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Donas da P* Toda
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Donas da P* Toda

Author: Donas da P* Toda

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Um podcast sobre carreira, comportamento e feminismos. As jornalistas Larissa Guerra e Marina Melz conversam sobre temas que não estão nas capas das revistas e trazem ângulos não tão comuns para assuntos da moda. Novos episódios todas as terças-feiras.

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Nas redes sociais: @donasdaptoda
Contato: donasdaptoda@gmail.com
Mais informações em: www.donasdaptoda.com.br
181 Episodes
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Muito se falou em FOMO (Fear of Missing Out) nos últimos anos. A hiperexposição fez com que a gente aprendesse a lidar - ou pelo menos tentasse - com o sentimento de frustração de estar perdendo acontecimentos incríveis: shows, festivais, carnaval, filmes que todo mundo viu, exposições que ficam muito longe e a muito dinheiro de casa. É “estar por fora” querendo “estar por dentro”. Mais recentemente, ouvimos falar sobre JOMO (Joy of Missing Out), que é encararmos com tranquilidade que não vamos consumir determinado conteúdo e isso não gerar ansiedade. É "estar por fora" querendo "estar por fora". Decidimos trazer esse papo entre amigas - daqueles cheios de discordâncias e concordâncias - sobre JOMO porque entendemos que tem mais camadas nesse assunto: autoconhecimento, julgamento de valor sobre conteúdo, conexão com redes sociais e a necessidade de presença, de fato. ------------------APOIE O PODCAST! www.apoia.se/donasdaptoda -----O Donas da P* Toda é um podcast independente. Produção, roteiro e apresentação: Larissa Guerra e Marina Melz. Edição e tratamento de áudio: Bruno Stolf. Todas as informações em www.donasdaptoda.com.br e @donasdaptoda.Vamos conversar?Larissa Guerra: @larissavguerraMarina Melz: @marinamelz Bruno Stolf: @brunostolf
Imagine um canivete suíço. Uma base que vai se abrindo em múltiplas possibilidades. É abridor de latas, chave de fenda, saca rolhas, punção e tinha duas lâminas. Talvez nenhum deles seja o melhor, mas ele pode ser várias coisas.Agora imagine uma faca. A melhor faca. Uma excelente faca. Ela serve muito bem a um propósito. Mas apenas a um. Essa é a analogia que a Rafa Cappai, uma artista multipotencial, usa na sua fala no @tedxblumenau para contar sobre como o mercado às vezes nos empurra para esconder as nossas habilidades e nos empurra a sermos apenas facas.E não é que um dos lados seja certo e o outro errado. Mas, por muito tempo, se acreditou que ser o melhor em uma coisa muito específica era a melhor característica que um profissional poderia ter. Essa lógica de verticalidade já mudou nas teorias, que falam sobre as pessoas terem vários interesses e mudarem de profissão durante a vida.Para falar sobre isso, não veio outra pessoa na nossa cabeça. A @gabiberri é quase o canivete suíço de 100 funções. É modelo plus size, publicitária, cria conteúdo para redes sociais, tem uma marca de acessórios, apresenta eventos de lives e canta muito bem - inclusive, até pouco tempo atrás fazia parte de um grupo vocal que homenageava a cultura dos imigrantes italianos.------------------APOIE O PODCAST! www.apoia.se/donasdaptoda -----O Donas da P* Toda é um podcast independente. Produção, roteiro e apresentação: Larissa Guerra e Marina Melz. Edição e tratamento de áudio: Bruno Stolf. Todas as informações em www.donasdaptoda.com.br e @donasdaptoda.Vamos conversar?Larissa Guerra: @larissavguerraMarina Melz: @marinamelz Bruno Stolf: @brunostolf
Quantas vezes você já viu um homem falar sobre truques e dicas de limpeza doméstica? E quantas vezes você já trocou ideias sobre faxina com sua mãe, familiares e amigas? Também pudera: uma pesquisa desenvolvida pela ONG Think Olga aponta que as mulheres são as principais responsáveis pelo cuidado doméstico, gastando em média 21 horas semanais, o que soma sete anos de suas vidas inteiras. Além disso, a pesquisa constatou, por exemplo, que a cada 100 homens que casam, 12 já não lavavam roupa antes do casamento e outros 38 deixam de lavar. Já as mulheres, a cada 100 que casam, 93 já lavavam roupa antes e uma delas passou a lavar.Aprender a cuidar da casa talvez seja uma das lições que a gente começa a ter desde pequenas. E mais: que a casa precisa estar sempre bri-lhan-do. Aprende-se a dizer “não repara a bagunça” sempre que uma visita pega a gente desprevenida - e mesmo quando acabamos de limpar tudo.Existe toda uma desconstrução e um papo sério rolando sobre divisão de tarefas e o peso dessa carga - que é física e mental - em nossas vidas. E tem gente, como o Tiago Haka, o @homemdiarista, criando conteúdo e mostrando de uma forma bem didática e leve, que cuidados com a casa deveriam ser uma tarefa de todo mundo. É por isso que ele ocupa uma das nossas cotas. ------------------APOIE O PODCAST! www.apoia.se/donasdaptoda -----O Donas da P* Toda é um podcast independente. Produção, roteiro e apresentação: Larissa Guerra e Marina Melz. Edição e tratamento de áudio: Bruno Stolf. Todas as informações em www.donasdaptoda.com.br e @donasdaptoda.Vamos conversar?Larissa Guerra: @larissavguerraMarina Melz: @marinamelz Bruno Stolf: @brunostolf
Não espere que os outros te descubram ou falem bem de você. Vá lá e fale bem do seu trabalho você mesma. A frase do vídeo da Pri Cortez, fundadora da Maria Tangerina, bateu e bateu fundo aqui.Afinal de contas, timidez, medo de parecer arrogante, achar que “nem é tanto assim”. São muitos os motivos que levam as mulheres a não falarem sobre as qualidades do seu trabalho seja online ou offline. Junto com tudo isso, vem a esperança de que vai chegar um e-mail tipo o que o DJ Klean recebeu da produção da Rihanna do nada e dizer: você é incrível, quer conquistar o mundo?Desde que ouvimos a Pri falando sobre isso, tivemos certeza que era essa a conversa que queríamos trazer pra vocês na semana do Dia Internacional da Mulher. Se a Miley Cyrus diz que a gente pode comprar as próprias flores, a gente te diz: você também pode falar bem de você e do seu trabalho.------------------APOIE O PODCAST! www.apoia.se/donasdaptoda -----O Donas da P* Toda é um podcast independente. Produção, roteiro e apresentação: Larissa Guerra e Marina Melz. Edição e tratamento de áudio: Bruno Stolf. Todas as informações em www.donasdaptoda.com.br e @donasdaptoda.Vamos conversar?Larissa Guerra: @larissavguerraMarina Melz: @marinamelz Bruno Stolf: @brunostolf
No final do ano vimos o trecho de uma newsletter no Twitter. Ela dizia: “ano que vem, eu não vou emagrecer”. O texto, escrito pela Vanessa Guedes, em certo momento dizia: “Ano que vem, não vou emagrecer. Não como uma resolução de ano novo, mas como o entendimento final de que o desejo de emagrecer tem se esvaído de dentro de mim conforme desmancho o mundo à minha volta. O fato é que, nesse jogo, eu sempre vou perder e eu sei disso. Porque o mundo vai continuar esperando e exigindo que eu perca uns quilos, e tudo o que me resta é continuar andando nessa situação-limítrofe, essa eterna fronteira: não querer o que tudo aponta que eu deveria querer. Ninguém disse que seria fácil”.Quantas vezes nós aqui e você que nos ouve já entrou numa nóia de que precisa emagrecer? Quantas vezes a gente se submeteu a alguma dieta louca? Quantas vezes não bateu aquela culpa, aquela sensação de fracasso depois de comer uma barra de chocolate em minutos no meio de um dia estressante?Quem ouve as nossas lamúrias sobre alimentação é a Tainara Sansão. A nossa nutricionista é mais uma daquelas mulheres incríveis que temos a honra de apresentar pra vocês. Ela tem um olhar muito bonito para a comida, mais conectado com o que ela representa e sacia do que com as calorias que qualquer alimento pode ter. É por isso que o papo de hoje é pra você pensar - ou repensar, de novo, de novo e de novo... - a sua relação com a alimentação. Afinal de contas, comer é verbo pra vida toda.------------------APOIE O PODCAST! www.apoia.se/donasdaptoda -----O Donas da P* Toda é um podcast independente. Produção, roteiro e apresentação: Larissa Guerra e Marina Melz. Edição e tratamento de áudio: Bruno Stolf. Todas as informações em www.donasdaptoda.com.br e @donasdaptoda.Vamos conversar?Larissa Guerra: @larissavguerraMarina Melz: @marinamelz Bruno Stolf: @brunostolf
"O Brasil não inventou o Carnaval, mas o povo de Brasil se aconchegou de tal forma à folia, dando sentidos encruzilhados ao Carnaval, que ocorreu o inverso: foi o Carnaval que inventou um país possível e original, às margens e nas frestas do projeto de horror que nos constituiu". A frase do pesquisador Luiz Antônio Simas, que já ouvimos no podcast e citamos episódio sim e outro também, abre a nossa conversa. Como hoje é terça-feira de Carnaval, decidimos trocar um pouco sobre as nossas experiências com a data. E elas são bem diferentes. Enquanto a Marina Melz é apaixonada, inebriada e divide o ano entre o Carnaval e o resto, a Larissa Guerra não se sente exatamente conectada ou pertencente a essa festa. Aquele papo que poderia ter sido no sofá de casa, bem cheio de desabafos e sem pretensão nenhuma. ------------------APOIE O PODCAST! www.apoia.se/donasdaptoda -----O Donas da P* Toda é um podcast independente. Produção, roteiro e apresentação: Larissa Guerra e Marina Melz. Edição e tratamento de áudio: Bruno Stolf. Todas as informações em www.donasdaptoda.com.br e @donasdaptoda.Vamos conversar?Larissa Guerra: @larissavguerraMarina Melz: @marinamelz Bruno Stolf: @brunostolf
Em 1999, o executivo da televisão holandesa John de Mol teve a ideia de criar um programa onde pessoas comuns seriam selecionadas para conviver juntas dentro de uma mesma casa, vigiadas por câmeras 24 horas por dia. O nome do programa foi inspirado no nome de um personagem do livro 1984 de George Orwell: Big Brother. Nesses 24 anos o formato de reality show ganhou força e se disseminou para vários temas e é óbvio que a gastronomia não ia ficar de fora disso. O Masterchef é o reality show culinário de maior sucesso no mundo e tem já uns bons anos no Brasil. A gente adora. E é por isso que não temos nem roupa nem panela pra receber a Michele Crispim, vencedora da quarta temporada do programa.No papo, falamos sobre exposição nas redes sociais, como foi pra ela sair de 800 seguidores pra mais de 330 mil pessoas acompanhando nas redes sociais, a possibilidade de compartilhar boas experiências - como o Juntas na Mesa da Stella Artoir no Brasil - e os sustos que a exposição gerou. ------------------APOIE O PODCAST! www.apoia.se/donasdaptoda -----O Donas da P* Toda é um podcast independente. Produção, roteiro e apresentação: Larissa Guerra e Marina Melz. Edição e tratamento de áudio: Bruno Stolf. Todas as informações em www.donasdaptoda.com.br e @donasdaptoda.Vamos conversar?Larissa Guerra: @larissavguerraMarina Melz: @marinamelz Bruno Stolf: @brunostolf
Pandemia, crise econômica, crise política, ambiental, social. Quando a gente pensa um pouco sobre o contexto que estamos vivendo na última década, a sensação que dá é que o mundo todo tá numa crise imensa sem nenhuma perspectiva de melhora, né? Pois essa sensação ganhou uma palavra bem no estilo da novilíngua de George Orwell em “1984”: é a permacrise.O Dicionário Collins elegeu permacrise como a palavra do ano de 2022 no Reino Unido. Ele é definido como “a sensação de viver em um tempo prolongado de insegurança e instabilidade. Um termo que incorpora perfeitamente a sensação de passar de um evento sem precedentes para outro, enquanto nos perguntamos desolados quais os novos horrores podem estar ao virar da esquina”. Ou seja: é o famoso meme do “não aguento mais viver momentos históricos”.E tem gente que foi além: pesquisando sobre esse assunto, encontramos um artigo da Sabina Deweik explicando que na real, o que estaríamos vivendo é um mundo da policrise. Ela aceitou nosso convite para um papo sobre o momento em que estamos e as perspectivas de futuro: dá pra ter esperança? Dá pra aprender a lidar com esse emaranhado de crises que, em maior ou menos volume, fazem parte de to-dos os nossos dias? ------------------APOIE O PODCAST! www.apoia.se/donasdaptoda -----O Donas da P* Toda é um podcast independente. Produção, roteiro e apresentação: Larissa Guerra e Marina Melz. Edição e tratamento de áudio: Bruno Stolf. Todas as informações em www.donasdaptoda.com.br e @donasdaptoda.Vamos conversar?Larissa Guerra: @larissavguerraMarina Melz: @marinamelz Bruno Stolf: @brunostolf
“Há quem diga que o certo seria nunca criarmos expectativas, pois assim evitaríamos decepções. Essa evitação, para alguns, seria uma forma de não frustrar outras pessoas; para outros, uma forma de tentar não desapontar a si mesmo. O fato é que não há como viver tentando ser imune à própria vida e nesse sentido criar expectativas pode ser uma forma de nos vincularmos à existência. Permitir que outras pessoas se frustrem conosco também pode ser uma forma de não subestimá-las. Até mesmo nossas expectativas frustradas podem ser algo a ser celebrado: são indícios de que pelo menos a energia de desejar algo foi mobilizada. Que em vez de nos blindarmos de quaisquer expectativas, tenhamos rede, colo e amparo para vivê-las”. Este é um trecho de um post da Geni Nunez, conhecida no Instagram como @genipapos. Ela tem um trabalho incrível de descolonização do olhar sobre as relações e afetos.É a partir dele que conversamos sobre a demonização das expectativas - por nós mesmas, inclusive - e sobre como reencontrar o lugar de beleza numa perspectiva esperançosa no futuro. Das pequenas expectativas do dia à realização de grande sonhos. Do que nós esperamos de nós e sobre como os outros estabelecem as suas expectativas sobre nós. Um episódio com Larissa Guerra e Marina Melz pra começar a temporada 2023 por aqui!------------------APOIE O PODCAST! www.apoia.se/donasdaptoda -----O Donas da P* Toda é um podcast independente. Produção, roteiro e apresentação: Larissa Guerra e Marina Melz. Edição e tratamento de áudio: Bruno Stolf. Todas as informações em www.donasdaptoda.com.br e @donasdaptoda.Vamos conversar?Larissa Guerra: @larissavguerraMarina Melz: @marinamelz Bruno Stolf: @brunostolf
Todos os dias, acontecem 5,6 bilhões de buscas no Google. Das coisas mais básicas - como fazer, onde comprar… - até questões complexas e íntimas. Sim, porque atire a primeira pedra quem nunca jogou no Google o nome de um exame pra ver o que era, um sintoma, um tema que estava bombando.Não à toa, o Google Trends é um grande revelador de dados. Quer ver? O termo “como engravidar” já representa metade do índice de busca mais procurado no Brasil: “como emagrecer”. Isso desnuda uma realidade que já tratamos aqui: a infertilidade é cada vez mais comum e aflige muitas mulheres, assim como a pressão estética.Quando vimos os termos mais buscados de 2022, sentimos que essa não foi só uma lista. A inclusão de dancinhas, histórias de superexposição, política, ser padrão... várias questões foram reveladas intimamente entre nós e o maior buscador da internet.------------------APOIE O PODCAST! www.apoia.se/donasdaptoda -----O Donas da P* Toda é um podcast independente. Produção, roteiro e apresentação: Larissa Guerra e Marina Melz. Edição e tratamento de áudio: Bruno Stolf. Todas as informações em www.donasdaptoda.com.br e @donasdaptoda.Vamos conversar?Larissa Guerra: @larissavguerraMarina Melz: @marinamelz Bruno Stolf: @brunostolf
Chega o fim de ano e a gente começa a fazer os balanços. No fundo sabemos que fizemos muita coisa, mesmo que a impostora esteja sempre ali dizendo que não foi nada de mais ou que o resultado poderia ter sido ainda maior. Aqui no Donas rolou isso. Fomos conversando partindo do ponto de vista que não fizemos nada no ano que está terminando. E aí começamos a lembrar, a listar... e olha só que surpresa! Foi um no cheio de acontecimentos. Talvez eles só não sejam daquele tipo que o capitalismo gosta. E sentimos o mesmo em relação à nossa vida pessoal e profissional. Por isso nosso papo hoje é sobre reconhecimento: o que precisa acontecer pra que você sinta seu esforço percebido pelos outros? E você com você mesma: quais são os indicadores de reconhecimento que contam na sua avaliação de fim de ano? ------------------APOIE O PODCAST! www.apoia.se/donasdaptoda -----O Donas da P* Toda é um podcast independente. Produção, roteiro e apresentação: Larissa Guerra e Marina Melz. Edição e tratamento de áudio: Bruno Stolf. Todas as informações em www.donasdaptoda.com.br e @donasdaptoda.Vamos conversar?Larissa Guerra: @larissavguerraMarina Melz: @marinamelz Bruno Stolf: @brunostolf
Carência no dicionário tem dois significados. Um é sobre a falta de algo necessário. Socialmente, carente é usado quase como um eufemismo para pessoas muito pobres. E nesse Brasil que herdamos dos últimos anos, o que não falta é pessoas tendo, de fato, a necessidade de alimentação, de emprego e de renda. Mas vamos descansar a militância para falar de um segundo significado: o afetivo. As nossas necessidades emocionais que não são atendidas, especialmente em dezembro quando sobram demonstrações públicas de afeto em encerramentos, jantares e tudo o mais. Naquela época do ano em que parece que todo mundo é feliz.Esse episódio surgiu de mais uma conversa sobre como temos dificuldade em demonstrar essas nossas necessidades, de como é difícil admitir que alguns gestos - e especialmente algumas faltas - são impactantes para todas nós. A guerreira tá querendo descanso, aquela sensação de abraço sem camisa e casa limpa, sabe?Recebemos nesse episódio a Lívia Marques, que é psicóloga, palestrante e escritora e atua especialmente nas frentes de diversidade e antirracismo. Num conversa sincera, falamos sobre as formas de demonstrar carência, como a nossa postura de embate diante de algumas questões nos afasta das demonstrações de vulnerabilidade e como temos, às vezes, dificuldade em identificar e admitir o que nos faz falta. ------------------APOIE O PODCAST! www.apoia.se/donasdaptoda -----O Donas da P* Toda é um podcast independente. Produção, roteiro e apresentação: Larissa Guerra e Marina Melz. Edição e tratamento de áudio: Bruno Stolf. Todas as informações em www.donasdaptoda.com.br e @donasdaptoda.Vamos conversar?Larissa Guerra: @larissavguerraMarina Melz: @marinamelz Bruno Stolf: @brunostolf
Certamente você conhece muitas pessoas se vestem praticamente só de preto e cinza - quando muito, branco. Mas, se a gente parar para pensar, esse olhar mais monocromático para o jeito de vestir não só é recente como também foi intenso: parece que de uma hora pra outra, todo mundo passou a ter o armário da Mônica, só que preto. E não é só nossa sensação: o Science Museum Group fez um estudo que mostra uma ascensão do tom cinza dos objetos nos últimos 50 anos. Do outro lado, algumas personalidades muito interessantes do mundo da moda estão propondo que a gente se reconecte com as cores: colorblock, combinação de verde com roxo, desafios de misturas de estampas coloridas. Neste episódio, recebemos uma delas: a @guid. Além de já ser uma pessoa que a gente adora seguir pelos truques, inspirações e desafios que propõe pra gente se divertir com a roupa, ela entrou nessa discussão sobre cores trazendo alguns pontos de reflexão que nós achamos que mereciam muito um papo aqui. Foi um papo delicioso, em que falamos sobre os aspectos culturais que levam a essa escassez de cores nos armários, sobre a compreensão equivocada do minimalismo e alguns significados dessas escolhas. ------------------APOIE O PODCAST! www.apoia.se/donasdaptoda -----O Donas da P* Toda é um podcast independente. Produção, roteiro e apresentação: Larissa Guerra e Marina Melz. Edição e tratamento de áudio: Bruno Stolf. Todas as informações em www.donasdaptoda.com.br e @donasdaptoda.Vamos conversar?Larissa Guerra: @larissavguerraMarina Melz: @marinamelz Bruno Stolf: @brunostolf
O empreendedorismo brasileiro é, essencialmente, familiar. Empresas familiares representam cerca de 90% do mercado nacional, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e o Sebrae. Aqui no Donas a gente já viu esses números aparecendo de diversas formas: falamos de mães e filhas que empreendem juntas, de mulheres que decidiram empreender para terem mais tempo com seus filhos - ou porque se viram fora do mercado de trabalho após a maternidade! - e de mulheres que, ao empreender, mudaram toda a realidade da sua família e de outras à sua volta.Na semana do Dia Mundial do Empreendedorismo Feminino, decidimos falar sobre o que mudou no empreendedorismo familiar a partir do ponto de vista das mulheres. Ouvimos a Daniela Vanzuita, que criou a 787 com a irmã, Gabriela. Também a Pauline Menegotti Horn, que aos 28 anos assumiu a tradicional empresa da família. E ainda o casal Melissa Bergonsi e Sílvia Mendes, fundadoras da Huna Comunicação. O mundo mudou, as empresas familiares também. Ainda bem, né? ------------------APOIE O PODCAST! www.apoia.se/donasdaptoda -----O Donas da P* Toda é um podcast independente. Produção, roteiro e apresentação: Larissa Guerra e Marina Melz. Edição e tratamento de áudio: Bruno Stolf. Todas as informações em www.donasdaptoda.com.br e @donasdaptoda.Vamos conversar?Larissa Guerra: @larissavguerraMarina Melz: @marinamelz Bruno Stolf: @brunostolf
Se a sua mente também oscila entre "só seis semanas pro ano acabar, como vou dar conta?" e "bem que amanhã poderia ser 31 de dezembro" esse papinho é pra você. Em 2021, por essa mesma época, fizemos um episódio sobre pagode. A ideia era aliviar um pouco, que tinha sido pesado pra nós duas. As "póbi" nem tinham se ligado que no ano seguinte estaríamos ainda mais exaustas, com as fissuras das eleições, o retorno dos eventos, uma Copa do Mundo pela frente...Pois é. Mas aí, pra não ficar só reclamando, nós decidimos bater um papinho só nosso sobre como estamos lidando com esse fim de ano, os artifícios que estamos usando para sobreviver (e não é que achamos alguns) e compartilhar algumas novidades. Por aqui tem semanas que propomos por aqui papos aprofundados, densos, complexos. Em outras, falamos sobre coisas simples com mulheres fantásticas. E aí tem semanas como essa, que a gente só quer dividir como estamos nos sentindo. E você, como está chegando a este fim de ano?------------------APOIE O PODCAST! www.apoia.se/donasdaptoda -----O Donas da P* Toda é um podcast independente. Produção, roteiro e apresentação: Larissa Guerra e Marina Melz. Edição e tratamento de áudio: Bruno Stolf. Todas as informações em www.donasdaptoda.com.br e @donasdaptoda.Vamos conversar?Larissa Guerra: @larissavguerraMarina Melz: @marinamelz Bruno Stolf: @brunostolf
O que faz com que, mesmo com tantas conquistas acumuladas nos últimos anos, ainda estejamos nos sentindo insuficientes? Conversamos com mais de 320 mulheres em três anos de podcast e seguimos tendo certeza de que não existe resposta simples ou rápida para essa pergunta. Tínhamos 18 minutos e escolhemos encarar o desafio de levar nossos aprendizados sobre esse tema para o palco do TEDxBlumenauWomen, que aconteceu no dia 5 de novembro de 2022. Antes mesmo do vídeo sair oficialmente nos canais do TEDx, trazemos pra vocês em primeira mão esse episódio mais do que especial com toda a emoção das vozes trêmulas e de um texto escrito com muito afeto e reflexão. Depois de pensarmos muito, chegamos a três reflexões que gostaríamos que todas as nossas ouvintes e entrevistadas tivessem para que conseguissem se enxergar como as Donas da P* Toda que realmente são. São elas: o contexto em que as nossas conquistas se dão, a adoção de unidades de medida que respeitem as nossas expectativas e as trocas sinceras com outras mulheres. Quer refletir com a gente? Dê o play e já mande para quem você acha que merece se enxergar com mais afeto. ------------------APOIE O PODCAST! www.apoia.se/donasdaptoda -----O Donas da P* Toda é um podcast independente. Produção, roteiro e apresentação: Larissa Guerra e Marina Melz. Edição e tratamento de áudio: Bruno Stolf. Todas as informações em www.donasdaptoda.com.br e @donasdaptoda.Vamos conversar?Larissa Guerra: @larissavguerraMarina Melz: @marinamelz Bruno Stolf: @brunostolf
Estamos sempre com pressa. De setembro de 2012 a setembro de 2022, as buscas por “ansiedade” no Google cresceram cinco vezes e meia de acordo com o Google Trends. O termo “meditação” dobrou o número de buscas no mesmo período. O número de pessoas que ouve ou vê as coisas em velocidade acelerada é crescente. Na cidade onde a gente mora, tem um lambe que esses tempos invadiu as faixas de pedestres: “essa pressa toda é pra ser feliz?”. E é a partir dela que começamos o papo da semana, com a jornalista e apresentadora do podcast Jornada da Calma, Helena Galante. Nosso papo passou pela construção da pressa, pela importância de não entender a calma apenas como um papo de tilelê, a relação da vida acelerada com a valorização da produtividade e várias outras brisas deliciosas. ------------------APOIE O PODCAST! www.apoia.se/donasdaptoda -----O Donas da P* Toda é um podcast independente. Produção, roteiro e apresentação: Larissa Guerra e Marina Melz. Edição e tratamento de áudio: Bruno Stolf. Todas as informações em www.donasdaptoda.com.br e @donasdaptoda.Vamos conversar?Larissa Guerra: @larissavguerraMarina Melz: @marinamelz Bruno Stolf: @brunostolf
Até bem pouco tempo atrás, pelo menos publicamente os relacionamentos amorosos tinham um só formato: monogâmico. O conceito de fidelidade também era único. A conversa sobre desejo, fantasia e até mesmo sentimento de realização se baseava nestes pilares. Mas agora, ainda bem, não é mais assim.Os relacionamentos não monogâmicos começaram a se popularizar e aí se tornou comum falar em “relacionamento aberto ou fechado”. Mas a gente sabe que esse é um conceito muito simplista e que, nem de perto, abarca todas as possibilidades de acordos que podem existir nos relacionamentos. Por isso, para fechar esse outubro dedicado a afetos e sexualidade, decidimos conversar sobre relacionamentos não-monogâmicos e aprender sobre isso com quem estuda e entende sobre o assunto. Recebemos a Nana Miranda, que é mestra em comunicação social e co-fundadora do Não Mono em Foco, comunidade dedicada a pensar e discutir não-monogamia política, pensamento anticolonial e interseccionalidade.------------------APOIE O PODCAST! www.apoia.se/donasdaptoda -----O Donas da P* Toda é um podcast independente. Produção, roteiro e apresentação: Larissa Guerra e Marina Melz. Edição e tratamento de áudio: Bruno Stolf. Todas as informações em www.donasdaptoda.com.br e @donasdaptoda.Vamos conversar?Larissa Guerra: @larissavguerraMarina Melz: @marinamelz Bruno Stolf: @brunostolf
Um levantamento de 2013, feito pelo Cresex, mostra que a falta de tesão é a queixa mais frequente entre as mulheres: 48% delas relataram diminuição ou inexistência de desejo sexual. Na pandemia, ao mesmo tempo em que o mercado de s3x toys explodiu, uma pesquisa do Datafolha-Omens apontou que, em 2021, quatro em cada dez brasileiros tiveram uma diminuição da frequência de relações s3xuais. Entre as mulheres, as queixas vão desde as oscilações hormonais até as mudanças no corpo. Mas passam, principalmente pela sobrecarga mental que cada uma de nós vive no dia a dia. Isso sem contar que, né... brasileiras. Convidamos a Carla Ramalho, conhecida por aqui pelo @volupiapsi, e a nossa médica-amiga-apoiadora Martha Colvara Bachilli, que vocês seguem aqui no @obstetriciacontemporanea, para um papo sobre onde nasce a nossa libido, a sua importância e questões emocionais e físicas conectadas ao prazer.------------------APOIE O PODCAST! www.apoia.se/donasdaptoda -----O Donas da P* Toda é um podcast independente. Produção, roteiro e apresentação: Larissa Guerra e Marina Melz. Edição e tratamento de áudio: Bruno Stolf. Todas as informações em www.donasdaptoda.com.br e @donasdaptoda.Vamos conversar?Larissa Guerra: @larissavguerraMarina Melz: @marinamelz Bruno Stolf: @brunostolf
Faz só 45 anos que a Lei do Divórcio foi aprovada no Brasil. E não sem sofrimento: foram 26 anos de debates, já que essa possibilidade mudava tudo no funcionamento da sociedade. Em 2021, o Brasil teve o maior número de divórcios desde 2007. Foram mais de 80 mil separações registradas pelo Colégio Notarial do Brasil. Mas, um papo com amigas aqui, outra opinião de profissionais ali, a gente entende que esse número poderia ser muito maior.Há algumas semanas, a chef Janaína Torres Rueda foi capa da revista CLAUDIA falando sobre o processo da sua separação. Na entrevista, ela diz que “é um luto que a gente supera. Se você tiver forças para levantar e se reconstruir, isso não tem volta. Você começa a enxergar sua força não só profissional, mas como mulher”.Uma das pessoas que acabou de passar por isso e que a gente admira muito é a Nega Lize. Ela participou com a gente da série O Futuro É Delas, falando sobre a marca Mãezica e sobre a sua história com a maternidade que é super emocionante. E agora ela está de volta pra compartilhar sobre esse novo momento de vida.Na conversa, ela compartilhou sobre culpas e julgamentos, a relação com a maternidade, os lutos e a diversão (sim, um dia ela vem) de se reencontrar. ------------------APOIE O PODCAST! www.apoia.se/donasdaptoda -----O Donas da P* Toda é um podcast independente. Produção, roteiro e apresentação: Larissa Guerra e Marina Melz. Edição e tratamento de áudio: Bruno Stolf. Todas as informações em www.donasdaptoda.com.br e @donasdaptoda.Vamos conversar?Larissa Guerra: @larissavguerraMarina Melz: @marinamelz Bruno Stolf: @brunostolf
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Comments (2)

Sabrina Ferrari

Meninas adoro esse projeto de vcs !! Conversas leves! Divertidas ! Com uma visão diferente !! As vezes despretenciosas, as vezes ácidas !!! Continuem !!

Jun 30th
Reply

Sabrina Ferrari

Meninas qual é o nome da última série indicada ?

Jun 28th
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