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Na volta do feriado, com atraso, as bolsas Americanas acumularam perdas fortes hoje. Bolsas Europeias tiveram um segundo dia de vermelhidão. Em ambos os casos, sob o mesmo impacto geopolítico, segue escalando a tensão entre Estados Unidos e Europa. Gustavo Ferreira explica por que a Bolsa Brasileira vai se favorecendo nesse ambiente.
As novas ameaças do ex-presidente Donald Trump, desta vez envolvendo tarifas contra países europeus da OTAN caso não cedam à Groenlândia, voltaram a provocar desconfiança e volatilidade nos mercados globais. Bolsas europeias fecharam em queda, com destaque para a Dinamarca, diretamente afetada pela pressão americana, enquanto no Brasil o Ibovespa encerrou praticamente estável, mas com baixo volume de negociações.
Yasmin Tavares explica que o Ibovespa opera em queda enquanto investidores digerem números acima do esperado do varejo e da atividade econômica, que reacendem dúvidas sobre quando o Banco Central começará a cortar a Selic, hoje em 15% ao ano. Ouça comentário na íntegra.
Gustavo Ferreira explica como sinais de distensão envolvendo Estados Unidos, Venezuela e Irã derrubaram o preço do petróleo, pressionaram ações da Petrobras e influenciaram Bolsa e dólar no Brasil. Ouça o comentário na íntegra.
Gustavo Ferreira fala sobre a influência do resultado da pesquisa Quaest, divulgada nesta quarta-feira (14), no mercado financeiro. Ele destaca que a maior competitividade de Flávio Bolsonaro na pesquisa reduziu parte das incertezas do mercado e impulsionou o Ibovespa, que encerrou o dia com alta de quase 2%, em nível recorde, na faixa dos 165 mil pontos.
Gustavo Ferreira explica por que a independência dos bancos centrais é crucial e analisa se o Brasil seguirá o mesmo caminho diante das pressões sobre os juros.
Gustavo Ferreira explica o que está por trás da nova ofensiva de Donald Trump contra Jerome Powell, os riscos de interferência política na política monetária americana e os possíveis impactos para a economia global — incluindo o dólar e os juros no Brasil. Ouça.
Gustavo Ferreiro fala sobre a oficialização de Otto Lobo na presidência da CVM, nomeação foi recebida com ressalvas pelo mercado. Apesar do currículo acadêmico e da experiência como diretor da autarquia, decisões tomadas durante o período interino e a associação política ao centrão levantaram dúvidas entre investidores.
O dólar comercial registrou a primeira alta do ano, com um avanço de 0,12%, cotado a R$ 5,38. Já a Bolsa de Valores de São Paulo caiu 1,03% e encerrou o dia com 161.975 pontos. Gustavo Ferreira conta o que movimentou o mercado financeiro nesta quarta-feira (7).
A Bolsa de Valores de São Paulo subiu 1,11% e encerrou o dia com 163.663 pontos. Já o dólar comercial fechou em queda pela quarta vez consecutiva, cotado a R$ 5,37. Gustavo Ferreira conta o que movimentou o mercado financeiro nesta terça-feira (6).
Gustavo Ferreira, do Valor Investe, avalia que o impacto do ataque dos EUA à Venezuela e da captura de Nicolás Maduro sobre os mercados foi limitado, em parte porque o episódio ocorreu no fim de semana, dando tempo para uma leitura de que o ataque não deve escalar. Enquanto bolsas no Brasil e no exterior operaram sem grandes sobressaltos, houve reflexos no petróleo e no ouro.
O ano novo começou, mas o mercado financeiro segue de ressaca das festividades. Nesta sexta, que marca o primeiro pregão de 2026, o Ibovespa opera com uma perda leve de cerca de 0,4%, rondando a casa dos 160 mil pontos.
O principal índice de ações do Brasil, Ibovespa, encerrou o ano com uma alta de 34%, melhor desempenho da bolsa desde 2016. Já o dólar, que começou o ano assustando , terminou domado pelo real.
O Ibovespa encerrou o pregão em leve queda, refletindo mais a falta de liquidez típica do fim de ano do que qualquer mudança relevante no cenário econômico.
O mercado, sem grandes movimentos no final de ano, teve mais uma vez uma alta do dólar após a carta divulgada por Flávio Bolsonaro em que seu pai o apoiava para ser candidato a presidência.
A Bolsa de Valores de São Paulo fechou em alta de 1,28%, aos 160.160 pontos. O dólar comercial caiu 0,95%, cotado a R$ 5,53. Cris Almeida conta o que movimentou o mercado financeiro nesta terça-feira (23).
A Bolsa de Valores de São Paulo fechou em baixa de 0,19%, aos 158.171 pontos. O dólar comercial subiu 0,99%, cotado a R$ 5,58. Cris Almeida conta o que movimentou o mercado financeiro nesta segunda-feira (22).
Apesar da alta do Ibovespa nesta sexta-feira (19), o balanço da semana ainda é negativo. A Bolsa Brasileira devolve parte dos ganhos do ano em um movimento muito ligado à mudança de percepção do mercado sobre o cenário político. A expectativa de que o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, pudesse se consolidar como um nome forte para a eleição presidencial de 2026. Leitura enfraqueceu após a divulgação das últimas pesquisas que mostraram o presidente Lula na liderança da corrida eleitoral, com a direita ainda dividida e sem um nome forte.
A Bolsa de Valores de São Paulo fechou em alta de 0,38%, aos 157.923 pontos.. Já o dólar comercial ficou praticamente estável, cotado a R$ 5,52. Cris Almeida conta o que movimentou o mercado financeiro nesta quinta-feira (18).
Gustavo Ferreira fala sobre o enfraquecimento do chamado “trade Tarcísio” e a frustração do mercado com a leitura política feita até aqui. A aposta de que o governador de São Paulo poderia vencer a eleição presidencial perde força diante da pré-candidatura de Flávio Bolsonaro nas pesquisas. Flávio já aparece à frente de Tarcísio e sinaliza continuidade da agenda do pai, marcada por episódios de baixa disciplina fiscal.
























parei de seguir pq mistura - de forma enganosa - economia com política
Na real, a bolsa sobe quando percebemos que Lula, que governa de fato o país, pode ficar mais 4 anos.
Ótimo podcast para quem gosta de notícias rápidas sobre econômia
interesse...