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Tá no preço?
Tá no preço?
Author: Ana Laura Magalhães
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© Ana Laura Magalhães
Description
"Tá no preço?” é um podcast diário que traduz a economia e os mercados sem ruído.
Numa conversa entre a economista doutora Tatiana Pinheiro e a especialista em investimentos Ana Laura Magalhães, os cenários macro e microeconômicos se conectam às suas decisões. Afinal, o que já está no preço? Entenda o que acontece no Brasil e no mundo, e o que fazer com isso.
Linkedin Tati Pinheiro: [https://www.linkedin.com/in/tatianapinheiro/]
Linkedin Ana Laura Magalhães: [https://www.linkedin.com/in/ana-laura-magalh%C3%A3es-barata/]
Numa conversa entre a economista doutora Tatiana Pinheiro e a especialista em investimentos Ana Laura Magalhães, os cenários macro e microeconômicos se conectam às suas decisões. Afinal, o que já está no preço? Entenda o que acontece no Brasil e no mundo, e o que fazer com isso.
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120 Episodes
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No episódio de hoje, analisamos a decisão do Federal Reserve, o Banco Central americano, de manter os juros entre 3,75% e 4% ao ano. Apesar de a decisão ter vindo em linha com as expectativas do mercado, a votação não foi unânime: Lisa Cook e Beth Hammack defenderam uma elevação de 0,25 ponto percentual. O Fed também destacou a força da economia americana e a persistência da inflação, mantendo em aberto a possibilidade de novos aumentos de juros.No quadro Ação da Semana, analisamos a Gerdau (GGBR4), uma das empresas que seguem com recomendação de compra em diferentes casas de análise. Discutimos os fundamentos por trás dessas recomendações, a importância das operações nos Estados Unidos para os resultados da companhia, sua exposição ao dólar e as projeções de geração de caixa e preços-alvo dos analistas.
No episódio de hoje, o destaque foi a decisão do Tesouro Nacional de realizar operações extraordinárias de recompra de títulos públicos em meio à forte volatilidade do mercado após as eleições. Explicamos o que levou o governo a recomprar NTN-Bs, títulos atrelados à inflação, por que os leilões tradicionais foram cancelados e como a disparada dos juros futuros afeta os preços dos papéis que já estão nas carteiras dos investidores.Também discutimos o funcionamento da marcação a mercado, a relação inversa entre taxas de juros e preços dos títulos e o que significa encontrar papéis públicos oferecendo remunerações superiores a IPCA + 7% ao ano. Afinal, o que essas taxas revelam sobre as expectativas do mercado para a economia brasileira e quais riscos precisam ser considerados por quem investe em renda fixa?
O primeiro pregão após a reeleição de Lula foi marcado por forte volatilidade nos mercados brasileiros. A Bolsa despencou, chegou a acionar o circuit breaker, enquanto o dólar e os juros futuros refletiram a revisão das expectativas dos investidores. No episódio de hoje, explicamos por que o resultado eleitoral provoca uma reprecificação dos ativos, o que está por trás dessa reação e por que movimentos tão intensos não significam, necessariamente, mudanças imediatas nos fundamentos da economia.Também discutimos o principal desafio econômico do novo mandato: a política fiscal. Com o endividamento público elevado e dúvidas sobre a trajetória das contas públicas, o mercado busca sinais sobre como o governo pretende equilibrar receitas, despesas e crescimento econômico. Afinal, mais importante do que a reação dos preços no primeiro dia é entender quais decisões poderão influenciar os juros, a inflação e os investimentos brasileiros nos próximos quatro anos.link do artigo: https://lnkd.in/p/d4gFp2dzgfEWAg0AY
Na última sexta-feira antes do segundo turno das eleições presidenciais, analisamos o comportamento da Bolsa brasileira e como os investidores estão precificando as incertezas sobre o resultado das urnas. Também comentamos os dados do IPCA-15, que trazem novos sinais sobre a trajetória da inflação e as expectativas para a política monetária no Brasil.No cenário internacional, discutimos os principais acontecimentos que movimentam os mercados globais e o avanço do endividamento mundial. O que explica o crescimento da dívida dos países, quais são os riscos para a economia global e como esse cenário pode influenciar os juros, o fluxo de capitais e os investimentos?
A três dias do segundo turno das eleições presidenciais, o mercado financeiro acompanha o aumento da volatilidade no Brasil. Neste episódio, analisamos a alta do VIX Brasil, conhecido como índice do medo, que se aproxima de suas máximas históricas, e explicamos o que esse indicador revela sobre as expectativas dos investidores. Também discutimos as pesquisas eleitorais mais recentes, o cenário de disputa acirrada entre Lula e Flávio Bolsonaro e uma curiosidade: o que acontece se os dois candidatos terminarem a eleição com exatamente o mesmo número de votos?Na economia, o destaque fica com a expectativa do inicio da implementação da Reforma Tributária em janeiro de 2027 com a substituição do PIS e Confins pela CBS ( IVA federal) e um possível atraso do Imposto Seletivo para 2028. Explicamos os impactos potenciais para empresas e consumidores de um potencial revisão da reforma ao longo de 2027.




