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Author: Público
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A crise climática é o tema mais urgente da nossa geração. No podcast Azul, falamos de assuntos complexos de forma simples, do clima à biodiversidade, da atmosfera aos oceanos, dos glaciares à poluição, da energia à sustentabilidade.
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A Conferência das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas (COP29), que decorre em Bacu, no Azerbaijão, até ao final desta semana, parece ter apenas um assunto: financiamento. Como é que vamos pagar a transição de que os países precisam levar a cabo para conseguir manter as emissões sob controlo e e adaptar os territórios a um clima cada vez mais imprevisível? Para nos situar no labirinto do financiamento da COP29, ouvimos João Pinto, director da Católica Porto Business School (CPBS). Professor de Finanças, é também consultor do Banco Europeu de Investimento e do Banco Europeu para a Reconstrução e Desenvolvimento nas áreas de inovação financeira, avaliação de projetos de investimento e finanças sustentáveis. Na conversa, João Pinto explica o que ficou por tratar na cimeira do clima do ano passado - a COP28, que teve lugar no Dubai - e o exercício complexo deste ano, em que os países negoceiam o chamado Novo Objectivo Colectivo Quantificado (NCQG, na sigla em inglês). Além disso, é preciso pensar que não apenas os valores que estão actualmente em cima da mesa estão aquém das necessidades reais dos países - “fico preocupado porque estamos a falar apenas de uma parte do tema da sustentabilidade”, afirma, recordando que a acumulação de gases com efeito de estufa na atmosfera é apenas um dos vários limites planetários que é preciso abordar. Com a COP29 a coincidir este ano com uma reunião do G20, o grupo das maiores economias mundiais, o director da CPBS assinala que “a acção climática não pode ficar confinada nas reuniões da ONU”. Caso não seja trazida para outros fóruns, “a acção climática corre o risco de ficar isolada das políticas económicas reais”. Por fim, questionado sobre como a acção climática pode ser um motor do crescimento económico (como preconiza o relatório elaborado por Mario Draghi), o investigador sublinha a importância de continuar a investir na literacia de sustentabilidade no seio das empresas. No podcast Azul, falamos de assuntos complexos de forma simples, do clima à biodiversidade, da atmosfera aos oceanos, dos glaciares à poluição, da energia à sustentabilidade. Siga o podcast Azul no Spotify, Apple Podcasts, SoundCloud ou outras aplicações para podcasts. Conheça os podcasts da Rede PÚBLICO em publico.pt/podcasts. Tem uma ideia ou sugestão? Envie um e-mail para podcasts@publico.pt.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A energia das ondas seria suficiente para o consumo da Europa durante dez anos. O projecto PORTOS investigou esta e outras renováveis no contexto dos portos, grandes consumidores de energias fósseis.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Com os stocks de pescado a diminuir e a procura a subir, o sector enfrenta um desafio de sustentabilidade. O projecto Safer permitiu acelerar a inovação nesta indústria para maior controlo de recursos.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Todos os anos, cinco a 13 milhões de toneladas de plástico viajam da terra para o mar. O projecto Clean Atlantic fez um retrato da realidade deste tipo de poluição na região europeia atlântica.Mudar o Atlântico em quatro vagas é uma série editorial sobre as potencialidades das regiões atlânticas europeias e os desafios que enfrentam a nível ecológico e de crescimento económico, social e territorial. Esta série editorial tem o apoio do Programa Espaço Atlântico 2014-2020.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A área marinha portuguesa representa 24% da região europeia do Atlântico, partilhada com Espanha, França, Irlanda e Reino Unido. No projecto iFADO, cooperam os cinco, para conhecer e monitorizar esta imensa região comum.
Mudar o Atlântico em quatro vagas é uma série editorial sobre as potencialidades das regiões atlânticas europeias e os desafios que enfrentam a nível ecológico e de crescimento económico, social e territorial. Esta série editorial tem o apoio do Programa Espaço Atlântico 2014-2020.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Os portugueses são campeões mundiais a comer peixe, e um terço do que consumimos é bacalhau. “Em Portugal são desembarcadas mais de 200 espécies de pescado. Mas dos 54,5 kg de pescado consumidos, em média, por cada português anualmente, uma grande parte foca-se num número de espécies bastante reduzido: bacalhau, sardinha, atum, salmão, camarão e polvo”, conta Nicolas Blanc, biólogo e especialista em biodiversidade e conservação marinha, que falou com o Azul sobre a sustentabilidade do peixe que comemos. “É um bocado instintivo perceber que talvez não seja a melhor atitude termos um terço do nosso consumo baseado apenas numa espécie, o bacalhau”, adiantou o coordenador de Pescas e Biodiversidade da Sciaena, uma organização não-governamental que quer promover o ambiente marinho saudável, fomentando formas de exploração sustentáveis dos recursos oceânicos que envolvem a população e a intervenção política. Temos um problema sério com rotulagem errada, mas o conselho que deixa é diversificar e reduzir o consumo de peixe, e preferir produtos da pequena pesca, capturado com artes sustentáveis. Esta é a quinta e última entrevista de uma série de episódios do Azul sobre temas que estarão em destaque na Conferência das Nações Unidas para os Oceanos, que decorre em Nice, de 9 a 13 de Junho. Edição: Magda CruzSee omnystudio.com/listener for privacy information.
A bióloga marinha Rita Sá, coordenadora de Oceanos e Pescas da WWF Portugal, a representação nacional do Fundo Mundial para a Natureza, falou com o Azul sobre pesca de arrasto, “que pode causar danos nos habitats marinhos comparáveis à destruição das florestas tropicais”, salientou. Camarão e carapau são dois produtos do mar que, quando caem no nosso prato, têm boas hipóteses de vir da pesca de arrasto. Mas, comparando com outros países europeus, a pesca de arrasto não é tão destrutiva em Portugal, porque há leis que a travam nas áreas marinhas protegidas. Mas, claro, “pode acontecer à margem do enquadramento legal”, frisa a bióloga. Esta é a quarta entrevista de uma série de podcasts do Azul, sobre temas que estarão em destaque na Conferência das Nações Unidas para os Oceanos, que decorre em Nice, de 9 a 13 de Junho. Edição: Magda CruzSee omnystudio.com/listener for privacy information.
No mar profundo, há corais que hoje são grandes, mas que se começaram a formar há 4000, 5000 anos. “Ainda Alexandre o Grande andava por aí”, diz Ricardo Serrão Santos, para explicar a impossibilidade de recuperar a vida destes ecossistemas, se a exploração mineira avançar. “Isto dá uma ideia de quão irrecuperável é o mar profundo se o destruirmos”. Enquanto ministro do Mar, entre 2019 e 2022, e deputado europeu pelo Partido Socialista, Ricardo Serrão Santos, que estuda a biodiversidade marinha e os ecossistemas oceânicos, cruzou-se várias vezes com a vontade de alguns de avançar para a extracção de minerais no fundo do mar – um objectivo que já rondou o mar dos Açores. Cientista principal honorário no Instituto OKEANOS, na Universidade dos Açores, foi um dos coordenadores do relatório pedido pelo Presidente francês, Emmanuel Macron, sobre a mineração no mar profundo, para a Conferência das Nações Unidas dos Oceanos em Nice, de 9 a 13 de Junho. “Os impactos da mineração são incomensuráveis, e sentir-se-ão a grandes distâncias na coluna de água, onde há recursos relevantes para as pescas e para o turismo”, alerta. Edição: Magda CruzSee omnystudio.com/listener for privacy information.
A chave para que existam áreas marinhas protegidas que funcionam, disse Bárbara Horta e Costa, investigadora do Centro de Ciências do Mar (CCMAR), na Universidade do Algarve, é haver vontade política, e essa não costuma abundar, frisou a especialista em conservação marinha, que se tem concentrado no estudo das áreas marinhas protegidas. A protecção efectiva das áreas marinhas protegidas, por exemplo da pesca de arrasto, é um dos temas que vão estar em discussão na Conferência das Nações Unidas sobre o Oceano, de 9 a 13 de Junho, em Nice. Portugal tem feito um esforço para criar novas áreas marinhas protegidas, e impor um nível de protecção elevado. “Mas nem todas deviam ser contabilizadas como áreas marinhas protegidas porque permitem quase tudo”, salientou a investigadora nesta entrevista.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Em antecipação da Conferência das Nações Unidas do Oceano, que decorre em Nice de 9 a 13 de Junho, o Azul convidou uma série de especialistas em temas que vão estar em foco naquela grande reunião diplomática do oceano para nos explicarem o que está em causa. Tiago Pitta e Cunha, administrador executivo da Fundação Oceano Azul, explica que precisamos de um momento mobilizador para o oceano como o Acordo de Paris foi para o clima. O Pacto da União Europeia para os Oceanos, a ratificação do Tratado de Alto Mar por 60 países, para entrar em vigor, e a criação de áreas marinhas protegidas são questões prioritárias para uma instituição portuguesa que se tem destacado internacionalmente a ser a voz do oceano. Edição: Magda CruzSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Clima e Saúde foi o tema da conferência Cidade Azul deste ano, que teve lugar em Coimbra, no Convento São Francisco, no final de Novembro. Um dos temas tratados foram os refúgios de calor: espaços como pavilhões desportivos, museus, bibliotecas, igrejas e, claro, jardins, onde as pessoas podem procurar abrigo nos momentos de temperaturas extremas. Neste episódio do podcast Azul, regressamos ao tema e ouvimos a investigadora Ana Terra Amorim-Maia, do Centro Basco para as Alterações Climáticas, que começou a estudar refúgios climáticos durante o doutoramento no Laboratório de Justiça Climática Urbana da Universidade Autónoma de Barcelona. No podcast Azul, falamos de assuntos complexos de forma simples, do clima à biodiversidade, da atmosfera aos oceanos, dos glaciares à poluição, da energia à sustentabilidade. Siga o podcast Azul no Spotify, Apple Podcasts, SoundCloud ou outras aplicações para podcasts. Conheça os podcasts da Rede PÚBLICO em publico.pt/podcasts. Tem uma ideia ou sugestão? Envie um email para podcasts@publico.pt.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A Conferência das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas (COP29), que decorreu em Bacu, no Azerbaijão, terminou com um sabor amargo após a aprovação de um novo objectivo de financiamento climático de 300 mil milhões de dólares por ano (a atingir até 2035) que os países em desenvolvimento consideraram “insultuosamente baixo”. Neste episódio do podcast Azul, ouvimos a jornalista Clara Barata, enviada do PÚBLICO a Bacu, sobre as grandes tensões desta COP29, os protagonistas e o que este resultado significa para a acção climática na próxima década. No podcast Azul, falamos de assuntos complexos de forma simples, do clima à biodiversidade, da atmosfera aos oceanos, dos glaciares à poluição, da energia à sustentabilidade. Siga o podcast Azul no Spotify, Apple Podcasts, SoundCloud ou outras aplicações para podcasts. Conheça os podcasts da Rede PÚBLICO em publico.pt/podcasts. Tem uma ideia ou sugestão? Envie um email para podcasts@publico.pt.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A palavra-chave das negociações climáticas este ano é financiamento. O plano é que na COP29, em Novembro, em Bacu (Azerbaijão), se chegue ao esperado acordo sobre o Novo Objectivo Colectivo Quantificado para financiar a acção climática. Mas a reunião dos órgãos subsidiários da Convenção das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas, que acontece todos os anos em Bona (Alemanha), deixou várias questões por resolver. Depois da grande promessa da COP28, no Dubai, onde os países concordaram em começar a abandonar os combustíveis fósseis, é altura de pôr em cima da mesa os meios necessários para essa ambição. Mas não houve em Bona sinais positivos para as negociações em Bacu chegarem a bom porto. Para perceber porque é que as negociações climáticas parecem andar a passo de caracol, neste episódio do podcast Azul, converso com Joana Vieira da Silva, perita em relações internacionais e alterações climáticas, que actuou por vários anos como chefe de delegação de Portugal nas reuniões da convenção do clima. No podcast Azul, falamos de assuntos complexos de forma simples, do clima à biodiversidade, da atmosfera aos oceanos, dos glaciares à poluição, da energia à sustentabilidade. Siga o podcast Azul no Spotify, Apple Podcasts, SoundCloud ou outras aplicações para podcasts. Conheça os podcasts da Rede PÚBLICO em publico.pt/podcasts. Tem uma ideia ou sugestão? Envie um e-mail para podcasts@publico.pt.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Visitamos o Vale Carapito, propriedade da associação Rewilding Portugal, rodeados de vida. Logo à entrada, encontramos uma manada de cavalos Sorraia, uma subespécie de origem portuguesa com características que serão mais semelhantes aos ancestrais, que ali vivem em regime “semi-selvagem”. “Esta é a manada do Nilo”, conta-nos Pedro Prata, director executivo e líder da equipa da ONG. Neste episódio do podcast Azul, acompanhamos a reportagem do Azul para conhecer parte do trabalho da associação Rewilding Portugal. O coração deste trabalho está no Grande Vale do Côa, onde têm restaurado a paisagem com esta abordagem à renaturalização em que, recuperando as funcionalidades dos ecossistemas, dá-se um empurrãozinho para que a natureza aprenda a cuidar de si mesma, eventualmente, sem a presença humana. No podcast Azul, falamos de assuntos complexos de forma simples, do clima à biodiversidade, da atmosfera aos oceanos, dos glaciares à poluição, da energia à sustentabilidade. Siga o podcast Azul no Spotify, Apple Podcasts, SoundCloud ou outras aplicações para podcasts. Conheça os podcasts da Rede PÚBLICO em publico.pt/podcasts. Tem uma ideia ou sugestão? Envie um e-mail para podcasts@publico.pt.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neutralidade carbónica até 2050. Um corte de 55% nas emissões de gases com efeito de estufa até 2030. Um sistema alimentar mais sustentável. Mais protecção da natureza. Cidades mais amigas do ambiente. Poluição zero. O que aconteceu às promessas do Pacto Ecológico Europeu? A um mês das eleições europeias, é altura de fazer um balanço destes cinco anos e olhar também para os desafios da próxima legislatura.
Neste episódio do podcast do Azul, publicado no Dia da Europa, ouvimos o eurodeputado independente Francisco Guerreiro, integrado no grupo d’Os Verdes no Parlamento Europeu, para comentar o quanto se avançou nas questões de ambiente e clima nos últimos cinco anos.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Nesta entrevista ao podcast do Azul, Maria Antonia Tigre, directora para litigância climática do Sabin Center, da Universidade de Columbia, explica o impacto da decisão desta semana do Tribunal Europeu dos Direitos Humanos em futuros processos climáticos na Europa e no mundo, assim como dos pareceres consultivos que deverão ser publicados este ano por outros três tribunais internacionais. No podcast Azul, falamos de assuntos complexos de forma simples, do clima à biodiversidade, da atmosfera aos oceanos, dos glaciares à poluição, da energia à sustentabilidade. Siga o podcast Azul no Spotify, Apple Podcasts, SoundCloud ou outras aplicações para podcasts. Conheça os podcasts da Rede PÚBLICO em publico.pt/podcasts. Tem uma ideia ou sugestão? Envie um e-mail para podcasts@publico.pt.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No dia em que são conhecidos os novos rostos do Governo, o Azul ouviu Ana Matias, coordenadora para a área do Clima da organização não-governamental Sciaena – Associação de Ciências Marinhas e Cooperação, para conhecer mais sobre quais devem ser as prioridades em matéria de ambiente e conservação da natureza. “A crise climática não está à porta, já está dentro das nossas casas”, recorda a ambientalista, notando que a conservação dos oceanos está intimamente ligada ao combate às alterações climáticas. Entre as prioridades, estão a aprovação da lei que cria a Rede Nacional de Áreas Marinhas Protegidas. A Sciaena defende que seja adoptada uma moratória nacional à mineração em mar profundo, uma “actividade industrial emergente (...) que não tem lugar num país como Portugal, que depende tanto do bom estado deste ecossistema”. Uma medida relativamente fácil de implementar seria ainda a ratificação do Tratado do Alto Mar, aprovado no ano passado, do qual Portugal poderá ser o primeiro país na União Europeia a fazê-lo. As ONG de Ambiente vêm há muito tempo alertar para a importância de um reforço da dotação do IPMA e de outros centros de investigação com recursos humanos e financeiros, para “garantir a base de conhecimento e de informação que é necessária à gestão pública dos recursos marinhos”. Entre os apelos das ONG está ainda a implementação de uma estratégia de transição para uma pesca de baixo impacto, apostando-se também na monitorização e no controlo da pesca e actividades marítimas. A conversa navega ainda pelo cruzamento do ambiente com a economia, os equilíbrios necessários para a transição energética e ainda as prioridades do movimento pela justiça climática em Portugal, que se reúne num encontro entre 5 e 7 de Abril. O primeiro-ministro indigitado, Luís Montenegro, apresenta nesta quinta-feira ao Presidente da República os nomes dos ministros do Governo AD, coligação PSD-CDS que venceu as eleições legislativas de 10 de Março. No podcast Azul, falamos de assuntos complexos de forma simples, do clima à biodiversidade, da atmosfera aos oceanos, dos glaciares à poluição, da energia à sustentabilidade. Siga o podcast Azul no Spotify, Apple Podcasts, SoundCloud ou outras aplicações para podcasts. Conheça os podcasts da Rede PÚBLICO em publico.pt/podcasts. Tem uma ideia ou sugestão? Envie um e-mail para podcasts@publico.pt.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Onde está a crise climática nos programas dos partidos? Temos propostas adequadas para a urgência da acção que o próximo governo precisa de continuar, na sequência do que foi prometido, por exemplo, na COP28, no Dubai, ou na própria lei portuguesa e europeia? Neste episódio do podcast Azul, falamos com Mariana Gomes, estudante de direito e presidente da associação Último Recurso. Com o apoio das organizações Quercus e Sciaena, a associação está neste momento a processar o Estado português por falhar na aplicação da Lei de Bases do Clima. Com eleições antecipadas à porta, a Último Recurso lançou um “Programa Eleitoral Pelo Clima”. É um documento com 10 propostas para Portugal atingir a meta de redução de 55% das emissões em 2030, por comparação aos níveis de 1990 - precisamente o que está inscrito na Lei de Bases do Clima. Será que estas medidas estão entre as prioridades dos partidos nos seus programas? No podcast Azul, falamos de assuntos complexos de forma simples, do clima à biodiversidade, da atmosfera aos oceanos, dos glaciares à poluição, da energia à sustentabilidade. Siga o podcast Azul no Spotify, Apple Podcasts, SoundCloud ou outras aplicações para podcasts. Conheça os podcasts da Rede PÚBLICO em publico.pt/podcasts. Tem uma ideia ou sugestão? Envie um e-mail para podcasts@publico.pt.See omnystudio.com/listener for privacy information.
As alterações climáticas são um dos desafios mais complexos que enfrentamos globalmente, com soluções que dependem da colaboração de vários sectores, públicos e privados, para que a transição ecológica se torne uma realidade. Contudo, questões tão importantes como a ligação entre saúde e as alterações climáticas e degradação ambiental têm estado longe do ambiente de campanha - mas não tem que ser assim.
Neste episódio do podcast Azul, o médico Luís Campos, presidente do Conselho Português para a Saúde e Ambiente (CPSA). No início de Fevereiro, esta aliança lançou um manifesto com 25 propostas para as eleições legislativas, onde apela aos partidos políticos que incluam nos seus programas eleitorais e na acção governativa medidas concretas na área da saúde e ambiente.
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Neste episódio do podcast Azul, ouvimos Catarina Grilo e Raul Xavier, da ANP/WWF, sobre o papel do carbono azul no futuro mercado voluntário de carbono. No podcast Azul, falamos de assuntos complexos de forma simples, do clima à biodiversidade, da atmosfera aos oceanos, dos glaciares à poluição, da energia à sustentabilidade. Siga o podcast Azul no Spotify, Apple Podcasts, SoundCloud ou outras aplicações para podcasts. Conheça os podcasts da Rede PÚBLICO em publico.pt/podcasts. Tem uma ideia ou sugestão? Envie um e-mail para podcasts@publico.pt. See omnystudio.com/listener for privacy information.








