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Dinheiro em Jogo - Rodrigo Capelo
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Dinheiro em Jogo - Rodrigo Capelo

Autor: Globo Esporte

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O jornalista Rodrigo Capelo comanda debates sobre assuntos que vão além das quatro linhas. Negócios, economia, marketing esportivo, política e o que mais houver nos bastidores do futebol interessa a este programa, que vai ao ar toda sexta-feira, com a participação de dirigentes, executivos e especialistas.
85 Episodes
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No episódio, Rodrigo Capelo recebe André Monnerat, diretor de negócios da Feng, empresa que presta serviços a Flamengo, Vasco, Santos, Juventude e Allianz Parque na área de associações. Resultados financeiros do primeiro semestre são contextualizados. Comparações com Argentina, Uruguai e Portugal ajudam a entender diferenças culturais.
No episódio, Rodrigo Capelo explica os balancetes publicados por dez clubes com números referentes a junho de 2020. Prejuízos, atrasos de salários e endividamentos em alta pressionam ainda mais os dirigentes. Também neste programa, auditores apontam erros na contabilidade dos clubes, e o diretor financeiro do Cruzeiro dá sua primeira entrevista sobre a situação celeste.
No episódio, Rodrigo Capelo destrincha tudo o que está no entorno do estádio corintiano, recém-rebatizado pela marca do grupo Hypera Pharma. O contrato de naming rights é comparado a outros negócios similares no futebol brasileiro. A oposição alvinegra se posiciona sobre a parceria e a viabilidade do estádio. E o presidente Andrés Sanchez fica mais próximo de equacionar as contas da Arena.
No episódio, Rodrigo Capelo conversa com o advogado Flavio Zveiter e com o jornalista Carlos Eduardo Mansur sobre "A liga", livro sobre a liga dos clubes de futebol da Inglaterra que entra em pré-venda por meio da Editora Versal. A obra dos jornalistas Joshua Robinson e Jonathan Cleigg remonta a história da Premier League desde os primórdios até o maior negócio do futebol no mundo.
No episódio, Rodrigo Capelo explica o que são os termos em inglês sportwashing e soft power, ambos em pauta por causa da presença do Qatar na final da Liga dos Campeões. Arábia Saudita, Roman Abramovich são outros personagens. O doutorando Fernando Lopes Cezar participa para falar sobre o futebol francês, e o historiador Euclides Couto dá uma aula sobre política no futebol brasileiro nas ditaduras de Getúlio Vargas e do regime militar
Rodrigo Capelo conversa com Hernan Donnari, CEO da Global Sports Rights Management (GSRM), empresa que adquiriu os direitos de transmissão do Campeonato Brasileiro para fora do Brasil. O contrato foi anunciado pela CBF e pelos 40 clubes das Séries A e B há uma semana. Entenda o formato da parceria, os valores envolvidos e os desafios para internacionalizar a principal competição nacional.
Terra de Neymar e do bilionário PSG! No terceiro e último capítulo de uma série especial dividida em três episódios, Rodrigo Capelo recebe Oliver Seitz, head de scouting e analytics do Athletico, para falar sobre modelos de clubes-empresa ao redor do mundo e como eles funcionam. Neste programa o tema será a França! País onde o futebol divide atenções com outros esportes, como o rúgbi, a França entrou de vez no radar futebolístico quando o PSG, time da capital, recebeu um grande aporte financeiro e começou a figurar entre os grandes clubes europeus como um novo rico, mas como funcionam o restante das equipes do país? Por que o Lyon se tornou um exemplo? (Atenção: Este episódio é inédito e foi gravado em Curitiba antes da pandemia se espalhar pelo Brasil)
Real Madrid, Barcelona, Athletic Bilbao... No segundo episódio de uma série especial dividida em três episódios, Rodrigo Capelo recebe Oliver Seitz, head de scouting e analytics do Athletico, para falar sobre modelos de clubes-empresa ao redor do mundo e como eles funcionam. Neste programa o tema é a Espanha. Dividida entre S/A e associações, o país é um bom exemplo de como não há uma fórmula de negócio que funciona para todos, mas sim que há bons e maus exemplos em clubes-empresa e em associações sem fins lucrativos. (Atenção: Este episódio é inédito e foi gravado em Curitiba antes da pandemia se espalhar pelo Brasil)
Em uma série especial dividida em três episódios, Rodrigo Capelo recebe Oliver Seitz, head de scouting e analytics do Athletico, para falar sobre modelos de clubes-empresa ao redor do mundo e como eles funcionam. No primeiro programa o tema é América do Sul e, mais especificamente, Chile e Colômbia, dois países que tem modelos de clubes S/A. Como é a relação de donos e torcedores? Qual o desempenho das equipes em competições continentais? (Atenção: Este episódio é inédito e foi gravado em Curitiba antes da pandemia se espalhar pelo Brasil)
Rodrigo Capelo conversa com Guilherme Prado, ex-diretor de comunicação do Corinthians com passagens por Palmeiras, Santos e São Caetano, e Nelson Barros Neto, ex-repórter que atua na gerência de comunicação do Bahia desde a redemocratização. Como é lidar com a imprensa? Os clubes têm estrutura sólida na comunicação? Como é a preparação do presidente para entrevistas?
No episódio, Rodrigo Capelo conversa com Denis Tassitano, especialista em marketing esportivo e vendas, e Marcelo Carvalho, diretor executivo do Observatório da Discriminação Racial no Futebol. Ambos negros, os convidados relatam experiências pessoais e contribuem para entender movimentos e problemas do mercado esportivo em relação à causa racial.
Rodrigo Capelo recebe Rodrigo Moreira, superintendente de inovação e digital do Cruzeiro, e Bruno Maia, ex-vice de marketing do Vasco que acaba de lançar um livro sobre inovação. Estratégias digitais são debatidas com ênfase em casos de sucesso, como os documentários The Last Dance e Matchday, sobre o Barcelona
No episódio, Rodrigo Capelo e Martin Fernandez entrevistam Guilherme Bellintani, presidente do Bahia, sobre consequências e perspectivas em relação aos direitos de transmissão do futebol brasileiro. O dirigente lidera um movimento de cartolas que apoia o conteúdo da MP 984/2020, editada pelo presidente Jair Bolsonaro em meados de junho.
No episódio, Rodrigo Capelo fala sobre as possibilidades dos estádios voltarem a receber público e como na Europa clubes já trabalham com dados dos torcedores para tentar trazê-los de volta às arquibancadas em segurança. Participam do programa Nuno Corrêa, representante da empresa Sports Alliance, que atende clubes, ligas e estádios europeus e tenta gerar bons negócios a partir de informações sobre os fãs, e Thiago de Rose, sócio da consultoria Revenue, especializada em gestão de arenas.
No episódio, Rodrigo Capelo recebe Paulo Carneiro, presidente do Vitória, e Rafael Plastina, especialista em marketing esportivo. O programa revisita fatos marcantes do passado rubro-negro, bem como traça estado atual das finanças e perspectivas para o futuro em relação à união dos membros da segunda divisão em questões como direitos de transmissão.
Rodrigo Capelo recebe Vinicius Manfredi, gerente de marketing da Arena Corinthians, e Daniel Leon, jornalista que gravou um seriado sobre torcedores em dias de clássicos, para tratar da dicotomia entre torcedores raízes e nutellas. Como os clubes devem trabalhar seus negócios para arrecadar dinheiro sem agredir a cultura do futebol brasileiro e sul-americano?
Rodrigo Capelo recebe Saam Momen, especialista em operações de futebol da UEFA, e Bruno Bonsanti, jornalista do veículo especializado em futebol internacional Trivela. Modelos e valores de Inglaterra, Espanha e Portugal são explicados para servir de referência ao futebol brasileiro, que voltou a repensar suas opções em termos de mídia
No episódio, Rodrigo Capelo entrevista Carlos Amodeo e Fabiano Würdig, CEO e executivo de controladoria do Grêmio, respectivamente, para entender as consequências negativas impostas pelo coronavírus ao clube. Receitas caíram, reduções de despesas e renegociações com credores estão sendo feitas. Por "sorte", o clube se preparou para uma crise.
No último episódio da série especial sobre os balanços financeiros dos clubes, Rodrigo Capelo recebe o economista Cesar Grafietti e o jornalista Elton de Castro para falar sobre os times nordestinos. Como estão as receitas e dívidas? Como os contextos políticos interferem na administração? Quais são as piores situações na região?
No terceiro episódio da série especial sobre os balanços financeiros dos clubes, Rodrigo Capelo recebe o economista Cesar Grafietti e o jornalista Raphael Zarko para falar sobre os times cariocas. Como estão as receitas e dívidas? Como os contextos políticos interferem na administração? Quais são as piores situações no estado?
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Comentários (17)

Thiago Bartoleti

sempre sinto falta das referências literárias que os convidados falam... normalmente não consigo anotar na hora e é difícil achar depois

May 12th
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The Best

Great Podcast, The topic is so interesting ♥️⚽👌

Apr 25th
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The Best

Amo este podcast, é simplesmente demais ⚽💲♥️

Mar 31st
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The Best

Ótimo podcast 🇨🇴👌⚽

Mar 10th
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Christian Becker Cbecker

Muito bom saber sobre as equipes fora do eixo tbm.

Feb 25th
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Alex Freire

Discordo na fala do entrevistado, quando chama de visão arcaica. Veja bem: ninguém é contrário ao investimento, ao aporte financeiro. A discussão é o fato de acabar com o escudo do clube pra colocar o da empresa. Esse é o problema!! É preciso sim, respeitar as tradições e peculiaridades de cada clube, que é identificado com seu povo. Ou será que é impossível associar o investimento mantendo as tradições?? Abs!

Feb 11th
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The Best

Gostei muito do podcast, o conteúdo é diferenciado ⚽🔥♥️

Feb 10th
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Artur de Andrade

Dá pra usar um exemplo de investidor que não seja sheik árabe? Na Colômbia e no Chile não apareceu nenhum.

Sep 11th
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Matheus Lara

fala isso como se fosse tranquilo. cadê o jornalismo? cadê o contraponto e a diferença de visões? ridículo.

Sep 9th
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Matheus Lara

que bizarro. os caras querem obrigar os clubes a virarem empresa e perderem toda capacidade de gestão dos times.

Sep 9th
Responder (1)

Vitor Umbelino

Excelente podcast! Continuem com o bom trabalho.

Jul 20th
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Théo Vasconcellos

O podcast de vcs tá sensacional! 👏👏👏

May 28th
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Rafael Ferraz

O entrevistado também disse que apenas Real Madrid e Barcelona não são SA (os dois maiores vencedores dos últimos anos, coincidência?),não é bem assim Athletic Bilbao e Osasuna também não são. Outra coincidência são os times que as dívidas menos cresceram nos últimos anos. Isto mesmo, os clubes europeus tem constantemente dando prejuízo e quando o investidor fecha a torneira do investimento o que acontece? Os clubes caem para as últimas divisões ou desaparecem. Exemplos como Málaga, Os Belenenses, Parma, Glasgow Rangers, Leeds, Hannover 96, etc, etc. Mas nem todos os times são deficitários alguns também dão lucros, um dos Clubes mais lucrativos do mundo é o Arsenal, o atual investidor que chegou nos anos 2000 comprou o clube e não botou um pence, pelo contrário todo ano retira do clube alguns milhões como consultoria (isso mesmo, é inacreditável) e dividendos. Em contrapartida o Arsenal cobra os ingressos mais caros do mundo, ou seja existe uma transferência de renda do torcedor para o bilionário proprietário do clube. Além disso, na etapa do capitalismo financeiro o clube de futebol é para esses investidores um simples portfólio, dono de vários times das ligas americanas Kroenke usou o Arsenal como garantia da compra de um rancho no Texas, sim, o clube não contratou ninguém numa temporada, pois precisava ter caixa alto pra redução dos juros do milionário. Não faltam modelos de insucesso. Por fim, o entrevistado foi irônico a comparar o sucesso das SA com os resultados do PSG. Essa comparação foi um tanto desonesta, pois ele sabe que os investimentos feitos no PSG não são visando retornos financeiros e sim Soft Power de um estado nação, e é um caso tão extraordinário que não se deve defender um modelo pela exceção. E sim, conheço torcedores que se incomodam com este dinheiro sem lastro. No futuro todos esses títulos poderão ter um asterisco na história como os dos times colombianos do narco futebol da década de 80.

May 14th
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Rafael Ferraz

Muito bom o programa só gostaria de fazer um contraponto. O Botafogo SP, o primeiro time do Brasil que criou uma SA aos moldes do projeto relatado, foi formado com a venda de 40% da venda das ações da nova empresa para o investidor. Este investidor tem que fazer um aporte de 8 milhões no clube por 40% do clube, isso mesmo não é oitenta, o clube de quinta maior torcida do estado de São Paulo foi vendido por OITO milhões de reais. O motivo de valor tão baixo seria que a nova empresa não teria na sua composição o estádio (um dos maiores do Brasil em uma das áreas mais valorizadas de Ribeirão), claro, para chegar aos 8 milhões fizeram extrapolações e inventaram que o investidor pagaria um percentual do valor da marca, então fizeram umas contas de chegada e estipularam a marca valendo 20 milhões de reais, é claro, pois se a nova Empresa tivesse em seu capital social o Estãdio o investidor teria que investir mais de 20x do valor acertado. Adivinhe você qual foi a primeira atitude do novo investidor e onde foi investido os 8 milhões? Exato, o estádio. Estão fazendo uma reforma que pelo cronograma inicial já está atrasada em mais de 3 meses, alem disso estão sendo construído bares para o aluguel do estádio. No futebol não se viu nenhum aporte significativo, pelo contrário, com o pouco investimento no Paulista deste ano o time quase foi rebaixado. No final das contas o Investidor foi apenas um sócio arrendatário do estádio.

May 14th
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Artur de Andrade

Puxa, o título deveria ser " Itaquerão, Mineirão e Maracanã são viáveis?". WTorre, que administra um modelo totalmente diferente dos únicos mencionados no programa, só foi citada se referindo ao estádio do Corinthians. Esperava mais.

May 7th
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Vitor Calazans

show esse podcast. 👊🏽

May 7th
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