvendo Jair Bolsonaro (PL). Agora, na condição de carcereiro, mandou o condenado para prisão domiciliar. Os médicos atestaram o delicado estado de saúde do ex-presidente e seus óbvios riscos — entre eles, os riscos políticos. Mito encarcerado é uma coisa. Mártir, vítima de crueldade persecutória, é outra. O problema do STF agora não é mais o que fazer com Bolsonaro, mas o que fazer dentro do próprio Supremo. O âncora da CNN William Waack, Thaís Herédia, analista de economia, Caio Junqueira, analista de política, Daniel Rittner, diretor editorial de Brasília, Zeina Latif, sócia-diretora da Gibraltar Consulting, Carlos Frederico Coelho, professor de Relações Internacionais da PUC-Rio e da Eceme, e Lourival Sant'Anna, analista de Internacional da CNN, debatem o tema.
Não há sinais claros neste momento de como Donald Trump quer acabar a guerra no Irã e, o que é mais confuso ainda, nem como pretende continuar. Ele recuou da ameaça de destruir a infraestrutura de energia dos iranianos, começando por usinas que fornecem eletricidade para a capital Teerã. Trump teria sido dissuadido de cumprir o ultimato pelos países aliados do Golfo e pela péssima reação dos mercados ao redor do mundo, e começou a falar em possíveis negociações. O âncora da CNN William Waack, Thaís Herédia, analista de economia, Caio Junqueira, analista de política, Leonardo Barreto, sócio da consultoria Think Policy, Lourival Sant'Anna, analista de Internacional da CNN, Thiago Aragão, CEO da Arko Advice International, e Danny Zahreddine, professor de Relações Internacionais da PUC Minas, debatem o tema.
O tema do programa é "a eleição que a imprensa não cobre". Além do âncora da CNN William Waack, participam desta edição Mario Sabino, jornalista e escritor, Renato Dolci, diretor de dados da Timelens, e Manoel Fernandes, diretor da consultoria Bites.
O WW Especial deste sábado (21) colocou em pauta o questionamento "Na desordem mundial, qual o lugar das potências médias?". Participam deste programa: Feliciano de Sá Guimarães, professor de Relações Internacionais da USP, Hussein Kalout, cientista político e pesquisador de Harvard e Eduardo Mello, professor de Relações Internacionais da FGV.
O ministro Gilmar Mendes seguiu os votos da Segunda Turma do Supremo e manteve Daniel Vorcaro preso. Mas o ponto central de seu voto é a sugestão de que o caso Master pode terminar tal e qual a Lava Jato: em nada. O decano da Corte sugere no voto que o script dos dois casos é o mesmo. No Oriente Médio, os desdobramentos da guerra e seus impactos globais. O âncora e analista de política Caio Junqueira, Thaís Herédia, analista de economia, Celso Vilardi, advogado criminalista, Larissa Rodrigues, analista de política, David Zylbersztajn, ex-diretor-geral da ANP, Leonardo Mattos, professor da Escola de Guerra Naval, e Rodrigo Ayupe, pesquisador do Núcleo de Estudos do Oriente Médio da UFF, debatem sobre os temas.





pq está concentrado com áudio em inglês? muito irritante isso, vou cancelar a inscrição se continuar
Impressionante como os comentários giram sempre em torno dos mais ricos. Impressionante como só dizem que é uma medida eleitoreira, mas eu não vi ninguém falar que a tabela do IR não era atualizada desde 2017.
01:00 calma... ataque ou defesa? digo isso porque fomos nós, na figura do nosso presidente que disse que teríamos que ter uma moeda para se contrapor ao dólar. Ou estou enganado? E tarifa como "proteção alfandegária" é estratégia tanto da Europa, quanto do Brasil historicamente. Ou não? porque para um lado as regras do jogo valem e do outro não? não me leve a mal, sou contra esse jogo de protecionismo, mas tomara que todos percam e a gente elimine essas barreiras alfandegárias de ambos os lados.
30:00 vai me desculpar, mas o FATO é que Moraes ORDENOU bloquear PERFILS de forma global e não local. a solicitação foi pública. além disso solicitou dados de perfis AMERICANOS ou em território americano. o Dorival está fazendo desinformação NO MÍNIMO. mas.... segue o barco.
54:15 vocês são muito anti Deus e essa é só uma forma de antisemitismo. o judeu só vale se não tem sua fé. o secularismo pra vocês é a única forma de equilíbrio. uma vergonha esse tipo de posicionamento.... o iluminismo está mesmo muito distante da realidade e das pessoas.
32:20 Uma falácia do comentarista. na Venezuela eles podem reclamar de ditadura abertamente, só não podem fazer pressão pública. alguns são presos por atentar contra a democracia venezuelana, e não por falar que é ditadura. mas quem luta contra a legislação Venezuela que não permite discordância prática entra na leu contra atentado a democracia. e foi o que aconteceu com Marina Corina machado e muitos outros.
51:36 VÍTIMA? KKKKK Estão vivendo em um mundo de algodão doce. No comércio não existem vítimas só pessoas defendendo seus interesses. USA e CHINA tem interesses e cada um busca o seu. Não tem vítimas e vilões, vocês estão numa bolha de plástico kkkkk tá meio patético esse jornal. Acho que como eu precisam ouvir VARIAS opiniões, mesmo que discordem. vão ver alguns vídeos de exportadores chineses que estão pedindo para negociar. pesquisem em chinês no YouTube. Vão ver fora da bolha.
46:40 Fazer a América grande não era uma frase de Ronald Reagan? A citação não estaria equivocada?
42:00 BRICS - Meus caros sejamos francos, os BRICS já estavam se posicionando para DERRUBAR os estados unidos. A maioria dos países do BRICS são ANTI AMERICANOS incluindo o Lula e o PT que são abertamente contra os Estados Unidos. Trump foi só uma tentativa desesperada de tentar parar a China. Vocês estão muito POLIANA. A sugestão de BRECAR o uso do dólar, INCLUSIVE, foi uma iniciativa do Lula, isso foi amplamente divulgado. Vocês são jornalistas?
38:00 Minha leitura é que como a Ford, todas as empresas da economia real vão ter estabilidade e os da economia especulativa vão sofrer mais. Eu mesmo realoquei meus recursos para a economia real e consegui reverter minhas perdas e aumentar meus ganhos. acho que o mundo econômico mudou.
09:00 3 PAUTAS DE HUGO MOTTA: Mais alguém percebeu que as 3 pautas de Hugo Motta as 3 favorecem o governo lula caso virei prioridade? As demais ajudam a população, mas não favorecem o Governo Lula caso sejam priorizadas. no final das contas não é pela população é só mais politicagem.
05:30 QUANDO COMEÇOU? Segundo informações não começou em 2016? Claro que passou por Temer e Bolsonaro, mas não começou em 2019, mas em 2016. Isso segundo investigações. Correto? E aquele decreto de 2019 endurecendo as adesões ? Ele não foi bloqueado? Vocês tem mais informações sobre isso? Quem afrouxou e quem endureceu esses recolhimentos?
00:30 é essa posição neutra e crítica a qualquer governo que jornalistas de verdade trabalham. Não é pra atacar, mas também não é pra defender. Mas sempre criticar e cobrar melhorias. Parabéns.
ANISTIA NÃO, MAS INDIVIDUALIZAÇÃO DAS PENA! Cadê a prova da MINUTA DO GOLPE? O temer está envolvido ?!
ÔNUS DA PROVA: Cadê a minuta do golpe? onde estão as provas? Estamos condenando pessoas sem prova? Quem usou armas? Estão culpando pessoas pela culpa de outras? O que está acontecendo com a sociedade?!
11:37 "DECISÃO DO SUPREMO INDEPENDENTEMENTE DA QUESTÃO JURÍDICA". que país que a decisão do supremo é independente da questão jurídica. Onde a opinião de um grupo não eleito é aceitável com o descolamento da questão jurídica. Que nível de comentário e de aceitação do status cuo. complicado.
6:25 ESQUERDA ACORDOU: Gente não são os bolsonaristas que estão vendo que está tudo muito estranho, é a população. esquece Bolsonaro, ele já era. O POVO, ESQUERDA E DIREITA estamos todos vendo que não estamos segundo o devido processo legal. Partes escondidas dos altos, minuta do golpe que não entra no julgamento e é justamente a peça mais importante acusatória.... cadê? Todos de esquerda e direita estamos inseguros. Quais são as regras? como é julgado?
3:50 ROUBAR VELINHAS, roubar correios e ganhar dinheiro se corrupção seria perdoável? ser compra corruptos é imperdoável, mas roubar o povo tem perdão. NÃO PRECISA SER GOLPISTA PARA VER QUE ALGO NÃO ESTÁ CERTO. Precisamos deixar de ser EXTREMISTAS e raciocinar. As coisas estão saindo do controle sensato.
DOSIMETRIA: Vocês estão falando de dosimetria para o POVÃO? Você acha que TODAS as pessoas lá estavam dando golpe? Vocês não estão sendo minimamente sensatos. precisamos separar as coisas. SIM HAVIAM MILITARES GOLPISTAS, mas sim, haviam pessoas inocentes. Vocês estão sendo muito binários.
GOLPE: Os GOLPISTAS e supostos golpistas eram pessoas revoltadas que corruptos voltaram ao poder, estavam desesperados. Separo em grupos porque pessoas revoltadas com a situação corrupta do Brasil e outras que se aproveitaram das demais. mas... o supremo está prendendo pipoqueiros, POVÃO, MASSA DE MANOBRA. Cadê o devido processo legal?