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Facto Político
Facto Político
Author: Diogo Teixeira Pereira
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Entre todos os factos que nos passam pelas mãos, os factos políticos são os nossos favoritos. Com o jornalista Diogo Teixeira Pereira, vamos tentar descobri-los nas entrelinhas dos discursos e nas conversas com os protagonistas da semana política. No final, fazemos uma previsão da meteorologia política para os dias seguintes que, se tudo correr como o previsto, vai falhar quase sempre. Facto Político, todos os sábados na SIC Notícias e em podcast.
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Rui Rocha abandonou a liderança da Iniciativa Liberal depois de umas eleições legislativas em que reforçou a presença do partido na Assembleia da República. Agora, poucos meses depois de ter largado o cargo, volta a fazer-se notar nas redes sociais com publicações em que critica os adversários. O regresso ao palco, garante, não serve para se lançar numa candidatura que lhe permita voltar a controlar o partido de que foi líder até julho: “Não estou na posição de Passos Coelho. Não estou a fazer uma OPA hostil” à liderança da Iniciativa Liberal. Nesta entrevista ao Facto Político, revela que não se inscreveu no movimento político criado por Cotrim Figueiredo depois do terceiro lugar nas presidenciais, mas garante que a iniciativa “soma aos reformistas e não tem ambição de sobreposição com a Iniciativa Liberal”. E até deixa um conselho a Mariana Leitão: “Não tem que ter receio, tem que aproveitar as oportunidades”. Sobre o pacote laboral, critica o novo presidente da República por ter criado um “consenso anti-reforma laboral” e pede a Montenegro que siga o conselho de Passos Coelho e avance com a lei para o Parlamento mesmo sem aprovação na Concertação Social. Esta emissão aconteceu na SIC Notícias a 14 de março, ouça aqui o programa do jornalista Diogo Teixeira Pereira em podcast. See omnystudio.com/listener for privacy information.
A utilização da Base das Lajes, nos Açores, pôs a intervenção israelo-americana no Irão no centro da discussão política nacional. No Facto Político desta semana em podcast, Rui Tavares não defende o rasgar do acordo que permite aos americanos a utilização da base sediada na ilha Terceira, mas acusa o governo de se ter posto “numa situação de ignorância voluntária”. Sobre o Irão, o porta-voz do Livre não tem dúvidas de que “tem um programa nuclear” que “todo o mundo vê” e defende as sanções internacionais que possam isolar o regime e fazê-lo recuar. Recuando ao resultado das presidenciais que deixou o candidato apoiado pelo Livre em terceiro lugar, Rui Tavares continua a defender o papel de Jorge Pinto na campanha e olha para Seguro como uma “esperança” por se “poder inspirar no exemplo de Sampaio”. O Facto Político foi emitido a 07 de março, na SIC Notícias.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Quando Pedro Nuno Santos deixou o Partido Socialista em terceiro lugar na Assembleia da República e José Luís Carneiro decidiu avançar sozinho para a liderança do partido, Mariana Vieira da Silva pediu um período de reflexão. Esse período não existiu e seis meses depois das diretas a antiga ministra da Presidência constata que “reflexão não foi feita”, mas recusa candidatar-se. Em entrevista no Facto Político pede ao Secretário-Geral do partido para “virar a agulha para o Parlamento” e deixe de “mandar cartas”. Sobre se Carneiro deve disputar eleições legislativas, não descarta que aparece um socialista a fazer ao atual líder o que António Costa fez a António José Seguro: Carneiro deve ir a eleições, “a menos que o PS decida mudar de líder”.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Embalado pelo resultado de António José Seguro nas Eleições Presidenciais, Eurico Brilhante Dias vem ao Facto Político pedir a Luís Montenegro para ler com atenção os resultados eleitorais: “Os eleitores são contra entendimentos com a extrema-direita”. Sobre a paciência de José Luís Carneiro - que se está a esgotar depois de ter enviado cinco cartas com propostas ao Primeiro-Ministro -, o líder parlamentar do PS explica que a consequência da falta de resposta será o governo a ter que se entender exclusivamente com o Chega para viabilizar a legislatura. Sem eleições marcadas a breve prazo, Brilhante Dias não diz perentoriamente que a legislatura é para levar até ao fim: “Depende exclusivamente do governo”.See omnystudio.com/listener for privacy information.
À entrada para a segunda volta da campanha eleitoral, os candidatos concentram o discurso nos efeitos do mau tempo com críticas ao governo e pedidos de responsabilidade. Nesta edição do Facto Político há sol e sombra na estrada com as caravanas de António José Seguro e André Ventura.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Na primeira volta das eleições presidenciais Marta Temido não quis declarar apoio público ao candidato apoiado pelo Partido Socialista. Agora, a caminho de uma segunda volta entre António José Seguro e André Ventura, não tem dúvidas em dizer que “nenhum democrata deve ter qualquer dúvida” em escolher o antigo Secretário-geral do PS. Entre críticas a Montenegro pela ausência de posição, admite que “ilações políticas têm de ser tiradas” depois da derrota de Marques Mendes. O Facto Político desta semana foi gravado no Parlamento Europeu no dia em que Marcelo Rebelo de Sousa participou, com o Rei de Espanha, numa sessão comemorativa dos 40 anos de Portugal e Espanha à União Europeia.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A cerca de uma semana de os eleitores serem chamados às urnas o Facto Político faz uma ronda pelas diferentes campanhas das Eleições Presidenciais. Os repórteres da SIC no terreno revelam onde está o sol e a sombra de cada candidato. Esta é a eleição presidencial mais imprevisível de sempre com cinco candidatos com reais possibilidades de passar à segunda voltaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Depois de anunciar que votará em António José Seguro nas próximas eleições presidenciais, Ferro Rodrigues vem ao Facto Político explicar que a escolha é um mal menor: “Com a possibilidade de na segunda volta estar o candidato fascistóide e de não estar ninguém da esquerda democrática, decidi apoiar Seguro. Ia votar em quem?" Mais de uma década depois, usa a luta interna contra António Costa e a colagem ao governo de Passos Coelho para explicar que "é difícil que haja um voto completo à esquerda", atecipando que não haja desistências a favor do candidato apoiado pelo PS. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Na semana em que viu arquivada a averiguação preventiva a Luís Montenegro, Ana Gomes vem ao Facto Político garantir que “nada está terminado”. A antiga eurodeputada só apresentará uma nova queixa se tiver novos dados, mas lembra que “a justiça não investigou os conflitos de interesses”.Sobre as eleições presidenciais, revela que Pedro Nuno Santos “apoia António José Seguro e pede aos candidatos à esquerda do antigo secretário-geral do PS para desistirem ou estarão a “fazer o jogo da extrema-direita”.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Carlos Carreiras pode ser incluído na lista de passistas, os atores políticos próximos de Passos Coelho. Isso ajuda a justificar a escolha do antigo Primeiro-ministro para o prefácio do livro que vai publicar em janeiro. Em entrevista ao Facto Político, o antigo presidente da Câmara de Cascais garante que há muito “capital político” em Passos: “Há um reconhecimento generalizado pelo trabalho que fez”. Sobre o eventual apoio a uma candidatura presidencial, garante que ficaria surpreendido se apoiasse Mendes: “Seria uma incoerência que não é própria dele”.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Depois de André Ventura ter evitado o tema da legislação laboral no debate com o Primeiro-Ministro, a deputada do Chega Cristina Rodrigues vem à SIC garantir que o partido "não vai aceitar nada que restrinja os direitos dos trabalhadores". No dossier imigração, culpa o Partido Socialista pela rede de exploração de imigrantes desmantelada no Alentejo e pede que não se tome a parte pelo todo: "Há muitos policias que trabalham todos os dias pela nossa segurança", lembra quando o foco é colocado nos 11 membros das forças de segurança que estavam envolvidos. Nesta entrevista ao jornalista Diogo Teixeira Pereira fala ainda dos cartazes políticos que vão levar Ventura a tribunal: "Podemos dizer que gostamos mais ou menos dos cartazes, daí a considerar que são ilegais é um passo muito grande". See omnystudio.com/listener for privacy information.
Depois do voto contra no Orçamento do Estado, a Presidente da Iniciativa Liberal vem ao Facto Político alinhar-se com o governo na necessidade de aumentar a flexibilidade do pacote laboral. Mariana Leitão questiona o direito à greve:“Até que ponto faz sentido que o direito à greve se sobreponha a todos os outros?”, pede um alargamento dos serviços mínimos e alerta que “de cada vez que uma escolha fecha, as desigualdades agravam-se”. Sobre a candidatura de Cotrim revela que só soube da intenção do antigo presidente do partido quando este a comunicou oficialmente e pede aos eleitores que fujam do voto útil que “é profundamente nocivo para a democracia”.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Miguel Poiares Maduro garante que não foi um dos apoiantes de Marques Mendes a pedir a Cotrim para desistir da corrida presidencial, mas o episódio deixou-lhe uma marca negativa: “Fiquei com pior impressão sobre Cotrim". Sobre a reforma laboral, lamenta que o govertno não a tenha tentado concretizar ao mesmo tempo que uma reforma fiscal em matéria de mercado de trabalho, mas elogia a chamada da UGT a São Bento. No final desta conversa deixa ainda um recado ao Parlamento e ao governo: “Portugal usa e abusa das escutas porque não há instrumentos que outros países têm de investigação da corrupção”.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Nunca foi militante do PS, mas também nunca votou noutro partido que não fosse o PS. Em eleições Presidenciais, não é a primeira vez que foge à indicação do partido de que é simpatizante - votou duas vezes no amigo de infância, Marcelo Rebelo de Sousa -, e agora volta a fazê-lo. É mandatário por Lisboa da candidatura de Marques Mendes por ser "fundamentalista da competência, da eficiência e da experiência". Afasta-se de Seguro porque "nem de esquerda se assumiu": "Da esquerda moderna e moderada sou eu", critica. Sobre Gouveia e Melo, garante que não foi "tocado pela fé no Almirante" e de cada vez que o ouve falar, "fica mais tranquilo" por ter feito a escolha certa.See omnystudio.com/listener for privacy information.
É mais um “Costista” que não assume votar em António José Seguro nas eleições Presidenciais, mas o candidato apoiado pelo PS não está excluído da reflexão que Eduardo Cabrita assume estar a fazer. Mas para já só tem elogios para Henrique Gouveia e Melo, o homem com que mais se identifica no que diz respeito ao poder presidencial de indigitação de um Primeiro-Ministro: “Gostei de ver Gouveia e Melo a interpretar corretamente a Constituição”. Excluídos de todo estão André Ventura e Marques Mendes, um candidato “inconveniente” que está “aprisionado”.See omnystudio.com/listener for privacy information.
É uma das surpresas que Gouveia e Melo deu à campanha presidencial: Rui Rio como seu mandatário nacional. O antigo presidente do PSD vai contra a opção do próprio partido - que declarou apoio formal à candidatura de Marques Mendes porque “não estaria bom da cabeça se fosse votar em alguém que pensa o contrário de mim”. Nesta entrevista ao jornalista Diogo Teixeira Pereira, Rio acusa Mendes de “hipocrisia” quando diz que “Soares, Sampaio e Cavaco são oriundos de partidos e foram presidentes isentos”.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No rescaldo das eleições autárquicas, Álvaro Beleza vem defender o pragmatismo na governação com foco na governabilidade e na resolução de problemas: “Nas autarquias trata-se mais da rotunda e menos de ideologia. Haverá sempre acordos”. Na análise aos resultados em Lisboa, o socialista conclui que “sem o Bloco de Esquerda, o PS tinha tido melhor resultado em Lisboa”.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Esta semana, Moedas quis que Medina se comparasse a Jorge Coelho mas agora recusa estar na mesma posição e André Ventura diz que não quer Marcelo Rebelo de Sousa viaje mais, seja para um festival de hambúrgueres ou de cidadãos. Hoje, o Governo cumpre 100 dias de trabalho, a imigração foi dos temas mais presentes até agora na legislação. Para fazer um balanço aos dias de trabalho do Governo de Montenegro após o caso Spinumviva, Diogo Teixeira Pereira convida António Leitão Amaro neste programa de 'Facto Político'. Em entrevista, o atual ministro da Presidência, faz várias declarações sobre as acusações ao governo de se colar a uma política de extrema-direita. “Nós e o Chega identificamos os mesmos problemas, mas ele impõem soluções radicais e inaceitáveis”, argumenta. Ouça aqui o programa em podcast, emitido a 13 de setembro na SIC Notícias. See omnystudio.com/listener for privacy information.
O regresso do programa "O Facto Político", da SIC Notícias, após as férias de verão, trouxe à tona um dos temas mais quentes e sensíveis do debate público em Portugal: a eficácia dos meios aéreos no combate aos incêndios florestais. Neste episódio, Nuno Melo, Ministro da Defesa e presidente do CDS, foi o convidado central, esclarecendo decisões governamentais, desmistificando polémicas e lançando pistas para o futuro da defesa e da política nacional. Discutiram-se ainda as polémicas declarações de Marcelo Rebelo de Sousa, a preparação do CDS para as autárquicas e presidenciais, e temas como a situação em Gaza e a discriminação de afrodescendentes em Portugal.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste episódio do Facto Político, da SIC Notícias, a deputada Rita Matias é entrevistada após o debate do Estado da Nação e explica o que quis dizer André Ventura com o adjetivo "frouxo". O clima no Parlamento está tenso, mas o Chega já pensa nas autárquicas e a vice-presidente do Grupo Parlamentar do Chega também está prestes a apresentar o seu programa eleitoral para a Câmara de Sintra, onde quer digitalizar e simplificar para combater a crise na habitação. Numa câmara onde "só alguns projectos passam mediante os amigos e as pessoas certas", o Chega quer mais fiscalização para garantir que pessoas com demonstrações de riqueza não tenham acesso aos apoios sociais, mas, quando confrontada com a pergunta, Rita Matias não soube responder: quanto ganha afinal um beneficiário do RSI?See omnystudio.com/listener for privacy information.





