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Frequência Política

Autor: InfoMoney

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Podcast de análise política do InfoMoney e da XP Investimentos. Um bate-papo leve sobre os assuntos mais relevantes da semana, sempre de olho no que mexe com a economia. Tudo o que você realmente precisa saber dos três poderes.
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A articulação desorganizada do governo e a falha de comunicação sobre o conteúdo da PEC Emergencial foram responsáveis pelo atraso na tramitação prevista para a emenda que visa criar o auxílio emergencial e estabelecer contrapartidas fiscais. A desvinculação dos gastos mínimos com saúde a outra”. No episódio desta semana, do Podcast “Frequência Política”, os analistas da XP Investimentos Paulo Gama, Débora Santos, Victor Scalet e Júnia Gama detalham os desafios para a aprovação principalmente dos gatilhos fiscais e também comentam as mudanças promovidas pelo governo em estatais.Outro ponto polêmico da PEC é o congelamento de reajustes do funcionalismo público no caso futuro do estado de calamidade ser decretado. Esses não são mecanismos que teriam serventia imediata, mas só poderiam ser usados em um contexto de maior gravidade. A oposição, no entanto, usa desses argumentos para confundir e adiar o debate, o que tem sido visto como uma falha ao comunicar o tema.O relatório do senador Márcio Bittar estava previsto para ser votado nesta semana e sequer foi lido no plenário do Senado. O ministro Paulo Guedes tem colocado essa PEC como um divisor de águas para ele, até do ponto de vista da permanência do governo. Essas medidas seriam o legado que Guedes quer deixar para o futuro, com uma regulamentação mais clara das âncoras fiscais. Mais um fator de atraso no debate da PEC Emergencial por de ser a discussão sobre a PEC da Imunidade, que pretende regulamentar a responsabilização e prisão de parlamentares suspeitos de cometer crimes. PrivatizaçãoO time de análise política da XP destaca ainda a falta de empenho do presidente Jair Bolsonaro para impulsionar a MP da Eletrobras e os desafios que o tema enfrenta na política e no Congresso. Para os analistas, a aceitação da MP pelos parlamentares sem maiores ruídos é um ponto positivo, mas 120 dias é pouco tempo para uma negociação de fôlego.
A equipe de análise política da XP Investimentos mostra como os novos presidentes da Câmara e do Senado, Arthur Lira e Rodrigo Pacheco, vão conduzir seus pares nas discussões sobre o auxílio emergencial e sobre a relação de prioridades apresentadas pelo Palácio do Planalto
Às vésperas das disputas no Congresso, a equipe de análise política da XP Investimentos aborda as perspectivas para as reformas e privatizações no ano de 2021. Os analistas também falam sobre o cronograma de vacinação e sobre expectativas do governo federal de que a greve de caminhoneiros prevista para a próxima semana não tenha grandes dimensões.
Na volta do programa, Paulo Gama, Victor Scalet, Debora Santos e Junia Gama analisam como está a corrida para a presidência da Câmara e do Senado e em que devemos ficar de olho. Não deixe de acompanhar o Frequência Política.
A última edição do Frequência Política em 2020 traz as novidades na disputa pelas presidências no Congresso Nacional. Na Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL) conquistou o apoio de Marcos Pereira (Republicanos-SP), que desistiu da candidatura. Já Rodrigo Maia (DEM-RJ) leva acenos dos partidos da oposição para seu ainda não escolhido candidato - a briga está entre Baleia Rossi (MDB-SP) e Aguinaldo Ribeiro (PP-PB) e já tem feridos e riscos de fragmentação do grupo.No Senado, a bancada do MDB decidiu que lançará um único nome para representá-la na disputa pelo comando da casa legislativa. Os pretendentes ao posto seriam Eduardo Braga (AM), Eduardo Gomes (TO), Fernando Bezerra Coelho (PE) e Simone Tebet (MS). Já o presidente Davi Alcolumbre (DEM-AP) tenta consolidar o nome de Rodrigo Pacheco (DEM-MG) em outras bancadas e com o endosso do próprio Palácio do Planalto.Também neste episódio, nossos analistas veem as perspectivas para a agenda de reformas em meio a uma percepção de enfraquecimento do ministro Paulo Guedes (Economia), da enfática fala do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) contra a privatização da CEAGESP e de seus acenos em direção à pauta de costumes, defendida por sua base mais fiel.Por fim, a corrida pela vacinação e o anúncio do Plano Nacional de Imunização, por parte do Ministério da Saúde, encerram o bate-papo. O evento no Palácio do Planalto destoou das posições de Bolsonaro e não afastaram dúvidas em relação a como conflitos com governadores serão resolvidos.
A decisão do Supremo Tribunal Federal que impediu a reeleição de presidentes na Câmara dos Deputados e do Senado Federal em uma mesma legislatura pegou Brasília no contrapé e esquentou a corrida sucessória nas casas legislativas.Na Câmara, Arthur Lira aproveitou o momento negativo para o grupo de Rodrigo Maia e oficializou sua candidatura, apoiado por um amplo arco de siglas do "centrão" e com a bênção do Palácio do Planalto. O presidente da casa, por sua vez, trabalha na construção de um nome de consenso entre seus aliados e tenta atrair o apoio de parlamentares da oposição para fazer a diferença.Já no Senado, o jogo voltou à estaca zero. A consolidada candidatura de Davi Alcolumbre deixou de ser uma opção e abriu espaço para uma disputa aberta que não estava nos planos. O MDB, maior bancada da casa, tratou de reivindicar o direito de assumir o posto, mas o atual presidente tenta construir um sucessor de outra sigla.Em meio a tantas incertezas, a corrida nas duas casas tratou de dificultar ainda mais o ambiente para a aprovação de medidas econômicas ainda em 2020.
O Brasil deixou para trás a recessão no terceiro trimestre, com um crescimento de 7,7% do PIB, mas não conseguiu superar as perdas provocadas pela pandemia do novo coronavírus. Mas quais são os sinais do indicador para o futuro da economia nacional? E o que ele diz sobre a agenda de reformas? Este é um dos assuntos desta edição.O programa também aborda o protagonismo do TCU ao contestar a possibilidade de meta flexível para o resultado primário no ano que vem e ao decidir sobre a possibilidade de o governo deixar restos a pagar de 2020 para 2021.A confirmação da candidatura de Arthur Lira (PP-AL) na disputa pela presidência da Câmara dos Deputados, os obstáculos para o nome de consenso no grupo de Rodrigo Maia (DEM-RJ) e o julgamento sobre a reeleição nas duas casas no STF também foram assunto para os nossos analistas.
No último domingo (29), o Brasil concluiu o segundo turno das eleições municipais de 2020, com 57 municípios (sendo 18 capitais) escolhendo seus prefeitos. Além da relevância de cada disputa para o jogo político local, o pleito também oferece indicações sobre a situação dos partidos políticos e a corrida presidencial de 2022.Para entender um pouco melhor quem venceu e quem perdeu nestas eleições e o que esperar para as próximas, o InfoMoney entrevistou os analistas políticos Carlos Eduardo Borenstein, da consultoria Arko Advice, e Paulo Gama, da XP Investimentos.
Enquanto o país está de olho no desfecho do segundo turno das eleições municipais, com 57 prefeituras ainda em disputa, outra eleição atrai a atenção do mundo político e do presidente Jair Bolsonaro.Apesar de ainda faltarem três meses para o pleito que definirá a sucessão de Rodrigo Maia e Davi Alcolumbre nas presidências da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, as negociações e articulações nos bastidores estão a pleno vapor em Brasília.O pleito será um importante indicador da correlação de forças no parlamento e um ensaio fundamental para arranjos que podem perdurar até as eleições gerais de 2022. A escolha dos comandantes das casas legislativas também dirá muito sobre o futuro da agenda de reformas econômicas nos próximos dois anos.Quais são as forças em disputa? O que esperar de cada um dos principais postulantes ao comando da Câmara? Como os principais partidos estão se organizando? E o STF, como deverá se posicionar sobre a possibilidade de reeleição nas casas? É o que nossos analistas respondem nesta edição.O desconforto entre o ministro Paulo Guedes e o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto e o resgate da reforma tributária às vésperas do recesso parlamentar também foram assunto do podcast.
Passado o primeiro turno das eleições municipais, com a conclusão do pleito em 5.503 municípios e 7 capitais, o esperado reaquecimento das discussões sobre a agenda de reformas econômicas até o momento foi tímido.Na medida em que a janela para a aprovação das propostas prioritárias ainda neste ano se fecha, o mercado avalia os riscos fiscais no horizonte. Enquanto isso, o Congresso Nacional se prepara para uma nova corrida eleitoral. Agora, para as Mesas Diretoras das casas legislativas.O aquecimento para a disputa já tem provocado problemas para a atividade legislativa, com a Comissão Mista do Orçamento aguardando instalação (enquanto Rodrigo Maia e Arthur Lira brigam pelo comando do colegiado) e um prazo menor para análise da LDO e da LOA.A primeira pode ser levada diretamente a plenário, enquanto a segunda corre o risco de ser apreciada apenas em fevereiro ou março de 2021. Caso isso aconteça, o governo federal iniciará o próximo ano com restrições para gastos.Neste episódio, nossos analistas observam os possíveis cenários para as agendas orçamentária e fiscal nos próximos meses e avaliam os principais riscos a serem monitorados pelos agentes econômicos.Também foi feito um breve balanço sobre os impactos do resultado do primeiro turno sobre o tabuleiro partidário e suas sinalizações para a corrida para 2022.O aumento do número de casos, internações e óbitos pelo novo coronavírus no Brasil foi outro tema comentado pelos nossos analistas. Registros recentes têm gerado preocupação enquanto as atenções se voltam para as notícias sobre as vacinas em desenvolvimento.
Um dia após o primeiro turno das eleições municipais, analistas políticos comentam os resultados nas principais capitais, o desempenho dos partidos e os significados das apurações para a agenda de reformas e o futuro do presidente Jair Bolsonaro.
Em meio ao calendário apertado, às dificuldades enfrentadas pelo governo para tirar do papel um novo programa social e à percepção de risco de segunda onda de Covid-19 no Brasil, ganha força no meio político a discussão sobre uma nova prorrogação do auxílio emergencial.O programa foi responsável por garantir renda a milhões de famílias durante a pandemia, mas tem elevado impacto fiscal. Caso a situação da doença volte a piorar, a tendência é que o tema seja definitivamente posto à mesa do mundo político.Quais seriam os caminhos possíveis neste cenário? Como reagiriam os agentes econômicos? E quais os limites a serem testados? É o que nossos analistas políticos respondem nesta edição do podcast.A suspensão dos testes da Coronavac - vacina desenvolvida em parceria pelo laboratório chinês Sinovac e o Instituto Butantan - por conta da morte de um voluntário por suicídio e a celebração pelo presidente Jair Bolsonaro trouxeram mais uma vez à tona a politização do combate à pandemia e da busca por um imunizante eficaz e seguro. Outro tema que nossos analistas acompanham com lupa.Por fim, o programa também aborda os primeiros atritos entre Bolsonaro e Joe Biden, candidato democrata vencedor da corrida presidencial norte-americana deste ano. O que esperar das relações daqui pra frente?
Faltam apenas 10 dias para o primeiro turno das eleições municipais. Em algumas capitais, candidatos têm chances de levar a disputa já no primeiro turno, ao passo que em outras o equilíbrio entre os postulantes torna o pleito imprevisível. Mas é possível observar algumas tendências gerais nas disputas? Quais deverão ser os principais fatores de influência sobre o voto nas mais diversas regiões? Qual será o papel do presidente Jair Bolsonaro e como o resultado pode afetar seu governo e os planos para a reeleição? O que o comportamento dos partidos pode trazer de sinalizações para 2022? Essas são algumas das perguntas que nossos analistas tentam responder nesta edição especial, transmitida ao vivo, do podcast Frequência Política.
Novos conflitos no interior do governo federal movimentaram a cena política nos últimos dias, em meio às discussões sobre uma possível dança das cadeiras em alguns ministérios.O embate entre as alas militar e ideológica voltou a ganhar força, com o episódio envolvendo os ministros Luiz Eduardo Ramos (Secretaria de Governo) e Ricardo Salles (Meio Ambiente).De um lado, o núcleo bolsonarista tenta recuperar espaços perdidos no governo. Do outro, militares tentam preservar posições depois do incômodo gerado pelas falas do presidente Jair Bolsonaro desautorizando o ministro Eduardo Pazuello (Saúde) no caso envolvendo a vacina Coronavac.Enquanto isso, lideranças do chamado "centrão" buscam abocanhar mais espaços na administração pública. O grupo também está de olho na disputa pela sucessão de Rodrigo Maia (DEM-RJ) no comando da Câmara dos Deputados pelos próximos dois anos - e por isso obstrui a pauta da casa por um desentendimento envolvendo a relatoria na Comissão Mista de Orçamento (CMO).Quais as tendências desta disputa por espaço? O que se espera para a correlação de forças em uma nova disposição dos ministérios no governo? E como esses conflitos podem influenciar o andamento de pautas de interesse do governo? É o que nossos analistas respondem nesta edição do podcast.A judicialização da "guerra das vacinas" e o papel do Supremo Tribunal Federal (STF) nas novas disputas envolvendo Bolsonaro e os governadores também foi assunto do programa.
A disputa política travada em torno da pandemia do novo coronavírus teve um novo capítulo nesta semana, com o presidente Jair Bolsonaro implodindo compromisso firmado entre o ministro Eduardo Pazuello (Saúde) e governadores para a compra de 46 milhões de doses da vacina CoronaVac, desenvolvida pelo laboratório chinês Sinovac e o Instituto Butantan. O movimento foi visto como uma resposta ao governador de São Paulo, João Doria, mas trouxe dúvidas sobre como a política pode afetar a corrida pela produção de um imunizante para a Covid-19.O que há de retórica e o que é sinalização de fato nessa história? Quais são as expectativas para o futuro deste conflito e seus impactos? É o que nossos analistas respondem neste episódio.A aprovação, pelo Senado Federal, do nome do desembargador Kassio Nunes Marques para a vaga de ministro do Supremo Tribunal Federal foi outro assunto abordado no programa. Quais são as expectativas com o comportamento do substituto de Celso de Mello na corte?Por fim, as idas e vindas nas discussões sobre o Orçamento do ano que vem e o programa Renda Cidadã também foram pauta do programa, assim como as tentativas para se construir um acordo para votar o projeto de lei que trata da autonomia do Banco Central no Senado.
A pouco mais de um mês das eleições municipais, o governo Jair Bolsonaro e o senador Márcio Bittar (MDB-AC), relator da PEC do Pacto Federativo e do Orçamento, decidiram deixar para depois do pleito a apresentação dos detalhes do programa Renda Cidadã e suas fontes de financiamento.Com isso, o calendário que já era apertado para a aprovação de proposições com tramitação complexa no Congresso Nacional se torna um desafio ainda maior para os articuladores políticos do Palácio do Planalto.Outro obstáculo vem da queda de braço antecipada entre grupos de deputados pela sucessão de Rodrigo Maia (DEM-RJ) no comando da Câmara. O impasse entre o atual presidente, que tenta emplacar o nome de um aliado na disputa, e o líder do "blocão" Arthur Lira (PP-AL) já começou a interditar os trabalhos na casa legislativa.No Judiciário, em meio às homenagens a Celso de Mello, que deixa o Supremo Tribunal Federal pouco antes de completar os 75 anos, o desembargador Kassio Nunes Marques intensifica conversas com senadores antes de ser sabatinado para o cargo. O indicado pode ampliar a porção de ministros garantistas na Corte.Também têm forte repercussão no mundo político o encontro entre o presidente Jair Bolsonaro e o ministro Dias Toffoli, a fala do mandatário que diz ter terminado com a Lava Jato por não haver mais corrupção no governo e a decisão do STF de levar o julgamento de ações penais das Turmas para o plenário.
A ideia apresentada pelo governo federal de financiar o Renda Cidadã, novo programa social que substituirá o Bolsa Família e sucederá o auxílio emergencial, com recursos de precatórios de do Fundeb gerou reações negativas de agentes econômicos e de parte dos mundos político e jurídico.O movimento foi associado pelos críticos a um truque para escapar de qualquer corte de gastos que o benefício exigiria e recebeu posteriores ataques do próprio ministro Paulo Guedes, que participou do anúncio do acordo político no início da semana. Com isso, os debates sobre como tirar o programa do papel voltam à estaca zero.Quais seriam os caminhos possíveis para viabilizar o novo programa? Qual é o ambiente político para essa discussão? Há tempo hábil para a aprovação de uma proposta ainda em 2020? É o que nossos analistas discutem nesta edição do podcast.A vitória da Petrobras no Supremo Tribunal Federal (STF) com o aval para a venda de refinarias sem necessidade de aprovação pelo Congresso Nacional ou processos licitatórios mais complexos e a indicação do desembargador Kassio Nunes para a vaga do decano Celso de Mello no tribunal também foram analisados no programa.
Donald Trump e Joe Biden estiveram, pela primeira vez, frente a frente pela disputa presidencial nos Estados Unidos. Em debate marcado por ataques, interrupções e muita gritaria, os dois candidatos pouco falaram sobre propostas para o país e buscaram desqualificar um ao outro em uma disputa que promete esquentar nas próximas semanas. Qual o saldo do encontro? E o que esperar pela frente? É o que nossos analistas comentam neste episódio especial sobre eleições americanas.
O governo federal voltou a intensificar as apostas na criação de um imposto sobre transações financeiras. O movimento ocorre dias antes da esperada votação de vetos presidenciais no Congresso Nacional - entre eles o que impediu a prorrogação em um ano da desoneração da folha de salários a 17 setores econômicos. E também na semana em que o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), está afastado dos trabalhos, em recuperação da Covid-19. O parlamentar é um dos maiores críticos à ideia do novo imposto.O ministro Paulo Guedes tenta emplacar a proposta como solução para viabilizar uma desoneração mais ampla, que também poderia dialogar com o novo programa social que o governo tenta construir para suceder o auxílio emergencial.Qual é o ambiente político para essa discussão? Quais são as chances de o tema avançar no parlamento, mesmo com as resistências de Maia e o calendário apertado?É isso que nossos analistas respondem nesta edição do podcast, que também analisou as costuras no mundo político para a geração de espaço no orçamento suficiente para turbinar o Bolsa Família com outro nome.No segundo bloco, a discussão migrou para o Poder Judiciário, com o Supremo Tribunal Federal às vésperas de um julgamento importante para o futuro da Petrobras e da política de privatizações do governo Bolsonaro.
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Comentários (7)

janice ribeiro

Vc desconhecem bastante sobre os mecanismos de "aumentos ' do funcionalismo ...Esses aumentos se referem basicamente ao crescimento vegetativo da Folha, ou seja, aumentos automáticos por tempo de serviço, etc

May 9th
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Salatini

23h59: A CPMF é um abuso. O presidente não pode concordar com o retorno dela. 00h: Presidente demite defensor da CPMF porque ele (presidente) sempre foi contra a criação de novos impostos. Imprensa: Defensor da CPMF foi demitido porque estava se aproximando da família Bolsonaro. tsc tsc tsc

Sep 14th
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Leonardo Alves

excelente discussão e pontos de vista da equipe do podcast

Aug 26th
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Leonardo Alves

olha o nível de discussão que estamos tendo no Brasil... discutindo quem será o protagonista de uma reforma ... onde tem uma competição por qual a melhor proposta.. onde seria possível pensar nessa situação ... independente se é o PSL o partido de situação, é esse modelo que devemos seguir nos próximos governos... todos pelo Brasil

Aug 26th
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Augusto Menna Barreto

Bolsonaro cai até julho. Só não vê quem não quer. Não tem pacto nenhum.

Jun 4th
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Ivone Raiser

Ele está tentando fazer o melhor para o Brasil que deixaram quebrar.

May 6th
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