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Economia do Cotidiano - Celso Bissoli
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Nesta edição de Economia do Cotidiano, o comentarista Celso Bissoli fala da queda do dólar. A moeda registrou a maior queda em quase dez anos, as o que está por trás desse movimento? O doutor em Economia Aplicada analisa os motivos dessa queda e discute o que o Brasil pode esperar para o cenário econômico em 2026. Ouça a conversa completa!
Nesta edição de Economia do Cotidiano, o comentarista Celso Bissoli avalia os eventos que moldaram o mercado financeiro em 2025 e comenta quais os principais investimentos para quem quer começar a diversificar renda em 2026. Ouça a conversa completa!
Nesta edição de Economia do Cotidiano, o comentarista Celso Bissoli traz como destaque a informação que a alta carga tributária e a inflação persistente têm reduzido o poder de compra e tornado mais difícil manter o padrão de vida da classe média no Brasil. Esse cenário ocorre mesmo com a melhora da renda da população e, de acordo com economistas e especialistas em tributação ouvidos pelo site "G1", pode ser explicado por diversos fatores. Entre eles a composição da renda dessas famílias, que é principalmente composta por rendimentos tributáveis; a defasagem da tabela do Imposto de Renda; a diferença no tratamento tributário entre pessoas com rendas semelhantes; e o alto percentual da renda destinado ao consumo.Ouça a conversa completa!
Nesta edição do Economia do Cotidiano, o economistra Celso Bissoli, falou sobre o recente aumento do salário mínimo para R$ 1.621 em 2026, um reajuste de R$ 103 baseado na política de valorização que inclui a inflação (INPC) e o crescimento do PIB. No entanto, um estudo do Dieese aponta o enorme descompasso com o custo de vida real: o valor ideal necessário para cobrir despesas básicas de uma família brasileira seria de R$ 7.067,00. Acompanhe a conversa completa!
Nesta edição de Economia do Cotidiano, o comentarista Celso Bissoli traz como destaque a notícia que a pobreza, extrema pobreza e desigualdade chegaram em 2024 aos menores níveis da série histórica iniciada em 1995, enquanto a renda média dos brasileiros atingiu seu maior patamar em 30 anos. Ouça a conversa!
O fim de novembro será de compras e pagamentos, com a data limite para o pagamento da primeira parcela do 13º salário coincidindo com a Black Friday, ambos no dia 28 de novembro, sexta-feira. Funcionários sob o regime da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), servidores públicos, além de aposentados e pensionistas vinculados ao Instituto Nacional de Seguro Social (INSS), vão terminar esta semana com dinheiro extra na conta. Ao mesmo tempo, a semana é especial para quem está de olho nas compras de fim de ano. Isso porque a próxima sexta-feira (28) é a data-limite para o pagamento da primeira parcela do 13º salário aos trabalhadores. Nesta edição de Economia do Cotidiano, o comentarista Celso Bissoli explica como organizar os gastos nessa época.
Nesta edição de Economia do Cotidiano, o comentarista Celso Bissoli traz como destaque as implicações econômicas do fenômeno chamado de "êxodo metropolitano". Trabalhadores no país têm deixado, cada vez mais, as grandes cidades em busca de novas oportunidades no interior. Se entre os anos 1950 e 1980 o país viveu um ciclo de concentração nas grandes metrópoles, impulsionado pela industrialização e pela urbanização acelerada, desde os anos 2000 o crescimento mudou de direção e passou a migrar para o interior. Eles buscam mais segurança e qualidade de vida.
Nesta edição de Economia do Cotidiano, o comentarista Celso Bissoli traz como destaque a informação que o chamado cashback de impostos – novidade criada pela reforma tributária que estabelece a devolução de tributos pagos pela pessoas mais pobres - deve ter impactos distintos na renda dessa parte da população, dependendo da região do país em que o contribuinte resida. O benefício pode elevar a renda das famílias mais pobres em 10% em média, sendo que as regiões Centro-Oeste (12%), Sudeste (11%) e Sul (10,1%) terão expansões maiores que as do Norte (8,32%) e Nordeste (7,76%). Os cálculos e a avaliação estão em um estudo publicado pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getúlio Vargas (FGV). As informações são da "Agência Brasil".
Nesta edição de Economia do Cotidiano, o comentarista Celso Bissoli traz como destaque a notícia que as mulheres recebem 21,2% menos do que homens na comparação entre os empregados pelo setor privado do país. Os dados são do Relatório de Transparência Salarial e Critérios Remuneratórios, divulgado na segunda-feira (3) pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). As informações fazem parte do Relatório Anual de Informações Sociais (RAIS), que analisaram aproximadamente 54 mil empresas com 100 ou mais empregados, considerando o período entre o segundo semestre de 2024 e o primeiro semestre de 2025. A desigualdade salarial tem piorado desde o início da série histórica: no primeiro relatório, publicado em março do ano passado, a diferença era de 19,4%. As informações são do "G1". Ouça a conversa completa!
Nesta edição de Economia do Cotidiano, o comentarista Celso Bissoli traz como destaque a informação que, caso seja aprovada no Senado, a reforma do Imposto de Renda, que prevê isenção para salários até R$ 5 mil e redução da alíquota para salários até R$ 7.350, deve injetar cerca de R$ 27 bilhões por ano na economia a partir de 2026, calcula o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). "Esse aumento da renda disponível tende a reforçar o consumo e impulsionar as vendas no comércio, ampliando o dinamismo da atividade econômica", afirma o Dieese, em nota. As informações são do "UOL". Ouça a conversa completa!
Nesta edição de Economia do Cotidiano, o comentarista Celso Bissoli traz como destaque a informação que o Índice de Atividade Econômica (IBC-Br), divulgado pelo Banco Central do Brasil (BC) na última quinta-feira (16), registrou expansão de 0,4% em agosto na comparação com o mês anterior. O cálculo é feito após ajuste sazonal — ou seja, uma forma de comparar períodos diferentes. A última alta mensal do índice tinha sido em abril, quando o IBC-Br atingiu os mesmos 0,4%. Os meses seguintes foram de queda. Ouça a conversa completa!
Nesta edição de Economia do Cotidiano, o comentarista Celso Bissoli traz como destaque a informação que mais de um terço (35,3%) dos trabalhadores no Brasil recebe até um salário mínimo, apontam dados do Censo Demográfico de 2022, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Enquanto isso, a renda se concentra em uma parcela bem menor da população. Apenas 7,6% das pessoas ocupadas têm rendimentos superiores a cinco salários mínimos — o equivalente a R$ 6.060 em 2022. As informações são do portal "G1". O comentarista analisa o assunto. Ouça a conversa completa!
Apesar da deflação de 0,11% em agosto, o Copom (Comitê de Política Monetária do Banco Central) decidiu manter a taxa básica de juros da economia brasileira, a Selic, em 15% ao ano, a mais alta desde julho de 2006. Os juros elevados controlam a inflação porque mantêm cara a concessão de crédito, desestimulando o consumo da população e os investimentos das empresas. Segundo o boletim Focus, no início de março o mercado projetava inflação de 5,68% para o fim do ano. Na última semana, a estimativa já havia recuado para 4,83%. Este é o assunto em destaque nesta edição do Economia do Cotidiano, com o comentarista Celso Bissoli. Ouça a conversa completa!
Nesta quarta-feira, 17, os investidores acompanham uma das datas mais aguardadas do calendário econômico: a chamada Super Quarta. O Federal Reserve (Fed), banco central dos Estados Unidos, e o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central brasileiro divulgam suas decisões de juros. Nesta edição de Economia do Cotidiano, o comentarista Celso Bissoli fala sobre o assunto. Ouça a conversa completa!
Nesta edição de Economia do Cotidiano, o comentarista Celso Bissoli traz como destaque a informação que os trabalhadores com carteira assinada que ganham R$ 5 mil por mês serão os mais beneficiados pela mudança na cobrança do Imposto de Renda que está sendo proposta pela equipe econômica, em análise no Congresso Nacional. A Câmara dos Deputados aprovou um requerimento de urgência para o projeto que altera regras do IR. O texto já foi aprovado em uma comissão especial e, agora, poderá ser votado diretamente pelo plenário. Ouça a conversa completa!
Nesta edição de Economia do Cotidiano, o comentarista Celso Bissoli traz como destaque a notícia que a a desigualdade de renda sofreu uma queda no Brasil de 2023 para 2024, segundo o relatório do Observatório Brasileiro das Desigualdades. Em 2024, o rendimento médio do 1% mais rico do país foi 30,5 vezes superior ao rendimento médio dos 50% mais pobres, apresentando redução em comparação com o ano anterior (32,9 vezes). A maior disparidade foi registrada na região Nordeste (32 vezes), enquanto a menor ocorreu no Sul (23,3 vezes). A taxa de desocupação atingiu 6,6% da força de trabalho do país, uma redução de -1,2% em relação a 2023. A queda na taxa de desocupação foi maior para as mulheres, que saiu de 9,5% em 2023 para 8,1% em 2024, e para a população negra, de 9,1% em 2023 para 7,6% em 2024. As informações são de "UOL". O comentarista analisa o assunto. Ouça a conversa completa!
O embate entre o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o Federal Reserve, o banco central americano está agitando o mercado financeiro. A polêmica da vez é a tentativa de demissão da diretora do Fed, Lisa Cook, por Trump, que se recusou a sair e afirmou que irá à Justiça para se manter no cargo. Especialistas alertam que a incerteza gerada por esse conflito pode ter impactos negativos sobre o dólar e os investimentos globais. Mais detalhes no comentário de Celso Bissoli.
O mercado de trabalho vive uma transformação, impulsionada pelas diferentes visões de cada geração. Reportagem do portal de notícias "G1" aponta que jovens de 18 a 24 anos ficam em média 12 meses no emprego, enquanto "baby boomers" (geração nascida entre 1946 e 1964) costumam permanecer por décadas na mesma empresa. No Brasil, os jovens de 18 a 24 anos permanecem, em média, apenas 12 meses no mesmo emprego, segundo levantamento do Ministério do Trabalho. Em 2024, a rotatividade dessa faixa etária chegou a 96,2%. A busca por novas oportunidades (38%), a falta de reconhecimento (34%) e questões éticas (28%) estão entre os principais motivos que levam os jovens a pedir demissão. Estresse, problemas de saúde mental e baixa flexibilidade também aparecem na lista. Nesta edição de Economia do Cotidiano, o comentarista Celso Bissoli fala sobre o assunto. Ouça a conversa completa!
Com a taxa básica de juros em 15% ao ano, o número de famílias com dívidas ou contas em atraso no país cresceu em julho. Dados divulgados nesta quinta-feira (7) pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) mostram que a inadimplência chegou a 30,2% da população brasileira — o maior nível desde setembro de 2023. Segundo a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), o índice subiu 0,5 ponto percentual no mês passado, acompanhado pelo aumento no número de famílias que declararam não ter condições de pagar suas dívidas. Este é o tema em destaque nesta edição do Economia do Cotidiano, com o comentarista Celso Bissoli. Ouça a conversa completa!
Nesta edição de Economia do Cotidiano, o comentarista Celso Bissoli traz como destaque a notícia que entram em vigor nesta quarta-feira (6) as tarifas de importação de 50% impostas pelos Estados Unidos sobre o Brasil. Com isso, parte dos produtos brasileiros vai pagar a mais alta taxa do mundo para entrar nos EUA. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou um decreto que impõe uma tarifa adicional de 40% sobre produtos brasileiros, elevando o total para 50%. A medida, no entanto, prevê uma longa lista de exceções como suco de laranja, aeronaves civis, petróleo, veículos e peças, fertilizantes e produtos energéticos. As informações são do "G1". Ouça a conversa completa!












