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um parafuso a mais
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oier! surgindo do nada para trazer uma breve reflexão do que foi 2024 na minha vida. ou seja, um episódio mais para registro pessoal, mas seria muito legal se pudesse ajudar alguém! vivi momentos muito importantes para meu desenvolvimento e passei por diversos tipos de lutos... e sobrevivi para contar as histórias!
mais uma vez, lembro a todes que não tenho formação em psicologia nem nada do tipo, estou apenas colocando minhas opiniões para gerar reflexões, vocês concordando ou não com o que penso.
música:
- le quattro stagioni: l'inverno, concerto n° 4 in fa minore, allegro non molto (antonio vivaldi 1723)
oier! depois de meses, finalmente consegui terminar de gravar e editar esse episódio que estava pendente desde setembro. aqui vou dar minha humilde opinião quanto às amizades na vida adulta, que nem sempre conseguem se manter tão fortes como gostaríamos. e, com os novos tipos de laços que acabamos construindo, fica ainda mais difícil descobrir quais são as verdadeiras relações nas quais devemos investir nosso tempo e energia...
mais uma vez, lembro a todes que não tenho formação em psicologia nem nada do tipo, estou apenas colocando minhas opiniões para gerar reflexões, vocês concordando ou não com o que penso.
- vamos falar de amor (livro; natasha lunn 2021)
música:
- string quartet in f major, op. 3 no. 5: II. andante cantabile "serenade" (arr. for string orchestra) · metamorphose string orchestra (hoffstetter 1772)
oier! hoje trago aqui algo um pouco diferente do que tenho feito nos últimos episódios e quem sabe seja um modelo para os próximos. vim falar um pouco da minha experiência com transtorno de ansiedade e dar alguns conselhinhos para ter uma saúde mental menos conturbada. meio incomum eu falar sobre algo que ainda está acontecendo, não se acostumem KKKK
mais uma vez, lembro a todes que não tenho formação em psicologia nem nada do tipo, estou apenas colocando minhas opiniões para gerar reflexões, vocês concordando ou não com o que penso.
música:
- petite suite de concert, op. 77: III. un sonnet d'amour (samuel coleridge-taylor 1995)
oier! hoje vim falar sobre coisinhas que já quero tratar com vocês faz tempo: escolhas, medos e arrependimentos. e vocês estão ligados que é tudo culpa da ansiedade, né? e com um bônus de fofoquinha da minha vida pra traçar um exemplo para vocês.
mais uma vez, lembro a todes que não tenho formação em psicologia nem nada do tipo, estou apenas colocando minhas opiniões para gerar reflexões, vocês concordando ou não com o que penso.
referências citadas:
- a biblioteca da meia-noite (livro; matt haig 2020)
- véspera (livro; carla madeira 2021)
músicas:
- le nozze di figaro, k. 492 act II - voi che sapete (mozart 1786)
- mirrorball (taylor swift 2020)
oier!! trago aqui um breve papo sobre o feminino, os papeis de gênero e o quanto tudo isso interfere no desenvolvimento de nossa identidade e sexualidade. aproveitei o hype e a temática do filme do momento - barbie - e pincelei algo também sobre o feminismo, a ligação com a identidade de gênero e a importância dessas discussões para que as coisas sigam fazendo progressos.
mais uma vez, lembro a todes que não tenho formação em psicologia nem nada do tipo, estou apenas colocando minhas opiniões para gerar reflexões, vocês concordando ou não com o que penso.
referências citadas:
- o segundo sexo (livro; simone de beauvoir 1949)
- euphoria (série de tv; hbo 2019)
- "EUPHORIA: Jules, os arquétipos femininos e a jornada do "si mesmo" | ANÁLISE PSICOLÓGICA" (vídeo do youtube; minutos de sanidade 2022 https://www.youtube.com/watch?v=ma68zJ8Y2sg)
- "OITNB's Ruby Rose Schools Us on Gender Fluidity" (reportagem; elle 2015 https://www.elle.com/culture/movies-tv/a28865/ruby-rose-oitnb/)
- barbie (filme; warner bros. pictures 2023)
- "Os Arquétipos e o Inconsciente Coletivo" (livro; carl g. jung 1953)
- "Structure & Dynamics of the Psyche" (livro; carl g. jung 1969)
- "Animus e Anima" (livro; emma jung 1991)
músicas:
- sonatina in c major, op. 36 no. 1 allegro (m. clementi 1797)
oier! depois de semanas, estou de volta com outro episódio e tagarelei bastante sobre a minha atual visão sobre o amor romântico. tem tanta coisa para ser dita dentro desse tema e nunca me parece suficiente, mas tentei falar um pouquinho de tudo.
referências citadas:
- tudo sobre o amor: novas perspectivas (livro; bell hooks 1999)
- tedx talks: o amor romântico em seus últimos dias (parquedoingá - vídeo; regina navarro lins 2020)
- tristão e isolda (lenda europeia do século xii)
- romeu e julieta (peça; william shakespeare 1591)
- pigmalião (lenda mitológica da grécia antiga)
- galateia (livro; madeline miller 2013)
- love the way you want it: using your head in matters of the heart (livro; robert j. sternberg 1991)
- eta porra (podcast; 2023 https://open.spotify.com/show/3ZlBihY0HipKr7xbd3bwK6?si=02006eee35894c4e)
- os arquétipos e o inconsciente coletivo (livro; carl g. jung 1959)
- amor líquido (livro; zygmunt bauman 2003)
músicas:
- carmen suite 'les toreadors' no.1 (bizet 1875)
- variations on a theme by haydn op.56b (brahms 1873)
- twilight soundtrack - bella's lullaby (carter burwell 2008)
- wind whispers op. 85: II. floating leaf (william youn 2022)
oier, chegamos ao episódio mais complicadinho até o momento (pelo menos eu achei). esse é um dos temas mais presentes na minha vida desde os meus 18 anos e ainda tem tanta coisa para desmistificar... tendemos a gastar mais energia em relacionamentos com outras pessoas do que com nós mesmos e nem notamos como a falta de atenção às nossas questões internas faz tão mal ao desenvolvimento das outras relações do que a que temos apenas conosco. espero que dê uma luz na vida dos que ainda não sabem por onde começar essa jornada!
mais uma vez, lembro a todes que não tenho formação em psicologia nem nada do tipo, estou apenas colocando minhas opiniões para gerar reflexões, vocês concordando ou não com o que penso.
referências citadas:
- as vantagens de ser invisível (livro; stephen chbosky 1999) & (filme 2012)
- part of me (música; katy perry 2012)
- no interior do cubo branco: a ideologia do espaço da arte (livro; brian o'doherty 1986)
- tudo sobre o amor: novas perspectivas (livro; bell hooks 1999) [todas as citações que fiz, exceto a primeira frase do episódio, são de hooks)
músicas:
- divertimento in dmaj no.11 k.251 (mozart 1776)
- deux arabesques: deuxième arabesque alegretto scherzando l.66 (debussy 1888~1891)
- gymnopédie no.1 lent et douloureux (satie 1889)
oier!! resolvi arriscar e falar sobre algo que ainda estou desenvolvendo comigo mesma porque é o tipo de coisa que muitos podem ter pensado sobre ou nunca nem cogitado, então estamos aqui juntos na confusão que os relacionamentos não-românticos também carregam. temos muito a explorar em nossas afetividades!
mais uma vez, lembro a todes que não tenho formação em psicologia nem nada do tipo, estou apenas colocando minhas opiniões para gerar reflexões, vocês concordando ou não com o que penso.
referências citadas:
(livro; bell hooks 1999)
- eta porra (podcast; 2023 https://open.spotify.com/show/3ZlBihY0HipKr7xbd3bwK6?si=02006eee35894c4e)
músicas:
- minuetto trio - string quintet in emaj op.11 no. 5 (boccherini 1775)
- nutcracker suite - russian dance 'trepak' op. 71 no.12 (tchaikovsky 1892)
oier, disponibilizo aqui a segunda parte da série de episódios nos quais vou falar um pouco sobre meu ponto de vista sobre amor e relacionamentos. vou falar um pouco sobre minha visão quanto a ligações nos dias de hoje e a solução que apliquei à minha vida para manter pessoas que acredito que valem a pena.
mais uma vez, lembro a todes que não tenho formação em psicologia nem nada do tipo, estou apenas colocando minhas opiniões para gerar reflexões, vocês concordando ou não com o que penso.
referências citadas:
- close (filme; 2022)
- amor líquido: sobre a fragilidade dos laços humanos (livro; zygmunt bauman 2003)
músicas:
- gavotte from suite nº3 in d major, bmv 1068 (bach for violin 1731)
- diff'rent strokes (gameface 1993)
oier, aqui dou início à série de episódios nos quais vou falar um pouco sobre meu ponto de vista sobre amor e relacionamentos. sei que tem MUITA coisa para se falar dentro desse assunto e fiz uma seleção de algumas delas. trouxe nesse episódio só uma introdução. qualquer erro de informação, favor entrar em contato.
mais uma vez, lembro a todes que não tenho formação em psicologia nem nada do tipo, estou apenas colocando minhas opiniões para gerar reflexões, vocês concordando ou não com o que penso.
referências citadas:
- tudo sobre o amor: novas perspectivas (livro; bell hooks 1999)
- quando tudo não é o suficiente (livro; harold kushner 2001)
músicas:
- a primeira está marcada como "pizicatto procession" no programa que uso, mas o shazam encontra como "naif - daniela casa", então não sei dizer ao certo
- für elise (beethoven 1810)
oier, aí está o segundo episódio e qualquer coisa esquisita na minha voz ainda é por causa da edição automática ;-; qualquer erro de informação, favor entrar em contato.
mais uma vez, lembro a todes que não tenho formação em psicologia nem nada do tipo, estou apenas colocando minhas opiniões para gerar reflexões, vocês concordando ou não com o que penso.
referência citada (e bônus complementar):
- taylor swift: miss americana (documentário; netflix, 2020)
- omaluniverso (youtuber; https://www.youtube.com/@omaluniverso)
oier, esse é o primeiro episódio do meu primeiro podcast e queria já iniciar pedindo desculpas pelas falhas no áudio. tentei de tudo para manter o mais linear possível, mas como expliquei no meio, recorri a ferramentas que me ajudaram a editar automaticamente, então aconteceram esses errinhos. também não sei se consegui me fazer entender com o que disse. definitivamente não falei tudo o que precisava sobre o assunto, mas terão outros episódios e com certeza abordarei vários deles novamente porque *tudo está interligado*. qualquer erro de informação, favor entrar em contato.
mais uma vez, lembro a todes que não tenho formação em psicologia nem nada do tipo, estou apenas colocando minhas opiniões para gerar reflexões, vocês concordando ou não com o que penso.
referências citadas:
- life is strange (game; square enix 2015)
- a redoma de vidro (livro; sylvia plath 1963)




