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BBCast Agro
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Author: Broto
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Boletim realizado por especialistas da Diretoria de Agronegócios e Gerências de Assessoramento Técnico ao Agronegócio do Banco do Brasil. A cada dia, uma análise sobre o cenário de uma cultura específica. Acompanhe!
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No episódio de hoje do BB Cast Agro, Danilo Teodoro, assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Uberaba (MG), analisa o cenário do milho, com foco nas estimativas para a safra norte-americana 2026/27, no avanço do plantio da 2ª safra no Brasil e nas oportunidades de proteção de preços.Destaques do episódio:🌎 Safra dos EUA 2026/27: o USDA indicou possível redução da área plantada de milho para 38,04 milhões de hectares, abaixo dos 39,98 milhões da safra anterior. A produção foi estimada em 401,3 milhões de toneladas, queda de 7% frente ao último ciclo.📊 Chicago estável: mesmo com a sinalização de menor área, o mercado já precificava o movimento. Na Bolsa de Chicago, o contrato maio/26 encerrou o dia 25 cotado a US$ 4,42 por bushel, com alta de 0,80%.🌽 Milho 2ª safra no Brasil: segundo o IMEA, a semeadura em Mato Grosso atingiu 66,33% da área estimada (7,39 milhões de hectares), ritmo próximo ao da safra passada, mas ligeiramente abaixo da média dos últimos cinco anos.⏳ Janela mais estreita: o plantio tardio da soja atrasou a colheita e limitou o avanço do milho em algumas regiões do estado, o que pode resultar em uma janela de plantio mais curta.💰 Preços firmes no mercado interno: pesquisadores do Cepea apontam que a comercialização mais restrita tem sustentado as cotações. O indicador Esalq/B3, base Campinas, fechou em R$ 69,28 por saca no dia 25 de fevereiro.🏦 Proteção de preços: o Banco do Brasil disponibiliza Opções Agro BB e termo de moedas (NDF) para proteção contra oscilações. Atualmente, há opções de venda (PUT) referenciadas na B3, com vencimentos em maio/26 e julho/26, oferecendo alternativas para garantir margens.👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br
No episódio de hoje do BB Cast Agro, Bruno Viglioni, assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Belo Horizonte (MG), analisa o cenário da suinocultura brasileira, destacando o desempenho recorde das exportações em 2025 e as perspectivas para o início de 2026.Destaques do episódio:📈 Exportações recordes: o Brasil embarcou mais de 1,48 milhão de toneladas de carne suína em 2025, alta de 11,5% em relação a 2024. O faturamento alcançou US$ 3,6 bilhões, crescimento de 19,1%, impulsionado tanto pelo maior volume quanto pela valorização do preço em dólar.🌏 Principais destinos: as Filipinas lideraram as compras, com 381 mil toneladas (26% do total exportado). A China, que já foi o principal mercado, reduziu as importações para 159 mil toneladas (10,9% do total), refletindo a recomposição do rebanho após a Peste Suína Africana. Chile, Japão e Hong Kong também figuram entre os maiores compradores.🐖 Mercado interno aquecido: dados preliminares do IBGE indicam o abate de 60 milhões de cabeças em 2025, totalizando 5,6 milhões de toneladas. O preço médio do suíno vivo em Minas Gerais encerrou o ano em R$ 8,50/kg, 8,5% acima da média de 2024, favorecido pela boa rentabilidade e pela safra de grãos 2024/2025.📉 Pressão nos preços em janeiro: o início de 2026 trouxe recuo nas cotações do suíno terminado em Minas Gerais, com média de R$ 6,80/kg — queda de 18% no mês. Entre os fatores estão a redução das exportações em janeiro, a queda no preço da carne de frango e a sazonalidade do consumo no primeiro trimestre.🌽 Relação de troca e planejamento: a expectativa de curto prazo é de manutenção do equilíbrio entre preços do suíno e custos de produção. O planejamento na compra de insumos, atento às tendências dos grãos, será essencial para preservar margens.🏦 Gestão e proteção: o Banco do Brasil oferece mecanismos de proteção de preços no mercado futuro e linhas de Custeio Agropecuário para apoiar o produtor na organização financeira do ciclo produtivo, reforçando a importância do crédito consciente e sustentável.👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br
No episódio de hoje do BB Cast Agro, Rômulo Bastos Chagas, assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Vitória (ES), analisa o cenário do café conilon após a divulgação da primeira estimativa de safra e os recentes movimentos do mercado internacional.Destaques do episódio:📉 Queda nos preços: fevereiro registrou retração de quase 20% nas cotações em relação a janeiro. O movimento reflete a melhora das condições climáticas no cinturão cafeeiro, com chuvas mais frequentes reduzindo o estresse hídrico e favorecendo o enchimento dos grãos.🌍 Oferta global maior: a 1ª estimativa da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) projeta safra recorde de 66,2 milhões de sacas em 2026, sendo 22,1 milhões de canéfora. Sinais de maior disponibilidade no Vietnã, valorização do real e retração dos embarques brasileiros reforçaram o ajuste negativo nas cotações.📦 Exportações em queda no ES: o Espírito Santo registrou redução de 25% nas vendas externas em janeiro, frente ao mesmo mês de 2025. O destaque foi o café solúvel, com queda de 52%. A receita cambial acompanhou o movimento e recuou 61%.💹 Mercado futuro e interno: na Bolsa de Londres, o contrato do robusta para maio/26 iniciou a semana cotado a US$ 3.574 por tonelada. No mercado físico, o tipo 7 abriu a semana a R$ 982 por saca no Centro do Comércio do Café de Vitória.🚜 Tecnologia no campo: nos cafezais capixabas, avançam a irrigação de precisão e a mecanização da colheita, promovendo ganhos de eficiência e produtividade. Produtores também investem em modernização de equipamentos e construção de barragens de terra para ampliar a reserva hídrica diante da maior variabilidade climática.🌱 Mercado de terras aquecido: há crescimento da demanda nas regiões Norte e Noroeste do Espírito Santo, principais polos produtores do Estado, com negociações alcançando valores recordes.🏦 Soluções financeiras: o Banco do Brasil disponibiliza linhas de crédito e soluções personalizadas para apoiar o produtor rural em todas as etapas da atividade agrícola, reforçando a importância do crédito consciente e sustentável.👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br
No episódio de hoje do BB Cast Agro, Marcos Lira, assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Campos de Holambra (SP), analisa o cenário do algodão após o último relatório do USDA e os movimentos de mercado na Bolsa de Nova Iorque.Destaques do episódio:🧾 Oferta x demanda global: o balanço mundial segue com leve excedente, com produção estimada em 26 milhões de toneladas frente a um consumo de 25,72 milhões, mantendo pressão sobre as cotações.📉 NY pressionada: os contratos para março/26 continuam abaixo de US¢ 64/libra-peso, patamar que vigora há mais de um ano nos vencimentos mais curtos.🌏 China: o maior produtor mundial pode reduzir a área em 2026/27. Há estímulos para ampliação de grãos alimentícios e possível redirecionamento de subsídios, o que pode impactar a produção de pluma.Estados Unidos: custos elevados desestimulam o plantio. Após 3,7 milhões de hectares na safra 2025/26, produtores avaliam possível redução de área no próximo ciclo.Brasil: a área plantada recuou 3,2%, segundo a Conab. O plantio foi concluído com destaque para a rapidez em Mato Grosso, que semeou cerca de 70% da área prevista (1,4 milhão de hectares) dentro da janela ideal.🛡️ Gestão de risco: o BB disponibiliza Opções Agro, Termo de Moedas (NDF) e Opções de Venda (PUT) na B3, com vencimento em novembro/26 e strikes entre US¢ 64 e US¢ 68/libra-peso, como ferramentas de proteção de margem.👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br
Nesta semana, o mercado monitora as definições de biocombustíveis nos EUA, o avanço da safrinha no Brasil e o fôlego renovado da pecuária de corte. Destaques do episódio:🌱 Soja (00:26): o cenário permanece volátil devido às tensões geopolíticas globais, rumores de greves em portos da Argentina e novas definições regulatórias sobre biocombustíveis nos Estados Unidos.🌽 Milho (01:32): no Brasil, a colheita da 1ª safra e o plantio da 2ª avançam, mas a comercialização segue em ritmo lento. O descompasso entre as ofertas de compradores e as pedidas de vendedores favorece a estabilidade dos preços no curto prazo.☕ Café (02:52): a proximidade da colheita da safra 2026 no Brasil exerce pressão negativa sobre os contratos futuros, gerando incertezas quanto à rentabilidade final da nova produção.🐂 Boi gordo (03:28): cotações seguem sustentadas pela forte demanda interna e externa. Em praças específicas, a arroba já atinge o patamar de R$ 350,00, refletindo o aperto na oferta de animais terminados.👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br
No episódio de hoje do BBcast Agro, Luciano Scuccuglia, assessor de agronegócios do Banco do Brasil, analisa a forte alta na CBOT impulsionada pela geopolítica e o avanço da colheita no Brasil.Destaques do episódio:🇺🇸Geopolítica e Chicago: as cotações saltaram 6,42% após anúncios de possível ampliação de compras chinesas sobre a produção americana. Fundos de investimento elevaram a posição comprada ao maior nível desde maio de 2025.🛢️ Combustíveis Limpos: novas diretrizes do Tesouro dos EUA sobre créditos fiscais para biocombustíveis priorizam matérias-primas internas, elevando a demanda por óleo de soja e dando suporte aos preços.🇧🇷 Colheita no Brasil: os trabalhos atingiram 24,7% da área nacional. O Mato Grosso lidera com mais de 60% colhido. A Conab estima uma produção total de 182 milhões de toneladas, um potencial novo recorde para o país.🇦🇷 Argentina: o desenvolvimento das lavouras enfrenta má distribuição de chuvas, mas as estimativas oficiais de produção foram mantidas em 48,5 milhões de toneladas até o momento.📈 Preços e Hedge: o indicador Cepea reagiu à alta de Chicago e subiu para **R$ 127,49/saca**. Para proteger as margens, o BB oferece Opções agro (PUT) na CBOT para Abr/26 (até US$ 11,51) e Jun/26 (até US$ 11,63).👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br
No episódio de hoje do BBcast Agro, Nataly Villa, assessora de agronegócios do Banco do Brasil em Bauru (SP), traz as atualizações do cenário da bovinocultura de corte em 19 de fevereiro de 2026.Destaques do episódio:🐂 Boi gordo (Cepea): o indicador registrou média mensal de R$ 344,05/@ em 13 de fevereiro, alta de 5,25% frente ao mês anterior. Em São Paulo, a cotação chegou a R$ 347,87/@ (+5,13%), com escalas de abate encurtadas para cerca de 5 dias úteis, refletindo oferta restrita de animais terminados.🐄 Reposição em alta: o indicador do bezerro CEPEA/ESALQ (MS) foi cotado a R$ 3.157,23 por cabeça (aprox. R$ 15,67/kg vivo), avanço de cerca de 17% nos últimos 12 meses, sinalizando viés de alta para a reposição ao longo de 2026.🌎 Demanda externa aquecida: segundo a Secretaria de Comércio Exterior, o Brasil exportou 68,3 mil toneladas de carne bovina in natura na primeira semana de fevereiro/26 — aumento de 43,6% em relação a fevereiro/25. O preço médio foi de US$ 5.619,45 por tonelada, alta de 14% na comparação anual.📈 Mercado futuro: na B3, os contratos do boi gordo para maio/26 estão em torno de R$ 341,45/@. Para fevereiro, março e abril/26, as cotações giram próximas de R$ 345,00/@ — oportunidades para proteção de margem.🛡️ Gestão de risco: o BB disponibiliza Opções Agro (PUT) referenciadas na B3:Março/26: strike entre R$ 339 e R$ 344/@Abril/26: strike entre R$ 330 e R$ 346/@💳 Crédito e custeio: com o Custeio Agropecuário do BB, o produtor pode financiar despesas da produção e garantir insumos estratégicos para um ciclo pecuário mais eficiente e sustentável.👉 Para simular opções e consultar outros vencimentos, acesse o App BB, menu Agro.Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios do Banco do Brasil.Crédito consciente e sustentável faz a diferença no resultado da sua atividade.Até a próxima!
No episódio de hoje do BBcast Agro – Mercado de Grãos, Danilo Teodoro, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Uberaba (MG), apresenta uma análise do cenário do milho em 13 de fevereiro de 2026, destacando os principais dados do relatório do USDA, o andamento da safra brasileira e o comportamento dos preços no mercado físico e futuro.Destaques do episódio: 🌎 USDA eleva exportações dos EUA: O relatório mensal de oferta e demanda confirmou aumento nas exportações norte-americanas de milho para a Safra 2025/26, projetadas em 83,82 milhões de toneladas. O bom ritmo de vendas e embarques reforça a competitividade do milho dos Estados Unidos, resultando em redução de 4,49% nos estoques finais em relação a janeiro.📊 Chicago praticamente estável: O contrato referência maio/26 encerrou o dia 11 cotado a US$ 4,36 por bushel, mantendo estabilidade frente ao pregão anterior, refletindo um relatório dentro das expectativas do mercado.🌽 Safra brasileira em andamento: A Conab, no 5º Levantamento da Safra 2025/26, manteve praticamente inalterada a projeção de produção total, estimada em 138,44 milhões de toneladas. A colheita da 1ª safra já alcança 11,4% da área, com o Rio Grande do Sul atingindo 39%. Já o plantio da 2ª safra chega a 21,6%, com o Mato Grosso liderando com 37,1% da área semeada, ritmo 2,8 pontos percentuais acima do ano passado.💰 Reação no mercado físico: Após as quedas observadas em janeiro, os preços reagiram em algumas praças. Segundo o Cepea, a maior resistência dos produtores em negociar a valores mais baixos limitou novas retrações. O Indicador Esalq/B3 (base Campinas) encerrou 11 de fevereiro cotado a R$ 67,21 por saca.🛡️ Ferramentas de proteção de preço: O Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB e o termo de moedas (NDF) como alternativas para proteção contra oscilações de mercado e preservação de margens. Atualmente, há opções de venda (PUT) na B3 com vencimentos em:Março/26: strike entre R$ 68,60 e R$ 70,23 por saca;Maio/26: strike entre R$ 67,25 e R$ 70,13 por saca.Para simular prêmios e consultar outros vencimentos, acesse o App BB > Menu Agro ou procure seu gerente de relacionamento.Diante desse cenário, o episódio reforça a importância da gestão de risco e do uso estratégico de instrumentos de proteção para garantir previsibilidade e sustentabilidade ao negócio rural.Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios do Banco do Brasil. Crédito consciente e sustentável.Até a próxima!
No episódio de hoje do BBcast Agro – Bovinocultura de Leite, Luciane Seraphim, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Santo Ângelo (RS), apresenta uma análise atualizada do mercado lácteo em 12 de fevereiro de 2026, destacando preços, custos de produção e cenário do comércio exterior. Destaques do episódio:🥛 Queda nos preços ao produtor: Segundo o Cepea, o preço do leite captado em dezembro de 2025 foi de R$ 1,99/litro na “Média Brasil”, com recuo de 6,0% frente a novembro e redução de 30% em comparação a dezembro de 2024.📈 Reação no mercado spot: Entre a segunda quinzena de janeiro e a primeira quinzena de fevereiro de 2026, o leite spot registrou aumento de R$ 0,20 por litro, sinalizando possível tendência de alta para o próximo mês. Já os Conseleites de RS, MG, SC e PR projetam estabilidade no valor pago ao produtor em janeiro.💸 Custos de produção em alta: De acordo com a Embrapa, os custos subiram 0,2% em dezembro, fechando 2025 com alta acumulada de 3,0%, impulsionada principalmente pelos minerais.🌎 Comércio exterior: As exportações de leite e derivados cresceram 10,3% em novembro, enquanto as importações recuaram 14,8% no mês e 13,2% no acumulado de 12 meses. Ainda assim, o ano de 2025 encerrou com déficit de US$ 870 milhões na balança comercial de lácteos.Diante desse cenário, o episódio reforça a importância da gestão eficiente dentro da porteira e do uso estratégico das linhas de Custeio do Banco do Brasil para aquisição de insumos no momento oportuno.Conte com a assessoria especializada em agronegócios do BB e mantenha o foco em um crédito consciente e sustentável.Até a próxima!
No episódio de hoje do BBCast Agro CAFÉ ARÁBICA, Marcelo Oliveira Porto, assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Patos de Minas-MG, analisa o cenário atual do mercado de café arábica e os desafios para a safra 2026.Destaques do episódio: 🌱 Clima e Desenvolvimento da Safra 2026: O clima favorável das últimas semanas, com chuvas regulares e temperaturas amenas, tem beneficiado o desenvolvimento dos frutos e ramos produtivos. No entanto, as chuvas frequentes têm dificultado o controle de ervas daninhas, pragas e doenças.💰 Volatilidade no Mercado: O mercado internacional segue volátil, com baixos estoques, o enfraquecimento do dólar, o consumo aquecido e os impactos de conflitos geopolíticos. A previsão de safra brasileira de 66,2 milhões de sacas em 2026 também afeta os preços.📉 Preços do Café: Os preços do café arábica têm sido remuneradores, com negociação entre R$ 1.800 a R$ 1.950 por saca. No entanto, a recente queda nos preços gerou cautela entre os produtores.🔧 Ferramentas de Crédito e Proteção: O Banco do Brasil oferece linhas de crédito para custeio, investimento e comercialização, além de ferramentas como o termo de mercadorias e as Opções Agro, que ajudam a proteger margens e a planejar o fluxo de caixa.O episódio reforça a importância de estar bem informado sobre o mercado de café e contar com a assessoria especializada em agronegócios do Banco do Brasil para tomar decisões financeiras estratégicas.Até o próximo episódio!
No episódio de hoje do BBCast Agro CANA, Maurício Alonso, assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Ribeirão Preto-SP, analisa o cenário atual da cana-de-açúcar e os desafios enfrentados pelo setor em 2026. Destaques do episódio:🚜 Safra 2025/2026: A safra do Centro-Sul terminou 2025 com uma moagem de 600 milhões de toneladas, uma redução em relação aos 614 milhões de toneladas do ano anterior, mas ainda assim um número elevado comparado aos últimos 15 ciclos.🌱 Qualidade da matéria-prima (ATR): O teor de Açúcares Totais Recuperáveis (ATR) ficou em 138 kg por tonelada, representando uma queda de 2,2% em relação ao ano passado, impactado pelas secas e queimadas de 2024, além das chuvas irregulares de 2025.💰 Preços e rentabilidade: O preço do ATR caiu para R$ 1,09, uma redução considerável comparado ao valor de R$ 1,25 observado em 2022. A maior oferta de açúcar no mercado internacional, somada à recuperação da safra asiática e ao aumento da produção de etanol de milho no Brasil, tem pressionado a rentabilidade do setor.📉 Rentabilidade: Estudo do Banco do Brasil apontou uma queda na rentabilidade da cana, passando de 21% na safra 2024/2025 para 6,5% na safra 2025/2026, o que tem comprometido o caixa de algumas indústrias e produtores.🔧 Adaptação do setor: O mercado está se ajustando a esse novo cenário, com grandes players buscando maior eficiência operacional e os produtores ajustando seus custos para enfrentar os desafios.O episódio reforça a importância de informações precisas e análises qualificadas para tomar decisões estratégicas e financeiras no setor. Para mais orientações, o Banco do Brasil continua à disposição com sua assessoria especializada em agronegócios.Até o próximo episódio!
Nesta semana, o mercado global de grãos aguarda os relatórios do USDA e da Conab, enquanto na pecuária, a retenção de animais no pasto e a reposição valorizada ditam o ritmo dos preços.Destaques do episódio:🌱 Soja: o mercado na CBOT reage à demanda chinesa e aguarda o relatório do USDA (10/02), que pode revisar exportações dos EUA para cima. No Brasil, chuvas intensas no Centro-Oeste podem desacelerar a colheita, enquanto o RS sofre com a estiagem.🌽 Milho: Conab divulga o 5º boletim de safra no dia 12/02. No Brasil, a colheita da 1ª safra atinge 8,6% e o plantio da safrinha chega a 12%. Os preços físicos seguem pressionados pela maior disponibilidade do cereal da safra de verão.☕ Café: volatilidade elevada nas bolsas internacionais. Fundamentos de estoques baixos e demanda crescente mantêm suporte aos preços, enquanto o mercado monitora a expectativa de aumento na produção brasileira de arábica e conilon para 2026.🐂 Boi gordo: oferta restrita de animais terminados, com escalas de abate curtas (4 a 5 dias). O consumo doméstico aguarda a entrada dos salários para reagir. A reposição segue cara: o bezerro atingiu R$ 14,88/kg, alta de 21,66% em relação ao ano anterior.🛡️ Gestão de risco: diante da volatilidade e margens apertadas, o uso de Opções Agro, Termo e Contratos Futuros é essencial para garantir previsibilidade e proteger a rentabilidade contra oscilações bruscas.👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br.
No episódio de hoje do BBcast Agro, Luciano Scuccuglia, assessor de agronegócios do Banco do Brasil, analisa a volatilidade na CBOT, impulsionada pelo setor de biocombustíveis, e o avanço expressivo das máquinas nas lavouras brasileiras.Destaques do episódio:🛢️ Suporte do óleo: as cotações em Chicago encontram sustentação no óleo de soja, devido a incertezas regulatórias sobre biocombustíveis e projeções de escassez global de óleos vegetais para 2026.🇺🇸 EUA: o ritmo de vendas norte-americanas segue lento, com acumulado de 33,8 milhões de toneladas, volume inferior aos 42,5 milhões registrados no mesmo período do ciclo anterior.🇧🇷 Colheita no Brasil: os trabalhos atingiram 11,4% da área total até 31 de janeiro. No Mato Grosso, a colheita já cobre 33,2% da área, com o IMEA elevando a projeção para mais de 50 milhões de toneladas no estado.🇦🇷 Argentina: plantio praticamente finalizado (99%). Após um janeiro seco e de calor intenso, a expectativa é de melhora nas chuvas em fevereiro para favorecer os 80% das lavouras em boas condições.📉 Preços e proteção: o indicador Cepea recuou para R$ 124,34/saca, queda de 12,5% no ano. O BB oferece Opções agro (PUT) na CBOT para Fev/26 (até US$ 11,03) e Abr/26 (até US$ 11,16) para garantir a margem do produtor.👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br
No episódio de hoje do BBcast Agro, Teodoro Contin, assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Piracicaba-SP, destaca a reação nos preços do boi gordo e o viés de alta para a reposição em 2026.Destaques do episódio:📈 Mercado físico: preços subiram entre R$ 5,00 e R$ 15,00 na última semana de janeiro. Em São Paulo, a arroba saltou para R$ 330,00, reflexo da oferta restrita e escalas de abate curtas (média de 5 dias).🐂 Reposição: o bezerro (MS) encerrou janeiro cotado a R$ 3.078,00 (aprox. R$ 15,00/kg). A alta de 14,7% nos últimos 12 meses sinaliza um ano de custos elevados para reposição.🚢 Exportações: volume exportado de carne in natura atingiu 184 mil toneladas nos primeiros 16 dias úteis de janeiro (+2,2%). O preço médio por tonelada subiu para US$ 5.576,00 (+11%).📉 B3: contratos futuros para Maio/26 operam em R$ 336,00, enquanto os vencimentos de curto prazo (Fev/Mar/Abr) giram em torno de R$ 339,00.🛡️ Proteção: o BB oferece Opções agro (PUT) com preços garantidos (strike) de até R$ 340,00/arroba para março de 2026, além de linhas de Custeio para despesas operacionais.👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br
No episódio de hoje do BBcast Agro, Nátaly Villa, assessora de agronegócios do Banco do Brasil em Bauru-SP, explica as vantagens estratégicas dos sistemas de integração para a rentabilidade e conservação ambiental.Destaques do episódio:🌱 O que é ILPF: estratégia que combina sistemas agrícolas, pecuários e florestais em uma mesma área. A sinergia entre os componentes otimiza o uso da terra e diversifica a renda do produtor.📐 Modalidades: o sistema pode ser estruturado em quatro formas: ILP (Lavoura-Pecuária), ILF (Lavoura-Floresta), IPF (Pecuária-Floresta) e a completa ILPF.🌍 Benefícios: recuperação de áreas degradadas, sequestro de carbono, melhoria do bem-estar animal e maior estabilidade econômica frente às oscilações de mercado e clima.🌳 Cenário Nacional: o Brasil já possui mais de 17,4 milhões de hectares sob integração, com predomínio do eucalipto no componente florestal. Há potencial para converter outros 159 milhões de hectares de pastagens.🚀 Projeção 2030: a meta é atingir 35 milhões de hectares integrados, impulsionados pela recuperação de pastagens e pela crescente demanda por práticas sustentáveis.💰 Financiamento: o BB oferece linhas de crédito específicas para novos plantios florestais integrados à agricultura e pecuária, apoiando a modernização sustentável da porteira.👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br
No episódio de hoje do BBcast Agro, Marcelo Matsumura, assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Piracicaba-SP, analisa as previsões do INMET e da NOAA para o desenvolvimento das lavouras brasileiras.Destaques do episódio:🌡️ Fenômenos: relatório da NOAA indica que La Niña pode atuar até meados de março, com alta probabilidade de transição para a neutralidade climática na sequência.🌧️ Previsão de chuvas: volumes acima da média são esperados em pontos do Norte e Sudeste (MG, RJ e ES). Já o Centro-Oeste e a região Sul devem registrar chuvas abaixo da média histórica.🔥 Temperaturas: previsão de calor acima da média em grande parte do país. O estresse térmico pode oscilar entre 0,5 °C e 1,0 °C acima do normal em estados como SP, PR, MS, MT, GO e TO.💧 Umidade do solo: alerta de baixa disponibilidade hídrica no Nordeste, Acre e norte de Roraima. O aumento da evapotranspiração pode comprometer lavouras de sequeiro em fases de floração e enchimento de grãos.🚜 Sul e Centro-Oeste: o cenário de menor umidade no Sul pode afetar lavouras tardias, mas favorece a maturação e a colheita da soja e do milho 1ª safra, garantindo a qualidade operacional. No Centro-Oeste e Sudeste, o risco de estresse hídrico exige atenção redobrada em estágios reprodutivos.👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br.
No episódio de hoje, apresentamos o resumo dos principais fatores que devem movimentar os mercados de soja, milho, café e boi gordo nesta primeira semana de fevereiro.Destaques do episódio:🌱 Soja: o mercado mantém o foco no cenário macroeconômico global e no avanço da colheita no Brasil, que ganha ritmo nas principais regiões produtoras.🌽 Milho: no cenário externo, a atenção se volta para a demanda norte-americana e o clima no Hemisfério Sul. Internamente, o início da colheita da 1ª safra reforça o viés de baixa nos preços domésticos.☕ Café: o clima nas regiões cafeeiras segue como o principal fator de monitoramento, aliado à expectativa de um maior equilíbrio nos estoques globais ao longo do ano.🐂 Boi gordo: as excelentes condições das pastagens em grande parte do país conferem poder de barganha ao pecuarista, permitindo a retenção dos animais no pasto e regulando a oferta.👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br.
No episódio de hoje do BBcast Agro, Leandro Milléo, assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Presidente Prudente-SP, analisa a recuperação das cotações externas e o ritmo dos trabalhos de campo no cenário nacional.Destaques do episódio:🇺🇸 Mercado externo: recuperação na CBOT para US$ 4,32/bushel, impulsionada pela desvalorização do dólar e pela sinalização política nos EUA para ampliar a mistura de etanol (E15) durante todo o ano.🇧🇷Primeira safra: colheita atinge 7,4% da área no Brasil. No RS, áreas irrigadas registram até 230 sc/ha, enquanto lavouras de sequeiro sofrem com a irregularidade de chuvas no enchimento de grãos.🚜 Segunda safra: plantio atinge 5,9% da área nacional. O Mato Grosso se destaca com 11,7% semeado, ritmo superior ao ciclo anterior, com expectativa de 75% da área dentro da janela ideal.📉 Preços internos: a entrada da safra de verão e o plantio favorável da safrinha pressionam o mercado. O indicador Cepea caiu 5,2% em 30 dias, cotado a R$ 65,87/saca.🛡️ Proteção: o BB oferece Opções agro (PUT) na B3 para Março/26 (até R$ 67,87/sc) e Maio/26 (até R$ 67,55/sc), além de NDF para mitigação de riscos cambiais e de preço.👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br.
No episódio de hoje do BBcast Agro, Nátaly Villa, assessora de agronegócios do Banco do Brasil em Bauru-SP, analisa o crescimento das vendas externas em 2025 e o impacto dos custos de alimentação na rentabilidade da granja.Destaques do episódio:🚢 Exportações: recorde em 2025, com receita de US$ 192,5 milhões (+16%) e volume de 57,6 mil toneladas (+29%). O desempenho reforça a competitividade do ovo brasileiro no mercado global.🥚 Preços: em Bastos-SP, a caixa de 30 dúzias de ovos brancos fechou dezembro a R$ 119,85. O valor é 19,7% inferior ao registrado no mesmo período de 2024, refletindo o ajuste de mercado no final do ano.🌽 Insumos: preços do milho e do farelo de soja caíram 4,5% e 18%, respectivamente, em dezembro frente ao ano anterior, auxiliando na manutenção das margens da atividade.📊 Relação de troca: houve recuo no poder de compra do produtor. Em dezembro, uma dúzia de ovos comprava 3,44 kg de milho e 2,51 kg de farelo de soja, níveis abaixo dos picos registrados no primeiro trimestre de 2025.💰 Gestão e Crédito: apesar da retração na troca, a atividade segue rentável. O BB disponibiliza linhas de Custeio e investimento, além de soluções para gestão de custos e proteção de preços.👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br.
No episódio de hoje do BBcast Agro, Rômulo Bastos Chagas, assessor de agronegócios do Banco do Brasil em Vitória-ES, analisa a estabilidade dos preços, o fim do "tarifaço" americano e as inovações em eficiência hídrica no Espírito Santo.Destaques do episódio:🚢 Exportações: em 2025, o Espírito Santo exportou 4,3 milhões de sacas, totalizando US$ 1,24 bilhão. Com o fim das tarifas dos EUA e o novo acordo Mercosul-União Europeia, a expectativa é de ampliação dos embarques em 2026.📈 Preços: em Londres, o robusta para Mar/26 abriu a semana a US$ 4.200/tonelada. No mercado físico de Vitória, o café tipo 7 iniciou cotado a R$ 1.280,00/saca.💧 Tecnologia: com 90% das lavouras capixabas irrigadas, cresce o uso de gotejamento enterrado com telemetria e sensores, otimizando a fertirrigação e facilitando a mecanização da colheita.🌿 Manejo: ganham força técnicas como a poda programada de ciclo, adensamento de hastes e o uso de cultivares de alta performance, como a Vitória Incaper 8142 e a Diamante ES8112.💰 Mercado: a demanda externa ativa e a oferta enxuta sustentam a firmeza dos preços, incentivando o produtor a investir em eficiência produtiva por talhão.👉 Para mais análises do agro, acesse: https://noticias.broto.com.br.




















