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DEVIR - Minutos de Filosofia
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DEVIR - Minutos de Filosofia

Author: Podcast DEVIR

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Quem não gosta de uma boa conversa?!

E exatamente por esta razão criamos este canal dedicado aos debates sobre as diferentes perspectivas dos filósofos, as principais questões filosóficas e os demais temas relevantes que perpassam a Filosofia.


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Quando afirmamos que “todo acontecimento tem uma causa”, estamos enunciando uma verdade sobre o mundo em si — ou expressando as condições a priori da nossa própria razão para que o mundo possa ser compreendido como uma ordem inteligível?
Se, segundo Kant, o espaço e o tempo não pertencem às coisas em si mesmas, mas constituem as condições a priori da nossa sensibilidade, em que sentido ainda podemos falar de um conhecimento objetivo do mundo, e como essa concepção responde ao desafio cético colocado por David Hume na Crítica da Razão Pura?
A interioridade em Santo Agostinho é o caminho de retorno ao coração como lugar do encontro com Deus: “fecisti nos ad Te, et inquietum est cor nostrum donec requiescat in Te” (Conf. I,1,1). Ao descer à memória, vontade e mente, o homem encontra Aquele que é “interior intimo meo et superior summo meo” (Conf. III,6,11). Esse movimento da exterioridade dispersa para o dentro habitado ordena os amores e cura a vontade, até poder dizer: “Tarde te amei… e eis que estavas dentro de mim” (Conf. X,27,38). Em síntese: interioridade é conversão contínua que integra razão e afeto e repousa em Deus.
Para John Rawls, o papel do Estado é ser neutro entre diferentes visões de mundo, garantindo justiça como equidade por meio da proteção das liberdades básicas, da redistribuição de oportunidades e do respeito ao pluralismo razoável. Assim, o Estado promove uma sociedade justa, estável e democrática, onde todos possam viver com dignidade.
Para Santo Agostinho, o tempo não existe de forma absoluta fora da mente humana. Ele distingue três dimensões do tempo: o presente do passado (memória), o presente do presente (atenção) e o presente do futuro (expectativa). Em suas Confissões, afirma que só vivemos o presente, e que o tempo é uma experiência interior da alma, ligada à consciência. Deus, por sua vez, está fora do tempo: é eterno, imutável e sempre presente.
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