Refil
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Author: Arthur Gubert

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De segunda a sexta, sempre às 6h da manhã.
Em menos de 20 minutos você fica cheio de assunto.
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Bom dia, Refileiro!🏆 Apoie o Refilhttps://apoia.se/refilpodcastFaça parte do grupo de WhatsAppREFIL 1: https://chat.whatsapp.com/EpGnZQYSGRcH0OT9Y8JtEtREFIL 2: https://chat.whatsapp.com/GxVd9ICx1p521QoOKvpyIqAssuntos de hoje:⚖️ Na quarta-feira, 30 de setembro, o estado do Tennessee tentou executar Christa Pike, 50 anos — condenada pelo assassinato brutal de Colleen Slemmer em 1995. O que aconteceu seguinte é inédito na história do país. Executores usaram pelo menos sete agulhas. A pequena veia de Pike era um problema documentado — seus advogados haviam alertado. Ela disse que seu braço "estava quase explodindo". Recebeu duas doses de pentobarbital e não morreu. Começou a roncar ruidosamente. Foi transferida para um hospital em estado crítico e colocada em ventilador. É a primeira pessoa na história dos EUA a sobreviver após receber doses letais de drogas de execução, segundo o Death Penalty Information Center. O governador Bill Lee suspendeu todas as execuções de 2026. A escritora Doreen St. Félix escreve no New Yorker sobre o absurdo de uma execução "humana" que precisa ser salva por médicos (New Yorker / CNN / Washington Post)💸 A Time publica um ensaio de Meehika Barua com uma premissa que a maioria das pessoas reconhece mas raramente nomeia: dinheiro revela que tipo de amigo você é. O ponto de partida é o jantar de aniversário de uma amiga no Carbone de Londres — um restaurante mais famoso por avistamentos de celebridades do que pela comida. "Pareceu uma quantia extorsiva. Pareceu insensível e arrogante." A questão de dinheiro entre amigos nunca é só sobre dinheiro — é sobre como você trata as pessoas. A pessoa que propõe um jantar que o amigo não pode pagar sem perguntar se o preço está bem, que "esquece" de devolver dividida, que insiste no Airbnb premium na viagem em grupo — está revelando algo sobre seus valores. "Ser um bom amigo significa estar consciente do que suas escolhas custam às outras pessoas", conclui Barua (Time)O REFIL PODCAST traz de segunda a sexta às 6h da manhã aquilo que não vai aparecer na sua timeline. Em menos de 20 minutos, você fica cheio de assunto.Acompanhe as principais manchetes, análises e histórias inusitadas que vão te deixar por dentro de tudo o que importa, de forma rápida e descontraída.📺 ⁠⁠Inscreva-se no canal⁠⁠📱 ⁠⁠Siga no Instagram⁠⁠📧⁠⁠ [email protected]⁠⁠
Bom dia, Refileiro!🏆 Apoie o Refilhttps://apoia.se/refilpodcastFaça parte do grupo de WhatsAppREFIL 1: https://chat.whatsapp.com/EpGnZQYSGRcH0OT9Y8JtEtREFIL 2: https://chat.whatsapp.com/GxVd9ICx1p521QoOKvpyIqAssuntos de hoje:👧 O Economist publica hoje uma análise de um estudo da Review of Economic Studies que rastreou todos os trabalhadores e empresas da Dinamarca entre 1992 e 2017 — e encontrou um dos dados mais concretos sobre o "efeito filha" no ambiente de trabalho. As pesquisadoras Nina Smith e Maddalena Ronchi descobriram que quando gestores homens tiveram sua primeira filha, o gap salarial de gênero nas empresas onde trabalhavam se reduziu mensurável e estatisticamente. Os salários relativos das mulheres nas empresas subiram 4,4% e o emprego feminino cresceu 2,9%. O principal mecanismo foi o aumento na contratação de mulheres com qualificações comparáveis às de candidatos masculinos que antes eram preteridas. E sem efeito negativo detectado no desempenho das empresas. Nenhuma política, quota ou treinamento produziu resultados similares. Ter uma filha mudou como os chefes enxergam as mulheres (Economist / Review of Economic Studies)✝️ O New York Times publica hoje a reportagem mais reveladora sobre a Anthropic que já saiu em grande mídia. A jornalista Elizabeth Dias revelou que o cofundador Christopher Olah organizou uma série de reuniões privadas — com NDAs, muitas em São Francisco — com cerca de 20 líderes religiosos e filósofos representando o Cristianismo, Judaísmo, Hinduísmo, Mórmons, Sikhs e tradição greco-ortodoxa. Os objetivos eram dois: explorar a possibilidade de que o Claude tenha alguma forma de consciência, e aplicar séculos de sabedoria moral ao treinamento do modelo. A Anthropic apresentou o que chamou de "vetores emocionais" do Claude — associados a amor, raiva, medo e tristeza. Uma das partes mais perturbadoras da reunião: a questão da escravidão foi levantada. Se o Claude é consciente e foi construído para trabalhar de graça, a Anthropic está fazendo escravos. A empresa tentou influenciar o Vaticano a suavizar a encíclica do Papa Leo XIV sobre IA antes da publicação (NYT / Inquirer)O REFIL PODCAST traz de segunda a sexta às 6h da manhã aquilo que não vai aparecer na sua timeline. Em menos de 20 minutos, você fica cheio de assunto.Acompanhe as principais manchetes, análises e histórias inusitadas que vão te deixar por dentro de tudo o que importa, de forma rápida e descontraída.📺 ⁠⁠Inscreva-se no canal⁠⁠📱 ⁠⁠Siga no Instagram⁠⁠📧⁠⁠ [email protected]⁠⁠
Bom dia, Refileiro!🏆 Apoie o Refilhttps://apoia.se/refilpodcastFaça parte do grupo de WhatsAppREFIL 1: https://chat.whatsapp.com/EpGnZQYSGRcH0OT9Y8JtEtREFIL 2: https://chat.whatsapp.com/GxVd9ICx1p521QoOKvpyIqAssuntos de hoje:💼 A Wired publica uma reportagem longa sobre o novo pesadelo amoroso da geração tech: homens com salários de US$250 mil que não conseguem uma segunda data. Gary, 23 anos, engenheiro da Palantir em Manhattan, contou a uma mulher que trabalha na empresa — e ela respondeu que dívida médica "não é desculpa para trabalhar em um lugar como aquele." Uma mulher o chamou de diabo. Outra perguntou como ele vive consigo mesmo. James, 29, trabalha na Tesla em San Francisco e descreveu como mulheres questionam suas visões políticas ainda antes de saber quais são. "Se eu não disser imediatamente que não gosto do Elon Musk, as pessoas acham que sou conservador." A matchmaker Amy Laurent, que atende clientes de alto padrão, disse à Wired que agora tem que "vender" seus clientes em tech: "10 anos atrás, dizer que trabalhava em tech era sobre inovação e ambição. Agora associam Big Tech com a destruição da sociedade." (Wired)👶 O New Yorker publica uma resenha de Margaret Talbot do livro "Inconceivable: The Impossibility of Family in an Age of Uncertainty", de Anna Louie Sussman, lançado em setembro. O livro argumenta que americanos querem mais filhos, mas acreditam que o sistema não facilita tê-los — e vai além do argumento simplificado do custo de vida. Sussman examina como volatilidade econômica, ansiedade climática e a commodificação da reprodução estão remodelando a forma como millennials e Gen Z pensam sobre a parentalidade. Os "greedy jobs" — empregos que exigem anos de treinamento e centenas de milhares de dólares em formação — são identificados como um dos principais obstáculos estruturais à formação de famílias. Talbot questiona se jovens realmente querem mais filhos do que podem ter — ou se as expectativas também mudaram (New Yorker)O REFIL PODCAST traz de segunda a sexta às 6h da manhã aquilo que não vai aparecer na sua timeline. Em menos de 20 minutos, você fica cheio de assunto.Acompanhe as principais manchetes, análises e histórias inusitadas que vão te deixar por dentro de tudo o que importa, de forma rápida e descontraída.📺 ⁠⁠Inscreva-se no canal⁠⁠📱 ⁠⁠Siga no Instagram⁠⁠📧⁠⁠ [email protected]⁠⁠
Bom dia, Refileiro!🏆 Apoie o Refilhttps://apoia.se/refilpodcastFaça parte do grupo de WhatsAppREFIL 1: https://chat.whatsapp.com/EpGnZQYSGRcH0OT9Y8JtEtREFIL 2: https://chat.whatsapp.com/GxVd9ICx1p521QoOKvpyIqAssuntos de hoje:🔧 O Washington Post publica hoje uma resposta contraintuitiva para uma das perguntas mais antigas do consumidor: quando algo quebra, você conserta ou joga fora? A resposta depende do produto. Um novo estudo publicado na revista Science em agosto descobriu que comprar um carro elétrico novo hoje — jogar fora o que você tem — e dirigir por uma década ainda faz menos mal ao clima do que manter um carro a gasolina em funcionamento por dez anos. A eficiência da nova tecnologia elétrica bate qualquer conserto possível. Mas a lógica se inverte para outros produtos: consertar um smartphone é quase sempre ambientalmente melhor do que comprar um novo, porque as emissões de carbono estão concentradas na fabricação, não no uso. A regra geral: quanto mais o impacto climático do produto está no combustível (carros), troque. Quanto mais está na fabricação (eletrônicos), conserte (Washington Post)🔨 O Wall Street Journal publica uma reportagem sobre o play:groundNYC na Governors Island — o parquinho feito de lixo onde crianças de 6 a 13 anos usam martelos, serras, pregos e ferramentas reais para construir e destruir estruturas com madeira velha, pneus, treadmills quebrados e cadeiras descartadas. Pais são barrados do lado de fora da grade, com um cartaz pedindo que "sentem e relaxem". A ideia surgiu de pais de Nova York frustrados com parquinhos à prova de criança. Tudo no playground é doação. Em vez de escorregadores e balanços, as crianças constroem casas na árvore, balanços de pneu e o que quiserem. É um dos únicos espaços em Nova York onde uma criança pode ter uma ideia, executá-la com ferramentas, ver dar errado e tentar de novo — sem supervisão adulta (WSJ / play:groundNYC)O REFIL PODCAST traz de segunda a sexta às 6h da manhã aquilo que não vai aparecer na sua timeline. Em menos de 20 minutos, você fica cheio de assunto.Acompanhe as principais manchetes, análises e histórias inusitadas que vão te deixar por dentro de tudo o que importa, de forma rápida e descontraída.📺 ⁠⁠Inscreva-se no canal⁠⁠📱 ⁠⁠Siga no Instagram⁠⁠📧⁠⁠ [email protected]⁠⁠
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