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Negócio Mistério
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Negócio Mistério

Author: zerozero

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E quando o Ronaldo jogou no PSV? E aquele período do Forlán no United? E quando o Diego Costa esteve no Penafiel?

O futebol está cheio de passagens improváveis e este podcast vai contar essas histórias. Um capítulo por semana, a homenagear quem se perde pelas páginas e históricos do zerozero.
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Sai a Jogar - Ep.38

Sai a Jogar - Ep.38

2019-10-0828:21

Com várias rubricas e descontração na conversa, que abraça o futebol na sua essência e não no seu lado sombrio, tentamos que este seja um espaço distinto num meio em crescimento. Luís Rocha Rodrigues, Jorge Ferreira Fernandes e Ricardo Lestre, jornalistas do zerozero, sentam-se à mesa para puxarem dos temas mais relevantes ou imprevisíveis.
No verão de 1996, Bermudez tornou-se no primeiro colombiano a vestir a camisola do Benfica. Titularíssimo durante toda a temporada, o defesa central nunca convenceu. O estilo meio desengonçado era uma imagem de marca. Saiu no ano seguinte.
Lopetegui chegou e com ele trouxe vários espanhóis. Adrián López esteve ligado ao FC Porto cinco anos, mas nunca conseguiu mostrar o faro de golo que ostentou no Atlético de Madrid.
José Eduardo Bettencourt quis contratar um avançado que casasse com Liedson, mas Caicedo não deu aos leões o que os adeptos desejavam. O avançado equatoriano esteve emprestado pelo Manchester City, mas saiu sem deixar saudade.
O desconcertante extremo neerlandês, Glenn Helder, chegou a Lisboa ainda em 1996 e não esteve muito tempo no Benfica. Não foi à fase final do Euro '96 e a partir o seu percurso futebolístico desceu até às mais profundezas dos dramas humanos.
No verão de 2001 o FC Porto recebeu por empréstimo da Juventus o avançado argentino Esnaider. Um número 9 que nunca conseguiu atingir realmente o que prometia e fez o Real Madrid o contratar ainda com 18 anos.
O último dia do mercado de transferências de 2019 foi agitado em Alvalade. Frederico Varandas contratou três jogadores de uma vez: Bolasie, Fernando e Jesé Rodríguez. O avançado espanhol veio emprestado pelo Paris Saint-Germain, mas foi embora mais cedo, por não entrar nas contas de Rúben Amorim para a temporada seguinte.
Em 2009 Keirrison era o mais recente menino maravilha do futebol brasileiro. Foi uma espécie de alpinista futebolístico, mas a chegada à Europa não teve o sucesso apontado. O avançado esteve meio ano no Benfica, emprestado pelo FC Barcelona e saiu pela porta pequena.
Depois de duas épocas de grande nível no Gent, Depoitre mudou-se para o FC Porto no verão de 2016. Assinou por quatro temporadas, mas nunca conseguiu mostrar o seu valor na Invicta. Saiu ao fim de um ano, sem deixar saudades.
Pontus Farnerud era o camisola 10 idealizado por Paulo Bento para o losango ofensivo dos leões. Mas o sueco, que tinha chegado a custo zero do Strasbourg, nunca se conseguiu afirmar, apesar de ter ganho uma Supertaça Cândido Oliveira e duas Taças de Portugal.
Havia João Vieira Pinto, Donizete e outros exemplos, mas a direção do Benfica contratou Pringle. Um avançado desconhecido e com o objetivo de dar outras opções ao ataque das águias. Mas, Pringle esteve longe do que era apontado.
Em julho de 2015 o FC Porto contratou Imbula por 20 milhões ao Marseille. Pinto da Costa cumpriu o desejo de Lopetegui e deu o Ferrari que o treinador espanhol desejava, mas a aventura na cidade Invicta durou seis meses e o jogador foi vendido por 24 milhões.
Ricardo tinha saído do Sporting para o Betis de Sevilha e os leões foram aos Países Baixos contratar Stoijkovic. O sérvio tinha escola de baliza, mas quando Rui Patrício agarrou a oportunidade, Stoijkovic nunca mais teve lugar.
Internacional, presença robusta na baliza e a missão de fazer esquecer Vítor Baía. Kralj tinha tudo para brilhar na baliza portista, mas tornou-se num guarda-redes lembrado pelos piores motivos.
Saiu Preud'homme e entrou Bossio. O guarda-redes argentino veio para ocupar a vaga deixada pela lenda belga, mas as dificuldades financeiras e posteriormente a qualidade evidenciada entre os postes fez com que Bossio não deixasse saudades.
A chegada de Graeme Souness ao Benfica abriu portas para um mercado que as águias nunca tinham explorado. Nomes como Michael Thomas, Scott Minto ou Brian Deane encheram as esperanças dos adeptos encarnados... No arranque da quinta temporada do Negócio Mistério, Luís Rocha Rodrigues e Vasco Sousa falam sobre a era britânica do futebol encarnado.
O sucesso que Krkic tinha atingido no FC Barcelona, ainda numa fase prematura da carreira, não fazia prever as dificuldades que teve em Roma. Na capital italiana encontrou o treinador que lhe deu a oportunidade, Luis Enrique, mas o futebol dos romanos nunca chegou aos calcanhares daquele apresentado pelos Culés. Saiu sem deixar saudade.
Um foguete no ataque, um arranque explosivo. As características que Suazo trazia de Itália eram prometedoras, mas no Benfica as leões traíram o avançado hondurenho que chegou à Luz emprestado pelo Internazionale.
Depois de sair Fernando Torres dos Reds de Liverpool, a equipa de Merseyside investiu uma pipa de massa em Andy Carroll. Era o mais recente menino bonito do futebol britânica, mas o sucesso alcançado no Newcastle não teve continuidade.
Na ressaca de um FC Porto campeão europeu, os dragões contrataram Luís Fabiano. A alcunha de Fabuloso, os muitos golos ao serviço do São Paulo e trajeto ascendente na seleção brasileira faziam dele uma contratação mais que sonante no verão de 2004, mas a passagem pela cidade do Porto foi curta e sem sucesso.
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