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A Nova Democracia

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Author: AND

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O que é certo e o que é errado? O que está por trás dos fatos políticos? Aqui serão publicados programas (podcasts) produzidos por A Nova Democracia, nos quais serão discutidos e aprofundados os elementos da única ciência social capaz de trazer as respostas.
36 Episodes
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Para popularizar e facilitar sobretudo para os operários e camponeses a compreensão das páginas mais importantes do jornal A Nova Democracia, a redação do AND decidiu por narrar o Editorial semanal.Temos dito, em nossos recentes editoriais, que a antecipação da corrida eleitoral de 2022 assinala apenas a divisão das classes dominantes, de um lado, e a tentativa de produzir alguma adesão social a um processo farsante e largamente desacreditado, de outro. Em todo caso, para compreender o caráter de uma dada sociedade, não basta observar o movimento das personagens ilustres no alto dos palanques ou diante dos holofotes. É preciso olhar as engrenagens que se movem no mais profundo do tecido social, onde se encontrará o segredo oculto sobre o qual se ergue o edifício todo.Leia, divulgue e assine!loja.anovademocracia.com.br/assinaturas
Para popularizar e facilitar sobretudo para os operários e camponeses a compreensão das páginas mais importantes do jornal A Nova Democracia, a redação do AND decidiu por narrar o Editorial semanal.Lenin dizia que, na apreciação do momento político, não se deve partir do possível mas do real. Deste modo, é bastante cedo para cravar previsões acerca do cenário eleitoral de 2022 e seus desdobramentos. É certo que a avaliação do governo Bolsonaro tem piorado em todas as pesquisas realizadas, resultado necessário do descontrole inflacionário, da pandemia e da incontinência verbal do mitômano que habita o Palácio do Planalto.Leia, divulgue e assine!loja.anovademocracia.com.br/assinaturas
O Ao Povo em Forma de Arte de hoje tratará sobre poetas e combatentes do Exército Guerrilheiro Popular dirigido pelo Partido Comunista do Peru (PCP), mais especificamente sobre José Valdivia Domí (Jovaldo) e Edith Lagos Sáez, militantes históricos do PCP e heróis do proletariado peruano.JATUNSE PUKA NINA ACCHIN(Enorme chama vermelha ilumina) (1984)Poema de Jovaldo, martirizado nas luminosas trincheiras de combate de FrontónFogem as sombras, os tigres se espantamas bestas não contêmo fogo a irromper;se abrem os céuscom hinostriunfaiscem mil vendavaisse escutam rugir.Como uma estrela radiantee formosaluzindo preciosarefulge feliz;a enorme chamade chullos¹vestida;a escuridão rompendoem todo o país.Já pela terratriunfante na guerracom fúria se impõesua espada a brandir;os monstros de espumase afogamem prantose quebram de espantoao verem-se ruir.Como uma estrela radiantee formosaluzindo preciosarefulge feliz;a enorme chamade chullosvestida;a escuridão rompendoem todo o país.¹chullo: gorro tradicional peruano.O REDEMOINHO ROMPEU A CALMA - Edith Lagos (1982) Do alto de uma montanhaAo lado de uma inerte pedraAo aroma das ervas silvestrespergunto:Quando falta para que o rioAumente seu caudal?Para que tormentosamente arraseEste cruel presente.Para o sul avisto os largos caminhosE nas pampas se notam os redemoinhosPergunto aos redemoinhos:Porque se dirigem ao sul?Que querem arrasar?A iniquidade do passado Lá alojada.Retoma o caminho curvilíneo, ziguezagueante se dirige láOnde a calma já é tormentaOnde a tormenta já não quer ser calmaPedra inerte, há muito pedra, há muito inerte.Sei que o caminho, o rioA pampa e o redemoinhoMoveu seus guardados sentimentos.Não querias subir a montanhaPara ver os pampas, o caminho, o rioE o redemoinho.Porém a inércia ficou para trásIncendiados estão teus sentimentos.Erva silvestre, aroma puroTe rogo acompanhar-me em meu caminhoSerá meu bálsamo em minha tragédiaSerá meu alento em minha glória.Será minha amigaQuando crescerSobre minha tumba.Lá: que a montanha me abrigueque o rio me contesteA pampa arda,O redemoinho volte, o caminho descanseE a pedra?...A pedra lápide eterna será nelaGravada,“Tudo permanecerá”.Leia, divulgue e assine!loja.anovademocracia.com.br/assinaturas
Para popularizar e facilitar sobretudo para os operários e camponeses a compreensão das páginas mais importantes do jornal A Nova Democracia, a redação do AND decidiu por narrar o Editorial semanal.A crise brasileira, como temos dito tantas vezes, está longe de um desfecho. A antecipação da campanha eleitoral de 2022, que ganhou um ingrediente novo com a entrada em cena do ex-juiz Sérgio Moro, revela o nível de divisão existente entre as classes dominantes e a predominância, até aqui, da mesma falsa polarização havida em 2018.Leia, divulgue e assine!loja.anovademocracia.com.br/assinaturas
Para popularizar e facilitar sobretudo para os operários e camponeses a compreensão das páginas mais importantes do jornal A Nova Democracia, a redação do AND decidiu por narrar o Editorial semanal.No último mês, o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) divulgou um relatório, intitulado: “Capturados: alta desigualdade e baixo crescimento na América Latina e Caribe”, que revela a gravidade da crise econômico-social em toda a região e a preocupação dos think-tanks reacionários frente à crescente explosividade das massas. Se se leva em conta a perspectiva de classe de documentos desta natureza (isto é, seu compromisso com a defesa da velha ordem), a sua leitura pode contribuir para reforçar pontos de vista apontados, há tempos, por este jornal. Tomaremos aqui, como base, o resumo do referido relatório.Leia, divulgue e assine!loja.anovademocracia.com.br/assinaturas
Está no ar o quarto episódio de nosso programa de história sobre a perspectiva do proletariado: Em Espiral Ascendente - A luta pela verdade.“Nós os comunistas do Peru sempre demonstramos ante o mundo que os comunistas continuam lutando em qualquer condição. Por isso, convertemos as prisões em Luminosas Trincheiras de Combate (LTCs), servindo à nossa causa, não importando o que nos ocorra como indivíduos. (...) Assim, (mesmo que) te encontres na solidão mais fria, acharás o calor da luz do marxismo-leninismomaoismo e contarás com um plano de trabalho resultado de uma política e de uma ideologia, e combaterás esmagando os negros objetivos (dos inimigos) de capitulação, de isolamento e de arrependimento”. Neste episódio narraremos um importante artigo de Rosana Bond, e nele teremos trechos de um trabalho produzido por ela quando visitou as luminosas trincheiras de combate no Peru, em 1985. Rosana é uma reconhecida jornalista, pesquisadora, escritora e é membro licenciada do Conselho Editorial de AND, e possui diversos livros publicados. Recentemente, Rosana lançou em versão Digital A História do Caminho de Peabiru (volume 1 e 2 e volume Extra) em live organizada pelo jornal A Nova Democracia. Caso queira, você pode conferir em nosso canal no Youtube. Neste trabalho ela trata da rota transcontinental mais importante da América do Sul pré-colombiana. Este material está disposto em dois ricos volumes, além de um expressivo volume Extra, nos quais é possível encontrar entrevistas, mapas, fotos e uma bibliografia de mais 300 fontes, incluindo testemunhos incas do século XVI e documentos raros. Foi assim que pela primeira vez no país, uma obra sobre o assunto incluiu uma abordagem indígena, apresentando informações inéditas vindas da memória ancestral do povo guarani, passada oralmente de geração a geração.O jornal A Nova Democracia tem a honra de anunciar a live de lançamento do livro História do Caminho de Peabiru, de Rosana Bond, em formato digital! - https://youtu.be/1yLptvhWJoYLeia, divulgue e assine!loja.anovademocracia.com.br/assinaturas
Para popularizar e facilitar sobretudo para os operários e camponeses a compreensão das páginas mais importantes do jornal A Nova Democracia, a redação do AND decidiu por narrar o Editorial semanal.A proposta de Bolsonaro e dos generais do Planalto, que pretende elevar o valor do chamado “Auxílio Brasil” para R$ 400 até o final de 2022, serviu a demonstrar o que sempre temos apontado: na disputa entre os “humanistas de ocasião” - cujos porta-vozes são os editorialistas dos monopólios de imprensa, secundados pelos oportunistas - e a extrema-direita escancaradamente golpista, não há prisca sequer de genuíno interesse popular envolvido. Trata-se de uma disputa no campo da reação, sobre qual ser a forma mais eficaz de manter as massas populares alijadas do processo político.Leia, divulgue e assine!loja.anovademocracia.com.br/assinaturas
Para popularizar e facilitar sobretudo para os operários e camponeses a compreensão das páginas mais importantes do jornal A Nova Democracia, a redação do AND decidiu por narrar o Editorial semanal.Nesta semana, os monopólios de imprensa voltam as cargas para a leitura do relatório da CPI da Covid, que promete ser “arrasador” para Bolsonaro. Os meses de denúncias reiteradas, embora tenham revelado detalhes escabrosos da rotina de governo em Brasília – inclusive o espúrio papel desempenhado por altos oficiais das Forças Armadas –, não foram suficientes para fazer avançar o impeachment e, dada a posição da Procuradoria Geral da República, dificilmente resultarão em responsabilização penal do sr. Capitão do Mato & Cia. Aliás, a base de apoio deste segue fiel, e se moveu muito pouco desde o início dos depoimentos.Leia, divulgue e assine!loja.anovademocracia.com.br/assinaturas
Nessa segunda parte do episódio "O Presidente Gonzalo é imortal porque imortal é seu pensamento" do GUIA PARA AÇÃO narramos o texto de autoria do Núcleo de Estudos do marxismo-leninismo-maoismo, publicado na edição impressa especial nº244, de setembro/outubro de 2021."Filho de Abimael Guzmán Silva e Berenice Reynoso, Manuel Ruben Abimael Guzmán Reynoso nasceu no dia 3 de dezembro de 1934 em Mollendo, capital da Província de Islay, pertencente à região de Arequipa, no Peru, mesma região onde nasceu José Carlos Mariátegui, fundador do Partido Comunista do Peru (PCP). Abimael Guzmán perdeu sua mãe aos 5 anos de idade.Desde muito jovem, mais especificamente ao findar de seus estudos secundaristas, Abimael interessava-se pela política. A luta das massas populares, em especial o levantamento de 1948 em Callao, seria fundamental para o despertar de sua consciência política.Aos 19 anos de idade, Abimael inicia os seus estudos superiores na Universidade Nacional de San Agustín (Arequipa), onde cursou Direito e Filosofia. Era então, 1953, o ano da morte de Stalin. Abimael Guzman seguirá estudando arduamente, com reconhecido esforço e disciplina de seus semelhantes. As suas teses de pós-graduação (Sobre o Estado Democrático Burguês e Sobre a Teoria Kantiana do Espaço) refletem o crescente interesse de Abimael pelo marxismo, muito por influência das lutas estudantis."Matérias mencionadas:Edição Especial: O torpe assassinato do maior marxista-leninista-maoista da época atual; O Presidente Gonzalo vive em seu todo-poderoso pensamento Gonzalo.https://anovademocracia.com.br/noticias/16567-edicao-n-244-do-jornal-a-nova-democracia-disponivel-no-site-nas-bancas-e-nos-comites-pelo-brasilFRDDP (Brasil): 'Honra e glória eternas ao Presidente Gonzalo!': https://anovademocracia.com.br/noticias/16539-frddp-brasil-honra-e-gloria-eternas-ao-presidente-gonzaloÁrea Tiago dos Santos: https://anovademocracia.com.br/noticias/16642-urgente-ro-mais-de-3-mil-soldados-se-preparam-para-novo-massacre-na-area-tiago-campin-dos-santosTiago dos Santos: Ação de despejo seguiu mesmo após STF determinar suspensãohttps://anovademocracia.com.br/noticias/16684-tiago-dos-santos-acao-de-despejo-seguiu-mesmo-apos-stf-determinar-suspensaoLCP: 'Viva a resistência dos camponeses das áreas Tiago dos Santos e Ademar Ferreira!'https://anovademocracia.com.br/noticias/16681-lcp-viva-a-resistencia-dos-camponeses-das-areas-tiago-dos-santos-e-ademar-ferreiraLeia, divulgue e assine!loja.anovademocracia.com.br/assinaturas
Nesse episódio do GUIA PARA AÇÃO narramos a primeira parte do texto de autoria do Núcleo de Estudos do marxismo-leninismo-maoismo, publicado na edição impressa especial nº244, de setembro/outubro de 2021.Filho de Abimael Guzmán Silva e Berenice Reynoso, Manuel Ruben Abimael Guzmán Reynoso nasceu no dia 3 de dezembro de 1934 em Mollendo, capital da Província de Islay, pertencente à região de Arequipa, no Peru, mesma região onde nasceu José Carlos Mariátegui, fundador do Partido Comunista do Peru (PCP). Abimael Guzmán perdeu sua mãe aos 5 anos de idade.Desde muito jovem, mais especificamente ao findar de seus estudos secundaristas, Abimael interessava-se pela política. A luta das massas populares, em especial o levantamento de 1948 em Callao, seria fundamental para o despertar de sua consciência política.Aos 19 anos de idade, Abimael inicia os seus estudos superiores na Universidade Nacional de San Agustín (Arequipa), onde cursou Direito e Filosofia. Era então, 1953, o ano da morte de Stalin. Abimael Guzman seguirá estudando arduamente, com reconhecido esforço e disciplina de seus semelhantes. As suas teses de pós-graduação (Sobre o Estado Democrático Burguês e Sobre a Teoria Kantiana do Espaço) refletem o crescente interesse de Abimael pelo marxismo, muito por influência das lutas estudantis.Leia, divulgue e assine!loja.anovademocracia.com.br/assinaturas
Para popularizar e facilitar sobretudo para os operários e camponeses a compreensão das páginas mais importantes do jornal A Nova Democracia, a redação do AND decidiu por narrar o Editorial semanal.Temos dito, e insistimos, que tanto a disputa tática no campo da reação pelos rumos do País – alimentada, na base, por uma debacle econômico-social que supera a da crise da dívida nos anos 1980, que cunhou a expressão “década perdida” – como a disputa estratégica entre as classes dominantes no seu conjunto e as massas populares estão longe de um desfecho. A revolução, como força efetiva, à cabeça de todos os setores progressistas, não tem condições de se impor como alternativa no curto prazo; a contrarrevolução e seu séquito de partidos e atores que vão da extrema-direita aos social-democratas já não é capaz de governar com um mínimo de legitimidade. Temos, pois, um impasse.Leia, divulgue e assine!loja.anovademocracia.com.br/assinaturas
Para popularizar e facilitar sobretudo para os operários e camponeses a compreensão das páginas mais importantes do jornal A Nova Democracia, a redação do AND decidiu por narrar o Editorial da edição impressa.Abrimos, com esse episódio, uma série especial sobre a vida e obra de Abimael Guzmán Reynoso, o Presidente Gonzalo. Fique atento ao nosso portal para acompanhar os próximos programas!Os revolucionários proletários do mundo de hoje, sobretudo os das jovens gerações, puderam sentir algo similar ao que se passara com os seus pares em 1953. Testemunharam, a olhos vistos, o cessar da vida física de um grande Chefe comunista. Tal como Stalin é grande, antes de mais nada, por ter sucedido, sintetizado e desenvolvido a novos patamares o gigante labor do grande Lenin em um momento de incertezas no qual estavam em jogo grandes tesouros ameaçados pelo revisionismo e a reação; o Presidente Gonzalo o é, antes de mais nada, por ter sucedido o Presidente Mao Tsetung em período de riscos de mesmo tipo e por ter aportado decisivamente à luta do proletariado internacional e dos povos de todo o mundo. A história muitas vezes nos brindou com eventos tão extraordinários como esse: ao sair de cena um grande Chefe, um cume, já se pode ver um outro cume despontar para seguir escalando as alturas, apoiado no labor do precedente.Leia, divulgue e assine!loja.anovademocracia.com.br/assinaturas
Para popularizar e facilitar sobretudo para os operários e camponeses a compreensão das páginas mais importantes do jornal A Nova Democracia, a redação do AND decidiu por narrar o Editorial semanal.De agosto para setembro, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), prévia da inflação oficial do País, passou de 0,89% para 1,14%, o maior resultado para o mês de setembro desde o início do Plano Real e a maior taxa da série histórica desde fevereiro de 2016. Nos últimos 12 meses, a alta acumulada é de 10,05%, puxada pelas altas do preço da gasolina (33%) e da energia elétrica (25%). A inflação de alimentos, como todos sabem e sentem, não cede desde março, golpeando com violência os mais pobres: segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), as famílias que recebem até dois salários mínimos consomem 22% de sua renda para alimentar-se, enquanto nos lares com vencimentos superiores a 20 mínimos, o gasto com comida fica em torno de 7%. Ao menos 14,7 milhões de lares são considerados como de “pobreza extrema”, o que significa uma renda per capita de R$ 89, sinônimo da fome e do pauperismo agudos.Diante deste cenário dramático, em que está mergulhado nosso povo, só o cinismo mais abjeto explica as declarações do genocida Bolsonaro na Organização das Nações Unidas (ONU), no último dia 21, louvando o “superávit das estatais” e o recorde da produção de alimentos. Ele disse: “Nossa moderna e sustentável agricultura de baixo carbono alimenta mais de 1 bilhão de pessoas no mundo e utiliza apenas 8% do território nacional”.Leia, divulgue e assine!loja.anovademocracia.com.br/assinaturas
Para popularizar e facilitar sobretudo para os operários e camponeses a compreensão das páginas mais importantes do jornal A Nova Democracia, a redação do AND decidiu por narrar o Editorial semanal.No dia 17 de setembro, a brasileira Lenilda dos Santos, 49 anos, foi encontrada morta na zona desértica da fronteira do México com o Estados Unidos (USA). A enfermeira teria sido abandonada por outros imigrantes durante a travessia, e morreu à míngua, exausta, com fome e com sede. Num país que teve, na década de 2010-2020, os piores indicadores econômicos em um século, e que atravessa no presente a soma demoníaca de recessão e alta de preços, com quase 15 milhões de desempregados formais, este é o retrato agudo do que se passa nas entranhas de nossa sociedade, com contingentes enormes da população condenada à miséria e ao desespero. Na madrugada do dia 14, vieram à tona cenas bizarras de um jantar em que um grupo de empresários marginais – como o formador de pirâmides Naji Nahas, o eterno concessionário Johnny Saad, dono da Band – e bobos da corte profissionais, reunidos em torno de Michel Temer, escarnecem do golpismo manco de Bolsonaro. Seja pelos trajes, pelos utensílios ou, sobretudo, pelo aspecto um tanto grotesco dos comensais, um observador desavisado poderia concluir se tratar de algum evento oitocentista, convescote de Barões no Segundo Império. Para estes parasitas da Nação, não há crises, nem mudanças de governo que ameacem os seus negócios seculares. Engana-se quem pensa que o Brasil é governado em sessões públicas do Congresso, eleito em viciados pleitos periódicos – não, nossos destinos são traçados em banquetes privados como este.Leia, divulgue e assine!loja.anovademocracia.com.br/assinaturas
Para popularizar e facilitar sobretudo para os operários e camponeses a compreensão das páginas mais importantes do jornal A Nova Democracia, a redação do AND decidiu por narrar o Editorial semanal.A única certeza do fracassado 7 de setembro bolsonarista, dizíamos em nosso último editorial, é que a maior crise institucional e militar da nova república até aqui apenas prepara condições para a eclosão da próxima e da próxima. De fato, aqueles que acreditavam que o capitão do mato teria já forças para desfechar um golpe de Estado estavam tão equivocados como os que dizem, agora, que tudo passou e que as hostes de extrema-direita já constam nos anais da história brasileira como inofensivos representantes da chacota eterna.Vamos aos primeiros: é verdade que Bolsonaro emula o fascismo, mas o Brasil não é a Itália daqueles idos, nem ele é Mussolini. Sempre erram e errarão aqueles que tratam a história com base em transplantações mecânicas e anacrônicas, ignorando o seu curso concreto.Leia, divulgue e assine!loja.anovademocracia.com.br/assinaturas
Para popularizar e facilitar sobretudo para os operários e camponeses a compreensão das páginas mais importantes do jornal A Nova Democracia, a redação do AND decidiu por narrar o Editorial semanal.O prometido “Armagedon” de Bolsonaro, o seu Juízo Final Golpista, foi o retrato do que tem sido seu governo até aqui: muita fumaça, pouco calor. A verdade lastimosa é que a alardeada “segunda independência nacional” foi tão efetiva quanto a primeira, há 199 anos. Ou seja, esteve mais perto de ser mesmo uma farsa.Este capitão do mato contemporâneo, que se finge de presidente, tanto quanto se fingira outrora de capitão e de deputado – cuja corrupção, ociosidade, inépcia e truculência resultaram, na inaceitável cifra de quase 600 mil mortos em decorrência da Covid-19 tendo à frente do Ministério da Saúde um general da ativa supostamente “especialista em logística”, assim como na maior fome e desemprego desde a crise da dívida do início dos anos 80 – não se saiu melhor nem mesmo na sua paródia de golpe de Estado: as milhares de pessoas que se aglomeraram para ouvir o seu “mito” decretar a Dinastia Bolsonaro I não só frustraram-se com o palavrório vazio com que foram retribuídas, como mal puderam ouvi-lo, por falhas na aparelhagem de som montada para o evento. Neste 7 de setembro, para lembrar as palavras com que Marx zombava da covardia da burguesia alemã em 1848, é correto dizer que a montanha pariu um rato.Leia, divulgue e assine!loja.anovademocracia.com.br/assinaturas
Para popularizar e facilitar sobretudo para os operários e camponeses a compreensão das páginas mais importantes do jornal A Nova Democracia, a redação do AND decidiu por narrar o Editorial semanal.Após vinte anos de uma guerra suja, que não recuou ante nenhuma atrocidade – violações, torturas, assassinatos, bombardeios contra civis e outros crimes de lesa-humanidade – o Estados Unidos (USA) e seus sócios minoritários, como de outras vezes na história mundial recente, foram escorraçados do Afeganistão. A saída, dita planejada, se assemelhou muito mais a uma debandada. Como ocorrera outrora no Vietnã, as hordas do imperialismo e os seus lacaios se engalfinharam para escapar do país, em desespero, enquanto havia tempo. Quão distante parece aquele dia em que um arrogante George W. Bush declarou, com ares imperiais, que todas as nações deveriam decidir “se estão conosco ou com os terroristas”! Aqui, se cumpriram mais uma vez duas afirmações do Presidente Mao, que provaram ser de grande abrangência histórica: a de que a lógica do imperialismo é criar distúrbios e fracassar, e de que o imperialismo é um tigre de papel.Leia, divulgue e assine!loja.anovademocracia.com.br/assinaturas
A Redação de AND entrevistou o advogado do povo Marino D’Icarahy Júnior, que faz parte da Associação Brasileira de Advogados do Povo (Abrapo) e atua como defensor dos quatro jovens camponeses presos políticos do Acampamento Manoel Ribeiro. Em sua entrevista, Marino evidencia a farsa montada para sustentar a acusação aos jovens camponeses. O advogado concedeu à Redação de AND informações inéditas sobre o caso dos 4 presos políticos de Rondônia.Leia, divulgue e assine!loja.anovademocracia.com.br/assinaturas
Neste episódio do programa AO POVO EM FORMA DE ARTE, espaço para divulgação da cultura popular trataremos sobre o maracatu, tradicional manifestação do folclore popular e o mais antigo ritmo afro-brasileiro. Não se pode compreender o carnaval da Região Metropolitana do Recife sem considerar a presença secular das nações de maracatu. O programa trará a diferenciação entre as duas formas do festejo pernambucano (o nação e o rural) e discorrerá sobre as características de cada uma. Leia, divulgue e assine!loja.anovademocracia.com.br/assinaturas
Para popularizar e facilitar sobretudo para os operários e camponeses a compreensão das páginas mais importantes do jornal A Nova Democracia, a redação do AND decidiu por narrar o Editorial da edição impressa. A ofensiva contrarrevolucionária preventiva, desatada em 2015 na forma de Operação “Lava Jato”, concebida e planificada pelo Alto Comando das Forças Armadas (ACFA) e de modo compaginado com os planos ianques de aprofundar a militarização do continente sul-americano, todos voltados a conjurar o perigo de revolução no país e na região, aponta a cumprir três tarefas reacionárias para salvar o sistema de exploração e opressão do seu colapso. A crise geral do imperialismo, sem precedentes, que se abriu no mundo e a terrível pandemia da Covid-19, ademais de amplificar a miséria, padecimento e opressão das massas populares, também fizeram solapar os sinistros planos da reação.Neste contexto, ainda que as medidas sanitárias de enfrentamento da pandemia impostas pelos Estados imperialistas e lacaios mundo afora tenham levado a uma brutal recessão da noite para o dia, como forma de abortar a crise explosiva que ameaçava e segue ameaçando explodir a economia mundial, golpeando duramente as massas e restringido sua mobilização, o mundo vem sendo sacudido por revoltas e rebeliões. Inegavelmente há uma situação revolucionária em desenvolvimento desigual pelo mundo que prenuncia o início de uma nova época de revoluções.Leia, divulgue e assine!loja.anovademocracia.com.br/assinaturas
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Comments (4)

Mateus Landoski Lewin

Muito bom conteúdo!

Apr 23rd
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João Dalvi

Agora sim um podcast realmente democrático e revolucionário nesse país. Que venham muitas centenas de edições!

Mar 12th
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Nicolas Oliveira Farias

Parabéns companheiros, gostaria de saudá-los pela iniciativa em utilizar do podcast para divulgar a teoria revolucionária de uma forma tão didática. No mais, gostaria de pedir aos camaradas algumas referências de leitura para aprofundamento, em especial sobre as teses da Comintern sobre a questão do capitalismo burocrático, e a de Lenin sobre o desenvolvimento inglês e prussiano do capitalismo.

Feb 11th
Reply (1)
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