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Desnazificando

Desnazificando

Author: NEPAT UFMG

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A seus postos, Aliança Rebelde! Seja bem-vindo ao Desnazificando, um podcast de iniciativa totalmente feminina realizado pelas coordenadoras do Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre Autoritarismo e Totalitarismo da UFMG (NEPAT). Nesse espaço iremos falar sobre pesquisa, educação, nazismo, século XX e o que mais der na telha. Nosso objetivo é debater conceitos, ideias e acontecimentos de maneira descontraída, mas com profundidade e qualidade.
16 Episodes
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A seus postos, Aliança Rebelde! Está no ar mais um episódio do Desnazificando! E hoje nós vamos falar um pouco sobre a obra  O Conto da Aia. Lançada em 1985 e escrita pela autora canadense Margaret Atwood, o romance ganhou sua primeira edição brasileira em 1987 e, em 2017, ganhou uma nova edição, que veio acompanhada do lançamento de uma série homônima no canal de streaming Hulu. O livro já foi adaptado para um filme (1990), uma ópera (2000) e uma graphic novel (romance gráfico, 2019). Nos mais variados formatos que a história criada por Atwood assumiu, ela suscitou intensos debates e foi razão de grande sucesso: o livro foi extremamente aclamado em seu lançamento, ganhando o Governor General's Awards em 1985 e o primeiro Prêmio Arthur C. Clarke em 1987, e a série que ganhou oito prêmios no Emmy e dois Globos de Ouro. O recente sucesso da série e do livro, que inclusive ganhou continuação em 2019, aponta para um aspecto tenebroso em nossa realidade, como afirmou Atwood em entrevista: estamos mais próximos de Gilead do que gostaríamos. Tendo isso em vista e encarando a ficção como fonte para a reflexão e a compreensão acerca da realidade do nosso mundo, hoje vamos fazer uma análise de O Conto da Aia a partir do conceito de totalitarismo da filósofa Hannah Arendt, nossa conhecida por aqui, para, não só entender o universo criado por Atwood, mas também para refletir sobre o nosso próprio mundo. Vamos lá?
A seus postos, Aliança Rebelde! Está no ar mais um episódio do Desnazificando! E hoje, nós vamos falar sobre os conceitos presentes na obra Modernidade e Holocausto, de Zygmunt Bauman, que nos auxiliam a compreender não só o Holocausto, como também a sociedade moderna. Como vocês sabem, estamos fazendo no nosso instagram a Semana Zygmunt Bauman em homenagem ao aniversário desse sociólogo que nós amamos tanto. Vocês sabem que a gente fala do Bauman desde o nosso episódio piloto, mas ainda não tínhamos feito um episódio mais elaborado sobre ele ou sobre sua teoria. Então esperamos que vocês gostem de mais esse conteúdo da Semana Bauman! Bom, acho que todas iremos concordar que Modernidade e Holocausto é um dos livros mais famosos de Bauman, apesar de ele ser reconhecido pela sequência de líquidos: Modernidade líquida, Amor líquido, Medo líquido, Tempos líquidos. Vamos falar aqui hoje sobre alguns dos conceitos que perpassam essa obra, pensando sobretudo nas continuidades do Holocausto presentes na sociedade moderna, ou seja, os elementos que tornaram possível esse "genocídio com propósito" que ainda estão vivos na nossa sociedade até os dias atuais. Esse é um episódio que vai conversar bastante com o nosso episódio sobre o conceito de banalidade do mal em Hannah Arendt justamente porque Bauman tem uma perspectiva similar a da filósofa: o que tornou o Holocausto possível foram homens racionais que transformaram o extermínio em uma técnica, com a produção social da distância e a divisão do trabalho, aliados a um senso fortíssimo de autopreservação. Prepara que vem muita fritação por aí!
A seus postos, Aliança Rebelde! Está o ar mais um episódio do Desnazificando! Hoje vamos falar sobre um tema cuja importância cresceu muito nesses tempos difíceis e surreais nos quais vivemos: o ensino remoto. A adoção dessa modalidade de ensino por diversas universidades e algumas escolas suscitou muitos debates e fez os alunos se desdobrarem para tentar acompanhar essa nova realidade. Longe de ser ideal, essa situação tornou-se incontornável enquanto a pandemia não nos dá trégua. A desigualdade no acesso à internet e aos equipamentos, o contato extremamente reduzido com colegas e professores e a falta de ambientes adequados para o estudo e para assistir às aulas são alguns dos problemas encarados, ainda que não sejam nem de longe os mais sérios. Pensando nisso, decidimos falar um pouco sobre a nossa experiência com o ensino remoto, trocar um pouco as angústias e as dificuldades que nos afligem nesse momento de tantas incertezas e inseguranças - tanto para a vida pessoal, quanto para a acadêmica. Então vamos lá?
A seus postos, Aliança Rebelde! Está o ar mais um episódio do Desnazificando! E hoje nós vamos falar sobre um tema que vocês já nos pediram muito: o conceito de banalidade do mal. Como vocês sabem, estamos fazendo no nosso instagram a Semana da Hannah Arendt em homenagem ao aniversário dessa filósofa que nós amamos tanto. Vocês sabem que a gente fala da Arendt desde o nosso episódio piloto, mas ainda não tínhamos feito um episódio mais elaborado sobre ela ou sobre sua teoria. Então esperamos que vocês gostem de mais esse conteúdo da Semana Hannah Arendt!  O conceito de banalidade do mal é possivelmente o conceito mais famoso de Arendt, fruto de sua análise do julgamento do nazista Adolf Eichmann em Jerusalém. Mas como podemos definir esse conceito? E quais são as aplicações possíveis? Afinal, será que ainda podemos falar de um mal banal na atualidade? Pensando nisso, nós chamamos pra bater esse papo com a gente o Adriano Correia, professor de ética e filosofia política da Universidade Federal de Goiás. Ele atualmente é um dos maiores pesquisadores brasileiros da obra de Hannah Arendt, com destaque para os livros: "Hannah Arendt e a modernidade: política, economia e a disputa por uma fronteira", de 2014, "Hannah Arendt", de 2010 e "Transpondo o abismo: Hannah Arendt entre a filosofia e a política" de 2002. Ele também foi responsável pela revisão e a apresentação das duas edições brasileiras de "A condição humana", de Hannah Arendt. Já deu pra perceber que estamos muito bem acompanhadas hoje, né?
A seus postos, Aliança Rebelde!  Está no ar mais um episódio do Desnazificando! E hoje, nós vamos falar um pouco mais sobre a resistência ao regime nazista. Vamos pensar nas problemáticas da definição da resistência durante o Terceiro Reich e a complexa relação entre resistência e participação. Apresentamos pra vocês a Rosa Branca, grupo formado por estudantes de Munique que resistiu por meio de panfletos entre 1942 e 1943. Quem eram esses personagens? Como se deram suas trajetórias e qual foi o caminho percorrido até a resistência? A partir da pesquisa para a dissertação de mestrado da nossa coordenadora Maria Visconti, abordamos as duas fases da resistência da Rosa Branca, os aspectos de mudança de forma de ação que surgem em 1943 e que não ficam tão claros na mobilização panfletária, as contradições e complexidades das fontes disponíveis, personagens que caíram no esquecimento e que foram fundamentais para a construção dessa resistência, declarações polêmicas escondidas...  Enfim, aqui vocês vão conseguir saber um pouco mais do trabalho de historiador que às vezes parece de detetive! Vem com a gente?
A seus postos, Aliança Rebelde! Está no ar mais um episódio do Desnazificando! E hoje nós vamos falar sobre um tema que vocês sempre nos perguntam no instagram: métodos de estudo! Como fazer anotações e fichamentos? Como utilizar o método pomodoro para aproveitar os intervalos de tempo de estudo? Como organizar nossa vida em uma agenda, ou planner, ou bullet journal? Como conciliar estudo com trabalho e com as louças que não param de acumular? Rabiscar livro: sim ou não? Vamos tentar responder essas e outras perguntas com a ajuda de uma convidada muito querida e nossa amiga pessoal, Fernanda Vianna, graduada em História, professora do curso "Leitura e Aprendizagem" e produtora de conteúdo no Instagram e no Youtube. Fizemos uma live com a Fernanda sobre esse tema mas quisemos gravar um podcast porque assim a gente consegue elaborar melhor esse tema tão importante! A Fernanda vai conversar com a gente sobre métodos de estudo, formas de organização e dicas de leitura e de aprendizagem. Vem com a gente!
A seus postos, Aliança Rebelde! Está no ar mais um episódio do Desnazificando, e hoje nós falamos sobre o vilão mais famoso do cinema nos últimos anos: Thanos. Esse episódio é uma elaboração de uma live que fizemos no nosso Instagram, quando ainda não dava pra salvar no IGTV. Vocês gostaram muito então trouxemos pra esse formato do podcast onde podemos falar com mais calma! Também conhecido como o Titã Louco, Thanos possui um objetivo muito claro: aniquilar de maneira aleatória metade da vida de todo o universo, em busca do equilíbrio perfeito. Ao estalar os dedos, o titã acredita estar criando um mundo de abundância e igualdade, uma vez que os seres vivos restantes poderiam desfrutar de todos os recursos que o universo pode oferecer. Seriam tais argumentos realmente fruto de uma mente perturbada? Ou será que eles poderiam ser mobilizados para algo concreto no nosso mundo? Hoje, queremos debater com vocês de que maneira os nefastos elementos mobilizados pelo Titã povoam o nosso imaginário e verificar quais são os possíveis paralelos entre o seu mundo e o nosso a partir de uma ideia presente na nossa história: o mito nazista.
A seus postos, Aliança Rebelde! Está no ar mais um episódio do Desnazificando, uma adaptação de uma live que fizemos aqui no nosso instagram e transformamos em um episódio.  Nesse episódio falamos de um queridinho do público: o filme Bastardos Inglórios, do diretor Quentin Tarantino. Bastardos Inglórios já é conhecido por muita gente, por isso é um bom ponto de partida para discutir certas construções do imaginário popular sobre o período. Analisamos as representações dos nazistas que o filme constrói e fizemos uma reflexão sobre as mensagens subjacentes à narrativa, sobretudo pensando no aspecto da caça aos nazistas e da importância das aparências. Vem com a gente?
A seus postos, Aliança Rebelde! Está no ar mais um episódio do Desnazificando e teremos a nossa primeira convidada! Chamamos a Débora Salvi pra bater um papo com a gente. Ela é graduada e mestranda em história na UFRGS, produtora de conteúdo digital, conhecida nas redes sociais como Deborista e produtora e idealizadora do podcast A trivialista. E nesse primeiro episódio com convidada nós falamos sobre um tema que tem ganhado muita notoriedade nos últimos tempos: o papel da história e do historiador na produção de conteúdo e na atuação na internet e nas redes sociais. Vamos pensar um pouco aqui sobre a importância do diálogo entre a academia e o público não especializado mas também sobre os perigos de indivíduos que não tem nenhum compromisso com a história e com a metodologia historiográfica estarem produzindo conteúdos para o chamado "grande público".  Como alcançar mais pessoas mantendo a seriedade do conteúdo produzido? Como "competir" com pessoas que parecem descompromissadas mas que na verdade estão sim produzindo uma agenda política? Os historiadores têm um papel nessa formação? Como trabalhar com pesquisa no Brasil?
A seus postos, Aliança Rebelde!  Está no ar mais um episódio do Desnazificando, uma adaptação de uma live que fizemos aqui no nosso instagram e transformamos em um episódio.  Nesse episódio conversamos com a Tamires Celi, pós-graduanda na UNINTER e membra do GEAP (Grupo de Estudos de África Pré-Colonial), grupo que é nosso parceiro aqui nas redes sociais. Tamires conversou com a gente sobre o funcionamento do grupo e sobre seu tema de estudo: a história da África. Ela falou sobre o campo de pesquisa na área acadêmica e também como a história da África é enxergada para além da academia, na educação básica e na sociedade como um todo.  Estamos muito felizes com essa parceria com o GEAP e esperamos que essa seja mais uma das muitas atividades vamos fazer juntos!
A seus postos, Aliança Rebelde! Está no ar mais um episódio do Desnazificando, e hoje, nós falamos sobre uma das séries mais aclamadas dos últimos anos: Black Mirror. Os episódios que abordamos aqui são “Engenharia Reversa”, quinto episódio da terceira temporada, e “Urso Branco", segundo episódio da segunda temporada. Ambos exploram uma temática comum na produção: a violência dentro de uma sociedade altamente tecnológica.  Esse episódio é uma elaboração de uma live que fizemos no nosso Instagram, quando ainda não dava pra salvar no IGTV. Vocês gostaram muito então trouxemos pra esse formato do podcast onde podemos falar com mais calma!  Bom, tanto “Engenharia reversa“ quanto “Urso branco“ nos são tão incômodos porque nos mostram justamente o que nós mesmos seríamos capazes de fazer enquanto indivíduos e enquanto sociedade. Qual é nosso limite de aceitação da violência? Por que nos consideramos portadores e detentores da justiça a ponto de o desejo de vingança ultrapassar a empatia pelo Outro, que é o que efetivamente nos torna humanos? A dúvida e a inquietação restantes, são: será que a humanidade vai conseguir fazer uma transformação, ou será que Black Mirror é uma representação bem provável do futuro iminente do regime de historicidade moderno?
A seus postos, Aliança Rebelde!  Está no ar mais um episódio do Desnazificando, uma adaptação de uma live que fizemos no nosso instagram e transformamos em um episódio. \  Esse foi um tema pedido e sugerido por vocês: as representações dos nazistas em Capitão América.  Falamos um pouco sobre a estética mobilizada pelos integrantes da Hydra, sobre alguns aspectos da ideologia (e possível mitologia) nazista mencionados no filme "Capitão América: o primeiro Vingador", sobre a função da propaganda no esforço no front e trazer alguns questionamentos sobre a representação do papel dos Estados Unidos na Segunda Guerra. Vem com a gente?
A seus postos, Aliança Rebelde! No episódio de hoje do Desnazificando damos início a série do Dicionário de Conceitos, que é uma tentativa de fazer um debate teórico e historiográfico de algum conceito específico, trazendo também suas possíveis aplicações. Já vamos deixar claro aqui que esse dicionário não tem a pretensão de exaurir a discussão sobre um determinado conceito e é claro que vai ficar muita coisa de fora. A ideia é a de trazer um debate com alguns autores e algumas teorias e convidamos vocês ouvintes a complementar a nossa discussão com mais bibliografia e outros autores e perspectivas, combinado? No episódio de estreia do Dicionário de Conceitos nós vamos falar sobre um tema de difícil delimitação, mas que têm sido assunto de muitos debates e acusações: o Fascismo. Assunto que estampa as ruas, os jornais e a política atual, essa palavra têm se tornado ofensa comum e têm sido alvo de muitos debates. Mas o que exatamente ela quer dizer? O que é o fascismo? Existe apenas um fascismo? O que significa chamar outra pessoa de fascista?  Tentaremos compreender melhor o que significa ser fascista e o que é um regime fascista, passando por debates conceituais e teóricos. Mencionaremos acontecimentos históricos, que dão muito pano pra manga, e certamente ganharão episódios mais adiante para conversarmos com mais profundidade. Nosso objetivo é pensar com vocês os múltiplos elementos que remontam ao fascismo e no que ele consiste. Afinal, nenhuma ideia é mobilizada à toa, e como questiona Umberto Eco, existe, então, outro fantasma que ronda a Europa (sem falar das outras partes do mundo)?
A seus postos, Aliança Rebelde! Está no ar o terceiro episódio do Desnazificando, uma adaptação de uma live que fizemos no nosso instagram e transformamos em um episódio.  Em um mundo pós-apocalíptico destruído por uma guerra nuclear e habitado por monstruosos mutantes, a nação de Heldon é o último refúgio da humanidade. No entanto, o país está ameaçado, interna e externamente, por perigosos inimigos: os Dominadores, criaturas capazes de controlar mentes, determinadas a destruir Heldon. Para salvar o mundo da ruína, o protagonista Feric Jaggar parte em uma jornada heróica para recuperar a arma lendária de Heldon e liderar a humanidade em uma última batalha de vida ou morte contra os Dominadores. O livro que acabamos de descrever não parece surpreendente, certo? Exceto por um detalhe: o autor de “O Senhor da Suástica” é Adolf Hitler. Em um universo paralelo, Hitler nunca se tornou o Führer do Terceiro Reich. Ao invés disso, ele emigrou para os Estados Unidos após a Primeira Guerra Mundial e se tornou um autor de ficção científica.  Essa é a proposta de “O Sonho de Ferro”, de Norman Spinrad. O livro é uma paródia que critica diversos elementos do gênero, como a masculinidade tóxica dos heróis, a fetichização do militarismo e a mentalidade do “nós contra eles”. Embora o livro tenha sido publicado na década de 1970, a crítica de Spinrad não perdeu sua relevância. Será que nossa cultura está a salvo de elementos fascistas, ou será que eles circulam entre nós sem ao mesmo percebermos?
#02 - Desnazificação?

#02 - Desnazificação?

2020-07-0801:10:10

A seus postos, Aliança Rebelde! No primeiro episódio oficial do Desnazificando nós vamos falar sobre o tema que dá nome a esse podcast: a Desnazificação. O que é desnazificar? O que foi a desnazificação? Ela foi eficiente, ela cumpiu seu propósito? Como ela foi realizada? Qual eram os objetivos dos Aliados no pós Segunda Guerra Mundial ao tentar desnazificar uma Europa destruída?  Além de falar do aspecto histórico desse processo, nesse episódio também vamos trazer fritações como: os julgamentos dos nazistas, o desmoronamento da democracia, o combate efetivo ao nazismo na atualidade, as problemáticas da "vitória" do liberalismo pós queda do muro de Berlim, o ressurgimento de grupos nazistas e supremacistas, o que ficou dessa ideologia, enfim… um monte de questionamento e poucas soluções, mas é isso! Queremos que nossa discussão de hoje dê o tom do que será o nosso podcast e que já estabeleça alguns aspectos teóricos que vão nos guiar por aqui. Vem com a gente!
#01 - Piloto

#01 - Piloto

2020-06-2401:06:362

A seus postos, Aliança Rebelde! Acabou a espera! É com muita empolgação que o Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre Autoritarismo e Totalitarismo da UFMG (NEPAT) anuncia mais uma iniciativa para dialogar com o público, divulgar conhecimento e, claro, compartilhar muitas fritações.  Hoje, lançamos o primeiro episódio do Desnazificando, um podcast quinzenal para falar sobre nazismo, autoritarismo, totalitarismo, vida acadêmica, educação, história pública e muito mais! Nosso objetivo é debater conceitos, ideias e acontecimentos de maneira descontraída, mas com profundidade e qualidade.  Nesse primeiro episódio, faremos uma apresentação do Núcleo e das coordenadoras, contando um pouco da trajetória do grupo e dos nossos projetos, tanto nas redes sociais quanto fora delas. Falamos também sobre os motivos da criação do Desnazificando e já demos uma palhinha do que serão as discussões que virão por aí e quais são as teorias que iremos mobilizar. Partimos do princípio de que a ideologia nazista precisa ser levada a sério para ser efetivamente combatida e esse será o tom do nosso podcast. Dividir o mundo entre mocinhos e bandidos não nos ajuda em nada, então vamos tentar aprofundar um pouco nessas discussões. Vem com a gente?
Comments (4)

Aretha Guimarães

adooooro a abertura de vcs e a combinação nepat +Fernanda! Ótimo episódio

Sep 18th
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Olhares Podcast

Parabéns pelo piloto, ainda vamos aprender muito com vocês! Adoramos a citação de Hanna Arendt no final! Vida longa ao DesNazificando! #mulherespodcasters juntas produzindo conteúdo relevante!

Jun 25th
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Frederico Bethônico Monteiro

amoooo vocês, sou muito fã! Amando esse novo projeto já 😍

Jun 25th
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Aretha Guimarães

gente vou comentar em todos os canais de vcs desculpe ser fã kkkkk mas realmente o assunto é muito bom e muito urgente. vcs já pensaram em criar um fórum pra nós nepafãs discutirmos? seria muito legal. falando dessa última parte, fiquei aqui pensando que a violência, o racismo e agora esse neo facismo que estamos vivenciando (é um movimento mundial, estou na Inglaterra e aqui está acontecendo o mesmo movimento do Brasil - com menos intensidade claro). esses movimentos são tão alarmantes porque rompem com o contrato social (segurança e justiça para todos por exemplo) no sentido de que os direitos são apenas garantidos para um grupo dominante em específico. gostei muito das reflexões de vocês. nos realmente não resolvemos nenhum dos problemas do facismo, pois ele está aí e assustadoramente mais vivos do que nunca. temos que ser resistência (agora mais do que nunca na ação e não só no discurso). parabéns pelo podcast, aprendo muito com vocês.

Jun 24th
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