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Enquanto as pesquisas de intenção de voto indicam uma grande estabilidade na disputa presidencial, com a bipolarização entre Lula e Bolsonaro se solidificando, os candidatos buscam construir alianças nos Estados. Tanto os presidenciáveis querem reforçar sua posição em nível regional, como os candidatos a governador e ao Congresso querem se beneficiar do alinhamento com candidatos presidenciais fortes. O que se pode dizer sobre esse processo? Qual o sentido das alianças tentadas, mas nem sempre concretizadas? Com um olhar no nacional e outro no regional, em especial para a região Norte do país, este #ForadaPolíticaNãoháSalvação recebe dois convidados, ambos cientistas políticos. Um é Carlos Souza, professor da Universidade Federal do Pará (UFPA) e pesquisador da área de partidos e eleições. O outro é João Paulo Viana, professor da Universidade Federal de Rondônia (UNIR), que também trabalha com esse tema. Ambos são pesquisadores do LEGAL, o Laboratório de Estudos Geopolíticos da Amazônia Legal. Site do Legal: https://legal-amazonia.org/ As músicas deste episódio são "Batuque Bom" e "Sabor Moreno", ambas de Quincas Moreira. Leia o blog do #ForadaPolíticaNãoháSalvação no site da CartaCapital. Agradecemos aos novos apoiadores do Fora da Política Não há Salvação: Gisela Moreau, Eloísa Borges, Paulo Roberto Leão, Rosanna Zraick, Rodrigo Krammes, Elisabeth Oliveira, Aloisio Júnior. Apoie o  e ajude o canal e o podcast a se manterem e a melhorar! Apoiadores contarão com agradecimentos nos créditos dos episódios (claro, desde que desejem) e terão acesso a brindes digitais  relacionados ao tema do canal: a política. Há três formas possíveis de apoio. Tornando-se membro do canal no Clube dos Canais do YouTube: https://www.youtube.com/channel/UCbSOn9WtyJubqodDk_nL1aw/join Tornando-se assinante do #FPNS no Benfeitoria. com: https://app.benfeitoria.com/projeto/ApoioForadaPoliticaNaohaSalvacao Por meio de PIX. Chave PIX: contato@foradapoliticanaohasalvacao.info #Eleições #Eleições2022 #EleiçãoPresidencial #Coligações #AliançasRegionais #Partidos Políticos #RegiãoNorte #Amazônia #Democracia #Bolsonarismo #Autoritarismo #Populismo #InstituiçõesPolíticas #AnálisePolítica  #GovernoBolsonaro #PolíticaBrasileira #ConjunturaPolítica --- Send in a voice message: https://anchor.fm/fpns/message
Em sua primeira viagem aos Estados Unidos como presidente, em março de 2019, Jair Bolsonaro afirmou: "Nós temos é que desconstruir muita coisa, desfazer muita coisa, para depois nós começarmos a fazer". Seu governo é evidência cabal de que tal objetivo de desconstrução – ou de destruição – tem sido seguido diligentemente nas mais diversas áreas da administração pública, em especial aquelas contra as quais o bolsonarismo promove sua guerra: meio-ambiente, cultura, relações internacionais, educação, ciência, mas não só. Uma das faces dessa desconstrução é o ataque e o assédio ao funcionalismo público, ou seja, à burocracia de Estado. A criação de listas negras (ou, no caso, "vermelhas"), a nomeação de pessoal incompetente para certos setores, a militarização, o autoritarismo nas relações de trabalho, a humilhação de servidores. Essas e outras ações compõem o cenário dessa destruição administrativa. Para compreender tal situação este #ForadaPolíticaNãoháSalvação tem como convidada Gabriela Lotta, cientista política, professora do Departamento de Gestão Pública (GEP) da FGV EAESP e pesquisadora da burocracia pública. Ela tem escrito diversos trabalhos acerca do tema, dentre os quais o capítulo de um livro de acesso gratuito, publicado pela AFIPEA (Associação dos Funcionários do IPEA). Trata-se da obra Assédio Institucional no Brasil: avanço do autoritarismo e desconstrução do Estado. O livro está disponível para download gratuito neste link: https://afipeasindical.org.br/content/uploads/2022/05/Assedio-Institucional-no-Brasil-Afipea-Edupb.pdf  Twitter de Gabriela Lotta: @gabilotta As músicas deste episódio são "Darkdub", de Quincas Moreira e "Retrograde", de Spence. Leia o blog do #ForadaPolíticaNãoháSalvação no site da CartaCapital. Agradecemos aos novos apoiadores do #ForadaPolíticaNãoháSalvação: José Barcellos, Marcelo Chilvarquer, Aloisio Júnior e Elisabeth Oliveira. Apoie o  e ajude o canal e o podcast a se manterem e a melhorar! Apoiadores contarão com agradecimentos nos créditos dos episódios (claro, desde que desejem) e terão acesso a brindes digitais  relacionados ao tema do canal: a política. Há três formas possíveis de apoio. Tornando-se membro do canal no Clube dos Canais do YouTube: https://www.youtube.com/channel/UCbSOn9WtyJubqodDk_nL1aw/join Tornando-se assinante do #FPNS no Benfeitoria. com: https://app.benfeitoria.com/projeto/ApoioForadaPoliticaNaohaSalvacao Por meio de PIX. Chave PIX: contato@foradapoliticanaohasalvacao.info #PolíticasPúblicas #AdministraçãoPública #ServidoresPúblicos #Burocracia #Democracia #Bolsonarismo #Autoritarismo #Populismo #Militares #Militarismo #InstituiçõesPolíticas #AnálisePolítica  #GovernoBolsonaro #PolíticaBrasileira #ConjunturaPolítica --- Send in a voice message: https://anchor.fm/fpns/message
O primeiro turno da eleição presidencial francesa foi muito disputado. Três candidatos dividiram de forma quase igual três quartos do  eleitorado: Emmanuel Macron, Marine Le Pen e Jean-Luc Mélenchon. Esse resultado é mais uma demonstração do ocaso dos dois partidos  tradicionais franceses, os Republicanos (de Direita) e o Partido  Socialista (de Esquerda). Macron, presidente incumbente, de centro, está à frente de uma  agremiação novíssima, centrada em sua personalidade mais que numa  estrutura orgânica. Le Pen chefia a agremiação de extrema-direita herdada de seu pai, Jean  Marie, à qual tenta conferir uma aparência menos radical, sem contudo  mudar sua substância ideológica. Já Mélenchon, que ficou de fora do segundo turno, lidera uma organização  da "esquerda de confrontação", que toma o lugar dos Socialistas e dá  novo feitio à atuação nesse âmbito do espectro ideológico. O que significam os resultados dessa eleição? O que se pode esperar da  política francesa e o que explica essa ascensão de novas forças e o  declínio das antigas? Para discutir esses temas, este #ForadaPolíticaNãoháSalvação convidou Mathias Alencastro, professor de Relações Internacionais na Universidade  Federal do ABC (UFABC), pesquisador do CEBRAP e colunista da Folha de  S. Paulo. Twitter: @mat_alencastro As músicas deste episódio são "Parisian Café", de Aaron Kenny, e "Duet  Musette", de Kevin MacLeod.©© Leia o blog do #ForadaPolíticaNãoháSalvação no site da CartaCapital. Agradecemos aos novos apoiadores do #ForadaPolíticaNãoháSalvação: Adrián Gurza Lavalle, Márcio Meira e Marcelo Rubim. Apoie o  e ajude o canal e o podcast a se manterem e a melhorar! Apoiadores contarão com agradecimentos nos créditos dos episódios (claro, desde que desejem) e terão acesso a brindes digitais  relacionados ao tema do canal: a política. Há três formas possíveis de apoio. Tornando-se membro do canal no Clube dos Canais do YouTube: https://www.youtube.com/channel/UCbSOn9WtyJubqodDk_nL1aw/join Tornando-se assinante do #FPNS no Benfeitoria. com: https://app.benfeitoria.com/projeto/ApoioForadaPoliticaNaohaSalvacao Por meio de PIX. Chave PIX: contato@foradapoliticanaohasalvacao.info #EleiçõesFrancesas #PolíticaFrancesa #Eleições #PartidosPolíticos #ExtremaDireita #PolíticaEuropéia #Democracia --- Send in a voice message: https://anchor.fm/fpns/message
Após muitas trocas de partidos, com congressistas, deputados estaduais e outros políticos mudando suas filiações, as eleições de 2022 ganham contornos mais definidos nos níveis nacional e estadual. As agremiações da base do governo federal, Partido Liberal (PL), Progressistas (PP) e Republicanos (PRB) foram os maiores beneficiários do troca-troca partidário, aumentando significativamente suas bancadas na Câmara, com reflexos em Assembleias Legislativas estaduais. Com isso, Jair Bolsonaro consolida sua base congressual de sustentação, concentrando o Centrão em torno desses três partidos de adesão – apesar do papel adesista que ainda desempenham parcelas substanciais de MDB, PSD, PSDB e alguns partidos menores, fadados a desaparecer. Aliás, vale registrar que desapareceram seis agremiações nanicas com deputados eleitos em 2018. Com as novas regras eleitorais e partidárias, essa é uma tendência, o que aumenta a importância do crescimento desse núcleo duro do Centrão bolsonarista. Mas afinal, que efeitos todas essas mudanças podem ter sobre as eleições de 2022? Como afetarão a disputa presidencial? Como impactarão as eleições nos estados e a formação de palanques regionais? Para discutir esses temas, este #ForadaPolíticaNãoháSalvação convidou dois cientistas políticos, pesquisadores do funcionamento de nossos sistemas partidário e eleitoral. São eles: Julian Borba, professor do Departamento de Sociologia e Ciência Política da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e pesquisador do CNPq. Twitter: @juliansborba Sérgio Soares Braga, professor do Departamento de Ciência Política da Universidade Federal do Paraná (UFPR) e pesquisador do INCT-DD (Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia - Democracia Digital). Twitter: @ssbraga As músicas deste episódio são "Hannon", de Jeremy Black e "Moons" de Patrick Patrikios. Leia o blog do #ForadaPolíticaNãoháSalvação no site da CartaCapital. Agradecemos aos novos apoiadores do #ForadaPolíticaNãoháSalvação: Nilson Henrique da Silva, Luís Henrique Diniz e Leandro Gonzaga. Apoie o  e ajude o canal e o podcast a se manterem e a melhorar! Apoiadores contarão com agradecimentos nos créditos dos episódios (claro, desde que desejem) e terão acesso a brindes digitais  relacionados ao tema do canal: a política. Há três formas possíveis de apoio. Tornando-se membro do canal no Clube dos Canais do YouTube: https://www.youtube.com/channel/UCbSOn9WtyJubqodDk_nL1aw/join Tornando-se assinante do #FPNS no Benfeitoria. com: https://app.benfeitoria.com/projeto/ApoioForadaPoliticaNaohaSalvacao Por meio de PIX. Chave PIX: contato@foradapoliticanaohasalvacao.info #Eleições #Eleições2022 #PartidosPolíticos #JanelaPartidária #ColigaçõesEleitorais --- Send in a voice message: https://anchor.fm/fpns/message
Muito se fala que certas interpretações sobre o que ocorre no mundo nas mais diversas áreas, em especial na política, são teorias da conspiração. Mas o que são teorias da conspiração? Quando se trata apenas de uma teoria sem fundamento na realidade, ou quando há de fato conspirações ocorrendo? Quem produz mais teorias da conspiração? Quem as consome mais? Teorias da conspiração podem ser danosas à democracia, embora nem todas sejam. Embora pudessem ser principalmente produtos de setores socialmente subalternos, de oposições ou de perdedores políticos, nem sempre é assim. Cada vez mais governos recorrem a teorias da conspiração como procedimento usual de governo. Para discutir esses e outros aspectos das teorias da conspiração, este #ForadaPolíticaNãoháSalvação convidou dois cientistas políticos. Mathieu Turgeon, professor da Western University em Ontário, no Canadá, e Carlos Oliveira, âncora da TV Câmara e professor voluntário no Instituto de Ciência Política da UnB. Twitter: Mathieu Turgeon: @mturgeonpol Carlos Oliveira: @CarlosOliveira5 As músicas deste episódio são "Hitman", de Kevin MacLeod (CC) e "Challenge", de Density & Time. Leia o blog do #ForadaPolíticaNãoháSalvação no site da CartaCapital. Agradecemos aos novos apoiadores do #ForadaPolíticaNãoháSalvação: Rodrigo Oliveira, Ilza Jorge, Rosana Limoeiro, Cláudio Carvalho, Angela Rosa Soares, Ronaldo Almeida e Frederico Fonseca Oliveira Lima. Apoie o  e ajude o canal e o podcast a se manterem e a melhorar! Apoiadores contarão com agradecimentos nos créditos dos episódios (claro, desde que desejem) e terão acesso a brindes digitais  relacionados ao tema do canal: a política. Há três formas possíveis de apoio. Tornando-se membro do canal no Clube dos Canais do YouTube: https://www.youtube.com/channel/UCbSOn9WtyJubqodDk_nL1aw/join Tornando-se assinante do #FPNS no Benfeitoria. com: https://app.benfeitoria.com/projeto/ApoioForadaPoliticaNaohaSalvacao Por meio de PIX. Chave PIX: contato@foradapoliticanaohasalvacao.info #TeoriasdaConspiração #FakeNews #Extremismo #Democracia #Populismo --- Send in a voice message: https://anchor.fm/fpns/message
Há algumas semanas diversas pesquisas apontavam o que parecia ser uma recuperação de Bolsonaro, tanto nas avaliações de seu governo, quanto em suas intenções de voto. Essa percepção que lentamente se construía com diversas pesquisas, realizadas mensalmente, ou mesmo quinzenalmente, foi reforçada pelo levantamento do DataFolha: comparada a dezembro, a diferença entre Lula e Bolsonaro caiu de 26 pontos percentuais para "apenas" 17 no primeiro turno. Contudo, nem todos os institutos confirmam cabalmente essa percepção. Primeiro porque em vários casos a oscilação ocorre sempre dentro das margens de erro entre um levantamento e outro. Depois porque a pesquisa do IPESPE, divulgada um dia após o DataFolha, mostra um estancamento da melhora de Bolsonaro. A que se devem essas oscilações? Por que a situação de Bolsonaro iniciou uma melhora que agora parece estancar? Para discutir essas questões este #ForadaPolíticaNãoháSalvação recebeu dois convidados. Uma é Carolina Botelho, cientista política, pesquisadora do Doxa (Laboratório de Estudos Eleitorais, de Comunicação Política e Opinião Pública) do IESP UERJ. O outro é Fernando Abrucio, cientista político, professor do Departamento de Gestão Pública (GEP) da FGV EAESP. As músicas deste episódio são The Gentlemen, do DivKid, e Island Dream, de Chris Haugen. Leia o blog do #ForadaPolíticaNãoháSalvação no site da CartaCapital. Agradecemos aos novos apoiadores do #ForadaPolíticaNãoháSalvação: Violeta Caldeira, Roberto Bressan, Valeria Sangiorgio, Marcio Felipe Salles Medeiros, Emilene Ceará Barboza. Apoie o  e ajude o canal e o podcast a se manterem e a melhorar! Apoiadores contarão com agradecimentos nos créditos dos episódios (claro, desde que desejem) e terão acesso a brindes digitais  relacionados ao tema do canal: a política. Há três formas possíveis de apoio. Tornando-se membro do canal no Clube dos Canais do YouTube: https://www.youtube.com/channel/UCbSOn9WtyJubqodDk_nL1aw/join Tornando-se assinante do #FPNS no Benfeitoria. com: https://app.benfeitoria.com/projeto/ApoioForadaPoliticaNaohaSalvacao  Por meio de PIX. Chave PIX: contato@foradapoliticanaohasalvacao.info  #Eleições2022 #PolíticaBrasileira #Eleições #PartidosPolíticos #Bolsonarismo #ExtremaDireita #PesquisasEleitorais #ConjunturaPolítica --- Send in a voice message: https://anchor.fm/fpns/message
A guerra na Ucrânia já se aproxima de um mês de duração. Foram muitas as sanções à Rússia, foi grande a destruição na Ucrânia, são muitos os refugiados. O que se pode esperar como consequências dessa guerra? De que forma ficará a ordem internacional, a arquitetura de segurança internacional, após esse conflito? Como atuaram e como atuarão as organizações internacionais, como a ONU e a própria OTAN, pivô dessa conflagração? Para discutir esse tema, este #ForadaPolíticaNãoháSalvação traz dois convidados. Uma é Daniela Secches, professora do Departamento de Relações Internacionais da PUC MG e especialista em Rússia, sobre a qual faz suas pesquisas. O outro é Guilherme Casarões, professor de Ciência Política da FGV EAESP e estudioso da política internacional. A música deste episódio é "Russian Dance", deJoey Pecoraro. Agradeço aos novos apoiadores do canal: Maurício Roberto Monier e Juliano Seabra. Apoie o #ForadaPolíticaNãoháSalvação e ajude o canal a se manter e  melhorar! Apoiadores contarão com agradecimentos nos créditos dos episódios  (claro, desde que desejem) e terão acesso a brindes digitais  relacionados ao tema do canal: a política. https://www.youtube.com/channel/UCbSOn9WtyJubqodDk_nL1aw/join Leia o blog do #ForadaPolíticaNãoháSalvação no site da CartaCapital! #ConjunturaPolítica #Guerra #GuerradaUcrânia #Rússia #Ucrânia #OTAN #SegurançaInternacional #PolíticaInternacional #RelaçõesInternacionais --- Send in a voice message: https://anchor.fm/fpns/message
Saem novas pesquisas e candidatos saem de cena. O cenário é estável, embora com uma aparente e pequena recuperação de Bolsonaro. O que esperar? Há também a disputa nos estados, que é importante para as campanhas presidenciais e, ainda mais neste momento, para a formação de possíveis federações partidárias. Contudo, as federações partidárias parecem enfrentar dificuldades postas pelo federalismo partidário, já que os partidos – em especial os grandes – têm objetivos estaduais que tornam improvável a formação de uma união durável entre as agremiações. Para compreender esses temas, com um olhar especial para disputas regionais, este #ForadaPolíticaNãoháSalvação tem como convidados Monalisa Torres, cientista política e professora da UECE, e Vitor Sandes, cientista político e professora da UFPI. As músicas deste episódio são "The Gentlemen", do DivKid, e "Island Dream", de Chris Haugen. Agradeço aos novos apoiadores do canal: Erre Jota Mello, Fernanda de Andrade Santos, Susi Schunemann, Lilian Nakamura, Cláudia Yukari Asazu, Alessandra Pascoli, Omar di Dio, João Paulo Nemoto Sabino Freitas, Matheus Tenório, Ademar Borges, Maurício Monier Alves, Márcia Regina Munhoz, Marcos Pedro de Carvalho Lima e Iasmin Mendes. Apoie o #ForadaPolíticaNãoháSalvação e ajude o canal a se manter e  melhorar! Apoiadores contarão com agradecimentos nos créditos dos episódios  (claro, desde que desejem) e terão acesso a brindes digitais  relacionados ao tema do canal: a política. https://www.youtube.com/channel/UCbSOn9WtyJubqodDk_nL1aw/join Leia o blog do #ForadaPolíticaNãoháSalvação no site da CartaCapital! #ConjunturaPolítica #PolíticaBrasileira #Eleições #Eleições2022 #PartidosPolíticos #Coalizões #Coligações #PolíticaEstadual  --- Send in a voice message: https://anchor.fm/fpns/message
Como se temia, diante da movimentação de tropas russas junto à fronteira  ucraniana, a opção de Vladimir Putin foi mesmo pela invasão do país  vizinho.  Todas as negociações tentando evitar a piora do cenário fracassaram. De  pouco valeram as tentativas dos governos da França e da Alemanha para  dissuadir o autocrata russo. Com isso, a crise entre Rússia, Ucrânia e OTAN escalou e a guerra  começou. Mas o que quer a Rússia com a invasão da Ucrânia? É que procuramos entender neste episódio do #ForadaPolíticaNãoháSalvação,  que tem como convidado Antônio Gelis Filho, professor de geopolítica da FGV EAESP, profundo conhecedor da realidade russa, Gelis explica quais são as  motivações russas, qual a natureza e as origens desse conflito, bem como  os riscos que ele enseja.     Twitter: @antoniogelisf   Música deste episódio: "Russian Dance", de Joey Pecoraro.    Apoie o #ForadaPolíticaNãoháSalvação e ajude o canal a se manter e  melhorar! Apoiadores contarão com agradecimentos nos créditos dos episódios  (claro, desde que desejem) e terão acesso a brindes digitais  relacionados ao tema do canal: a política. https://www.youtube.com/channel/UCbSOn9WtyJubqodDk_nL1aw/join Leia o blog do #ForadaPolíticaNãoháSalvação no site da CartaCapital!    #Rússia #Guerra #Ucrânia #LesteEuropeu #PolíticaInternacional #OTAN #PolíticaExterna --- Send in a voice message: https://anchor.fm/fpns/message
O Brasil teve o maior movimento fascista das Américas, o Integralismo, liderado por Plínio Salgado e com importante atuação na primeira metade do século XX. Quase um século depois, chega ao poder o extremista de direita Jair Bolsonaro, que conta com o apoio de novos integralistas, atuantes em organizações que procuram reviver esse fascismo brasileiro do passado. Mas o que foi o integralismo, esse velho fascismo? E de que forma sua história nos auxilia a entender o que é o neofascismo hoje atuante no Brasil? Que ligações há entre o integralismo e o bolsonarismo? Para responder a essas perguntas, os convidados deste #ForadaPolíticaNãoháSalvação são Leandro Pereira Gonçalves & Odilon Caldeira Neto, historiadores e professores da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), além de pesquisadores do LAHPS, o Laboratório de História Política e Social. Eles são autores do livro O Fascismo em Camisas Verdes: do Integralismo ao Neointegralismo, publicado pela Editora da FGV. Eles podem ser acompanhados por meio de suas contas no Twitter: @leandropgon @odiloncaldeira Apoie o #ForadaPolíticaNãoháSalvação e ajude o canal e o podcast a se manterem e melhorarem! Apoiadores contarão com agradecimentos nos créditos dos episódios (claro, desde que desejem) e terão acesso a brindes digitais relacionados ao tema do canal: a política. https://www.youtube.com/channel/UCbSOn9WtyJubqodDk_nL1aw/join Há duas formas de apoiar o #FPNS: tornando-se membro do canal pelo Clube dos Canais do YouTube (botão de inscrição na página do canal) ou pela plataforma de apoio Benfeitoria (www.benfeitoria.com/apoioForadaPoliticaNaohaSalvacao). Segue nossa lista de novos apoiadores, a quem agradecemos. Márcia Regina Munhoz Daniel Frasson César Dantas Daniela Ramos Francisco Alves Soares Leia o blog do #ForadaPolíticaNãoháSalvação no site da CartaCapital! #Fascismo #Integralismo #Neofascismo #Neointegralismo #EstadoNovo #ExtremaDireita #PolíticaBrasileira #PlínioSalgado #ConjunturaPolítica --- Send in a voice message: https://anchor.fm/fpns/message
Muitas pesquisas de avaliação de governo e de intenção de voto para a Presidência da República têm sido feitas. De alguns meses para cá, há uma considerável estabilidade nas preferências eleitorais. O que isso significa? Um dos principais institutos a fazer levantamentos nacionais é a Quæst Consultoria e Pesquisa, com pesquisas contratadas pela Genial Investimentos. A pesquisa presencial realizada no início de fevereiro confirma a estabilidade das escolhas dos eleitores. Para compreender o que explica essa estabilidade e o que mais os dados nos dizem, este #ForadaPolíticaNãoháSalvação convidou o cientista político Felipe Nunes, diretor da Quæst e professor da UFMG. Felipe Nunes pode ser acompanhado em seu Twitter: @felipnunes ou pelo Instagram: @professorfelipenunes Agradecemos aos novos apoiadores do #ForadaPolíticaNãoháSalvação. Adriano Gatti  Ana Viana  Beth De Brasília  Claudia Marcondes  Cristina Gimene  Erika Cunha  Júlio Gonçalves Rocha  Joao Paulo  José Silva  Kelvin Bressan  Luís Paulo Melo  Márcio Bezerra  Marcio Roque Coutinho  Paulo Moreira  Rafael Barreto da Silva  Ro Fani  Sérgio Rocha  Apoie o #ForadaPolíticaNãoháSalvação e ajude o canal e o podcast a se manterem e melhorarem! Apoiadores contarão com agradecimentos nos créditos dos episódios (claro, desde que desejem) e terão acesso a brindes digitais relacionados ao tema do canal: a política. https://www.youtube.com/channel/UCbSOn9WtyJubqodDk_nL1aw/join Há duas formas de apoiar o #FPNS: tornando-se membro do canal pelo Clube dos Canais do YouTube (botão de inscrição na página do canal)  ou  pela plataforma de apoio Benfeitoria (www.benfeitoria.com/apoioForadaPoliticaNaohaSalvacao). Leia o blog do #ForadaPolíticaNãoháSalvação no site da CartaCapital! #Eleições2022 #PesquisasEleitorais #Voto #EleiçãoPresidencial #PolíticaBrasileira #ConjunturaPolítica --- Send in a voice message: https://anchor.fm/fpns/message
A possível admissão da Ucrânia à OTAN deflagrou uma séria crise militar com sua gigantesca vizinha, a Rússia, que não a aceita.  Tropas russas foram enviadas para perto da fronteira dos dois países, iniciando exercícios militares. Espalhou-se o temor de uma invasão russa à ex-república soviética, sua vizinha. Com isso, muitas tratativas diplomáticas se iniciaram, com a participação dos grandes países da União Europeia e dos Estados Unidos. O que explica a deflagração de tal crise? Por que para a Rússia é inaceitável a entrada da Ucrânia na OTAN? O risco de uma guerra é real? Qual o sujeito oculto dessa crise? Para tratar desses temas, a convidada deste episódio do #ForadaPolíticaNãoháSalvação é Cristina Soreanu Pecequilo, professora de Relações Internacionais da Unifesp e dos programas de pós-graduação em RI da UFRJ e Santiago Dantas. Apoie o #ForadaPolíticaNãoháSalvação e ajude o canal e o podcast a se manterem e melhorarem! Apoiadores contarão com agradecimentos nos créditos dos episódios (claro, desde que desejem) e terão acesso a brindes digitais relacionados ao tema do canal: a política. https://www.youtube.com/channel/UCbSOn9WtyJubqodDk_nL1aw/join  Há duas formas de apoiar o #FPNS: tornando-se membro do canal pelo Clube dos Canais do YouTube (botão de inscrição na página do canal) ou pela plataforma de apoio Benfeitoria (www.benfeitoria.com/apoioForadaPoliticaNaohaSalvacao). Segue nossa lista de novos apoiadores, a quem agradecemos. Marcelo Bertelli  Marcelo Rubim Rodrigo Menck  Maria Eduarda Neves  Marcos Pedro de Carvalho Lima  Marcelo Chilvarquer  Paulo Roberto Delgado  Iasmin Mendes Leia o blog do #ForadaPolíticaNãoháSalvação no site da CartaCapital! #RelaçõesInternacionais #PolíticaExterna #Rússia #Ucrânia #OTAN #LesteEuropeu #Geopolítica #Guerra --- Send in a voice message: https://anchor.fm/fpns/message
A morte de Olavo de Carvalho deixou a extrema-direita brasileira, e o bolsonarismo em particular, sem seu principal formulador intelectual. Qual o significado da perda desse quadro para esses setores políticos? Para entender esse problema, inclusive compreendendo as influências da extrema-direita mundo afora, o #ForadaPolíticaNãoháSalvação conversou com Michele Prado, autora do livro "Tempestade Ideológica. Bolsonarismo: a Alt-Right e o Populismo Iliberal no Brasil". Nesse trabalho, a autora estuda as origens do pensamento de Olavo de Carvalho e suas influências no bolsonarismo, bem como as relações entre ambos e a extrema-direita internacional – temas de que tratou também em nossa conversa. O livro pode ser adquirido no seguinte site: https://tempestadeideologica.lojavirtualnuvem.com.br/ ou contatando diretamente a autora por meio do Twitter: @MichelePradoBa Leia o blog do #FPNS no Site da CartaCapital. Apoie o #ForadaPolíticaNãoháSalvação e ajude o canal a se manter e melhorar! Apoiadores contarão com agradecimentos nos créditos dos episódios (claro, desde que desejem) e terão acesso a brindes digitais relacionados ao tema do canal: a política.  Clique aqui e seja membro do canal por meio do Clube dos Canais do YouTube. Segue a lista dos novos membros, apoiadores do #FPNS. Amelia Abdal Andrei Moreira Ary Fortes Giovanna M. R. Lima Margareth Oliveira Fernanda Loschiavo Noni Mateus Rocha Caio Batista da Silva Andre Torres Paula Chiarello #OlavodeCarvalho #ExtremaDireita #Bolsonarismo #Fascismo #Tradicionalismo #Populismo #Iliberalismo #Autoritarismo #PolíticaBrasileira #ConjunturaPolítica #AltRight --- Send in a voice message: https://anchor.fm/fpns/message
A ética salva? A pandemia da Covid-19 colocou para nós, brasileiros, assim como para o mundo todo, desafios muito grandes. E tudo poderia ter sido ainda pior se não tivéssemos condições científicas e tecnológicas antes inexistentes para enfrentar esse problema, bem como a compaixão por aqueles que sofrem. Essas duas questões são discutidas por Renato Janine Ribeiro, professor titular de Ética e Filosofia Política da USP, ex-ministro da Educação e atual presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC). Ele as trata em seu novo livro: Duas ideias filosóficas e a pandemia, publicado pela Estação Liberdade. Neste episódio do #ForadaPolíticaNãoháSalvação, Renato Janine Ribeiro discute esses temas, partindo de duas noções, de Jean-Jacques Rousseau e Karl Marx, como forma de compreender problemas centrais da política contemporânea. Ele aponta que a democracia não é um mero instrumento prático para a tomada de decisões políticas, mas contempla uma dimensão ética, em que a compaixão tem um papel central, pois não apenas define quem somos, mas faz com que nos vejamos como iguais, pois sentimos com o outro ao sentirmos por ele. A volta da extrema-direita ao poder expressa um enfraquecimento da compaixão, que dá lugar a seu oposto: o ódio. E se a compaixão é um sentimento indispensável à democracia, o ódio é um sentimento que a corrói. O fortalecimento do ódio nas democracias contemporâneas, inclusive no Brasil, decorre do ressentimento daqueles que se veem como perdedores no processo de transformação social. Perdem seu lugar distinguido para o imigrante, as mulheres, os negros, os homossexuais, as classes emergentes... E é desse fortalecimento do ódio que emergem não só a extrema-direita, como suas lideranças políticas, incapazes de empatia e compaixão – como é o caso, no Brasil, de Jair Bolsonaro, que demonstrou isso com clareza em seu comportamento durante a pandemia. Mas não é só a compaixão que tem nos ajudado. Também os avanços científicos e tecnológicos têm sido fundamentais, permitindo o rápido desenvolvimento de vacinas e o trabalho remoto, por exemplo. É nesse contexto que ganha sentido a ideia de Karl Marx segundo a qual “a humanidade somente se propõe as tarefas que pode resolver”. A noção de tarefa é crucial aí, pois supõe a detenção dos meios para enfrentar certos problemas que, noutros contextos, seriam insolúveis e, assim, não seriam tarefas, mas tragédias. Twitter: @JanineRenato Músicas deste episódio "The Loom is to Love" dos Mini Vandals e "Pink Flamenco" de Doug Maxwell. Leia o blog do #ForadaPolíticaNãoháSalvação na CartaCapital #Ética #Compaixão #Ciência #Tecnologia #Filosofia #ConjunturaPolítica #PolíticaBrasileira #Pandemia #Covid19 --- Send in a voice message: https://anchor.fm/fpns/message
Com a corrida para as eleições de 2022 a toda, aumentam as movimentações dos pré-candidatos e as especulações sobre o que vem por aí. Um dos elementos novos é a possibilidade de uma chapa Lula-Alckmin para a disputa presidencial. Com isso, os ex-adversários se tornariam aliados, dando um colorido inesperado às alianças eleitorais. Para Lula e o PT, a aproximação com Alckmin significa uma clara inflexão ao centro e uma demonstração de moderação política – afastando a ideia dos "dois extremos". Para Alckmin é uma oportunidade de retomar papel importante na política nacional após a dolorida derrota de 2018, quando ficou apenas no quarto lugar e obteve menos de 5% dos votos – o pior desempenho de um candidato tucano na história.  Essa movimentação, contudo, é apenas a face mais vistosa de uma agitada movimentação partidária, inclusive rumo à constituição de Federações de Partidos. Para analisar todo esse cenário, o #ForadaPolíticaNãoháSalvação recebe dois cientistas políticos de longa trajetória de pesquisa acerca de partidos e eleições. São eles: Maria do Socorro Braga, professora do Departamento de Ciência Política e coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Ciência Política da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). Twitter: @msbraga1 Carlos Ranulfo Melo, professor titular do Departamento de Ciência Política da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e pesquisador do Centro de Estudos Legislativos dessa mesma universidade. http://somos.ufmg.br/professor/carlos-ranulfo-felix-de-melo  As músicas deste episódio são "Wide Awake" do 126ers e "Dulcinea" de Steve Adams.   Não deixe de ler o blog do #ForadaPolíticaNãoháSalvação na CartaCapital. #Eleições2022 #CoalizõesEleitorais #Lula #Alckmin #PT #PSDB #PartidosPolíticos #FederaçõesPartidárias  --- Send in a voice message: https://anchor.fm/fpns/message
No intervalo de duas semanas, Sérgio Moro foi lançado pré-candidato à presidência pelo Podemos, o PSDB realizou suas prévias, definindo João Dória como seu postulante, e Jair Bolsonaro se filiou ao PL de Valdemar Costa Neto – além da bem menos ruidosa filiação de Rodrigo Pacheco ao PSD. Desse modo, a direita política sacramentava quatro novos concorrentes à chefia de governo em 2022. Não são candidatos demais? A candidatura de Rodrigo Pacheco não parece ser para valer, ao menos quanto às suas chances reais de embolar a disputa. Assim, as atenções se voltam para os outros postulantes, com destaque para a polarização entre Sérgio Moro e Jair Bolsonaro, ex-aliados. O presidente extremista e o ex-juiz justiceiro disputam entre si não apenas a liderança no campo direitista, mas também o protagonismo da condição de principal postulante anti-Lula – que por ora lidera todas as pesquisas de intenção de voto. João Dória, bem mais atrás nas pesquisas, corre por fora. Como compreender a natureza dessa disputa e as bases de apoio dos três concorrentes direitistas? Para discutir esse tema, este #ForadaPolíticaNãoháSalvação convidou Lúcio Rennó, cientista politico e professor da Universidade de Brasília, onde atualmente ocupa o posto de pró-reitor de pós-graduação. Rennó é um estudioso do sistema partidário e da competição eleitoral no Brasil, sendo que há vários anos tem se dedicado a estudar a força política da direita nesse âmbito. Twitter: @LucioRenno As músicas deste episódio são "The Colonel", de Zachariah Hickman, e "Ratatouille's Kitchen", de Carmén María & Edu Espinal. Leia o blog do #ForadaPolíticaNãoháSalvação no site da CartaCapital. #Eleições2022 #Direita #JairBolsonaro #SergioMoro #JoãoDória #PolíticaBrasileira #ConjunturaPolítica #PartidosPolíticos #PL #Podemos #PSDB --- Send in a voice message: https://anchor.fm/fpns/message
Em meio às suas prévias para definir o pré-candidato presidencial do partido, o PSDB vive uma grave crise. Em vez de unificar a agremiação, a disputa interna produz seu esfacelamento. Duros ataques pessoais, acusações de fraude e, como se não bastasse, dificuldades técnicas que impediram que as prévias ocorressem na data prevista, produzindo um vexame. O PSDB, que já foi um dos dois principais partidos do país, seja no governo, seja liderando a oposição, parece ingressar em seu ocaso. Diante da tentativa do governador de São Paulo, João Dória, de se apropriar da agremiação, as prévias foram organizadas como uma reação daqueles que não desejam se vergar a seu domínio. Contudo, isso funcionará? Ou simplesmente produzirá um insuperável cisma interno, que pode levar à defecção de alas do partido, ou à cristianização de seu candidato presidencial? E o PSDB de hoje, em que medida se afastou do partido original, fundado ainda durante a Constituinte, por lideranças que tiveram papel de protagonistas na luta contra a ditadura militar? Para compreender esses temas, a convidada deste #ForadaPolíticaNãoháSalvação é a cientista política Soraia Marcelino Vieira, professora da Universidade Federal Fluminense e autora o livro O Partido da Social Democracia Brasileira: trajetória e ideologia (1987-2010), resultado de sua tese de doutoramento. As músicas deste episódio são "Birds" do Silent Partner e "Dodo Bird" de Quincas Moreira. Não deixe de ler o blog do #ForadaPolíticaNãoháSalvação no site da CartaCapital. #PartidosPolíticos #PSDB #ConjunturaPolítica #PolíticaBrasileira #Eleições2022 --- Send in a voice message: https://anchor.fm/fpns/message
Na montagem de sua base de sustentação no Congresso, o governo Bolsonaro inovou retrocedendo no tempo. Passou por cima de mudanças constitucionais recentes, que tornam impositivas e igualitárias as emendas orçamentárias dos congressistas, hipertrofiando as emendas de relator – originalmente pensadas para fazer pequenas correções na lei – e as tornando um instrumento de cooptação de legisladores selecionados. Pior do que isso, esses gastos são opacos e impedem que os órgãos de controle e a sociedade entendam como são feitos os gastos públicos. É mais um tijolinho de opacidade acrescido ao grande muro intransparente construído pelo governo Bolsonaro e seus aliados no Congresso. Como era de se esperar, essa questão foi levada à justiça, e a ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal, determinou a interrupção dos gastos com as emendas de relator e a publicização daqueles que já foram feitos. O plenário do tribunal lhe deu razão. Contudo, os segredos da política orçamentária brasileira não são só esses. Há muito mais coisa pouco conhecida do público que passa ao largo da atenção da imprensa. Eles envolvem, inclusive, as emendas constitucionais que, nos últimos anos, criaram o chamado "orçamento impositivo". Para compreender o que se passa, este #ForadaPolíticaNãoháSalvação convidou Élida Graziane Pinto, procuradora do Ministério Público de Contas do Estado de São Paulo e professora da Fundação Getulio Vargas de São Paulo. Ela nos ajuda a entender esses segredos. Twitter: @elida_graziane  As músicas deste episódio são "Lonely Troutman" de William Rosati, "O Tempo não Para" de Arnaldo Brandão & Cazuza, e "The Loner" do DJ Williams. Leia o blog do #ForadaPolíticaNãoháSalvação no site da CartaCapital. #OrçamentoPúblico #EmendasOrçamentárias #OrçamentoSecreto #PolíticaOrçamentária #PresidencialismodeCoalizão #ProcessoLegislativo #GastoPúblico #GovernoBolsonaro --- Send in a voice message: https://anchor.fm/fpns/message
Sérgio Moro, depois de prender e tirar da disputa de 2018 o ex-presidente Lula, então favorito, abandonou a magistratura e ingressou no governo do principal beneficiário de suas decisões, Jair Bolsonaro. Sua passagem no governo foi atribulada quanto efêmera: já no início do segundo ano de mandato, rompeu com Bolsonaro e saiu fazendo sérias acusações de tentativa de interferência da Polícia Federal por parte do presidente da República. Saindo da magistratura para a política partidária, Moro tinha dois caminhos diante de si: trabalhar no setor privado, ou entrar de vez na política partidária, disputando eleições. Optou pela segunda alternativa. Em 10 de novembro de 2021, com pompa e circunstância, filiou-se ao Podemos, partido liderado pelo senador paranaense conservador, Álvaro Dias. E, nesse mesmo ato, lançou-se pré-candidato à Presidência, já aparecendo como terceiro colocado em algumas pesquisas. Tão logo foi anunciado o ingresso de Moro no Podemos, seu fiel escudeiro na Lava Jato, o procurador Deltan Dallagnol, anunciou que deixaria o Ministério Público para também se aventurar na política partidária – na mesma agremiação de seu antigo aliado e para concorrer a uma vaga na Câmara dos Deputados. Afinal, a Lava Jato apenas chancelou seu caráter político-partidário, com seus membros ingressando na disputa eleitoral, ou há aí algo de novo?  Quais as consequências desse ato, bem como da atuação pregressa dos membros da força tarefa, para a democracia brasileira? Para discutir esses temas o convidado deste #ForadaPolíticaNãoháSalvação é Fábio de Sá Silva, professor de Estudos Brasileiros na Universidade de Oklahoma e Cientista Social do Direito. Fábio vem há um bom tempo pesquisando a atuação da Lava Jato e analisa o significado do lavatismo para nossa política, bem como seu papel na emergência do bolsonarismo. As músicas deste episódio são "Lazy Boys Blues" e "Sunshine on Sand", ambas do Unicorn Heads. Não deixe de ler o blog do #ForadaPolíticaNãoháSalvação no site da CartaCapital. #LavaJato #PolitizaçãodaJustiça #MinistérioPúblico #Judiciário #Democracia #SistemadeJustiça #EstadodeDireito #SergioMoro #DeltanDallagnol #Podemos --- Send in a voice message: https://anchor.fm/fpns/message
Em Glasgow, na Escócia, líderes mundiais se reunem na COP26 para discutir o futuro do planeta e pensar soluções para o problema do aquecimento global. Uma ausência é notável: a do presidente brasileiro, Jair Bolsonaro, que preferiu passear pela Itália e voltar para o conforto do chiqueirinho do Alvorada. Qual a importância dessa conferência das Nações Unidas para o meio-ambiente? Qual a importância dela para o Brasil? E qual a importância do Brasil para a discussão ambiental no mundo? De grande ator internacional na área ambiental desde a redemocratização, o Brasil se tornou um pária nesse tema durante o governo Bolsonaro. Quais as razões dessa situação? Como podemos sair dessa? Para discutir esses temas, este #ForadaPolíticaNãoháSalvação contou com Sérgio Leitão, advogado e diretor do Think-Tank Instituto Escolhas, uma organização voltada aos temas do desenvolvimento sustentável, do meio-ambiente e da economia verde. As músicas deste episódio são "Cello Suite" e "Solo Cello Passion", ambas de Johann Sebastian Bach, a primeira executada por Cooper Cannell e a segunda por Doug Maxwell. Não deixe de ler o blog do #ForadaPolíticaNãoháSalvação no site da CartaCapital. #MeioAmbiente #DesenvolvimentoSustentável #COP26 #GovernoBolsonaro #AquecimentoGlobal #Sustentabilidade #PovosIndígenas #Amazônia --- Send in a voice message: https://anchor.fm/fpns/message
Comments (6)

Alex Costa

Parabéns pela maravilhosa análise, sem lados, mostrando fatos, história, geopolítica. Agora eu posso dizer que me explicaram o Putin. 👏🏻👏🏻👏🏻 O que levei pra mim é que não existe anjo ou demônio nessa guerra.

Mar 6th
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Alex Costa

A mim me parede que o bolsonarismo é um oportunista que sai pegando conceitos de outros movimentos, como: faciscimo, integralismo etc, para beneficiar um grupo de políticos e pessoas. Como explicar ser movimento de direita e ir flertar com a Rússia? Alguém poderia me explicar?

Feb 26th
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Paulo Sérgio Costa Borges

Curto muito este canal. Estou sentindo falta dos episódios de 2022.

Jan 25th
Reply (1)

Márcio Bertelli

Claudio, parabéns pela qualidade das entrevistas.

Jul 10th
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Wallace Mello

Excelente programa. Muito bom poder ouvir o Prof. Limongi. Parabéns pelo programa professor Claudio.

Jun 3rd
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