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Psicanálise e Cultura

Author: Psicanalista Sandro Cavallote

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Meu nome é Sandro Cavallote. Sou Psicanalista, professor, escritor e comunicólogo e a ideia deste podcast é falar um pouco sobre psicanálise, inconsciente, Escuta, linguagem, comunicação, tecnologia, cultura, mídia e o que aparecer na mente. Pensar o "Mal-estar da nossa época". Sem um roteiro pré-definido, a construção do conteúdo é basicamente apertar o REC e gravar o que sai, inclusive erros, sons externos do meio ambiente e até atos falhos. Nada de muita formalidade, sem pretensão nenhuma de qualquer coisa. Sejam bem-vindos. Novos episódios semanais. Conheça meu trabalho: https://linktr.ee/
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No episódio 126 do Psicanálise e Cultura, Sandro Cavallote propõe uma reflexão direta e necessária: por que a psicanálise não dá conselhos — e por que ela também não precisa de um Conselho regulador.Partindo da palavra “conselho”, o episódio percorre dois eixos centrais da ética psicanalítica. De um lado, a recusa do analista em ocupar o lugar daquele que sabe o que é melhor para o outro, sustentando a aposta no desejo e na responsabilidade subjetiva. De outro, o debate contemporâneo no Brasil sobre a criação de um Conselho Federal de Psicanálise e os riscos da normatização de uma prática fundada no singular, no caso a caso e na transmissão viva.Ao longo do episódio, discutem-se temas como:a diferença entre escuta e orientação,a função ética da não-sugestão na clínica,a formação do analista para além de diplomas e grades curriculares,a implicação subjetiva como eixo da prática psicanalítica,e a regulação feita pelos pares, pelas escolas e pela própria experiência clínica.Em uma cultura ávida por respostas prontas, garantias e manuais de conduta, este episódio é um convite a sustentar a falta de garantias — tanto na vida quanto na clínica — como condição para o desejo, a responsabilidade e a invenção.🎧 Um episódio para quem se interessa por psicanálise, ética, formação clínica e pelos impasses contemporâneos entre singularidade e regulamentação.Aperte o play e siga conosco nessa jornada.
Neste episódio, Sandro Cavallote investiga as hiperrotinas e a tirania do tempo produtivo que domina a vida contemporânea.Uma análise que aborda:A transformação do tempo em uma mercadoria rara, constantemente medida e otimizada por uma lógica militar de tarefas e metas.A ilusão de controle: como o preenchimento excessivo da agenda com atividades (trabalho, exercício, autocuidado) esconde a fuga do vazio e a pressão por estar sempre em movimento.A perspectiva psicanalítica: o inconsciente é atemporal e o desejo não obedece a relógios. Tentar encaixotá-lo em planilhas gera um conflito profundo.As consequências: burnout, ansiedade e insônia como sintomas de uma "vida sem intervalo", onde não há espaço para o vazio criativo e o sujeito se torna um mero executor de tarefas.Um convite para refletir: será que controlamos nosso tempo, ou estamos sendo controlados por ele?
Neste episódio, Sandro Cavallote mergulha na importância dos ritos para a psique humana e para a cultura.Uma reflexão que percorre:A função ancestral dos ritos, desde as primeiras civilizações, como organizadores do caos e transformadores do medo em gesto simbólico.A visão freudiana: os ritos como uma forma de contenção das forças pulsionais e uma mediação essencial entre o desejo e a cultura.A psicanálise como herdeira dos ritos: como o setting analítico (horário fixo, espaço constante) age como um rito moderno, criando a moldura simbólica para a fala do inconsciente.A consequência da perda: o que acontece quando uma sociedade perde seus ritos de passagem e, com eles, a noção de pertencimento e a capacidade de atravessar transformações.Uma conversa sobre como os rituais, do sagrado à clínica, nos ensinam a transformar dor em linguagem e a encontrar sentido nas passagens da vida.
Neste episódio, Sandro Cavallote investiga as "outras margens da psicanálise". Para além do setting tradicional do divã, onde mais a escuta psicanalítica pode acontecer?A fala percorre:As origens da psicanálise, que desde Freud já enxergava o sofrimento para além do consultório, se repetindo na cultura e nas instituições.A pergunta: quando uma prática de acolhimento universal passou a ser vista como elitista?A expansão da escuta do inconsciente, que começa no sintoma individual mas se abre para as estruturas sociais que o produzem.A reflexão sobre o que significa "ser psicanalista" hoje: é apenas atender em consultório, ou é sustentar uma ética que pode se deslocar para diversos territórios?Um convite para pensar a psicanálise como uma prática de escuta social e política.
Neste episódio, falamos sobre a apatia — quando nada mais afeta.O que significa viver um estado de "a-pathos", a ausência de afeto? Partindo da visão da apatia como virtude na filosofia estóica, chegamos à sua compreensão na psicanálise: um sintoma contemporâneo de desinvestimento e desconexão da vida.Nesta reflexão, exploramos:A apatia como um "sintoma silencioso" que anestesia o desejo.A diferença entre a serenidade estóica e o esgotamento psíquico atual.Como a frase "nada me motiva" revela um mal-estar profundo.A interpretação psicanalítica: a apatia como defesa contra o excesso de demandas do mundo.Uma conversa necessária sobre por que, às vezes, a mente decide simplesmente parar de sentir.
Neste episódio, Sandro Cavallote analisa a demanda "curar burnout pra voltar a trabalhar". Por que essa frase é tão sintomática do nosso tempo?Refletimos sobre:A medicalização da produtividade: a cura como "reprogramação" para funcionar.A natureza do burnout como um colapso que afeta a identidade do sujeito.Como o trabalho, de via de sublimação, tornou-se uma servidão emocional.A pressão social que nos manda "voltar pra linha" após um colapso.Uma discussão necessária sobre por que, quando o trabalho adoece, o sujeito adoece junto.
Este episódio discute o lugar da psicanálise na sociedade e a necessidade de implicação dos psicanalistas com as questões do mundo. Relembra as clínicas públicas criadas por Freud como experiências de democratização e contrapõe isso ao elitismo que ainda marca parte da prática psicanalítica. Argumenta que o racismo, o machismo, a desigualdade e os preconceitos de classe atravessam a escuta clínica, e que ignorá-los é repetir o apagamento social. Defende uma psicanálise comprometida com o mal-estar coletivo e com o acolhimento de todos os sujeitos — não apenas dos que podem pagar por ele. 
O foco aqui é a ética da psicanálise e a importância do tripé formativo: análise pessoal, supervisão e estudo teórico. Defende-se que só quem passa pela própria experiência analítica pode escutar de forma verdadeira o sofrimento do outro. O episódio valoriza a análise pessoal como um ato ético — não apenas técnico —, que funda a posição do analista. Escutar o inconsciente do outro requer ter enfrentado o próprio; a clínica, assim, se torna uma experiência viva, marcada pela humildade, pela escuta e pela implicação subjetiva do analista. 
 Neste episódio, a reflexão gira em torno da construção das identidades na era digital, onde o sujeito — especialmente o adolescente, mas não só ele — vive sob a lógica da performance e da curadoria de si. A edição constante da imagem substitui o vivido pelo exibido, criando uma espécie de “eu para o outro” mediado por algoritmos. A psicanálise é convocada como um espaço de descompressão dessa lógica, onde o sujeito pode existir fora da edição, reencontrando o desejo e a falta como elementos estruturantes da experiência humana. 
O episódio propõe uma reflexão sobre a alteridade como essência do encontro humano e fundamento ético da psicanálise. A partir de Freud e Ferenczi, discute o exercício da escuta como abertura ao outro — dentro e fora de nós — e conecta essa escuta às dimensões políticas e culturais do sofrimento. Fala do racismo, do machismo e das exclusões simbólicas como expressões de uma sociedade que teme a diferença, e mostra como práticas culturais como o samba e o rap transformam dor em linguagem. Conclui que sustentar a alteridade é um ato de resistência e humanidade. Veja também a versão em vídeo no Youtube!• Conheça meus espaços de transmissão: Link aqui• Instagram: Link aqui• E-mail: cavallote@gmail.com Obrigado por escutar o podcast!
"No geral, a combinação entre ambos - solidão e solitude – talvez seja um caminho mais saudável. Porque não há como se evitar a solidão. Em algum ponto, teremos que lidar com ela e com nossas relações pessoais de desamparo. E isso é parte do que nos constitui humanos a partir das relações afetivas e tem uma conexão direta com buscar ajuda e permitir ser ajudado. Para muitos de nós esse é um dilema que tira noites de sono, mas também diz muito sobre nós e está muito presente no setting analítico. "Vamos falar sobre o assunto?Ref.:"O Aprendiz do desejo" - Francisco DaudtVeja também a versão em vídeo no Youtube!• Conheça meus espaços de transmissão: Link aqui• Instagram: Link aqui• E-mail: cavallote@gmail.com Obrigado por escutar o podcast!
🎮💥 Videogames na era do hiperestímulo: simbolização ou acting-out?Neste episódio do Psicanálise e Cultura, mergulho na complexa relação entre videogames, hiperestímulo e adolescência. A partir da experiência pessoal e clínica, exploro como jogos diferentes — desde RPGs narrativos como Banishers: Ghosts of New Eden até shooters competitivos como Marvel Rivals — dialogam com nossa vida psíquica, nossos afetos e nossa construção subjetiva.🔎 Por que alguns jogos nos permitem elaborar afetos, enquanto outros nos prendem em ciclos de excitação e descarga? O vídeo propõe uma leitura psicanalítica dos videogames, trazendo conceitos como simbolização, acting-out e compulsão à repetição. Para além do entretenimento, o jogo pode ser um espaço potencial de experimentação emocional ou um dispositivo de descarga imediata.🧠 Winnicott e o espaço potencial Retomo aqui a teoria de Donald Woods Winnicott, psicanalista britânico que compreendia o brincar como um fenômeno fundamental para a saúde mental e o desenvolvimento emocional. Para ele, o brincar constitui um "espaço potencial" — uma área intermediária entre realidade interna e externa onde o sujeito pode criar, simbolizar e elaborar afetos.📚 Referência bibliográfica WINNICOTT, Donald W. O brincar e a realidade. Rio de Janeiro: Imago, 1975.🧩 Principais temas abordados no vídeo:Videogames como formas de socialização e prazer na cultura digitalRPGs narrativos e elaboração simbólica (ex.: Banishers: Ghosts of New Eden)Shooters e a lógica da descarga imediata (ex.: Marvel Rivals, Overwatch)Adolescência, identidade e riscos do hiperestímuloActing-out versus simbolizaçãoO papel da moral e da ética nas escolhas in-gameWinnicott, espaço potencial e a importância do brincar✨ Para quem é este vídeo? Para quem se interessa por psicanálise, cultura digital, games, adolescência, saúde mental e processos de subjetivação. Um convite para refletir criticamente sobre o entretenimento e suas implicações emocionais e sociais.🗣️ Vamos conversar! Gostou do conteúdo? Deixe seu comentário, compartilhe com amigos, curta o vídeo e inscreva-se no canal. Sua participação é fundamental para manter o projeto vivo e estimular novos debates.🎧 Este episódio também está disponível no podcast Psicanálise e Cultura.💬 Indicação especial: conheça o canal Ora, Thiago, que aborda comportamento, entretenimento e cultura pop de forma leve e informativa.🌱 Crescer subjetivamente exige tempo, desejo e simbolização. Vem refletir comigo!Veja também a versão em vídeo no Youtube!• Conheça meus espaços de transmissão: Link aqui• Instagram: Link aqui• E-mail: cavallote@gmail.com Obrigado por escutar o podcast!
🎬 EPISÓDIO 3 | COSMOVISÃO E OLHAR CRÍTICO SOBRE O MUNDO: Freud, séries médicas e o mal-estar da civilizaçãoNeste episódio do Psicanálise e Cultura, mergulhamos no conceito freudiano do Mal-Estar na Civilização e como ele se manifesta na cultura contemporânea. Exploramos:📚 FREUD E O MAL-ESTARPor que a vida em sociedade exige renúncia aos instintos? Como o superego e a repressão geram angústia, culpa e insatisfação — e por que esse conflito é inescapável.🏥 THE PITT × ER: O MAL-ESTAR DE CADA ÉPOCADuas séries médicas, três décadas de diferença:ER (Anos 90): O idealismo frente a um sistema precário.The Pitt (2025): O esgotamento psíquico de uma sociedade em colapso.→ Como ambas refletem os dilemas de suas eras, da meritocracia ao burnout coletivo.🎸 FONTAINES D.C. E A APATIA MODERNAA banda irlandesa traduz em post-punk o vazio contemporâneo. Em "In the Modern World", o clipe do car-jitsu vira metáfora da violência cotidiana e da desconexão afetiva.🌍 COSMOVISÃO: COMO ENXERGAMOS O MUNDO?Da CPI do MST ao debate sobre visões de mundo, discutimos:Por que nossa percepção muda com a idade e as experiências.Como a cultura nos afeta (e como afetamos o coletivo).💡 PROVOCAÇÃO FINAL:Você está vivendo ou apenas sobrevivendo? Como organiza seu tempo, suas metas e seu mal-estar?👉 Compartilhe nos comentários: Qual obra (série, música, livro) melhor representa o mal-estar da sua geração?#PsicanáliseECultura #Freud #MalEstarNaCivilização #ThePitt #FontainesDC #Cosmovisão✍️ Nota do autor:"Este episódio é um convite a olhar criticamente o mundo — e a nós mesmos. Se ressoou em você, compartilhe para ampliar a reflexão!"🔹 Referências:✅ Freud – O Mal-Estar na Civilização (1930)✅ The Pitt (2025) e ER (1994) – Como o hospital espelha a sociedade.✅ Fontaines D.C. – "In the Modern World" e a poesia do desencanto.✅ Quadrinhos da Sarjeta (@alexandrelinck) – Pelo olhar crítico que inspira.Veja também a versão em vídeo no Youtube!• Conheça meus espaços de transmissão: Link aqui• Instagram: Link aqui• E-mail: cavallote@gmail.com Obrigado por escutar o podcast!
"Tentamos fragmentar o tempo, criamos a ilusão de um tempo fractal. Criamos uma temporalidade fractal, onde passado, presente e futuro se misturam. Passado, porque estamos sempre tentando retornar a um determinado ponto de nossas vidas onde não havia preocupação, dívidas ou tristeza. Eu apenas existia. “Recordar, repetir e elaborar”, já dizia Sigmund. Um presente fractal porque tentamos dividi-lo entre microimpulsos, notificações, pequenos gozos e a busca de um tal propósito. E um futuro fractal a partir de agendas, de planos que talvez nunca se concretizem e sonhos que serão interrompidos pelas necessidades do mercado. O mundo atual virou uma perlaboração constante de traumas singulares e coletivos."🔹 Referências:✅ "Dias Perfeitos" (Win Wenders) – A delicadeza do cotidiano e a eternidade capturada em instantes.✅ Pato Fu – "Sobre o Tempo" e "Canção Para Viver Mais", músicas que questionam a passagem do tempo e o desejo de permanência.✅ Jacques Lacan – "O Tempo Lógico e a Asserção da Certeza Antecipada" (texto presente no livro "Escritos", 1966), onde Lacan redefine o tempo como uma construção simbólica e não linear.Veja também a versão em vídeo no Youtube!• Conheça meus espaços de transmissão: Link aqui• Instagram: Link aqui• E-mail: cavallote@gmail.com Obrigado por escutar o podcast!
E chegamos a um momento de mudanças aqui no podcast que, a partir deste episódio, transmuta-se para Psicanálise e Cultura. A ideia aqui é expandir também para uma organização de vídeo, portanto este episódio também está no Youtube em meu canal pessoal. Link na descrição.Aqui vamos tecer conexões sobre 4 pontos específicos focando no tema principal:1) DEFINIÇÃO DE ANSIEDADE E RELAÇÃO COM A PSICANÁLISE;2) PARTE 2:  O MUNDO TELA 3) UMA PÍLULA PARA CADA SINTOMA4) A ROMANTIZAÇÃO DO NOSSO SOFRIMENTO Sim, eu sei que o episódio ficou gigantesco, mas a gente vai se ajustando a partir daí... Veja também a versão em vídeo no Youtube!• Conheça meus espaços de transmissão: Link aqui• Instagram: Link aqui• E-mail: cavallote@gmail.com Obrigado por escutar o podcast!
"E aqui entra um ponto crucial: a cultura não é só aquilo que a gente vê nos museus ou nos livros de arte. Ela está em tudo. Nos filmes que maratonamos, nas músicas que embalam nossos dias, nos memes que compartilhamos e até nas dinâmicas do mercado de trabalho. Lacan, ao expandir a teoria psicanalítica, reforçou que o inconsciente é estruturado como uma linguagem, e a cultura é justamente o campo onde essa linguagem se materializa. Ou seja, a escuta psicanalítica não pode ignorar o lugar central que a cultura ocupa na formação do sujeito. "Vamos trocar sobre o assunto?Veja também a versão em vídeo no Youtube!• Conheça meus espaços de transmissão: Link aqui• Instagram: Link aqui• E-mail: cavallote@gmail.com Obrigado por escutar o podcast!
"Vamos começar pelo básico, mas sem perder a profundidade, tá? Psicologia e Psicanálise são como dois rios que correm paralelos, mas que têm origens, trajetórias e desembocaduras completamente distintas. A Psicologia, como ciência, nasceu no berço da filosofia e da fisiologia, buscando entender o comportamento humano de forma empírica, mensurável, quase como se fosse possível dissecar a mente em laboratório. Já a Psicanálise, essa criatura rebelde e inquieta concebida por Freud, surge como uma espécie de contraponto, uma viagem ao submundo do inconsciente, onde as coisas não são tão claras, nem tão fáceis de quantificar. É como comparar um mapa detalhado com um poema: ambos podem te guiar, mas de formas radicalmente diferentes."Bora falar sobre o assunto?Veja também a versão em vídeo no Youtube!• Conheça meus espaços de transmissão: Link aqui• Instagram: Link aqui• E-mail: cavallote@gmail.com Obrigado por escutar o podcast!
"E acho que é um pouco por aí que quero caminhar: será que o sofrimento ainda é o mesmo? É uma pergunta pertinente pois quando estamos iniciando nossos estudos sobre a psicanálise somos trazidos para 1900 e a construção que Freud fez sobre sua criação. E se você está na jornada e não se perguntou: “ué, mas isso vai me servir hoje como?” está fazendo algo errado. Afinal, as teorias, os conceitos, os casos e manejos clínicos com mais de um século ainda são basilares e constitutivos para o enfrentamento do sofrimento? A resposta direta é: sim, são. E, vou mais além: sem eles não há psicanálise."Vamos falar sobre o assunto?Veja também a versão em vídeo no Youtube!• Conheça meus espaços de transmissão: Link aqui• Instagram: Link aqui• E-mail: cavallote@gmail.com Obrigado por escutar o podcast!
“E eu sei que parece um assunto clichê, mas é importante que de tempos em tempos a repetição faça parte de nossa vida. Freud e a psicanálise já deixavam clara a importância do “Recordar, repetir e elaborar” para a psicanálise, mas também podemos colocar em prática na organização do senso comum. Afinal, elaborando as repetições a partir das recordações podemos colocar mudanças em movimento...” Vamos falar sobre o assunto? Referências do episódio:FREUD, Sigmund. “O futuro de um ilusão”FERENCZI, Sándor. “O conhecimento do inconsciente”PATRÍCIO, Alexandre. “Por uma ética do cuidado – Vol 1”WATTERSON,  Bill. “Calvin e Haroldo” Link para o poema “Mude”, Antônio Abujamra – TV Cultura: https://www.youtube.com/watch?v=A2hk9jtL7WAVeja também a versão em vídeo no Youtube!• Conheça meus espaços de transmissão: Link aqui• Instagram: Link aqui• E-mail: cavallote@gmail.com Obrigado por escutar o podcast!
Neste episódio, o tema traz uma fala sobre as relações entre o trabalho excessivo e como essa perspectiva da atualidade trata os sujeitos como máquinas e como é importante para cada um de nós elaborar tempos de qualidade em nossas existências. Bibliografia e referências:FREUD, S. “Mal-estar na civilização”.FREUD, S. “O futuro de uma ilusão”.DEBORD, G. "Sociedade do Espetáculo".DUNKER, C. THEBAS, C. “O palhaço e o psicanalista”.DANIEL, C. “Você não merece ser feliz”.Matéria da CNN citada: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/casos-de-avc-aumentaram-cerca-de-15-em-pessoas-jovens-veja-riscos/ Veja também a versão em vídeo no Youtube!• Conheça meus espaços de transmissão: Link aqui• Instagram: Link aqui• E-mail: cavallote@gmail.com Obrigado por escutar o podcast!
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