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Negócio Mistério
Negócio Mistério
Author: zerozero
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© 2026 zerozero
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E quando o Ronaldo jogou no PSV? E aquele período do Forlán no United? E quando o Diego Costa esteve no Penafiel?
O futebol está cheio de passagens improváveis e este podcast vai contar essas histórias. Um capítulo por semana, a homenagear quem se perde pelas páginas e históricos do zerozero.
O futebol está cheio de passagens improváveis e este podcast vai contar essas histórias. Um capítulo por semana, a homenagear quem se perde pelas páginas e históricos do zerozero.
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Com várias rubricas e descontração na conversa, que abraça o futebol na sua essência e não no seu lado sombrio, tentamos que este seja um espaço distinto num meio em crescimento.
Luís Rocha Rodrigues, Jorge Ferreira Fernandes e Ricardo Lestre, jornalistas do zerozero, sentam-se à mesa para puxarem dos temas mais relevantes ou imprevisíveis.
Estrela no Internacional de Porto Alegre, figura em ascensão do futebol colombiano, Rentería chegou ao FC Porto em 2007 com o rótulo de craque. No entanto, um falhanço incrível num desafio contra o Benfica sentenciou a sua estadia nos dragões.
No verão de 2011, o Sporting contratou Bojinov ao Parma e com ele procurou ter golos, mas o búlgaro ficou mais conhecido pelo lado irreverente e polémico.
Harkness foi o último dos britânicos a chegar à Luz pela mão de Graeme Souness. O objetivo era ocupar a vaga de Scott Minto, mas com a saída do treinador escocês fez com que o lateral, que já tinha jogado no Liverpool, perdesse espaço e saísse pela porta pequena do Estádio da Luz.
Após a saída de Anderson, o FC Porto foi ao Brasil contratar uma espécie de irmão gémeo. Leandro Lima tinha tudo o que os dragões precisavam: era rápido, lia bem o jogo e golo. O problema foi que o jogador trouxe algo errado: a idade. Marcado por esse episódio, a estadia de Leandro Lima no FC Porto foi muito curta.
Jeffrén era uma das figuras de proa de La Masía, a formação do FC Barcelona. Tinha brilhado no campeonato da Europa de Sub-21 e já era presença assídua nas escolhas dos blaugrana. O sucesso no Sporting era visto como certo, mas as lesões tramaram o virtuoso extremo, que não cumpriu o desígnio traçado.
Rotulado de craque, apresentado como se fosse uma estação de rádio, Raúl de Tomás chegou à Luz com o peso de fazer esquecer Jonas, mas esteve muito longe do patamar do brasileiro. Custou 20 milhões e durou meio ano no Benfica.
Mirko Jozic viu Kmet num Torneio de Toulon e fez com que o Sporting batesse um recorde no mercado de transferências. Mais de quatro milhões e apenas dois jogos nos leões. Kmet tornou-se mais famoso em Portugal graças a sketch publicitário.
No verão de 1996, Bermudez tornou-se no primeiro colombiano a vestir a camisola do Benfica. Titularíssimo durante toda a temporada, o defesa central nunca convenceu. O estilo meio desengonçado era uma imagem de marca. Saiu no ano seguinte.
Lopetegui chegou e com ele trouxe vários espanhóis. Adrián López esteve ligado ao FC Porto cinco anos, mas nunca conseguiu mostrar o faro de golo que ostentou no Atlético de Madrid.
José Eduardo Bettencourt quis contratar um avançado que casasse com Liedson, mas Caicedo não deu aos leões o que os adeptos desejavam. O avançado equatoriano esteve emprestado pelo Manchester City, mas saiu sem deixar saudade.
O desconcertante extremo neerlandês, Glenn Helder, chegou a Lisboa ainda em 1996 e não esteve muito tempo no Benfica. Não foi à fase final do Euro '96 e a partir o seu percurso futebolístico desceu até às mais profundezas dos dramas humanos.
No verão de 2001 o FC Porto recebeu por empréstimo da Juventus o avançado argentino Esnaider. Um número 9 que nunca conseguiu atingir realmente o que prometia e fez o Real Madrid o contratar ainda com 18 anos.
O último dia do mercado de transferências de 2019 foi agitado em Alvalade. Frederico Varandas contratou três jogadores de uma vez: Bolasie, Fernando e Jesé Rodríguez. O avançado espanhol veio emprestado pelo Paris Saint-Germain, mas foi embora mais cedo, por não entrar nas contas de Rúben Amorim para a temporada seguinte.
Em 2009 Keirrison era o mais recente menino maravilha do futebol brasileiro. Foi uma espécie de alpinista futebolístico, mas a chegada à Europa não teve o sucesso apontado. O avançado esteve meio ano no Benfica, emprestado pelo FC Barcelona e saiu pela porta pequena.
Depois de duas épocas de grande nível no Gent, Depoitre mudou-se para o FC Porto no verão de 2016. Assinou por quatro temporadas, mas nunca conseguiu mostrar o seu valor na Invicta. Saiu ao fim de um ano, sem deixar saudades.
Pontus Farnerud era o camisola 10 idealizado por Paulo Bento para o losango ofensivo dos leões. Mas o sueco, que tinha chegado a custo zero do Strasbourg, nunca se conseguiu afirmar, apesar de ter ganho uma Supertaça Cândido Oliveira e duas Taças de Portugal.
Havia João Vieira Pinto, Donizete e outros exemplos, mas a direção do Benfica contratou Pringle. Um avançado desconhecido e com o objetivo de dar outras opções ao ataque das águias. Mas, Pringle esteve longe do que era apontado.
Em julho de 2015 o FC Porto contratou Imbula por 20 milhões ao Marseille. Pinto da Costa cumpriu o desejo de Lopetegui e deu o Ferrari que o treinador espanhol desejava, mas a aventura na cidade Invicta durou seis meses e o jogador foi vendido por 24 milhões.
Ricardo tinha saído do Sporting para o Betis de Sevilha e os leões foram aos Países Baixos contratar Stoijkovic. O sérvio tinha escola de baliza, mas quando Rui Patrício agarrou a oportunidade, Stoijkovic nunca mais teve lugar.























