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45 do Primeiro Tempo
45 do Primeiro Tempo
Author: Jovem Pan
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© 2024 Jovem Pan
Description
Você quer conhecer histórias transformadoras? Conhecer pessoas que superaram o medo e foram atrás de seus sonhos? Então o “45 Do Primeiro Tempo” é o seu podcast. Toda semana um papo muito legal com pessoas que se reinventaram, que foram em busca de mais propósito e que tem muito a nos ensinar.
340 Episodes
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Américo Sommerman não tem dúvida em afirmar que toda busca verdadeira começa quando a gente aprende a sustentar perguntas, em vez de correr atrás de respostas prontas. Certo de que o conhecimento não serve para nos dar segurança, mas para nos tirar do lugar comum, ele construiu uma trajetória marcada por silêncio, estudo profundo e coragem interior. Uma caminhada em que pensar nunca foi apenas acumular ideias, mas um exercício constante de honestidade consigo mesmo. Em determinado momento da vida, Américo percebeu que precisava rever não só o que pensava, mas de onde pensava. Foi aí que começaram mudanças importantes: menos esforço para se moldar às expectativas externas, mais disposição para escutar aquilo que vinha de dentro. Um deslocamento sutil, mas decisivo, que alterou a forma de se relacionar com o mundo, com o conhecimento e com a própria ideia de pertencimento. A partir desse lugar, ele passou a olhar para o nosso tempo com outros olhos. Um tempo em que muita coisa vem à tona. Em que narrativas antes descartadas como “teorias da conspiração” pedem, no mínimo, uma escuta mais cuidadosa. Não para serem aceitas automaticamente, mas para revelar algo maior: o esgotamento das versões simplificadas da realidade e a dificuldade coletiva de lidar com a complexidade da verdade. Neste papo com o podcast "45 do Primeiro Tempo", o filósofo, editor e tradutor, fundador da Polar Editorial, contou sua história de vida, trouxe seu olhar sobre o momento que estamos atravessando e foi categórico: “Estamos assistindo ao desvelar da realidade”.
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Marta Siqueira não tem dúvida em afirmar que, por trás das histórias que contamos sobre nós mesmos, existem forças mais antigas operando em silêncio. Arquétipos que atravessam o tempo, moldam escolhas e repetem padrões — até que sejam reconhecidos. Certa de que a vida não repete experiências por acaso, mas sinaliza aquilo que ainda não foi visto, ela foi, pouco a pouco, deslocando o olhar do que acontece fora para o que se organiza por dentro. Esse movimento não nasceu de um conceito, mas da própria vivência — da observação dos padrões, das dores que se repetem, das perguntas que insistem. Terapeuta de formação e por escolha, Marta construiu seu trabalho a partir da escuta atenta do ser humano — uma escuta que vai além do sintoma e se aproxima da história, das crenças e dos padrões que atravessam a vida. Ao longo do tempo, ela passou a integrar diferentes abordagens terapêuticas, sempre com o mesmo fio condutor: ajudar as pessoas a reconhecerem os padrões que as atravessam e retomarem a consciência sobre a própria trajetória. Mais do que oferecer respostas prontas, ela propõe um processo de investigação interior — um convite para sair da repetição inconsciente e viver com mais clareza, presença e responsabilidade. Neste papo com o podcast 45 do Primeiro Tempo, a psicoterapeuta, doutoranda em Hipnose Clínica e pós-graduanda em Neurociências, contou sua história de vida, trouxe seu olhar sobre o momento que estamos vivendo e foi categórica: “O corpo fala — mas só se houver quem escute”.
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Victor Stirnimann não tem dúvida em afirmar que algumas das perguntas mais importantes da vida não pedem respostas rápidas — pedem silêncio, tempo e presença. Convicto de que a consciência não nasce do acúmulo de informação, mas da coragem de olhar para dentro, ele construiu sua trajetória entre pensamento, escuta e investigação do humano, atento tanto ao que se move em nós quanto àquilo que insiste em permanecer invisível, em um campo mais sutil que nos habita. Psicólogo de orientação junguiana, aprendeu que crescer não é apenas acumular conhecimento, mas integrar contradições; que não existe maturidade sem um diálogo honesto consigo mesmo; e que toda transformação passa por atravessar zonas internas de neblina — aquelas em que não se enxerga longe, mas se aprende a confiar no próprio passo. Ao longo da vida, Victor transformou inquietação em método e fez da escuta profunda um modo de investigar o humano em tempos cada vez mais superficiais. Mais marcado por perguntas do que por respostas, tornou-se também um pensador do presente: alguém atento a um mundo em crise de sentido, excesso de informação e mudanças aceleradas — mas consciente de que nem tudo o que nos forma pode ser explicado. Esse caminho o levou a fundar, com amigos, o podcast "Elefantes na Neblina", um espaço que nasce da disposição de pensar mesmo quando tudo parece embaçado. Neste papo com o podcast "45 do Primeiro Tempo", Victor Stirnimann compartilhou sua história de vida, trouxe seu olhar sobre o momento que estamos atravessando como humanidade e condensou tudo isso numa frase que fica reverberando: “O caminho do sucesso é ser um sobrevivente…”.
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Rachel Furtado tem certeza de uma coisa: a doença nunca é apenas uma questão biológica. Certa de que a medicina sozinha não dá conta de todos os mistérios do adoecer, ela precisou atravessar o próprio corpo em guerra quando recebeu o diagnóstico de um câncer agressivo. Médica, pesquisadora, vivendo fora do Brasil, ela experimentou na própria pele o limite entre ciência, fé, disciplina e rendição. Dessa travessia nasceu não apenas uma sobrevivente, mas uma nova forma de olhar para a vida, para o tempo e para o sentido de estar aqui. Hoje, ela transforma a própria história em caminho, ajudando outras pessoas a atravessar seus desertos pessoais e a reconstruir, com consciência, a própria relação com o corpo e com a vida. Neste papo com o podcast "45 do Primeiro Tempo", Rachel Furtado contou sua história de vida, trouxe seu olhar sobre esse momento que estamos atravessando como humanidade e foi categórica: “Tudo o que nos move nasce de um sentido de propósito.”
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Sandra Regina Rudiger não tem dúvida em afirmar que a verdadeira sabedoria é aquela que atravessa gerações, tradições e fronteiras — e permanece viva dentro de nós como uma chama que nunca se apaga. Talvez por isso ela tenha dedicado praticamente toda a sua vida a decifrar, viver e transmitir um conhecimento que, por muito tempo, foi reservado a poucos: a Cabala — esse mapa ancestral do funcionamento da alma, da vida e do universo. Nascida em uma família de origem judaica, esta minha convidada começou seus estudos ainda aos 14 anos, mergulhando nas histórias da Torá, em pleno Antigo Testamento, enquanto crescia numa escola católica tradicional. Talvez tenha sido ali, entre símbolos tão diferentes — e tão complementares — que ela percebeu que a espiritualidade não é propriedade de ninguém, mas um fio invisível que costura todas as tradições quando há abertura de coração. E abriu-se. E abriu caminhos. Ainda jovem, foi preparada pelos instrutores que a introduziram aos ensinamentos mais profundos da Cabala, num tempo em que esse conhecimento era compartilhado quase exclusivamente entre homens. Ao lado da mãe, da irmã e — mais tarde — das sobrinhas, formou uma verdadeira linhagem feminina que ousou ocupar um espaço que antes não lhes era permitido. Um resgate silencioso, firme e profundamente transformador. Em 2001, publicou seu primeiro livro — A Cabala e as Empresas — conectando a sabedoria milenar ao universo corporativo muito antes de isso virar tendência. Paralelamente, sua trajetória na Ordem Rosacruz a levou ao 12º grau e à atuação como palestrante oficial, aprofundando-se em arquétipos, símbolos e caminhos internos. Desde então, segue transmitindo esses conhecimentos em cursos, grupos de estudo e palestras — inclusive em lojas maçônicas — sempre fiel às fontes originais. Neste papo com o podcast "45 do Primeiro Tempo", a psicóloga, professora e estudiosa da Cabala, Sandra Regina Rudiger, contou sua história de vida, trouxe seu olhar sobre este momento e foi categórica: “Precisamos elevar a nossa consciência para uma outra dimensão”.
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João Saci costuma dizer que “a verdadeira força aparece quando tudo parece dizer que não vai dar certo". Talvez por isso sua história fale tão alto. Ele sabe o que é ser empurrado para um limite real — desses que viram a vida de ponta-cabeça. Ainda adolescente, enfrentou uma doença agressiva, perdeu uma perna e precisou lidar com uma sequência de desafios que poderiam ter interrompido qualquer perspectiva de futuro. Mas foi justamente nesse período, quando tudo parecia estreitar, que surgiu outra direção: a necessidade de se reinventar, de procurar alternativas onde não havia muitas, de descobrir uma força que nem ele imaginava ter. Ao invés de olhar para a falta, escolheu olhar para a vida. Entrou no esporte como quem reencontra um rumo — primeiro na água, colecionando medalhas na natação paralímpica, depois na força e na disciplina do crossfit. E, em algum momento, decidiu mirar mais alto do que qualquer dor — literalmente. Subiu montanhas, atravessou invernos internos e externos, até chegar ao acampamento-base do Everest, tornando-se o primeiro sul-americano amputado a alcançar esse feito. No fundo, sua trajetória sempre foi menos sobre vencer obstáculos físicos e mais sobre inspirar pessoas a ressignificar seus próprios desafios. Hoje, percorre o Brasil compartilhando essa mensagem, mostrando que força não é ausência de medo, mas a coragem de seguir quando o mundo parece empurrar para trás. Nesse papo com o podcast "45 do Primeiro Tempo", o paratleta, palestrante e escritor contou sua história de vida, ressignificou sua trajetória e foi categórico: “Confiança e fé caminham juntas”.
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Paulo Cavalcante está certo de que a vida é um ciclo de construção — e não um destino imutável, mesmo quando tudo parece perdido. Talvez por isso ele tenha se tornado um símbolo de força e resiliência. Ele convive com neurofibromatose, uma doença genética que causou tumores por todo o seu corpo e o levou a cirurgias de altíssimo risco. Aos 32 anos, sofreu uma compressão medular e ficou tetraplégico por vários anos. Mesmo diante da dor intensa e das limitações motoras, ele nunca abandonou a busca por algo que desse sentido à sua jornada — lutou judicialmente para ter acesso a uma medicação de ponta para reduzir os tumores e combinou o tratamento com uma fisioterapia diária exaustiva. Hoje, além de reconstruir seu corpo, ele reconstruiu sua vida de forma significativa: participa de corridas de rua em Fortaleza, dando passos concretos em direção ao que muitos consideram impossível. Esse equilíbrio entre superação e autenticidade mostra que sua missão vai além de sobreviver: para ele, viver é um ato de construir sentido. Neste papo com o podcast "45 do Primeiro Tempo", Paulo Cavalcante contou sua história de vida, trouxe seu olhar sobre este momento que estamos atravessando, com tantas mudanças no mundo, e foi categórico: “O extraordinário se constrói em decisões diárias”.
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Hellene Fromm costuma dizer que a alma se move em espirais — e que tudo o que vivemos volta, mas volta diferente, porque nós já não somos os mesmos. Certa de que a vida não é uma linha reta, mas um tear de fios visíveis e invisíveis, ela encontrou na arte um modo de costurar o indizível e, na psicanálise, um caminho para acolher aquilo que a linguagem não alcança. Talvez por isso seus contos, suas imagens e suas reflexões sempre nos devolvam ao essencial: a infância, o símbolo, o feminino profundo, o lugar onde nasce a nossa força. É desse lugar — onde símbolo, sensibilidade e experiência se misturam — que ela segue criando caminhos. Seja iluminando a delicadeza de contos, mergulhando no imaginário feminino de suas ilustrações ou acompanhando, na psicanálise, histórias que pedem escuta e coragem. E o curioso é que essa mesma sensibilidade já a levou também por rotas que, à primeira vista, parecem distantes desse universo. Hellene passou pelos corredores do mundo corporativo, liderando processos de desenvolvimento humano em gigantes como a IBM, navegou pela tecnologia, pela educação e pela formação de pessoas — sempre com um olhar que busca sentido, profundidade e humanidade onde muitos só enxergam função e resultado. Porque, no fundo, o fio que costura sua trajetória é o mesmo: o chamado silencioso da alma para olhar fundo, devolver sentido e criar beleza onde tantos só veem escuridão. Neste papo com o podcast "45 do Primeiro Tempo", a psicanalista, pós-graduada em Artes Aplicadas à Pedagogia Waldorf e especialista em Arteterapia e Expressões Criativas, contou sua história de vida, trouxe seu olhar sobre este momento que estamos atravessando como humanidade e provocou: “Do que você foge quando se distrai?”.
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Renata Marques costuma dizer que tecnologia, no fim das contas, é sobre gente — sobre cuidar, facilitar a vida e criar pontes que nos aproximem, não muros que nos separem. Certa de que a verdadeira inovação nasce da empatia, Renata acredita que não existe transformação digital sem transformação humana. Porque antes de qualquer algoritmo, há uma intenção. Antes de qualquer sistema, há uma escolha. E antes de qualquer máquina, há sempre um coração que pulsa — e que sente. Talvez por isso ela tenha se dedicado não apenas a implementar tecnologias, mas a humanizá-las. A criar culturas mais conscientes dentro das empresas, onde as pessoas possam florescer junto com as inovações. Foi assim que Renata se tornou uma das vozes mais inspiradoras quando o assunto é o encontro entre propósito, liderança e tecnologia. Agora, com o livro “Quem disse que não é para mim?”, ela amplia essa conversa — e nos convida a exercitar a coragem e a presença de viver e liderar a partir de quem realmente somos. Renata mostra que liderar vai muito além de ocupar uma posição ou exercer autoridade. É ter a coragem de ser por inteiro. É inspirar sem fórmulas, deixando a alma guiar os passos — mesmo diante dos “nãos” da vida — transformando obstáculos em potência e aprendizado. Neste papo com o podcast "45 do Primeiro Tempo", a executiva de tecnologia e negócios, atual CIO da Natura &Co, contou sua história de vida, trouxe seu olhar sobre esse momento de tanta tecnologia e conectividade e foi categórica: “Na vida, é você quem dá o tom.”
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Jamil Salloum Júnior está certo de que a realidade é muito mais profunda do que aquilo que os olhos podem ver. Certo de que o invisível não é ausência, mas origem — e de que compreender o mundo é também aprender a escutar o que não se mostra —, ele, há mais de três décadas, dedica-se a investigar o que existe por trás do véu. Um verdadeiro mergulhador das tradições esotéricas, da filosofia e da psicologia transpessoal, Jamil percorre há anos esse território sutil onde o visível e o simbólico se encontram, traduzindo em linguagem viva aquilo que normalmente se perde entre o mistério e a razão. Em seu novo livro, Para Entender Blavatsky, ele revisita a vida e o pensamento da fundadora da Teosofia — e, mais do que explicar sua obra, nos convida a refletir sobre o sentido mais amplo da existência num mundo que insiste em reduzir o mistério ao que pode ser medido. Numa época em que o excesso de informação nos afasta da sabedoria, Jamil nos lembra que compreender é, antes de tudo, vivenciar — e que talvez o sagrado esteja justamente naquilo que não se explica, mas se sente. Neste papo com o podcast "45 do Primeiro Tempo", o jornalista, mestre em Filosofia, Comunicação e Psicologia Transpessoal contou sua história de vida, trouxe seu olhar sobre o momento que estamos atravessando como humanidade e foi categórico: “A crise tem um sentido pedagógico.”
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Maria do Socorro Araújo acredita que cada pensamento tem poder — e que escolher conscientemente quais cultivar é escolher a própria vida. Certa de que a existência é feita de múltiplas possibilidades e de que cada experiência pode ser um convite ao crescimento, ela se dedica há mais de cinquenta anos aos estudos da mente humana. Com profunda compaixão pelo ser humano, Maria do Socorro descobriu que todos carregam dentro de si uma criança ferida — e que ouvir essa criança é o primeiro passo para transformar a própria realidade. Terapeuta mental, mãe de cinco filhos e ex-executiva de grandes empresas, ela criou, há alguns anos, o curso “Você e o Pensamento”, com a intenção de ajudar pessoas a reorganizarem seus padrões internos, despertarem a consciência e construírem uma vida mais plena e significativa. Hoje, aos 83 anos, Maria do Socorro compartilha seu conhecimento na internet, ampliando o alcance de um curso que já transformou inúmeras vidas. Neste papo com o podcast "45 do Primeiro Tempo", ela contou sua história de vida, trouxe seu olhar sobre o momento que estamos atravessando como humanidade e foi categórica: “É no mundo invisível que tudo acontece.”
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Fernanda Zannin vem aprendendo, na própria travessia, que o despertar não é entender mais — é sentir mais profundamente a vida em sua essência. Certa de que o verdadeiro conhecimento não nasce das respostas, mas das experiências que nos atravessam, ela não tem dúvida em afirmar que a vida é um caminho de revelações — e que é no corpo, na vulnerabilidade e no amor que a consciência realmente se expande. Talvez por isso sua caminhada seja marcada por uma busca sincera pelo sagrado — não como ideia, mas como experiência viva. Há pessoas que dedicam a vida inteira a estudar o mistério, a percorrer, com a mente desperta e o coração curioso, os caminhos do invisível. Mas há momentos em que a vida nos chama a viver, no corpo, aquilo que antes apenas compreendíamos com o intelecto. Foi o que aconteceu com Fernanda, que pesquisa Maria Madalena — figura de coragem, mistério e transformação, cuja trajetória inspira seu trabalho no resgate do feminino essencial. Recentemente, uma experiência intensa de saúde — um câncer — a conduziu a um mergulho ainda mais íntimo. No encontro com a vulnerabilidade, ela acessou lugares que antes conhecia apenas pelas palavras, agora sentidos pela alma — dimensões da existência que não cabem em teorias, apenas na presença, na essência e no amor que sustenta tudo. Hoje, sua fala carrega a serenidade de quem buscou mais o sutil, sem se afastar da concretude que ancora cada experiência. Neste papo com o podcast "45 do Primeiro Tempo", a astróloga, peregrina, Servidora do Yoga e escritora compartilha sua história de vida, seu olhar sobre o momento que estamos vivendo e é categórica: “Somos a materialização dos mitos.”
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Luana Curti está certa de uma coisa: a voz concede poder ao silêncio. E, quando damos voz ao que estamos calando, damos corpo ao que está por vir. No começo, ela não falava para multidões — falava para si mesma. Para compreender, rastrear as sutilezas do corpo, do ar que sai, do eco que fica. Como fonoaudióloga, atriz e preparadora vocal, mergulhou no estudo do som, da expressão, das pausas... Cada suspiro, cada timbre, cada silêncio foram laboratórios de presença. Com o tempo, percebeu que a voz não é apenas um instrumento, mas uma ponte — entre o que sentimos e o que ousamos mostrar. E foi justamente essa ponte que a conduziu a novos territórios: da comunicação à espiritualidade, do corpo à alma. Assim nasceu o Instituto Voz do Ser — um espaço onde a voz não se impõe, mas se revela; onde o som encontra o sutil. Luana foi transformando o que era técnico em sensível, o que era externo em íntimo. A voz virou caminho de cura, expressão de verdade, prática de presença. Hoje, sua trajetória inspira quem busca reconectar-se com a própria essência — porque, no fim, a verdadeira mensagem é simples e profunda: existe uma delicadeza potente em permitir-se ser ouvido. Neste papo com o podcast “45 do Primeiro Tempo”, Luana contou sua história de vida, compartilhou seu olhar sobre o momento que estamos vivendo e foi categórica: “Nos vemos o tempo inteiro no outro.”
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Mateus Dounis costuma dizer que a respiração é a ponte mais direta entre o corpo, a mente e a vida que queremos viver. Antes de se tornar referência no estudo da respiração, ele percorreu caminhos que muitos diriam distintos. Atuou em projetos públicos, privados e sociais, explorando diferentes formas de entender o ser humano e suas relações com o mundo. Mas, em meio a essas experiências, percebeu que algo essencial estava sempre presente - embora, muitas vezes, invisível e imperceptível: a própria respiração. Foi ela que o convidou a olhar para dentro e a compreender que pequenas mudanças internas poderiam gerar transformações profundas em toda a vida. Essa descoberta mudou sua forma de viver e de trabalhar. Mateus deixou para trás a segurança de antigos hábitos e métodos tradicionais e mergulhou na pesquisa e na prática da respiração consciente. Formado em Biopsicologia, uniu ciência e experiência prática, desenvolvendo programas que hoje ajudam milhares de pessoas a reconectar corpo, mente e emoções. Neste papo com o podcast "45 do Primeiro Tempo", o fundador da Academia da Respiração contou sua história de vida, compartilhou seu olhar sobre o momento que estamos vivendo e foi categórico: “Precisamos aprender a respirar.”
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Alexandre Marques costuma dizer que não basta medir a vida apenas por metas e resultados. Para ele, o verdadeiro sentido está em criar caminhos nos quais as pessoas possam florescer em sua integralidade — não como peças de uma engrenagem, mas como seres humanos completos, capazes de integrar propósito, consciência e cuidado em tudo o que fazem. Alexandre atuou por mais de duas décadas no mercado financeiro, um ambiente competitivo e fortemente orientado a metas. Foi justamente nesse contexto que nasceu sua inquietação: seria possível conciliar resultados e produtividade com humanidade, propósito e desenvolvimento integral das pessoas? Desde 2011, ele mergulhou em uma jornada de transformação pessoal, estudando PNL, constelações e, sobretudo, a teoria integral de Ken Wilber, que se tornou um de seus principais referenciais. Hoje, à frente da "Integraum", consultoria que cofundou, ele ajuda empresas e líderes a reconfigurar sua cultura de dentro para fora, promovendo um olhar mais humano, mais consciente e mais integral para a vida e para o trabalho. Neste papo com o podcast "45 do Primeiro Tempo", Alexandre contou sua história de vida, trouxe seu olhar sobre o momento atual e foi categórico: “Fragmentamos demais a nossa vida.”
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Fernando Bignardi não tem dúvida em afirmar que “doenças são alertas de que algo invisível está bloqueando quem realmente somos.” Certo de que a doença deixa de ser apenas um problema e se transforma em um convite para o autoconhecimento, ele aprendeu a olhar para além do sintoma. Fernando caminha há décadas na fronteira entre ciência e espiritualidade, entre o visível da medicina e o invisível que habita em cada um de nós. Foi desse encontro que nasceu sua visão de que saúde não se limita a curar, mas se constrói: em hábitos, escolhas, silêncios, relações e na capacidade de viver em coerência com a natureza. É essa perspectiva que dá origem à ecologia médica - um campo que entende o ser humano como parte de um ecossistema maior, em que corpo, mente, alma e ambiente estão entrelaçados. Neste papo com o podcast "45 do Primeiro Tempo", o médico, homeopata, gerontólogo, coordenador do Centro de Estudos do Envelhecimento da Unifesp e idealizador do Centro de Ecologia Médica Florescer na Mata contou sua história de vida, trouxe seu olhar sobre esse momento da humanidade e foi categórico: “Toda doença traz uma mensagem.”
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Camilla Herreros costuma dizer que, muitas vezes, é preciso soltar o controle e permitir que a vida se revele tal como é. Para ela, o autoconhecimento não é um destino, mas um caminho que se abre a cada passo - feito de encontros, silêncios, aprendizados e entrega. É nesse movimento que surge o convite para olhar para dentro, reconhecer dores e descobertas e compreender que cada experiência pode trazer um ensinamento essencial. Sua trajetória é marcada por transformações profundas e pela busca de respostas que não cabiam apenas nos livros ou em teorias acadêmicas. Formada em Marketing, com pós-graduação em Finanças e Gestão de Pessoas, Camilla viveu experiências no exterior e construiu uma carreira sólida no mundo corporativo. Mas foi nas pausas, nos vazios e nas dores da vida - como a perda de uma filha recém-nascida - que ela ouviu o chamado para uma virada. Dessa experiência nasceu a certeza de que a vida, em toda a sua intensidade e fragilidade, pode ser acolhida e transformada. Hoje, como psicanalista, terapeuta vibracional e guardiã do Espaço Helena, Camilla se dedica a conduzir processos de cura e despertar, movida pela convicção de que viver com amor e plenitude é possível quando nos reconectamos com a nossa essência. Neste episódio do podcast "45 do Primeiro Tempo", ela compartilhou sua história, revisitou momentos marcantes de sua jornada e deixou um recado categórico: “Todas as respostas estão dentro de nós”.
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Erika Ramos não tem dúvida de que há caminhos que começam de forma silenciosa, mas que, com o tempo, se revelam como verdadeiros chamados da alma. Foi assim que ela encontrou no Jin Shin Jyutsu Institute de Nova Iorque - uma prática de harmonização energética por meio do toque nas mãos e no corpo - não apenas uma técnica, mas uma arte capaz de equilibrar corpo, mente e espírito. Com 25 anos de dedicação e dezenas de cursos no Brasil, Estados Unidos e Japão - um mergulho profundo em uma prática que, de tão simples no gesto, se torna imensa no alcance -, hoje ela representa o Shin Institute de Nova York no Brasil, coordenando, entre outras atribuições, a modalidade no Núcleo de Cuidados Integrativos do Hospital Sírio-Libanês. Além disso, é autora do livro Universo em Suas Mãos. Neste papo com o podcast "45 do Primeiro Tempo", Erika contou sua história de vida, trouxe seu olhar sobre o momento atual do mundo e foi categórica: “Precisamos estar atentos aos sinais.”
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Larissa Vasquesz tem certeza de uma coisa: a verdadeira transformação acontece quando conseguimos acessar camadas de nós mesmos que nem sempre conseguimos enxergar - mas que a consciência é capaz de tocar. Talvez por isso, ela sempre tenha dedicado tempo a ouvir antes de explicar, a sentir antes de racionalizar. Formada em Psicologia e com uma trajetória marcada pelo estudo profundo das terapias holísticas, Larissa cresceu em um ambiente em que práticas como Yoga, Reiki e Cabala faziam parte do cotidiano. Filha do professor Cícero Vasques, pioneiro em terapias integrativas, foi introduzida desde cedo ao universo da energia sutil e da consciência. Mas foi em 2011, após uma experiência que descreve como profundamente espiritual, que iniciou o caminho que a levaria a desenvolver o que hoje conhecemos como Sistema de Consciência Sirius - um conjunto de práticas terapêuticas, cursos e ferramentas voltados à expansão da consciência, à cura integral e ao reencontro com a própria essência. Hoje, como criadora do Sistema e à frente do Instituto Sirius, Larissa conduz processos que atuam no físico, no emocional, no energético e no espiritual, ajudando pessoas a se reconectarem com aquilo que muitas vezes permanece adormecido dentro de cada um: sua memória celular, sua energia vital e seu propósito. Neste papo com o podcast "45 do Primeiro Tempo", Larissa compartilhou sua história de vida, trouxe seu olhar sobre o momento que estamos atravessando como humanidade e foi categórica: “O outro lado do confiar é soltar.”
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Jeni Shih sempre acreditou que inovação não é apenas sobre tecnologia - é, sobretudo, sobre pessoas. Talvez por isso, mesmo tendo dedicado mais de três décadas de sua vida à IBM, liderando áreas de negócios, marketing, RH e operações em escala global, ela nunca perdeu de vista o que realmente sustenta qualquer transformação: a capacidade humana de se reinventar. Essa ideia ganhou ainda mais força quando a vida a colocou diante de um grande desafio: o câncer. Foi nesse momento que Jeni descobriu que não seria apenas paciente, mas protagonista da própria cura, da própria vida — um processo que a levou a se reconectar com o corpo, com a espiritualidade e com sua ancestralidade. Dessa travessia nasceu uma visão que hoje permeia tudo o que faz: inovar é, também, regenerar. É olhar para o futuro sem esquecer as raízes, avançar com tecnologia sem perder a humanidade. Neste papo com o podcast "45 do Primeiro Tempo", a Head de Inovação da "Voe Sem Asas", mentora e conselheira de startups, contou sua história de vida, trouxe seu olhar sobre o momento que estamos atravessando como humanidade e foi categórica: “Há um saber que transcende a linguagem.”
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falou extrema direita já perde minha atenção.
alguém sabe dizer qual a música que a Mari falou
muito bom parabéns
recomendado nos pingos... ta add!