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Milagre da Manhã
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Crise no Rio, influencer pedindo desculpa, jovem saudável. O mundo continua complicado.
Rinha de bolsonarista, bebida com metanol, Virgínia sambando, discussão musical e ódio contra o capitalismo global. Tudo igual por aqui.
Manifestações, cassação de Eduardo e briga entre os hosts. Bom dia pra quem?!
A gente tinha saído de férias e esqueceu de voltar. Aí aconteceu um monte de coisa, perdemos o timing. Ana Hickmann separou, um sogro beijou o boto do genro, fizeram uma homenagem bosta pra Chape, descobriram o Cuscuz Paulista. A vida era melhor semana passada.
Argentinos racistas (jura?), Bolsonaro fascista (é mesmo?), Elon Musk arrombado (sério?), Dudu Paes metendo choque de ordem (de novo?), influencer equivocada (não brinca!), doguinho salva-vidas (essa aqui foi novidade). Olha como você se fodeu. Mais uma semana.
Jornal mata rainha, barco quase mata Jesus, publicidade mata (de novo) a dignidade humana, roubo de carro de quem merece ter o carro roubado, pau mole nas Forças Armadas e porradaria entre populares e funcionários públicos. Ufa. Eu queria dizer que o cansaço vai ser passageiro. Pois é. Não vai.
Gangue do xarope, Castanhari nazista, polêmicas no Twitter, Vin Diesel fascista brasileiro, Moro e Dória arregões. Você tinha tudo pra vencer, mas não venceu: esse é o seu clube.
Duas semanas de porradaria estancando: Putin X Elon Musk, donos de restaurante X clientes, funcionários da prefeitura X idosos, morador de rua X marido corno, Gentili X bons cristãos, TSE x Lolla, Chris Rock X Will Smith. Pega a pipoca. O gongo vai soar.
Gasolina nas alturas, estrogonofe proibido, adeus às máscaras, uma pedra-demônio, um ônibus e um navio em lugares que não deveriam estar. A gente até tenta ter esperança, mas a dura verdade é infalível: a felicidade não existe.
Mamãe falou no zap que é bom de assédio, galês tem piripaque de café, uma quase-Chernobyl, Kevin McCallister, psicólogo usurpador. Nada — juro pra vocês —; nada indicava que essa semana seria pior que a anterior. Pois é.
Guerra na Ucrânia, hipocrisia de carnaval e feminicida bonzinho. Traficantes presos, deputado cassado e musical ruim. Né nem pela covid; fique em casa pela sua sanidade.
Olavo morreu. Monark perdeu o emprego. Bolsonaro saudou comunista. A gente tirou férias, mas o mundo continuou a toda, sem respeito nenhum.
Presidente corno, presidente gay, nazista de capacete, helicóptero na hora do lanche. Acordar nunca foi tão mau negócio. PS: Lembrem-se, para sempre, da data de lançamento desse episódio.
Gabriel Godoy é um dos maiores atores golfinhos do país. Vice-colocado na categoria revelação do Prêmio Contigo de 2015, ele abriu seu coração pra gente.
Vacas agressivas, presidentes fuzileiros, ditadores voadores, filmes ruins do Baz Luhrmann. Tem nem o que falar, essa semana...
Bernardo Pina tenta nos mostrar um pouco o que é essa geração não-cringe que é, ao mesmo tempo, informada e desinformada de maneira única.
Deputado golpista triste, jornalista burro corrigido ao vivo, pedidos de impeachment, chuva na Groenlândia e uma placa muito doida. Acordamos atrasados de novo; mas o mundo não colabora...
Clarissa é bailarina, professora de yoga e gyrotonic, jornalista e, dentro em breve, mãe. Mas já é mãe, também. É complicado explicar.
Atraso virou moda, voto impresso virou história. Deputado na cadeia, Uber mostrando talento, fake news de esquerda. A gente gosta tanto daqui que, se pudesse, morava aqui.
Atraso. Voto impresso, tanqueata, Cogumelo Plutão, Jogos Olímpicos e muito mais. Tamo lançando com muito atraso, então vamo evitar escrever demais aqui. A semana começou ontem e parece que já dura meses...


















