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Política na Veia

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Author: CartaCapital

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Os jornalistas Luis Nassif (TVGGN) e Sergio Lírio (CartaCapital) e o cientista político Cláudio Couto (Fora da Política Não Há Salvação) se reúnem toda terça-feira para debater os assuntos mais quentes da política.
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O presidente norte-americano Donald Trump subiu o tom das ameaças contra o Irã: "Uma civilização inteira morrerá esta noite para nunca mais ser ressuscitada", afirmou o bilionário, em postagem na rede Truth Social nesta terça-feira 7. Em meio a especulações sobre até mesmo a utilização de armas nucleares pelos EUA, o governo iraniano acusa Trump de genocídio e realiza ataques contra a infraestrutura de petróleo e datacenters no Oriente Médio. Qual será o próximo passo da guerra?Veja também: a imprensa brasileira "redescobre" o sobrenome de Flávio Bolsonaro e constata que o filho do ex-capitão não é um "moderado". O novo plano do governo Lula para diminuir o endividamento das famílias. E o Projeto de Lei apresentado pela deputada Tábata Amaral que busca enquadrar qualquer crítica ao Estado de Israel como antissemitismo.O podcast "Política na Veia" é apresentado por Sergio Lirio, redator-chefe de CartaCapital; pelo jornalista Luis Nassif, do Jornal GGN; pelo cientista político Claudio Couto, do canal Fora Da Política Não Há Salvação; e pela cientista política e socióloga Gisele Agnelli.(Foto: Brendan Smialowski/AFP)
Nesta segunda-feira 30, o governador de Goiás, Ronaldo Caiado lançou sua pré-candidatura à presidência defendendo uma bandeira primordial: a anistia a Jair Bolsonaro. Em meio a uma disputa no próprio partido, o PSD, o que esse alinhamento de Caiado à ultradireita muda no jogo eleitoral? Veja também: a participação de Eduardo e Flávio Bolsonaro na CPAC, a conferência extremista nos Estados Unidos, e as novas declarações de Donald Trump sobre a guerra no Irã.O podcast "Política na Veia" é apresentado por Sergio Lirio, redator-chefe de CartaCapital; pelo jornalista Luis Nassif, do Jornal GGN; pelo cientista político Claudio Couto, do canal Fora Da Política Não Há Salvação; e pela cientista política e socióloga Gisele Agnelli.
O "Política na Veia" desta semana conta com a participação de Gisele Agnelli, socióloga e cientista política, autora do livro "Autocracia Made in USA". Neste episódio: qual será o tamanho da influência do trumpismo nas eleições brasileiras de outubro? A "química" entre Lula e Trump ainda é capaz de garantir uma "neutralidade" do presidente norte-americano no pleito do Brasil? E qual será o impacto das redes sociais e da guerra no Irã por aqui?Veja também: Alexandre de Moraes atende ao parecer da Procuradoria-Geral da República e autoriza a prisão domiciliar de Jair Bolsonaro por 90 dias. Os negócios de Trump e família no Oriente Médio. E a queda de 27 posições dos Estados Unidos no "Índice de Democracia Liberal" do Instituto V-Dem, ligado à Universidade de Gotemburgo, da Suécia.
Enquanto a oposição bolsonarista tenta jogar o escândalo do Banco Master nas costas do Supremo Tribunal Federal, Flávio Dino promulgou uma liminar para tirar da berlinda a imagem do Judiciário: na segunda-feira 16, o ministro acabou com a aposentadoria compulsória (com manutenção do salário) como maior pena possível para juízes que cometem infrações legais. Pela medida, a punição máxima para magistrados passa a ser a perda do cargo. A luta contra privilégios e penduricalhos pode melhorar a opinião da população sobre a magistratura?Veja também: André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, proíbe o acesso a conteúdos envolvendo Daniel Vorcaro, do Banco Master, da sala-cofre da CPMI do INSS. O relator justificou que a medida é necessária para preservar o sigilo. A guerra no Irã e as novas bravatas de Trump: o presidente norte-americano prepara uma intervenção em Cuba?
As conexões ainda não completamente esclarecidas entre o banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master, e ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) levantam uma pergunta incômoda: estaria em gestação uma nova “Lava Jato”? Às vésperas do ciclo eleitoral, como o campo progressista deve lidar com o tema? E de que maneira o centrão e o bolsonarismo podem explorar novamente o discurso anticorrupção?No ‘Política na Veia’ desta semana, Sergio Lirio, Luis Nassif e Claudio Couto também analisam outro tema que dominou o noticiário político: a possibilidade de o governo Trump classificar facções criminosas brasileiras — como o PCC e o Comando Vermelho (CV) — como organizações terroristas.A medida abriria caminho apenas para sanções contra lideranças do crime organizado ou poderia preparar o terreno para ações diretas dos Estados Unidos em território brasileiro, a exemplo de operações recentes contra embarcações no Caribe?
No Política na Veia desta semana, Sergio Lirio e Claudio Couto comentam os primeiros dias da guerra no Oriente Médio. Após os ataques conjuntos de Israel e EUA contra o Irã matarem, entre outras autoridades, o líder supremo Ali Khamenei, o país prepara a sucessão do aiatolá. Em resposta aos bombardeios que já mataram aproximadamente 800 pessoas, o Irã responde com ataques contra embaixadas, consulados e bases norte-americanas nos países da região — e até mesmo com um ataque com drones a uma base britânica na ilha de Chipre, no Mediterrâneo. Nos Estados Unidos, Trump insinua a possibilidade despachar soldados para o Irã — seria um blefe ou uma tentativa de "melar" as eleições legislativas marcadas para novembro, em que os Democratas têm grandes chances de retomar o controle do Senado e da Câmara?Veja também: enquanto as pesquisas eleitorais confirma o cenário de polarização entre Lula e Flávio Bolsonaro nas eleições de outubro, o bolsonarismo volta às ruas com atos (mais esvaziados) em São Paulo e no Rio de Janeiro. E a quebra do sigilo de Lulinha na CPI do INSS.📸 Hossein Zohrevand/Ag. Tasnim/Creative Commons CC BY 4.0
Os presidentes nacionais do PL, Valdemar Costa Neto, e do União Brasil, Antonio Rueda, afirmaram a empresários na segunda-feira 23 que pretendem atuar para impedir que a PEC que prevê o fim da escala 6×1 avance no Congresso Nacional. A estratégia, segundo eles, é tentar segurar a tramitação ainda na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), da Câmara, evitando que o texto chegue ao plenário. A articulação ocorre em meio à intensificação do debate sobre a redução da jornada de trabalho no País, que se tornou uma das principais bandeiras do governo Lula na reta final do mandato. Em meio às discussões, E o que significa a manchete da "Folha de São Paulo" de domingo, "Brasileiro trabalha menos que a média mundial"?Veja também: nesta segunda-feira 23, o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, mandou suspender o pagamento dos chamados "penduricalhos" pagos a membros do Poder Judiciário e do Ministério Público. A decisão vem na esteira de outra medida do Supremo, esta do ministro Flávio Dino que, no início do mês, determinou, em decisão liminar, a suspensão de todos os adicionais semelhantes do serviço público nos Três Poderes. A ofensiva contra os penduricalhos e supersalários no Judiciário acontece ao mesmo tempo em que o ministro Edson Fachin defende a elaboração de um código de ética e conduta para os juízes do Supremo. A medida, segundo uma pesquisa divulgada pela Quaest no dia 13, tem apoio de 82% dos brasileiros.No primeiro "Política na Veia" do ano, Sergio Lirio, Luis Nassif e Claudio Couto discutem ainda as consequências do caso do Banco Master no Judiciário e a decisão da Suprema Corte dos EUA que derruba o "tarifaço" de Donald Trump.
Desde a quarta-feira 10, após uma tempestade na Grande São Paulo, milhares de moradores seguem sem luz. Segundo a própria concessionária Enel, uma semana depois do início do apagão, mais de 30 mil imóveis seguem com a energia interrompida. A empresa já recebeu uma multa de R$ 14 milhões pelo novo apagão. No domingo 14, o Ministério de Minas e Energia afirmou que a Enel pode perder a concessão em São Paulo se não cumprir as obrigações contratuais.Veja também: as manifestações contra o PL da Dosimetra no domingo 14. O projeto, que pode aliviar as penas de Jair Bolsonaro e outros condenados pela trama golpista, foi aprovado na Câmara dos Deputados e segue para o Senado. Os novos embates entre Congresso e Supremo. A eleição do pinochetista José Antonio Kast no Chile. E a reação dos bolsonaristas à revogação das sanções da Lei Magnitsky contra o ministro Alexandre de Moraes.O podcast "Política na Veia" é apresentado por Sergio Lirio, redator-chefe de CartaCapital; pelo jornalista Luis Nassif, do Jornal GGN; e pelo cientista político Claudio Couto, do canal Fora Da Política Não Há Salvação.
Flávio Bolsonaro, senador e filho do ex-capitão, continua afirmando que sua pré-candidatura à Presidência da República em 2026 é "irreversível". O plano do bolsonarismo de insistir em atrelar a liderança da direita a um nome da família, entretanto, enfrenta resistência de outros presidenciáveis, como Ronaldo Caiado, Ratinho Jr. e, principalmente, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas. A pré-candidatura é, de fato, inegociável ou será usada como moeda de troca para tentar emplacar uma promessa de anistia ou indulto a Jair Bolsonaro? Veja também: novas diretrizes de Donald Trump para a política externa ressuscitam a Doutrina Monroe. Decisão de Gilmar Mendes sobre impeachment de ministros do Supremo reacende a briga entre Congresso e STF. E a operação de busca e apreensão da Polícia Federal contra a 13ª Vara da Justiça Federal de Curitiba, a antiga base de Sergio Moro durante a Lava Jato.O podcast "Política na Veia" conta com a participação de Sergio Lirio, redator-chefe de CartaCapital; do jornalista Luis Nassif, do Jornal GGN; e do cientista político Claudio Couto, do canal Fora Da Política Não Há Salvação.
Dirigentes do PL estão irritados com as críticas da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro à conciliação da legenda com o ex-governador Ciro Gomes no Ceará. "Fazer aliança com o homem que é contra o maior líder da direita, isso não dá", disse Michelle ao deputado federal André Fernandes, que conduziu as conversas sobre o acordo com o aval de Jair Bolsonaro. Flávio e Eduardo, filhos do ex-capitão, desautorizaram a madrasta, que tenta se posicionar como a liderança do bolsonarismo, depois da prisão do marido. As declarações vão acelerar a "implosão" da influência do clã Bolsonaro? Como isso irá afetar a escolha do nome da extrema-direita para as eleições de 2026?Veja também: os novos capítulos da disputa entre Governo e os presidentes do Senado e da Câmara, Davi Alcolumbre e Hugo Motta. As dificuldades para garantir a aprovação do nome de Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal. E as novas ameaças de Donald Trump contra a Venezuela de Nicolás Maduro.O podcast "Política na Veia" conta com a participação de Sergio Lirio, redator-chefe de CartaCapital; do jornalista Luis Nassif, do Jornal GGN; e do cientista político Claudio Couto, do canal Fora Da Política Não Há Salvação.
Poucos dias após a prisão preventiva de Jair Bolsonaro, no sábado 22, após o ex-capitão tentar romper a tornozeleira eletrônica com um ferro de solda, o ministro Alexandre de Moraes decretou o início do cumprimento da pena do ex-presidente. Ele foi condenado a 27 anos e três meses de prisão pela trama golpista. Qual será a reação do bolsonarismo? A extrema-direita vai se mobilizar para fazer algum "barulho"? E quem será o herdeiro eleitoral do ex-capitão? Saiba mais no novo episódio do podcast "Política na Veia", no ar em edição especial nesta terça-feira, com a participação de Sergio Lirio, redator-chefe de CartaCapital; do jornalista Luis Nassif, do Jornal GGN; e do cientista político Claudio Couto, do canal Fora Da Política Não Há Salvação.
A COP30 chega aos seus últimos dias, com os esforços conjuntos para a elaboração de planos de ação e metas concretas — e, também, para satisfazer os interesses de curto prazo e os objetivos estratégicos de todos os participantes. Para além da gafe do primeiro-ministro alemão Friedrich Merz, que afirmou que jornalistas teriam ficado "contentes" em deixar Belém e retornar à Europa, qual será o legado da COP30? Saiba mais no episódio desta semana do podcast "Política na Veia",com a participação de Sergio Lirio, redator-chefe de CartaCapital; do jornalista Luis Nassif, do Jornal GGN; e do cientista político Claudio Couto, do canal Fora Da Política Não Há Salvação.Veja também: a prisão de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, pela Polícia Federal em São Paulo. E, em Brasília, mais uma tentativa de votação do PL Antifacção, um projeto do governo Lula que foi deturpado pelo deputado bolsonarista Guilherme Derrite, após este ser nomeado relator pelo presidente da Câmara, Hugo Motta.
Na sexta-feira 7, o presidente da Câmara, Hugo Motta, escolheu Guilherme Derrite, deputado federal e secretário de Segurança Pública de São Paulo, como relator do projeto de lei enviado pelo governo Lula para combater as facções criminosas. O episódio já criou novos atritos entre o governo e o Congresso — e, para alguns membros do Planalto, poderá criar uma verdadeira "hecatombe" no combate ao crime organizado: o texto substitutivo de Derrite retira atribuições da Polícia Federal, determinando que a PF só poderá agir em investigações de organizações criminosas "mediante provocação do governador", transferindo a maior parte das apurações para órgãos estaduais. A disputa de interesses vem na esteira da megeoperação policial no Rio de Janeiro, que deixou mais de 120 mortos. O bolsonarismo será capaz de assumir o protagonismo do discurso da segurança pública e levar o tema para as eleições de 2026?O podcast "Política na Veia" conta com a participação de Sergio Lirio, redator-chefe de CartaCapital; do jornalista Luis Nassif, do Jornal GGN; e do cientista político Claudio Couto, do canal Fora Da Política Não Há Salvação.
Após a megaoperação policial no Rio de Janeiro, no dia 28, que deixou mais de 120 mortos, governadores bolsonaristas se articularam em torno do dito "Consórcio de Paz", um projeto para articular ações conjuntas no combate ao crime organizado. Com isso, a extrema-direita se adianta e prepara a pauta da segurança pública como um tema central das eleições de 2026. Esse é o tema principal do episódio desta semana do "Política na Veia", que também discute a implementação da CPI das Facções, a tentativa de rotular organizações criminosas como grupos "narcoterroristas".Veja também: os últimos preparativos para a COP30, a conferência do clima em Belém, e uma homenagem a Lô Borges, músico mineiro e integrante do "Clube da Esquina", falecido na segunda-feira 3.O podcast "Política na Veia" conta com a participação de Sergio Lirio, redator-chefe de CartaCapital; do jornalista Luis Nassif, do Jornal GGN; e do cientista político Claudio Couto, do canal Fora Da Política Não Há Salvação.
No domingo 26, Lula e Donald Trump se encontraram pela primeira vez durante a cúpula de nações do sudeste asiático, na Malásia. O evento — para tristeza dos bolsonaristas — teve um tom amistoso, com elogios mútuos, e abre o caminho para negociar o fim do tarifaço e das sanções contra autoridades brasileiras. O caminho para lidar com Trump, entretanto, deve ser traiçoeiro. Esse é um dos temas do episódio desta semana do podcast "Política na Veia", com participação de Thais Reis Oliveira, Luis Nassif e Claudio Couto.Ainda nesta edição: a ofensiva de Trump contra Colômbia e Venezuela. A vitória de Javier Milei nas eleições parlamentares na Argentina. O julgamento dos recursos dos golpistas no STF. E a aproximação entre o PSD de Kassab e o Novo de Zema adiciona um novo capítulo na disputa pelo espólio do bolsonarismo.
Nesta segunda-feira 22, o Ibama concedeu à Petrobras autorização para iniciar a perfuração de um poço de petróleo na região conhecida como Margem Equatorial, a 500 quilômetros da foz do rio Amazonas. O tema, alvo de intenso debate, com fortes críticas de ambientalistas, volta a tona a vinte dias do início da COP30, a conferência do clima em Belém, o que pode gerar novos atritos entre o governo Lula e setores de sua base.Veja também no "Política na Veia" desta semana: o resultados das eleições na Bolívia, a (possível) indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal e a nomeação de Guilherme Boulos como o novo ministro da Secretaria-Geral da Presidência.
O governo Lula iniciou uma ampla ofensiva contra o Centrão após a derrota na MP do IOF, na Câmara. A diretriz, comandada pela ministra de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, visa rever cargos indicados por partidos "infiéis". Aliados do presidente da Câmara, o deputado Arthur Lira (PP-AL), entretanto, devem ser poupados. Quais serão as consequências para o governo nessa reta final do mandato de Lula?Veja também: o julgamento do quarto núcleo do golpe no STF. O Nobel da Paz para Maria Corina Machado, opositora de Nicolás Maduro. E o acordo de cessar-fogo entre Israel e o Hamas.O podcast "Política na Veia" conta com a participação de Sergio Lirio, redator-chefe de CartaCapital; do jornalista Luis Nassif, do Jornal GGN; e do cientista político Claudio Couto, do canal do YouTube Fora Da Política Não Há Salvação.
Lula e Donald Trump conversaram por chamada de vídeo nesta segunda-feira 6, duas semanas após o encontro dos dois líderes nos bastidores da Assembleia Geral da ONU. Lula disse que a conversa foi produtiva — e, segundo interlocutores, nem Jair Bolsonaro nem Alexandre de Moraes foram tema do debate. Com o bolsonarismo desconfortável com a "química" entre Trump e Lula, quais serão os próximos passos da reaproximação entre Brasil e Estados Unidos?Saiba mais na edição desta semana do podcast "Política na Veia", com a participação de Sergio Lirio, redator-chefe de CartaCapital; do jornalista Luis Nassif, do Jornal GGN; e do cientista político Claudio Couto, do canal do YouTube Fora Da Política Não Há Salvação.
Com um discurso contra o "populismo" e defendendo a "contenção", o ministro Edson Fachin assumiu nesta segunda-feira 29 a presidência do Supremo Tribunal Federal (STF). Sob Fachin, o Supremo assumirá um perfil mais "discreto", com menos espaços para declarações públicas de seus juízes? E como ficam decisões importantes em curso na Corte, como os julgamentos dos núcleos golpistas? Saiba mais na edição desta semana do podcast "Política na Veia", com a participação de Sergio Lirio, redator-chefe de CartaCapital; do jornalista Luis Nassif, do Jornal GGN; e do cientista político Claudio Couto, do canal do YouTube Fora Da Política Não Há Salvação.Veja também: o encontro de Tarcísio e Jair Bolsonaro. O governador de São Paulo tenta se firmar como a principal liderança da direita para 2026, mas enfrenta a resistência de Eduardo Bolsonaro. Depois das manifestações contra a anistia e a PEC da Blindagem e do discurso na Assembleia Geral da ONU, governo Lula começa a sair das cordas e assume disputas importantes no Congresso. E o plano de paz anunciado por Trump e Netanyahu para a Faixa de Gaza.
Lula e Donald Trump discursaram um na sequência do outro nesta terça-feira 23, na abertura da Assembleia Geral da ONU. Na tribuna, o presidente brasileiro fez um discurso firme em defesa da soberania do Brasil, da democracia e do multilateralismo, em recados claros ao governo dos Estados Unidos. Trump, por sua vez, fez uma longa fala onde misturou críticas à ONU, divagações sobre imigrantes, negacionismo climático e auto-adulação. Ao final, entretanto, o bilionário disse que se encontrou com Lula nos bastidores do encontro e teve uma "boa conversa" com o presidente brasileiro. "Ele parece um cara legal, eu gostei dele",disse. "Tivemos ao menos 39 segundos de uma química excelente, um bom sinal", completou, antes de sinalizar para uma conversa com Lula para a próxima semana.Confira a análise dos discursos e os impactos na política brasileira na nova edição do podcast "Política na Veia", com a participação de Sergio Lirio, redator-chefe de CartaCapital; do jornalista Luis Nassif, do Jornal GGN; e do cientista político Claudio Couto, do canal do YouTube Fora Da Política Não Há Salvação.
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