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Em Casa A Gente Conversa
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Em Casa A Gente Conversa

Autor: Toriba

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Descrição

Um podcast com Thais Maruoka, sobre maternidade, mulher, filhos, família e vida!

Criação com apego, disciplina positiva, tipos de pedagogia e alimentação, maternidade mais livre e consciente, com mais presença e aceitando as diferenças. Conversamos sobre tudo isso por aqui!

Episódios novos todas as quartas!

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72 Episodes
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Dados da União Europeia de Urologia mostram que 15% dos casais afetados procuram tratamento para infertilidade e apenas 5% continuam sem filhos, ou seja, o resultado dos tratamentos é bem positivo. No episódio anterior ouvimos mulheres contando suas histórias sobre a dificuldade que elas e seus maridos tiveram para engravidar.Hoje, vamos falar sobre a infertilidade pelo olhar da medicina, explicar as principais causas e opções de tratamento. E quem traz todas as informações é a dra. Camylla Felipe Silva.
Este podcast é para você que está naquele momento tentando engravidar, ansiosa, e esse dia não chega. Para você que fez exames e descobriu que o casal tem dificuldades para engravidar. Venha cá… sinta-se acolhida neste episódio que foi feito todinho para você não se sentir sozinha nesta jornada.Mas saiba de uma coisa: este processo pelo qual está passando não é o ponto final de um sonho de ter uma criança. Aliás, esta situação é muito comum, viu? Estima-se que 15% dos casais no mundo tenham dificuldades para engravidar, e a maior parte deles, de 85% a 95% dos casos, consegue no final.A endometriose é considerada pela Associação Brasileira de Endometriose como a principal causa da infertilidade feminina, representando 50% dos casos de dificuldade de engravidar. Para se ter uma ideia, a endometriose acomete 176 milhões de mulheres em todo o mundo, segundo dados da Organização das Nações Unidas. Somente no Brasil são cerca de 7 milhões de mulheres.Estudos mostram também que 85% dos casais que têm relação sexual regularmente conseguem engravidar no primeiro ano de tentativa. Mas de repente você se vê fazendo parte desses outros 15% que não conseguem. E aí? Como faz? Para saber melhor e conhecer a história de algumas mulheres que passaram por isso, eu convidei a Camila Fressatti e a Daiana Gomes do perfil “FIV depressão”, que conversam comigo na primeira parte do episódio, a Evelyn Souza que é tentante e participa aqui na segunda etapa deste episódio e por último, a Laura Ruas, psicóloga com ênfase em reprodução humana e infertilidade.No episódio seguinte, o de número 72, eu converso com uma médica que explica os principais motivos, as opções de tratamento e tira todas as dúvidas que as ouvintes enviaram. Então aperta o play e vem com a gente bater papo sobre este assunto tão importante.
A pessoa com transtorno do espectro autista possui desordens do desenvolvimento neurológico desde o nascimento ou do começo da infância. Dentro deste espectro, pode-se apresentar déficit na comunicação social ou interação social, como nas linguagens verbal e não verbal e também na reciprocidade sócio emocional, além de padrões repetitivos e restritos de comportamento, como movimentos contínuos e pouca ou muita sensibilidade a estímulos sensoriais. Cada pessoa é afetada em uma intensidade diferente. O autismo não tem cura, mas tem tratamentos que podem amenizar muito os sintomas e melhorar a qualidade de vida do paciente.Para a gente entender melhor sobre a vida das pessoas com transtorno do espectro autista, eu converso com a Cynthia Mel, mãe de três crianças. Uma delas, a Bela, tem autismo.  Converso também com o Lucas Pontes de Andrade, que tem autismo e só foi diagnosticado depois dos 20 anos, e com o doutor Caio Abujadi, psiquiatra especialista em crianças e adolescentes, mestre em psiquiatria com o tema “Estimulação Magnética Transcraniana em Indivíduos com Autismo”. Ele tb foi médico psiquiatra da Associação para o Desenvolvimento dos Autistas de Campinas.
Você sabia que cerca de 15 milhões de prematuros nascem por ano no mundo, uma média de 10% do total de nascimentos? E o Brasil é o décimo país com mais partos pré-termo em números absolutos. Os dados são da Organização Mundial da Saúde. Outro dado chocante aqui: mais de um milhão de prematuros morrem por ano no mundo. No Brasil, é a maior causa de mortalidade infantil: das 36.350 crianças de até um ano que morreram em 2016, 20.303 eram prematuras.  Na primeira e segunda parte deste episódio vamos ouvir histórias de duas mães que toparam compartilhar com a gente um pouco do que passaram com seus filhos prematuros. É a Flavia Rubim e a Teresa Ruas.Elas contam como foram os primeiros dias dos bebês na uti, e também compartilham os maiores desafios e conquistas como mães de bebês prematuros.Na terceira parte eu converso coma médica Geila Pereira que explica para gente os detalhes de um bebê prematuro, quais os cuidados que devem ser tomado, quais os maiores motivos da prematuridade e também como funciona a estrutura de uma uti.
Este é o terceiro e último episódio da série sobre finanças. E hoje a gente vai falar sobre como falar sobre este assunto com os nossos filhos. A partir de quando é legal falar sobre finanças com eles? Dá para já começar a se familiarizar desde pequeno? Como preparar nossos filhos para que eles tenham bons hábitos e sejam emocionalmente equilibrados em relação a isso?A convidada de hoje é a educadora financeira  Lúcia Stradiotti.Nos dois outros episódios dessa série a gente falou sobre os padrões que seguimos inconscientemente, como o consumismo. Falamos sobre como trabalhar com eles e entendemos que educação financeira não tem a ver apenas com números. Tivemos dicas também de como se proteger e se preparar para um futuro mais seguro financeiramente. Então vai lá ouvir!
Este é o segundo episódio da série sobre educação financeira. Mas, olha, venha com a mente aberta e sem preconceitos porque eu sei que quando falamos em números, planilhas, dinheiro, já vem logo na cabeça de muita gente: “ah, mas que coisa chata, não sou boa com contas ou não gosto disso”.Primeiro porque é necessário. É um assunto que precisamos nos preparar para a NOSSA vida. Se não fizermos por nós mesmas, ninguém vai fazer. Em segundo lugar, essas pessoas com quem converso aqui trazem um outro olhar sobre educação financeira. De uma forma leve e fácil de entender.Com o isolamento social, veio redução de salários, demissões e portanto, as pessoas ficaram mais seletivas, precisaram ser menos consumistas e terem um interesse maior em aprender mais sobre conscientização financeira. Uma pesquisa realizada em maio de 2020 pelo Centro de Estudos em Finanças da Escola de Administração de Empresas de SP da Fundação Getúlio Vargas e a Coluna, mostra que 63,93% dos entrevistados tiveram uma redução dos ganhos. O relatório da ANBIMA, que é a Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais, mostrou que 40% dos brasileiros não guardam nenhuma quantia de dinheiro. Dos que conseguem guardar, apenas 10% separam um valor por mês para a poupança. O relatório também mostrou que 10% dos brasileiros não se preocupam em guardar dinheiro e preferem viver o presente sem se preocupar com o futuro. Outro dado que mostra é que 47% dos brasileiros contam com o INSS para a sua aposentadoria, o que revela que grande parte da população não se planeja para o futuro. A ANBIMA também mostrou que apenas 32% conseguiram economizar qualquer quantia em 2017.Então, se você se encaixa aí nesse porcentual de pessoas que não conseguem planejar e se organizar, mas quer aprender a fazer isso, presta atenção agora aqui nas explicações e dicas da Juliana Frota e do Nelson Paiva, que são sócios da Laado Vida e Previdência, uma consultoria de proteção e planejamento financeiro familiar.  Eles explicam alguns termos do meio financeiro, trazem dicas para entendermos mais sobre as opções que temos e podermos nos organizar e sentir mais seguras com o gerenciamento do nosso dinheiro.Conheça o trabalho deles: https://laado.com.br/
Este é o primeiro episódio de uma série sobre educação financeira. Hoje nós vamos falar sobre como os nossos hábitos relacionados a gastar dinheiro, conseguir guardar uma quantia, estão ligados com padrões que seguimos mesmo que inconscientemente. Vamos falar também como tudo é ligado ao nosso emocional e que precisamos trabalhar com ele para que a gente consiga atingir o objetivo que temos. Falamos então sobre termos que enxergar cada caso como sendo único e trabalhar a pessoa de forma muito mais profunda, entendendo o motivo que a leva agir daquela maneira com o dinheiro. Não é sobre números apenas, entende? É praticamente uma terapia para entender os padrões inconscientes que seguidos ao longo da nossa vida.Para isso eu converso com a Lu Santos e com a Lucia Stradiotti, que são educadoras financeiras.
Morar em outro país com a família tem várias vantagens, mas também alguns perrengues. Não dá para ver apenas o lado positivo de criar um filho fora do país de origem. Por isso eu quis gravar este episódio conversando com duas mães: a Thaís Braga, que mora em Londres, e a Carol Camanho, que vive no Canadá. Elas nos contam os maiores desafios, medos e vantagens de criar um filho fora do Brasil.Para se ter uma ideia, o Ministério das relações exteriores estima que 1,2 milhão de brasileiros vivam nos EUA, isso, claro, sem contar com as pessoas que estejam em situação irregular no país e por isso não entram no censo. O número de crianças imigrantes de segunda geração cresceu 65% de 1990 a 2000. E entre 2000 e 2017, aumentou 54% totalizando 16 milhões de crianças.Se morar fora daqui já passou pela sua cabeça alguma vez, coloca o play e vem ouvir os maiores perrengues e delícias em ser mãe fora do Brasil.
Este episódio inteirinho é destinado para você conhecer a terapia EMDR, que significa dessensibilização e reprocessamento por meio dos movimentos oculares. Ela é muito procurada para melhorar problemas de ansiedade, estresse pós traumático, problemas sexuais, dificuldades de relacionamento e muitos outros problemas que possam ter sido causados por conta de algum tipo de trauma. Para explicar melhor então cada detalhe desta terapia, eu convidei a Paula Sampaio Schmitt, psicóloga especialista em traumas. Venha ouvir!
Conheça a cardiopatia congênita, uma doença que pode afetar uma a cada cem crianças. É uma alteração na estrutura do coração e é a alteração mais comum entre as que podem acontecer com o bebê ainda dentro da barriga. É também uma das principais causas de óbito relacionadas a malformações congênitas.Para você ter uma ideia, cerca de 29 mil crianças nascem com problemas cardíacos por ano no Brasil. Dessas, mais ou menos 80% precisam de alguma cirurgia cardíaca em algum momento da vida. Se formos falar dos casos no mundo, são cerca de 130 milhões de crianças que nascem todos os anos com algum tipo de cardiopatia congênita. Então é mais comum do que imaginamos, né?E dessas 130 milhões de crianças, 6% morrem antes mesmo de completar um ano. Por isso esse assunto tem que ser trazido aqui no podcast, precisa ser falado para orientar e ajudar a conscientizar cada vez mais famílias.Na primeira parte deste episódio eu converso com a Janaína Souto e a Larissa Mendes, mães de crianças cardiopatas que abriram um perfil no Instagram para dialogarem com outras mães que passam por este mesmo desafio. E na segunda parte eu converso com a cardiologista pediátrica, Priscila Maruoka, que tira todas as nossas dúvidas sobre este assunto. Então vamos lá!
O isolamento social chegou avisando que ficaria por 40 dias. Em pouco tempo se estendeu para 2 meses, 3 meses, 4 meses e aqui estamos quase chegando aos 6 meses! Bebês nasceram, mães engravidaram, casais em crise, muitas demissões, pais em home office, filhos em homeschooling. Como lidar com tantas mudanças repentinamente?Neste episódio não converso com nenhuma especialista, mas conversei com três mães maravilhosas que compartilharam aqui com a gente suas histórias e desafios: a Egle Prema, que é mãe solo, a Alyne Siqueira, mãe que ainda vive o puerpério e a Carol Darcie, mãe de três filhos que faz home office e trabalha mais de 10 horas por dia. Então pega seu cafezinho, aperta o play e vem participar com a gente dessa conversa acolhedora.
Neste episódio vamos falar sobre o sono infantil, o sono dos nossos filhos! Ou a falta dele, né gente?Porque olha… esse assunto aqui tira muito o nosso sono! Não sei vocês, mas se aqui em casa, minha filha emendava uma noite inteira, era motivo para comemorar, soltar rojão e tentar imitar E-X-A-T-A-M-E-N-T-E tudinho o que eu havia feito para que na noite seguinte fosse igual, mas claro… nunca dava certo.Tem uma fórmula para que o bebê durma bem? Por que eles trocam a noite pelo dia? Por que o ciclo deles de sono é tão diferente do nosso? E depois que cresce, é normal continuar acordando?Para entender melhor como funciona o sono dos nossos filhos, eu convidei a especialista Lari Godoi, do Instituto Bebê. Venha ouvir que está bem didático e cheinho de informações para você!
Este é o terceiro e último episódio da série sobre divórcio. Neste bate papo, eu converso com a psicóloga infantil, Carolina Dantas, para tirar as dúvidas sobre como conversar com as nossas crianças durante este processo de separação. Como podemos amenizar suas dores, tentar acolhê-los da melhor forma possível?Na segunda parte deste episódio eu converso com a Lari Godoi, que é terapeuta familiar sistêmica e vai explicar para gente como funciona a constelação familiar de casal. Como podemos constelar a nossa relação e por que casamos com a família da outra pessoa, e não apenas com quem realmente escolhemos para ser o nosso par.Converso também com a Paula Sampaio Schimitt sobre a técnica terapêutica EMDR, procurada para melhorar problemas causados por traumas.Vamos comigo??
Você vai se separar e não sabe por onde começar: quais os tipos de guarda, os direitos que você tem, os diferentes tipos de divórcio, como se proteger para não sair perdendo? Muitas vezes as mulheres são prejudicadas simplesmente por já viverem em uma sociedade em que o machismo estrutural é super presente.Dados do IBGE mostram que a quantidade de casamentos caiu 2,3% entre 2016 e 2017. Enquanto isso, o número de divórcios aumentou 8,3%. A proporção é de um divórcio para cada três casamentos. A média de duração de um casamento civil também caiu. Em 2007 era de 17 anos e em 2017, dez anos depois, de 14 anos.A pesquisa também mostrou que cada vez mais ou filhos têm deixado de ser impeditivos de separação. Prova disso é o aumento de divórcios judiciais com guarda compartilhada, que aumentou 13,4% em apenas três anos. 

Para conversar sobre este assunto e tirar todas as nossas dúvidas, trouxe aqui no podcast a advogada especialista em causas femininas, Hellen Moreno para tirar todas as dúvidas referentes a este processo e aos direitos da mulher. Vamos juntas?
A gente cresce acreditando que vai encontrar o amor da nossa vida, casar, ter filhos. E esta é a expectativa de muitas mulheres. Digo mulheres porque nós crescemos ouvindo coisas que nos fazem acreditar que essa é a melhor ou até única opção pra gente: filmes de alma gêmea, de relação perfeita, de princesas esperando seus príncipes encantados. E aí, que na vida real não é nada assim, né? Descobrimos que não existe parceiro(a) perfeita, temos que trabalhar com expectativas e nos auto conhecer para entender muita coisa!Então, em alguns casos, vem o divórcio! Quando percebemos que aquele “pra sempre” pode ter chegado ao fim…Como é desafiador ter uma mudança assim grande na vida, né? Abrir mão das expectativas que criamos, de tudo o que sonhamos, dos vários planos que tínhamos… Aceitar que aquele relacionamento chegou ao fim. E quando se tem filhos envolvidos nesta relação, então… A dor parece ser ainda maior. O casamento, precisa ser eterno para dizer que deu certo? Até quanto vale viver junto com alguém e lutar para manter aquela relação? Porque o número de divórcios têm aumentado? E vamos falar também das expectativas que criamos no nosso parceiro ou parceira? Paixão acaba ou é pra sempre? E o que um relacionamento precisa ter para dar certo? Ou… Como saber que aquela relação já não existe há muito tempo?Neste episódio focamos exclusivamente na mulher, nas maiores dificuldades encontradas por elas durante um divórcio, naquela mulher que também é mãe e está preocupada com sua cria, naquela mulher que está fragilizada ou com medo de passar por todo este processo. E quando falo “fragilizada”, não estou falando que é fraca não viu? Muito pelo contrário! Êta mulheres porretas e cheias de força que são essas que se transformam em mães solo ou descobrem até uma potência que nem sabiam ter!Para conversar sobre isso, convidei a Michelli Occiuzzi, que tem um trabalho muito legal nessa área de divórcio.Este é o primeiro episódio de uma série sobre separação. No próximo, vou conversar com uma advogada que tira todas as dúvidas sobre o processo de separação, os tipos de guarda e de divórcio. E no outro, converso com uma psicóloga infantil sobre como este processo é vivido pelas nossas crianças.Então se este assunto te interessa, vem comigo! 😉
Praticar a disciplina positiva é educar sua cria com respeito, criando uma conexão verdadeira e confiança entre vocês dois. Mas sempre estabelecendo limites, porque eles precisam disso também.Então se você já ouviu falar que criar com disciplina positiva é criar com permissividade ou sem limites, venha ouvir este episódio para entender que não é nada disso!Quando você opta por criar seu filho com base na disciplina positiva, você está aceitando enxergá-lo como um ser que merece respeito e atenção, como qualquer adulto em qualquer outra relação sua. Não é criar com autoridade e medo, mas com carinho e confiança. É entender a importância de conhecer as necessidades do seu filho e entender o comportamento dele. É também se auto conhecer, desenvolver o seu autocontrole. É observar e perceber que muito do que fazemos é no automático, seguindo os padrões comportamentais que aprendemos na nossa infância, e lutar contra eles, se assim desejar. É ensinar às crianças sobre empatia e segurança em si mesma. Como? Dando carinho, atenção, amor e segurança a ela!Como você imagina o seu filho ou sua filha daqui a 15, 20 ou até 30 anos? Esse pode ser mais um incentivador para se praticar a disciplina positiva: você espera que eles se tornem adultos confiantes, questionares, seguros, responsáveis, amorosos? Para nos tirar todas essas dúvidas e nos esclarecer bem sobre este assunto, convidei a Bete Rodrigues, trainer em disciplina positiva, membro da Positive Discipline Association e coach especializada em atendimento de pais, psicólogos e educadores.
Como tem sido o isolamento social por aí? Sua cria tem demandado mais do que você consegue atender? Ela anda irritada, ansiosa? E a rotina? Tem sido seguida por aí? O que fazer quando se tem só um(a) filho(a) e mora em um apartamento pequeno? Como falar sobre o Coronavírus com a criança? E como enxergar o tédio como algo bom?A Pilar Tetilla Manzano Borba, especializada em Tratamento Neuroevolutivo e pós-graduada em Antroposofia na Saúde respondeu a essas e outras várias perguntas sobre o assunto. Venha ouvir que este episódio está gostoso demais!
Afinal, o que é a birra? Ela que nos deixa tão exaustas, que testa a nossa paciência todo santo dia, que nos faz querer ler, estudar, entender melhor o comportamento dos nossos filhos para que possamos compreendê-los e atender as expectativas deles, sem que percamos a mão?Por que será que os pequenos agem assim? O que passa pela cabeça deles ou… simplesmente não passa? De que forma precisamos agir para ajudá-los e não surtarmos? Como podemos enxergar a birra por outro ângulo, sem que ela seja tão negativa? A birra muitas vezes é interpretada como como se o filho tivesse desafiando os pais. Mas, se enxergarmos por outro ângulo, que é a criança brigando por sua própria vontade, esta ação se torna algo positivo para o desenvolvimento intelectual. Ou seja, se os pais impõe limites rígidos, estão ensinando que não vale a pena brigar por seus desejos, já que ela acaba encontrando consequências por ter agido assim. Ao mesmo tempo, se os pais cedem à birra, o filho pode entender que agir daquela maneira pode ser uma forma fácil de receber o que quer. Então afinal, como devemos agir?Para responder a essas perguntas e nos trazer também reflexões, eu conversei com a psicóloga Giselle Almeida Barcelos.
O silêncio é ensurdecedor. A solidão chega a apertar.  O preconceito escancarado contra a comunidade LGBTQIA+ traz muitas mortes e sofrimentos. Eu digo isso afirmando: o Brasil é o país que mais mata gays, lésbicas, travestis, transexuais, bissexuais e transgêneros. Trago aqui neste episódio números. Muitos números, que não são apenas números. São pessoas que morreram vítimas de lgbtfobia. Mas também falamos aqui sobre orgulho! O orgulho de querer ser quem é. O orgulho de olhar para todo o cenário triste que vivemos e querer continuar lutando. É ir com determinação para as ruas e defender os direitos de quem luta para sobreviver. A democracia nada é se as diferenças não forem respeitadas. E não tem como nós ficarmos calados vendo pessoas morrendo simplesmente por existirem em nosso país.Então venha ouvir este episódio que está cheio de informações e histórias de pessoas LGBTQIA+. Só vem!
Por que criar filhos é um ato político? Porque a política está em todos os lugares!A primeira forma de sociedade que os nossos filhos têm acesso é a nossa família. E é justamente através dela que eles conhecem o mundo. Educá-los é um ato político. Mostrar para eles valores como honestidade, empatia, aceitar o que é diferente de nós e do que pensamos, também é político. Então para falar sobre este assunto convidei aqui três pessoas: o Otávio, meu marido e pai dos meus filhos,  a Tati Fávaro, comunicadora e jornalista, especializada em psicologia do puerpério e em Programação Neurolinguística (PNL), e o Plínio Teodoro, também comunicador e jornalista, terapeuta das relações humanas, especializado em psicologia transpessoal e em PNL.Venha ouvir que o papo tá bom demais!!
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Comentários (4)

Rodrigo Macedo

o livro dela é tão lindo. o último capítulo do livro dela está transformando minha paternidade

Jun 11th
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Andreia Santos

Adorei o podcast! Assunto mais que urgente na nossa sociedade. Peguei várias dicas de como posso abordar o racismo com meus filhos. Gostei também das indicações de livros.

Nov 28th
Responder (1)

Ana Carolina Melo Monteiro

👏🏼👏🏼👏🏼👏🏼 muito bom se reportar a essas experiências como mãe assim como vcs falaram . Tenho 3 filhos , sou pediatra e amei o que ouvi aqui 👏🏼😉

Oct 7th
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