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Revista de Vinhos
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Revista de Vinhos

Author: Revista de Vinhos

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Vinho, gastronomia e enoturismo pela Revista de Vinhos.


Wine, food and wine tourism by Revista de Vinhos magazine.

19 Episodes
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VineVinu foi o projeto eleito pela Revista de Vinhos como "Produtor Revelação do Ano 2025". Na região dos Vinhos Verdes, entre a influência atlântica que chega a Requião (Famalicão) e o terroir singular da subregião de Monção e Melgaço, a dupla António Luís e Manuel Cerdeira trabalha a alta velocidade mas de forma segura. Uma nova história familiar que começou a escrever-se em vésperas da vindima de 2024, que alia pai e filho enólogos e as paixões comuns por vinhos brancos e vinificações ensaístas.
Volvidos 25 anos de negociações, a União Europeia (UE) e os países do Mercosul (Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai) assinaram o acordo que prevê o estabelecimento de uma das maiores zonas de comércio livre do mundo. Com impactos significativos em setores como o agrícola, que vantagens e desafios enfrentam os vinhos e os azeites portugueses? Mariana Matos, secretária-geral da Casa do Azeite, e João Teixeira, diretor comercial da Adega da Cartuxa (Fundação Eugénio de Almeida) perspetivam o que poderá alterar-se nas relações comerciais, sobretudo com o Brasil.
Entrou nas bocas do mundo mas poucos ainda a sabem balizar. Afinal, em que consiste a viticultura regenerativa e quais as práticas necessárias para a implementar com sucesso no ecossistema de uma propriedade agrícola? Renato Neves (diretor de viticultura e enologia da alentejana Herdade das Servas)  e Miguel Queimado (produtor da Quinta Vale dos Ares, em Monção, região dos Vinhos Verdes), dois dos fundadores da recém constituída Vinha Viva - Associação Portuguesa de Viticultura Regenerativa, explicam os fundamentos desta abordagem agrícola e as razões pelas quais é necessário regulamentar quem diz praticá-la.  
O mundo do vinho é pródigo em laços familiares, sendo boa parte do tecido empresarial também de matriz familiar. Porém, esta é uma conversa entre dois membros de uma família que trabalham em empresas distintas, ainda que unidas pela ligação ao Vinho do Porto e ao Douro. Com os enólogos Ana Rosas (tia) e André Barbosa (sobrinho) analisamos o lançamento de vinhos do Porto muito velhos, antecipamos os próximos Vintage, selecionamos as castas atuais de eleição e tentamos perceber o que continua a faltar para convencer mais consumidores para a causa do mais famoso vinho português no mundo.
Em 2026, a garrafeira Tio Pepe completa 40 anos de atividade. O negócio da família Cândido da Silva vive uma fase de transição geracional, entre a quinta e a sexta geração, tendo um historial também muito relacionado com a distribuição. A data redonda foi o pretexto para uma conversa mais abrangente com os irmãos Joaquim e Luís Cândido da Silva. Quais as razões que ainda ditam o sucesso de garrafeiras de rua? Que características deve ter um bom comercial? Que estratégias deve um produtor adotar para selecionar uma distribuidora? Como garantir um stock eficaz de uma garrafeira e uma listagem fluida de vinhos numa distribuidora?
Jorge Rosa Santos e Rui Lopes são uma dupla de enólogos que percorre, em média, 80 mil quilómetros por ano. Aliás, não por acaso apelidaram de Lés a Lés os vinhos do projeto comum, onde exploram castas, vinhas velhas e abordagens extra as restantes consultorias. O que diferencia essa geração de enólogos, que agora atinge a maturidade de interpretação de vinhos? Qual o compromisso possível entre vinhos de autor e vinhos de maior volume? Eis apenas dois ângulos desta conversa.
O que diferencia os bons e os grandes espumantes de Portugal e do mundo? A importância do método tradicional, os sucessivos ensaios, as castas mais entusiasmantes, o referencial Champagne, o saber esperar e a absoluta necessidade de existir uma marca que auxilia a comunicação.   Os enólogos Marta Lourenço (Murganheira e Raposeira) e Celso Pereira (Vértice) protagonizam uma conversa didática, atual e sem filtros.  
Há projetos de vida que se confundem com o amor pelo território. A tenacidade de não desistir e o sonho de fazer o que ainda não foi feito levam a criar algo de novo, como fica expresso neste episódio, em que o berço da sub-região Monção e Melgaço tornou-se incubadora de ideias com epílogo feliz. Verónica Solheiro (gerente Prados de Melgaço), Manuel Almeida (gerente Melgaço Radical) e Miguel Queimado (produtor de vinhos e representante Associação de Produtores de Alvarinho) são os protagonistas.
O segmento dos vinhos de menor teor alcoólico e vinhos sem álcool, internacionalmente popularizados como NoLo, está em crescimento e com perspetivas de boa demanda para a próxima década. Neste episódio tentamos perceber o que valem, como são obtidos e em que mercados têm tido maior aceitação.   O enólogo Domingos Soares Franco foi pioneiro em Portugal no processo de desalcoolização e explica os segredos do procedimento da retirada do álcool do vinho, no qual a José Maria da Fonseca tem já longa experiência. Martim Guedes, co-CEO da Aveleda, elucida acerca dos destinos preferenciais deste tipo de produto, aborda tendências e estudos sobre comportamento dos consumidores.
A valorização do vinho é um tema recorrente no setor. Mas, como a conseguir? Neste episódio, a Revista de Vinhos convida Carlos Agrellos (diretor técnico da Quinta do Noval) e Jorge Rosas (CEO da Ramos Pinto) a refletir sobre estratégias de criação de valor para vinhos portugueses, incluindo Douro e Vinho do Porto, sem esquecer a importância de medidas adicionais do lado da produção (como a diminuição da área de vinha) e da promoção (reforço das verbas e campanhas de marketing e de comunicação). O decréscimo global do consumo, os mercados e a readaptação às tendências internacionais são igualmente alvo de debate.
A completar dois mandatos na liderança da ViniPortugal, Frederico Falcão diz-se disponível a continuar à frente da associação interprofissional. Nesta conversa faz um ponto de situação acerca dos vinhos portugueses, no país e no mundo, e partilha objetivos a atingir até 2030. Comportamento das exportações e perspetivas de evolução em diferentes destinos, mercados estratégicos de promoção, aumento do valor de venda do vinho português, reajustes de produção face à demanda internacional e combate às mensagens anti-álcool são alguns dos temas abordados.
Por todas as razões, o maior emblema do vinho português é também o mais debatido. Os últimos anos revelam quebras constantes de consumo, apesar de as chamadas categorias especiais mostrarem-se em contraciclo, muito devido a lançamentos de exemplares raros, como os recentes 80 Anos e os Very Very Old.   Luísa Vieira de Sousa (Vieira de Sousa) e Carlos Alves (Kopke Group) são enólogos que representam uma nova geração que trabalha o Vinho do Porto por paixão e convicção.  Da arte do blend à importância de salvaguardar um legado, neste episódio abordam-se edições especiais mas também a absoluta necessidade de reinventar um setor que, entre outras lacunas, tem notórias falhas de comunicação e de atratividade.
Em territórios de baixa densidade populacional, associar o turismo à produção de vinho é uma clara mais-valia. Porém, que condições deverão estar garantidas? E, face à atual oferta, que programação consegue tornar-se verdadeiramente diferenciadora e atrativa aos olhos de milhares de potenciais turistas? O que é, afinal, uma experiência para mais tarde recordar? A crise de falta de recursos humanos qualificados pode ser contrariada de que forma? Neste episódio, Teresa Frazão (diretora The Vinea Collection Hotel) e Paulo Graça Ramos (produtor de vinhos e docente universitário) fazem um retrato da situação presente e perspetivam potencialidades, não só na sub-região de Monção e Melgaço como no contexto nacional.
A indústria do turismo em Portugal tem alcançado números avassaladores nos últimos anos. O turismo associado à paisagem vinhateira, à produção e às experiências em torno do vinho, o chamado enoturismo, tem beneficiado por efeito de contaminação positiva. Mas, o enoturista tem objetivos próprios e seleciona destinos, como o Douro, que possuam ofertas mais personalizadas. Susana Pinho (responsável de enoturismo Quinta Nova, Douro, e Taboadella, Dão), Marta Marques (agente de viagens) e Rui Barreira (agente de viagens) explicam desafios e oportunidades.  
Encontram-se fora dos holofotes de maior mediatismo mas possuem um potencial assinalável de afirmação e crescimento - pela altitude e solos que lhe conferem têmpera, pela aptidão natural para a viticultura orgânica, pela preservação notável de vinhas velhas e castas autóctones, pela possibilidade de obterem vinhos de carácter.   O que une e separa a Beira Interior e Trás-os-Montes, denominações em territórios de baixa densidade populacional mas de uma riqueza paisagística, patrimonial e cultural assinaláveis. Os grandes desafios em conversa com Ana Alves (presidente da Comissão Vitivinícola Regional de Trás-os-Montes) e Rodolfo Queirós (presidente da Comissão Vitivinícola Regional da Beira Interior).
Em nome da autenticidade e da valorização do produto vinho, um novo coletivo quer destacar a importância do estatuto de vitivinicultor-engarrafador. A ideia lançada por Mário Sérgio Nuno, da Quinta das Bágeiras (Bairrada), arranca com uma dezena de aderentes, incluindo Paulo Nunes, em representação da Casa da Passarella (Dão).
Sara Silva (presidente da Comissão Vitivinícola do Algarve), Judith Martin (representante Turismo dos Açores e responsável de enoturismo da Azores Wine Company) e Ruben Obadia (responsável de comunicação da Agência Regional de Promoção Turística do Alentejo) analisam a importância, a atual oferta, a necessidade da profissionalização e as oportunidades ainda por explorar da indústria do turismo associada ao vinho, à gastronomia e à paisagem.  
A subregião de Monção e Melgaço é dos terroirs mais privilegiados para a elaboração de grandes exemplares na Região Demarcada dos Vinhos Verdes. Do clima aos solos, da casta Alvarinho a outras variedades há muito ali plantadas, quais são os fatores da verdadeira diferenciação dos vinhos ali elaborados?   A Revista de Vinhos esteve à conversa com três enólogos de referência, que conhecem como poucos cada palmo de terra daquela geografia - Antonina Barbosa, Anselmo Mendes e José Lourenço.
Fernando da Cunha Guedes, presidente do conselho de administração da Sogrape Vinhos, e Manuel Sobrinho Simões, cientista e médico, abordam o consumo de álcool e o impacto na saúde neste episódio de estreia do novo podcast da Revista de Vinhos. Em registo descontraído com José João Santos, conversam ainda sobre tendências, ameaças e oportunidades do mercado mundial do vinho, bem como acerca da necessidade de esclarecimento de consumidores, nomeadamente os mais jovens, para um consumo responsável e informado, em contexto com a tradição da cultura mediterrânica.
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