Discover
lan house
lan house
Author: matheus sodré
Subscribed: 26Played: 343Subscribe
Share
© matheus sodré
Description
lan-house é um programa de conversas analógicas sobre o mundo digital. eu me chamo matheus sodré, pesquiso cultura e futuro e visitei muita gente que eu admiro - e que trabalha com internet - pra bater um papo sobre o estado atual das coisas. sobre o estado atual… do ciberespaço.
sodremat.substack.com
sodremat.substack.com
19 Episodes
Reverse
instagram e tiktok, vídeos curtos: @sodremattextos em sodremat.substack.comconsumir o fim do mundo faz com que a gente absorva a sua inevitabilidade? o que aconteceu com as nossas ferramentas de produção de sentido? ainda dá pra recuperar a capacidade de sonhar e desatrofiar nosso imaginário?o lan-house é um projeto autofinanciado e meu maior xodó. todo compartilhamento, indicação, comentário ou escuta me faz feliz pra caramba. é aqui que eu quero estar.o TAPETE MARAVILHOSO na parede é dos meus amigos queridos e vizinhos de sala da @voadortecelagemidentidade visual: carolina munhozinstalação das tvs: guilherme durão, do @sup_labanimação do logo para tv: tauan abreutrilha sonora nova, em teste: matheus castro alves e henrique luciani
instagram e tiktok, vídeos curtos: @sodremattextos em sodremat.substack.coma infância como projeto de país. se eu bato tanto na tecla de coletividade e produção de sentido, o lan house dessa semana vem justamente pra gente lembrar dos desafios desse discurso - até pra que ele não fique tão somente restrito à superfície. numa troca bem especial com o jota marques - educador popular, ex-conselheiro tutelar, comunicador e um eterno ativista dos direitos humanos, entramos nas nuances do que significa falar sobre ser coletivo na era digital - e, também, sobre a infância enquanto projeto de país.jota indica a obra de rubem alves. - o lan house é um projeto autofinanciado e meu maior xodó. todo compartilhamento, indicação, comentário ou escuta me faz feliz pra caramba. é aqui que eu quero estar.o TAPETE MARAVILHOSO na parede é dos meus amigos queridos e vizinhos de sala da @voadortecelagemidentidade visual: carolina munhozinstalação das tvs: guilherme durão, do @sup_labanimação do logo para tv: tauan abreutrilha sonora nova, em teste: matheus castro alves e henrique luciani
instagram e tiktok, vídeos curtos: @sodremattextos em sodremat.substack.comeste episódio do 'lan house' repete, pela primeira vez, um convidado. e vale a pena demais :)o andré alves, psicanalista, autor e fundador do instituto float - que você talvez conheça pelo podcast 'vibes em análise' é alguém por quem tenho profunda admiração. nessa troca, que eu chamo de privilégio, conversamos sobre 'o grande ensimesmamento' e o inconsciente digital: como nosso processo de formação de sujeito é mediado por telas? mais do que isso: quais são as implicações dessa mediação a partir de um eixo temporal? o que acontece quando assumimos nosso monólogo interno como protagonista em um mundo de coadjuvantes? qual mundo construimos a partir dessa perspectiva?o nome 'o show do "eu"' é referente ao livro homônimo de paula sibília.o livro indicado pelo andré é 'imediatez', de anna kornbluh- o lan-house é um projeto autofinanciado e meu maior xodó. todo compartilhamento, indicação, comentário ou escuta me faz feliz pra caramba. é aqui que eu quero estar.o TAPETE MARAVILHOSO na parede é dos meus amigos queridos e vizinhos de sala da @voadortecelagemidentidade visual: carolina munhozinstalação das tvs: guilherme durão, do @sup_labanimação do logo para tv: tauan abreutrilha sonora nova, em teste: matheus castro alves e henrique luciani
instagram e tiktok, vídeos curtos: @sodremattextos em sodremat.substack.comeste episódio do 'lan house' não é sobre futebol - ele é sobre as armadilhas da memória.eu, matheus, sou bastante apaixonado por pensar e estudar a forma com a qual interagimos, resgatamos e catalogamos o passado. talvez por isso este tenha sido um dos programas mais longos até então: eu não conseguia parar de conversar com o andrey raychtok ( @_andreyray ), jornalista, autor de alguns dos meus conteúdos favoritos da internet e que usa do futebol para puxar e repuxar fios da meada dos quais até então não fazíamos ideia alguma. entre a discussão sobre o futebol como vocabulário do brasil, os perigos de romantizar o passado e qual é o futuro do passado - quer dizer, da memória - esse aqui é um episódio bem especial. o lan-house é um projeto autofinanciado e meu maior xodó. todo compartilhamento, indicação, comentário ou escuta me faz feliz pra caramba. é aqui que eu quero estar.o TAPETE MARAVILHOSO na parede é dos meus amigos queridos e vizinhos de sala da @voadortecelagemidentidade visual: carolina munhozinstalação das tvs: guilherme durão, do @sup_labanimação do logo para tv: tauan abreutrilha sonora nova, em teste: matheus castro alves e henrique luciani
se por um lado conversamos sobre a 'conteúdização' de um audiovisual cada vez mais acelerado, picotado e supérfluo em seus grandes produtos culturais, o que está do outro lado do espectro?eu e philippe leão ( @profphilippeleao ) já tivemos alguns papos maravilhosos, mas todos com uma carga muito crítica em relação ao estado atual da indústria cultural. hoje vamos inverter isso. experienciar o cinema a partir da sua própria intuição é uma coisa maravilhosa. se encantar por aquilo que não se explica, assim, tão diretamente. deixar a cabeça passear pela tela e dialogar com si mesmo enquanto se assiste a alguma coisa humana e carregada de sentido e sentir. o lan-house é um projeto autofinanciado e meu maior xodó. todo compartilhamento, indicação, comentário ou escuta me faz feliz pra caramba. é aqui que eu quero estar.o TAPETE MARAVILHOSO na parede é dos meus amigos queridos e vizinhos de sala da @voadortecelagemidentidade visual: carolina munhozinstalação das tvs: guilherme durão, do @sup_labanimação do logo para tv: tauan abreutrilha sonora nova, em teste: matheus castro alves e henrique luciani
instagram e tiktok: @sodremattextos em sodremat.substack.comtanto eu quanto valen bandeira, em trajetórias diferentes, tivemos uma persona virtual criada do zero e por nós mesmos em um momento onde o mundo todo estava trancado em casa.desta persona, nasceram relações virtuais e uma imagem que se tornou nossa forma de ganhar a vida. aqui, a gente conversa num papo bem livre sobre essas nuances: hiperexposição; nossas perspectivas psicanalíticas; aberturas e fechamentos de portas; questões morais e éticas e aspectos divertidos e curiosos sobre levar uma vida acenando pra uma audiência virtual.as indicações dela: ‘fun home’, livro / hq de alison bechdelcatriel e paco amoroso, dupla musical argentina.‘a alma imora’, da clarice niskier, peça em cartaz no rio de janeiro. o lan-house é um projeto autofinanciado e meu maior xodó. todo compartilhamento, indicação, comentário ou escuta me faz feliz pra caramba. é aqui que eu quero estar.o TAPETE MARAVILHOSO na parede é dos meus amigos queridos e vizinhos de sala da @voadortecelagemidentidade visual: carolina munhozinstalação das tvs: guilherme durão, do @sup_labanimação do logo para tv: tauan abreutrilha sonora nova, em teste: matheus castro alves e henrique luciani
instagram e tiktok: @sodremattextos em sodremat.substack.com vamos falar sobre a nossa criança. também, sobre o nosso idoso. ainda mais, sobre a percepção do tempo como um lugar não-linear experienciado tanto nos nossos corpos e memórias como também no mundo ao nosso redor. por que é importante carregar na nossa forma de pensar um repertório de todas as nossas idades? e qual é o impacto disso na forma com a qual sonhamos futuros possíveis?felipe haiut é ator, roteirista, escritor e um grande amigo. a sua peça, 'selvagem', teve um papel fundamental na minha vida e na minha pesquisa do último ano. a partir desses lugares em comum, a gente conversa. e digo a vocês que vale muito a pena parar pra escutar, porque foi bem massa.as peças indicadas ao final são 'selvagem' e 'felizarda' - esta última, uma mistura de byung-chul han com 'os normais', segue em cartaz no rio de janeiro, por tempo limitado - e é uma das coisas mais legais que já vi num palco. os ingressos estão aqui: o lan-house é um projeto autofinanciado e meu maior xodó. todo compartilhamento, indicação, comentário ou escuta me faz feliz pra caramba. é aqui que eu quero estar.o TAPETE MARAVILHOSO na parede é dos meus amigos queridos e vizinhos de sala da @voadortecelagemidentidade visual: carolina munhozinstalação das tvs: guilherme durão, do @sup_labanimação do logo para tv: tauan abreutrilha sonora nova, em teste: matheus castro alves e henrique luciani
instagram e tiktok: @sodremattextos em sodremat.substack.como primeiro episódio do ano do lan house é sobre tédio. sobre a importância de ficar entediado e o poder que tem o ócio. é também sobre a captura desse poder por tecnologias algoritmizadas que exteriorizam a nossa consciência e nos furtam, portanto, de muitos aspectos essenciais da nossa produção de subjetividade e consequente felicidade.se você quiser me mandar a camisa do seu time pra que eu vista aqui no programa, é só entrar em contato nos comentários ou na dm do instagram. ao final, indico o jogo 'disco elysium' - uma experiência de mídia revolucionária e que eu espero que impacte vocês da mesma forma que me impactou.o lan-house é um projeto autofinanciado e meu maior xodó. todo compartilhamento, indicação, comentário ou escuta me faz feliz pra caramba. é aqui que eu quero estar.o TAPETE MARAVILHOSO na parede é dos meus amigos queridos e vizinhos de sala da @voadortecelagemidentidade visual: carolina munhozinstalação das tvs: guilherme durão, do @sup_labanimação do logo para tv: tauan abreutrilha sonora nova, em teste: matheus castro alves e henrique luciani
instagram e tiktok: @sodremattextos em sodremat.substack.como último episódio do ano do lan house é muito, muito especial pra mim: converso com diogo mendes, meu professor de literatura do ensino médio, sobre educação, afeto, troca, sala de aula, futuro, adolescência e muitas coisas outras. tenho hoje a idade que diogo tinha quando me deu aula, no alto dos meus 15 anos, e meu encontro com ele foi muito formativo para a pessoa que me tornei hoje. espero que esse papo seja tão gostoso e entusiasmante pra vocês quanto foi pra mim.o livro indicado por ele foi 'torto arado', do itamar vieira júnioro filme indicado por ele foi 'o agente secreto', de kleber mendonça filhoo lan-house é um projeto autofinanciado e meu maior xodó.identidade visual: carolina munhozinstalação das tvs: guilherme durão, do @sup_labanimação do logo para tv: tauan abreutrilha sonora: gus lanzetta
instagram e tiktok: @sodremattextos em sodremat.substack.comprometo que o episódio de hoje tem mais foco do que as lentes da minha câmera, até porque o tema é bastante pessoal pra mim e reflete uma jornada do meu último ano e meio: como escapar do cinismo individualizador produzido pelas redes e voltar a produzir sentido, entusiasmo e interesse sobre a vida?pra ensaiar sobre isso, escutei o orlando calheiros - antropólogo, escritor, produtor audiovisual, babalaô de ifá, campeão de lambada na segunda série e, também, um cara fundamental na minha formação humana e intelectual nos últimos tempos e por quem tenho muito carinho, especialmente pelas constantes provocações sobre responsabilidade na internet e reaprender a gostar das coisas. essa troca foi bastante especial pra mim, e muito inspiradora. espero que seja legal pra vocês também. o livro indicado por ele é o espinosa: filosofia prática, de deleuze:https://www.amazon.com.br/Espinosa-Filosofia-Pr%C3%A1tica-Gilles-Deleuze/dp/8571371962o lan-house é um projeto autofinanciado e meu maior xodó.identidade visual: carolina munhozinstalação das tvs: guilherme durão, do @sup_labanimação do logo para tv: tauan abreutrilha sonora: gus lanzetta
terceiro episódio em vídeo do lan house. luzes melhorando e som também. cenário quase lá. uma adicão maravilhosa, e uma das coisas mais especiais que já fizeram pra mim, agora integra o ambiente: esse tapete personalizado dos amigos da @voadortecelagem <3eu sempre falo que sou nascido e criado na internet. então, resolvi discorrer um pouco sobre minha infância e adolescência no mundo encantado dos fóruns e sobre como sinto os restos disso escorrendo pelas mãos ao puxar a máquina de caça-níquel que temos no bolso pra scrollar infinitamente pelo site mais amargo e amado do mundo. talvez seja hora de mudar meus vieses.INDICAÇÕES:'kairo', de kiyoshi kurosawa'f for fake', de orson wellesidentidade visual: carolina munhozinstalação das tvs: guilherme durão, do @sup_labanimação do logo para tv: tauan abreutrilha sonora: gus lanzetta
vale a pena tornar-se influencer da sua profissão?o segundo episódio da retomada do lan house, um programa de papos analógicos sobre o mundo digital. agora, semanal. agora, também em vídeo. o som tá melhorando e a luz também, mas é gostoso colocar as engrenagens em movimento. paciência, tô entendendo o jeito mais legal de fazer as coisas!!!no episódio de hoje, conversei com a bella camero sobre a tiktokização de tudo - toda profissão demanda que você seja influencer daquilo que faz como prova de qualidade do serviço? e o ator, que se antes emprestava a imagem à exaustão para produções audiovisuais, agora também performa um personagem de si próprio?nesse jogo de imagens emprestadas e performadas, exposição comandada por engajamento e linguagens digitais pastuerizadas, ainda dá pra ter alguma autenticidade na internet? o que é autenticidade? você encontra informações sobre a peça que comentamos no final aqui: ‘felizarda’ entra em cartaz no rio de janeiro a partir da semana que vem, depois de uma temporada esgotada em são paulo. instagram e tiktok: sodremat / bella.camerosubstack: sodremat.substack.com
o primeiro episódio da retomada do lan house. agora, semanal. agora, também em vídeo. o som vai melhorar e a luz também, mas é gostoso colocar as engrenagens em movimento. resolvi me abrir um pouco e testar minha capacidade de vulnerabilidade nesse formato novo. também, pensar sobre as tensões provocadas entre a minha hiperexposição ao longo dos anos de internet e a resultante disso em quem eu sou, como também nos processos de formação de identidade agenciados pelas redes sociais na era dos algoritmos. bibliografia mencionada e indicada:doppelganger, naomi kleininfocracia, byung-chul hano show do 'eu', paula sibíliasimulacros e simulação, jean baudrillardsurvival of the richest, douglas rushkoffrealismo capitalista, mark fisherfilmes, séries e jogos: twin peaks, david lynch e mark frostserial experiments laindisco elysium
essa conversa é uma perspectiva de quem lida diariamente com um jornalismo que precisa disputar espaço com conteúdo e com informação que precisa disputar espaço com entretenimento. quais que elas acham que são os caminhos futuros da indústria musical - e do jornalismo musical e da crítica cultural, por consequência.A gente falou de contracultura, música brasileira, caixa de som no espaço público e outras coisas muito legais e bonitas. A gente comeu um pão de queijo que a Dora fez. Em retrospecto, talvez tenha ficado melhor que o do Thiago. Mas em retrospecto, novamente, os dois eram da mesma marca. Não vou incitar rivalidades, mas a Dora é mineira. ‘a internet não acabou com a contracultura - você só não vai encontrá-la no instagram’, por caroline bustamúsicas brasileiras representam 93,5% das mais tocadas no paíspesquisa sobre hábitos de consumo de música entre brasileiros‘sua música’, plataforma brasileira para artistasentrevista com carol prado: “jornalismo de entretenimento e cultura não pode ter preconceitoconteúdo de dora guerra junto ao G1 sobre funk, um dos seus formatos de criação This is a public episode. If you would like to discuss this with other subscribers or get access to bonus episodes, visit sodremat.substack.com
esse episódio é uma conversa saudosa - mas não nostálgica e paralisada - entre duas pessoas que cresceram numa internet que se pretendia coletiva e cheia de experimentações diferentes orientadas para a conexão entre pessoas. jogos online, fóruns de nicho, comunidades no Orkut, MSN - todos vestígios de um ciberespaço que, há não muito tempo, era um lugar em que a gente entrava e saía - e não um oceano no qual estamos mergulhados… ou nos afogando.essa conversa é também sobre não-binariedade. qual é o papel da internet na possibilidade de apresentação de novas identidades possíveis? e onde a hiperprodutificação das nossas vidas no digital começa a interferir nesse processo de expressão e nos roubar de outras formas de ser?wayback machine, para pesquisar versões antigas de sitesreportagem sobre counter strike e lan-houses no brasila pandemia e os ‘ovos trans’ chocados‘a colonização da internet’, um vídeo-ensaio meu sobre a internet dos anos 2000o trabalho da juvi na internet This is a public episode. If you would like to discuss this with other subscribers or get access to bonus episodes, visit sodremat.substack.com
o que mudou na produção de estrelas na cultura pop depois que o mundo se digitalizou? como a nossa relação com celebridades - e consumo das suas vidas e ideias - se transformou? onde começa a criação de conteúdo e termina a artista? é possível dar certo na indústria musical sem alavancar uma carreira nas redes sociais? várias perguntas, poucas respostas, muita especulação. lan-house!the end of the hollywood celebrity, de eugene healeycomo a cultura pop de 2024 está influenciando 2025, por eugene healey‘por que as redes sociais não são mais divertidas?’ por mina leo trabalho de gab ferreira This is a public episode. If you would like to discuss this with other subscribers or get access to bonus episodes, visit sodremat.substack.com
nós estamos passando por um processo de digitalização da nossa identidade - e, também, da nossa subjetividade. saímos do mundo real pra nuvem, mas nem tudo é de interesse ou capacidade de extração dela. quais ingredientes ficam de fora da produção de um ‘eu’ virtual e o que falta na nossa cada vez mais complexa identidade virtual?links: ‘doppelganger’, livro de naomi klein sobre o mundo espelhado digital. ‘a revolução molecular’, de félix guattari https://www.youtube.com/watch?v=to72IJzQT5k“a virtualização do ‘eu’”, vídeo-ensaio meu sobre o tema do podcast ‘intimidades sintéticas’, episódio do podcast vibes em análise, do andré alves e do lucas liedkea internet é uma floresta negra, por yancey stricklero fim do mindset billionário, por douglas rushkoff This is a public episode. If you would like to discuss this with other subscribers or get access to bonus episodes, visit sodremat.substack.com
a conversa da vez é com a mari kruger, que é pesquisadora, bióloga, cientista, DJ e um dos maiores fenômenos de comunicação em rede social do brasil. a gente conversou sobre um lugar que tanto eu quanto ela temos enquanto ocupação: o de um “influenciador” que trabalha com informação e os desafios e contradições disso se sustentar a partir de um modelo publicitário.esse fenômeno não é novo, mas essa versão super-individualizada do influenciador-empresa, onde nos tornamos operações completas de marcas de nós mesmos - vitrines e back-office - se consolidou na pandemia.esse formato produz situações onde eu e todos os outros que trabalham com esse modelo na internet sejamos nós mesmos os nossos órgãos reguladores e nossos códigos de ética e muita coisa em muitas situações onde tudo é muito cinza. tudo é muito.pode existir, então, influenciador do bem?edição, trilha e tratamento do @guslanzettauma distribuição de atabaque produçõesidentidade visual de carolina munhozlinks:pesquisa: 75% dos jovens brasileiros sonham em ser influenciadores‘o bonde do tigrinho’, matéria da piauí sobre virgíniao trabalho de mari krüger nas redes sociais This is a public episode. If you would like to discuss this with other subscribers or get access to bonus episodes, visit sodremat.substack.com
muita gente acha que o cinema nacional “não dá certo” porque faz produções que não parecem versões hollywoodianas das nossas histórias.ou seja: somos estrangeiros às nossas próprias imagens. olhamos o que vem de dentro e com estranheza porque não se parece com o que vem de fora.high school, prom, cheerleaders, jocks, halloween, subúrbios estadunidenses - somos naturalizados sem cidadania na cultura americana. isso é "soft power” - e tem profandas implicações políticas.links:‘pirataria: do oceano aos downloads ilegais e a luta pelo conhecimento livre’, ensaio brilhante do thiago marina rodrigues: como o brasil pode ter outros ‘ainda estou aqui’? marina rodrigues: a velha nova cota de tela, um debate que ainda não terminouphilippe leão: o cinema de rua não vai voltardesencontros: podcast com philippe leão, matheus fiore e thiago ora This is a public episode. If you would like to discuss this with other subscribers or get access to bonus episodes, visit sodremat.substack.com










