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Geração 60
Geração 60
Author: Conceição Lino
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© 2025 SIC Notícias
Description
Nasceram na ditadura, cresceram na democracia e saborearam a liberdade. Tiveram possibilidades que os pais e os avós não conheceram. Assistiram a mudanças sociais mais justas, a grandes inovações e ao arranque da transformação tecnológica. Perante os desafios do mundo atual, o que têm a dizer os que acreditaram no progresso e na conquista de direitos?
Depois da Geração 70, com Bernardo Ferrão, da Geração 80 com Francisco Pedro Balsemão, e da Geração 90, com Júlia Palha, chega em 2025 a Geração 60, o podcast em que Conceição Lino conversa com quem nasceu numa altura em que o único ecrã era o da televisão a preto e branco.
Geração 60 tem o apoio da KPMG.
26 Episodes
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Está a chegar a segunda temporada de Geração 80, o podcast que dá voz a uma série de portugueses nascidos nessa década brilhante, num regresso ao futuro guiado por Francisco Pedro Balsemão. O primeiro episódio sai já a 6 de março em todas as plataformas e nos sites da SIC Notícias, SIC e Expresso. Não percam! Livres e sonhadores, os anos 80 em Portugal foram marcados pela consolidação da democracia e uma abertura ao mundo impulsionada pela adesão à CEE. Foram anos de grande criatividade, cujo impacto ainda hoje perdura. Apesar dos bigodes, dos chumaços e das permanentes, os anos 80 deram ao mundo a melhor colheita de sempre?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Nasceu em Caldas da Rainha em outubro de 1969. A mãe esperava que a segunda filha fosse uma menina prendada, mas ela aprendeu a bordar a contragosto. Não gostava de brincar com bonecas e não hesitava em dar opiniões. "Já contestava aquela injustiça de só as meninas terem tarefas domésticas. Venho de uma linha de mulheres poderosas que, não tendo sido empoderadas, tornaram-se a si próprias poderosas. A minha avó foi uma delas", conta. Era boa aluna, mas quando chegou a altura de ir para a faculdade, os planos foram adiados porque não havia como pagar um curso superior. Foi como trabalhadora estudante que se matriculou seis anos depois em Direito, na Universidade Autónoma, por sugestão da irmã mais nova. Até conseguir ser advogada em nome individual, trabalhou em empresas como secretária de Administração, Técnica de Recursos Humanos e contencioso. Foi com este percurso pouco comum que chegou a bastonária da Ordem dos Advogados: "a advocacia permite-nos mudar o mundo, nem que seja pessoa a pessoa". "Durante muitos anos fui absolutamente contra as cotas porque achava um despautério. Como se a sociedade fosse baseada no mérito. Deveria ser, mas é completa treta. E vendem-nos isto como se fosse verdade" desabafa Fernanda de Almeida Pinheiro no último episódio da temporada de Geração 60, de Conceição Lino.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Nasceu em 1962 nos Açores, recorda a infância passada numa ilha. Cresceu rodeado de livros e conversas profundas, e foi marcado pela influência distinta dos pais, uma mãe mais artística e um pai ligado às ciências sociais. Desde cedo, aprendeu o valor da palavra, da leitura e da curiosidade, elementos que moldaram o seu percurso intelectual. As refeições em família, regadas com discussões em francês e sem distrações tecnológicas, foram verdadeiras aulas de formação cívica e cultural. A infância e adolescência em Angra do Heroísmo, apesar da insularidade, nunca foram limitadoras. Pelo contrário, o contacto com os Estados Unidos e a influência cultural da Base das Lajes despertaram-lhe uma visão mais cosmopolita do mundo. A experiência nos EUA aos 16 anos foi transformadora e solidificou a sua vontade de estudar e viver no estrangeiro. Lisboa, quando chegou, pareceu-lhe cinzenta e fechada, um contraste abrupto com aquilo a que já tinha acesso fora de Portugal. Percorreu universidades em Inglaterra e nos Estados Unidos antes de regressar à sua ilha. Foi jornalista, analista político e académico, sempre guiado pela convicção de que só é possível interpretar o presente com um profundo conhecimento do passado. Essa visão está na base da “República das Letras”, um programa que criou para ensinar jovens a pensar criticamente, combinando caminhadas físicas na natureza com leituras dos clássicos gregos. Crítico da superficialidade da cultura digital e da desvalorização das humanidades, defende que a História, a Literatura e a Filosofia são essenciais para formar cidadãos informados e capazes de reagir aos desafios do mundo atual. Com uma visão clara das transições históricas em curso, alerta para o risco da desordem, do populismo e da erosão institucional, mas acredita que o sistema democrático ainda tem energia para se reinventar. Apesar de ver um futuro turbulento, mantém uma nota de otimismo: acredita no poder da educação, da memória histórica e da renovação geracional para enfrentar os tempos difíceis. Aponta como essencial o diálogo entre gerações e a escuta atenta das comunidades fora dos centros urbanos. É na conjugação entre conhecimento clássico, experiência vivida e ação política informada que poderá surgir uma nova ordem mais justa e resiliente, conta Miguel Monjardino a Conceição Lino, neste episódio do podcast Geração 60.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Nasceu em julho de 1962, no Funchal, Madeira. Desde criança que queria trabalhar no mundo e via no mar, à volta da ilha, uma imensa liberdade. A família sempre acreditou nela, mesmo quando se revelou uma aluna mais interessada em sonhar e criar do que em decorar as matérias. Depois do curso de Design no IADE de Lisboa mudou-se para Nova York para continuar a estudar e trabalhar. Passou ainda por, Londres, Paris, África do Sul e Dinamarca. Foi no design de interiores que se tornou um dos nomes incontornáveis entre os melhores designers do mundo. Hotéis, casas privadas, joias, mobiliário e equipamentos em diferentes continentes, tem uma marca e estilo próprio que recebeu o nome de “minimalista” e que lhe trouxe prémios nacionais e internacionais ao longo de mais de 35 anos de carreira. Nini Andrade Silva é a convidada do novo episódio do Geração 60, conduzido por Conceição Lino.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Nasceu a 4 de junho de 1963 em Gaja, em Angola, onde viveu até aos dois anos, altura em que os pais regressaram a Portugal. Foi no Montijo que passou a infância até aos 11 anos, altura em que a família fez mais uma mudança para África. Desta vez, o destino foi Moçambique. Viveu lá um ano, a seguir à Revolução de 1974. Desde cedo, mais interessado nas ciências do que nas humanidades. Tirou o curso de engenharia no Instituto Superior Técnico em Lisboa, numa altura em que os computadores eram considerados objetos da ficção científica. Foram os computadores que o levaram aos Estados Unidos para fazer um doutoramento na Universidade de Berkeley, na Califórnia. Tornou-se um português reconhecido internacionalmente na área da inteligência artificial. Não sabe o que ela irá trazer no futuro, mas tem a certeza de que só vai servir bem à humanidade se for gerida com valores éticos, culturais e filosóficos. Arlindo Oliveira, professor do Instituto Superior Técnico e investigador no Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores, é o convidado do novo episódio do Geração 80. Ouça aqui.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Nasceu em março de 1963, em Lisboa. Cresceu numa família que é proprietária do emblemático Coliseu dos Recreios, há mais de um século, e desde criança que começou a ter contacto com o mundo do espetáculo. Foi no Coliseu dos Recreios que começou a trabalhar ainda na adolescência. Os pais queriam que seguisse medicina, mas foi no curso de Gestão que conheceu o mundo financeiro. Aos 22 anos organizou o primeiro espetáculo. “O Fado de Amália” foi o início de um percurso de festivais que colocaram Portugal na rota de artistas com um sucesso planetário. O “NOS Alive” é o maior dos festivais que já organizou nos últimos 30 anos. Crítico da política cultural do país, o promotor de espetáculos e fundador da empresa Everything is New, Álvaro Covões é o convidado do novo episódio do Geração 60See omnystudio.com/listener for privacy information.
Nasceu a 22 de julho de 1964, em Almada. É ainda hoje à margem sul que a vida profissional e pessoal está ligada. Foi sempre uma criança curiosa que gostava muito de ficção científica e foi como cientista que desenvolveu o primeiro ecrã do mundo totalmente transparente e com materiais sustentáveis. Elvira Fortunato tem uma carreira com dezenas de prémios nacionais e internacionais e diz que nunca teve complexos de superioridade nem de inferioridade. Continua a acreditar que a ciência portuguesa tem capacidade de ir muito mais longe do que se possa pensar, até porque: “os eletrões são iguais em qualquer ponto do planeta”. Ouça aqui o novo episódio do Geração 60, conduzido pela Conceição Lino. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Maria João Luís nasceu a 30 de dezembro de 1963 em Lisboa, mas foi em Alhandra e Vila Franca de Xira que cresceu. Quis ser agricultora e aprendeu a cavar, plantar batatas e até teve uma horta. Antes de pisar um palco, ainda Portugal vivia a efervescência do pós 25 de Abril, começou por ler poesia na rua. A adolescência trouxe-lhe uma rebeldia que a levou a fugir de casa para Madrid, à boleia, e mais tarde para a Alemanha com amigos que conheceu numas férias de verão. Hoje tem os pés mais assentes na terra e é esse o nome do teatro que criou com o marido em Ponte de Sor. Tem-se desdobrado nos papeis de encenadora e atriz no cinema e televisão, mas diz que é o palco que a faz sentir-se viva. Maria João Luís é a convidada do novo episódio do Geração 60. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Nasceu em agosto de 1963, em Lisboa. Filha de mãe bailarina, a dança foi incontornável desde o primeiro momento. Foi com a mãe que começou os estudos, mas aos 17 anos uma bolsa levou-a para a Inglaterra, onde se formou na London Studio Centre. Não foi a única bolsa que conseguiu, num percurso que a levou a diferentes países e a enriqueceu com diferentes experiências. Mudou-se para os Estados Unidos e mais tarde em Barcelona, Espanha, quando o país onde nasceu se revelou demasiado pequeno para chegar onde sempre sonhou. A bailarina e coreógrafa, Clara Andermatt é a convidada do novo episódio do Geração 60, conduzido por Conceição Lino. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Nasceu a 2 de janeiro de 1968, em São Mamede de Infesta, Matosinhos. Cresceu sem pensar que iria parar à política. Mimada pelos pais, sempre gostou de ser filha única e só teve uma filha por opção. Em pequena só quis ser duas coisas: cabeleireira e advogada. Quando andava no liceu, sempre que não tinha aulas, ia para o tribunal assistir a sessões de julgamentos. Ainda esteve um tempo na advocacia, mas percebeu depois que era na política que podia fazer caminho. Foi deputada do PS durante 12 anos. É presidente da Câmara de Matosinhos e a primeira mulher presidente da Associação Nacional de Municípios. Luísa Salgueiro é a convidada do novo episódio do Geração 60, conduzido por Conceição Lino. Ouça aqui.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Nasceu em junho de 1965, em Lisboa. Em criança gostava de livros e já dizia que queria ser escritora. É a mais nova de três irmãos e como diz a “preferida” do pai. Começou a tirar o curso de Direito e foi nessa altura que teve a certeza que o caminho não era aquele. Teve vários trabalhos e com 19 anos já fazia trabalhos com manequim. Lançou o primeiro romance aos 33 anos e admite que “para o bem e para o mal” será sempre uma “escritora do amor”. Tornou-se um fenómeno numa profissão que estava fechada a novos autores e onde era difícil viver dos livros. Lançou mais de 29 publicações com vendas que ultrapassaram o milhão de exemplares. Margarida Rebelo Pinto é a convidada do novo episódio do Geração 60, diz que não se imagina sem escrever mas que viver é o mais importante. Ouça aqui a conversa com Conceição Lino.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Nasceu a 18 de junho de 1965 em Cabinda, Angola. Filho de pais portugueses, cresceu entre o Minho e Angola até regressar definitivamente para Portugal na vaga de retornados que fugiram da Guerra Civil nas ex-colónias em África a partir de 1975. Tem mais de três décadas no setor industrial e do espaço, um percurso que começou com o curso de Eletrotecnia no Instituto Superior Técnico. Mas do que mais se orgulha no currículo é das duas filhas, para quem teve de ser pai e mãe. O presidente da Agência Espacial Portuguesa, Ricardo Conde, é o convidado do novo episódio do podcast Geração 60. Gosta de agricultura e é fascinado pelo espaço, mas diz que tem os pés bem assentes na terraSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Nasceu em Lisboa a 16 de fevereiro de 1960, mas foi em Oeiras que cresceu. As férias do verão eram passadas entre o Baleal e Elvas. A família era grande, ao todo são cinco irmãos. As três irmãs dormiam no mesmo e depois das inundações de 1969 juntou-se outra menina que tinha ficado sem casa. Aos 12 anos já fazia voluntariado e tinha 14 anos quando se deu o 25 de Abril, chegou a colar cartazes, mas nunca quis ter uma carreira política. Fez o curso de Economia na Universidade Católica e o casamento levou-a até Bruxelas durante sete anos. De regresso a Portugal, decidiu que ia ser voluntária no Banco Alimentar Contra a Fome. Acabou por tornar-se a presidente da federação dos 21 Bancos Alimentares que existem pelo país. Isabel Jonet é a convidada do Geração 60. Ouça aqui o novo episódio.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Nasceu a 2 de julho de 1962 em Torres Novas. Os pais tinham uma papelaria-livraria, um privilégio que o permitiu passar horas sem fim a ler. O fascínio pelo conhecimento levou-o ao curso de Engenharia Eletrónica e Telecomunicações na Universidade de Aveiro, onde hoje é professor catedrático e reitor. Não tem dúvidas de que as universidades portuguesas têm contribuído para a transformação do país e de que são muito melhores do que os portugueses pensam. Paulo Jorge Ferreira é o atual presidente do Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas e convidado do novo episódio do Geração 60.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Nasceu em dezembro de 1966, em Olhão, mas foi em Vila Real de Santo António que cresceu. É o segundo de quatro irmãos e o “menos mimado”. Sempre foi obcecado por números e contas. Lá em casa diziam o dinheiro que recebia dos pais e avós era fêmea, porque era o único que “procriava”, enquanto os irmãos estavam sempre na “bancarrota”. Foi em Lisboa que fez o curso de Economia, o mestrado em Matemática Aplicada, no Instituto Superior de Economia e Gestão e depois um doutoramento em Harvard, nos Estados Unidos. Preparou-se sem saber que iria ter a oportunidade de entrar na política como ministro das Finanças, cargo que ocupou duas vezes em governos do PS. Diz que teve de aprender a ser político e considera que o cargo, que ainda ocupa, de Governador de Portugal, também é político. Foi considerado o homem das “contas certas” e até lhe chamaram o “Ronaldo do Ecofin”. Mário Centeno é o convidado do novo episódio do Geração 60. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Nasceu em janeiro de 1967, em Coimbra, mas cresceu na Figueira da Foz. A política fez sempre parte da sua vida, o pai era político, autarca do PPD, e aos domingos gostava de levar o filho a ver obras no município, ao mesmo tempo que ouviam o relato de futebol. Perdeu o pai aos 14 anos e aos 16 o interesse pela política levou-o a inscrever-se na Juventude Social-Democrata. Tirou o curso de Direito, na Universidade de Lisboa e doutorou-se antes dos 30 anos. É diretor da Escola de Direito da Universidade Católica Portuguesa e professor convidado em reputadas universidades fora do país. Foi ministro do Governo de Passos Coelho, é especialista em Direito Constitucional e Direito Europeu e Internacional. Um europeísta convicto e também um apaixonado pela cozinha, com cartas na manga sobre a gastronomia portuguesa. Miguel Poiares Maduro é o convidado do novo episódio do Geração 60, conduzido por Conceição Lino.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Nasceu em maio de 1968, na Figueira da Foz. É ainda lá que vive ou para lá que regressa após cada viagem. A primeira descoberta para fora de portas foi com sete anos, nos escuteiros. É escritor de viagens e está há 30 anos a dar a voltas ao mundo. Até hoje conta com cerca de duas dezenas de publicações, a que se juntam documentários e um sem fim de fotografias. Nos percursos por onde a vida o tem levado, conta com um curso de Gestão que o sentou a uma secretária apenas por alguns meses. Trocou o poiso certo para poder partilhar o encanto de conhecer lugares e gentes do mundo e colecionar pequenas e grandes histórias. Ouça aqui o novo episódio do Geração 60 com Gonçalo CadilheSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Nasceu em outubro de 1963 na Amadora. É difícil encontrar quem não conheça o apresentador mais enérgico do país. Fascinado pelo mundo dos artistas que via na televisão e nas revistas é hoje um dos maiores e mais reconhecidos do país. É o comunicador da alegria e do otimismo e mesmo nos piores momentos procura manter a ligação afetiva com o público. Chegado aos 60 anos, sente que a vida, tal como ele, não deveria parar. Nunca. João Baião é convidado do novo episódio do podcast Geração 60, conduzido por Conceição Lino. Ouça aquiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Nasceu em casa dos avós, em novembro de 1965, em Alverca do Ribatejo. Aos 12 anos decidiu que queria ser juíza. Era uma criança “sensível às injustiças” e na escola acabava sempre a defender aqueles que se sentiam “mais fracos e fragilizados” perante os professores. Foi a primeira licenciada da família e a primeira mulher presidente do Tribunal da Relação de Évora. Albertina Pedroso é a convidada de Conceição Lino no Geração 60. Encara o trabalho como uma missão que só faz sentido se conseguir aproximar a justiça dos cidadãos e se os tribunais cumprirem a defesa dos direitos, liberdades e garantias. Ouça aqui o novo episódio.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Nasceu em abril de 1960, em Ferreira do Alentejo, mas cresceu em Almada. O primeiro instrumento que aprendeu a tocar foi a harmónica, ajudava-o a passar o tempo enquanto estava internado por causa de uma hepatite.Tinha 13 anos quando experimentou a viola que os pais lhe trouxeram de Espanha, porque lá eram mais baratas. Desde aí nunca mais largou a música. Não estava nos planos ser o vocalista dos Xutos e Pontapés, mas depois de um concerto na prisão de Tires tudo mudou. Já são 50 anos de carreira e este ano quis experimentar outros caminhos e vai percorrer o país com a guitarra e as letras com histórias que escreveu até hoje. António Manuel Lopes dos Santos, mais conhecido por Tim dos Xutos, é o convidado do novo episódio do Geração 60 conduzido pela Conceição Lino.See omnystudio.com/listener for privacy information.























