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Abre Aspas
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Abre Aspas

Author: Globoesporte

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Os principais personagens do esporte em entrevistas profundas e exclusivas com Raphael Zarko, Bruno Cassucci, Cahê Motta, Martín Fernandes e o time de repórteres do ge.
74 Episodes
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Em entrevista ao Abre Aspas, a campeã olímpica Ana Patrícia abriu o peito sobre os cuidados com a saúde mental. Falou sobre os momentos de fragilidades diante do bullying, dos haters e da depressão. Contou como driblou o medo e a ansiedade durante as Olimpíadas de Paris. Ressaltou a capacidade de concentração para não se deixar levar pelas emoções da emblemática discussão com a canadense Brenda Wilkerson na final. Destacou o trabalho psicológico como pilar do ouro olímpico. Dá o Play!
Aos 32 anos, a atleta olímpica Rafaela Silva relembra a euforia do ouro em casa na Rio 2016, fala do amadurecimento profissional e conta como sua carreira vitoriosa fez ela ser aceita na sociedade como mulher negra e lésbica. Esse programa foi gravado antes do início das Olimpíadas.
Abre Aspas #14 -

Abre Aspas #14 -

2024-05-0835:44

Paulo André fala de recuperação do Cruzeiro, Bom Senso FC e Mundial do Timão
Leila Pereira está presidente do Palmeiras há menos de três anos e, em seu mandato, o clube conquistou sete taças. No Abre Aspas, Leila defende o uso da Arena Barueri e do avião do qual é proprietária, reforça as críticas a John Textor e à soltura de Daniel Alves e reforça a bandeira do feminismo como a única dirigente mulher de um clube do Brasileirão. Confira a entrevista concedida a Bruno Cassucci, Camila Alves, Damaris Lopes, Renato Peters e Thiago Ferri.
Perto de completar 88 anos, Márcio Braga recordou no Abre Aspas a formação e o desmanche do Clube dos 13, os times inesquecíveis do Flamengo e as polêmicas, que vão das Papeletas Amarelas de 1986 até os desafetos nas andanças de décadas no futebol brasileiro. Também sobrou para o atual presidente Rodolfo Landim.
O ex-meia e lateral campeão do mundo em 1994 com a Seleção vive há mais de 30 anos fora do país, entre Espanha, Japão, Itália e França. Foi na capital francesa que ele lidou com a constelação do PSG de Mbappé, Neymar e Messi. O ex-jogador fala ainda da paixão pelo Flamengo e vê grande potencial no mercado brasileiro: "Dos raros países que podem fazer a NBA do futebol"
Por trás da casca firme e do jogador reclamão, há um homem que se emociona fácil. Alternando vivências na infância entre São Gonçalo e Magé, Marlon rodou o Brasil rumo ao sonho de se tornar jogador e perdeu o pai, seu maior ídolo, justo quando estava se estabilizando no Fluminense. O volante, atualmente no Palmeiras,​​​​ também relembra a conquista da Libertadores com o Botafogo, em 2024, e, fala sobre o projeto social que apoia. Essa entrevista foi gravada em novembro de 2025, quando Marlon Freitas ainda era jogador do Botafogo.
Chamado de "Rei do Acesso", Guto Ferreira foge de estereótipo de "técnico de Série B", considera um livramento saída da Chapecoense antes de acidente e detalha polêmico rebaixamento da Lusa. Dá o play!
De ex-jogador frustrado, até se tornar um dos principais treinadores do Brasil, Rafael Guanaes coleciona experiências e histórias.
Houve um tempo em que era difícil para Gabriel Jesus resgatar certas memórias. Comentar a ausência do pai em sua criação, por exemplo, o incomodava. As lembranças da Copa do Mundo de 2018 — e as críticas relacionadas a ela — também não estavam totalmente resolvidas. Confira essa entrevista!
Ao sentar para dar entrevistas, Danilo, jogador do Flamengo e da Seleção, quer expor temas que sejam significativos, sair do óbvio e passar mensagens. No papo com o ge, Danilo passou pelo choque com o "mundo Flamengo", revelou que está fazendo faculdade de jornalismo, opinou sobre o momento de Neymar e admitiu que envelheceu alguns anos a mais nesse último ciclo de entrega para a Seleção. Dá o play!
Uma sensação inabalável de dever cumprido. É dessa maneira que Renato Augusto encara o fim de uma carreira de duas décadas, títulos, idolatria e dores que levaram o corpo ao extremo antes do adeus. Dá o Play!
Um forasteiro dinamarquês, mas que já enfrentou uma sala cheia de conterrâneos para torcer pelo Brasil justamente contra a Dinamarca na Copa do Mundo de 1998. Os caminhos da vida trouxeram Braithwaite, centroavante do Grêmio, para vivenciar o primeiro amor. Dá o play!
O artilheiro Yuri Alberto acredita que ainda pode ser convocado pelo técnico italiano Carlo Ancelotti e, consequentemente, ir à Copa do Mundo de 2026, vencendo concorrência pesada pela vaga de centroavante da seleção brasileira com João Pedro, Matheus Cunha, Pedro, Richarlison e outros nomes. Ele teve um momento sincerão ao revelar qual foi o pior momento da carreira. O atacante disse que a terapia foi fundamental para se reerguer e desistir de deixar o clube paulista. Yuri chegou a comentar que cresceu como profissional e pessoa após a polêmica com Mano Menezes. A verdade é que o jogador vive até hoje em um turbilhão de emoções em um Corinthians que passa por altos e baixos. Demonstrando bom humor, parece que superou as gozações dos próprios torcedores do Timão por causa de chances de gols perdidas no primeiro semestre do ano passado. Atualmente, virou a página desse capítulo ruim. Yuri Alberto espera continuar brilhando na área adversária graças aos passes de Memphis e Rodrigo Garro. Dá o play sem cavadinha!
ABRE ASPAS #62 - TANDE

ABRE ASPAS #62 - TANDE

2025-10-2319:11

Campeão olímpico em 1992 e da Liga Mundial em 1993, Tande está mais do que nunca de braços abertos para a vida. Depois de um infarto em abril do ano passado, o ex-camisa 14 da seleção de vôlei de quadra resolveu encarar sua trajetória como a construção de um legado. Referência mundial também nas praias, sempre se mostrou espontâneo. Nessa entrevista, como não poderia ser diferente, o ex-atleta liga o módulo sincerão. Tande comenta sobre a medalha de ouro nos Jogos de Barcelona, as desclassificações precoces em Atlanta-1996 e Sydney-2000, a soberba que tomou conta dele depois dos títulos da equipe brasileira nos anos 90, a bronca que tomou da mãe por causa dessa arrogância momentânea, as conquistas nas areias, a carreira na TV e as gafes que viraram memes. Aliás, Tande comentou que refletiu sobre a existência quando estava internado por causa do entupimento de 98% de uma artéria do coração. O eterno menino de ouro disse que um belo filme passou em sua mente e que teve orgulho de seus feitos. Repleto de emoção, o papo está imperdível. Um saque certeiro para os fãs das modalidades olímpicas ou para os leitores que gostam de histórias edificantes.
Dos altos e baixos de um ciclo olímpico, Bruninho fala sobre a virada entre o fundo do poço e o topo da carreira. Ele relembra o impacto da derrota em Londres 2012, a busca pelo ouro no Rio 2016 e os desafios de provar que sua trajetória vai além do sobrenome Bernardinho. O levantador também compartilha histórias curiosas da vida esportiva — do badminton na adolescência aos encontros com LeBron James e Kobe Bryant na Vila Olímpica — e revela a origem do apelido “Túlio”, inspirado no ídolo do Botafogo. Dá o play!
Ex-presidente das comissões de arbitragem da Conmebol e da CBF, essa personalidade do esporte já chega com o pé na porta e comenta que o sistema é falido. De acordo com Seneme, a categoria do apito ganha mal. Ex-integrante do quadro da FIFA, ele fala sobre a necessidade de se profissionalizar (de forma tardia) os 'juízes', analisa a importância do VAR e, aliás, deixa claro que anda magoado com a Confederação Brasileira de Futebol, que o contratou em 2024 e o demitiu em fevereiro desse ano. Polêmica à vista. Dá o play!
Pé de Anjo, apelido que acompanhou Marcelinho Carioca durante toda a carreira, contrastou com uma trajetória recheada de desavenças, polêmicas e a ambiguidade de uma personalidade rara no futebol atual. Todos esses elementos somados à idolatria fizeram dele um dos maiores jogadores da história do Corinthians. Para muitos, o maior. Ao Abre Aspas, Marcelinho Carioca conta detalhes do sequestro, diz ter visto morte de perto e admite: "Caguei de medo". Na entrevista, o ex-jogador explica brigas com Luxemburgo, Rincón e Mascherano, afirma que Memphis Depay está longe de ser craque e pede que Corinthians copie gestão do Flamengo.
A personalidade segue forte. Se antes se manifestava mais dentro de campo com dribles, lances de efeitos - até em cobranças de pênaltis - e algumas brigas, hoje ela é representada nas palavras e análises sobre futebol. De tática ao futuro da Seleção, da presença de estrangeiros no país ao trabalho dos clubes nas categorias de base, Djalminha continua tentando deixar sua marca.
A personalidade segue forte. Se antes se manifestava mais dentro de campo com dribles, lances de efeitos - até em cobranças de pênaltis - e algumas brigas, hoje ela é representada nas palavras e análises sobre futebol. De tática ao futuro da Seleção, da presença de estrangeiros no país ao trabalho dos clubes nas categorias de base, Djalminha continua tentando deixar sua marca.
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