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(des)confortos da vida adulta
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Você é sempre a amiga solteira do grupo? A que segura vela, a que ouve áudios intermináveis sobre boy lixo, a que “não sossega” ou a que “ainda vai encontrar alguém”? Então escute esse episódio.No episódio de hoje do Desconfortos da Vida Adulta, a gente conversa sobre o lugar social da mulher solteira: por que ainda existe tanta pressão para estar em um relacionamento? Por que a solteirice feminina é vista como fase, falha ou problema a ser resolvido? E como isso afeta nossa autoestima, amizades e escolhas?Falamos sobre:pressão social para namorar e casarsolidão x solitudea romantização do relacionamentoamizade entre mulheres e mudança de dinâmica quando alguém começa a namorarindependência feminina e autonomia emocionalo medo de “ficar para trás”Se você já se sentiu deslocada nas rodinhas de casal, cansada de perguntas invasivas ou questionou se tem algo errado com você por estar solteira, esse episódio é para você.Um episódio sobre autoestima, liberdade, feminismo e o direito de não se encaixar no roteiro esperado.🎧 Aperta o play e me conta: ser a amiga solteira é escolha, fase ou resistência?
No ep. 17, eu assumo oficialmente o papel de vilã.Porque toda vez que você começa a colocar limites, parar de agradar todo mundo e dizer “não”, alguém decide que você ficou egoísta, difícil ou “grossa”.Então, talvez o problema seja que, comigo, você não faz o que quer.Nesse episódio a gente conversa sobre a obsessão e o preço em ser sempre a menina legal. Falo de limites, autoestima, relacionamentos e dessa virada de chave estranha (e libertadora) que é parar de caber em todo mundo.Um papo honesto, meio desconfortável e muito necessário especialmente se você tá cansada de ser boazinha o tempo todo.Desconfortos da Vida Adulta #17
O que você anda carregando na vida adulta só porque “sempre foi assim”?Neste episódio de Desconfortos da Vida Adulta, eu falo sobre coisas que não cabem mais na minha vida e que talvez também não caibam mais na sua. Expectativas irreais, culpa por descansar, relações desequilibradas, produtividade como identidade, padrões que nos ensinaram a engolir (principalmente a nós, mulheres).Uma conversa honesta sobre desapego emocional, limites, amadurecimento, autocuidado sem romantização e a pressão silenciosa da vida adulta. Sem fórmulas mágicas, sem frases de efeito, mas com reflexão, incômodo e identificação.🎧 Se você está repensando prioridades, relações, trabalho e a forma como ocupa espaço no mundo, esse episódio é pra você.Falamos sobre:Coisas que deixamos de aceitar na vida adultaLimites emocionais e relações que cansamAutocuidado real (não o vendável)Exaustão feminina e expectativas sociaisCrescer também é escolher o que não fica✨ pra quem sente que mudou e não quer mais se encolher pra caber.
Neste episódio do Desconfortos da Vida Adulta, a gente fala sobre má-fé, responsabilidade e a tentação de culpar o mundo por tudo o que nos acontece, sem cair em discurso meritocrático ou autoajuda vazia.A partir de Sartre, discutimos o conceito de má-fé: quando fingimos não ter escolha para não lidar com o peso de escolher. Em diálogo com Simone de Beauvoir, a conversa avança para a ideia de liberdade situada: entendendo como gênero, raça, classe e história moldam nossas possibilidades, mas não apagam a responsabilidade individual.Até que ponto o sofrimento explica nossas ações? E em que momento ele vira desculpa?Um episódio sobre crescer sem romantizar a dor, assumir autoria sem negar a estrutura e sair da posição confortável de vítima permanente.Temas abordados- Má-fé e existencialismo- Responsabilidade individual x estrutura social- Simone de Beauvoir e a liberdade situada- Sartre e a ética da escolha- Opressão, dor e autoria- Por que responsabilidade não é meritocraciaAutores e referências citadas:Jean-Paul Sartre, Simone de Beauvoir, Frantz Fanon, bell hooksPalavras-chave (SEO)má-fé sartre, existencialismo e responsabilidade, simone de beauvoir ética, liberdade situada, filosofia existencialista, responsabilidade individual, sofrimento e escolha, podcast filosofia, podcast feminista, desconfortos da vida adultaMatéria citada: https://www1.folha.uol.com.br/equilibrio/2026/01/abracar-o-nada-a-ideia-do-filosofo-jean-paul-sartre-que-pode-ser-libertadora-para-comecar-o-ano.shtml?utm_source=whatsapp&utm_medium=social&utm_campaign=compwa
Vivemos a era dos relacionamentos por conveniência: conexões que duram enquanto são úteis, conversas que evaporam quando deixam de servir e vínculos que parecem mais transações do que encontros reais. Neste episódio, refletimos sobre como o capitalismo afetivo transformou nossa forma de amar, desejar e nos vincular.Por que nos tornamos tão descartáveis uns aos outros? Como a lógica da eficiência e da utilidade invadiu até nossas relações mais íntimas?Entre feminismo e experiências cotidianas, este episódio convida você a pensar: estamos nos relacionando com pessoas ou com ferramentas?relacionamentos modernos, capitalismo afetivo, vínculos humanos, amor líquido, solidão contemporânea, relações por conveniência, podcast feminista, saúde emocional, sociedade digital.
Vivemos em uma sociedade que nos define pelo que fazemos, pelo quanto entregamos e pela produtividade que exibimos. Mas… quem somos quando paramos de produzir? Neste episódio, converso sobre o desconforto de existir sem performance: o vazio, a culpa e também as possibilidades de prazer e identidade que aparecem quando deixamos de medir nossa vida em termos de resultados. Um convite para repensar a forma como nos relacionamos com tempo, descanso e valor pessoal.
Neste episódio, eu falo sobre as relações, as ilusões e as oportunidades que ficaram pelo caminho de me tornar feminista. Um relato honesto sobre o custo invisível de se manter fiel a quem você é...
Aos 30 esperamos estar “resolvidas”. Ter uma carreira estável, um relacionamento sério, certezas inabaláveis e talvez até um sofá bonito. Mas e se a verdadeira graça da vida adulta estiver justamente em não ter tudo tão claro assim?Neste episódio, falamos sobre a beleza de se tornar quem você é: com dúvidas, recomeços, pequenas revoluções e versões inacabadas de si mesma. Crescer não é se fixar, é se permitir mudar, e a vida fica mais interessante quando a gente abandona a obrigação de chegar lá.
Um papo essencial sobre as expectativas que colocamos no amor, como o modelo tradicional de amor romântico ainda molda nossas expectativas, o peso do ideal romântico e como a descentralização dos afetos pode ser um caminho de liberdade emocional.
Por que estamos tão exaustas? Neste episódio do podcast (des)confortos da vida adulta, exploramos o cansaço moderno pela lente do feminismo. Falamos sobre a sobrecarga emocional, o peso do cuidado constante, e como a exaustão afeta especialmente mulheres e pessoas socializadas para cuidar. De onde vem esse cansaço crônico? Qual o papel do capitalismo, do gênero e das redes sociais nisso tudo? Uma conversa sensível, crítica e cheia de referências para quem também anda exausta e quer entender por quê.🎧 Feminismo | Saúde mental | Produtividade | Cansaço crônico | Autocuidado político
neste episódio, falamos sobre como crescemos acreditando que em algum momento a vida vai “se encaixar”, como se existisse um ponto de chegada onde tudo se estabiliza. mas a vida adulta insiste em nos mostrar o contrário: tudo muda o tempo todo. relações, trabalhos, cidades, planos… na verdade, a impermanência é a única constante.entre desabafos e reflexões, discutimos como lidar com essa instabilidade sem pirar, o que nos faz buscar segurança o tempo todo, e por que aceitar a transitoriedade das coisas pode ser, na verdade, um alívio.um episódio para quem está tentando fazer as pazes com o movimento da vida...
neste episódio, eu sento pra conversar com você sobre aquele momento caótico e silencioso em que a vida desanda e a gente tenta desesperadamente voltar à rotina, à motivação, à disciplina… mas parece que nada encaixa.falo sobre a ilusão de que existe um "trilho certo", o peso de se sentir atrasada, a frustração de saber o que precisa fazer, mas travar mesmo assim. esse episódio é pra quem tá tentando... mas não tem ideia por onde começar.
neste episódio, mergulhamos em uma análise emocional e social sobre o ghosting e o desaparecimento silencioso nas relações da era digital. por que se tornou tão comum sumir sem explicação? o que isso revela sobre nossa forma de lidar com conflitos, vulnerabilidade e desconforto? refletindo sobre empatia, limites, comunicação e a ilusão de conexões descartáveis. um convite para pensar sobre a coragem de se despedir.
Você se acostumou a dar conta. A agradar. A funcionar...Mas, em algum momento, parou de se escutar.Esse episódio é um convite (incômodo, eu sei) pra olhar pro que te distancia de você mesma.Talvez o maior desafio da vida adulta seja esse:reaprender a estar com você. De verdade.Ouça agora e me conta: o que você encontrou do outro lado do muro?#DesconfortosDaVidaAdulta #PodcastReflexivo #Autoconhecimento #SaúdeEmocional #JornadaInterior
ser solteira em 2025 é emponderamento? nesse episódio, mergulho nas nuances entre escolha e imposição social: será que estamos solteiras porque queremos ou porque simplesmente não tem opção decente?conversamos sobre a pressão velada que ainda existe sobre a mulher solteira, a romantização do relacionamento e o medo coletivo de assumir que às vezes, sim, dá pra ser feliz solteira – sem abrir mão das suas necessidades emocionais.afinal, a solteirice da mulher de 30 é um lugar de poder ou de invisibilidade? vem refletir comigo nesse episódio que é um abraço em quem já se sentiu meio deslocada por não estar em um relacionamento. spoiler: você não tá sozinha – e talvez esse seja a melhor posição.
oi irmãs! depois de mais uma semana doente, voltei com o terceiro episódio do (des)confortos da vida adulta com o tema autoestima.no episódio de hoje eu falo sobre como foi a construção da minha autoestima e converso sobre um exercício cíclico para elevar a sua e a de todas nós junto.ps: o último minuto do episódio está com o áudio distorcido, ainda to figuring out as gravações e por algum motivo o final ficou assim, obrigada pela paciência e compreensão de sempre <3repertório da semana: O mito da beleza, Naomi Wolf.
você sente que está sempre esperando pela próxima fase da vida? como se nunca estivesse realmente lá, mas sempre quase? neste episódio do Desconfortos da Vida Adulta, falo sobre a sensação de estar presa em um limbo constante, a ansiedade de querer chegar logo ao "próximo nível" e como isso afeta nosso bem-estar.
você já percebeu como a gente passa tanto tempo focando no que falta, no que poderia ser diferente, que acaba esquecendo de enxergar o que já tem? neste episódio, compartilho uma mudança de mentalidade que transformou minha vida, vamos falar sobre como esse shift pode impactar sua autoestima, seus relacionamentos e até suas oportunidades. se você sente que está sempre correndo atrás de algo e nunca é o suficiente, esse episódio é para você. #DesenvolvimentoPessoal #VidaAdulta #Autoconhecimento #CrescimentoPessoal






