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Do Zero ao Topo
Do Zero ao Topo
Author: InfoMoney
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A história dos empreendedores e empresários por trás das maiores empresas do país e do mundo. Cada episódio mergulha na história de homens e mulheres que enfrentaram os desafios, as incertezas e passaram por momentos decisivos ao longo dos anos para chegar ao topo.
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O especial número 300 do Zero ao Topo mostra como uma ideia de US$ 1 bilhão pode surgir em qualquer lugar. Para Uri Levine, apareceu quando ele estava no trânsito, tentando voltar para casa, com os filhos reclamando no banco de trás.O congestionamento inspirou Levine a criar o Waze, aplicativo de navegação colaborativa comprado pelo Google por mais de US$ 1 bilhão. Depois, ele participou da construção de outro unicórnio: o Moovit, vendido à Intel por outro US$ 1 bilhão.Desde então, Levine fundou, investiu e participou de empresas que tentam resolver problemas em áreas tão diferentes quanto previdência, viagens, agricultura, saúde e mobilidade. A ideia por trás delas é quase sempre a mesma, e virou título do seu primeiro livro: “Apaixone-se pelo problema, não pela solução”. Agora, aos 61 anos, ele também se dedica a ensinar outros empreendedores.É professor de empreendedorismo em uma universidade da Espanha, lançou um fundo para investir em empresas e acaba de escolher o Brasil como o primeiro mercado da sua Uri Levine Startup Academy. Com a inteligência artificial reduzindo drasticamente o custo de conseguir tecnologia, uma pergunta se torna ainda mais interessante. Se ficou mais fácil criar uma startup, ficou mais fácil criar uma boa empresa?_________________________INFOMORNING | A newsletter com tudo o que você precisa para começar o diaReceba informações, análises e recomendações que valem dinheiro diretamente no seu e-mail: https://www.infomoney.com.br/newsletters
A G10 é a maior transportadora rodoviária de grãos do mundo. Seus mais de 2.200 caminhões percorrem, a cada ano, 120 milhões de quilômetros - algo como 3 mil voltas ao mundo. No ano passado, esse movimento rendeu mais de R$ 4 bilhões em faturamento.Esse império foi construído de grão em grão. Quem conta essa história é Claudio Adamuccio, diretor-presidente da G10 e diretor administrativo da Transpanorama (a maior das empresas que compõem o grupo). “Meu pai era uma pessoa evangélica e tinha três caminhões pequenos. Um belo dia, eu com 19 anos e meu irmão Valdecir com 16, ele disse: ‘Gostaria de lançar um desafio. Eu passo para vocês esses três caminhões e vocês têm o compromisso de cuidar da família, porque quero me dedicar à Igreja’. Falei: aceito o desafio. E fomos para a estrada".Em 1986, nasceu a Transpanorama. Inicialmente, com outros negócios além do transporte de carga. “Compramos uma serraria, exportamos madeira para a Itália e fornecemos os resíduos como carvão para siderurgia", disse Claudio, na conversa com Mariana Amaro, apresentadora do podcast Do Zero ao Topo.A empresa ganhou foco graças ao acaso. “A gente tinha conta no banco Bamerindus e, em 1997, ele foi vendido para o HSBC. Um belo dia, eles me disseram que não queriam ter empresas com atividades ligadas a carvão ou a madeira. Eu olhei aquilo e pensei: como alguém recusa cliente?”, diz Claudio. Em vez de mudar de banco, afirma, ele mudou de atividade – e de atitude. “Entendi que, sim, você deve fazer escolhas de acordo com o teu propósito, com o legado que você quer deixar. Foi quando eu quis mudar de madeireiro e carvoeiro para ser transportador. Eu vejo no transporte algo muito bonito, você transportar as riquezas do teu país”.Pouco tempo depois, no ano 2000, a Transpanorama formou um grupo com empresas concorrentes, a fim de trabalhar e negociar em conjunto. Assim nasceu a G10.Acompanhe o episódio e conheça mais sobre os desafios e os sucessos da G10. _________________________INFOMORNING | A newsletter com tudo o que você precisa para começar o diaReceba informações, análises e recomendações que valem dinheiro diretamente no seu e-mail: https://www.infomoney.com.br/newsletters/
A Stefanini se tornou uma gigante brasileira de tecnologia, com faturamento acima de R$ 8 bilhões. Mas continua uma empresa familiar – como era em 1987, quando Marco Stefanini abriu o negócio em um cômodo da casa. Na época ele era um jovem de 26 anos, pai de dois filhos pequenos.Nessa semana Guilherme Stafanini, o filho mais velho, assumiu como CEO da empresa na América do Norte e na Ásia-Pacífico – duas regiões centrais na estratégia de crescimento global da empresa. Enquanto isso Rodrigo, o filho mais novo, acumula os cargos de CEO de Brasil, América Latina e Espanha.O avanço dos filhos é um capítulo na sucessão da empresa. Mas por enquanto Marco, aos 64 anos, continua como CEO global.No primeiro episódio de Do Zero ao Topo, em 2019, Marco contou a história da empresa para a repórter Letícia Toledo.
A Skyone começou nas nuvens e chegou muito mais longe. Em 2013, a empresa nasceu numa pequena sala de coworking para oferecer soluções de cloud, quando muita gente nem sabia o que era aquilo. Hoje a marca tem mais de 20 mil clientes, como Cobasi, Mambo, Malwee e Fortbras Autopeças. Atua em mais de 30 países e deve faturar R$ 600 milhões em 2026.Ricardo Brandão, cofundador e CEO, conta que o começo foi difícil. Aos 32 anos, ele tinha um filho e sua mulher estava grávida de outro bebê. Os investidores não entendiam o negócio, porque não havia referências prontas no exterior. “A gente teve que ir por um caminho próprio, desenvolver o produto, ter clientes, e depois as coisas foram se encaixando”, diz Brandão a Mariana Amaro, apresentadora do podcast Do Zero ao Topo.Com muita conversa dentro da família e entre os sócios, com um modelo de governança estabelecido desde o primeiro mês, a Skyone multiplicou seu faturamento por 10 desde 2018. Atraiu o interesse de investidores como a Advent e, em 2026, fez o maior negócio de sua história: a compra da ADD IT, especializada em nuvens privadas. Hoje, a Skyone oferece serviços de nuvem, dados, inteligência artificial e cibersegurança.Acompanhe o episódio e conheça mais sobre os desafios e os sucessos da Skyone._________________________INFOMORNING | A newsletter com tudo o que você precisa para começar o diaReceba informações, análises e recomendações que valem dinheiro diretamente no seu e-mail: https://www.infomoney.com.br/newsletters/
A perfumaria Granado começou em setembro uma série de ativações em Paris. A marca brasileira está fazendo uma collab com a boutique de sorvetes Fruttini Haute Glacerie, com sobremesas inspiradas em fragrâncias brasileiras.A iniciativa busca fortalecer a presença internacional da Granado. Fundada no Rio de Janeiro em 1870, a marca abriu lojas próprias em Paris, Londres e Lisboa. Na Europa, o perfume Figo Confit (75 ml) é vendido por 150 euros – mais que o dobro do valor (R$ 365) cobrado no Brasil.No episódio 253, de 2025, Mariana Amaro conversou com Sissi Freeman, diretora de marketing e vendas da Granado.









