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Nesta semana, foi dada a largada. O lançamento da chapa Lula e Alckmin, Michelle assumindo protagonismo da campanha de Bolsonaro e o segundo turno antecipado Quem diria que ouviríamos Geraldo Alckmin dizer que Lula combina com chuchu? Pois se era frente ampla que queriam, é frente ampla que terão. Lula e Alckmin estão juntos em uma chapa histórica que só poderia ter se formado nessas condições de instabilidade política que vivemos, com alguém torpe como Jair Bolsonaro do outro lado. O lançamento foi marcado por discursos fortes e, é claro, republicamos. Outro destaque do lançamento foi o novo velho jingle de Lula, produzindo por Janja da Silva, noiva do candidato petista As mulheres que devem assumir um protagonismo nessa campanha. Além de Janja, Michelle Bolsonaro anda dando as caras. Entre transes religiosos no Congresso e discursos apaixonados. De todo modo, o que se vê, é um segundo turno antecipado.
Nesta semana, nenhum direito está dado. Nem aqui, no Brasil, nem em lugar nenhum. Mas vamos começar por aqui, onde o técnico do Grêmio, Roger Machado, tocou numa ferida que ainda está bem aberta. Em entrevista à agência AFP, Roger Machado voltou a abordar a questão do racismo no Brasil. Isso porque na última quarta-feira, quando o Grêmio enfrentou o Operário pela Série B, alguns torcedores insultaram a esposa e as filhas do técnico. Roger Machado disse, então, que a escalada de casos de racismo não é obra do acaso. Segundo ele, é um comportamento autorizado por Jair Bolsonaro. Ele disse o seguinte: "Os indivíduos que estavam escondidos se sentem autorizados a se manifestar segundo as posturas e pontos de vista do líder da nação, são convergentes." Os racistas não tem mais vergonha, não se escondem mais. As declarações de Roger Machado provocaram a fúria dos bolsonaristas, inclusive dentro do Grêmio, que nunca se incomodaram quando Renato Portaluppi elogiava Bolsonaro. Há quem diga que Roger pode ter o posicionamento que quiser, mas que associar o racismo ao Bolsonaro não tem fundamento. Pois então convidamos o professor Maikio Guimarães, que é jornalista e doutor em Ciências Sociais para explicar onde está o fundamento. E há quem diga que esporte e política não se misturam, então convidamos o jornalista Cléber Grabauska pra contar que não é bem assim. Enquanto isso, nos Estados Unidos, depois de quase 50 anos, a decisão da Suprema Corte que respalda o direito ao aborto legal pode ser derrubada. Além disso, a SC ainda pode acabar com as políticas de ações afirmativas nas universidades americanas. A apresentação é de Geórgia Santos. Participam Flávia Cunha, Igor Natusch e Tércio Saccol.
Nesta semana, falamos de Elon Musk, a graça do presidente e o absurdo do ministro pistoleiro. 
 O bilionário Elon Musk anunciou a compra do Twitter por mais de $43 bilhões. Ele que se diz um “absolutista da liberdade de expressão”, anunciou o fim dos bots e a verificação para todos os seres humanos. Mas o que essa compra representa. Tudo leva a crer que contas bloqueadas por Fake News, por exemplo, voltem à ativa. 
 Por falar em contas que divulgam Fake News, o presidente da República deu mais um passo na dissolução do que sobrou da nossa democracia. O presidente Jair Bolsonaro anunciou na última quinta, dia 21, o perdão da pena ao deputado Daniel Silveira (PTB-RJ), condenado na véspera a oito anos e nove meses de prisão pelo Supremo Tribunal Federal. Bolsonaro concedeu o benefício da graça.
 E como se não bastasse - essa frase tá comum por aqui, ultimamente - o ex-ministro da Educação, Milton Ribeiro, disparou, acidentalmente, uma arma de fogo dentro do Aeroporto Juscelino Kubitschek, em Brasília. Ele estava no balcão da companhia aérea Latam, mas quem foi atingida por estilhaços, embora sem gravidade, foi uma funcionária da Gol.
A gente vai falar de Anitta porque a cantora tomou uma decisão a partir do que ela considera ser a estratégia da campanha de Jair Bolsonaro. Ela bloqueou o presidente no Twitter. E é uma oportunidade pra gente falar sobre como os candidatos vão usar as redes sociais na eleição que se aproxima. Anitta postou o seguinte no Twitter: “Meti logo um block pra esses adms dele não ficarem usando minhas redes sociais pra ganhar buzz na internet.” Segundo ela, a estratégia de Bolsonaro mudou. Ela diz que eles estão com uma equipe de redes sociais mais jovem e descolada para, justamente, passar a imagem de ele, Jair Bolsonaro, seria assim. Descolado. Ok. A ideia seria fazer o público esquecer os problemas do governo usando e abusando de piadas e memes que façam ele parecer bonachão. Anitta argumenta que essa estratégia transforma manifestações negativas em deboche e, assim, o eventual artista que criticar Bolsonaro é mostrado como agressivo ou “mimizento” e ele, em contrapartida, vira o cara legal.E isso, é claro, gera um senso de identificação. Será que é por aí? Já é possível ver essa estratégia sendo posta em prática? É isso que a gente vai discutir hoje, além de Fake News e o encontro de Aécio Neves, Eduardo Leite e Paulinho da Força. Eita. Força, mesmo. A apresentação é de Geórgia Santos. Participam Flávia Cunha, Igor Natusch e Tércio Saccol.
Nesta semana, é Páscoa, semana de renovação, ou seja, momento de falar de eleição. E a gente até rimou, porque ainda é abril, mas a cena política brasileira está on fire. 
 E tudo começa com o companheiro Geraldo. Porque Lula ainda não foi lançado oficialmente como candidato a presidente pelo PT, mas Geraldo Alckmin, agora no PSB, já está posto como candidato a vice-presidente. E assim, como se os últimos 30 anos não tivessem existido, nasce o companheiro Geraldo.  
 Há quem goste, há quem não goste, há quem entenda essa espécie de Frente Ampla como fundamental, há quem diga que não faz diferença, há quem pense que é um ultraje. A gente dá o nosso pitaco. 
 De todo modo, a campanha já começou. Bolsonaro está empregando a máquina pública, tem o centrão ao lado, uma bancada forte, mas isso não se reflete nas pesquisas. Já Lula deu uma declaração sobre o aborto que deu o que falar. 
 E por falar em eleições, a campanha na França está a todo vapor com um segundo turno entre Emmanuel Macron, o atual presidente, e Marine Le Pen, a líder da extrema-direita.  Mas como nem só de eleição se vive, o Brasil continua testando nossa sanidade. Ainda há escândalos no MEC, compras estranhas nas Forças Armadas e um técnico de futebol agredindo fisicamente uma bandeirinha durante uma partida. Televisionada, inclusive. E Paulo Guedes falando que o governo federal vai enfrentar a crise da mesma forma que enfrentou a pandemia. Socorro. A apresentação é de Geórgia Santos. Participam Flávia Cunha, Igor Natusch e Tércio Saccol.
Nesta semana, o pote de sorvete à tortura, e um deputado fujão no meio. Que as pessoas estão doidas, não é novidade, mas o Brasil de 2022 tem testado os limites do aceitável em redes sociais e fora delas. 
Dentro das redes sociais, um brigadeiro escondido vira pedofilia e potes e sorvete tornam um pai carinhoso em escravocrata. Mas isso entre anônimos. Entre figuras conhecidas, o buraco é mais embaixo. Temos deputado filho de presidente ironizando a tortura que uma jornalista sofreu durante a ditadura militar. A jornalista Miriam Leitão se posicionou em prol da democracia em uma coluna de jornal. E isso significa, obviamente, se posicionar contra a reeleição de Jair Bolsonaro. Pois o deputado federal Eduardo Bolsonaro não gostou e disse que tinha pena da cobra. Pra quem não sabe, Miriam Leitão foi torturada durante a Ditadura Militar no Brasil. Ela foi colocada em uma cela escura, enquanto estava grávida, na companhia de uma cobra. Mas sabe do que mais? Tem gente que se diz democrática que acha que ela mereceu o deboche do 03. Mas fora das redes sociais a coisa não está menos complicada. O deputado Daniel Silveira, agora, colocou a tornozeleira eletrônica. Mas não sem antes ter passado a noite dentro do gabinete, dentro da Câmara dos Deputados, dizendo que não cumpriria a ordem do ministro do STF Alexandre de Moraes. Mais uma bravata bolsonarista pra conta. Mas será que tudo isso é aleatório? Será que tem a ver com eleição? Será que é paranoia nossa? Vamos tentar descobrir. Porque ainda tem escândalos no Ministério da Educação e compra superfaturada de ônibus. A apresentação é de Geórgia Santos. Participam Flávia Cunha, Igor Natusch e Tércio Saccol. Você também pode ouvir o episódio no Spotify, Itunes e Castbox.
Uma semana no Bendita Sois Vós. Vai faltar programa. Tem censura no Lollapalooza, ministro, tapa e Leite. Pegou? Vamos por partes. Na última semana, durante apresentação do festival LollaPalooza, a cantora Pabllo Vittar fez um “L” com a mão e sacudiu uma bandeira exaltando o ex-presidente e agora candidato do PT, o senhor Luiz Inácio Lula da Silva. O partido do presidente Jair Bolsonaro, não gostou. O PL entrou com uma representação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra os organizadores do festival de música. O TSE se prestou e entendeu que as manifestações de Pabllo e outra cantora durante os shows se enquadravam, sim, como propaganda eleitoral. E fez o que? Vetou novos atos políticos no festival. A decisão liminar determinou multa de R$ 50 mil para a organização do Lolla no caso de manifestação de outros artistas. Censura em plena luz do dia. Em pleno 2022. Mas, o tiro saiu pela culatra. A decisão foi uma força motriz para que outros artistas se manifestassem. E mais do que em favor do ex-presidente, contra o presidente Bolsonaro. A Fresno, por exemplo, se apresentou com um enorme “FORA BOLSONARO” no telão. Como resposta, o presidente, furioso, exigiu do partido que retirasse a ação. Mas porque agito pouco é bobagem, outra coisa movimentou as redes sociais nos últimos dias. Um tapão. Durante apresentação da última edição do Oscar, no domingo. Chris Rock fez um comentário de mau gosto travestido de piada. O alvo? Jada Pinkett Smith, esposa de Will Smith. Ela sofre de alopecia, que é uma condição que causa perda de cabelo, e está careca. E esse foi o motivo do comentário de Rock. Will Smith levantou da cadeira, deu um tapa em Chris Rock e gritou com o comediante. E agora a discussão é se Will Smith estava certo e porquê. E é claro que a gente tá aqui pra dar esse pitaco. O problema é que enquanto tudo isso acontecia, um ministro caía. O governo anunciou na última segunda-feira, a saída de Milton Ribeiro do Ministério da Educação. É o quarto ministro da Educação a vazar da pasta. A saída do pastor acontece uma semana depois da revelação feita pelo jornal "Folha de S.Paulo" de uma gravação na qual o ministro diz repassar verbas do ministério para municípios indicados por dois pastores. A pedido do presidente Jair Bolsonaro. E aí, porque não tem assunto o bastante, Eduardo Leite, do PSDB, decidiu renunciar ao cargo de governador do Rio Grande do Sul. Pelas datas, tudo indica que seja para concorrer à presidência da República, apesar de ter perdido as prévias. Ou tentar concorrer. A apresentação é de Geórgia Santos. Participam Flávia Cunha, Igor Natusch e Tércio Saccol.
Neste episódio do Bendita Sois Vós, o Telegram e a patrulha bolsonarista. Na última semana, o Supremo Tribunal Federal (STF) suspendeu as atividades do Telegram no Brasil usando afirmação da Polícia Federal (PF)de que o aplicativo "é notoriamente conhecido por sua postura de não cooperar com autoridades judiciais e policiais de diversos países, inclusive colocando essa atitude não colaborativa como uma vantagem em relação a outros aplicativos de comunicação, o que o torna um terreno livre para proliferação de diversos conteúdos, inclusive com repercussão na área criminal". O ministro Alexandre de Moraes afirmou que o Telegram se recusou a cumprir determinações judiciais e disse que a empresa bloqueou perfis ligados ao blogueiro Allan dos Santos, como estipulado em pedido judicial feito em fevereiro, mas não forneceu informações solicitadas sobre monetização e doações financeiras aos canais. Na sexta, o presidente Jair Bolsonaro disse que a decisão era "inadmissível" e que poderia "causar óbitos" no Brasil "por falta de contato entre paciente e médicos". Como se ele se preocupasse com óbitos. O Telegram é importante para a patrulha bolsonarista. E é sobre isso que a gente vai falar hoje. Patrulha, essa, que é muito confusa quando o assunto é liberdade de expressão e tudo o mais. Afinal, Bolsonaro considera a suspensão do Telegram inadmissível, mas o governo não se acanhou em determinar que um filme fosse retirado das plataformas de streaming. A apresentação é de Geórgia Santos. Participam Flávia Cunha, Igor Natusch e Tércio Saccol. Você também pode ouvir o episódio no Spotify, Itunes e Castbox.
Nesta semana, o Bendita Sois Vós pergunta: por que tudo está tão caro? Depois do mega-aumento da Petrobras, o preço médio da gasolina no Brasil já passa dos R$7. E, como sabemos, o valor do combustível tem um impacto em outros setores também. Mas mesmo antes dessa porrada na nossa cara, os preços de produtos básicos estão impraticáveis. O gás está mais caro, a comida está mais cara, as roupas estão mais cara. E por que? É culpa de Jair Bolsonaro? É culpa do dólar? É culpa de Jair Bolsonaro? É culpa da Guerra na Ucrânia? É culpa de Jair Bolsonaro A gente vai tentar responder a essa e a outras questões, além, é claro, de dividir a experiência de ser brasileiro em 2022 e ter cada vez mais dificuldade de comprar o mínimo. A apresentação é de Geórgia Santos. Participam Flávia Cunha, Igor Natusch e Tércio Saccol.
A Rússia invadiu a Ucrânia no dia 24 de fevereiro e, desde então, a guerra tem ocupado o noticiário internacional e brasileiro. As questões que surgiram são muitas. Há lado certo em uma guerra? Por que falamos da Ucrânia e não da Síria ou da Palestina? Condenar Vladimir Putin é passar pano para os Estados Unidos? Apoiar a Ucrânia é defender a OTAN? E o Brasil, o que tem a ver com isso? Porque, por aqui, se as questões são muitas, as versões também. Jair Bolsonaro visitou Putin antes da invasão e disse que era solidário à Rússia. Mas declarou neutralidade. Aliás, antes de o conflito eclodir, uma das versões era de que Bolsonaro havia impedido uma eventual Terceira Guerra. Depois de o conflito estourar, ele disse que conversou com o russo por duas horas. E a guerra de versões, é claro, transborda para redes sociais. Hoje, neste retorno dos nossos debates, diferente de outras de outras edições, não vamos necessariamente tentar responder a tudo isso. É mais provável que a gente questione as próprias perguntas. Vem conosco? Participam Geórgia Santos, Flávia Cunha, Igor Natusch e Tércio Saccol.
Seguindo com os episódios especiais do Bendita Sois Vós, nesta semana, falamos do desafio do serviço público durante a pandemia de Covid-19, entre exaustão e retóricas.
Em fevereiro, o feed do Bendita Sois terá episódios especiais. Em março, voltamos com o bom e velho debate. Nesta semana, um papo curto pra matar a saudade. Bolsonaro na Rússia e a valorosa participação dos ouvintes do Bendita Sois Vós. Se tu também quiser fazer parte da nossa conversa, manda um áudio via mensagem do Twitter ou Instagram, ou ainda pelo email georgia@vos.social.
Ao longo de janeiro e início de fevereiro, o feed do Bendita Sois terá episódios bônus com outras produções do Vós. Em fevereiro, voltamos com episódios especiais. Em março, o bom e velho debate. Nesta semana, você ouve o documentário “Desigualdade até na dor”.
Ao longo de janeiro e início de fevereiro, o feed do Bendita Sois terá episódios bônus com outras produções do Vós. Em fevereiro, voltamos com episódios especiais. Em março, o bom e velho debate. Nesta semana, você ouve o documentário “Mascarando o Lixo”.
Ao longo de janeiro, o feed do Bendita Sois terá episódios bônus com outras produções do Vós. Em fevereiro, voltamos com episódios especiais. Em março, o bom e velho debate. Nesta semana, você ouve o documentário “Democracia Infectada”.
Ao longo de janeiro, o feed do Bendita Sois terá episódios bônus com outras produções do Vós. Em fevereiro, voltamos com episódios especiais. Em março, o bom e velho debate. Nesta semana, você ouve o documentário “O Retrato da Miséria”.
Nesta semana, o último episódio de 2021 e uma espécie de retrospectiva mesclada com desabafo. E uma tentativa de deixar Jair Bolsonaro de lado. Além de relembrar alguns dos fatos mais importantes do ano - deixando as desgraças do presidente de lado -, os jornalistas do Vós também falaram sobre quais foram as válvulas de escape para enfrentar 2021 e transformaram o episódio numa espécie de desabafo coletivo. Sem contar a confusão sobre o que aconteceu em 2020 e o que foi coisa deste ano. Um sufoco. Ainda, a psicóloga Fernando dos Santos Oliveira fala sore estratégias para lidar com as adversidades de um país em crise. Participam os jornalistas Geórgia Santos, Flávia Cunha, Igor Natusch e Tércio Saccol. Você também pode ouvir o episódio no Spotify, Itunes e Castbox.  O formato tradicional do Bendita volta em março, até lá, nós preparamos algo diferente. Em dezembro e janeiro, você acompanha no feed do BSV uma série de materiais do Vós que foram divulgados em outros canais. Já em fevereiro, episódios especiais sobre temas importantes para a sociedade brasileira. Passa rapidinho.
Nesta semana, Jair Bolsonaro, o homem que abana para carros enquanto tem menos de 20% de aprovação e, mesmo assim, não aguenta ser xingado 
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 Na última sexta-feira, o presidente Jair Bolsonaro passou mais de uma hora acenando para motoristas à beira da estrada na rodovia Régis Bittencourt, que conecta São Paulo a Curitiba, cortando o Vale do Ribeira. Muito ocupado, ele estava acompanhado do filho Eduardo Bolsonaro, do irmão Renato e do ministro André Mendonça, da Justiça e Segurança Pública. 
 A iniciativa de Bolsonaro causou um congestionamento de aproximadamente 5km na estrada. O problema, pra ele, é que nem todo mundo ficou feliz com a miragem nada auspiciosa. Tanto que ele foi xingado.  
 Como todo bom líder democrático, ele não aguentou a provocação. A Polícia Rodoviária Federal (PRF) abordou o carro onde ela estava e encaminhou o caso a agentes da Polícia Federal (PF). Ela foi levada para a delegacia da PF de Volta Redonda (RJ), onde foi feito registro de um termo circunstanciado pelo crime de injúria.  
 Bolsonaro esqueceu que ele não é mais o queridinho que já foi. Pesquisa Atlas mostra que a aprovação do governo caiu para 19%, nível mais baixo desde que Jair chegou ao Palácio do Planalto. A aprovação de Bolsonaro, especificamente, da figura do presidente, também chegou ao índice mais baixo: 29,3%. Embora eu ainda ache alta.  
 As maiores preocupações da população são corrupção, inflação e desemprego, segundo a pesquisa. Pudera, o rendimento real do trabalhador brasileiro é o menor em nove anos. Participam os jornalistas Geórgia Santos, Flávia Cunha, Igor Natusch e Tércio Saccol.
Nesta semana, vamos discutir o que é ser democrático no Brasil. Fomos provocados pelas declarações de Lula sobre Daniel Ortega, o presidente autocrata da Nicarágua. Afinal, as eleições estão aí e os candidatos adversários gostaram da fala do ex-presidente. Aliás, falando em eleições, temos pitacos sobre o PSDB. E ainda sobra tempo para uma notícia boa: a cobertura vacinal no Brasil é um sucesso, apesar de Bolsonaro. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, na turnê pela Europa, deu uma entrevista ao jornal espanhol El País e deu uma declaração, no mínimo, controversa. rapidamente, os principais jornais do país trataram de estampar nas capas dos portais manchete como: “Lula minimiza ditadura na Nicarágua e compara Ortega e Merkel”; “PT celebrou eleição fraudulenta de Ortega e tirou nota do ar”; Lula comparou, mas saiba a diferença entre as reeleições de Merkel e Ortega”; “General Heleno critica Lula após fala sobre Ortega”; “Lula minimiza ditadura de Ortega na Nicarágua”, e por aí vai. E os adversários políticos, é claro, se aproveitaram do momento. Até mesmo Sérgio Moro, que não é alheio ao conceito de prender opositores. Já os apoiadores de Lula consideraram a abordagem injusta e acusaram a grande mídia de distorcer as falas do ex-presidente. A recomendação da militância era que o vídeo não fosse tirado de contexto. Essa manifestação de Lula gerou uma série de questionamentos? Os dois principais candidatos elogiam ditadores? Os dois são antidemocráticos? Podemos comparar Lula a Bolsonaro nesse quesito? Diferenciar os dois é passar pano? Devemos relativizar a fala para não dar munição a uma candidatura perigosa como a do atual presidente? Afinal, Lula estava certo ou estava errado? Vamos tentar responder ao longo do episódio. E, é claro, vamos falar da confusão das prévias do PSDB e, finalmente, de uma notícia boa. A vacinação no Brasil vai bem, obrigada, apesar de você, Bolsonaro. Participam Geórgia Santos, Flávia Cunha, Igor Natusch e Tércio Saccol.
Nesta semana, a régua de prestígio do Brasil. Lula aplaudido de pé na Europa, Bolsonaro ignorado e as novas confusões do governo. Ah, e o touro dourado na Bolsa de São Paulo. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva está em viagem pela Europa e com uma agenda que devolve um pouco do prestígio que o Brasil já teve em terras estrangeiras. Pouco tempo depois de o presidente Jair Bolsonaro passar por uma série de constrangimentos na reunião do G-20, Lula foi aplaudido de pé após discurso no Parlamento Europeu. Aliás, durante coletiva de imprensa em Bruxelas, na Bélgica, disse que ainda não sabe se será candidato e que ainda não discutiu sugestões para vice. Mas nós sabemos que será e que já discutiu. Tanto que, sobre o ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin, ele afirmou que não há nada que tenha acontecido entre os dois que não possa ser reconciliado. Isso porque o tucano vem sendo apontado como um possível vice na chapa com o petista para as eleições de 2022. A viagem do ex-presidente Lula à Europa, apesar de importante, não tem recebido muita atenção dos canais de TV aberta. Certamente tem menos espaço que a filiação de Sérgio Moro ao Podemos. Mas, ainda dará o que falar. Afinal, Lula ainda passa por Paris e se encontra com o presidente Emanuel Macron. Aliás, ele também se reuniu com o futuro chanceler da Alemanha, Olaf Scholz, o mesmo que foi ignorado por Bolsonaro no G-20. Essa viagem se mostra uma régua de prestígio e de inteligência política. Até porque, o prestígio de Bolsonaro não anda baixo só em águas estrangeiras, afinal, ele ainda não está filiado a nenhum partido. Parece que o interesse em se associar ao presidente cai a todo momento. Parece ser um problema até mesmo para Valdemar da Costa Neto. Enquanto isso, mais uma confusão com relação às vacinas - desta vez, com a da Janssen -, o caos no Enem e a inauguração de um touro cafonérrimo em frente à Bolsa de São Paulo. Pelo menos o piloto Lewis Hamilton nos deu um afago. Participam os jornalistas Geórgia Santos, Flávia Cunha, Igor Natusch e Tércio Saccol. Você também pode ouvir o episódio no Spotify, Itunes e Castbox.  Foto: Ricardo Stuckert
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