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Destino Saudade
Destino Saudade
Author: zerozero
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O futebol é muitas vezes um elemento de memória coletiva de uma família, de um país e até do Mundo. É por isso que o zerozero, em associação com Rui Miguel Tovar, criou o Destino: Saudade. Um espaço onde vamos recordar histórias e momentos do desporto que nos apaixona. Haverá tempo também para recordar jogadores, aqueles que nos encantaram e que fizeram sonhar
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Nos últimos 30 anos, ninguém marcou mais golos de livre direto na I Liga. Bombardeiro, poderoso, feroz. Barroso fez escola em Braga, principalmente (mas não só) pelo remate fortíssimo, mas foi no FC Porto que celebrou as principais conquistas da carreira. Bicampeão nacional nos dragões, continua sem perder a gradual perda de espaço e a saída por empréstimo para a Académica. Pela Seleção Nacional tem um registo peculiar: uma internacionalização, um minuto e um troféu. Os números podiam ser diferentes, mais corpulentos, não fosse uma noite de tristeza em Braga. «Disse aos jornalistas que estava triste por não jogar e o Artur Jorge levou a mal.»
A lista arranca acima dos 300 golos e vai por lá abaixo. O DESTINO: SAUDADE revela o melhor marcador de cada um dos clubes com passagem pela 1ª divisão nacional. Alguns não surpreendem (Eusébio, Gomes, Matateu...), mas outros destacam-se por serem nomes do nosso tempo. Ricardo Horta já é o maior goleador da história SC Braga e Fran Navarro (agora em Braga) é o homem com mais golos ao serviço do Gil Vicente. Percorra connosco esta grandiosa lista de homens-golo, alguns deles recolhidos do baú do esquecimento.
O bombardeiro de Braga muda-se para o FC Porto em 1996. Leva com ele os remates fortíssimos e um telemóvel novo. O primeiro da sua vida. Falamos de Barroso, antigo médio e por uma vezes internacional A com Portugal. Na PARTE II da visita ao Destino: Saudade, Barroso revela ter começado a trabalhar aos nove anos na marcenaria de um familiar e lamenta nunca ter tido o pai na bancada a ver um jogo seu. Uma conversa maravilhosa com um dos bons nomes do futebol português nos anos 90.
Quem não adora um jogo resolvido por um homem saído do banco de suplentes? Aquela arma secreta lançada pelo treinador, às vezes em desespero? É disso que se serve o DESTINO: SAUDADE desta semana. Inicialmente, a procura é pelos terceiros suplentes, aquela última cartada num jogo mais do que difícil. Mas vamos por aí fora e atravessamos nomes famosos por feitos cometidos com o estatuto de suplente perfeito: César Brito e Eder, Rui Filipe e Pinilla, até Costinha. Um episódio delicioso, a puxar por instantes de inspiração de treinador e futebolista. Boa viagem!
Senhor classe, um cavalheiro elegante no centro da defesa. Alto, fino, um jogador de smoking e laço. Aloísio Alves, o terceiro futebolista com mais jogos oficiais pelo FC Porto, é o convidado do DESTINO: SAUDADE nesta visita à sala de estar da memória. Aos 62 anos, o regresso à Invicta e ao Dragão é um desejo assumido e pouco secreto. Merecedor de uma estátua no Museu azul e branco, Aloísio atravessa mais de uma década de recordações portistas, depois de um arranque na Europa ministrado por Johan Cruyff, em Barcelona. Aloísio, um dos melhores atletas de sempre a passar na I Liga é o protagonista deste programa do zerozero.
E se os segundos classificados, os finalistas derrotados, tivessem sido os campeões dessas malditas competições europeias? Como ficariam os palmarés das provas da UEFA? Bem, a conclusão de Rui Miguel Tovar é surpreendente: então não é que a Juventus e o Benfica seriam os emblemas mais titulados? Pois. Nesse mundo alternativo, qual Stranger Things qual quê, Wenger, Cúper e Lippi seriam também os treinadores mais medalhados. O exercício repete-se para a nossa Taça de Portugal. Ouça tudo com muita atenção. Upside Down.
A segunda parte da visita de Hélder Postiga ao DESTINO: SAUDADE arranca com a zanga séria tida com Co Adriaanse no FC Porto e passa pela mudança para Alvalade. O antigo avançado compara os dois clubes e sorri ao lembrar a radical mudança de estatuto no Dragão: «Na pré-época era o 'key player' do Adriaanse, como ele nos dizia.» Presença constante na Seleção Nacional e nos grandes torneios entre países, Postiga fala dos Europeus e dos Mundiais, recorda o período de ausência na era-Queiroz e elogia o «paizão» Scolari pela forma como soube lidar com o grupo de trabalho. Uma conversa para apreciar no ZEROZERO.
A 'panenkada' à Inglaterra ficará marcada para sempre no imaginário do futebol português. Estamos todos de acordo. Mas a carreira de Hélder Postiga é muito mais do que esse instante de atrevimento. Falamos de um jogador presente em dois Mundiais e três Europeus, um caxineiro exibido à Europa do futebol por José Mourinho no FC Porto e autor ainda de épocas interessantes no Sporting. O antigo avançado é convidado a sentar-se na sala de estar do DESTINO: SAUDADE.
O desafio proposto é curioso. Quase um multiverso do golo em Portugal. E se dividíssemos a liga portuguesa a meio, como se fosse o Clausura e Apertura argentinos, para alterarmos os resultados relativos ao melhor marcador de cada época? Os resultados são surpreendentes, sim, e os nomes também. Percorremos de fio a pavio estes «Bola de Prata», com muitos goleadores e memórias a acompanhá-los. Este «e se?» não nos deixa ficar mal.
O Menino de Ouro dos anos 90 chama-se João Vieira Pinto e é especialíssimo convidado do DESTINO: SAUDADE. Há a noite de 14 de maio de 1994 em Alvalade, prova metafísica da perfeição num relvado de futebol, mas o génio não se esgota aí. JVP é bicampeão mundial de sub20 e o homem que atravessa o Vietname benfiquista com a equipa ao colo. Na primeira parte da conversa, o menino do Bairro do Falcão fala do aparecimento no Boavista, do falhanço em Madrid ao lado de Paulo Futre e da relação eterna com os seus antigos colegas da geração de Riade-89 e Lisboa-91.
Ainda se lembra do dia em que o Lyon jogou em Faro? E da visita da Juventus ao Estádio dos Barreiros? Espere, calma, não nos diga que numa certa tarde o AC Milan jogou no Barreiro? Depois de fechar a boca de tanto espanto, venha connosco pela viagem completa dos clubes portugueses de média e pequena dimensão nas competições da UEFA. O episódio é sobre eles, sobre os seus feitos na Europa, alguns verdadeiramente surpreendentes. Ah, quer mais exemplos? Barreirense-Dínamo Zagreb. Estoril-PSV. Rio Ave-Milan. E muitos Belenenses-Barcelona. Uma maravilha, muitas maravilhas.
Na segunda parte da entrevista a António Folha no DESTINO: SAUDADE, os anos de treinador no FC Porto (formação e equipa B) são passados a pente fino e não faltam elogios a nomes agora importantes. Acima de todos? Rodrigo Mora. Folha reclama a paternidade desportiva do pequeno génio de Custóias e compara-o a João V. Pinto e a Alentichev. A conversa acaba com mais palavras bonitas, estas sobre António Simões, um dos monstros sagrados do... Benfica. É a Parte 2 de uma visita especial do antigo extremo e atual treinador ao zerozero.
António Folha, campeão do mundo de sub20, pentacampeão nacional, quase 200 jogos pelo FC Porto e membro importante de Portugal no Euro96. Visita especial no DESTINO: SAUDADE para uma conversa dividida em duas partes. Neste primeiro episódio, o antigo extremo recorda os dias loucos do título de 89 em Riade, os treinos implacáveis de Rodolfo Reis no Gil Vicente e o dia em que se trancou na sala de um treinador para o confrontar diretamente. Um conversador de excelência, dono de uma carreira riquíssima.
No dia em que celebramos os 104 anos do primeiro jogo de sempre da seleção de futebol de Portugal - derrota 3-1 em Madrid, 18 de dezembro de 1921 -, o Rui Miguel Tovar chega com novidades: pela primeira vez, anotem bem, a Seleção Nacional fechou uma fase de qualificação sem um único golo de atletas de Sporting, FC Porto ou Benfica. Sinais dos tempos, das garras do futebol moderno, nenhum dos três grandes teve um seu representante a marcar pelo nosso país na caminhada para o Mundial26. Impressionante.
Suriname, sim senhor. Mas também Países Baixos. Como assim? Nada de mais, calma. O ensaio permite-nos fazer uma seleção de malta famosa com a seleção da Laranja Mecânica, mas nascida em território ultramarino, nas antigas Antilhas Holandesas - atual Suriname. Do excêntrico Stanley Menzo, recém-saído do comando técnico da atual seleção, curiosamente, a Reiziger, Rijkaard, Drenthe e Mijnals - um ilustre desconhecido, sim, mas o único a jogar pela Holanda e por Suriname. Há mais: Seedorf, Davids, Vanenburg e Gullit. Chega? Não, faltam Kluivert e Jimmy Hasselbaink. Que tal esta seleção a lutar por um Mundial? No 'Domingo Desportivo' temos a história do único jogador de Suriname a jogar na I Liga e no 'Ficheiros do Tovar' temos os bastidores de uma entrevista com... Emil Kostadinov.
O dérbi da Luz, duelo eterno entre Benfica e Sporting, é o tema central do DESTINO: SAUDADE: Rui Miguel Tovar e Pedro J. da Cunha selecionam dois «onzes» compostos exclusivamente por atletas com águias e leões no currículo, antes de partirem para histórias de heróis, dados, monstros e alguns flops. Uma antevisão à boa moda nostálgica deste podcast do mundo zerozero. No 'Domingo Desportivo' há a lembrança de um treinador mais feliz no Benfica do que no Sporting (Jimmy Hagan) e no 'Ficheiros do Tovar' recuperamos o irrepetível 'José Estebes', hilariante personagem representada por Herman José - aqui ao lado de Paulo Futre. Na Caderneta de Cromos, a época 83/84 está em destaque, em especial o saudoso Rui Jordão.
Nos 12 anos em Braga a dirigir o futebol profissional, Rui Casaca lidou de perto com alguns dos treinadores mais importantes do futebol português. Manuel Cajuda, Vítor Oliveira, Paulo Fonseca, Domingos Paciência, José Peseiro, Abel Ferreira, Sá Pinto, Ruben Amorim e, de forma especialmente intensa, Jorge Jesus e Sérgio Conceição. «Foram os mais difíceis», diz, entre sorrisos, nesta segunda parte da conversa no DESTINO: SAUDADE do zerozero.
Para compreendermos o crescimento do SC Braga nos últimos 20 anos e o grande Boavista das décadas de 80 e 90, o nome de Rui Casaca é fundamental. Médio de rara inteligência, capitão e líder, Casaca passou a carreira essencialmente no Bessa, mas mais tarde regressou à cidade onde nasceu e esteve até 2021 a comandar o futebol profissional bracarense. Lá mais para trás, no início de tudo, ainda houve espaço para o andebol no ABC e uma ida aos míticos... Jogos Sem Fronteiras. Um convidado de categoria para mais um DESTINO: SAUDADE, senhor de palavra fácil e educação acima de qualquer suspeita. Muitas revelações, incluindo o maior flop contratado pelo Boavista: Jacaré, lembra-se?
Jogador que mais impressionou o Rui M. Tovar no século XXI? Esqueçam Cristiano e Messi. A resposta é Ronaldo, o Fenómeno, e o Rui vai muito bem servido. O que teria sido este avançado se não fossem as gravíssimas lesões? Um episódio desenhado a arrancadas, travagens e simulações no Destino: Saudade.
O nosso povo manda e nós só temos de aceitar. Depois das melhores equipas com as letras A, B e C, eis que nos calha em sorte a D. O exercício é simples e começa com nomes atrás de nomes, da baliza ao ataque, apenas com uma condição: todos os atletas têm de ter no início do nome a quarta letra do alfabeto. Mais um DESTINO: SAUDADE carregado de futebolistas inesquecíveis do passado, boas desculpas para explorarmos todos a base de dados do zerozero.























