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Author: Cinematografia Podcast

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Reflexões sobre a escrita do cinema. Com Flavia Arielo, Fernando Geloneze e Jason Baroni.
37 Episodes
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Há amores que o cinema tenta domesticar, e há obras como O Morro dos Ventos Uivantes, de Emily Brontë, que continuam lembrando que desejo, classe e violência histórica nunca couberam direito numa história de amor “bonita”.Nesta sessão extra do Cinematografia Podcast, Flávia Arielo e Jason Baroni comparam as muitas adaptações de Wuthering Heights a partir de um ponto decisivo: o que acontece quando o cinema suaviza a brutalidade romântica, apaga a questão racial de Heathcliff ou troca tempestade moral por verniz estético? Nessa discussão você encontra o romantismo gótico, a herança da literatura do século XIX e o contraste entre as versões de Andrea Arnold e Emerald Fennell, ou seja, uma grande conversa sobre linguagem, história e leitura.🎥 Neste episódio, a conversa passa por:•⁠ ⁠O romantismo sombrio como chave para entender amor, tragédia e excesso.•⁠ ⁠Heathcliff negro como centro moral, social e histórico da narrativa.•⁠ ⁠A natureza em cena como vento, ruído e matéria de sentimento.•⁠ ⁠Andrea Arnold e a câmera opressiva como tradução sensorial do livro.•⁠ ⁠Emerald Fennell e o risco de reduzir a obra a impulso e superfície.•⁠ ⁠As adaptações de Wuthering Heights como espelho das épocas que as filmam.💬 E para você: O Morro dos Ventos Uivantes funciona melhor como história de amor, tragédia social ou estudo de obsessão? Conta nos comentários.#CinematografiaPodcast #PodcastDeCinema #AnaliseDeCinema #OMorroDosVentosUivantes #WutheringHeights #EmilyBronte #AndreaArnold #EmeraldFennell #RomantismoGotico #AdaptacaoLiteraria #Cinema #HistoriaDoCinema
Curtindo a Vida Adoidado (1986) completa 40 anos, e o Cinematografia Podcast (EP. 30) discute por que Ferris Bueller ainda funciona, e hoje, talvez mais forte do que nunca, apresenta uma filosofia própria: a de que a vida passa rápido demais para ser vivida no automático.O diretor John Hughes filma a adolescência como quem filma um manifesto leve — e, ao mesmo tempo, uma carta de amor a Chicago. No caminho, o trio encara o filme além da nostalgia de Sessão da Tarde: o que era liberdade num mundo analógico… e o que seria “matar aula” no mundo contemporâneo, capturado por notificações, métricas e performance?🎥 Neste episódio, a conversa investiga:- A proposta do filme como um Carpe Diem sem romantização.- Anos 80, cultura pop e retromania: por que a gente volta tanto para esse imaginário?- O analógico em cena (telefonemas, fitas, ausência de celular) e como isso muda a própria narrativa.- Ferris como personagem… ou como “força” que transforma todo mundo ao redor.- Cameron, medo, família e maturidade: onde o filme realmente “cresce”.- A escola como vilã — e o argumento incômodo: hoje o vilão talvez seja o algoritmo.- A cinematografia tão peculiar do filme: a quebra da quarta e o nascimento das cenas pós-créditos. 💬 E você: Curtindo a Vida Adoidado é comédia adolescente, fábula existencial ou nostalgia com substância? Conta nos comentários.#CinematografiaPodcast #CurtindoAVidaAdoidado #FerrisBueller #JohnHughes #Anos80 #SessaoDaTarde #Comedia #Cinema #CarpeDiem #Chicago
No episódio 29, o Cinematografia volta aos clássicos e apresenta uma obra-prima do diretor japonês Akira Kurosawa: “Os Sete Samurais”, de 1954. Nosso trio Flávia Arielo, Fernando Geloneze e Jason Baroni revisita esse filme que reescreveu a gramática do épico o transformou o cinema de ação ao inventar a ideia de “time de salvação”.A análise parte de uma pergunta incômoda: o que sustenta um samurai quando a moral não garante recompensa, e a vitória cobra o seu próprio preço?🎥 Discussões neste episódio:Cinema japonês e contexto histórico: castas, dever, mito fundador e a moral como motor narrativo.Os Sete Samurais como matriz do “grupo reunido contra o impossível”, e como isso ajudou a criar uma fórmula hollywoodiana. Conflito de classe: samurais, camponeses e o abismo social que o filme não romantiza.Linguagem cinematográfica de Kurosawa: enquadramentos “pintados” nos primeiros atos e câmera em movimento na batalha.Personagens e fisicalidade: Toshiro Mifune é um terremoto humano que rouba a cena, enquanto Takashi Shimura representa a liderança como disciplina.Influências e reverberações: de releituras no faroeste (e o caso Sergio Leone) às pontes com o cinema pop.#CinematografiaPodcast #AkiraKurosawa #SeteSamurais #CinemaJapones #HistoriaDoCinema
O filme Hamnet chega como um espelho: não do gênio Shakespeare, mas das consequências do luto no ser humano. Chloé Zhao filma a perda sem pressa — e sem “carregar na tinta” — até a beleza virar catarse.A pergunta que atravessa o episódio é simples (e perigosa): você chora diante da beleza?No episodio 28 do Cinematografia Podcast, Flávia Arielo, Fernando Geloneze e Jason Baroni analisam Hamnet, a história centrada em Agnes (Anne Hathaway), na casa, na natureza e no silêncio que sobra quando uma criança morre. Aqui Shakespeare está presente, mas o coração do filme é outro: amor, família e a tentativa humana de seguir vivendo após a morte.Hamnet é a sensação de que a dor é antiga, mas continua falando conosco, indício de como um clássico atravessa os séculos.🎥 Neste episódio: * Por que Hamnet “não é sobre Shakespeare”.* A importância da emoção coletiva dentro da sala de cinema.* A diferença entre manipulação barata e um “contrato” legítimo com o espectador.* Direção de fotografia e luz natural: distância, profundidade e intimidade no enquadramento* Direção de arte contida e figurino quase imóvel: um tempo mais mitológico do que histórico.* A química do elenco e a sensação de “família real” em cena.#CinematografiaPodcast #Hamnet #ChloeZhao #Shakespeare #Cinema #Luto #DirecaoDeFotografia #DirecaoDeArte #TrilhaSonora #AnaliseDeCinema
A obra-prima de Lars von Trier, Melancolia (2011) parece propor a transformação do apocalipse em estado de espírito.Neste Sessão Extra do Cinematografia Podcast, Flávia Arielo e Jason Baroni encaram Lars von Trier pelo filme que cristaliza niilismo, ceticismo e consciência melancólica.Um planeta azul se aproxima — e a mise-en-scène responde com cor, tempo e silêncio.A conversa tem início pela análise do prólogo (quase uma pintura em câmera super lenta) e avança pelo filme em capítulos — Justine e Claire — para perguntar o que realmente está em jogo quando já sabemos o final: não “o que acontece”, mas como a imagem nos prepara para o inevitável. O episódio também situa von Trier no seu percurso: Dogma 95, trilogias e o peso biográfico que atravessa a obra.🎥 Em nossa discussão falamos sobre:Por que Melancolia “concretizou” uma visão de mundo ligada ao niilismo e ao ceticismo (e por que isso mexe tanto).O lugar do filme na chamada “trilogia da Depressão” (Anticristo, Melancolia, Ninfomaníaca I e II).A melancolia como temperamento antigo (os humores, a “bílis negra”) e o filme como terra, fim e matéria.O prólogo como declaração estética: você começa pelo final — e o resto vira experiência de duração, corpo e olhar.#CinematografiaPodcast #Melancolia #LarsVonTrier #Cinema
Entre o silêncio e o disparo, Clint Eastwood transformou o olhar em linguagem — e fez do cinema um jeito de pensar o lugar que habita - os EUA, mas principalmente, o homem submetido à contingência. No Episódio 27 do Cinematografia Podcast, Flávia , Fernando e Jason atravessam a carreira de um cineasta que parece filmar sempre “com o mínimo de recurso e com o máximo de sentido”.Da gênese do astro em Rawhide ao chamado europeu de Sergio Leone, a conversa segue uma cronologia afetiva e crítica: o forasteiro que não falava italiano, o Estranho sem Nome da Trilogia dos Dólares, o anti-herói que fala pouco e age muito — e o diretor que prefere o set tranquilo ao espetáculo do ego.Ao longo do episódio, o trio também destaca temas recorrentes do Eastwood — como a contingência/acaso, a moralidade sob pressão e a forma como ele discute “o que é ser americano” em diferentes períodos históricos. 🎥 Neste episódio você verá:Sergio Leone + Clint Eastwood: o superclose, o silêncio e o duelo como coreografia de tensão.Trilogia dos Dólares (Por um Punhado de Dólares, Por Uns Dólares a Mais, Três Homens em Conflito) e o conceito do “homem sem nome”.O método Malpaso: fazer o melhor com pouco, filmar rápido, e dirigir sem gritar “ação”.Dirty Harry e a linha tênue entre justiça, sistema, moralidade e leitura política.A fase da tragédia e do amadurecimento: Mystic River (Sobre Meninos e Lobos), Menina de Ouro e Gran Torino.O Eastwood do amor e do tempo perdido: As Pontes de Madison como ferida delicada (daquelas que a gente tenta respirar depois).Comenta aí: qual é o seu Clint Eastwood definitivo — o forasteiro do faroeste, o policial de “Dirty Harry”, ou o diretor da tragédia madura?(Se curtir, se inscreve — bem discretamente, como o próprio Clint dirigindo.)#ClintEastwood #CinematografiaPodcast #Cinema #HistoriaDoCinema #Direcao #Fotografia #Montagem #Faroeste #SpaghettiWestern #SergioLeone #TrilogiaDosDolares #DirtyHarry #EnnioMorricone #MeninaDeOuro #MysticRiver #GranTorino #PontesDeMadison #Malpaso #AntiHeroi
Os irmãos Lumière não “inventaram” só um aparelho — eles abriram uma sala inteira dentro da nossa memória. E talvez cinema seja isso até hoje: tirar a cabeça da caixa e devolver o mundo como experiência coletiva.Neste episodios 26 do Cinematografia Podcast, Flávia Arielo, Fernando Geloneze e Jason Baroni comemoram os 130 anos do cinema (com a data-símbolo da primeira sessão pública em 28 de dezembro de 1895) e usam o documentário “Lumière: A Aventura Começa” (2016) como portal para o primeiro olhar cinematográfico — aquele que já sabia onde colocar a câmera antes mesmo de existir “regra”.A conversa também toca no segundo filme, “Lumière: A Aventura Continua”, que (por enquanto) aparece como ironia histórica: um documentário sobre o nascimento do cinema… difícil de encontrar em cartaz/streaming.🎥 Nesta conversa, o trio investiga:18 de março de 1895 (o primeiro registro filmado) vs. 28 de dezembro de 1895 (a sessão com público) — o que define “nascer” no cinema?Por que cinema é coletivo (e por que isso muda tudo em relação ao “cinema de caixa” individual).O olhar dos operadores Lumière: mise-en-scène, composição, profundidade de campo — tudo já estava lá.As imagens como documento histórico: ver Paris, Vietnã, Londres, ruas e rostos antes de virar “passado” na nossa cabeça.Documentário x ficção: a conversa confronta a ideia de que um é “real” e o outro é “inventado” — no cinema, tudo é recorte.E o presente: atenção fragmentada, algoritmo, streaming — o que a gente perdeu quando parou de olhar com calma?Um detalhe de experiência: o documentário é narrado em francês e, com legenda, vira um teste de atenção (às vezes você lê e perde a imagem — e precisa ver duas vezes).No final, o episódio encosta numa ideia simples e brutal: a gente vai ao cinema pra se sentir vivo — e isso atravessa século, formato e tecnologia.E você? O cinema ainda é uma experiência coletiva pra você — ou virou ruído de fundo? Comenta aqui embaixo.#CinematografiaPodcast #Cinema #IrmãosLumière #HistóriaDoCinema #Documentário
A casa não é apenas um cenário: é o depósito de cem anos de silêncios e fissuras que atravessam gerações. Em Valor Sentimental, o cineasta norueguês Joachim Trier nos convida a encarar não apenas o peso do passado, mas o custo emocional de permanecer.Neste vigésimo quinto episódio, o trio Flávia, Fernando e Jason explora as camadas de um filme que, entre o luto e a metalinguagem cinematográfica, tenta decifrar o que resta após os traumas emocionais.A conversa parte da análise da "geografia interna" — um termo que define como o isolamento geográfico e climático da Escandinávia molda a introspecção de seus personagens. Através da história de duas irmãs e o retorno inesperado de um pai cineasta, o podcast discute se a arte é capaz de curar traumas geracionais ou se é apenas mais uma forma de fuga.🎥 Neste episódio, discutimos:A herança de Ingmar Bergman: O paralelo entre o protagonista Gustavo Borg (Stellan Skarsgård) e o clássico Morangos Silvestres, explorando o arquétipo do patriarca em busca de redenção.O "Valor Sentimental" das coisas: A casa como personagem central e a metáfora da rachadura que sobe do porão, representando feridas que o tempo cicatriza, mas nunca apaga.A metalinguagem e o "filme dentro do filme": Como Trier usa a construção de uma obra cinematográfica fictícia para forçar os personagens a confrontarem sua própria realidade.Trauma e Desconexão: O embate entre gerações e a dificuldade de diálogo em uma sociedade que, embora funcional, lida com altos índices de solidão e desespero.Para você, o "valor sentimental" de uma herança é um fardo que nos ancora ao sofrimento ou uma ponte necessária para o perdão? Deixe sua interpretação nos comentários.
Entre a festa da indústria e a validação da arte, o Globo de Ouro de 2026 trouxe uma mudança de eixo inesperada: o holofote se voltou para o Brasil. Neste episódio, Flávia , Fernando e Jason conversam sobre uma premiação marcada pela consagração histórica do cinema brasileiro, a tensão entre bilheteria e prestígio, e as escolhas que desafiaram as previsões dos críticos.O trio investiga o que a vitória de O Agente Secreto e a performance de Wagner Moura sinalizam sobre a recepção internacional das nossas narrativas. Do delírio técnico de Paul Thomas Anderson à visceralidade pop de Sinners (Pecadores) e de Guerreiras do K-Pop, a conversa atravessa as contradições de uma Hollywood que tenta premiar a popularidade sem perder a pose.🎥 Neste episódio, o debate passa por:O triunfo de Agente Secreto: A vitória de Melhor Filme Estrangeiro e a consagração de Wagner Moura — patriotismo, política ou reconhecimento estético genuíno?O enigma Hamnet: Como o longa de Chloé Zhao surpreendeu em Melhor Drama.Comércio vs. Arte: A categoria "Box Office Achievement" e a vitória de Sinners como sintoma de uma indústria que precisa justificar seus blockbusters de terror.A polêmica Marty Supreme: Timothée Chalamet, o treinamento de tênis de mesa e a discussão sobre o "method acting" em filmes biográficos.Stellan Skarsgård e a fé no cinema: uma análise do discurso comovente sobre a sala escura como espaço de comunhão coletiva.Animação e Música: A vitória de Guerreiras do K-pop e a trilha sonora que desbancou Nick Cave.
Entre o mérito artístico e a engenharia do marketing, a temporada de premiações de 2026 começa não apenas celebrando o cinema, mas expondo as engrenagens de uma indústria em crise de identidade e em busca de validação.Neste primeiro episódio do ano, Flávia, Fernando e Jason dissecam os resultados do Critics Choice Awards e projetam as expectativas sobre o Globo de Ouro. A conversa fala da lista de vencedores e investiga o conceito de "campanha de lembrança", a geopolítica dos festivais e o lugar do Brasil nesse cenário com O Agente Secreto. Do triunfo técnico de Pecadores (Sinners) às controvérsias ideológicas de Uma Batalha Após a Outra, o trio debate se os prêmios coroam a excelência da mise-en-scène ou apenas o orçamento publicitário dos estúdios.🎥 Neste episódio, a mesa investiga:Marketing vs. Mérito: A herança das campanhas agressivas e como a "lembrança de marca" define quem leva a estatueta.O Brasil no radar: A força de O Agente Secreto (Kleber Mendonça Filho) e a fotografia premiada de Adolpho Veloso como narrativa visual.Técnica e emoção: O design de som e a trilha de Ludwig Göransson em Pecadores como elementos de dramaturgia, não apenas adorno.Cinema e elite: A discussão sobre festivais como bolhas culturais e a dificuldade de filmes independentes furarem o bloqueio do mainstream.Para além das expectativas, este episódio é uma reflexão sobre como consumimos, julgamos e validamos a arte cinematográfica em tempos de atenção fragmentada. Falamos de direção, atuação e da política que reside em cada enquadramento.As premiações validam a qualidade da obra ou apenas o poder da indústria? Deixe sua aposta e sua crítica nos comentários.#Cinema #GloboDeOuro2026 #CriticsChoice #OAgenteSecreto #Pecadores #Frankenstein #EmiliaPerez #PodcastDeCinema #Cinematografia #KleberMendonçaFilho #Oscar2026
O tempo no cinema não é uma linha reta, mas um plano-sequência que se recusa a terminar. Ao fecharmos as cortinas de 2025, percebemos que as imagens que ficaram conosco não foram apenas as mais barulhentas, mas aquelas que souberam ler o espírito de um tempo fragmentado. Neste episódio, Flávia Arielo, Fernando Geloneze e Jason Baroni revisitam um ano marcado pela resiliência das histórias originais e pela consolidação do cinema nacional no centro do debate global. O trio analisa como filmes como "O Agente Secreto" e "Pecadores" redimensionaram o conceito de sucesso para além da bilheteria bruta. 🎞️ Os eixos desta conversa:A Ascensão do Agente Secreto: O fenômeno de Wagner Moura e o impacto do marketing na percepção do cinema brasileiro. A Anatomia do Horror em 2025: O refinamento estético de "A Hora do Mal" e o brilhantismo musical de "Pecadores". Paul Thomas Anderson e a polarização: "Uma Batalha Após a Outra" como termômetro político das tensões americanas e brasileiras. O olhar técnico de "Sonhos de Trem": A fotografia de Adolpho Veloso e a sensibilidade masculina em meio ao luto. Expectativas 2026: Do retorno de Christopher Nolan com "A Odisseia" à aposta bilionária da Marvel com o Doutor Destino. Para além de uma lista de "melhores do ano", este episódio é uma investigação sobre o que ainda nos faz sair de casa para encarar o escuro de uma sala de projeção. Entre animações chinesas bilionárias e suspenses políticos que dividem nações, o Cinematografia questiona: o que as imagens de 2025 dizem sobre quem nos tornamos? Qual foi o frame que não saiu da sua cabeça este ano? Deixe sua reflexão nos comentários.
Entre a neve artificial de Hollywood e o calor tropical, o cinema moldou nossa memória afetiva do que é o Natal. Neste episódio festivo (e caótico), o trio investiga se um filme natalino é definido pela redenção espiritual ou apenas por um gorro vermelho no enquadramento.A conversa parte da "esquizofrenia cultural americana" de viver em torno de datas comemorativas para debater como a sétima arte traduz o espírito de fim de ano. Da Era de Ouro dos anos 40, com a direção humanista de Frank Capra e Ernst Lubitsch, até a subversão gótica de Tim Burton e o gore gratuito de Terrifier 3, as listas de Flávia, Fernando e Jason revelam que o Natal no cinema é um gênero em disputa.Afinal, como projetamos nossos desejos, medos e esperanças por meio do cinema todo mês de dezembro? Seja através da inocência de Charlie Brown ou da melancolia de A Felicidade Não Se Compra, o cinema nos convence de que, no escuro da sala, ninguém deveria estar sozinho.#CinematografiaPodcast #FilmesDeNatal #CinemaClássico #NatalNoCinema #ChristmasTop 5 Filmes de Natal por ApresentadorFernando GelonezeEsqueceram de Mim (Home Alone) - 1990 - Chris ColumbusDuro de Matar (Die Hard) - 1988 - John McTiernanO Natal do Charlie Brown (A Charlie Brown Christmas) - 1965 - Bill MelendezDe Ilusão Também Se Vive / Milagre na Rua 34 (Miracle on 34th Street) - 1947 - George SeatonTrocando as Bolas (Trading Places) - 1983 - John LandisFlávia ArieloA Loja da Esquina (The Shop Around the Corner) - 1940 - Ernst LubitschA Felicidade Não Se Compra (It's a Wonderful Life) - 1946 - Frank CapraUm Anjo Caído do Céu (The Bishop's Wife) - 1947 - Henry KosterUma História de Natal (A Christmas Story) - 1983 - Bob ClarkPadrinhos de Tóquio (Tokyo Godfathers) - 2003 - Satoshi KonJason BaroniO Herói de Brinquedo (Jingle All the Way) - 1996 - Brian LevantO Expresso Polar (The Polar Express) - 2004 - Robert ZemeckisPode me Chamar de Noel (Call Me Claus) - 2001 - Peter WernerTerrifier 3 (Terrifier 3) - 2024 - Damien LeoneBatman: O Retorno (Batman Returns) - 1992 - Tim BurtonDemais Obras Citadas no EpisódioNinotchka (Ninotchka) - 1939 - Ernst LubitschMensagem Para Você (You've Got Mail) - 1998 - Nora EphronA Gata e o Rato (Moonlighting) - 1985 (Série de TV) - Glenn Gordon CaronUm Conto de Natal (A Christmas Carol) - Várias adaptações da obra de Charles DickensRudolph, a Rena do Nariz Vermelho (Rudolph the Red-Nosed Reindeer) - 1964 - Larry RoemerMudança de Hábito (Sister Act) - 1992 - Emile ArdolinoMilagre na Rua 34 (Miracle on 34th Street) - 1994 - Les MayfieldMatilda (Matilda) - 1996 - Danny DeVitoOs Fantasmas Contra-Atacam (Scrooged) - 1988 - Richard DonnerPorky's (Porky's) - 1981 - Bob ClarkTerrifier (All Hallows' Eve / Terrifier Short) - 2013 - Damien LeonePaprika (Paprika) - 2006 - Satoshi KonMoonwalker (Moonwalker) - 1988 - Jerry KramerBatman (Batman) - 1989 - Tim BurtonO Estranho Mundo de Jack (The Nightmare Before Christmas) - 1993 - Henry SelickCoraline e o Mundo Secreto (Coraline) - 2009 - Henry SelickJames e o Pêssego Gigante (James and the Giant Peach) - 1996 - Henry SelickOs Rejeitados (The Holdovers) - 2023 - Alexander PayneSideways: Entre Umas e Outras (Sideways) - 2004 - Alexander PayneNebraska (Nebraska) - 2013 - Alexander PayneRambo: Programado para Matar (First Blood) - 1982 - Ted KotcheffDe Olhos Bem Fechados (Eyes Wide Shut) - 1999 - Stanley KubrickToy Story (Toy Story) - 1995 - John LasseterSimplesmente Amor (Love Actually) - 2003 - Richard CurtisO Amor Não Tira Férias (The Holiday) - 2006 - Nancy MeyersFanny e Alexander (Fanny och Alexander) - 1982 - Ingmar BergmanNatal Branco (White Christmas) - 1954 - Michael CurtizKrampus: O Terror do Natal (Krampus) - 2015 - Michael DoughertyO Grinch (How the Grinch Stole Christmas) - 2000 - Ron HowardCrônicas de Natal (The Christmas Chronicles) - 2018 - Clay KaytisCrônicas de Natal 2 (The Christmas Chronicles 2) - 2020 - Chris Columbus
O que resta quando partimos? Entre a permanência e o esquecimento, A Ghost Story (2017) não é um filme sobre a morte, mas sobre a angústia silenciosa de ver a vida continuar sem nós. Nesta Sessão Extra, Flávia e Jason conversam sobre essa obra minimalista de David Lowery, um conto existencial que subverte o gênero de horror para falar de amor e finitude.Com Casey Affleck sob o lençol e Rooney Mara imersa no silêncio, o filme nos convida a uma experiência contemplativa. A conversa explora como a direção de arte e a fotografia transformam uma premissa simples — um fantasma preso à casa onde viveu — em uma jornada filosófica através dos séculos.Este episódio discute a nossa obsessão humana em deixar marcas no mundo e o medo ancestral de sermos esquecidos. Da trilha sonora hipnótica de Daniel Hart à direção rigorosa de Lowery, dissecamos cada camada dessa "poesia visual" que questiona se o amor é capaz de sobreviver à entropia do universo.Obras citadas nesse episódio:FilmesA Ghost Story (Sombras da Vida) – David Lowery – 2017O Velho e a Arma – David Lowery – 2018Uma Quase História de Natal (Curta-metragem) – David Lowery – 2024Sonhos de Trem – Clint Bentley – 2025Casablanca – Michael Curtiz – 1942Gasparzinho, o Fantasminha Camarada – Brad Silberling – 1995MúsicaI Get Overwhelmed – Dark Rooms – 2017A Ghost Story (Original Motion Picture Soundtrack) – Daniel Hart – 2017
Se uma árvore cai na floresta e ninguém está lá para ouvir, ela faz barulho? Em Sonhos de Trem (Train Dreams), a vida de Robert Grainier ecoa essa mesma dúvida existencial, transformando a invisibilidade de um trabalhador braçal em uma experiência sensorial e poética.No episódio 20, comemorando a marca de 100 inscritos, Flávia, Fernando e Jason se debruçam sobre uma obra atípica no catálogo da Netflix. Fugindo das fórmulas algorítmicas do streaming, o filme adapta o romance de Denis Johnson através de uma narrativa contemplativa, fotografada pelo brasileiro Adolpho Veloso, que evoca a brutalidade e a beleza da fronteira americana no início do século XX.A conversa explora como a direção de arte e a fotografia constroem a passagem do tempo não por diálogos, mas por texturas — do fogo que consome à madeira que sustenta. Discutem a tensão entre a produção independente e as exigências da Netflix, e como a música de Nick Cave traduz o que as palavras não alcançam.🎥 Neste episódio, o trio investiga: * A sombra de Terrence Malick: até onde vai a inspiração estética e quando ela se torna imitação? * A cinematografia do isolamento: o uso de contra-plongée e planos abertos para situar a pequenez humana diante de uma natureza soberana. * O conceito de Ma: como o "vazio" narrativo e visual preenche a tela e dita o ritmo da montagem. * A dor masculina silenciosa: uma análise baseada em Fabrício Carpinejar sobre o "cão manco" e a incapacidade do homem de verbalizar o luto. * Símbolos da modernidade: O contraste entre o trem (o destino inevitável e terrestre) e o avião (a perspectiva divina e a desconexão).Deixe sua leitura nos comentários.Lista de obras citadas no episódio:🎬 Filmes* Sonhos de Trem (Train Dreams) – 2025 – Clint Bentley * O Vento Levou (Gone with the Wind) – 1939 – Victor Fleming * O Morro dos Ventos Uivantes (Wuthering Heights) – 1939 – William Wyler* O Massacre da Serra Elétrica (The Texas Chain Saw Massacre) – 1974 – Tobe Hooper* Sexta-Feira 13 (Friday the 13th) – 1980 – Sean S. Cunningham* Coringa (Joker) – 2019 – Todd Phillips* Taxi Driver – 1976 – Martin Scorsese* O Rei da Comédia (The King of Comedy) – 1982 – Martin Scorsese * Sing Sing – 2023 – Greg Kwedar * Lawrence da Arábia (Lawrence of Arabia) – 1962 – David Lean * O Iluminado (The Shining) – 1980 – Stanley Kubrick * Magnólia (Magnolia) – 1999 – Paul Thomas Anderson * A Ghost Story (Ghost Story) – 2017 – David Lowery * O Leopardo (Il Gattopardo) – 1963 – Luchino Visconti * O Filho de Mil Homens – 2025 – Daniel Rezende * O Último Azul – 2025 – Gabriel Mascaro * O Agente Secreto – 2025 – Kleber Mendonça Filho * O Homem Irracional (Irrational Man) – 2015 – Woody Allen * O Espetacular Homem-Aranha (The Amazing Spider-Man) – 2012 – Marc Webb📺 Séries * A Ponte (Bron/Broen) – 2011 – Hans Rosenfeldt * Ângela Diniz: Assassinada e Condenada – 2025 – HBO Original📚 Livros e Ensaios * Train Dreams (Sonhos de Trem) – 2002 (novela) / 2011 (livro) – Denis Johnson * Mulher Perdigueira – 2012 – Fabrício Carpinejar * Só o Cão Manco e Fiel (Ensaio contido no livro Mulher Perdigueira) – 2012 – Fabrício Carpinejar🎵 Álbuns e Música * Train Dreams (Original Motion Picture Score) – 2025 – Nick Cave * Wild God – 2024 – Nick Cave & The Bad Seeds * Skeleton Tree – 2016 – Nick Cave & The Bad Seeds
Entre a neurose e a poesia urbana, Woody Allen transformou o acaso em método e a cidade em protagonista. Neste episódio, o trio investiga como um comediante de stand-up se tornou o grande cronista das fragilidades humanas no cinema.Neste 19º episódio, Flávia Arielo, Fernando Geloneze e Jason Baroni discutem a vasta e complexa filmografia de um dos cineastas mais prolíficos da história. A conversa vai muito além da biografia, propondo uma análise sobre a construção do arquétipo do “schlemiel", a revolução da linguagem na comédia romântica e a transição estética que definiu décadas de cinema autoral.Do preto e branco nostálgico de Nova York às cores saturadas da Europa, o episódio disseca a evolução técnica e narrativa de Allen, sem fugir do elefante na sala: a separação entre a vida pessoal do artista e o legado de sua obra.Este é um episódio sobre o cinema como ferramenta de escapismo e reflexão. Analisamos como Allen utiliza planos longos, diálogos verborrágicos e a quebra da quarta parede para criar uma intimidade desconcertante com o espectador.💬 O coração é um músculo elástico ou a sorte define tudo? Qual fase de Woody Allen conversa mais com você: a cômica, a existencialista ou a europeia? Deixe sua leitura nos comentários.📚 REFERÊNCIAS CITADAS NO EPISÓDIO🎬 Filmografia de Woody Allen (Direção/Roteiro)Noivo Neurótico, Noiva Nervosa (Annie Hall, 1977) Interiores (Interiors, 1978) Manhattan (1979) Memórias (Stardust Memories, 1980) Sonhos Eróticos de uma Noite de Verão (A Midsummer Night's Sex Comedy, 1982) Zelig (1983) Broadway Danny Rose (1984) A Rosa Púrpura do Cairo (The Purple Rose of Cairo, 1985) Hannah e suas Irmãs (Hannah and Her Sisters, 1986) Desconstruindo Harry (Deconstructing Harry, 1997) Match Point: Ponto Final (2005) Scoop: O Grande Furo (2006) O Sonho de Cassandra (Cassandra's Dream, 2007) Vicky Cristina Barcelona (2008) Tudo Pode Dar Certo (Whatever Works, 2009) Meia-Noite em Paris (Midnight in Paris, 2011) Para Roma com Amor (To Rome with Love, 2012) Homem Irracional (Irrational Man, 2015) Um Dia de Chuva em Nova York (A Rainy Day in New York, 2019) O Festival do Amor (Rifkin's Festival, 2020) Golpe de Sorte em Paris (Coup de Chance, 2023) 📽️ Outros Filmes500 Dias com Ela (500 Days of Summer – dir. Marc Webb) O Xangô de Baker Street (dir. Miguel Faria Jr.) Rambo (Franquia) O Exterminador do Futuro (The Terminator – dir. James Cameron) O Espetacular Homem-Aranha (filmes de Marc Webb) Amores Materialistas (Les Choses qu'on dit, les choses qu'on fait – dir. Emmanuel Mouret) O Nascimento de uma Nação (The Birth of a Nation – dir. D.W. Griffith) 📖 Livros e AutoresApropos of Nothing (Autobiografia de Woody Allen) O Xangô de Baker Street (Romance de Jô Soares) F. Scott Fitzgerald (Autor) Marshall McLuhan (Teórico da Comunicação) Fiódor Dostoiévski (Autor – referência temática) Nelson Rodrigues (Dramaturgo – referência comparativa) 📺 Séries e DocumentáriosAllen v. Farrow (Série Documental HBO) Seinfeld (Sitcom)
Neste episódio especial o Cinematografia recebe o psicólogo, mestre em Psicologia Social e especialista em Logoterapia, Francisco Carlos Gomes para um diálogo leve, divertido e que transcende a crítica fílmica convencional. A conversa abordou como a imagem molda o sentido da vida e a percepção racial, traçando uma linha do tempo que vai da obra de D.W. Griffith à revolução pop de Wakanda, focando principalmente em Django Livre, de Tarantino. O papo do Cinematografia propõe uma reflexão sobre a psicologia do espectador e a responsabilidade da direção de arte, do roteiro e da montagem na construção do imaginário social. Francisco traz a visão da Logoterapia para o cinema, questionando como encontramos sentido em meio ao caos histórico e como filmes podem funcionar como ferramentas de elaboração de traumas coletivos. 🎥 Nesta conversa do Cinematografia estão presentes as seguintes referências:🎬 Filmes e DocumentáriosO Nascimento de uma Nação (The Birth of a Nation, 1915) – Dir. D.W. Griffith.Olympia (1938) – Dir. Leni Riefenstahl.O Sol é para Todos (To Kill a Mockingbird, 1962) – Dir. Robert Mulligan.Faça a Coisa Certa (Do the Right Thing, 1989) – Dir. Spike Lee.Jackie Brown (1997) – Dir. Quentin Tarantino.Dia de Treinamento (Training Day, 2001) – Dir. Antoine Fuqua.Bastardos Inglórios (Inglourious Basterds, 2009) – Dir. Quentin Tarantino.Preciosa - Uma História de Esperança (Precious, 2009) – Dir. Lee Daniels.Django Livre (Django Unchained, 2012) – Dir. Quentin Tarantino.O Voo (Flight, 2012) – Dir. Robert Zemeckis.12 Anos de Escravidão (12 Years a Slave, 2013) – Dir. Steve McQueen.DNA África Brasil (2016) - Dir. Carlos Alberto JrPantera Negra (Black Panther, 2018) – Dir. Ryan Coogler.Infiltrado na Klan (BlacKkKlansman, 2018) – Dir. Spike Lee.Greenbook: O Guia (2018) – Dir. Peter Farrelly.Era uma Vez em... Hollywood (Once Upon a Time... in Hollywood, 2019) – Dir. Quentin Tarantino.Meu Nome é Dolemite (Dolemite Is My Name, 2019) – Dir. Craig Brewer.Summer of Soul (...ou, Quando a Revolução Não Pôde Ser Televisionada) (2021) – Dir. Questlove.Is That Black Enough for You?!? (A História do Cinema Negro nos EUA, 2022) – Dir. Elvis Mitchell.Till - A Busca por Justiça (2022) – Dir. Chinonye Chukwu.Ficção Americana (American Fiction, 2023) – Dir. Cord Jefferson.Malês (2024/2025) – Dir. Antônio Pitanga.Michael (2025 - Previsto) – Dir. Antoine Fuqua.Os Pecadores (Sinners, 2025 - Previsto) – Dir. Ryan Coogler.💬 Quadrinhos (Graphic Novels)Blues – R. Crumb (Publicado originalmente como R. Crumb Draws the Blues em 1993; edição brasileira em 2011).Cumbe – Marcelo D'Salete (2014).Angola Janga – Marcelo D'Salete (2017).📚 LiteraturaO Sol é para Todos (To Kill a Mockingbird) – Harper Lee (1960).Tornar-se Negro – Neusa Santos Souza (1983).Trilogia Escravidão – Laurentino Gomes (2019).Coisa de Rico – Michel Alcoforado.Ficha Técnica do Episódio: Hosts: Flávia Arielo, Fernando Geloneze e Jason Barone Convidado Especial: Francisco Carlos GomesEdição e Sonorização: Fernando Geloneze Arte da Capa: Jason Baroni#CinemaNegro #CinematografiaPodcast #DjangoLivre #PanteraNegra #HistóriaDoCinema #CríticaDeCinema #IdentidadeRacial #FranciscoCarlosGomes #Racismo #SentidoDeVida #Tarantino #Representatividade
Em mãos comuns, um monstro é apenas um erro da natureza. Nas mãos de um grande diretor como Guillermo del Toro, ele se torna um espelho da nossa própria melancolia — ou seria apenas um produto polido pelo algoritmo?Neste episódio, Flávia Arielo, Fernando Geloneze e Jeison Baroni dissecam a tão aguardada adaptação de Frankenstein pela Netflix. O trio analisa a tensão entre a visão autoral do cineasta mexicano — conhecido por transformar o horror em fábula — e as limitações de uma produção que, para alguns, peca pelo excesso de limpeza visual e luz solar.Entre o gótico de Mary Shelley e a modernidade do streaming, a conversa investiga se ainda sabemos lidar com o verdadeiro mal ou se estamos condenados a transformar todo monstro em um incompreendido esteticamente agradável.O episódio atravessa a técnica e a filosofia, questionando se o excesso de humanização dos monstros no cinema contemporâneo nos privou de vilões reais. Uma discussão sobre autoria, direção de arte e a eterna busca pelo "pai" na ficção.💬 O monstro de Del Toro é uma obra-prima incompreendida ou um melodrama visualmente saturado? Deixe sua leitura nos comentários.
Entre a explosão do Carnaval e o silêncio da ditadura, há um homem em fuga. Flávia Arielo, Fernando Geloneze e Jason Baroni conversam sobre "O Agente Secreto", o mais recente e aclamado filme de Kleber Mendonça Filho, uma obra que usa Recife de 1977 não apenas como cenário, mas como personagem de um mosaico social e político.Seria esse um thriller não-linear que utiliza da cultura pernambucana como metáfora e memória das sombras do Brasil da época?Deixe sua interpretação nos comentários!#cinematografiapodcast #podcast #agentesecreto #recife #pernambuco #klebermendonçafilho #cinemanacional
Antes do Blockbuster existir, houve o som de dois acordes: tan-dam! O Cinematografia | EP. 15 revisita Tubarão (Jaws, 1975), a obra de Steven Spielberg que redefiniu o cinema de massa, traumatizou uma geração inteira de banhistas e, aos 50 anos, ainda provoca debates.Seria Tubarão apenas um filme de "Sessão da Tarde" superestimado? Ou uma aula de suspense que se tornou vítima do próprio sucesso, copiada à exaustão? Flávia Arielo, Fernando Geloneze e Jason Baroni mergulham (literalmente) nas águas profundas deste clássico, investigando como Spielberg, parte da "Nova Hollywood", usou o espetáculo para salvar a indústria cinematográfica.Uma conversa que vai além do monstro, analisando a genialidade que nasce da limitação técnica e a construção de um suspense que mora naquilo que não vemos.Seria Tubarão o equilíbrio entre arte e entretenimento de massa? Ou ele abriu as portas para um cinema que hoje se preocupa mais com a bilheteria do que com a história?Deixe sua leitura nos comentários.Assista e ouça o Cinematografia Podcast: 🔴 YouTube 🟢 Spotify 🟣 Apple Podcasts#Tubarão #Jaws #StevenSpielberg #CinematografiaPodcast #HistoriadoCinema #Blockbuster #Suspense #AnaliseFilmica #PodcastdeCinema #NovaHollywood #JohnWilliams #CinemaCatastrofe
No Sessão Extra desse 31 de outubro, Flávia Arielo e Jason Baroni conversam sobre um dos melhores filmes de terror do ano: A Hora do Mal, ou como preferem, no original, Weapons, de Zach Cregger. Estão presentes nessa narrativa todos os elementos imprescindíveis para tornar este filme num clássico do horror: crianças desaparecidas, pais traumatizados, uma figura maligna e bizarra e uma baita trilha sonora.Assista e descubra porquê nessa discussão o título original representa perfeitamente os terrores e temores dessa história. Escreva nos comentários o que achou de WeaponsSOBRE O PODCAST O Cinematografia é um podcast que mergulha na sétima arte com profundidade técnica e sensibilidade estética. Apresentado por Flávia Arielo, Fernando Geloneze e Jason Baroni.APOIE O CINEMATOGRAFIA - Se inscreva no canal #weaponsmovie #horrorstories #halloween #terror #HoradoMal#CinematografiaPodcast #cinemadeterror
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