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Psicanalise do dia a dia
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Psicanalise do dia a dia

Author: ILPC Psicanálise

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Um podcast que traz a psicanálise para além dos consultórios, aproximando-a do cotidiano, das questões da contemporaneidade e das experiências do dia a dia. Reflexões acessíveis, sem perder a profundidade, para pensar os impasses da vida atual, os afetos, as relações e os desafios de estar no mundo hoje.
20 Episodes
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Neste episódio, refletimos sobre a guerra para além da geopolítica, pensando-a como sintoma coletivo. A partir de Freud, Melanie Klein e Lacan, analisamos como traumas históricos, narcisismo das pequenas diferenças, extremismo e pulsão de morte atravessam conflitos como Israel–Palestina e as tensões entre Estados Unidos e Irã. Em tempos de polarização e massa digital, perguntamos: é possível sustentar o conflito no campo da palavra e não das armas?
Neste episódio, refletimos sobre por que tantas pessoas buscam análise hoje. Em uma sociedade marcada pela exigência de performance, comparação constante e autoexploração, o sofrimento muitas vezes aparece como ansiedade, repetição e sensação de insuficiência. A partir da psicanálise, discutimos o sintoma como mensagem e a análise como espaço de escuta, elaboração e transformação — um ato de resistência em um mundo que acelera e exige felicidade permanente.
Neste episódio, refletimos sobre necropolítica, políticas públicas e psicanálise. A partir de Achille Mbembe, Foucault e Freud, discutimos como a gestão da morte opera por omissão, negligência e escolhas orçamentárias que atingem sempre os mesmos corpos. Pensamos os efeitos psíquicos da exclusão, da desumanização e do abandono estrutural, perguntando: que sociedade estamos sustentando — uma que administra mortes ou uma que se compromete com a ampliação da vida?E-mail: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠olivanliger@gmail.com⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Whatsapp: +55 11 98142-7309
“Entre o amor e o abismo, existe um sujeito que vive nos extremos. Neste episódio, falamos sobre o sofrimento borderline para além dos rótulos: a dor da instabilidade, o medo do abandono, a cisão, a dissociação e o lugar da clínica como espaço de sustentação do vínculo. Não é excesso de drama — é excesso de dor.”
Neste episódio, refletimos sobre a solidão na era digital, o abismo entre a psique e o pixel. Em um mundo hiperconectado, onde nunca estivemos tão acessíveis, por que nos sentimos tão sós? A partir da psicanálise, de Freud a Lacan e Winnicott, o episódio aborda o narcisismo digital, a crise da alteridade, o cansaço psíquico e as patologias do vazio. Um convite a pensar a solidão como sintoma contemporâneo e a resgatar vínculos reais, presença, escuta e laços humanos verdadeiros.
Vivemos hoje um verdadeiro culto ao corpo, especialmente nas redes sociais e nos aplicativos de relacionamento. O corpo musculoso, fotografado no espelho da academia, torna-se cartão de visita, identidade e promessa de potência. Mas o que essa imagem tenta sustentar? Entre o parecer e o sentir, algo se perde: o corpo deixa de ser lugar de desejo e passa a funcionar como vitrine, armadura, defesa contra a própria vulnerabilidade.A psicanálise nos ajuda a ler esse fenômeno para além da estética. O corpo hipermusculado pode operar como um falso self, uma couraça que protege o sujeito do contato com a fragilidade, a dependência e a falta. Quando toda a libido é investida na própria imagem — nos músculos, nos likes, na performance — o outro se torna dispensável. O paradoxo aparece justamente aí: quanto mais força exibida, mais frágil se torna o encontro íntimo, o erotismo, a entrega.Este vídeo é um convite a pensar o corpo para além do espelho. A verdadeira potência não está na perfeição muscular, mas na capacidade de sustentar a própria incompletude e se abrir ao desejo do outro. Talvez o corpo que mais precisa ser mostrado seja também aquele que menos pode ser tocado. E talvez seja justamente aí que algo do nosso tempo precise ser interrogado.
Vivemos a era da psique e do pixel: hiperconectados, mas profundamente sós. Nunca estivemos tão próximos em termos de dados, sinais e notificações — e, paradoxalmente, nunca tão distantes em termos de encontro. A solidão deixou de ser uma melancolia íntima para se tornar um fenômeno social, clínico e político. Milhões de bolhas de isolamento flutuam nesse oceano digital, enquanto o sujeito contemporâneo tenta sustentar um ideal de ego virtual que o afasta de si mesmo.A psicanálise nos ajuda a entender esse impasse. O eu não nasce sozinho: ele se constitui no olhar do outro, na presença, no reconhecimento. Quando o contato visual, o toque e a escuta são substituídos pelo scroll infinito, o corpo paga o preço. Aumentam a ansiedade, o cansaço, as patologias do vazio. Somos amados pelo que parecemos ser — enquanto aquilo que realmente somos permanece invisível, não visto, não escutado.Este vídeo é um convite à interrupção dessa queda livre. Um chamado à presença, à palavra, ao laço possível entre corpos reais. Apresento aqui o projeto Não Estou Só, uma iniciativa gratuita do ILPC para criar encontros sem filtros, sem celular, com escuta e convivência. Talvez a cura não esteja em ter mais pessoas ao redor, mas em poder ser verdadeiramente você diante de alguém.
Neste episódio, refletimos sobre o racismo a partir da psicanálise, entendendo-o não apenas como fenômeno social e político, mas como sintoma que atravessa o inconsciente. Falamos de projeção, clivagem, gozo e dos efeitos subjetivos da violência racial, especialmente sobre corpos negros. A partir de Freud, Lacan e Fanon, o episódio convida a pensar o racismo como ferida coletiva que se repete, exige escuta, responsabilização e elaboração — no laço social e no consultório.E-mail: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠olivanliger@gmail.com⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Whatsapp: +55 11 98142-7309
A violência virou rotina. O ódio, linguagem. O que a psicanálise tem a dizer sobre esse tempo em que o outro se torna ameaça e a palavra dá lugar ao ato? Neste episódio, uma reflexão profunda sobre intolerância, pulsão de morte e a urgência da escuta.E-mail: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠olivanliger@gmail.com⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Whatsapp: +55 11 98142-7309
Neste episódio do Psicanálise do Dia a Dia, refletimos sobre a solidão contemporânea. Vivemos hiperconectados, mas cada vez mais isolados. Com Freud e Lacan como guias, pensamos o que se perdeu no laço com o outro — e o que resta quando o espelho se quebra e o sujeito se vê só com sua falta.E-mail: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠olivanliger@gmail.com⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Whatsapp: +55 11 98142-7309
Neste episódio, mergulhamos na repetição das escolhas amorosas à luz da psicanálise. Por que insistimos em relações que nos fazem sofrer? A partir de Freud e Lacan, exploramos como o amor pode ser um palco onde o inconsciente encena antigas feridas, tentando elaborar o que ficou sem palavra. Amar, então, é repetir — mas também a chance de transformar a dor em sentido, o padrão em escolha, e o sintoma em possibilidade de encontro.__Eu sou o Olivan Liger, psicanalista há mais de 25 anos, pós-graduado em neurofarmacologia, trabalhando numa abordagem psicanalítica francesa contemporânea. Atendo pacientes adultos e principalmente pacientes brasileiros que residem fora do Brasil. Tento adaptar a agenda de acordo com o fuso horário e disponibilidade do paciente. Meu trabalho tem como objetivo acolher e aliviar o sofrimento humano, ao mesmo tempo que investiga-se a origem desse sofrimento e procura-se alternativas para mitigá-lo ou torná-lo menos impactante na vida do indivíduo, buscando sempre as raízes inconscientes que geram o sintoma ou mal estar atual, e com isso, gerando um ambiente psíquico de crescimento. Quando necessário trabalho de forma multidisciplinar (falo Inglês e espanhol) com psiquiatra ou outro profissional da área de saúde que esteja envolvido no tratamento do pacienteE-mail: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠olivanliger@gmail.com⁠⁠⁠⁠⁠⁠Whatsapp: +55 11 98142-7309
Neste episódio, falamos sobre o luto como uma das experiências mais humanas e inevitáveis da vida. A partir de Freud e do texto Luto e Melancolia, refletimos sobre a perda, os diferentes modos de vivê-la e a singularidade desse processo. Conversamos também sobre os lutos simbólicos, coletivos e desautorizados, mostrando como cada ausência exige tempo, palavra e elaboração. Mais do que dor, o luto pode ser um espaço de reconstrução, memória e reinvenção do viver.__Eu sou o Olivan Liger, psicanalista há mais de 25 anos, pós-graduado em neurofarmacologia, trabalhando numa abordagem psicanalítica francesa contemporânea. Atendo pacientes adultos e principalmente pacientes brasileiros que residem fora do Brasil. Tento adaptar a agenda de acordo com o fuso horário e disponibilidade do paciente. Meu trabalho tem como objetivo acolher e aliviar o sofrimento humano, ao mesmo tempo que investiga-se a origem desse sofrimento e procura-se alternativas para mitigá-lo ou torná-lo menos impactante na vida do indivíduo, buscando sempre as raízes inconscientes que geram o sintoma ou mal estar atual, e com isso, gerando um ambiente psíquico de crescimento. Quando necessário trabalho de forma multidisciplinar (falo Inglês e espanhol) com psiquiatra ou outro profissional da área de saúde que esteja envolvido no tratamento do pacienteE-mail: ⁠⁠⁠⁠⁠olivanliger@gmail.com⁠⁠⁠⁠⁠Whatsapp: +55 11 98142-7309
Neste episódio, mergulhamos na ambiguidade do discurso freudiano — um discurso entre a ciência e a poesia, entre o saber e o não saber. A partir de Freud, refletimos sobre o inconsciente como território do equívoco, dos lapsos, sonhos e contradições que compõem o humano. A psicanálise, longe de buscar certezas, nos convida a habitar o duplo sentido da linguagem e a sustentar o mistério que nos move.__Eu sou o Olivan Liger, psicanalista há mais de 25 anos, pós-graduado em neurofarmacologia, trabalhando numa abordagem psicanalítica francesa contemporânea. Atendo pacientes adultos e principalmente pacientes brasileiros que residem fora do Brasil. Tento adaptar a agenda de acordo com o fuso horário e disponibilidade do paciente. Meu trabalho tem como objetivo acolher e aliviar o sofrimento humano, ao mesmo tempo que investiga-se a origem desse sofrimento e procura-se alternativas para mitigá-lo ou torná-lo menos impactante na vida do indivíduo, buscando sempre as raízes inconscientes que geram o sintoma ou mal estar atual, e com isso, gerando um ambiente psíquico de crescimento. Quando necessário trabalho de forma multidisciplinar (falo Inglês e espanhol) com psiquiatra ou outro profissional da área de saúde que esteja envolvido no tratamento do pacienteE-mail: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠olivanliger@gmail.com⁠⁠⁠⁠⁠⁠Whatsapp: +55 11 98142-7309
Neste episódio, exploramos os preconceitos que ainda cercam a psicanálise: de “ultrapassada” a “não científica”. A partir de Freud e seus sucessores, refletimos sobre como a psicanálise permanece atual diante dos sintomas contemporâneos — ansiedade, vazio, consumo desenfreado, pressa. Mais que uma técnica, ela é um espaço de escuta e elaboração, onde o sujeito encontra tempo para falar de si, reinventar sua história e descobrir sentidos em meio ao mal-estar da vida moderna.__Eu sou o Olivan Liger, psicanalista há mais de 25 anos, pós-graduado em neurofarmacologia, trabalhando numa abordagem psicanalítica francesa contemporânea. Atendo pacientes adultos e principalmente pacientes brasileiros que residem fora do Brasil. Tento adaptar a agenda de acordo com o fuso horário e disponibilidade do paciente. Meu trabalho tem como objetivo acolher e aliviar o sofrimento humano, ao mesmo tempo que investiga-se a origem desse sofrimento e procura-se alternativas para mitigá-lo ou torná-lo menos impactante na vida do indivíduo, buscando sempre as raízes inconscientes que geram o sintoma ou mal estar atual, e com isso, gerando um ambiente psíquico de crescimento. Quando necessário trabalho de forma multidisciplinar (falo Inglês e espanhol) com psiquiatra ou outro profissional da área de saúde que esteja envolvido no tratamento do pacienteE-mail: ⁠⁠⁠⁠olivanliger@gmail.com⁠⁠⁠⁠Whatsapp: +55 11 98142-7309
Neste episódio, olhamos para a política brasileira a partir da psicanálise. Entre amor e ódio, líderes e massas, esperança e desamparo, refletimos sobre como o inconsciente atravessa nossas escolhas políticas.__Eu sou o Olivan Liger, psicanalista há mais de 25 anos, pós-graduado em neurofarmacologia, trabalhando numa abordagem psicanalítica francesa contemporânea. Atendo pacientes adultos e principalmente pacientes brasileiros que residem fora do Brasil. Tento adaptar a agenda de acordo com o fuso horário e disponibilidade do paciente. Meu trabalho tem como objetivo acolher e aliviar o sofrimento humano, ao mesmo tempo que investiga-se a origem desse sofrimento e procura-se alternativas para mitigá-lo ou torná-lo menos impactante na vida do indivíduo, buscando sempre as raízes inconscientes que geram o sintoma ou mal estar atual, e com isso, gerando um ambiente psíquico de crescimento. Quando necessário trabalho de forma multidisciplinar (falo Inglês e espanhol) com psiquiatra ou outro profissional da área de saúde que esteja envolvido no tratamento do pacienteE-mail: ⁠⁠⁠olivanliger@gmail.com⁠⁠⁠Whatsapp: +55 11 98142-7309
Neste episódio do Psicanálise e Pensar, o nosso cotidiano, refletimos sobre o corpo na contemporaneidade: da estética ao uso de anabolizantes, do corpo como mercadoria ao corpo como palco do sofrimento psíquico. O que acontece quando a imagem tenta calar o vazio?__Eu sou o Olivan Liger, psicanalista há mais de 25 anos, pós-graduado em neurofarmacologia, trabalhando numa abordagem psicanalítica francesa contemporânea. Atendo pacientes adultos e principalmente pacientes brasileiros que residem fora do Brasil. Tento adaptar a agenda de acordo com o fuso horário e disponibilidade do paciente. Meu trabalho tem como objetivo acolher e aliviar o sofrimento humano, ao mesmo tempo que investiga-se a origem desse sofrimento e procura-se alternativas para mitigá-lo ou torná-lo menos impactante na vida do indivíduo, buscando sempre as raízes inconscientes que geram o sintoma ou mal estar atual, e com isso, gerando um ambiente psíquico de crescimento. Quando necessário trabalho de forma multidisciplinar (falo Inglês e espanhol) com psiquiatra ou outro profissional da área de saúde que esteja envolvido no tratamento do pacienteE-mail: ⁠⁠⁠olivanliger@gmail.com⁠⁠⁠Whatsapp: +55 11 98142-7309
Neste episódio, discutimos as patologias laborais e o sofrimento psíquico ligado ao trabalho na contemporaneidade. Entre burnout, ansiedade, depressão e sintomas psicossomáticos, refletimos sobre como o trabalho deixou de ser apenas fonte de realização para se tornar um imperativo de desempenho. A psicanálise oferece outra via: escutar o mal-estar, distinguir exigências externas e internas e recolocar o desejo em jogo. Um convite a pensar novas formas de se relacionar com o trabalho e consigo mesmo.__Eu sou o Olivan Liger, psicanalista há mais de 25 anos, pós-graduado em neurofarmacologia, trabalhando numa abordagem psicanalítica francesa contemporânea. Atendo pacientes adultos e principalmente pacientes brasileiros que residem fora do Brasil. Tento adaptar a agenda de acordo com o fuso horário e disponibilidade do paciente. Meu trabalho tem como objetivo acolher e aliviar o sofrimento humano, ao mesmo tempo que investiga-se a origem desse sofrimento e procura-se alternativas para mitigá-lo ou torná-lo menos impactante na vida do indivíduo, buscando sempre as raízes inconscientes que geram o sintoma ou mal estar atual, e com isso, gerando um ambiente psíquico de crescimento. Quando necessário trabalho de forma multidisciplinar (falo Inglês e espanhol) com psiquiatra ou outro profissional da área de saúde que esteja envolvido no tratamento do pacienteE-mail: ⁠⁠olivanliger@gmail.com⁠⁠Whatsapp: +55 11 98142-7309
Neste episódio, refletimos sobre a medicalização generalizada da vida contemporânea. De tristezas transformadas em depressão a crianças agitadas rotuladas como TDAH, discutimos como a cultura atual busca respostas rápidas em comprimidos, silenciando a singularidade do sujeito. Sem negar a importância dos medicamentos em quadros graves, a psicanálise propõe outro caminho: ouvir o sintoma como mensagem do inconsciente. Um convite a pensar a diferença entre calar a dor e transformá-la pela palavra.__Eu sou o Olivan Liger, psicanalista há mais de 25 anos, pós-graduado em neurofarmacologia, trabalhando numa abordagem psicanalítica francesa contemporânea. Atendo pacientes adultos e principalmente pacientes brasileiros que residem fora do Brasil. Tento adaptar a agenda de acordo com o fuso horário e disponibilidade do paciente. Meu trabalho tem como objetivo acolher e aliviar o sofrimento humano, ao mesmo tempo que investiga-se a origem desse sofrimento e procura-se alternativas para mitigá-lo ou torná-lo menos impactante na vida do indivíduo, buscando sempre as raízes inconscientes que geram o sintoma ou mal estar atual, e com isso, gerando um ambiente psíquico de crescimento. Quando necessário trabalho de forma multidisciplinar (falo Inglês e espanhol) com psiquiatra ou outro profissional da área de saúde que esteja envolvido no tratamento do pacienteE-mail: ⁠olivanliger@gmail.com⁠Whatsapp: +55 11 98142-7309
Neste episódio, refletimos sobre o amor e suas transformações ao longo da história até a contemporaneidade. Da idealização medieval ao amor romântico, chegamos a um tempo marcado pela fluidez dos vínculos, pela busca de autonomia e pelo declínio dos papéis tradicionais. Com Freud e Lacan, pensamos o amor como encontro de faltas e desejos, sempre singular, jamais completo. Entre liberdade e insegurança, consumo e criação, o episódio convida a pensar como reinventamos, hoje, nossos modos de amar.__Eu sou o Olivan Liger, psicanalista há mais de 25 anos, pós-graduado em neurofarmacologia, trabalhando numa abordagem psicanalítica francesa contemporânea. Atendo pacientes adultos e principalmente pacientes brasileiros que residem fora do Brasil. Tento adaptar a agenda de acordo com o fuso horário e disponibilidade do paciente. Meu trabalho tem como objetivo acolher e aliviar o sofrimento humano, ao mesmo tempo que investiga-se a origem desse sofrimento e procura-se alternativas para mitigá-lo ou torná-lo menos impactante na vida do indivíduo, buscando sempre as raízes inconscientes que geram o sintoma ou mal estar atual, e com isso, gerando um ambiente psíquico de crescimento. Quando necessário trabalho de forma multidisciplinar (falo Inglês e espanhol) com psiquiatra ou outro profissional da área de saúde que esteja envolvido no tratamento do pacienteE-mail: ⁠olivanliger@gmail.com⁠Whatsapp: +55 11 98142-7309
Neste primeiro episódio, refletimos sobre o adolescente da atualidade: um ser em constante transição, que habita ao mesmo tempo o mundo físico e o virtual. Entre redes, silêncios e sonhos, ele vive o paradoxo de estar sempre conectado e ainda assim sentir solidão. Mais crítico, sensível e engajado, questiona autoridades, busca autenticidade e propósito, mas também enfrenta ansiedade, fragilidade e pressões invisíveis. Um convite a pensar como essa geração expressa as transformações e contradições do nosso tempo.__Eu sou o Olivan Liger, psicanalista há mais de 25 anos, pós-graduado em neurofarmacologia, trabalhando numa abordagem psicanalítica francesa contemporânea. Atendo pacientes adultos e principalmente pacientes brasileiros que residem fora do Brasil. Tento adaptar a agenda de acordo com o fuso horário e disponibilidade do paciente. Meu trabalho tem como objetivo acolher e aliviar o sofrimento humano, ao mesmo tempo que investiga-se a origem desse sofrimento e procura-se alternativas para mitigá-lo ou torná-lo menos impactante na vida do indivíduo, buscando sempre as raízes inconscientes que geram o sintoma ou mal estar atual, e com isso, gerando um ambiente psíquico de crescimento. Quando necessário trabalho de forma multidisciplinar (falo Inglês e espanhol) com psiquiatra ou outro profissional da área de saúde que esteja envolvido no tratamento do pacienteE-mail: olivanliger@gmail.comWhatsapp: +55 11 98142-7309
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