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Destino Saudade
Destino Saudade
Author: zerozero
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O futebol é muitas vezes um elemento de memória coletiva de uma família, de um país e até do Mundo. É por isso que o zerozero, em associação com Rui Miguel Tovar, criou o Destino: Saudade. Um espaço onde vamos recordar histórias e momentos do desporto que nos apaixona. Haverá tempo também para recordar jogadores, aqueles que nos encantaram e que fizeram sonhar
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E se os segundos classificados, os finalistas derrotados, tivessem sido os campeões dessas malditas competições europeias? Como ficariam os palmarés das provas da UEFA? Bem, a conclusão de Rui Miguel Tovar é surpreendente: então não é que a Juventus e o Benfica seriam os emblemas mais titulados? Pois. Nesse mundo alternativo, qual Stranger Things qual quê, Wenger, Cúper e Lippi seriam também os treinadores mais medalhados. O exercício repete-se para a nossa Taça de Portugal. Ouça tudo com muita atenção. Upside Down.
A segunda parte da visita de Hélder Postiga ao DESTINO: SAUDADE arranca com a zanga séria tida com Co Adriaanse no FC Porto e passa pela mudança para Alvalade. O antigo avançado compara os dois clubes e sorri ao lembrar a radical mudança de estatuto no Dragão: «Na pré-época era o 'key player' do Adriaanse, como ele nos dizia.» Presença constante na Seleção Nacional e nos grandes torneios entre países, Postiga fala dos Europeus e dos Mundiais, recorda o período de ausência na era-Queiroz e elogia o «paizão» Scolari pela forma como soube lidar com o grupo de trabalho. Uma conversa para apreciar no ZEROZERO.
A 'panenkada' à Inglaterra ficará marcada para sempre no imaginário do futebol português. Estamos todos de acordo. Mas a carreira de Hélder Postiga é muito mais do que esse instante de atrevimento. Falamos de um jogador presente em dois Mundiais e três Europeus, um caxineiro exibido à Europa do futebol por José Mourinho no FC Porto e autor ainda de épocas interessantes no Sporting. O antigo avançado é convidado a sentar-se na sala de estar do DESTINO: SAUDADE.
O desafio proposto é curioso. Quase um multiverso do golo em Portugal. E se dividíssemos a liga portuguesa a meio, como se fosse o Clausura e Apertura argentinos, para alterarmos os resultados relativos ao melhor marcador de cada época? Os resultados são surpreendentes, sim, e os nomes também. Percorremos de fio a pavio estes «Bola de Prata», com muitos goleadores e memórias a acompanhá-los. Este «e se?» não nos deixa ficar mal.
O Menino de Ouro dos anos 90 chama-se João Vieira Pinto e é especialíssimo convidado do DESTINO: SAUDADE. Há a noite de 14 de maio de 1994 em Alvalade, prova metafísica da perfeição num relvado de futebol, mas o génio não se esgota aí. JVP é bicampeão mundial de sub20 e o homem que atravessa o Vietname benfiquista com a equipa ao colo. Na primeira parte da conversa, o menino do Bairro do Falcão fala do aparecimento no Boavista, do falhanço em Madrid ao lado de Paulo Futre e da relação eterna com os seus antigos colegas da geração de Riade-89 e Lisboa-91.
Ainda se lembra do dia em que o Lyon jogou em Faro? E da visita da Juventus ao Estádio dos Barreiros? Espere, calma, não nos diga que numa certa tarde o AC Milan jogou no Barreiro? Depois de fechar a boca de tanto espanto, venha connosco pela viagem completa dos clubes portugueses de média e pequena dimensão nas competições da UEFA. O episódio é sobre eles, sobre os seus feitos na Europa, alguns verdadeiramente surpreendentes. Ah, quer mais exemplos? Barreirense-Dínamo Zagreb. Estoril-PSV. Rio Ave-Milan. E muitos Belenenses-Barcelona. Uma maravilha, muitas maravilhas.
Na segunda parte da entrevista a António Folha no DESTINO: SAUDADE, os anos de treinador no FC Porto (formação e equipa B) são passados a pente fino e não faltam elogios a nomes agora importantes. Acima de todos? Rodrigo Mora. Folha reclama a paternidade desportiva do pequeno génio de Custóias e compara-o a João V. Pinto e a Alentichev. A conversa acaba com mais palavras bonitas, estas sobre António Simões, um dos monstros sagrados do... Benfica. É a Parte 2 de uma visita especial do antigo extremo e atual treinador ao zerozero.
António Folha, campeão do mundo de sub20, pentacampeão nacional, quase 200 jogos pelo FC Porto e membro importante de Portugal no Euro96. Visita especial no DESTINO: SAUDADE para uma conversa dividida em duas partes. Neste primeiro episódio, o antigo extremo recorda os dias loucos do título de 89 em Riade, os treinos implacáveis de Rodolfo Reis no Gil Vicente e o dia em que se trancou na sala de um treinador para o confrontar diretamente. Um conversador de excelência, dono de uma carreira riquíssima.
No dia em que celebramos os 104 anos do primeiro jogo de sempre da seleção de futebol de Portugal - derrota 3-1 em Madrid, 18 de dezembro de 1921 -, o Rui Miguel Tovar chega com novidades: pela primeira vez, anotem bem, a Seleção Nacional fechou uma fase de qualificação sem um único golo de atletas de Sporting, FC Porto ou Benfica. Sinais dos tempos, das garras do futebol moderno, nenhum dos três grandes teve um seu representante a marcar pelo nosso país na caminhada para o Mundial26. Impressionante.
Suriname, sim senhor. Mas também Países Baixos. Como assim? Nada de mais, calma. O ensaio permite-nos fazer uma seleção de malta famosa com a seleção da Laranja Mecânica, mas nascida em território ultramarino, nas antigas Antilhas Holandesas - atual Suriname. Do excêntrico Stanley Menzo, recém-saído do comando técnico da atual seleção, curiosamente, a Reiziger, Rijkaard, Drenthe e Mijnals - um ilustre desconhecido, sim, mas o único a jogar pela Holanda e por Suriname. Há mais: Seedorf, Davids, Vanenburg e Gullit. Chega? Não, faltam Kluivert e Jimmy Hasselbaink. Que tal esta seleção a lutar por um Mundial? No 'Domingo Desportivo' temos a história do único jogador de Suriname a jogar na I Liga e no 'Ficheiros do Tovar' temos os bastidores de uma entrevista com... Emil Kostadinov.
O dérbi da Luz, duelo eterno entre Benfica e Sporting, é o tema central do DESTINO: SAUDADE: Rui Miguel Tovar e Pedro J. da Cunha selecionam dois «onzes» compostos exclusivamente por atletas com águias e leões no currículo, antes de partirem para histórias de heróis, dados, monstros e alguns flops. Uma antevisão à boa moda nostálgica deste podcast do mundo zerozero. No 'Domingo Desportivo' há a lembrança de um treinador mais feliz no Benfica do que no Sporting (Jimmy Hagan) e no 'Ficheiros do Tovar' recuperamos o irrepetível 'José Estebes', hilariante personagem representada por Herman José - aqui ao lado de Paulo Futre. Na Caderneta de Cromos, a época 83/84 está em destaque, em especial o saudoso Rui Jordão.
Nos 12 anos em Braga a dirigir o futebol profissional, Rui Casaca lidou de perto com alguns dos treinadores mais importantes do futebol português. Manuel Cajuda, Vítor Oliveira, Paulo Fonseca, Domingos Paciência, José Peseiro, Abel Ferreira, Sá Pinto, Ruben Amorim e, de forma especialmente intensa, Jorge Jesus e Sérgio Conceição. «Foram os mais difíceis», diz, entre sorrisos, nesta segunda parte da conversa no DESTINO: SAUDADE do zerozero.
Para compreendermos o crescimento do SC Braga nos últimos 20 anos e o grande Boavista das décadas de 80 e 90, o nome de Rui Casaca é fundamental. Médio de rara inteligência, capitão e líder, Casaca passou a carreira essencialmente no Bessa, mas mais tarde regressou à cidade onde nasceu e esteve até 2021 a comandar o futebol profissional bracarense. Lá mais para trás, no início de tudo, ainda houve espaço para o andebol no ABC e uma ida aos míticos... Jogos Sem Fronteiras. Um convidado de categoria para mais um DESTINO: SAUDADE, senhor de palavra fácil e educação acima de qualquer suspeita. Muitas revelações, incluindo o maior flop contratado pelo Boavista: Jacaré, lembra-se?
Jogador que mais impressionou o Rui M. Tovar no século XXI? Esqueçam Cristiano e Messi. A resposta é Ronaldo, o Fenómeno, e o Rui vai muito bem servido. O que teria sido este avançado se não fossem as gravíssimas lesões? Um episódio desenhado a arrancadas, travagens e simulações no Destino: Saudade.
O nosso povo manda e nós só temos de aceitar. Depois das melhores equipas com as letras A, B e C, eis que nos calha em sorte a D. O exercício é simples e começa com nomes atrás de nomes, da baliza ao ataque, apenas com uma condição: todos os atletas têm de ter no início do nome a quarta letra do alfabeto. Mais um DESTINO: SAUDADE carregado de futebolistas inesquecíveis do passado, boas desculpas para explorarmos todos a base de dados do zerozero.
A braçadeira de capitão é uma questão seríssima. Não é um simples ornamento no braço de um futebolista. O simbolismo que a acompanha é capaz de desenhar líderes, monstros sagrados, nomes que ligam história e balneário. Por isso, sim, este é um episódio do DESTINO: SAUDADE, um episódio onde se recorda craques do futebol nacional, como os que surgem em título, mas também Maldini, Beckenbauer, Totti, Bergomi e outras figuras absolutamente fiéis às suas causas. A pergunta talvez não tenha uma resposta justa, mas arriscamos na mesma: para si, quem foi o melhor capitão de equipa de sempre?
No dia 5 de agosto, o mundo do futebol foi surpreendido com a chocante notícia da morte de Jorge Costa. Volvidos dois meses, o DESTINO: SAUDADE faz a homenagem mais do que justa ao oitavo homem com mais jogos oficiais pelo FC Porto, campeão do mundo de sub20 e defesa indiscutível no Euro2000 e Mundial de 2002. Um bravo, um guerreiro e um homem cheio de histórias magníficas por contar. No Domingo Desportivo temos a evocação de João Pinto, o lateral que endossou o '2' histórico a Jorge Costa, e no Ficheiros do Tovar recordámos uma entrevista feita pela mão de Rui Miguel Tovar a Paulo Futre. Fechamos com a Caderneta de Cromos do Euro96, com Jorge Costa lá pelo meio.
A PARTE II da conversa com Alfredo Castro no DESTINO: SAUDADE arranca com a história da Pantera Cor-de-Rosa e a origem da epopeia do emblema das panteras negras. Está tudo ligado e é uma história soberba. Fala-se também das saídas à noite na cidade do Porto, sempre no sábado à noite e com o «sim» do major Valentim Loureiro. As finais da Taça de Portugal contra FC Porto e Benfica também estão no menu nesta visita do homem que mais vezes defendeu a baliza axadrezada.
Alfredo Castro é o primeiro convidado a entrar na sala de estar do DESTINO: SAUDADE na temporada 4. Guarda-redes icónico e histórico no Bessa, Alfredo é o recordista de presenças na baliza axadrezada e de troféus conquistados. Boémio, provocador, atrevido, Alfredo criou uma imagem forte dentro e fora da relva. Aos 62 anos, mantém a jovialidade de sempre e não abdica das memórias de uma carreira riquíssima.
A quarta temporada de Destino: Saudade no zerozero arranca com duas novidades: os segmentos «Ficheiros do Tovar» (pensem no genérico dos X-Files) e «Caderneta de Cromos» entram de caras na equipa titular e vão connosco semana após semana. Há o «Domingo Desportivo» com Michel PreudHomme, mas antes fazemos a autópsia da qualificação falhada de Portugal para o Mundial de 1994 - por culpa, claro, do início da qualificação para o Mundial de 2026, também nos EUA.























