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Os mercados financeiros terminaram a semana ainda influenciados pela guerra e pela alta do petróleo.
Gustavo Ferreira, explica que o IPCA de fevereiro surpreendeu ao subir 0,7%, acima da expectativa de 0,6%, puxado principalmente pelos reajustes em educação. O cenário global, marcado por ataques a navios no Estreito de Hormuz e a tensão entre Estados Unidos e Irã, elevou o preço do petróleo para cerca de US$ 100 por barril. No Brasil, o Ibovespa caiu 2,6% e o câmbio subiu 1,6%, a R$ 5,24.
Gustavo Ferreira traz as notícias do mercado financeiro, e explica que o petróleo voltou a subir, apesar de países tomarem medidas para tentar conter os preços. "Passou batida essa liberação recorde de estoques de petróleo promovida pelos países mais ricos do mundo."
Declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, indicando uma possível intensificação dos ataques contra o Irã provocaram forte reação no mercado financeiro. Após o petróleo chegar perto de US$ 120 no início da semana, o preço do barril caiu cerca de 30%, passando a girar em torno de US$ 85.
O mercado financeiro teve um dia de forte volatilidade com o impacto da guerra no Oriente Médio sobre o preço do petróleo, que chegou perto de US$ 120 o barril antes de recuar. Enquanto investidores estrangeiros reduziram exposição a risco, o mercado brasileiro reagiu positivamente a uma pesquisa eleitoral que mostra Flávio Bolsonaro empatado com Lula em um eventual segundo turno, o que alimentou expectativas sobre mudanças na política econômica.
Ação atribuída ao Irã elevou temor de inflação global. Ouça o balanço do mercado financeiro com Gustavo Ferreira.
Gustavo Ferreira destaca que o preço do petróleo segue ditando o ritmo no mercado em meio à guerra no Oriente Médio. Apesar dos impasses em relação ao Estreito do Ormuz, nesta quarta, o preço do petróleo segue mais estável. Ouça
O fechamento do Estreito de Hormuz pelo Irã desencadeou uma forte onda de pânico nos mercados globais, com disparada do petróleo e volatilidade em ativos como o ouro.
No Valor Investe, Gustavo Ferreira fala sobre como o conflito no Oriente Médio impactou os mercado globais, com destaque para a disparada do petróleo tipo Brent, que chegou a subir quase 14% e operar perto dos US$ 80 o barril.
O resultado do IPCA-15 assustou investidores nesta sexta-feira (27). Com alta de 0,84% no mês, acima do 0,20% observado em janeiro, a inflação se mostra bem mais forte do que o esperado para este começo de ano no Brasil. Ouça o comentário.
A Bolsa brasileira teve leve queda nesta quinta-feira, com o Ibovespa recuando 0,13% e fechando próximo dos 191 mil pontos. O movimento refletiu a cautela dos mercados internacionais diante do desfecho indefinido das negociações nucleares entre Estados Unidos e Irã, que estabilizaram o preço do petróleo e reduziram o impulso das ações da Petrobras.
Depois de bater recorde na véspera, o Ibovespa teve leve ajuste nesta quarta-feira, com recuo de 0,13%, aos 191.247 pontos, movimento de realização de lucros que não apaga o forte desempenho de 2026, com alta acumulada de quase 19% em menos de dois meses.
A Bolsa de Valores de São Paulo encerrou o dia em alta de 1,4% aos 191.490 pontos. O dólar comercial caiu 0,26%, cotado a R$ 5,15. Gustavo Ferreira conta o que movimentou o mercado financeiro nesta terça-feira (24).
A Bolsa de Valores de São Paulo fechou o dia em queda de 0,88% aos 188.853 pontos. O dólar comercial fechou em baixa de 0,14%, cotado a R$ 5,16. Gustavo Ferreira conta o que movimentou o mercado financeiro nesta segunda-feira (23).
A anulação do tarifaço pela Suprema Corte dos Estados Unidos impulsionou o mercado brasileiro e levou o Ibovespa a subir mais de 1%, fechando acima dos 190 mil pontos, em novo recorde. Na semana, o índice acumulou alta de 2%, sustentado pelo forte fluxo de dólares na bolsa. A maioria das ações operou em alta, com destaque para a Vale, que avançou mais de 2,5%. O dólar caiu para R$ 5,17, o menor patamar desde o fim de maio de 2024.
Gustavo Ferreira traz as notícias do dia no mercado financeiro, com a prévia do PIB mostrando que o índice de atividade econômica do Banco Central caiu 0,2%. "Significa que a economia brasileira está desacelerando menos que o 0,5% que era esperado pelo mercado. Ainda assim, segue firme a aposta em corte de juros em março."
Gustavo Ferreira traz as notícias do dia no mercado financeiro, e a expectativa amanhã para a nova medição do índice de atividade do Banco Central.
Gustavo Ferreira fala sobre dia seguinte aos históricos 190 mil pontos do Ibovespa. Juros no Brasil cairão em março, mas Galípolo parece sugerir 'apenas um ajuste' a uma inflação já mais baixa. Enquanto isso, estrangeiros têm migrado da bolsa americana para a brasileira. Por fim, pesquisas eleitorais mostram Flávio Bolsonaro tão forte quanto Tarcísio de Freitas diante de Lula, mas, caso ganhe, o que a promessa de repetição do governo de seu pai representaria para a economia nacional? Ouça.
Gustavo Ferreira fala sobre as 'três goladas no copo meio cheio da economia' nesta quarta-feira (11)'. No Brasil, Gabriel Galípolo, presidente do Banco Central do Brasil, disse que 'não tem jogo ganho contra a inflação'. Enquanto Ibovespa aumentou pouco mais de 2% (rompendo pela primeira vez a faixa dos 190 mil pontos), taxa do dólar caiu 0,2% para R$ 5,19.
Gustavo Ferreira fala sobre a inflação de janeiro, com IPCA subindo 0,33% puxado por transportes e expectativa de cortes moderados na Selic. Mercado segue morno, Ibovespa cai 0,17% e dólar chega a R$ 5,20.
























parei de seguir pq mistura - de forma enganosa - economia com política
Na real, a bolsa sobe quando percebemos que Lula, que governa de fato o país, pode ficar mais 4 anos.
Ótimo podcast para quem gosta de notícias rápidas sobre econômia
interesse...