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Bom dia, Ghia.

Author: Ghia Multi Family Office

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Comece a semana por dentro do que movimentou o mercado financeiro no Brasil e no mundo com o time de Pesquisa e Alocação da Ghia Multi Family Office.

Toda segunda-feira, um panorama macroeconômico acessível, destacando as principais tendências e insights que orientam uma construção sólida de cenário e uma gestão de portfólios eficiente.

Prepare seu café e comece sua semana com a Ghia Multi Family Office.
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No cenário internacional, persistência da instabilidade geopolítica, agora com a possível anexação norte-americana da Groelândia. Ativos brasileiros sustentam performance pelo fluxo estrangeiro, mas corrida eleitoral continua no radar.www.ghiamfo.com.br
O cenário externo foi marcado pela determinação da Suprema Corte nos EUA de que as tarifas de Trump são ilegais. Discutimos, também, a divulgação do PIB do 4T25 e do mais recente PCE.  No Brasil, as festividades de carnaval movimentaram o cenário da corrida eleitoral de 2026. O Banco Central divulgou o IBC-Br de dezembro. Na semana que vem, cobrimos as divulgações do IPCA-15 e CAGED no Brasil.   
No cenário externo, houve continuidade da tendência de valorização dos ativos de risco internacionais, especialmente de mercados emergentes. A divulgação de um dado mais fraco que o esperado sobre o mercado de trabalho não modificou o cenário prospectivo de forma relevante, uma vez que o mercado já precifica de dois a três cortes de juros em 2026.  No Brasil, a ata do Copom reforçou o forward guidance de que haverá corte na Selic em março e trouxe uma avaliação benigna da conjuntura econômica brasileira. Movimentações na composição da diretoria do Banco Central fizeram preços na curva de juros.  Na semana que vem, falamos sobre as divulgações do IPCA, PMS e PMC no Brasil; também, trataremos do Payroll e CPI nos EUA. 
A tradicional super-quarta não trouxe surpresas nas decisões de juros no Brasil e nos Estados Unidos, mas mudanças importantes na comunicação e sinalizações futuras.Donald Trump anuncia novo presidente do FED e interrompe rali das commodities metálicas, com maior queda do Ouro em mais de uma década.
No acumulado de 2026, a bolsa brasileira acumula entra líquida de R$ 12,3 bilhões, aproximadamente 50% do saldo de 2025. Tesões geopolíticas sustentam esse bom momento para emergentes. Nessa semana teremos a tradicional Super Quarta, com decisão de juros no Brasil e nos Estados Unidos, além de indicadores econômicos importantes que deverão movimentar o mercado.  
No cenário internacional:Dados de mercado de trabalho nos Estados Unidos, tensões institucionais e geopolíticas. No Brasil:IPCA fecha 2025 dentro do teto da meta do Banco Central, mas qualitativo ainda mantém autoridade monetária atenta. Até o momento, e apesar das tensões geopolíticas, performance dos ativos de risco é positiva e bom momento para países emergentes se mantém.
No Brasil:Os dados de emprego reforçam cenário de mercado de trabalho resiliente que deve continuar pressionando inflação no curto prazo e fazer com que o Banco Central inicie o corte de juros apenas em março. No cenário internacional:A captura de Nicolás Maduro marca o primeiro evento geopolítico de grande importância em 2026. Analisamos possíveis impactos macro e microeconômicos desse evento.
No episódio 39 do Bom dia Ghia:No cenário externo:O PIB dos EUA avançou acima do consenso no terceiro trimestre de 2025, fortemente puxado pelo avanço da demanda doméstica e dos gastos do governo, reforçando a resiliência do consumo e sugerindo que há pouca possibilidade de um novo corte de juros no curto prazo. No cenário doméstico: O IPCA-15 teve alta alinhada ao consenso, fechando o ano dentro do intervalo de tolerância da meta de inflação. A abertura continuou pressionada pelos componentes de serviços, com bens duráveis e alimentação no domicílio permanecendo em sua tendência desinflacionária benigna.  Nesta semana também mais curta, as atenções se voltam para as divulgações dos dados de mercado de trabalho brasileiros com o CAGED e a PNAD.
No cenário externo: O Payroll e a taxa de desemprego, divulgados para os meses de outubro e novembro em atraso, continuaram apontando para maior fraqueza do mercado de trabalho nos EUA. O dado de inflação pelo CPI apresentou headline benigno, mas foi marcado por distorções metodológicas que reduzem a confiabilidade do indicador.  No cenário doméstico: O Banco Central manteve a porta aberta para um corte de juros em janeiro, mas argumentou extensivamente na Ata e no Relatório de Política Monetária em prol de maior cautela na flexibilização dos juros, o que, na prática, reforça as expectativas de corte para março. Movimentações no trade eleitoral voltaram a fazer preços e volatilidade nos preços de ativos domésticos.  Nesta semana mais curta, acompanhamos dados de IPCA-15 e PIB do 3T25 nos EUA. 
No cenário externo: O FOMC cortou os juros em 25 pontos-base para a banda de 3,50%-3,75% sob a avaliação de que os riscos ao emprego superam os riscos inflacionários nessa fase do ciclo econômico. Mesmo assim, apontou que a Fed Funds está aproximadamente no patamar neutro e que tomará as decisões de política monetária a cada reunião, no modo "wait-and-see".  No cenário interno: O Copom manteve a Selic estável e divulgou um comunicado muito parecido com o anterior, ainda com o tom duro e apontando a necessidade de manutenção da taxa básica de juros em patamar contracionista por um período prolongado. Embora o comunicado tenha sugerido que a Selic deve ser mantida em 15% em janeiro, a Ata e o Relatório de Política Monetária serão cruciais para compreender a avaliação de conjuntura do BCB.Nesta semana, acompanhamos os dados de mercado de trabalho nos EUA e as comunicações oficiais do Banco Central do Brasil.
No episódio 26 do Bom dia Ghia:No cenário externo: O cenário-base permanece sendo o de corte da Fed Funds Rate na reunião desta semana, com um dado fraco de geração de empregos formais e um dado moderado de inflação.  No cenário doméstico:O cenário evoluía de forma benigna para ativos de risco domésticos até a quinta-feira, na esteira da divulgação do PIB do 3T25 que reforçou o processo de arrefecimento da atividade econômica induzido pela política monetária contracionista. Na sexta-feira, no entanto, os ativos domésticos foram penalizados pelo anúncio de Flávio Bolsonaro de sua pré-candidatura à presidência em 2026. Nesta semana, acompanhamos as reuniões de política monetária na quarta-feira. 
No cenário externo: A inflação ao produtor e a atividade econômica foram os indicadores econômicos divulgados na última semana, mas que pouco influenciaram a precificação dos mercados. Em vez disso, as atenções se voltaram para declarações de dirigentes do Fed. No cenário interno:Em uma semana repleta de divulgações macroeconômicas, as principais foram os dados de IPCA-15 e mercado de trabalho. Ambas apontaram continuidade das tendências observadas nos últimos meses, de modo que a curva de juros refletiu um otimismo com início do ciclo de cortes em janeiro.  Nesta semana, a divulgação do PIB brasileiro do 3T25 e o PCE nos EUA concentram as atenções.  
Nesta semana, no Bom dia Ghia:No cenário externo:Os primeiros dados de emprego divulgados após o shutdown mostram alguma recuperação do dinamismo do mercado de trabalho estadunidense, mas falas de diretores do Fed sugerem corte de juros em dezembro. A continuidade da reavaliação dos valuations de empresas de tecnologia penalizou o desempenho dos ativos de risco globais. No cenário doméstico:O IBC-Br vem em linha com o esperado, com a pauta política tomando os holofotes. O presidente indicou um aliado ao STF, criando atrito com o Senado. Nesta semana, acompanhamos divulgações amplas de inflação nos EUA e Brasil e emprego pelo CAGED e PNAD.
No cenário externo: O fim da paralisação do governo federal foi anunciado. Mesmo assim, os ativos de risco performaram mal na esteira de falas mais cautelosas de dirigentes do Fed e de certo ceticismo quanto aos valuations das empresas. No cenário doméstico: A ata do Copom, apesar de manter um tom cauteloso e sugerir que a Selic deve permanecer estável nas próximas reuniões, foi interpretada com otimismo pelo mercado. Isso, em conjunto com o IPCA benigno de outubro, ajudou no fechamento substancial da curva de juros na semana.  Nesta semana, o IBC-Br fecha as divulgações mais recentes de atividade econômica. Há também divulgações de indicadores de confiança dos EUA.
No Resumo mensal do mês de Outubro:Nosso time de Pesquisa e Alocação apresenta os principais acontecimentos do mercado financeiro e compartilha insights sobre como esses fatores podem impactar seu portfólio e suas estratégias de investimento.Prepare seu café e acompanhe tudo que aconteceu no mês de setembro com a Ghia Multi Family Office.
🎙️Nesta semana, no episódio 31 do Bom dia, Ghia:No cenário externo: Ainda sob paralisação do governo federal, o mercado norte-americano focou na divulgação do dado privado de geração de empregos formais da ADP, que manteve a avaliação de um mercado de trabalho pouco dinâmico em outubro.  No cenário doméstico: A decisão do Copom veio em linha com o consenso, mas a comunicação ainda conservadora surpreendeu a parte do mercado que esperava moderação no tom cauteloso do Comitê. A indústria de fundos e o Ibovespa também chamaram a atenção por eventos ocorridos ao longo da semana.  Nesta semana, o foco é na divulgação do IPCA de outubro e nos dados setoriais de atividade econômica de setembro no Brasil.
🎙️Nesta semana, no episódio 31 do Bom dia, Ghia:No cenário externo:A paralisação do governo norte-americano não impediu do Fed realizar mais um corte de juros. Mas a continuidade do ciclo ficou mais incerta.O bom momento par ativos de risco continua com alívio nas tensões comerciais  e bons resultados corporativos. No Brasil:Dados mostram mercado de trabalho apertado mas em trajetória de desaceleração.Nesta semana, destaque para reunião do Copom na quarta-feira que deve manter a Selic inalterada.☕Prepare seu café e acompanhe esses e outros temas com a Ghia Multi Family Office.
No cenário externo: A divulgação do CPI de setembro, atrasada por conta da paralisação do governo federal, veio abaixo do consenso de mercado e reforçou as expectativas por dois cortes de juros nos EUA este ano. As eleições legislativas na Argentina deram um novo gás ao governo de Javier Milei e já impulsionam os ativos de risco argentinos.No cenário doméstico:O IPCA-15 veio abaixo do consenso de mercado e com uma abertura benigna, refletindo o alívio nos componentes de serviços e reforçando apostas no corte da Selic em janeiro.  Nesta semana, as atenções se voltam para a decisão de política monetária nos EUA e para a divulgação do CAGED no Brasil
No cenário externo: Com a paralisação do governo norteamericano adiando, novamente, as divulgações de indicadores macroeconômicos, os mercados se beneficiaram do alívio nas tensões comerciais entre EUA e China.  No cenário doméstico:Os indicadores setoriais de atividade econômica relativos a agosto apontaram algum respiro da economia em agosto, mas sem motivar revisões de trajetória de moderação para a atividade este ano. Nesta semana, as divulgações de inflação com o IPCA-15 no Brasil e CPI nos EUA concentram as atenções do mercado.  Prepare seu café e acompanhe esses e outros temas com a Ghia Multi Family Office.www.ghiamfo.com.br
Hoje estreia hoje o “GHIA Convida”, novo quadro do podcast da Ghia Multi Family Office. Como nosso primeiro convidado, recebemos Rafael Bisinha, especialista em investimentos do Citi Bank Brasil.Rafael Bisinha é mestre em Economia pela USP, além de especialista em investimentos do Citi Bank Brasil, Bisinha também passou por grandes bancos como Itaú e Santander, ocupando posições de economista, estrategista de investimentos e gestor de fundos.A conversa, conduzida por Tadeu Arantes (Head de Alocação) e Ana Canhameiro (Analista Internacional), busca mostrar a importância de diversificar internacionalmente o seu portifólio— com estratégia, eficiência e visão de longo prazo.Prepare seu café e acompanhe esse bate papo com a Ghia Multi Family Office.www.ghiamfo.com.br
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