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Os Pingos nos Is
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Author: Jovem Pan
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O programa da Jovem Pan que revolucionou o jeito de noticiar política e economia, abordando os temas de modo crítico, em um formato de bate-papo e discussão aberta. Os Pingos nos Is alcançou a liderança da audiência no rádio e se tornou referência no segmento no YouTube.
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Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta segunda-feira (12):O presidente da Argentina, Javier Milei, afirmou preferir a eleição de um integrante da família Bolsonaro à Presidência do Brasil, em vez do que chamou de “socialismo do século 21”, em referência a Lula (PT). Em entrevista à imprensa argentina, Milei criticou o governo petista e disse não ver espaço para diálogo com a esquerda. Mesmo durante o recesso legislativo, o Congresso Nacional se articula para analisar o veto do presidente Lula (PT) ao PL da dosimetria. Além dessa proposta, parlamentares devem deliberar sobre outros 69 vetos presidenciais. A movimentação marca uma nova fase de tensão entre o Legislativo e o Planalto, já que quase metade dos vetos do governo foi derrubada desde o início da gestão. O senador Flávio Bolsonaro (PL) retornou dos Estados Unidos sem conseguir o encontro desejado com o secretário de Estado americano Marco Rubio, considerado estratégico para a pré-campanha presidencial. A ausência da agenda e declarações sobre o papel de Eduardo Bolsonaro (PL) geraram incômodo entre lideranças do centrão, que veem riscos de desgaste político. A saída de Ricardo Lewandowski do Ministério da Justiça e as mudanças feitas pela oposição levaram o governo a reavaliar a PEC da Segurança Pública. Interlocutores do Planalto afirmam que o Executivo perdeu o controle do texto e avalia desistir da proposta para evitar uma derrota no Congresso. Segundo a base aliada, o texto atual contraria a orientação do presidente Lula (PT). Levantamento mostra que o governo Lula (PT) ampliou o uso do sigilo como justificativa para negar pedidos feitos com base na Lei de Acesso à Informação. Entre 2023 e 2025, mais de 30 mil solicitações não foram respondidas, e a taxa de negativas por sigilo subiu para 34%, acima do registrado no governo anterior. A CGU afirma que os critérios seguem a legislação vigente. A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, afirmou que o presidente Lula (PT) demonstrou preocupação após a prisão de Nicolás Maduro pelos Estados Unidos. Segundo ela, Lula entrou em contato no dia da captura e ofereceu ajuda humanitária, incluindo o envio de medicamentos ao país.O governo Lula (PT) prepara uma ofensiva política para dialogar com motoristas de aplicativos, grupo visto no Planalto como majoritariamente simpático ao bolsonarismo. A estratégia inclui a criação de um grupo de trabalho e visitas a estados para ouvir demandas da categoria e discutir a regulamentação do trabalho por aplicativos que tramita na Câmara dos Deputados. Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.
Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta sexta-feira (09):Um protesto contra o PL da dosimetria terminou em confusão e agressões na Faculdade de Direito da USP, em São Paulo. O ato, organizado por movimentos sociais aliados ao governo, lembrava os três anos dos atos de 8 de Janeiro. A tensão começou com a presença de políticos ligados à direita, e o ex-deputado Douglas Garcia acabou sendo agredido durante o tumulto. Integrantes do governo avaliam que a pressão da sociedade sobre os parlamentares pode evitar a derrubada do veto do presidente Lula (PT) ao PL da dosimetria. A estratégia inclui mobilização social semelhante à usada durante a tramitação da PEC da Blindagem, enquanto a oposição aguarda a retomada dos trabalhos do Congresso para tentar reverter a decisão. Após o veto do presidente Lula (PT) ao PL da dosimetria, o senador Esperidião Amin, relator da proposta no Senado, protocolou um novo projeto que prevê anistia geral aos condenados pelos atos de 8 de Janeiro. O governo Lula (PT) estuda conceder um reajuste de apenas R$ 18 aos professores, o equivalente a 0,37% no piso salarial da categoria, percentual bem abaixo da inflação prevista para 2025. Segundo dados do Banco Central do Brasil, a inflação deve fechar o ano em 4,4%, o que tornaria o aumento insuficiente para repor as perdas. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que o Brasil tinha cerca de 4,2 milhões de empregadores no trimestre encerrado em novembro, número 241 mil inferior ao pico registrado em 2018, antes da pandemia. Levantamento do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos mostra que, em dezembro, o preço da cesta básica aumentou em 17 capitais brasileiras. A maior alta foi registrada em Maceió, com variação superior a 3%, enquanto João Pessoa foi a única capital onde os preços não subiram. Ao lado do senador Flávio Bolsonaro, o ex-deputado Eduardo Bolsonaro retomou agendas nos Estados Unidos com aliados do ex-presidente Donald Trump. Segundo pessoas envolvidas nos compromissos, Eduardo tenta articular a retomada de sanções contra autoridades brasileiras. O senador Ciro Nogueira (PP) sugeriu o nome do governador de Minas Gerais, Romeu Zema, como possível vice na candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República. Segundo Ciro, Zema poderia agregar experiência e ampliar a competitividade da chapa no Sudeste, apesar de hoje os dois serem considerados potenciais rivais na disputa.Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.
Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta quinta-feira (08):A decisão do presidente Lula (PT) de vetar o projeto que trata da dosimetria das penas aumentou a tensão entre o Palácio do Planalto e o Congresso Nacional. O relator da proposta, o deputado Paulinho da Força, criticou o veto e afirmou que o governo optou pelo confronto político. Lideranças do Legislativo já se articulam para derrubar a decisão presidencial. Durante evento do governo, o presidente Lula (PT) afirmou que o 8 de Janeiro entrou para a história como uma vitória da democracia sobre tentativas de tomada de poder. A fala foi interpretada por críticos como discurso de viés político-eleitoral. O governador Ronaldo Caiado acusou o governo do presidente Lula (PT) de ser conivente com o crime organizado após medidas do Ministério da Justiça que alteram regras de atuação na segurança pública. Segundo Caiado, a portaria condiciona repasses federais aos estados e representa uma violação do pacto federativo. O senador Flávio Bolsonaro (Partido Liberal) afirmou que, em caso de vitória eleitoral, pretende indicar o irmão Eduardo Bolsonaro para o Ministério das Relações Exteriores. A declaração gerou reação negativa entre aliados do centrão, que avaliam o anúncio como precipitado e veem risco de afastamento de partidos de centro e eleitores menos alinhados à polarização. O Senado custeou passagens aéreas do senador Flávio Bolsonaro (Partido Liberal) para São Paulo, onde ele participou de um evento ligado à pré-campanha presidencial. Após a repercussão negativa, o parlamentar afirmou que houve erro de sua equipe e disse que irá devolver os valores aos cofres da Casa Legislativa. O senador Ciro Nogueira afirmou não ver mais possibilidade de o governador Tarcísio de Freitas disputar a Presidência da República e classificou como irreversível a candidatura do senador Flávio Bolsonaro. Segundo ele, Tarcísio precisaria do aval de Jair Bolsonaro, considerado hoje improvável. O presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, Jorge Rodríguez, anunciou a libertação de presos políticos no país após a queda de Nicolás Maduro. Estimativas apontam que mais de 800 presos políticos ainda estejam sob custódia, sem definição oficial sobre quantos serão beneficiados pela medida. O governo federal sinalizou que pode barrar cerca de R$ 11 bilhões em emendas parlamentares, segundo o ministro da Casa Civil, Rui Costa. A justificativa é que o valor extrapola regras acordadas com o Congresso e parâmetros definidos pelo Supremo Tribunal Federal. A medida pode ampliar a tensão entre o Palácio do Planalto e o Legislativo. Dados do Instituto de Estatística da cidade de Buenos Aires apontam queda da pobreza e da pobreza extrema durante o governo de Javier Milei. No terceiro trimestre de 2025, o índice de pobreza recuou de 28,1% para 17,3%, enquanto a taxa de indigência caiu de 11% para pouco mais de 5%. Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.
Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta quarta-feira (07):A oposição no Congresso pressiona o governo de Lula (PT)por um posicionamento oficial sobre a prisão do ditador Nicolás Maduro e a ação dos Estados Unidos na Venezuela. Parlamentares questionam o silêncio do Planalto sobre o regime venezuelano e criticam a postura da diplomacia brasileira em organismos internacionais. Após a ação na Venezuela, os Estados Unidos intensificaram críticas e ameaças a Cuba, Colômbia e Groenlândia. Integrantes do governo americano afirmam que a região é estratégica para a segurança nacional e não descartam medidas mais duras. O secretário de Estado detalhou um plano em etapas para a Venezuela, que inclui estabilização, recuperação e transição política. Depois da prisão de Nicolás Maduro, o PT entrou com ações judiciais contra políticos da oposição que associaram o presidente Lula (PT) ao ditador venezuelano e ao narcotráfico na América Latina. Entre os alvos está o deputado Nikolas Ferreira, acusado por lideranças petistas de atacar a soberania nacional. A ofensiva ocorre em ano eleitoral. O Conselho Federal de Medicina instaurou uma sindicância para apurar denúncias de possível omissão de assistência médica a Jair Bolsonaro na carceragem da Polícia Federal. Segundo o órgão, o ex-presidente tem histórico clínico de alta complexidade e necessita de monitoramento contínuo. A Polícia Legislativa da Câmara dos Deputados abriu investigação para apurar uma ameaça atribuída ao humorista Thiago Santinelli contra o deputado Nikolas Ferreira. A manifestação nas redes sociais gerou reação do parlamentar e levou a pedidos por reforço na escolta policial. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou um acordo comercial com a Venezuela após a queda de Nicolás Maduro. Segundo a publicação, os recursos do novo acordo petrolífero serão utilizados na compra de produtos fabricados nos Estados Unidos, incluindo itens agrícolas, medicamentos, equipamentos médicos e de energia. A possível candidatura do senador Flávio Bolsonaro (Partido Liberal) à Presidência da República tem provocado divisão entre setores da direita em São Paulo. Enquanto parte do grupo acredita que o nome ainda pode ser retirado da disputa, aliados do governador Tarcísio de Freitas avaliam que o movimento busca preservar o capital político da família Bolsonaro. Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.
Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta terça-feira (06):O governo brasileiro classificou como sequestro a captura de Nicolás Maduro pelos Estados Unidos durante reunião da OEA. O embaixador também condenou os bombardeios na Venezuela e afirmou que a ação ultrapassou um limite inaceitável da soberania do país. A repercussão negativa da prisão de Nicolás Maduro levou aliados do governo Lula a evitarem defesas diretas do regime venezuelano. Analistas apontam que o ajuste de discurso busca reduzir desgaste político e eleitoral, diante da rejeição popular ao ex-líder de Caracas e da polarização nas redes sociais. Dados do IBGE mostram que o Brasil chegou a um marco preocupante: 48 milhões de pessoas recebem o Bolsa Família, enquanto apenas 39 milhões têm emprego formal no setor privado. Economistas alertam que a expansão de benefícios sem crescimento do emprego pode gerar um ciclo negativo para a economia. O ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, deve deixar o comando da pasta ainda nesta semana. Desde o fim de 2025, ele tem comunicado auxiliares sobre a decisão, alegando fim de ciclo. Aliados dizem que uma conversa com o presidente Lula (PT) ainda pode tentar reverter o cenário. O ex-presidente Jair Bolsonaro sofreu um traumatismo craniano leve após uma queda durante a madrugada na Superintendência da Polícia Federal. Segundo informações médicas divulgadas, Bolsonaro caiu ao se levantar durante uma crise de soluços. O caso reacendeu o debate sobre sua permanência na unidade e pedidos por prisão domiciliar. Os presidentes da Câmara e do Senado decidiram não participar da cerimônia do governo em memória dos atos de 8 de Janeiro. A ausência de Hugo Motta e Davi Alcolumbre ocorre em meio à expectativa de um possível veto do presidente Lula (PT) ao projeto da dosimetria, ampliando a tensão entre o Planalto e o Congresso. Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.
Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta segunda-feira (05):Mesmo após a prisão de Nicolás Maduro, a Venezuela intensificou a repressão contra opositores. A aliada Delcy Rodríguez determinou a captura de pessoas acusadas de cooperar com a ação dos Estados Unidos, enquanto sinaliza diálogo externo com a gestão de Donald Trump. A captura de Nicolás Maduro pelos Estados Unidos gerou reações no Brasil. Enquanto aliados do governo criticaram a ação, nomes da oposição comemoraram a prisão. O governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) e a presidente do PT, Gleisi Hoffmann, protagonizaram um embate público com críticas envolvendo o presidente Lula (PT). Durante reunião da Organização das Nações Unidas, o Brasil condenou a ação militar dos Estados Unidos na Venezuela. Representante do governo afirmou que o ataque viola a Carta da ONU, o direito internacional e representa afronta à soberania venezuelana. Pesquisa do The Washington Post aponta divisão entre os americanos sobre o envio de forças dos Estados Unidos para capturar Nicolás Maduro. O levantamento indica empate entre aprovação e reprovação da ação e mostra que a maioria defende aval do Congresso. Nicolás Maduro foi apresentado a um tribunal federal em Nova York na primeira etapa do processo judicial nos Estados Unidos. Acusado de narcoterrorismo, tráfico de drogas e conspiração, ele se declarou inocente. A próxima audiência está marcada para março. Após a ação dos Estados Unidos na Venezuela, o governo norte-americano intensificou as críticas à Colômbia. Declarações do presidente Donald Trump e publicações da Casa Branca miraram o presidente colombiano Gustavo Petro, que reagiu e falou em possível retaliação diante de novas ameaças.Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.
Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta sexta-feira (02):Governadores em fim de mandato articulam candidaturas ao Senado em 2026. Com 18 dos 27 chefes do Executivo estadual impedidos de disputar a reeleição, a Casa Alta deve renovar dois terços das cadeiras, em um cenário de intensas articulações políticas. A Polícia Federal determinou que Eduardo Bolsonaro retorne imediatamente ao exercício do cargo de escrivão. Segundo a corporação, a medida tem caráter declaratório e busca regularizar a situação funcional do filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, que está nos Estados Unidos há quase um ano. O Congresso Nacional deve colocar a segurança pública no centro da agenda ao longo do ano eleitoral. Na Câmara, avançam a PEC da Segurança e o projeto antifacção, enquanto o Senado mantém em andamento a CPI do Crime Organizado, com previsão de ouvir governadores e secretários. O governo do presidente Lula prepara uma ampla reforma ministerial a partir de abril. Mesmo sem disputar eleições, ministros como Fernando Haddad e Ricardo Lewandowski já admitiram a saída. O Planalto aposta na promoção dos secretários-executivos para manter o ritmo da gestão. Mais de 250 presos que deixaram os presídios do Rio de Janeiro durante a saidinha de Natal não retornaram após o fim do prazo. Segundo a Secretaria de Administração Penitenciária, a maioria dos foragidos tem ligação com facções criminosas, incluindo o Comando Vermelho. O ministro do STF Alexandre de Moraes autorizou a realização de visitas permanentes dos filhos do ex-presidente Jair Bolsonaro enquanto ele permanece na custódia da Polícia Federal. A decisão dispensa a necessidade de novas autorizações para cada visita. Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.
Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta quinta-feira (01):O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), publicou um vídeo nas redes sociais com a mensagem “Fora PT”. A postagem, feita no início de 2026, ocorre em meio ao debate sobre o cenário eleitoral e reforça o posicionamento de oposição ao governo federal. O ex-presidente Jair Bolsonaro recebeu alta do Hospital DF Star, em Brasília, e retornou à custódia da Polícia Federal. O ministro Alexandre de Moraes negou o pedido da defesa para prisão domiciliar de caráter humanitário e determinou o retorno imediato após a liberação médica. A fragmentação da direita entra no centro do debate eleitoral de 2026. A falta de definição de um candidato competitivo e as dificuldades de articulação política levantam questionamentos sobre os impactos desse cenário na disputa presidencial e na formação de alianças. MDB e PL aparecem na dianteira na disputa pelas vagas do Senado em 2026, segundo levantamento do jornal O Estado de S. Paulo. A pesquisa aponta candidatos favoritos em 32 das 54 cadeiras em disputa e indica um cenário ainda indefinido em estados estratégicos, com peso das alianças regionais. O dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, e o ex-presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, apresentaram versões divergentes à Polícia Federal sobre a venda de carteiras de crédito investigadas. O caso envolve operações bilionárias e a liquidação da instituição decretada pelo Banco Central. Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.
Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta quarta-feira (31):A oposição no Congresso Nacional afirma ter reunido o número mínimo de assinaturas para a criação da CPMI do Banco Master. O requerimento conta com apoio de deputados e senadores, mas a instalação da comissão ainda depende da leitura do pedido pelo presidente do Congresso, Davi Alcolumbre, após o recesso parlamentar.Mais de 46 mil detentos receberam o benefício da saída temporária de Natal em todo o país, o equivalente a cerca de 6,5% da população carcerária brasileira. Em São Paulo, aproximadamente 31 mil presos deixaram as unidades prisionais por até sete dias. A nova lei que extingue a saidinha não se aplica aos condenados antes de sua entrada em vigor, o que mantém o benefício para parte dos detentos. O ex-presidente Jair Bolsonaro segue internado no Hospital DF Star, em Brasília, após passar por novos procedimentos médicos. Segundo a equipe médica, Bolsonaro não apresentou novas crises de soluço após o bloqueio do nervo frênico e a expectativa de alta para esta quinta-feira está mantida. Ele segue em observação e realizou exames que diagnosticaram esofagite, gastrite e apneia do sono severa.Às vésperas de um ano eleitoral, o Partido dos Trabalhadores divulgou um manual com orientações para a atuação digital da militância. A cartilha incentiva o uso de memes, cortes de vídeos e conteúdos baseados em fatos públicos, além de trazer diretrizes jurídicas para evitar processos por calúnia e difamação. A revista britânica The Economist publicou um editorial afirmando que o presidente Lula não deveria disputar a reeleição em 2026. Segundo a publicação, a idade do presidente torna arriscada a permanência por mais quatro anos no cargo. O texto também critica a condução da política econômica e aponta o governador Tarcísio de Freitas como alternativa para romper a polarização política no Brasil. Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.
Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta terça-feira (30):O Supremo Tribunal Federal ouve envolvidos no caso Banco Master em meio ao avanço das investigações. Entre os depoimentos estão o presidente do banco, Daniel Vorcaro, o ex-presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, e um diretor do Banco Central. O caso pode evoluir para uma CPI no Congresso e levantar suspeitas sobre conexões de figuras influentes. As estatais federais registraram um déficit recorde de R$ 6,3 bilhões entre janeiro e novembro, segundo dados do Banco Central. O resultado é o pior para o período desde 2009 e reacende o debate sobre gestão, gastos públicos e a crise financeira de empresas como os Correios, que podem precisar de novos aportes bilionários. A dívida pública bruta do Brasil voltou a subir em novembro e alcançou 79% do Produto Interno Bruto, segundo dados divulgados pelo Banco Central. O resultado ficou acima do registrado em outubro e veio acompanhado de déficit primário no mês. No acumulado de 12 meses, as contas públicas seguem no vermelho, com impacto também nas despesas com juros. O ex-ministro e ex-deputado federal Aldo Rebello anunciou sua pré-candidatura à Presidência da República. Antigo aliado do presidente Lula, ele fez críticas ao atual governo e afirmou que deve disputar o Planalto pelo partido Democracia Cristã. Rebello também defendeu anistia como forma de pacificação política e retomada do desenvolvimento do país. O senador Ciro Nogueira, presidente nacional do Progressistas, afirmou que o foco do partido em São Paulo é lançar Guilherme Derrite como candidato ao Senado Federal. Segundo ele, o secretário de Segurança Pública não deve disputar o governo paulista, hoje comandado por Tarcísio de Freitas. O PP também avalia outros nomes para a corrida ao Palácio dos Bandeirantes em 2026. O ex-presidente Jair Bolsonaro deverá ser submetido a um novo procedimento médico em Brasília. Segundo informações divulgadas pela equipe médica, a intervenção está relacionada a complicações no nervo frênico e faz parte do acompanhamento clínico após cirurgias recentes. O estado de saúde segue sendo monitorado. O Ministério da Justiça e Segurança Pública registrou um recorde na descapitalização do crime organizado em 2025. Os leilões de bens apreendidos, como imóveis e carros de luxo, somaram R$ 481 milhões. O resultado foi impulsionado pela alienação antecipada, mecanismo que permite a venda dos bens antes do fim dos processos judiciais. Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.
Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta segunda-feira (29):O presidente dos Correios, Emmanoel Rondon, anunciou um plano de reestruturação para enfrentar a crise financeira da estatal. A proposta prevê corte de R$ 2 bilhões em gastos, fechamento de agências e redução do quadro de funcionários. Segundo ele, o modelo econômico deixou de ser viável e precisa de ajustes urgentes. O ex-presidente Jair Bolsonaro passou por um novo procedimento médico para tentar controlar crises persistentes de soluço após cirurgia de hérnia inguinal bilateral. A informação foi divulgada por Michelle Bolsonaro. Segundo a equipe médica, ele segue internado em observação, com acompanhamento clínico no pós-operatório.A Polícia Militar de São Paulo prendeu 20 detentos que voltaram a cometer crimes durante a saidinha de Natal no estado. Segundo as informações divulgadas, os presos haviam sido beneficiados com a saída temporária e acabaram detidos novamente por novas infrações. O caso reacende o debate sobre a eficácia da medida na segurança pública. O senador Flávio Bolsonaro tem se aproximado de ex-ministros e de nomes com trânsito no mercado financeiro para fortalecer sua pré-campanha à Presidência. Segundo aliados, a estratégia busca ampliar a credibilidade, evitar erros do passado e garantir interlocução com o mercado antes do período eleitoral. A Polícia Federal vai ouvir, sob supervisão do Supremo Tribunal Federal, o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, o ex-presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, e um diretor do Banco Central. O procedimento ocorre antes da acareação prevista no inquérito que apura o caso.Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.
Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta sexta-feira (26):As novas projeções para o segundo turno das eleições de 2026 mostram um cenário de paridade absoluta: Flávio Bolsonaro (PL-RJ) aparece em empate técnico com Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O avanço do senador reflete o desgaste da gestão atual e a consolidação do nome da família Bolsonaro na disputa. Nos bastidores, aliados do presidente Lula já admitem que a reeleição será uma batalha muito mais difícil do que o previsto, diante da resiliência do eleitorado de direita. O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) emocionou apoiadores ao ler uma carta de agradecimento e esperança enquanto o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL-RJ) se preparava para um procedimento cirúrgico na manhã de Natal. No entanto, o gesto gerou discussões nos bastidores: enquanto a família foca na plena recuperação da saúde do patriarca, aliados políticos analisam o peso estratégico da mensagem. O ex-diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal (PRF), Silvinei Vasques, foi detido pelas autoridades paraguaias após violar as medidas restritivas impostas pela Justiça brasileira. Vasques, que respondia em liberdade sob monitoramento por sua participação nos eventos de outubro de 2022, rompeu a tornozeleira eletrônica e cruzou a fronteira. O Palácio do Planalto retomou uma agenda de diálogo com as presidências da Câmara dos Deputados e do Senado Federal buscando estabilidade para o último ano da atual gestão. A reaproximação visa alinhar a votação de pautas prioritárias e garantir o fluxo das propostas do Executivo em 2026. Um levantamento dos dados de transparência da Câmara dos Deputados revela que o gasto com o aluguel de veículos e fretamento de aeronaves atingiu a marca de R$ 280 milhões em 2025. Os valores, custeados pela cota parlamentar, abrangem o deslocamento de deputados em suas bases eleitorais e viagens oficiais. O montante reacende o debate sobre a eficiência do uso do dinheiro público e a necessidade de revisão dos benefícios em um ano marcado por discussões sobre austeridade fiscal e cortes no orçamento federal. Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.
Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta quinta-feira (25):Em um movimento que define o futuro da oposição, o presidente Jair Bolsonaro (PL-RJ) confirmou que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) será o nome da família na disputa pela Presidência da República em 2026. A decisão encerra meses de especulações e coloca Flávio no centro do embate contra Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Agora, o desafio será unificar a direita e garantir o apoio de nomes como Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP) e Ronaldo Caiado (União-GO) em torno de uma chapa competitiva contra o sistema. O governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) deu início à implementação das escolas cívico-militares no estado de São Paulo. O modelo, que foi uma das principais promessas de campanha, começa a operar após superar questionamentos judiciais que buscavam interromper o cronograma. Com foco na gestão compartilhada entre civis e militares da reserva, o projeto visa reforçar a disciplina e a segurança nas unidades escolares, respeitando a vontade manifestada pelas comunidades em consultas públicas. Em um pronunciamento de Natal marcado pelo tom eleitoral, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) antecipou a corrida de 2026 ao atacar quem "torceu contra o Brasil" e prometer o fim da escala 6x1. A estratégia é clara: usar a máquina pública para tentar recuperar a popularidade perdida e isolar a oposição conservadora antes do ano eleitoral. Josué Gomes da Silva, presidente da Fiesp, rompeu o silêncio e fez um duro diagnóstico sobre o cenário atual: o ambiente econômico de 2025 é o maior inimigo da indústria brasileira. Com juros nas alturas e um déficit público fora de controle, o setor produtivo se vê sufocado pela incapacidade do governo Lula em cortar gastos. A análise expõe o descompasso entre o discurso do Planalto e a realidade das fábricas, que sofrem com a falta de competitividade e a incerteza fiscal. Uma série de investigações recentes no Rio de Janeiro revela um cenário alarmante: o aumento de agentes das forças de segurança cooptados pelo crime organizado. Policiais e agentes infiltrados estão atuando diretamente no apoio logístico e estratégico a facções e milícias, dificultando operações e vazando informações privilegiadas. O avanço da corrupção institucional coloca em xeque as estratégias de combate à violência e exige uma depuração urgente nas corporações fluminenses para conter o poder paralelo.Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.
Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta quarta-feira (24):Flávio Bolsonaro (PL-RJ) detalhou a situação de saúde do presidente Jair Bolsonaro (PL-RJ), que passa por um procedimento cirúrgico na manhã de Natal. Flávio afirmou que não havia motivos para adiar a intervenção, necessária para corrigir sequelas antigas. O senador destacou a importância da recuperação do pai e agradeceu o apoio dos eleitores, enquanto a Polícia Federal acompanha o deslocamento hospitalar de forma discreta conforme determinação judicial. O Natal do brasileiro em 2025 chega com o gosto amargo da inflação descontrolada. Itens essenciais da ceia, como o peru e o arroz, registraram altas de até 50% sob o governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Enquanto o Palácio do Planalto celebra recordes de arrecadação, o cidadão comum vê seu poder de compra ser destruído pelo aumento de impostos e pela má gestão econômica de Fernando Haddad (PT-SP). O governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) oficializou o novo salário mínimo para 2026 com um aumento real de apenas R$ 103. O reajuste de 6,87% leva o piso nacional para R$ 1.515, mas o valor é visto com ceticismo diante da explosão nos preços dos alimentos. Com a inflação da ceia de Natal batendo recordes, o acréscimo anunciado pela equipe de Fernando Haddad (PT-SP) mal cobre a alta do custo de vida imposta pela atual gestão. O Ministério Público Federal (MPF) encerrou 2025 com um balanço expressivo: mais de R$ 28 bilhões em pedidos de bloqueio de bens contra o crime organizado. Ao longo do ano, foram deflagradas diversas operações que resultaram em prisões e denúncias contra mais de 900 pessoas. As ações focaram no asfixiamento financeiro de facções envolvidas em lavagem de dinheiro e tráfico internacional, visando desarticular o poder logístico desses grupos. A tensão interna no PL subiu de tom após um assessor de Michelle Bolsonaro (PL-DF) endossar críticas contra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). O movimento acontece em meio a divergências sobre os rumos da oposição para 2026. Enquanto Flávio busca consolidar sua candidatura, o embate público sugere que a ala de Michelle pode exigir mais protagonismo, evidenciando uma disputa silenciosa pelo espólio político de Jair Bolsonaro (PL-RJ). Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.
Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta terça-feira (23):As novas pesquisas eleitorais de dezembro mostram um cenário de guerra aberta para 2026. Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera a rejeição com 44%, enquanto Flávio Bolsonaro (PL-RJ) aparece com 38%, mas enfrenta dificuldades para herdar os votos de Jair Bolsonaro (PL-RJ). O alto índice de desaprovação de ambos os lados pode minar as candidaturas e abrir espaço para nomes como Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP), que mantém a menor rejeição entre os presidenciáveis. A "saidinha" de Natal de 2025 já começou e deve colocar mais de 30 mil detentos nas ruas apenas no estado de São Paulo. Entre os beneficiados estão nomes condenados por crimes de grande repercussão, como Lindemberg Alves. A medida ocorre sob forte tensão política, já que o Congresso derrubou o veto de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à proibição das saídas, mas decisões do STF e portarias do TJSP mantiveram o benefício para quem já cumpria pena. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) assinou o decreto de indulto de Natal de 2025 mantendo a exclusão explícita de condenados pelos atos de 8 de janeiro. A medida concede perdão de pena para diversos crimes, mas barra qualquer benefício aos manifestantes de Brasília, reforçando o que a oposição chama de perseguição política. O decreto ignora pedidos humanitários e consolida a postura de punição rigorosa adotada pelo governo em parceria com o STF. A insistência de Carlos Bolsonaro (PL-RJ) em disputar o Senado por Santa Catarina gerou um racha profundo na base aliada e ameaça os planos presidenciais de Flávio Bolsonaro (PL-RJ). O movimento atropela lideranças locais como Caroline de Toni (PL-SC) e provoca a fúria do Centrão, que já aposta na desistência de Flávio da corrida ao Planalto. Aliados temem que a "federalização" da família nas urnas gere isolamento político e abra caminho para nomes como Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP). Os Correios enfrentam uma crise sem precedentes com atrasos generalizados nas entregas de fim de ano. A direção da estatal, sob influência do governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), condiciona a volta da normalidade a um empréstimo bilionário de R$ 12 bilhões. O cenário de ineficiência e rombo financeiro reacende o debate sobre a privatização da empresa, enquanto o contribuinte paga a conta da má gestão e do aparelhamento político na companhia. O presidente Jair Bolsonaro (PL-RJ) recebeu autorização judicial para realizar uma cirurgia de correção durante o feriado de Natal. A Polícia Federal foi designada para realizar o transporte e garantir a segurança do mandatário, devendo atuar de "maneira discreta" para evitar aglomerações e manifestações. O procedimento é necessário para tratar sequelas do atentado sofrido em 2018, enquanto aliados criticam as restrições impostas à sua liberdade de locomoção.Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.
Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta segunda-feira (22):A Mesa Diretora da Câmara declarou a perda do mandato de Eduardo Bolsonaro (PL-SP) devido ao excesso de faltas não justificadas. Com a cassação, o ex-parlamentar perdeu o direito ao passaporte diplomático e agora depende de um visto comum para permanecer nos EUA. Aliados temem que a falta de status oficial acelere sua deportação, enquanto o ex-deputado denuncia perseguição política. O governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) planeja usar o aniversário de três anos do 8 de janeiro para vetar o PL da Dosimetria e realizar um ato político. A medida, confirmada por Jaques Wagner (PT-BA), impede a redução de penas para os envolvidos nos atos de Brasília e atinge diretamente aliados de Jair Bolsonaro (PL-RJ). O gesto é visto como uma tentativa de manter a polarização e punir adversários políticos. O General Augusto Heleno (PL-RJ) obteve o direito à prisão domiciliar por razões humanitárias após laudo médico confirmar o diagnóstico de Alzheimer. O benefício foi concedido pela Justiça devido à necessidade de cuidados especializados que não poderiam ser oferecidos no ambiente prisional. O ex-ministro e aliado de Jair Bolsonaro (PL-RJ) estava detido no âmbito das investigações sobre os atos de Brasília e agora deve cumprir restrições em sua residência. O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) decidiu repetir a estratégia de seu pai e anunciará nomes de seu futuro ministério ainda durante a campanha de 2026. Em aceno ao mercado financeiro, ele já sinalizou o desejo de contar com Paulo Guedes e Roberto Campos Neto em sua equipe econômica. A medida visa dar previsibilidade ao setor produtivo e consolidar sua imagem como um "Bolsonaro moderado", capaz de dialogar com o PIB brasileiro. A insegurança no litoral de São Paulo atingiu um novo patamar de ousadia. Em São Vicente, criminosos utilizaram motos aquáticas para abordar e assaltar um casal que estava dentro do mar. O crime escancara a falta de policiamento ostensivo e o domínio da criminalidade, que agora ignora até as barreiras naturais para atacar cidadãos. O governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) atingiu a marca histórica de R$ 2,6 trilhões do contribuinte em 2025. Mesmo com a maior arrecadação da história e a criação desenfreada de taxas por Fernando Haddad (PT-SP), as contas seguem no vermelho. O recorde de impostos só serviu para financiar o inchaço da máquina pública, enquanto o cidadão paga a conta de um déficit que não para de crescer sob a gestão petista.Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.
Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta sexta-feira (19):O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, afirmou que caberá ao Supremo Tribunal Federal decidir, caso a caso, quais condenados pelos atos de 8 de Janeiro poderão ser beneficiados pelo PL da dosimetria aprovado pelo Congresso. Segundo ele, a aprovação do texto não garante benefício automático e o Judiciário analisará individualmente cada conduta. Motta também indicou que ministros participaram das negociações para viabilizar o acordo. O presidente Lula (PT) afirmou que vetará o PL da dosimetria assim que o texto chegar à sua mesa e minimizou a possibilidade de o Congresso derrubar a decisão. Em declaração pública, o chefe do Executivo adotou tom de confronto ao dizer que, se os parlamentares quiserem, poderão derrubar o veto. O projeto trata da redução de penas ligadas aos atos de 8 de Janeiro. A Polícia Federal investiga os deputados Sóstenes Cavalcante e Carlos Jordy, ambos do PL, por suspeita de desvio de recursos da cota parlamentar. A operação apura um suposto esquema envolvendo assessores e uma empresa de fachada de locação de veículos. Na casa de Sóstenes, foram encontrados R$ 430 mil em espécie, valor que o parlamentar afirma ser proveniente da venda de um imóvel. Jordy classificou a ação como perseguição política. O ex-deputado Eduardo Bolsonaro afirmou que sua ida aos Estados Unidos “valeu muito a pena”, mesmo após a cassação do mandato pela Mesa Diretora da Câmara. Segundo ele, a perda do cargo não tem relação com crimes como corrupção ou tráfico, mas com o cumprimento do papel esperado por seus eleitores. Eduardo também criticou integrantes da Mesa Diretora e disse não ver a decisão como derrota. O ex-vereador do Rio de Janeiro Carlos Bolsonaro (PL) afirmou que manterá sua candidatura ao Senado por Santa Catarina, mesmo com a abertura de uma vaga no Rio de Janeiro. Segundo ele, a decisão segue orientação do ex-presidente Jair Bolsonaro e faz parte de um projeto de fortalecimento da direita no Senado. A escolha causou divisão entre aliados, já que a deputada Carol de Toni foi preterida pelo PL e deve disputar a vaga por outra sigla. O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, rejeitou uma cooperação militar com a Venezuela após Nicolás Maduro convocar forças colombianas a se unirem ao seu regime contra os Estados Unidos. Apesar de manter apoio político ao governo venezuelano, Petro afirmou que as tropas do país não recebem ordens estrangeiras e negou apoio a ditaduras. A declaração expôs tensões e contradições dentro da esquerda latino-americana. Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.
Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta quinta-feira (18):A Mesa Diretora da Câmara dos Deputados decidiu pela cassação dos mandatos de Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e Alexandre Ramagem (PL-RJ). A decisão foi assinada pelo presidente da Casa, Hugo Motta, e teve como base o acúmulo de faltas parlamentares. Eduardo Bolsonaro está nos Estados Unidos desde fevereiro e não tinha autorização para votar à distância. A Polícia Federal deflagrou uma operação que tem como alvo o vice-líder do governo no Congresso no âmbito da investigação sobre um esquema bilionário de fraudes no INSS. Segundo a PF, há indícios de que assessores teriam recebido recursos desviados da Previdência. O caso amplia a crise política e pressiona o Planalto em meio às investigações.A troca no comando do Ministério do Turismo indica uma reaproximação entre o Centrão e o governo federal. Após a saída de Celso Sabino, o União Brasil indicou um novo nome para a pasta, em meio às movimentações políticas de olho nas eleições de 2026. A mudança ocorre após semanas de tensão entre o partido e o Planalto. O presidente Lula (PT) afirmou que irá vetar o projeto de lei da dosimetria, que reduz penas de condenados pelos atos de 8 de Janeiro. Segundo o chefe do Executivo, ele não foi informado sobre o acordo no Congresso que permitiu o avanço da proposta e defendeu punição rigorosa aos envolvidos. Mesmo com o veto, o Congresso pode analisar a derrubada da decisão. O presidente da Argentina, Javier Milei, determinou a suspensão do uso de veículos e motoristas oficiais por autoridades do país. Segundo o governo, a medida faz parte da política de corte de gastos considerados desnecessários e da revisão das estruturas administrativas. A decisão está alinhada à estratégia de austeridade fiscal adotada pela atual gestão. Os Estados Unidos devem divulgar de forma integral os arquivos do caso Jeffrey Epstein, acusado de abuso sexual e tráfico de menores, conforme determina a lei federal. A expectativa é grande porque os documentos citam nomes de figuras públicas e autoridades internacionais. Parlamentares democratas já divulgaram imagens, registros e mensagens que integram o material investigado. Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.
Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta quarta-feira (17):O Plenário do Senado analisa nesta quarta-feira (17) o Projeto de Lei da Dosimetria, que prevê a redução de penas para os envolvidos nos atos de 8 de Janeiro. Mais cedo, a Comissão de Constituição e Justiça aprovou o texto, restringindo seus efeitos apenas aos réus desses episódios. A expectativa é de que a matéria seja votada ainda hoje.Após a aprovação na CCJ, o Senado avança na análise do PL da Dosimetria, que trata das regras de progressão de regime para os condenados pelos atos de 8 de Janeiro. Lideranças indicam a existência de um acordo para levar o texto ao plenário. O governo já sinalizou que o presidente Lula pode vetar a proposta caso ela seja aprovada pelo Congresso.A Assembleia Legislativa de Santa Catarina aprovou um projeto de lei que pode extinguir as cotas raciais nas universidades do estado. Integrantes do governo federal criticaram a proposta e classificaram a medida como um retrocesso nas políticas de combate à desigualdade. O texto segue agora para análise do governador Jorginho Mello, que pode sancionar ou vetar a lei.A pré-candidatura do senador Flávio Bolsonaro à Presidência da República expôs um racha no campo conservador e provocou reações entre aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro. Em entrevista ao portal Metrópoles, o pastor Silas Malafaia avaliou que o movimento pode favorecer Lula ao dividir a oposição e afirmou que Flávio não teria musculatura política suficiente para enfrentar o atual mandatário em 2026.Silas Malafaia também criticou a ida do deputado Eduardo Bolsonaro aos Estados Unidos, afirmando que a decisão foi tomada por vontade própria. Segundo o pastor, Jair Bolsonaro era contrário à viagem e teria demonstrado emoção diante da escolha do filho, em meio às divergências internas no campo conservador.Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.
Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta terça-feira (16):O presidente Lula (PT) afirmou ter enviado uma mensagem ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Republicano), agradecendo pela retirada da Lei Magnitsky e pedindo o fim das sanções contra outras autoridades brasileiras. Segundo Lula, Brasil e Estados Unidos ainda têm pendências a resolver, mas a relação comercial e política segue em processo de normalização. O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) aceitou uma versão mais restrita do projeto de redução de penas para réus do 8 de janeiro, que não o beneficiaria diretamente. A proposta, defendida pelo senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB), deve ser debatida apenas em 2026. Segundo Flávio Bolsonaro (PL-RJ), o ex-presidente afirmou que sua prioridade é ver manifestantes em casa, mesmo que ele próprio cumpra pena. A pesquisa Quaest divulgada nesta terça-feira aponta que o senador Flávio Bolsonaro (PL) é o nome mais competitivo da oposição contra o presidente Lula (PT) na disputa presidencial de 2026. No levantamento, Lula aparece com 39% das intenções de voto, enquanto Flávio soma 23%, superando outros nomes como Tarcísio de Freitas, Ronaldo Caiado, Romeu Zema e Ratinho Junior. O governo de São Paulo, sob a gestão de Tarcísio de Freitas (Republicanos) e do então secretário de Segurança Pública Guilherme Derrite (PL), registrou em outubro os menores índices de roubos, latrocínios e homicídios desde 2001. Segundo a Secretaria de Segurança, a taxa de mortes caiu de 33,3 para 5,53 por 100 mil habitantes. O governo atribui os resultados ao uso de tecnologia, inteligência policial e a programas como a Muralha Paulista. O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos), decidiu não levar ao plenário a votação sobre a perda de mandato do deputado Alexandre Ramagem (PL-RJ). A decisão foi concentrada na Mesa Diretora como forma de reduzir tensões entre os Poderes e no Congresso. A tendência é que a Mesa também analise os casos de Eduardo Bolsonaro (PL-SP), Carla Zambelli (PL-SP) e Glauber Braga (PSOL-RJ). Após a vitória de José Antonio Kast no Chile, o presidente da Argentina, Javier Milei (La Libertad Avanza), compartilhou uma imagem que retrata o Brasil e outros países governados pela esquerda como uma grande favela. A publicação contrasta nações alinhadas à direita com países sob governos progressistas e afirma que a população sul-americana pede liberdade e o fim do que chamou de socialismo empobrecedor. Os Estados Unidos elevaram a tensão na América Latina ao classificar a gangue colombiana Clan del Golfo como organização terrorista. Segundo o Departamento de Estado, a medida busca conter a violência de cartéis e grupos criminosos transnacionais. A decisão abre brechas para possíveis operações no país governado por Gustavo Petro (Colômbia). Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.










Gadonews
Nem toda pena e 1/6 para progressão de regime . Tem pena de 2/5 e 3/5.
erro
Esses bostas de OS PINGOS NOS IS deveriam governar o país, eles tem solução pra tudo no mundo. Todo dia é esse papo de: (segue a lista) CONSTRUIR PRESÍDIOS, ESQUERDISTA, SAIDINHA, ROUBO CELULAR PRA CERVEJA, PORTE DE DROGAS, FUGA DE PRESOS PCC... Como diria Bolsonaro (puta que o pariu porra)
fácil mandar o povo a rua... quem vai??
voltei a ouvir a jovem pan, esse episódio de hoje foi top, sobre o caso do sen Sérgio Moro, ações do PCC, falas de Lula e Gleisi, Flávio Dino, tem um novelo grande sendo desenrolado!
Parabéns à JP por se livrar do Caio. Agora só falta todo o resto.
Notícias do Brasil é com #jovempan #pingonosis abertura clássica com @caiocopolla
Parabéns Caio Coppola, sua análise e defesa inicial, são diretas e irrefutáveis. O lockdown no Brasil foi instrumento vergonhoso de quem tinha como certo o dinheiro na conta, enquanto que a grande maioria de informais dependeriam unicamente do governa federal...
O Povo ACORDOU 🇧🇷🙌🙏
Também está com falha de som e algumas partes cortadas ou repetidas
A mais parte do tempo tá sem som.
Está só um chiado.
Tá sem som!
só falta dizer que bolsonaro não negou a pandemia desde o começo ou que ele foi um excelente gestor dessa pandemia. gripizinha ?
baixei agora o podcast, e vi que é programa chapa branca. Já exclui.
que jornalista é esse que justifica um erro com outro ? tá errado em Portugal então pode estar errado no Brasil. Pelo amor de DEUS!!!
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comentários sem nenhum cunho jurídico. achismo desses bolsomimius..
Que povo fraco, esse Augusto é um paunoaro, kkkkkk