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Dedo no Pulso - Panorama Macroeconômico e o Agronegócio
Dedo no Pulso - Panorama Macroeconômico e o Agronegócio
Author: Agro Resenha Produções
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Dedo no Pulso | O podcast da Ecoagro
Análise com sensibilidade, precisão e visão estratégica dos movimentos do agronegócio e da economia.
Dedo no Pulso é o podcast obrigatório para quem quer entender o que está acontecendo com a economia brasileira, o setor agroindustrial e as principais economias do mundo. Toda semana, nosso economista-chefe Antonio da Luz interpreta os dados mais relevantes com profundidade, didática e realismo.
Apresentamos um resumo da reunião de guidance com a diretoria e os heads da Ecoagro, realizada sempre às segundas-feiras. Um conteúdo direto da fonte, com tudo o que você precisa saber sobre macroeconomia, mercado agropecuário e cenário político-econômico.
Porque para antecipar tendências, é preciso ter o dedo no pulso do mercado.
🔗 ECOAGRO. O elo entre o agronegócio e o mercado de capitais.
Saiba mais em https://www.ecoagro.agr.br/.
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ECOAGRO. O elo entre o agronegócio e o mercado de capitais. Saiba mais sobre a Ecoagro em https://www.ecoagro.agr.br/
Palavras-chave: macroenonomia, economia, agronegócio, agro, economia agroindustrial, agricultura, pecuária, economia agrícola, mercado de capitais, mercado do agronegócio, mercado agrícola, mercado pecuário.
Análise com sensibilidade, precisão e visão estratégica dos movimentos do agronegócio e da economia.
Dedo no Pulso é o podcast obrigatório para quem quer entender o que está acontecendo com a economia brasileira, o setor agroindustrial e as principais economias do mundo. Toda semana, nosso economista-chefe Antonio da Luz interpreta os dados mais relevantes com profundidade, didática e realismo.
Apresentamos um resumo da reunião de guidance com a diretoria e os heads da Ecoagro, realizada sempre às segundas-feiras. Um conteúdo direto da fonte, com tudo o que você precisa saber sobre macroeconomia, mercado agropecuário e cenário político-econômico.
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A economia brasileira mostra sinais de desaceleração, com consumo mais fraco e inflação pressionada pelo petróleo, o que deve levar a um corte menor da Selic. No cenário global, EUA enfrentam inflação alta e a China muda sua estratégia, reduzindo dólar e comprando ouro. Para o agro, o cenário é positivo, com fundamentos mais fortes para commodities, especialmente a soja. ➡🎙A voz da maior securitizadora do Agro! 🔗Spotify: https://lnkd.in/dEXjHM2P 🔗Apple Podcast: https://lnkd.in/dgDAHdfw FICHA TÉCNICA:Apresentação: Antônio da LuzProdução: Agro ResenhaEdição: Senhor ASee omnystudio.com/listener for privacy information.
No episódio da semana, o economista Antonio da Luz analisa o cenário macroeconômico e o impacto do crédito no Brasil, mostrando que a crise não está apenas no agro, mas em toda a economia. Apesar do aumento da inadimplência no setor, os dados revelam que empresas e famílias enfrentam uma situação ainda mais crítica, com alto endividamento e juros elevados. O podcast destaca que o principal problema está no desequilíbrio fiscal, que faz o governo absorver grande parte do crédito disponível, encarecendo o dinheiro para o setor produtivo. Além disso, a economia brasileira segue em desaceleração, com inflação pressionada e pouca margem para queda de juros. Por fim, Antonio desmistifica a dependência do Brasil em relação à China, mostrando que o agro tem ampliado sua presença em diversos mercados globais. A mensagem central é clara: o agro continua sendo um setor resiliente e estratégico, mesmo diante de um cenário econômico desafiador. ➡🎙A voz da maior securitizadora do Agro! 🔗Spotify: https://lnkd.in/dEXjHM2P 🔗Apple Podcast: https://lnkd.in/dgDAHdfw FICHA TÉCNICA:Apresentação: Antônio da LuzProdução: Agro ResenhaEdição: Senhor ASee omnystudio.com/listener for privacy information.
O episódio desta semana revela como a trajetória dos juros no Brasil tem influenciado o crédito, os investimentos e o ritmo de crescimento das empresas e propriedades rurais, além de mostrar como fatores externos, como a alta do petróleo e tensões globais, podem pressionar ainda mais a inflação e dificultar a queda da taxa Selic. Ao longo do episódio, Antonio da Luz explica o que está por trás das decisões do Banco Central, o que o mercado financeiro já está precificando e por que há cada vez mais incerteza sobre o futuro econômico do país. O conteúdo também desmistifica a ideia de que a crise está concentrada no agro, evidenciando que o endividamento, a inadimplência e os desafios econômicos são generalizados, atingindo diferentes setores e famílias brasileiras. Se você atua no agronegócio, investe ou precisa tomar decisões estratégicas, este episódio entrega insights valiosos que normalmente ficam restritos a grandes bancos e investidores, ajudando você a entender o cenário atual e se preparar para o que vem pela frente. ➡🎙A voz da maior securitizadora do Agro! 🔗Spotify: https://lnkd.in/dEXjHM2P 🔗Apple Podcast: https://lnkd.in/dgDAHdfw FICHA TÉCNICA:Apresentação: Antônio da LuzProdução: Agro ResenhaEdição: Senhor ASee omnystudio.com/listener for privacy information.
Na última semana de março, o cenário econômico trouxe fortes emoções para investidores e para o setor do agronegócio. O Copom decidiu por um corte de 0,25 pontos na taxa Selic, levando-a para 14,75%, contrariando parte do mercado que esperava uma redução maior. Mais importante que a decisão em si foi o comunicado, que deixou claro que novos cortes não estão garantidos diante das incertezas externas, especialmente os conflitos no Oriente Médio e seus impactos sobre o petróleo e demais commodities.O Banco Central divulgou também o relatório trimestral de inflação e dados como IPC-15 e IGP-M, reforçando a preocupação com a trajetória dos preços. Estudos apresentados mostram que, mesmo com Selic em queda, o IPCA pode ultrapassar o teto da meta caso o petróleo se mantenha em patamares elevados. Isso coloca em xeque a continuidade do ciclo de cortes.Nos Estados Unidos, o Federal Reserve manteve os juros entre 3,50% e 3,75%, destacando a solidez da atividade econômica e do mercado de trabalho, mas também a pressão inflacionária vinda do petróleo. Jerome Powell reforçou que futuros cortes dependem da evolução dos dados e do impacto da guerra.Na China, os sinais de desaceleração preocupam: desemprego em alta, varejo fraco e queda contínua nos preços dos imóveis. Apesar disso, a produção industrial segue crescendo, mostrando a tentativa de sustentar o ritmo econômico.Além dos indicadores, Antônio da Luz trouxe reflexões sobre o legado do ministro Fernando Haddad no Ministério da Fazenda, destacando os desafios que ficam para seu sucessor e para o futuro da política econômica brasileira.O episódio reforça que o momento exige atenção redobrada: inflação pressionada, petróleo em alta, incertezas externas e a necessidade de avaliar com cautela os próximos passos da política monetária.Esse é o Dedo no Pulso, acompanhando semana a semana os movimentos da economia e seus reflexos no agro e nos investimentos ➡🎙A voz da maior securitizadora do Agro! 🔗Spotify: https://lnkd.in/dEXjHM2P 🔗Apple Podcast: https://lnkd.in/dgDAHdfw FICHA TÉCNICA:Apresentação: Antônio da LuzProdução: Agro ResenhaEdição: Senhor ASee omnystudio.com/listener for privacy information.
O episódio trouxe uma leitura detalhada dos principais movimentos da economia global e seus reflexos no Brasil e no agronegócio. A chamada “super quarta” marcou decisões de juros tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos. Por aqui, a expectativa era de corte de 0,25 pontos na Selic, enquanto nos EUA o mercado trabalhava com a manutenção das taxas, em razão dos impactos da guerra e da alta do petróleo.Antonio da Luz apresentou um estudo aprofundado sobre os efeitos da escalada do preço do petróleo na inflação, destacando que o choque atual é de oferta, e não de demanda. Isso significa que os juros, embora utilizados pelos bancos centrais, não atacam a causa do problema, apenas o sintoma. O risco é que a política monetária acabe provocando recessão antes que a inflação se acomode.O episódio também analisou os impactos sobre atividade econômica, câmbio, títulos públicos e commodities, com atenção especial à soja, diretamente influenciada pelo petróleo. No Brasil, os dados mostraram desaceleração nas vendas do varejo e nos serviços, além de uma inflação pressionada em fevereiro, puxada principalmente pela educação. Nos Estados Unidos, o emprego segue forte e a inflação ao consumidor se aproxima da meta. Já a China apresentou sinais de saída da deflação, com crescimento robusto nas exportações e importações.Antonio reforçou que o mundo vive uma sobreposição de vulnerabilidades: estoques globais de petróleo nos menores níveis desde 2008, anos de subinvestimento em exploração e um conflito no Oriente Médio que ameaça o estreito de Ormuz, responsável por 20% do fluxo mundial de petróleo. O resultado é uma inflação de custos com efeitos explosivos sobre famílias, empresas e governos.O Podcast Dedo no Pulso traduz a complexidade dos mercados globais e mostra como o agronegócio brasileiro está navegando em meio a essa tempestade, trazendo análises sobre inflação, juros, fiscal e commodities, sempre com foco em como esses movimentos impactam diretamente o setor e o ambiente de negócios.Quer que eu faça uma versão ainda mais enxuta, no estilo de chamada rápida para redes sociais, destacando só os pontos mais impactantes? ➡🎙A voz da maior securitizadora do Agro! 🔗Spotify: https://lnkd.in/dEXjHM2P 🔗Apple Podcast: https://lnkd.in/dgDAHdfw FICHA TÉCNICA:Apresentação: Antônio da LuzProdução: Agro ResenhaEdição: Senhor ASee omnystudio.com/listener for privacy information.
No episódio desta semana, o economista Antônio da Luz analisa os principais indicadores macroeconômicos do Brasil e do mundo, trazendo uma visão crítica sobre os rumos da economia e do agronegócio. No Brasil, os destaques são o IPCA de fevereiro, vendas no varejo, crescimento dos serviços e confiança do consumidor. Nos Estados Unidos, os olhos estão voltados para o CPI e o núcleo do PCE, fundamentais para as decisões do Fed. Já na China, inflação ao consumidor e ao produtor, além da balança comercial, entram em pauta.O PIB brasileiro de 2025 cresceu 2,3%, exatamente como projetado, com o setor agropecuário registrando um avanço expressivo de 11,7%, impulsionado pela produção de 350 milhões de toneladas. Apesar disso, Antônio chama atenção para um problema estrutural: a baixa taxa de investimento, estacionada em apenas 17%, insuficiente para sustentar o crescimento de longo prazo. Ele compara esse modelo, baseado em consumo e gasto público, a “voos de galinha”, defendendo que apenas o investimento sólido pode garantir crescimento sustentável. Para reforçar sua análise, recorre às teorias de grandes economistas como Keynes, Solow, Lucas e Romer, mostrando como o Brasil permanece preso na armadilha da renda média.O episódio também aborda os impactos da primeira semana da guerra no Irã sobre a economia global e, em especial, sobre o agronegócio. A mensagem é clara: não há motivo para pânico e o setor pode até sair fortalecido.Este episódio é essencial para quem deseja compreender o papel dos investimentos no crescimento econômico, como o Brasil pode romper a barreira da renda média e os efeitos da geopolítica sobre o agro e os mercados. Um conteúdo direto e indispensável para investidores, profissionais do agro e todos que querem colocar o dedo no pulso da economia. ➡🎙A voz da maior securitizadora do Agro! 🔗Spotify: https://lnkd.in/dEXjHM2P 🔗Apple Podcast: https://lnkd.in/dgDAHdfw FICHA TÉCNICA:Apresentação: Antônio da LuzProdução: Agro ResenhaEdição: Senhor ASee omnystudio.com/listener for privacy information.
O episódio do Dedo No Pulso desta semana traz uma análise abrangente sobre os principais fatores que afetam a economia brasileira e o agronegócio. Antônio da Luz destaca a decisão do governo de aumentar impostos de importação, medida que, segundo ele, reduz a produtividade e a competitividade nacional. Além disso, aborda os entraves logísticos como a paralisação da Ferrogrão e o recuo na concessão de hidrovias, reforçando como infraestrutura deficiente compromete o escoamento de grãos e a eficiência do setor. O cenário internacional também entra em pauta, com os possíveis impactos econômicos do conflito envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã, que podem afetar preços de petróleo e comércio global.No campo dos indicadores, o episódio analisa a desaceleração do PIB no quarto trimestre de 2025, a queda da confiança do consumidor para 86,1 pontos, e os dados fiscais que revelam aumento da dívida bruta para 78,66% do PIB. A inflação surpreendeu com alta de 0,84% no IPC-15, puxada pelo setor de educação, evidenciando a inércia inflacionária brasileira. No crédito rural, a inadimplência subiu para 7,33%, enquanto o mercado de capitais se fortalece como alternativa de financiamento ao agro. Por fim, Antônio ressalta que problemas complexos exigem soluções estruturais, e não medidas simplistas que apenas agravam os desafios da economia e do agronegócio. ➡🎙A voz da maior securitizadora do Agro! 🔗Spotify: https://lnkd.in/dEXjHM2P 🔗Apple Podcast: https://lnkd.in/dgDAHdfw FICHA TÉCNICA:Apresentação: Antônio da LuzProdução: Agro ResenhaEdição: Senhor ASee omnystudio.com/listener for privacy information.
Você já ouviu que o brasileiro produz pouco porque trabalha pouco?Os dados mostram exatamente o contrário. No novo episódio do Dedo no Pulso – Panorama Macroeconômico, analisamos números recentes do PISA (OCDE), do Banco Mundial (Doing Business), da Organização Mundial do Comércio (OMC) e do The Conference Board, para entender por que o Brasil gera apenas cerca de US$ 21 por hora trabalhada, enquanto países como os Estados Unidos e a Alemanha superam os US$ 80 por hora. 📊 O problema não está na quantidade de horas trabalhadas.Está na estrutura. 🔎 Neste episódio você vai entender os 8 fatores centrais que travam nossa produtividade: ✅ Capital humano fragilizado (educação e base matemática deficiente segundo o PISA)✅ Baixa acumulação de capital e difusão tecnológica lenta✅ Má alocação de recursos (crédito direcionado, distorções tributárias e “empresas zumbis”)✅ Ambiente de negócios sufocado por burocracia (1.500 horas/ano só para pagar impostos)✅ Concorrência limitada e excesso de proteção tarifária✅ Economia pouco integrada às cadeias globais✅ Estrutura produtiva concentrada em setores de baixa produtividade✅ Infraestrutura e logística que funcionam como um “imposto invisível” sobre a eficiência 💡 Antes de discutir jornadas de trabalho ou soluções simplistas, precisamos enfrentar os gargalos estruturais que mantêm o Brasil preso na armadilha da renda média. Se você quer entender economia com profundidade, dados e visão estratégica — este episódio é para você. 🎧 Ouça agora e compartilhe com quem precisa entender os verdadeiros desafios do crescimento brasileiro. ➡🎙A voz da maior securitizadora do Agro! 🔗Spotify: https://lnkd.in/dEXjHM2P 🔗Apple Podcast: https://lnkd.in/dgDAHdfw FICHA TÉCNICA:Apresentação: Antônio da LuzProdução: Agro ResenhaEdição: Senhor ASee omnystudio.com/listener for privacy information.
Em meio a uma semana encurtada por feriados no Brasil, nos Estados Unidos e na China, o debate econômico ganhou intensidade ao invés de desacelerar: enquanto parte do país discute a redução da escala 6x1 como se fosse um avanço civilizatório automático, os dados da PNAD mostram uma realidade muito mais complexa — de 2012 a 2025, o Brasil ampliou sua força de trabalho, mas viu crescer de forma mais acelerada o contingente de trabalhadores por conta própria e sem carteira assinada, revelando um processo claro de desformalização; hoje, mais da metade da população ocupada não está sob o regime formal que seria diretamente impactado por mudanças na legislação trabalhista, o que levanta uma pergunta incômoda: estamos discutindo a cereja do bolo enquanto ignoramos o bolo inteiro? Ao mesmo tempo, os indicadores recentes confirmam desaceleração no varejo, resiliência nos serviços, inflação ainda pressionada no Brasil e mercado de trabalho aquecido nos EUA, reforçando que o cenário global exige responsabilidade fiscal — tema que ganhou destaque com o alerta internacional sobre a chamada “brazilificação”, expressão usada para descrever economias presas a juros elevados e fiscal frágil. No agro, apesar de revisões otimistas para soja e estabilidade no milho, há inconsistências nos dados de arroz e preocupações no setor sucroenergético, enquanto Chicago sustenta preços firmes para grãos. O pano de fundo é claro: o Brasil ainda vive seu bônus demográfico, mas ele tem prazo de validade, e decisões populistas hoje podem custar caro entre 2045 e 2050, especialmente no campo previdenciário e fiscal; antes de importar modelos estrangeiros ou criar novas regras que não alcançam a maioria da força de trabalho, talvez seja hora de enfrentar as distorções estruturais que os próprios números já escancaram. ➡🎙A voz da maior securitizadora do Agro! 🔗Spotify: https://lnkd.in/dEXjHM2P 🔗Apple Podcast: https://lnkd.in/dgDAHdfw FICHA TÉCNICA:Apresentação: Antônio da LuzProdução: Agro ResenhaEdição: Senhor ASee omnystudio.com/listener for privacy information.
O episódio analisa uma semana decisiva para a economia global e brasileira, com foco na desaceleração da atividade no Brasil, no comportamento da inflação e, principalmente, na crise política e monetária do Japão, que pode gerar impactos relevantes nos mercados financeiros globais. A forte desvalorização do iene, a elevada dívida pública japonesa e a pressão sobre o Banco Central do Japão aumentam o risco de volatilidade internacional, fuga de capitais e fortalecimento do dólar, afetando emergentes como o Brasil. Em paralelo, a indicação de um nome mais duro para o comando do Fed levou a uma reprecificação global, pressionando metais e criptomoedas. Apesar desse cenário mais tenso, o agro brasileiro segue como ponto de sustentação da economia, com boa performance nas exportações, avanço da colheita e recuperação de preços, especialmente da soja. ➡🎙A voz da maior securitizadora do Agro! 🔗Spotify: https://lnkd.in/dEXjHM2P 🔗Apple Podcast: https://lnkd.in/dgDAHdfw FICHA TÉCNICA:Apresentação: Antônio da LuzProdução: Agro ResenhaEdição: Senhor ASee omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste episódio do Dedo no Pulso, referente à semana de 2 a 8 de fevereiro de 2026, o programa analisa uma agenda intensa de indicadores no Brasil e no exterior. No Brasil, destaque para o IGP-DI em deflação, IPCA da Fipe, balança comercial e produção industrial, que segue em desaceleração com expectativa de resultado negativo no primeiro trimestre. O Copom manteve a Selic em 15%, mas sinalizou início de flexibilização já em março, apontando maior confiança na queda da inflação e expectativas mais bem ancoradas. Nos Estados Unidos, foco no mercado de trabalho com Payroll, taxa de desemprego e pedidos de seguro-desemprego, além da decisão do Fed de manter juros. O episódio comenta também a indicação de Kevin Warsh para substituir Jerome Powell como chairman. Na Europa, saíram dados de varejo, IPP e PMIs. No Brasil, os números fiscais revelaram deterioração: dívida bruta em 78,7% do PIB, déficit primário de R$ 55 bilhões e pagamento recorde de R$ 1 trilhão em juros em 2025, equivalente a 7,9% do PIB. O episódio conclui com alerta sobre os impactos da política fiscal irresponsável, a pressão sobre juros e os riscos para o crescimento econômico, além da preocupação com a inadimplência no setor agro. 👉 Um panorama crítico que conecta inflação, juros, emprego e contas públicas, mostrando como o fiscal fragilizado limita o espaço para cortes de juros e afeta diretamente o agronegócio e a economia brasileira. ➡🎙A voz da maior securitizadora do Agro! 🔗Spotify: https://lnkd.in/dEXjHM2P 🔗Apple Podcast: https://lnkd.in/dgDAHdfw FICHA TÉCNICA:Apresentação: Antônio da LuzProdução: Agro ResenhaEdição: Senhor ASee omnystudio.com/listener for privacy information.
Na última semana de janeiro de 2026, o Brasil vive uma “super quarta” com decisão de juros pelo Copom, que deve manter a Selic em 15%, apesar de já haver condições para iniciar cortes. A inflação está dentro da banda, atacado em deflação e atividade em desaceleração, mas o desemprego ainda não respondeu. Nos EUA, o Fed também decide juros e deve interromper o ciclo de quedas, mantendo taxas até junho. Esse cenário de expectativa de cortes no Brasil impulsiona a bolsa, que já precifica a redução. Além disso, o fiagro EGAF11 se destacou em 2025 como o fundo que mais pagou dividendos e maior retorno sobre cota patrimonial. No campo institucional, o IBGE enfrenta crise com mudanças polêmicas na coordenação das contas nacionais, gerando ruído sobre credibilidade. O quadro é de uma economia pressionada, mas com o mercado financeiro aquecido pela perspectiva de juros menores. ➡🎙A voz da maior securitizadora do Agro! 🔗Spotify: https://lnkd.in/dEXjHM2P 🔗Apple Podcast: https://lnkd.in/dgDAHdfw FICHA TÉCNICA:Apresentação: Antônio da LuzProdução: Agro ResenhaEdição: Senhor ASee omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste episódio do Dedo no Pulso, mergulhamos no panorama macroeconômico e no agronegócio entre os dias 19 e 25 de janeiro de 2026. A análise destacou os desafios da economia chinesa, com foco no setor imobiliário, na desaceleração da produção industrial e nas dúvidas sobre a confiabilidade dos dados de PIB. Nos Estados Unidos, discutimos a resiliência da economia, o baixo nível de desemprego, o forte desempenho do varejo e as pressões inflacionárias diante da política monetária mais frouxa. Na Europa, os dados de inflação foram observados como determinantes para a política econômica. No Brasil, os indicadores apontaram para uma clara desaceleração da atividade econômica, com varejo e indústria em queda, serviços enfraquecidos e deflação nos preços ao produtor. Em contraste, o agronegócio segue como motor positivo, sustentando o superávit da balança comercial. Foi enfatizado o papel crucial do agro na geração de dólares, na estabilidade cambial e na redução da dependência de capitais especulativos. Além disso, o episódio trouxe reflexões sobre o impacto da balança comercial positiva na sustentabilidade do crescimento econômico, análises sobre o cenário eleitoral brasileiro a partir da pesquisa Genial/Quaest, e uma revisão das perspectivas da safra nacional, que influenciaram os dados globais do USDA. ➡🎙A voz da maior securitizadora do Agro! 🔗Spotify: https://lnkd.in/dEXjHM2P 🔗Apple Podcast: https://lnkd.in/dgDAHdfw FICHA TÉCNICA:Apresentação: Antônio da LuzProdução: Agro ResenhaEdição: Senhor ASee omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste episódio do Dedo no Pulso, panorama macroeconômico do agronegócio, o programa analisa os principais indicadores da semana de 12 a 18 de janeiro de 2026. O episódio destaca a deflação no IPP brasileiro e seus vínculos com a economia chinesa, além da divulgação do IGP-10, vendas no varejo, indústria e serviços. O cenário internacional também é abordado, com foco na inflação dos EUA, política monetária do Fed e dados da balança comercial da China. Um dos pontos centrais é o caso do Banco Master, cuja liquidação expôs fraudes bilionárias e gerou insegurança jurídica, com possíveis impactos sobre mais de um milhão de poupadores e sobre a credibilidade do sistema financeiro nacional. Na frente doméstica, o episódio analisa o IPCA de 2025, que fechou em 4,26%, abaixo do teto da meta mas acima do centro, com alimentos sendo decisivos para o resultado. A indústria mostra sinais de desaceleração, enquanto o setor de serviços apresenta resiliência. No comércio exterior, o Brasil registrou superávit de US$ 68,3 bilhões, sustentado pelo agro, que sozinho garantiu saldo positivo de US$ 149 bilhões. Carnes e café foram destaques de crescimento, enquanto soja e açúcar recuaram. Por fim, o programa avalia o mercado de trabalho e juros nos EUA, reforçando que cortes de taxas devem ocorrer apenas a partir de junho. Uma análise abrangente que conecta inflação, indústria, agro e política monetária, ressaltando o papel estratégico do agronegócio para o equilíbrio econômico brasileiro. ➡🎙A voz da maior securitizadora do Agro! 🔗Spotify: https://lnkd.in/dEXjHM2P 🔗Apple Podcast: https://lnkd.in/dgDAHdfw FICHA TÉCNICA:Apresentação: Antônio da LuzProdução: Agro Resenha See omnystudio.com/listener for privacy information.
No primeiro episódio do ano, o economista-chefe Antônio da Luz recebe o comunicador e líder do agro José Luiz Tejon Megido para uma conversa inspiradora sobre o futuro do agronegócio brasileiro.🌱 Destaques do episódio:• O Brasil como potência da agricultura tropical e segurança alimentar mundial.• São Paulo, a capital do agronegócio, onde inteligência e estratégia se concentram.• O papel das cooperativas e da inovação para enfrentar crises.• A importância da origem e da sustentabilidade na valorização das marcas.• O alimento como agente de saúde e novas oportunidades para jovens no agro.💡 Uma reflexão sobre resiliência, planejamento e liderança para transformar desafios em oportunidades.👉 Ouça agora o episódio completo e descubra como o agro brasileiro está moldando o futuro do planeta! ➡🎙A voz da maior securitizadora do Agro! 🔗Spotify: https://lnkd.in/dEXjHM2P 🔗Apple Podcast: https://lnkd.in/dgDAHdfw FICHA TÉCNICA:Apresentação: Antônio da LuzProdução: Agro Resenha See omnystudio.com/listener for privacy information.
Na última semana de 2025, Antônio da Luz recebe Moacir Teixeira, fundador da Ecoagro, para uma análise profunda sobre os desafios e oportunidades que marcaram o ano. O episódio aborda: 📈 Cenário econômico: inflação persistente, juros elevados e impactos na inadimplência. ⚖️ Ambiente político e regulatório: insegurança jurídica e a necessidade de planejamento de longo prazo para o setor. 🌾 Agronegócio brasileiro: crescimento da produção, alavancagem dos produtores, gargalos de infraestrutura e competitividade global. 🌍 Cenário internacional: guerra e fertilizantes, energia renovável e a disputa entre Brasil, EUA e China. 🔮 Tendências: perspectivas para 2026 com início do ciclo de queda de juros e maior protagonismo do Brasil na transição energética. Um episódio especial que conecta macroeconomia, política e agronegócio, trazendo insights estratégicos para investidores e produtores. ➡🎙A voz da maior securitizadora do Agro! 🔗Spotify: https://lnkd.in/dEXjHM2P 🔗Apple Podcast: https://lnkd.in/dgDAHdfw FICHA TÉCNICA:Apresentação: Antônio da LuzProdução: Agro Resenha See omnystudio.com/listener for privacy information.
No episódio desta semana o economista Antônio da Luz apresenta uma análise sobre os principais acontecimentos econômicos e políticos que impactam o Brasil e o mundo. Ele começa destacando os indicadores divulgados no país, como o IPC-15, que traz uma prévia da inflação de dezembro, e o IBC-BR, que mostrou nova queda na atividade econômica, confirmando o processo de desaceleração. O câmbio também foi tema importante, fechando em R$ 5,55, pressionado pela saída de dólares típica do fim de ano. Além disso, Antônio chamou atenção para a aprovação de medidas no Congresso que aumentam impostos sobre defensivos agrícolas, fertilizantes, fintechs e dividendos, o que, segundo ele, encarece a produção e desestimula investimentos, resultado de um acordo político que envolveu a chamada “12 metrias”.No agronegócio, o Brasil alcançou um marco histórico ao ultrapassar os Estados Unidos e se tornar líder mundial na produção de carne bovina, além de já ser o maior exportador. Antônio ressaltou que essa conquista não é fruto do acaso, mas de uma tendência consolidada ao longo dos anos, e celebrou o papel dos pecuaristas brasileiros, lembrando que o país é essencial para o abastecimento global de alimentos e para a estabilidade política e econômica mundial. Ele reforçou que o Brasil não apenas exporta alimentos, mas também paz e equilíbrio, já que sem o país o mundo não consegue funcionar da forma como conhecemos.No cenário internacional, os Estados Unidos mostraram força com a criação de 64 mil novos postos de trabalho, acima das expectativas, e com indicadores como o PMI de serviços e manufatura apontando expansão. A inflação segue em 3% no acumulado de 12 meses, ainda acima da meta, o que dificulta justificar cortes de juros. Já na China, os dados revelaram fragilidade, com vendas no varejo crescendo apenas 1,3% e produção industrial abaixo das expectativas, além da queda nos preços dos imóveis. Esses números levantam dúvidas sobre a sustentabilidade do crescimento chinês.Outro tema abordado foi o acordo entre Mercosul e União Europeia, adiado para janeiro. Antônio destacou que o agro brasileiro é altamente competitivo e que o protecionismo europeu, sustentado por subsídios, gera ineficiência. Para ele, o acordo pode beneficiar tanto o Mercosul quanto a Europa, reduzindo custos de alimentos e incentivando a indústria de transformação. O episódio conclui mostrando como o Brasil se consolida como potência agroalimentar, mesmo diante de desafios internos, e reforça a importância estratégica do país no cenário global. ➡🎙A voz da maior securitizadora do Agro! 🔗Spotify: https://lnkd.in/dEXjHM2P 🔗Apple Podcast: https://lnkd.in/dgDAHdfw FICHA TÉCNICA:Apresentação: Antônio da LuzProdução: Agro ResenhaEdição: Senhor A See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste episódio, Antonio da Luz analisa em detalhes o cenário macroeconômico brasileiro e internacional, mostrando que a desaceleração da economia já era esperada por quem acompanha os indicadores em “câmera lenta”, com destaque para um PIB fraco sustentado essencialmente pelo agronegócio, que cresce acima de 10% e evita um resultado ainda pior. O apresentador chama atenção para o problema estrutural do Brasil — a baixíssima taxa de investimento e de poupança — e explica por que crescimento baseado em gasto público gera apenas “voo de galinha”, sem resolver a pobreza da maioria da população. Antonio da Luz também discute os impactos das decisões políticas recentes sobre câmbio, juros e Bolsa, compara a realidade brasileira com outros países e reforça o papel do agro como âncora do PIB, da balança comercial e do fluxo de dólares, mesmo em um ambiente doméstico mais fraco. ➡🎙A voz da maior securitizadora do Agro! 🔗Spotify: https://lnkd.in/dEXjHM2P 🔗Apple Podcast: https://lnkd.in/dgDAHdfw FICHA TÉCNICA:Apresentação: Antônio da LuzProdução: Agro ResenhaEdição: Senhor A See omnystudio.com/listener for privacy information.
No episódio, o economista Antônio da Luz destaca que a semana de 8 a 14 de dezembro de 2025 foi marcada por intensa agenda política e econômica. Ele participou de reuniões no Senado e palestras sobre arroz, soja e cenário macroeconômico, reforçando o papel central do agronegócio.Nos indicadores, o IPCA deve encerrar o ano próximo ao teto da meta (4,5%), abrindo espaço para corte da Selic em janeiro. A “super quarta” traz decisões de juros no Brasil e nos EUA, com expectativa de manutenção aqui e queda lá. Também saem dados de vendas no varejo, confiança do consumidor e setor de serviços, confirmando desaceleração da economia.O PIB do 3º trimestre de 2025 cresceu apenas 0,1% frente ao trimestre anterior e 1,8% na comparação anual. O acumulado em quatro trimestres ficou em 2,7%, mostrando perda de ritmo. O agro puxou o resultado, com alta de 10,1%, enquanto indústria avançou 1,7% e serviços 1,3%. Sem o agro, o PIB teria sido negativo.A taxa de investimento caiu para 17,3% e a poupança para 14,5%, níveis considerados muito baixos. Isso limita o crescimento sustentado e mantém o país preso a ciclos curtos de expansão via gasto público.Foi sancionada a isenção de IR para quem ganha até R$ 5 mil, mas Antônio ressalta que se trata apenas de atualização da tabela. O dado mais preocupante é que 76% da população tem renda média de R$ 3.036 (cerca de US$ 557), evidenciando pobreza estrutural.Na comparação internacional, o salário médio nos EUA é de US$ 6.600, na OCDE US$ 3.700, no Chile US$ 3.200 e na China US$ 1.440, contra apenas US$ 557 no Brasil. A diferença está na taxa de investimento: 35–40% do PIB na China contra 17% no Brasil.Antônio conclui que o modelo de crescimento brasileiro está equivocado, com baixa poupança, insegurança jurídica e educação frágil, fatores que afastam investimentos e condenam o país a um crescimento medíocre. ➡🎙A voz da maior securitizadora do Agro! 🔗Spotify: https://lnkd.in/dEXjHM2P 🔗Apple Podcast: https://lnkd.in/dgDAHdfw FICHA TÉCNICA:Apresentação: Antônio da LuzProdução: Agro ResenhaEdição: Senhor A See omnystudio.com/listener for privacy information.
No Dedo no Pulso desta semana o economista Antônio da Luz analisa os principais indicadores da economia brasileira e internacional na virada para dezembro de 2025. Ele destaca que o PIB do terceiro trimestre confirma a desaceleração já antecipada pelos PMIs, pela indústria e pelo varejo, com o agronegócio sendo o único setor a sustentar crescimento. O consumo das famílias e os investimentos seguem em queda, pressionados pelos juros elevados, enquanto a produção industrial perde fôlego. No campo monetário, o IPCA-15 trouxe inflação acumulada em 12 meses de 4,5%, dentro da meta, e o IGP-M já aponta deflação, abrindo espaço para cortes de juros em 2026. O mercado de trabalho mostra taxa de desemprego de 5,4%, a menor da série histórica, com recorde de empregos com carteira assinada e renda média em alta, o que sustenta o consumo, mas também pressiona a inflação de serviços. Do lado fiscal, outubro registrou arrecadação recorde de R$ 262 bilhões, mas o resultado nominal foi negativo em R$ 81 bilhões, agravado pela quebra da regra de ouro com crédito adicional de R$ 34,3 bilhões para despesas correntes. No cenário internacional, os Estados Unidos apresentam dados relevantes de produção, emprego e inflação, com discursos de Powell e Bowman podendo influenciar a decisão sobre juros, enquanto a Europa divulga PIB, varejo e desemprego. No agro, os preços subiram e a inadimplência aumentou, confirmando expectativas. O episódio mostra um Brasil que encerra 2025 com inflação sob controle, mas atividade em desaceleração e quadro fiscal preocupante, em meio a um ambiente global de grandes decisões monetárias. ➡🎙A voz da maior securitizadora do Agro! 🔗Spotify: https://lnkd.in/dEXjHM2P 🔗Apple Podcast: https://lnkd.in/dgDAHdfw FICHA TÉCNICA:Apresentação: Antônio da LuzProdução: Agro ResenhaEdição: Senhor A See omnystudio.com/listener for privacy information.








