Discover
SommCast TV
SommCast TV
Author: SommCast T V
Subscribed: 2Played: 13Subscribe
Share
© SommCast T V
Description
O SommCast TV é um espaço para quem gosta de sentar à mesa, servir uma taça, puxar uma boa conversa e deixar a história acontecer.
Aqui, bebidas, gastronomia, viagens, cultura e experiências se encontram de forma leve, curiosa e humana. Cada episódio nasce do prazer de descobrir, provar, ouvir e compartilhar — sem pressa, sem regras rígidas, sem fórmulas prontas.
O SommCast TV transforma encontros em histórias e histórias em experiências. É sobre o ritual do copo, o sabor da comida, o caminho da viagem, o contexto por trás de cada escolha e as pessoas que dão sentido a tudo isso.
Se você ac
Aqui, bebidas, gastronomia, viagens, cultura e experiências se encontram de forma leve, curiosa e humana. Cada episódio nasce do prazer de descobrir, provar, ouvir e compartilhar — sem pressa, sem regras rígidas, sem fórmulas prontas.
O SommCast TV transforma encontros em histórias e histórias em experiências. É sobre o ritual do copo, o sabor da comida, o caminho da viagem, o contexto por trás de cada escolha e as pessoas que dão sentido a tudo isso.
Se você ac
248 Episodes
Reverse
O Michelin resolveu mexer em uma hierarquia de Bordeaux que atravessa séculos. Na primeira classificação do guia para os châteaux da região, Château Margaux ficou fora da nota máxima, enquanto nomes historicamente classificados abaixo dele, como Léoville-Las-Cases e Montrose, chegaram ao topo. E Margaux não está sozinho: Mouton Rothschild e Haut-Brion também receberam duas “uvas”.No Boletim Tanin #27, Ana Leal também conta por que Michael Burry, o investidor que ficou famoso ao prever a crise de 2008 e inspirou A Grande Aposta, está comprando vinhos de coleção; mostra um vinho brasileiro criado para ser servido com pedras do próprio vinhedo; e mergulha nos números de quem realmente puxou o crescimento dos importados no Brasil na última década.Neste episódio:🍷 Michelin mexe com Bordeaux: Château Margaux fica fora do topo da nova classificação, enquanto dois Deuxièmes Crus recebem a nota máxima.💰 Vinho como investimento? Michael Burry diz estar comprando Petrus, Romanée-Conti, Mouton Rothschild, Sassicaia, Ornellaia e outros grandes rótulos como parte de uma estratégia de proteção patrimonial.🪨 Vinho com pedra dentro da taça: o Liberum Assyrtiko, da Manus, vem acompanhado de granito e quartzo do próprio vinhedo. Mas o que a ciência diz sobre a ideia de “mineralidade” vinda diretamente das rochas?🇧🇷 Os cinco vinhos brasileiros que mais chamaram a atenção de Ana no Wine Locals Festival, com rótulos do Rio Grande do Sul, São Paulo, Minas Gerais e Santa Catarina.📈 Quem puxou o crescimento do vinho importado? Mais de 2 mil importadores atuaram na última década, mas apenas Grupo Wine, Concha y Toro e Víssimo responderam por 37% do crescimento. No período, o volume importado saltou de cerca de 108 milhões para quase 220 milhões de garrafas.🚁 Um drone entra na vindima alemã — não para colher uvas, mas para carregar até 40 quilos por voo nas encostas íngremes do Saar.🌍 E Jancis Robinson olha para seus 50 anos escrevendo sobre vinho e aponta algumas das maiores transformações do setor: mudanças climáticas, venda direta, novos terroirs, menor protagonismo da madeira e uma preocupação para o futuro — em um mundo com escassez de água, o vinho pode passar a ser visto como um luxo desnecessário.Mais do que notícias, o Boletim Tanin é leitura de mercado — para quem quer entender o vinho além da taça.
O que acontece quando uma casta conhecida por ser difícil e rústica encontra produtores dispostos a questionar essa história? No novo Épice Talks, recebemos Eduarda Dias, pernambucana e responsável pela gestão, área comercial e administrativa da Vadio Wines, projeto familiar construído ao lado do enólogo Luís Patrão na Bairrada, em Portugal. Eduarda cresceu cercada pelo universo do vinho e das marcas em Pernambuco e levou essa bagagem para um projeto que hoje representa uma leitura muito própria da região.A conversa percorre a história da Vadio desde 2005, quando tudo começou numa garagem, com uma vinha familiar de meio hectare, até chegar aos atuais 10 hectares de produção totalmente controlada pela família. No centro dessa trajetória está a Baga. Eduarda explica por que considera injusta a descrição da casta apenas como tânica, ácida e rústica e mostra como, quando bem trabalhada na vinha, ela pode revelar delicadeza, fruta vermelha, mineralidade e enorme capacidade de envelhecimento. Falamos também do Perpetuum, espumante criado a partir de uma reserva iniciada em 2007 e que evoluiu para um sistema de solera; do programa de library release; da viticultura regenerativa; das mudanças climáticas e da busca por consistência mesmo em anos difíceis.O episódio também entra no lado empresarial da história. Eduarda conta como, no início, era mais fácil vender Baga fora de Portugal do que dentro do próprio país, como Brasil, Inglaterra e Austrália ajudaram na construção da Vadio e por que a marca decidiu parar nos 10 hectares, sem perseguir volume a qualquer custo. A conversa passa ainda pelo Baga Friends, pelo Dia Internacional da Baga, pelo fortalecimento coletivo da Bairrada e pela nova geração de pequenos produtores da região. É um episódio sobre vinho, mas também sobre origem, família, paciência, posicionamento e a coragem de preservar aquilo que torna um lugar único. Destaques🍇 Baga além da famaDurante muito tempo, a Baga foi associada a vinhos duros, tânicos e rústicos. Eduarda explica que parte dessa reputação nasceu de uma viticultura voltada para produtividade e de uvas que nem sempre chegavam à maturação ideal. Na Vadio, o trabalho começa na vinha para revelar uma Baga mais delicada, fresca, mineral e fiel à Bairrada.🏡 De uma garagem a 10 hectaresA Vadio nasceu com uma pequena vinha da família de Luís Patrão e poucas barricas. Foram quase 20 anos para reunir os 10 hectares atuais, numa região marcada por minifúndios e parcelas fragmentadas. Hoje, 100% das uvas são próprias e a decisão é manter a escala pequena para preservar controle e identidade.🥂 Perpetuum e o tempo como ingredienteO Perpetuum começou em 2007, quando Luís buscava mais complexidade para os espumantes da região. O projeto evoluiu para uma reserva perpétua que funciona como uma solera, combinando vinhos de diferentes anos e criando continuidade entre as safras.⏳ Vinhos feitos para envelhecerDesde o início, a Vadio guarda cerca de 10% da produção para o programa de library release. Os vinhos retornam ao mercado depois de pelo menos dez anos, mostrando na prática como a Baga se transforma com o tempo. No Grande Vadio, essa espera pode chegar a 20 anos.🌱 Sustentabilidade com propósitoA Vadio trabalha com viticultura regenerativa e incorpora práticas biodinâmicas, mas Eduarda reforça que sustentabilidade não pode ser apenas um rótulo. O objetivo é ter vinhas mais equilibradas, resistentes e capazes de entregar qualidade com consistência.🤝 Baga Friends e força coletivaA Vadio integra o Baga Friends, grupo de oito produtores que trabalha pela valorização da Baga e da Bairrada. Para Eduarda, fortalecer outros produtores da região aumenta a presença e a relevância da Bairrada no mundo.🎉 Dia Internacional da BagaNo primeiro sábado de maio, as adegas do grupo abrem as portas para uma celebração que mistura vinho, gastronomia e comunidade. O evento reúne centenas de pessoas e parte do valor arrecadado retorna para instituições locais.
O que existe por trás de um grande vinho: técnica, terroir ou décadas de decisões? Neste episódio do SommCast, recebemos Sebastián Labbé, enólogo responsável pelos vinhos Ultra Premium da Santa Rita, para uma conversa que começa no Cabernet Sauvignon que bebia com o pai no Vale do Maipo e chega ao Casa Real, vinho ícone da vinícola. No caminho, uma trajetória construída entre Chile, Nova Zelândia e Austrália, sempre conectando o trabalho no vinhedo ao que finalmente chega à taça.Sebastián conta como chegou à Santa Rita depois de 12 anos na Viña Carmen e mergulha na história e na evolução do Casa Real: um Cabernet Sauvignon criado a partir de setores específicos do Alto Jahuel, no Maipo, com parcelas tratadas como diferentes componentes de um mesmo grande vinho. A conversa passa ainda pela redescoberta da Carménère no Chile, pelo potencial de Apalta e Peumo e por uma mudança importante de filosofia: menos obsessão por potência e extração, mais precisão, equilíbrio e capacidade de produzir vinhos que possam ser bebidos jovens sem abrir mão de décadas de guarda.E talvez esteja aí uma das maiores provocações do episódio: quanto mais tecnologia chega à adega, mais decisivo se torna o trabalho no campo. Mudanças climáticas, disponibilidade de água, cobertura vegetal, biodiversidade e solos vivos passam a determinar o futuro dos grandes vinhos. Para Sebastián, vinho é um projeto que precisa olhar não para os próximos cinco anos, mas para os próximos cem. Um episódio para entender por que os grandes rótulos não nascem de uma receita pronta — nascem de observação, tentativa, erro, tempo e da capacidade de continuar aprendendo.Destaques🍷 Casa Real e o sonho de colocar o Chile entre os grandesA safra 2023 é o ponto de partida para entender um projeto que nasceu da ambição de produzir um Cabernet Sauvignon capaz de representar o Alto Jahuel e ocupar espaço entre os grandes vinhos do mundo. A distribuição pela Place de Bordeaux faz parte dessa construção internacional.🌎 Nova Zelândia, Austrália e uma formação feita no campoAntes de retornar ao Chile, Sebastián estudou viticultura e enologia na Nova Zelândia e trabalhou também na Austrália. Uma formação “hands on” que consolidou sua visão de que enólogo e viticultor não deveriam trabalhar como mundos separados.🍇 Carménère: a uva que exige o lugar certoA conversa revisita a redescoberta da variedade no Chile e explica por que a Carménère pode ser extraordinária, mas também extremamente exigente. Solo, clima e ponto de maturação fazem toda a diferença — e Apalta e Peumo aparecem entre os terroirs de maior destaque.🎯 Menos extração, mais precisãoTemperaturas de fermentação mais baixas, extrações delicadas, equilíbrio na maturação e uso mais preciso da madeira ajudam a explicar a transformação do estilo dos grandes Cabernets chilenos: estrutura continua presente, mas acompanhada de frescor, elegância e maior prazer já nos primeiros anos.🌱 O futuro está no vinhedoCobertura vegetal, biodiversidade, retenção de água e uma agricultura com caráter mais regenerativo entram no centro da discussão. A Santa Rita já acumula anos sem uso de herbicidas em sua propriedade, enquanto busca preparar seus vinhedos para um clima cada vez mais imprevisível.🏛️ Vinho também é cultura e experiênciaPara Sebastián, o vinho transcende o líquido: fala de território, gastronomia, pessoas e identidade. Essa visão também aparece no enoturismo, tratado como uma ferramenta poderosa para aproximar consumidores das vinícolas e da filosofia que existe por trás de cada garrafa.
O que acontece quando alguém que já foi vegetariana decide mergulhar na pecuária e criar uma marca de carnes premium? Empresária e criadora da BeefPassion, Amália Sechis chega ao A Origem do Sabor para questionar conceitos que muita gente aprendeu como verdade sobre carne bovina. A partir da própria mudança de visão sobre o setor, ela fala sobre bem-estar animal, sustentabilidade, genética, manejo e, principalmente, sobre a importância de conhecer a origem daquilo que colocamos no prato.A conversa passa pelo trabalho desenvolvido nas fazendas que abastecem a BeefPassion, pelo cruzamento de Angus, Wagyu e Nelore e pela certificação Rainforest Alliance, que, segundo Amália, trouxe uma visão de sustentabilidade que inclui meio ambiente, processos e pessoas. Ela explica por que nutrição e bem-estar animal interferem na qualidade final da carne e provoca uma das crenças mais fortes do churrasco brasileiro: para ela, não existe simplesmente carne de primeira e de segunda, mas animais e sistemas de produção capazes de transformar cortes antes desprezados em experiências completamente diferentes. Patinho, Denver, capa de filé e até o tradicional colchão duro entram nessa desconstrução.Mas o episódio vai além do corte perfeito. Amália fala sobre aproveitamento integral do animal, novos produtos, margem versus volume, o papel das mulheres em um mercado historicamente masculino e como acredita que o consumidor vai se relacionar com a carne no futuro: buscando mais informação, procedência e consciência sobre aquilo que escolhe consumir. É uma conversa sobre comida, mas também sobre campo, negócio, cultura e transformação. Um convite para olhar além da embalagem e entender toda a cadeia que existe antes de o alimento chegar à mesa.Destaques 🌱 Da vegetariana à criação da BeefPassionAmália conta como a busca por mais informação sobre a pecuária mudou completamente sua relação com a carne e se tornou parte da construção da marca.🐂 Bem-estar animal também chega ao pratoNutrição, manejo, redução de estresse e acompanhamento do animal desde a criação aparecem como pilares fundamentais para a qualidade que ela busca entregar.🌎 Sustentabilidade além do discursoNa visão apresentada por Amália, sustentabilidade precisa envolver solo, meio ambiente, pessoas, processos e aproveitamento mais eficiente de todo o animal — não apenas alguns cortes valorizados.🔪 O fim da “carne de primeira e de segunda”?Um dos grandes pontos do episódio é a desconstrução da hierarquia tradicional dos cortes. Melhoramento genético, nutrição e manejo estão mudando o que pode ser feito com partes do boi antes destinadas apenas à panela.🔥 E a picanha?Amália provoca: tradição não significa necessariamente superioridade. Para ela, cortes como Denver, flat iron e patinho merecem muito mais atenção do consumidor brasileiro.👩🌾 Uma mulher em um mercado tradicionalmente masculinoEla relembra resistências que encontrou no setor e conta como transformou essas situações em posicionamento, conhecimento e uma nova forma de apresentar a carne ao consumidor.🍽️ Do campo à mesa, de verdadeNo fim, o episódio reforça uma ideia central do A Origem do Sabor: conhecer a origem muda a maneira como a gente escolhe, prepara, valoriza e consome um alimento.
Pela primeira vez, um Champagne poderá chegar a 15% de álcool. A mudança excepcional vale para a safra de 2026 e acontece depois de um verão tão quente que a colheita começou em 6 de agosto, a mais precoce já registrada. Ao mesmo tempo, Champagne enfrenta uma queda estimada de 48% na produção. O que hoje é exceção pode ser um sinal de como as mudanças climáticas estão redesenhando algumas das regiões mais tradicionais do vinho.No Boletim Tanin #26, Ana Leal também apresenta os números do primeiro Anuário do Vinho publicado pelo governo brasileiro, coloca Pinto Bandeira frente a frente com Champagne, conta a história de um Porto com dono brasileiro que entrou para a história e ainda mostra que o conceito de “vinho” pode ser bem diferente dependendo de onde você está.Neste episódio:🥂 Champagne a 15%? Por que os próprios produtores pediram autorização para aumentar excepcionalmente o limite de álcool da denominação.🇧🇷 O novo raio-X do vinho brasileiro: o país tem 965 vinícolas, espalhadas por 327 municípios, com 16.258 vinhos registrados. E um número chama atenção: o Brasil importa 22 vezes mais vinho do que exporta.🇺🇾 Um enólogo surfista do Uruguai surpreende em uma degustação com 11 rótulos. O Estival, de Pablo Fallabrino, combina Gewürztraminer, Chardonnay e Moscato e conquistou os profissionais presentes.🥂 Pinto Bandeira x Champagne: o Bubble Bar do Wine Locals Festival colocou espumantes da Família Geisse frente a frente com champagnes de pequenos produtores. Uma comparação que Ana gostaria de ter feito às cegas.🇵🇹 Um vinho do Porto de uma casa com proprietário brasileiro conquista 98 pontos no International Wine Challenge. O Menin Porto Tawny 80 anos custa cerca de R$ 20 mil no Brasil e teve apenas 20 garrafas destinadas ao país.🥔 Você tomaria “vinho” de batata? No Peru, um fermentado feito de oca ganhou espaço na alta gastronomia. No Brasil, porém, a legislação reserva a palavra vinho exclusivamente para bebidas produzidas pela fermentação da uva.👩🔬 E a história de Eileen Crane, que ouviu de um professor que mulheres não aguentavam o trabalho pesado de uma adega — e depois ajudou a construir duas das principais casas de espumantes dos Estados Unidos.Mais do que notícias, o Boletim Tanin é leitura de mercado — para quem quer entender o vinho além da taça.----------------------------------------------------📩 Assine a newsletter e receba o Boletim toda semanahttps://boletim-tanin.beehiiv.com/----------------------------------------------------🔔 Inscreva-se no canal, seja membro e ganhe benefícios!https://www.youtube.com/channel/UChEcUnfTJbCCOCOVdmz6qyQ/join


![[Boletim Tanin] Michelin Muda Bordeaux, Vinho Vira Investimento e 3 Gigantes Dominam Importados #EP27 [Boletim Tanin] Michelin Muda Bordeaux, Vinho Vira Investimento e 3 Gigantes Dominam Importados #EP27](https://s3.castbox.fm/39/ba/b2/bf8998a2ce08828b58700a4f0aa5600663_scaled_v1_400.jpg)
![[Épice Talks] Eduarda Dias: Vadio, Baga e a nova identidade da Bairrada #EP04 [Épice Talks] Eduarda Dias: Vadio, Baga e a nova identidade da Bairrada #EP04](https://s3.castbox.fm/d8/90/62/e6ae1cef6785c7d47cf1d8b8351d942a1c_scaled_v1_400.jpg)
![[SommCast] Sebastián Labbé - Enólogo dos Vinhos Ultra Premium da Vinícola Santa Rita #EP181 [SommCast] Sebastián Labbé - Enólogo dos Vinhos Ultra Premium da Vinícola Santa Rita #EP181](https://s3.castbox.fm/28/ef/0c/81f917ded1f274b83de81ad17800e3cef9_scaled_v1_400.jpg)
![[A Origem do Sabor] Amália Sechis - Proprietária da BeefPassion: sustentabilidade, bem-estar e futuro da pecuária #EP20 [A Origem do Sabor] Amália Sechis - Proprietária da BeefPassion: sustentabilidade, bem-estar e futuro da pecuária #EP20](https://s3.castbox.fm/a8/51/1c/dbf596d8c8fb549e576c54ebe41b0f3036_scaled_v1_400.jpg)
![[Boletim Tanin] Champagne Muda com o Calor, Brasil Revela 965 Vinícolas e Porto Bate Recorde #EP26 [Boletim Tanin] Champagne Muda com o Calor, Brasil Revela 965 Vinícolas e Porto Bate Recorde #EP26](https://s3.castbox.fm/b6/0b/0c/4aad31e49c3ba19f4687c646a88d15177b_scaled_v1_400.jpg)

