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Nova Acropole Podcast Filosofia
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Neste episódio do podcast filosófico da Nova Acrópole do Brasil, é proposta uma reflexão profunda sobre a importância de aprender com quem sabe, destacando esse processo como algo natural nas relações humanas e essencial para o desenvolvimento integral do ser humano. A conversa aborda o contexto atual, marcado pelo fácil acesso à informação, que muitas vezes favorece o autodidatismo, mas não substitui o valor da orientação de pessoas mais experientes. Inspirados por grandes sábios da história, como Sócrates e Platão, os participantes exploram como o contato com mestres pode acelerar o aprendizado, evitar erros desnecessários e proporcionar maior discernimento diante da vida. Também se discute o impacto desse aprendizado nas relações humanas, evidenciando que o verdadeiro conhecimento contribui para o autodomínio, o fortalecimento das virtudes e a construção de vínculos mais profundos e harmoniosos. A filosofia é apresentada como um caminho de constante aprendizado, no qual ensinar e aprender são processos complementares e contínuos. Por meio de analogias com a natureza — como o fluxo de um rio ou a harmonia dos astros —, o episódio ilustra como a transmissão do conhecimento pode ser comparada a uma força que orienta, sem impor, respeitando a individualidade de cada ser humano. Ao final, reforça-se a proposta filosófica de uma vida dedicada ao amor à sabedoria, na qual o ser humano, ao aprender com os grandes mestres da humanidade, torna-se também um agente de transformação, contribuindo para uma sociedade mais justa, consciente e fraterna. Participantes: José Roberto, Danilo Gomes e Pedro Guimarães Trilha Sonora: Minueto – Luigi Cherubini
Neste episódio, aborda-se a Pax Romana como um período de grande estabilidade e expansão, evidenciando como Roma alcançou prosperidade por meio da coerência entre valores, identidade e ação. A partir de uma perspectiva filosófica, destaca-se o papel de líderes como Otávio Augusto na renovação dos ideais romanos, bem como a importância da formação moral e da filosofia na construção de uma liderança capaz de governar a si mesma e promover unidade. Mais do que um plano formal, a estratégia romana revela-se como um padrão de decisões alinhadas a um ideal civilizatório. O episódio convida, assim, a aprender com a história e a aplicar esses princípios no cotidiano, contribuindo para uma sociedade mais consciente e equilibrada. O ser humano e o cosmos são unidades funcionais da Natureza. O organismo humano funciona de forma unitária, cada célula, cada órgão cumpre sua função de acordo com sua natureza e em benefício do todo que participa. O mesmo ocorre com os demais elementos do cosmos que possuem uma individualidade, mas cumprem sua função em benefício do todo. Participantes: Teresinha Cesena, Tiago Grandi e Danilo Gomes Trilha Sonora: O Barbeiro de Sevilha — Joaquim Rossini
E se você estivesse vivendo o mesmo dia repetidamente, será que perceberia? Neste episódio, os professores Paula Poloni, Gustavo Massen e Danilo Gomes refletem sobre o clássico filme O Feitiço do Tempo para discutir um tema: estamos realmente conscientes da vida que levamos ou apenas repetindo padrões de forma automática? É a história de um personagem preso em um "loop temporal", revivendo as mesmas cenas e encontros, o que evidencia a repetição inconsciente das ações e a demora em perceber o que está diante de nós. Ambientado no icônico Dia da Marmota, em uma pequena cidade, o enredo mostra que, ao viver o mesmo dia inúmeras vezes, o protagonista passa por uma profunda transformação: reconhece o valor das pequenas coisas antes ignoradas, percebe verdadeiramente o outro e encontra sentido na própria vida. A consciência sobre nossas ações permite identificar o que pode ser aprimorado e vivido com mais presença. Este episódio propõe uma pausa necessária para refletir sobre hábitos, atitudes e decisões. A verdadeira mudança não está em escapar da repetição, mas em transformar a forma de vivenciar cada experiência, atribuindo mais significado ao que já faz parte da vida. Participantes: Paula Poloni, Gustavo Massen e Danilo Gomes Trilha Sonora: J.S Bach - BWV 540, Toccata em F
O que é ser um bom estrategista? E o que significa, realmente, vencer? A filosofia da estratégia nos convida a refletir que essa relação é vivencial: a filosofia busca a sabedoria, enquanto a estratégia é a aplicação prática dessa consciência. Assim, todo esforço consciente para alcançar um objetivo é estratégia, ou seja, é a "disciplina da vitória". Mas vencer não é apenas ganhar; envolve propósito, valores e o impacto das nossas escolhas. Sob a perspectiva do conhecimento, inspirada em Aristóteles e também em pensadores como Sun Tzu, a estratégia se resume a três ações: entender, escolher e executar. É preciso compreender o contexto, tomar decisões conscientes e, o mais importante, saber o que evitar, agindo com responsabilidade. Mais do que ferramentas, isso exige clareza e discernimento. Por fim, nenhum resultado faz sentido sem valores. A estratégia envolve poder e influência, e só se torna completa quando guiada pela ética e pelo bem comum. Grandes sábios como Siddhartha Gautama, Confúcio e Lao Tsé mostram que a verdadeira vitória não é sobre o outro, mas uma construção consciente, equilibrada e compartilhada. Participantes: Thiago Grandi e Danilo Gomes Trilha Sonora: Joseph Haydn – Adagio, Sinfonia nº 44 em Mi menor ("Trauer")
Neste episódio, os professores Pedro Melo, da sede de Curitiba (PR), e Gustavo Massen, da sede de Caxias do Sul (RS), conversam sobre a obra Apologia de Sócrates, de Platão, que apresenta o discurso de defesa do filósofo ateniense diante do tribunal que o julgou. Ao longo da conversa, os convidados refletiram sobre a figura histórica de Sócrates e sobre como a vida, a postura diante da verdade e seu método de diálogo o tornaram um símbolo do verdadeiro filósofo. Mesmo não tendo deixado escritos, sua influência atravessou os séculos por meio de seus discípulos, especialmente Platão, que registrou muitos dos diálogos que revelam seu pensamento. Reflete-se ainda sobre o julgamento de Sócrates, seus acusadores e os argumentos apresentados em sua defesa, que revelam sua coerência e fidelidade aos princípios filosóficos que orientaram toda a sua vida. Destaca-se, por fim, a atitude serena de Sócrates diante da sentença que o condenou à morte. Fiel às suas ideias e convicções, ele manteve até o fim uma postura profundamente filosófica, demonstrando tranquilidade diante do destino e curiosidade em descobrir o que poderia existir além da morte. A vida e a morte de Sócrates permanecem como um convite à reflexão sobre a busca sincera pela verdade, a coragem de viver de acordo com os próprios princípios e o valor de uma vida dedicada à filosofia. Participantes: Pedro Melo, Gustavo Massen e Pedro Guimarães Trilha Sonora: Sergei Rachmaninoff - Rhapsody on a Theme of Paganini, Op. 43: Var. 19. A tempo vivace
É possível transformar a viagem em uma experiência filosófica? Mesmo quando o objetivo é apenas descansar e quebrar a rotina? Neste novo episódio, vamos entender que viajar é uma grande oportunidade de viver a virtude da investigação e de viver profundamente novas experiências. Uma jornada interna, uma oportunidade de ampliar horizontes, investigar culturas, comparar épocas e conhecer diferentes formas de viver e enxergar o mundo. Desenvolver o "olhar de viajante" é resgatar a curiosidade e o encantamento de uma criança, tornando extraordinários até os momentos mais simples e isso deve ser aplicado à nossa vida cotidiana. Para isso, é necessário cultivar abertura interior, criar momentos de silêncio e manter uma disposição sincera para aprender. Viajar não apenas fisicamente, mas também de forma simbólica por meio de livros, conversas e reflexões e permitir que as experiências de outras pessoas se tornem fonte de crescimento. Dessa forma passamos a viver com mais consciência, profundidade e sentido, levando esses aprendizados para todas as áreas da nossa vida. Participantes: Emerson Queiroz, Felixsandra Alves e Pedro Guimarães Trilha Sonora: Schubert – Impromptus, D. 899 (Op. 90) nº 3 em Sol bemol maior, Andante
Em um mundo marcado pela velocidade das informações e pela multiplicação de opiniões, como discernir o verdadeiro do aparente? Neste episódio do podcast da Nova Acrópole do Brasil, o professor voluntário Fabiano Camillo, da sede de Porto Alegre, propõe uma reflexão filosófica sobre os desafios da desinformação na atualidade. Partindo do conceito de comunicação como a capacidade de transmitir ideias de forma clara e compreensível, o diálogo aprofunda a diferença entre opinião e conhecimento, à luz da teoria platônica do conhecimento. Inspirados por Sócrates e Platão, os participantes analisam como a busca sincera pela verdade exige humildade para reconhecer a própria ignorância, disposição para ouvir com atenção e coragem para fazer perguntas profundas. A conversa também aborda o contexto contemporâneo das redes sociais, das polarizações ideológicas e da aceleração mental que dificulta a reflexão serena. Resgatando o sentido clássico da Filosofia como amor à sabedoria, o episódio destaca a necessidade de revisar constantemente nossas ideias, experimentar o conhecimento na prática e buscar aquilo que conduz ao desenvolvimento das virtudes humanas. Como antídoto à desinformação, são apresentados critérios inspirados nos princípios universais da fraternidade, do estudo comparado e da promoção do bem, do belo, do justo e do verdadeiro. Mais do que oferecer respostas prontas, o episódio convida cada ouvinte a assumir uma postura filosófica diante das informações que recebe e compartilha, contribuindo para uma sociedade mais consciente, ética e fraterna. Uma reflexão atual e necessária sobre o papel da Filosofia na construção de um pensamento livre, responsável e comprometido com a verdade. Participantes: Fabiano Camilo e Danilo Gomes Trilha Sonora: Sinfonia nº 45 – Minueto, de Joseph Haydn
No episódio "Ser Feliz é Ser Humano", o podcast da Nova Acrópole do Brasil propõe uma reflexão filosófica sobre a felicidade como expressão da própria natureza humana. Ser feliz não é apenas experimentar prazer ou alcançar êxito material, mas realizar conscientemente aquilo que se é em essência. A partir da "Hierarquia das Necessidades Humanas", de Abraham Maslow, compreende-se a felicidade como um processo de desenvolvimento que culmina na autorrealização. Essa perspectiva dialoga com a tradição hindu, ampliando a visão do ser humano como uma unidade integrada, capaz de crescer interiormente e manifestar suas potencialidades. Inspirado também em Aristóteles, o episódio destaca que a verdadeira felicidade está ligada à prática do bem e ao cultivo das virtudes. Assim como a semente cumpre sua finalidade ao dar frutos, o ser humano se realiza ao expressar valores e contribuir conscientemente para o mundo. "Ser Feliz é Ser Humano" nos convida a compreender a felicidade como um caminho de autoconhecimento, transcendência e construção interior — um estado que nasce da coerência entre pensamento, sentimento e ação. Participantes: Michel Queiroz e Pedro Guimarães Trilha Sonora: Joseph Hadyn - Sinfonia nº45 - Minueto
A Felicidade para o filósofo grego Aristóteles é tida como um bem para todos quando se torna uma virtude conquistada pelo Ser Humano. Neste episódio, os professores Danilo Gomes e José Roberto convidam a reconhecer o filósofo em potencial presente em cada nós, que somos capazes de refletir sobre vida, morte e felicidade. O diálogo aprofunda a relação entre felicidade, conhecimento e amizade, quando se torna uma experiência individual, e é verdadeiramente humana quando é compartilhada e se completa na amizade e na convivência ética, tornando-se um bem que alcança a todos e fortalece a vida em comum. Participantes: José Roberto e Danilo Gomes Trilha Sonora: Ludwig van Beethoven - Sinfonia n. 02 Ré Maior - opus 36 - Allegro
Neste episódio, o professor José Roberto, da sede São Caetano do Sul- SP, foi convidado a compartilhar algumas reflexões filosóficas sobre a filosofia e a busca da verdade. Discorreu-se sobre a relação entre a humildade e as verdades absolutas; foi citado o filósofo Platão com o mito da caverna, assim como se propôs analisar a simbologia do sol e o que existe de luminoso em nossa consciência. Refletiu-se que a sabedoria é a base de busca da verdade e a filosofia funciona como uma aproximação à sabedoria. Os grandes sábios traduzem para o nível humano o que já existe nas leis da natureza. Buscam adaptar as verdades atemporais às sociedades de sua época, visando melhorar à coletividade. Cabe a cada um de nós apreender o melhor de cada filósofo para aprimorar a nós mesmos, enquanto nos esforçamos para elevar nossas consciências, compartilhando os aprendizados do caminho Participantes: José Roberto e Danilo Gomes Trilha: Felix Mendelssohn - Lieder ohne Worte op. 30 nº 1 .
O que é o Logos? Neste episódio, o podcast filosófico da Nova Acrópole propõe uma imersão reflexiva nesse conceito milenar que atravessa culturas, tradições e escolas filosóficas. Para guiar esse diálogo, Pedro Guimarães recebe Isabella Brandão, professora voluntária da Nova Acrópole de Campinas, que compartilha suas pesquisas e reflexões sobre o tema. Partindo do significado original da palavra — razão, linguagem, inteligência — o episódio explora como o Logos foi compreendido pelos gregos, pelos primeiros cristãos e por outras tradições, como o hermetismo. O texto de abertura do Evangelho de João é analisado sob uma ótica filosófica, revelando o Logos como um princípio universal que ordena e sustenta a vida. A conversa também convida à prática: como trazer essa ideia tão abstrata e elevada para o cotidiano? Como o reconhecimento de uma ordem inteligente no mundo pode transformar a forma como lidamos com a vida, com os outros e conosco? Mais do que uma definição, este episódio é um convite à contemplação do sentido profundo que anima a existência. Participantes: Isabella Brandão e Pedro Guimarães Trilha Sonora: Rêverie et Caprice, Hector Berlioz
O ser humano, por natureza, é impulsionado a caminhar rumo ao futuro, sempre em busca de algo melhor. Mas será que metas circunstanciais, como uma nova casa ou um cargo mais alto, são suficientes para preencher esse anseio interior? Neste episódio do podcast da Nova Acrópole, os professores José Roberto e Danilo Gomes conversam sobre a importância dos ideais como elementos fundamentais para a vida humana, distinguindo-os das simples metas passageiras. A reflexão filosófica aborda a diferença entre ideias, metas e ideais, ressaltando que os ideais, ainda que muitas vezes pareçam distantes como o Sol, são fontes inesgotáveis de inspiração que norteiam a conduta, elevam a consciência e trazem sentido às ações humanas. Na conversa, a filosofia mostra-se viva, prática e acessível, rompendo com a visão de que é algo distante da realidade. Ela se apresenta como um caminho de aperfeiçoamento interior e de contribuição consciente para uma sociedade mais justa e unida. Participantes: José Roberto e Danilo Gomes Trilha Sonora: J. Brahms - Sonata No. 2 in A Major, Op. 100 - II. Andante tranquillo (Instrumental)
Neste episódio, os professores Bernardo Norat e Danilo Gomes conversam sobre o autoconhecimento, ressaltando que essa jornada exige coragem, sinceridade e maturidade para encarar a si mesmo, indo além das visões idealizadas e superficiais que muitas vezes predominam hoje. Inspirados na visão do filósofo Sri Ram, o diálogo propõe uma investigação sobre a mente, seus pensamentos e a busca pelo que é verdadeiramente real. A partir dessa abordagem, o episódio retoma ensinamentos clássicos, como a alegoria da caverna de Platão e as ideias de Parmênides sobre o ser e a permanência. Sri Ram nos ajuda a compreender que a mente, embora essencial para organizar e interpretar o mundo, não é quem realmente conhece. Esse papel pertence ao nosso "Eu" mais profundo. Por isso, dependendo de como usamos a mente, ela pode nos aproximar da realidade — ou nos afastar dela. Refletir, meditar e cultivar a vida interior são práticas que nos conduzem a níveis mais elevados de consciência. E, ao alcançar esses estados, tornamo-nos capazes de superar conflitos internos e externos, aproximando-nos de uma visão mais unificada de nós mesmos e do mundo. Participantes: Bernardo Norat e Danilo Gomes Trilha Sonora: Fantasias op. 116 - No. 2 Intermezzo. Andante - Johannes Brahms
O início de um novo ano costuma trazer entusiasmo, esperança e muitos planos. Mas como transformar essa energia em ações concretas e significativas? Neste episódio, os professores voluntários Lucas Penna e Danilo Gomes conversam sobre a importância de cultivarmos, junto aos desejos de conquistas materiais, a aspiração por virtudes e transformações interiores. A partir de reflexões filosóficas, eles abordam a diferença entre fantasiar e imaginar, destacando o papel ativo da imaginação na construção de uma vida mais consciente e plena. Discutem também a relevância do autoconhecimento e da hierarquização de prioridades na hora de estabelecer metas — sejam elas espirituais, mentais, emocionais ou práticas. A conversa propõe ainda uma visão integral do ser humano, baseada em tradições filosóficas que compreendem os diversos planos da existência, e reforça que o verdadeiro planejamento deve considerar não apenas o fazer, mas também o ser. Assim, a busca por virtudes como coragem, generosidade e sabedoria torna-se um norte para os nossos ideais mais elevados. Com exemplos da vida cotidiana e referências a obras como Up – Altas Aventuras e O Homem de La Mancha, o episódio inspira uma jornada de aperfeiçoamento constante, com a filosofia como guia para transformar sonhos em realidade e tornar cada etapa da vida uma obra de arte. Participantes: Lucas Penna e Danilo Gomes Trilha Sonora: The Planets - IV. Jupiter, the Bringer of Jollity – Gustav Holst (Daniel Brusch)
Neste episódio, os professores José Roberto e Danilo Gomes abordam, sob uma ótica filosófica, a importante distinção entre personalidade, temperamento e caráter. A conversa traz à luz os múltiplos fatores que compõem a personalidade humana — desde influências culturais e educacionais até aspectos biológicos e emocionais —, destacando que esses elementos, embora relevantes, não definem plenamente quem somos. Inspirando-se no conceito grego de persona, os participantes discutem a ideia da personalidade como uma máscara que encobre o ser essencial. A filosofia, nesse sentido, surge como uma ferramenta que permite ultrapassar essas camadas externas, auxiliando o ser humano a se conhecer mais profundamente e a desenvolver uma educação que una pensamento, sentimento e ação. O episódio enfatiza que o caráter é fruto de um processo consciente de formação, que alinha a personalidade com os valores do ser interior. Essa formação exige esforço, autodomínio e modelos de sabedoria que inspirem a busca por uma vida mais ética, justa e compassiva. Por fim, destaca-se que uma personalidade bem estruturada não é um fim em si, mas um instrumento para a manifestação das virtudes da alma. Participantes: José Roberto e Danilo Gomes Trilha Sonora: Sergei Rachmaninoff - Piano Concerto No. 2, Op. 18 II. Adagio Sostenuto
A moderação é uma virtude esquecida em tempos de excessos. Neste episódio, os professores Bernardo Norah e Danilo Gomes propõem uma reflexão filosófica sobre o valor da moderação como caminho para a verdadeira felicidade. A partir de uma análise crítica da busca desenfreada por prazeres e da acumulação de bens materiais, os professores resgatam ensinamentos fundamentais da filosofia clássica. Platão, com o conceito de Sophrosyne, apresenta a moderação como equilíbrio entre o prazer e a razão. Epicuro, frequentemente mal compreendido, nos fala de uma vida simples e prudente, livre dos excessos. Já os estoicos, com a máxima "Nada em excesso", reforçam a importância da justa medida como base para uma vida virtuosa. Ao longo da conversa, percebemos como esses ensinamentos permanecem atuais e oferecem diretrizes práticas para cultivar serenidade, equilíbrio e contentamento nas escolhas cotidianas. Um convite à redescoberta da moderação como expressão de sabedoria e liberdade interior. Participantes: Bernardo Norah e Danilo Gomes Trilha Sonora: Antonín Dvořák – Piano Trio No. 4 in E Minor "Dumky", Op. 90
As festas de fim de ano são momentos de reencontro: famílias reunidas, confraternizações com amigos, colegas de trabalho e muitas conversas à mesa. Mas como garantir que esses encontros sejam leves, agradáveis e verdadeiramente felizes? Neste podcast, os professores da Nova Acrópole compartilham reflexões profundas e práticas sobre como desenvolver uma boa comunicação nesses momentos tão especiais do ano. A partir da ideia de que a humanidade é uma grande família, os professores mostram que a boa comunicação nasce da fraternidade, da sinceridade e da escuta atenta, sem julgamentos. Aqui, você vai refletir sobre a importância de falar com atenção, ouvir com respeito e compreender que discordar não precisa significar brigar. Nem todos precisam pensar igual e tudo bem. Em encontros familiares, disputas acaloradas não fortalecem os laços. A comunicação, quando bem praticada, torna-se uma ponte para relações humanas mais saudáveis, pacíficas e verdadeiras. Um convite para viver o fim de ano com mais consciência, harmonia e boas conversas. Participantes: Fernando Soares e Pedro Guimarães Trilha Sonora: Mozart - Sinfonia nº38 Andante
No episódio desta semana, os professores Victor de Lucena e Danilo Gomes compartilham reflexões filosóficas sobre como podemos aprimorar nossas relações humanas, a partir de uma perspectiva mais consciente, ética e fraterna. Partindo da ideia de que o ser humano é, por natureza, um ser social, o diálogo aborda os desafios de conviver em sociedade, especialmente diante das diferenças individuais. Distingue-se entre o impulso de competir ou se destacar e a virtude de se unir aos outros, cultivando a superação de si mesmo em vez da comparação com o outro. São também explorados os valores da cortesia e da concórdia, contrapondo a separatividade à ideia de unidade, fundamental para a construção de vínculos mais profundos. Relações humanas verdadeiras são apontadas como elementos essenciais da felicidade e da saúde mental, destacando-se a importância dos laços de amizade e do convívio harmonioso. Participantes: Victor de Lucena e Danilo Gomes Trilha Sonora: Maurice Ravel – Antar (After N. Rimsky-Korsakov): No. 7. Ravel: Allegretto
Respirar é algo que fazemos o tempo todo — mas quantas vezes paramos para refletir sobre a profundidade desse simples ato? Neste episódio do podcast filosófico da Nova Acrópole, a professora Erika Kalvelage, da sede São Paulo, conduz uma reflexão envolvente sobre o respirar como um símbolo de reconexão com nossa interioridade e com a harmonia da vida. Partindo da respiração como ponte entre corpo, mente e espírito, o episódio convida o ouvinte a redescobrir o valor do silêncio interior em um mundo cada vez mais ruidoso e acelerado. A filosofia antiga, especialmente o pensamento estoico, a simbologia do Yin-Yang da China milenar e o Mito da Caverna de Platão são apresentados como chaves para compreender como o equilíbrio entre ação e introspecção é essencial para uma vida mais consciente, serena e significativa. Mais do que uma pausa, respirar com presença torna-se aqui um exercício de autoconhecimento, um caminho para acessar a sabedoria interior e encontrar, no meio do caos cotidiano, um espaço de paz, lucidez e propósito. Participantes: Erika Kalvelage e Pedro Guimarães Trilha Sonora: Wolfgang Amadeus Mozart – Divertimento em Ré Maior, 2º movimento (Andante)
Baseado no filme Os Agentes do Destino (The Adjustment Bureau, 2011), o episódio promove uma profunda reflexão filosófica sobre a dualidade entre destino e livre-arbítrio. Através da história do político David Norris e sua luta para viver um amor que desafia um plano supostamente traçado por misteriosos "agentes do destino", os professores abordam temas fundamentais como Dharma, Karma, intuição, vontade, provas da vida e o papel da consciência nas escolhas humanas. Inspirados por tradições filosóficas do Oriente e do Ocidente, como o estoicismo, o idealismo kantiano e os ensinamentos de Helena Blavatsky, a conversa propõe que o ser humano, ao desenvolver sua consciência, pode deixar de ser um simples cumpridor de ordens e passar a construir o próprio caminho — não em oposição às leis da Natureza, mas em harmonia com elas. A importância da audácia, da perseverança e da busca pelo sentido mais profundo da vida está presente em toda a narrativa do episódio, que convida o ouvinte a olhar para os sinais do cotidiano com mais atenção, e a reconhecer que a liberdade não se resume à ausência de limites, mas à capacidade de responder com sabedoria, justiça e amor aos desafios da existência. Participantes: Paula Poloni, Gustavo Massen e Danilo Gomes Trilha Sonora: Romeu e Julieta, de Tchaikovsky






















Excelentes reflexões.
legal estou acompanhando!
Muito bom.
Grande pensador, sempre fiel a si mesmo e sabedoria.
opk00n0lnplaaalaaw
Nas coisas simples, há potências escondidas.
"O idealista perfeito seria romântico aos 20 anos e estoico aos 50 anos" José Ingenieros.
Muito bom!
Que isso.... muito muito bom mesmo!
Só uma sugestão: vcs poderiam dispor o link para acessar o artigo.
Sempre bom ouvi-los
Adorei! Para quem não a conhece, como vcs aconselham em iniciar suas obras, qual obra devo ler primeiro?
Lindo livro! Belas palavras
Muito bom!
Pra quem gosta de filosofia como eu!
Sempre grandes ensinamentos! Muito bom
Muito bom! parabéns! poderia disponibilizar seu texto aqui . Espero poder ouvir novos contos como esse. abraço
Obrigado pela explicação! me ajudou muito. Gostaria, caso possível, de indicação de artigos ou livros sobre o tema. Inclusive nos novos episódios, poderia haver indicação de artigos, livros, vídeos etc., incluindo sempre na descrição do tema.
Adorei o episódio !O artigo consegui buscando na internet, mas poderia haver um link na descrição. fica a dica!
obrigado por mais uma reflexão!