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messy girls club por catharine rosas
messy girls club por catharine rosas
Author: catharine rosas
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© catharine rosas
Description
oi, gente!! sou psicóloga clínica de mulheres revolucionárias e espero que você encontre no nosso clube, um espaço seguro e acolhedor para conversas autênticas e inspiradoras. o Messy Girls Club é um podcast criado para mulheres! nos episódios falaremos sobre relacionamentos, autoconhecimento, empoderamento, autoestima, mídias digitais e atualidades! você encontra mais conteúdos no instagram: @catharinerosas
57 Episodes
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Se você já se pegou olhando pra vida acontecendo do lado de fora... um dia bonito, um momento simples, uma possibilidade, enquanto você continuava trabalhando como se não pudesse escolher diferente, essa conversa é um convite pra questionar algo maior: a forma como a gente aprendeu a viver no Brasil, sobre uma lógica que faz a gente trocar a vida em potencial por produtividade, naturalizando o excesso, a pressa e a ausência de tempo como se isso fosse simplesmente “o normal”.Ah, antes de ir embora, aproveita para me dizer o que você achou, lá no @catharinerosas.E, se esse papo fez sentido pra você, curte, comenta e não esquece de se inscrever, essa é a forma mais legal de incentivar meu trabalho! :)Me acompanhe nas redes sociais:Instagram, TikTok e YouTube: @catharinerosas
Fui em um evento do spotify e gravei um pouco de como foi esse dia MEMORÁVEL! Ah, antes de ir embora, aproveita para me dizer o que você achou, lá no @catharinerosas. E, se esse vídeo fez sentido pra você, curte, comenta e não esquece de se inscrever, essa é a forma mais legal de incentivar meu trabalho! :)Me acompanhe nas redes sociais: Instagram, TikTok e YouTube: @catharinerosas
Se falar com inteligência artificial tem virado o seu jeito de lidar com emoções, essa conversa é um convite para olhar com mais atenção pra isso. Mas por mais que tudo isso pareça acolhedor, fácil e excessivamente disponível… isso não é terapia. E pode, inclusive, te prejudicar.Ah, antes de ir embora, aproveita para me dizer o que você achou, lá no @catharinerosas. E, se esse papo fez sentido pra você, curte, comenta e não esquece de se inscrever, essa é a forma mais legal de incentivar meu trabalho! :)Me acompanhe nas redes sociais: Instagram, TikTok e YouTube: @catharinerosas
Se você anda se perguntando qual é o seu lugar, qual é a sua direção, qual é o seu propósito ou se está atrasada na própria história, essa conversa é um convite para olhar para o que já está aí, silencioso, pedindo continuidade.Ah, antes de ir embora, aproveita para me dizer o que você achou, lá no @catharinerosas.E, se esse papo fez sentido pra você, curte, comenta e não esquece de se inscrever, essa é a forma mais legal de incentivar meu trabalho! :)Me acompanhe nas redes sociais:Instagram, TikTok e YouTube: @catharinerosas
A gente aprende a sobreviver a términos amorosos, mas ninguém ensina como atravessar o fim de uma amizade. Quando uma amiga se afasta, quando o vínculo muda, quando o silêncio cresce, a dor existe, mesmo que ninguém reconheça como luto. Ah, antes de ir embora, aproveita para me dizer o que você achou, lá no @catharinerosas. E, se esse papo fez sentido pra você, curte, comenta e não esquece de se inscrever, essa é a forma mais legal de incentivar meu trabalho! :)Me acompanhe nas redes sociais:Instagram, TikTok e YouTube: @catharinerosas
Se você sente que seus relacionamentos sempre dão errado, mesmo quando você ama e tenta fazer dar certo, esse episódio é pra você. Uma conversa sobre os três erros que sabotam relações silenciosamente: não comunicar o que você espera, viver na lógica do autossacrifício e transformar o amor em competição, quando ele deveria ser cooperação.Ah, antes de ir embora, aproveita para me dizer o que você achou, lá no @catharinerosas. E, se esse papo fez sentido pra você, curte, comenta e não esquece de se inscrever, essa é a forma mais legal de incentivar meu trabalho! :)Me acompanhe nas redes sociais:Instagram, TikTok e YouTube: @catharinerosas
Se você vive esperando o pior, criando cenários ruins e se preparando para tragédias que quase nuncaacontecem, esse episódio é pra você. Uma conversa sobre catastrofização, ansiedade e o custo emocional de viver sempre em alerta.Ah, antes de ir embora, aproveita para me dizer o que você achou, lá no @catharinerosas e por favor, se tiver gostado desse papo, me avalia aqui com cinco estrelinhas? é a forma mais legal de você incentivar meu trabalho! :) Me acompanhe nas redes sociais: Instagram: catharinerosas TikTok: catharinerosas Youtube: catharinerosasSpotify: Podcast Messy Girls Club
Detalhes de como fui pedida em casamento e tudo o que atravessou esse momento. Mas também falo sobre o fim dos atendimentos, o cansaço acumulado, e como é ser psicóloga justamente nessa época do ano. O Natal pode ser vivido com muita alegria e também com tristeza, ambivalência, solidão ou excesso de expectativa. Nem todo mundo está celebrando. Nem todo mundo está bem. E tudo isso é legítimo. Uma conversa sobre fechar ciclos sem romantizar, sobre compromisso, sobre sustentar emoções opostas ao mesmo tempo e sobre terminar o ano sendo um pouco mais gentil consigo mesma.ah, antes de ir embora, aproveita para me dizer o que você achou, lá no @catharinerosas e por favor, se tiver gostado desse papo, me avalia aqui com cinco estrelinhas? é a forma mais legal de você incentivar meu trabalho! :) Quer ter suas histórias contadas? Envie a sua história bem detalhada para catharinerosas7@gmail.com.um beijo e até o proximo ep.
Um episódio completamente sem roteiro, sem texto pronto e, sobretudo, sem regra. Um episódio com a cara e o caos de dezembro. Eu quero atualizar vocês sobre o que foi o podcast esse ano: os altos, os baixos, os surtos, as conquistas e tudo que eu realmente pensei enquanto criava cada episódio. E, claro, contar também as ideias, o conceito de criatividade e o processo de criação, o diagnóstico da minha endoscopia, e-mails lindos, mudanças e planos pro ano que vem. É quase um desabafo, quase um recap, quase uma conversa que aquela amiga super cansada, mas feliz e empolgada por tudo que vem aí, convocou de última hora. Sabe?ah, antes de ir embora, aproveita para me dizer o que você achou, lá no @catharinerosas e por favor, se tiver gostado desse papo, me avalia aqui com cinco estrelinhas? é a forma mais legal de você incentivar meu trabalho! :) Quer ter suas histórias contadas? Envie a sua história bem detalhada para catharinerosas7@gmail.com.um beijo e até o proximo ep.
Ser mulher é a coisa mais perigosa do mundo. Uma conversa sobre o medo que a gente aprende a sentir cedo demais, sobre as memórias que nunca curam totalmente, sobre toda raiva que denuncia a impotêcia e sobre as violências que seguem marcando a experiência de-ser-mulher-no-mundo. Falo também do cuidado possível, do acolhimento e de como proteger o corpo e a mente quando tudo pesa demais.
Para o homem invejoso, reconhecer a mulher como um sujeito pleno (com desejos, independência, sonhos...), representa uma ameaça ao próprio senso de poder e seguraça. Ele não espera suas vitórias, ele torce para que você erre, tropece, desista. Ele se incomoda com a sua esperança, com a sua ambição, com as suas conquistas. Ele quer a conveniência do amor, mas não quer você inteira. Ele vai competir, trair, sabotar, humilhar, pra tentar compensar a sensação de inferioridade que ele carrega consigo.
há um alívio silencioso em perceber que o mundo não gira ao nosso redor. nem tudo é sobre você. as pessoas esquecem, a vida segue, ninguém tá reparando tanto e talvez você nem seja tão importante assim!!! existe muita paz em sair do palco, em não precisar sustentar uma performance de relevância o tempo todo. a insignificância não é um castigo, mas um retorno ao que é real. recolher-se à própria insignificância é um exercício de humildade e descanso.ah, antes de ir embora, aproveita para me dizer o que você achou desse episódio, lá no @catharinerosas!!! e por favor, se tiver gostado desse papo, me avalia aqui com cinco estrelinhas? é a forma mais fácil e legal de incentivar meu trabalho! um beijo e até o proximo ep :)
Um mergulho nas expectativas silenciosas que moldam o amor feminino e as mulheres fáceis de amar: doces, pacientes, compreensivas, disponíveis, sem nunca pedir demais. Que saibamos acolher as ausências, entender os silêncios e traduzir o que o outro não consegue dizer. Mas o preço disso é alto demais. Uma conversa sobre o quanto essa narrativa faz com que agente confunda amor com domínio, ‘facilidade’ com autoabandono e conveniência. E sobre o que muda quando a mulher deixa de tentar ser adorável e começa a se permitir ser inteira.antes de ir embora, aproveita para me dizer o que você achou desse episódio, lá no @catharinerosas!!! e por favor, se tiver gostado desse papo, me avalia aqui com cinco estrelinhas? é a forma mais fácil e legal de incentivar meu trabalho! um beijo e até o proximo ep :)
na vida adulta, ninguém mais vai te impedir de se destruir. e ninguém mais vai te obrigar a se cuidar. de repente, você pode tudo: gastar, comer, amar, se perder, fugir. vivemos numa sociedade que confunde hedonismo com autocuidado. quando, na verdade, liberdade e autocuidado, em muitos momentos, é se proteger de si mesma. de "eu mereço" em "eu mereço", a gente vai se perdendo de quem a gente deveria ser. viver sem limites não é o mesmo que ser livre.
Vivemos um momento cultural em que até o nosso sofrimento precisa ser apresentável e apresentado. As nossas grandes dores precisam ser rapidamente "tratadas", resolvidas... Você precisa tirar uma grande lição/aprendizado e mostrar isso pro mundo. Será que a gente não pode >simplesmente< ficar mal e não fazer nada (de imediato) sobre? Nesse episódio, eu falo sobre o peso silencioso de ter que funcionar, performar e se recompor rápido demais. Sobre o medo de ser vista em processo e o quanto isso tem nos afastado da leveza de simplesmente existir. ah, antes de ir embora, aproveita para me dizer o que você achou desse episódio, lá no @catharinerosas!!! e por favor, se tiver gostado desse papo, me avalia aqui com cinco estrelinhas? é a forma mais fácil e legal de incentivar meu trabalho! um beijo e até o proximo ep :)
entre expectativas frustradas, comparações injustas que nos sufocam e os cronogramas que a sociedade insiste em nos impor, vamos conversar sobre como transformar a frustração sobre os planos que não rolaram, em espaço para histórias novas: mais autênticas, mais livres e, quem sabe, até mais bonitas do que as que estavam no nosso script.ah, antes de ir embora, aproveita para me dizer o que você achou desse episódio, lá no @catharinerosas!!! e por favor, se tiver gostado desse papo, me avalia aqui com cinco estrelinhas? é a forma mais fácil e legal de incentivar meu trabalho! um beijo e até o proximo ep :)
limites e autocuidado são essenciais, mas quando o “não” vira regra absoluta, a gente corre o risco de confundir proteção com rigidez. nesse episódio, eu falo sobre a diferença entre colocar limites saudáveis e se esconder atrás deles, sobre o perigo de transformar o autocuidado em evitação e o quanto isso nos deixa menos resilientes para os desafios da vida. afinal, se a gente não treina a tolerância ao desconforto em pequenas doses, acabamos ficando frágeis para quando a vida realmente exigir. autocuidado não é se blindar do mundo, é aprender a caber nele com os outros.Ah, antes de ir embora, aproveita para me dizer o que você achou desse episódio, lá no @catharinerosas!!! E por favor, se tiver gostado desse papo, me avalia aqui com cinco estrelinhas? É a forma mais fácil e legal de incentivar meu trabalho! Um beijo e até o próximo ep :)
um papo direto do consultório pra vida real: como o sono pode ser o maior ato de autocuidado que você anda negligenciando. uma discussão sobre a importância de fazer o básico bem feito, explicando como noites mal dormidas impactam sua saúde mental, suas emoções, seus hábitos e até suas escolhas. também compartilho dicas práticas de higiene do sono, numa parceria linda com a Emma Colchões, pra te ajudar a dormir como você merece: com conforto, ciência e desconto!!!!! MESSYGIRLSCLUB10 para 10% de desconto em todo o site da EMMA, durante todo o mês de agosto, utilizando o link: https://store.colchoesemma.com.br/?utm_source=instagram&utm_medium=influencer&utm_campaign=catharinerosas&utm_code=MESSYGIRLSCLUB10
o homem mal-humorado não é só chato, ele adoece sua espontaneidade, sua leveza e sua saúde emocional. aos poucos, ele vai drenando o riso, cortando a dança, silenciando as cores. esse episódio é um convite pra você perceber os sinais, respeitar o que o seu corpo já sente e fugir daquilo que te faz se distanciar de quem você é, mesmo que sutilmente. o mau humor crônico acaba se tornando uma forma de controle emocional: é uma micro violência relacional! ele não grita, não xinga, ele não te bate — mas desanima, te deprime e te sabota.ah, antes de ir embora, aproveita para me dizer o que você achou desse episódio, lá no @catharinerosas!!! e por favor, se tiver gostado desse papo, me avalia aqui com cinco estrelinhas? é a forma mais fácil e legal de incentivar meu trabalho! um beijo e até o proximo ep :)
eu sou um cemitério das primeiras vezes.tudo começou com um churros perfeito que eu comi. foi tão bom que eu comprei outro em seguida. só que o segundo já não era igual. essa é a vida: o segundo churros nunca vai ser o primeiro. e isso precisa ser suficiente pra que a gente esteja entregue ao agora — aproveitando a vida que temos, do jeitinho que ela é hoje. porque é a primeira e a última vez que a gente vive ela assim. o primeiro churros não volta, mas o gosto dele mora na gente pra sempre. e isso é tudoah, antes de ir embora, aproveita para me dizer o que você achou desse episódio, lá no @catharinerosas!!! e por favor, se tiver gostado desse papo, me avalia aqui com cinco estrelinhas? é a forma mais fácil e legal de incentivar meu trabalho! um beijo e até o proximo ep :)





