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Author: Bingo Corporativo

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Três amigos de infância e executivos das mais diferentes áreas de atuação se reúnem nesse Podcast para discutir como lidar com a gestão das novas gerações. Geração Y, X, Millenials, Baby Boomers, o que é isso tudo no dia a dia de trabalho no final das contas? Depois de quase duas décadas de experiência em grandes empresas, terem lido centenas de livros, visto dezenas de palestras, o sentimento claro é de que não estão representados. Os velhos modelos de gestão e liderança não funcionam mais. Como a primeira geração a gerenciar os Young Millenials, o que foi escrito até aqui foi com base em um comportamento completamente diferente do que vimos no dia a dia de trabalho. Com bom humor, leveza e muita vontade em simplesmente descobrir o que fazer, esses três amigos vão levar você pelos seus erros e acertos e, no caminho, tentar te contar o que funciona e o que não funciona no que eles fazem gerindo suas equipes.
120 Episodes
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As empresas estão matando cargos ou criando estruturas girafa?O episódio desta semana do Bingo Corporativo mergulha no caos das estruturas hierárquicas modernas — do “achatamento” da gerência média aos ciclos infinitos de inflar e enxugar níveis.Abramo, Salomão e Chapoca debatem o impacto de muitos layers, a distância da liderança em relação à operação, o papel do gerente médio como coração da empresa, e a onda recente de grandes companhias (como Amazon e Microsoft) demitindo milhares de gerentes.Tem histórias sobre empresas que precisam de dois mapas para explicar a hierarquia, cargos que ninguém sabe o que fazem, fundadores retomando o controle (“founders mode”) e gestores que simplesmente não gostam de gente.🎲 No Bingo Binário, Abramo responde:“Você já trabalhou num lugar com restaurante separado pra gerente?”(Spoiler: sim.)
O Guia Salarial 2025 da Robert Half virou pauta do Bingo Corporativo — e o resultado é tão curioso quanto preocupante.Abramo, Salomão e Shapoca destrincham as principais tendências do estudo: áreas mais contratadas (TI, IA, contabilidade e atendimento), habilidades mais valorizadas (automação, dados e... inglês?) e o abismo entre o que os profissionais dizem querer e o que realmente valorizam.Entre sabático remunerado, saúde pet e “redução de estresse no trabalho”, o trio reflete sobre o espelho do trabalhador brasileiro, fala de algemas de ouro, estabilidade ilusória, e das incoerências entre discurso e prática.🎲 No Bingo Binário, as perguntas são diretas: você é o funcionário que reclama do ticket mas sonha com o sabático pago?Palavras-chave: guia salarial 2025, mercado de trabalho, benefícios corporativos, salário, home office, estabilidade, IA, Robert Half, cultura corporativa, saúde pet
A pauta da diversidade e da inclusão é legítima, necessária e inadiável — mas até onde vai o limite entre respeito e frescura?No episódio de hoje, o Bingo Corporativo mergulha na polêmica da cultura Woke, questionando o ponto em que a busca por justiça social se transforma em patrulha ideológica.Abramo, Salomão e Shapoca discutem casos reais de comitês de diversidade, debates sobre religião nas empresas, colorismo, feminismo, cotas, até o medo de ser “cancelado” por uma piada ou emoji mal interpretado.O trio pisa em ovos e ri da própria cautela, analisando como o pêndulo da tolerância pode virar intolerância travestida de empatia.🎲 No Bingo Binário, as perguntas são diretas:Você tem medo de falar? Já pediu desculpa sem saber por quê?#CulturaWoke #Diversidade #LiberdadeDeExpressão #CulturaOrganizacional #Liderança #Censura #Cancelamento #InovaçãoCultural #BingoCorporativo
Empatia é uma palavra bonita — e cada vez mais gasta.Mas até onde vai o limite da empatia no ambiente de trabalho?O episódio de hoje do Bingo Corporativo discute o que separa empatia de permissividade, flexibilidade de fraqueza, e quando a boa intenção de um líder vira abuso do outro lado.Abramo, Salomão e Shapoca compartilham histórias reais sobre liderança, saúde mental, flexibilidade de horário, performance e cultura organizacional, com exemplos de empresas grandes e pequenas.Tem conversa sobre burnout, depressão, TOC e até sobre a diferença entre ser empático e ser bobo — sem cair no politicamente correto.🎲 No Bingo Binário, o tema é tolerância demais: você é compreensivo ou simplesmente evita o conflito?Palavras-chave: empatia, cultura organizacional, flexibilidade, saúde mental, liderança, comportamento, limites, burnout, trabalho híbrido, gestão de pessoas.
Nesta conversa sem pano quente, o Bingo Corporativo encara as duas faces da demissão: quando demitir alguém e quando pedir demissão. O trio debate critérios práticos (performance x comportamento), o papel da lealdade, “cultura vs. caráter”, sinais de que você está postergando a decisão, e o famoso peso da “algema de ouro”. Falamos de limites (conduta ética sai “no dia seguinte”), de como a cultura e o ritmo de crescimento da empresa moldam a carreira, do “percentual mágico” que faz alguém topar uma proposta (30–40%), e até do polêmico ano sabático. No fim, tem Bingo Binário com casos reais do dia a dia (planilhas sem resultado, reunião-terapia, “não é minha função”…).“Se você está postergando demais, já passou da hora.” — Abramo“Lealdade é item número um. Puxar tapete, não dá.” — Salomão“Geralmente as pessoas são contratadas por técnica e demitidas por comportamento.” — mesa“Conduta/ética: é no dia seguinte.” — Abramo & Shapoca“Menos de 30% não vale a pena mudar — a não ser que você esteja muito infeliz.” — Salomão #Demissão #Liderança #CulturaOrganizacional #Carreira #GestãoDePessoas #Comportamento #Performance #BingoCorporativo
Hoje o Bingo Corporativo discute a doença moderna das empresas: a gestão por WhatsApp.Mensagens fora de hora, áudios de 4 minutos e chefes que confundem “proximidade” com microgerenciamento 4G.Abramo, Shapoka e Salomão analisam como o aplicativo que uniu famílias destruiu fronteiras profissionais — e virou a ferramenta de controle emocional em tempo real.Tem histórias reais, prints mentais e até o Bingo Binário mais caótico da temporada.No Momento PDI, três indicações pra quem quer recuperar foco e sanidade digital.🔑 Palavras-chave: gestão, WhatsApp corporativo, microgerenciamento, liderança, comunicação, home office, cultura organizacional, produtividade, ansiedade digital, limites profissionais.
No episódio de hoje, o Bingo Corporativo responde à pergunta que move todo negócio: a área comercial é mesmo o coração da empresa? ❤️‍🔥Abramo, Shapoka e Salomão mergulham nessa discussão que começa com piada de órgão e termina com teoria de negócio. Eles falam sobre a importância real das vendas, a dependência entre produto, marketing e financeiro, e até se a IA vai matar o vendedor. Tem história de bastidor da Hotmart, do Nubank e até o pai do Salomão virando lenda numa loja de roupas.No Momento PDI, uma lista completa dos melhores livros de vendas — e o pior de todos, pra você evitar no aeroporto.📚 Dicas da Trindade Corporativa:Shapoka → Spin Selling (Neil Rackham) — metodologia clássica de perguntas e etapas para entender e resolver a dor do cliente.Salomão → Top 5 Livros de Vendas:Spin Selling — Neil RackhamReceita Previsível — Aaron RossA Bíblia de Vendas — Jeffrey GitomerA Venda Desafiadora — Matthew DixonAs Armas da Persuasão — Robert CialdiniAbramo → Prospecção Fanática e Como Super Vendedores Usam Inteligência Emocional — Jeb Blount; e o provocativo Negocie Como se Sua Vida Dependesse Disso — Chris Voss.🧨 Menção desonrosa: O Vendedor Minuto — “duas semanas pra ler, um minuto pra esquecer.”00:00 Abertura e introdução temática01:00 “Vendas é o coração da empresa?”02:30 Metáfora dos órgãos corporativos 💀04:00 O apêndice do mundo corporativo05:00 Por que o comercial “bombeia” energia e resultado06:00 Produto + Vendas = o motor do negócio07:00 Indústria farmacêutica e o poder das equipes de venda08:30 Pós-venda, atendimento e crises10:00 Como as boas vendas evoluíram — técnica, método e organização12:00 Vendas complexas, B2B e inteligência de relacionamento14:30 “Vendas não é dom, é método”16:00 Alta autoestima: o combustível do vendedor17:00 IA e o futuro das vendas: quem sobrevive?20:00 O vendedor chato x o vendedor que resolve problemas22:00 Bingo Binário: “Produto vende sozinho?”25:00 Casos reais: Hotmart, Nubank e Apple28:00 Momento PDI — top livros de vendas35:00 Encerramento e piada final (“Vendedor Minuto”)🔑 Palavras-chave: vendas, área comercial, coração da empresa, produto, marketing, financeiro, liderança comercial, funil de vendas, spin selling, inteligência artificial, receitaprevisível, Hotmart, Nubank.
O pau quebrou no ringue… e no feed. A partir de Popó x Wanderlei Silva (e a pancadaria transmitida na TV), Abramo, Chapoca e Salomão discutem quando o “errado” vira “certo” no marketing e no mundo corporativo: patrocínios que viralizam, crise que vira ativo, cancelamentos cada vez mais efêmeros e o famoso pêndulo cultural. Tem Reserva transformando assalto em anúncio, BK agradecendo o PROCON, autoralidade vs. reputação e o retorno de culturas “raiz” nas áreas comerciais. No final, Bingo Binário pra testar seus limites.PDI: “Lobo de Wall Street”, “Macunaíma”, “The Climb (A Subida)” e podcast Rádio Escafandro — Ep. 148 “A Infame Escola de Golpes”.Você vai ouvir sobre:Quando a briga vira ativo de marca (Spaten no ringue)“Fazer do limão uma limonada” no PR e nas carreirasReputação: importante, mas não é o fimAutoralidade, apetite a risco e o “f*da-se” estratégicoCultura de vendas: do “Wall Street” ao “Nutella”… e a volta do pênduloExemplos práticos (Reserva, BK/PROCON) e onde a linha não pode ser cruzada“A briga virou ativo.” — Abramo.“Muita gente de sucesso tem sucesso não porque é mais brilhante, mas porque tem um f*da-se ligado num furo diferente do resto.” — Shapoca.“A reputação ainda é a coisa mais importante que a gente tem — só que não é o fim.” — Abramo.“Se deu tudo certo é trabalho; se deu errado é sazonalidade.” — Abramo.“Casou o fora do script com o público que gosta desse tipo de coisa — e o negócio inflama.” — Shapoca.“O pêndulo foi tão longe que a galera bateu no peito pra voltar ‘como era antes’.” — Abramo.#BingoCorporativo #Marketing #PRdeCrise #Vendas #Reputação #Spaten #Popó #WanderleiSilva #CulturaCorporativa #Autoralidade #Pêndulo
No episódio de hoje, o Bingo Corporativo mergulha na marca pessoal: mito ou realidade? 🤔A gente volta lá na Idade da Pedra (sim, teve até Uga Uga citado!) e traz para o agora, com reflexões sobre LinkedIn, networking, autenticidade, diferenciação e até a polêmica da camisa preta da Faria Lima. Falamos sobre como se posicionar sem parecer forçado, o risco de não se posicionar, e como até os “chatos corporativos” podem ser bem-sucedidos.No Momento PDI, dicas que vão de Charlie Sheen na Netflix, passando pelo livro Desmarketize-se, até um quadrinho histórico sobre a Grande Depressão.🔑 Palavras-chave: marketing pessoal, marca pessoal, LinkedIn, networking, autenticidade, diferenciação, carreira, gestão de imagem, branding profissional.💡 Momento PDIShapoka → Série da Netflix AKA Charlie Sheen: excessos, quedas e reinvenções de um personagem que redefine marca pessoal.Salomão → Livro Desmarketize-se (João Branco): como fazer marketing pessoal sem parecer marketing.Abramo → HQ Dias de Areia (Aimée de Jongh): a importância de registrar a história e manter viva a memória coletiva.
Nesta semana, o Bingo Corporativo entra na polêmica: o Itaú demitiu cerca de 1% do quadro citando inatividade em máquinas corporativas e acendeu o debate sobre vigilância digital, produtividade e home office. A gente discute as nuances (atividade por função, liderança, cultura, transparência), e o que esse “recado” pode significar para o mercado.Tem ainda Bingo Binário relâmpago (as verdades do home office) e um Rádio Peão com mimo pra audiência. No Momento PDI, indicações que ampliam repertório: China além do clichê, segurança online e um olhar filosófico sobre IA.Ouça, compartilhe e marque quem ama uma treta corporativa com fundamento.Momento PDI (do episódio)Shapoka: Entrevista da Keyu Jin (economista) no Lex Friedman Podcast — nova perspectiva sobre China, crescimento e política econômica.Salomão: Doc da Netflix “Número desconhecido: catfishing na escola” — exposição online e segurança (especialmente pensando em filhos).Abramo: Linhas Cruzadas (Pondé) — episódio sobre Inteligência Artificial sob a lente filosófica.
Neste episódio do Bingo Corporativo, mergulhamos de cabeça no conceito de obstinação. Será que essa persistência toda é mesmo uma virtude… ou só um nome bonito pra teimosia? 💢👉 Falamos sobre a linha tênue entre resiliência e burrice corporativa, histórias de projetos que duraram demais, metas que viraram obsessão e chefes que confundem coragem com cegueira.💬 Spoiler: a obstinação pode até te levar longe — mas será que é o melhor caminho?🧠 Temas abordados:Qual a diferença entre ser persistente e ser insistente?Obstinação como válvula de escape pro medo de mudarQuando desistir é sinal de maturidade (e não de fracasso!)A glamourização da dor no mundo corporativo
Você ainda acredita que 20% das ações geram 80% dos resultados? 😵‍💫 Então este episódio do Bingo Corporativo é para você. Abramo, Shapoka e Salomão desconstroem o mito da Regra de Pareto no mundo real das empresas — com exemplos da vida corporativa, da liderança e da produtividade que mostram como essa conta raramente fecha.Falamos sobre:O gerente que acha que uma planilha resolve tudo 📊O culto à produtividade que ignora o contexto humanoComo a teoria de Pareto virou desculpa para gestão preguiçosaE o que realmente move os 80% do resultado🎯 O chat GPT disse que essas foram frases virais do episódio. Eu duvido. Fica a sugestão de achar enquanto escuta."Você não precisa fazer tudo. Você precisa fazer o que importa."— Shapoka"A maior parte do impacto está em poucas ações. Isso vale pra empresa e pra vida."— Salomão"A gente coloca energia demais no que é barulhento, mas que não move o ponteiro."— Abramo"Tem muita empresa que mede vaidade e não resultado. Isso é o anti-Pareto."— Salomão"Foco em Pareto é foco em consequência, não em quantidade de tarefas."— Shapoka"Tem hora que a gente tem que ter a coragem de largar os 80% que não trazem nada."— Abramo#Pareto #Produtividade #Gestão #BingoCorporativo #Eficiência #TrabalhoInteligente #DeepWork #Empresas #CulturaCorporativa
Cultura organizacional não está escrita na parede — está no que as pessoas fazem quando acham que ninguém está vendo. Neste episódio do Bingo Corporativo, discutimos por que a cultura de uma empresa é muito mais do que valores bonitinhos em um slide de onboarding. Falamos sobre os choques entre culturas diferentes, o papel da liderança como exemplo, como culturas “bonsaizadas” podem sufocar talentos e por que “estar alinhado com a cultura” virou um critério duvidoso em processos seletivos.Compre Entre Ruínas e Reinos do JP Resende.
🧒👨‍💼🧠Aos 40, bate aquele momento de silêncio: eu me tornei quem eu queria ser quando crescesse?Esse episódio é sobre isso. Sobre os sonhos de infância, os delírios da juventude e as versões de nós mesmos que foram ficando pelo caminho — ou se transformando em outra coisa.Abramo, Shapoka e Salomão olham para trás e se perguntam:Cadê aquele cara que queria ser astronauta?Onde mora o sonho da criança dentro da rotina de boletos, metas e reuniões?Ainda dá tempo de mudar de rota?🪞 Neste episódio:– Por que algumas ambições envelhecem mal e outras viram bússola– O que a criança de 8 anos diria do adulto que você virou– Como a sociedade (e o RH) moldam nossos desejos de "ser alguém"– E o que a gente faz com a frustração de não ter virado popstar, atleta ou presidenteSpoiler: talvez o seu plano B tenha sido o que salvou sua sanidade.👶👔 Manda esse episódio pro seu amigo que queria ser piloto de Fórmula 1 e hoje está preso num Excel.Ou pra você mesmo, que ainda não desistiu de virar escritor, mesmo trabalhando com CRM.
No episódio de hoje Salomao, Abramo e Shapoka recebem Lucas Vargas, alguem que jogou tudo pra cima no mundo corporativo para empreender.
🧠😮‍💨📊Eles são analíticos, intensos, sensíveis, autocobrantes... e muitas vezes, os primeiros a pedir desculpa quando não deviam.No episódio de hoje, Abramo, Shapoka e Salomão dissecam o perfil melancólico, dentro da nossa série sobre os quatro temperamentos — dessa vez, com mais empatia do que ironia (mas só um pouco).🧠 A gente fala sobre:– Como pensa e sente o melancólico no mundo corporativo– O perfeccionismo que paralisa (ou salva)– A solidão silenciosa de quem carrega o peso do time– A dificuldade em receber feedback sem transformar tudo em drama interno– E o atrito com sanguíneos, coléricos e fleumáticos📍Tem também Bingo Binário emocional, desabafos melancólicos e aquele momento de reconhecimento que toca fundo — até no mais sarcástico dos coléricos.📚 Momento PDIEntre Ruínas e Reinos: A Torre Quebrada (J.P Resende)👉 Manda esse episódio praquele colega que faz uma análise de 12 variáveis antes de responder um e-mail — ou pra quem sempre acha que podia ter feito melhor.Segue o Bingo Corporativo no Spotify, ativa o sininho e continua com a gente nessa jornada temperamental.
Tem dias (ou semanas... ou meses) que parece que tá tudo dando errado, né? Quando o salário não rende, o trabalho não faz sentido, e o LinkedIn só entrega coach motivacional e gente mais feliz que você. Pois é. Em geral isso acontece quando a gente faz merda no trabalho. Esse episódio é pra discutir as maiores merdas ou como sair delas.Abramo, Shapoka e Salomão não trazem fórmulas mágicas nem promessas solução fácil, mas sim um papo reto sobre o que fazer quando o trampo pesa, a vida cobra, e o botão de "modo automático" já quebrou faz tempo.Segue o Bingo Corporativo no Spotify e ativa o sininho pra mais verdades corporativas, sem filtro nem frase de caneca.
🎉🥳💼Chegamos no episódio CEM, e se você aguentou até aqui... parabéns, você merece um aumento (ou pelo menos um “obrigado” no Slack).Nesse marco histórico do podcast que fala de carreira como ela realmente é — sem bullshit, sem PowerPoint bonito e sem RH dando benção — reunimos os melhores ingredientes: riso, reflexão e aquela cutucada de leve nas estruturas engessadas das empresas.Nesse papo especial, falamos sobre o que aprendemos em 100 episódios, os temas que mais geraram tretas, os feedbacks mais improváveis e, claro, o que vem por aí no futuro do Bingo.Também rolou Bingo Binário especial com perguntas nada suaves, vinhetas novas, rituais de passagem e a tradicional dose de ironia corporativa que você já conhece.🎯E no Momento PDI escolhemos as indicações que consideramos mais importantes da nossas histórias.👉 Marca a gente quando ouvir, manda praquele colega que finge que odeia podcast mas escuta escondido, e segue o Bingo Corporativo no Spotify pra não perder o próximo surto corporativo com embasamento.
Tá cheio de gente por aí dizendo que é sênior só porque tá há anos batendo ponto no mesmo lugar — mas será que tempo de estrada é o que define senioridade? 🤔No episódio de hoje, Abramo, Shapoka e Salomão destrincham o que realmente faz alguém ser sênior no trabalho: é saber dizer não? É segurar rojão sem expor o time? É ter paciência pra explicar dez vezes pro júnior? É ser menos apegado ao próprio sofrimento? 🤷‍♂️Falamos também de ego, resiliência (mas sem coach quântico), liderança sem cargo formal, e claro: da arte sagrada de dizer "eu avisei". 😈No Momento PDI, as indicações vão de basquete à quinta divisão inglesa, passando por CEOs improváveis e projetos que mudam cidades inteiras.🚀 Ouça e depois conta pra gente: o que você acha que faz alguém ser sênior DE VERDADE?✅ Indicações do Momento PDI:📺 Power Moves (Grandes Jogadas) — Netflix🎥 Welcome to Wrexham — Disney+👉 Segue o Bingo Corporativo no Spotify, ativa o sininho e manda esse episódio pro colega que acha que é sênior só porque faz o mesmo PowerPoint bonito há 10 anos.🔎 Palavras-chave:senioridade, carreira, liderança, desenvolvimento profissional, feedback, gestão de pessoas, mundo corporativo, podcast sobre trabalho
No episódio de hoje do Bingo Corporativo, Salomão, Shapoka e Abramo colocam o crachá de lado pra falar do que realmente pesa quando o mundo vira de cabeça pra baixo.Entre histórias pessoais e confissões, o trio discute:Como grandes sustos mudam nosso senso de prioridade e perspectiva 🌀Por que problemas de trabalho parecem gigantes — até a vida te dar um choque de realidadeA falsa urgência do “entrega pra ontem” frente ao que realmente importaO desconforto de perceber que, no fim, a gente é substituível simE o quanto crises podem aflorar paciência ou desencadear um “modo zumbi” só pra sobreviver💡 Spoiler: a produtividade perde o sentido quando o que tá em jogo é saúde, família e chão.🎯 Momento PDI:🎥 My Next Guest Needs No Introduction, com Zelensky no metrô bombardeado da Ucrânia (Shapoka)📚 Essencialismo, de Greg McKeown — sobre filtrar o que realmente vale a pena manter na agenda (Salomão)🎙️ Nós na História, podcast do Peninha — pra lembrar que o mundo não gira só em torno do seu job (Abramo)Dá o play e entende por que, às vezes, o maior KPI é só manter a sanidade.Curtiu? Avalia o Bingo Corporativo no Spotify e segue a gente pra mais conversas francas (e ácidas) sobre trabalho, vida e o que acontece quando eles colidem.
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