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Renascença - Conversa de Eleição
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Renascença - Conversa de Eleição

Author: Renascença

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A semana começa com a análise de Fernando Medina e Miguel Poiares Maduro sobre o que se passa no país. Às segundas-feiras é dado o pontapé de saída com a conversa política que faltava. Para ouvir na Edição da Noite, depois das 23h. Conversa de Eleição é um programa com moderação da jornalista Filipa Ribeiro que pode ouvir também em podcast.
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O aviso é deixado por Fernando Medina sobre o possível entendimento entre AD e Chega para a nomeação de juízes do Tribunal Constitucional. Miguel Poiares Maduro considera “inaceitável” a forma como decorre o debate e critica o contributo dos partidos para o entendimento sobre o Tribunal Constitucional. Os antigos ministros analisam ainda se o Governo deve avançar com medidas para mitigar o impacto da guerra do Irão no custo de vida.
Fernando Medina considera que António José Seguro não deve gastar capital político na lei laboral por entender que a mesma não tem futuro. Miguel Poiares Maduro considera que era "claro" que não seria fácil conseguir um acordo e defende que a CGTP poderia participar nas reuniões. Neste episódio, ainda os atrasos nos apoios às regiões afetadas pela tempestade Kristin.
O antigo ministro das Finanças considera que o Governo devia ter sido mais prudente no aumento da despesa pública e avisa que se deve começar a preparar medidas de mitigação para os efeitos da guerra. Medina alerta o executivo que deve estar "preparado para o pior". Neste episódio, Fernando Medina analisa ainda o que pode ser o mandato de António José Seguro considerando difícil que o novo Presidente da República cumpra o objetivo de conseguir consenso entre os partidos políticos sobre o sector da saúde.
O antigo ministro do Governo de Passos Coelho analisa as últimas declarações do ex-primeiro ministro e entende que Pedro Passos Coelho não tenciona regressar à vida partidária no imediato. Poiares Maduro reconhece, ainda assim, que as críticas vão ser um desafio para Luís Montenegro e critica a visão de Passos Coelho quando defende um acordo entre PSD, IL e Chega. Fernando Medina considera que o reaparecimento de Passos Coelho vem dividir o PSD em dois e com isso fragilizar o PS. O socialista diz não ter dúvidas de que Passos Coelho apresentaria uma candidatura de imediato se houvesse eleições diretas marcadas no PSD. Neste episódio, ainda o balanço sobre a presidência de Marcelo Rebelo de Sousa e a guerra no Irão.
O antigo ministro do Governo de Passos Coelho critica a ida direta do diretor nacional da PJ para o Governo e defende que devia haver "um princípio" para se salvaguardar a "independência e separação de poderes dentro do Estado". Já Fernando Medina elogia a escolha do primeiro-ministro que considera "surpreendente". Neste episódio, ainda as linhas gerais do PTRR que Fernando Medina considera que não deviam ter sido já apresentadas devido à escassez de informação.
Fernando Medina e Miguel Poiares Maduro analisam o que deve ser feito para a recuperação das zonas afetadas pelas tempestades. O antigo ministro das Finanças entende que apoio deve ser feito através de "dívida pública" e o social-democrata alerta para a necessidade de se reorganizar as cidades. Sobre a possibilidade de o ano terminar com défice orçamental defendem ser "prematuro" para chegar a essa conclusão. Sobre o papel de Luís Montenegro à frente da Administração Interna, Poiares Maduro alerta para os riscos da demora na escolha de um sucessor e Medina diz que o primeiro-ministro deve procurar um novo governante depois de deixar os processos fechados entre Governo e autarquias.
Fernando Medina e Miguel Poiares Maduro analisam o resultado das eleições presidenciais. Avaliam o risco de crise política e antecipam necessidade de se avançar para um bloco central.
Antigo ministro das Finanças assume que o sentimento do "já está ganho" pode desmobilizar o eleitorado de Seguro, defende que o antigo líder do PS mantenha a mesma linha para a segunda volta e acusa André Ventura de querer andar "às cavalitas" do seu adversário.
As eleições presidenciais, a segunda volta e o "lava mãos de Montenegro". Fernando Medina considera que André Ventura vai "subir na votação" e ganhar vantagem para abrir eventual crise política no futuro, já Miguel Poiares Maduro entende que lógica do primeiro-ministro pode ser "enganadora" porque o candidato apoiado pelo Chega usará sempre a vantagem nestas eleições a seu favor contra os outros partidos. O social-democrata e membro da candidatura de Marques Mendes assume que derrota é "preço pago" e defende que o apoio a Seguro é "validação" e não "rejeição" de outras alternativas.
No programa Conversa de Eleição desta semana, Fernando Medina e Miguel Poiares Maduro analisam os últimos desenvolvimentos da campanha eleitoral das Presidenciais e comentam ainda os novos casos que agitam a Saúde e, em particular, o setor da emergência médica.
O antigo ministro das Finanças, agora membro da Comissão de Honra da candidatura de António José Seguro prevê uma campanha difícil face à imprevisão dos resultados. Esta semana ainda o Conselho de Estado de 9 de janeiro e o ataque dos Estados Unidos da America à Venezuela.
Fernando Medina e Miguel Poiares Maduro fazem uma antevisão à campanha para as presidenciais e dividem-se sobre a decisão do Tribunal que obrigou André Ventura a retirar os cartazes sobre ciganos. O antigo ministro das Finanças recorda ainda que esteve "isolado" na bancada do PS que foi contra Luís Montenegro devido ao caso Spinumviva e diz que arquivamento do caso torna o caso em "Spinumorta" - o que é "bom para a democracia". Miguel Poiares Maduro critica que denúncia anónima sobre Marques Mendes tenha resultado numa notícia. Os antigos governantes comentam ainda as declarações do ministro da educação que eve "ter mais cuidado na forma com que se exprime".
Miguel Poiares Maduro sublinha que, depois do acórdão do Tribunal Constitucional, a pena acessória para a retirada de cidadania "está morta" e deve ser afastada numa revisão da lei da nacionalidade. Fernando Medina espera que Governo faça uma "reflexão" e sublinha que seria "um enorme erro" procurar-se um confronto com o Tribunal Constitucional. O social-democrata e o socialista olham ainda para a reforma laboral, com Fernando Medina a considerar que a ministra está "desfasada" e "num buraco". Neste episódio, ainda a ambição de Luís Montenegro para um salário mínimo de 1600 euros.
Fernando Medina sublinha que "não há comparação na hierarquia histórica da importância do 25 de Abril ou do 25 de Novembro". O socialista considera que "se havia alguém que poderia celebrar era o PS" e critica tentativa de apropriação da direita sobre a data. Também Miguel Poiares Maduro defende que "há uma parte da direita mais radical, do Chega, que quer comemorar o 25 de Novembro para não comemorar o 25 de Abril". Esta semana ainda as críticas de Fernando Medina à falta de acesso de António Costa ao processo da Operação Influencer e a garantia de Miguel Poiares Maduro de que Marques Mendes não mudará rumo da campanha depois de sondagens registarem crescimento de João Cotrim de Figueiredo nas presidenciais.
Fernando Medina espera que Luís Montenegro consiga perceber que "está a atirar o país para o buraco" com a nova lei laboral. O antigo ministro das Finanças defende que medidas como a descriminalização do trabalho não declarado "só cabe na cabeça de alguém virado para a idade médico". Para o socialista, o executivo está a favorecer o "patronato antigo" sem a finalidade de "melhorar a economia do país". Noutro plano, o antigo ministro das Finanças elogia a decisão do Governo em acabar com a fiscalização prévia do Tribunal de Contas.
As opiniões dividem-se sobre a polémica relacionada com o novo livro de Henrique Gouveia e Melo e a sua motivação para ser candidato à Presidência. Fernando Medina e Miguel Poiares Maduro debatem ainda a participação do vice-presidente do Chega num congresso do movimento Reconquista, a hesitação de António José Seguro e o acordo entre PSD e Chega em Sintra.
Fernando Medina e Miguel Poiares Maduro analisam a crise no setor da saúde. O socialista, que já defendeu por várias vezes a demissão de Ana Paula Martins, considera inviável o acordo político alargado pedido pelo Presidente da República. Já o social-democrata acredita que a ministra é vítima da pressão que a própria colocou. Neste episódio, ainda a análise ao Orçamento do Estado que o antigo ministro das Finanças considera de "fim de linha" e que Poiares Maduro classifica como "politicamente prudente e economico-financeiramente otimista".
As alterações à lei da nacionalidade vão a votos esta terça feira. Miguel Poiares Maduro tem dúvidas que nova lei passe no Tribunal Constitucional e lamenta que estratégia de Governo e PSD seja seguir as mesmas medidas do Chega. Já Fernando Medina avisa que opções do PSD vão fazer crescer o Chega e acusa o executivo de estar a "cavalgar a agenda" "anti-imigração" para captar eleitorado. Neste episódio, ainda as conclusões sobre o acidente do Elevador da Glória e a perda de Francisco Pinto Balsemão.
Fernando Medina considera que "não há qualquer tema sobre o uso da burca em Portugal", recusa a ligação com a criminalidade e acusa PSD, CDS e Iniciativa Liberal de seguirem a agenda "racista e xenófoba" do Chega. Já Miguel Poiares Maduro defende que ao dizer que não se pode proibir pessoas de estarem completamente cobertas no espaço público por se tratar de toda a religião muçulmana está a alimentar a confusão gerada pelo Chega. Em análise, ainda o apoio do PS à candidatura de António José Seguro.
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