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Frequência Política
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Frequência Política

Author: InfoMoney

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Podcast de análise política do InfoMoney e da XP Investimentos. Um bate-papo leve sobre os assuntos mais relevantes da semana, sempre de olho no que mexe com a economia. Tudo o que você realmente precisa saber dos três poderes.
42 Episodes
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Na edição #41 do Frequência, analisamos a saída do presidente Jair Bolsonaro do PSL e os reflexos que essa mudança pode causar na agenda econômica. O pacote "verde amarelo" também foi tema do primeiro bloco. Já no segundo bloco, o tema foi a nova pesquisa XP/Ipespe e as mudanças políticas causadas pela soltura do ex-presidente Lula. Esse é o Frequência Política, o podcast de política da XP Investimentos e do InfoMoney.
No episódio de hoje, nossa equipe analisa a semana que foi muito movimentada em Brasília. No começo dela tivemos a apresentação de uma reforma estrutural proposta pelo governo. O resultado do leilão do pré-sal frustou investidores, estados, municípios e o ministro Paulo Guedes. Já o presidente Jair Bolsonaro não achou tão ruim assim. A semana termina quente, com a decisão do STF de acabar com a prisão imediata após a condenação em 2º instância. Essa decisão afeta diretamente o ex-presidente Lula, que pode deixar a prisão nos próximos dias. Esse é o Frequência Política, o podcast de política da XP Investimentos e do InfoMoney. Não deixe de assinar e compartilhar o nosso podcast.
Nas duas semanas em que viajava à Ásia e ao Oriente Médio, o presidente Jair Bolsonaro (PSL) enfrentou uma série de episódios que provocaram turbulência à sua gestão.A começar pelo vazamento de áudios de Fabrício Queiroz, passando pela publicação do “vídeo das hienas”, a citação de seu nome no caso que investiga o assassinato da vereadora Marielle Franco e a manifestação de Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) em defesa a um “novo AI-5” em caso de “radicalização da esquerda”, uma série de eventos negativos atingiram o governo.Os episódios ofuscaram notícias como o fechamento de um acordo de investimentos de US$ 10 bilhões de fundo soberano da Arábia Saudita no país e são assunto da 39ª edição do podcast Frequência Política desta semana.O misterioso papel do porteiro que incluiu o nome de Bolsonaro nas investigações sobre o crime ocorrido em 2018, a conduta das promotoras do MP-RJ e as ações do ministro Sérgio Moro (Justiça) e do procurador-geral Augusto Aras foram debatidos pelos nossos especialistas.Do ponto de vista político, observa-se uma nova aposta na radicalização do presidente e um ganho de influência da ala olavista na tomada de decisões do Palácio do Planalto.Também estão no radar dos atores a possibilidade de soltura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a própria onda de instabilidade que varre diferentes governos na América do Sul, com destaque para os atos contra a administração de Sebastián Piñera no Chile.
Após a aprovação da reforma previdenciária pelo Senado Federal em segundo turno, o mundo político e o mercado começam a discutir as próximas pautas da agenda econômica. Nos planos do ministro Paulo Guedes, estão três eixos: 1) Reforma administrativa; 2) Reforma tributária; 3) Pacto federativo. Não necessariamente nesta ordem.Quais as condições de cada um desses temas avançar no parlamento? Como a crise no PSL pode afetar o andamento da pauta? Possíveis respostas para essas e outras perguntas estão no primeiro bloco desta edição do podcast.Na segunda parte, analisamos o julgamento no Supremo Tribunal Federal da prisão em segunda instância e os possíveis impactos políticos de uma eventual soltura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva -- assunto que ganhou evidência no mundo político nos últimos dias.
No episódio desta semana, discutimos a interminável disputa entre a ala ligada ao presidente Jair Bolsonaro e o grupo de Luciano Bivar pelo comando do PSL a um ano das eleições, seus impactos políticos e as perspectivas para a agenda de reformas do governo.O segundo bloco traz uma análise sobre as pesquisas XP/Ipespe e Veja/FSB e projeções sobre a tão esperada discussão sobre prisão em segunda instância no Supremo Tribunal Federal.
A reforma da Previdência finalmente foi aprovada em primeiro turno no Senado Federal, mas o governo teve que aceitar uma nova desidratação de R$ 76,4 bilhões no potencial de impacto fiscal da proposta em dez anos.O movimento foi tratado como uma retaliação de senadores ao Palácio do Planalto e uma demonstração à própria Câmara dos Deputados, em meio ao pacto federativo e as disputas em torno da divisão dos R$ 106,5 bilhões esperados com o megaleilão do pré-sal.No Judiciário, o Supremo Tribunal Federal concordou que réus delatados têm direito a falar por último em processos penais envolvendo réus delatores -- decisão que pode anular condenações proferidas no âmbito da Lava-Jato. Resta saber em quais situações a nova regra poderá ser aplicada.Estes foram os assuntos do 36º episódio do podcast Frequência Política.
No episódio #35 do nosso podcast, Marcos Mortari, Victor Scalet, Débora Santos e Paulo Gama analisaram os eventos que agitaram a semana no Brasil e no Mundo. No cenário nacional, o STF já formou maioria a favor da tese que permite anular condenações da Lava-Jato, o Senado aprovou o nome de Augusto Aras para a PGR, mas atrasou a votação da reforma Previdência em mais uma semana. No cenário internacional, o presidente Bolsonaro abriu a Assembléia Geral da ONU e reforçou o discurso focado em sua base eleitoral e de confrontamento com outros países. Nos EUA, a presidente da Câmara dos Deputados abriu processo de impeachment contra o presidente Donald Trump. Esse é o Frequência Política, o podcast de política da XP Investimentos e do InfoMoney.
No episódio dessa semana, nossos analistas debatem sobre a ação da PF no gabinete do líder do governo, o senador Fernando Bezerra Coelho, que causou alvoroço no Senado Federal e também sobre a divisão que a Lava Toga está causando no Congresso. Os próximos passos da reforma tributária também foram analisados. Esse é o Frequência Política, o podcast de política da XP Investimentos e do InfoMoney.
No episódio desta semana, analisamos os efeitos da demissão do secretário da Receita Federal, Marcos Cintra, sobre o futuro do debate da reforma tributária. A CPMF, atacada pelo presidente Jair Bolsonaro (PSL), ainda tem chances de voltar?Também falamos sobre as mudanças feitas pelo Senado Federal na reforma da Previdência e a preocupação do mercado com os riscos de a proposta voltar para a Câmara dos Deputados.As articulações de Augusto Aras em busca da confirmação de seu nome para a PGR e os desafios enfrentados pela PEC da "regra de ouro" completam a pauta nacional. No plano internacional, avaliamos o saldo de mais um debate entre pré-candidatos do Partido Democrata à presidência nos EUA.
No episódio desta semana, analisamos os próximos passos da reforma da Previdência após a aprovação do texto principal e da PEC paralela na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado Federal e as expectativas sobre como se dará a retomada do debate na Câmara dos Deputados. Também falamos sobre a polêmica indicação de Augusto Aras para a PGR (Procuradoria-Geral da República), os vetos do presidente Jair Bolsonaro à Lei de Abuso de Autoridade e da disputa com o ministro Sérgio Moro (Justiça e Segurança Pública), que se mantém como figura mais popular do governo. No plano internacional, as expectativas sobre o provável governo de Alberto Fernández na Argentina também foram assunto do podcast, que contou com uma entrevista exclusiva com o economista Emmanuel Agis, um dos nomes do círculo próximo do candidato opositor.
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Comments (5)

Salatini

23h59: A CPMF é um abuso. O presidente não pode concordar com o retorno dela. 00h: Presidente demite defensor da CPMF porque ele (presidente) sempre foi contra a criação de novos impostos. Imprensa: Defensor da CPMF foi demitido porque estava se aproximando da família Bolsonaro. tsc tsc tsc

Sep 14th
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Leonardo Alves

excelente discussão e pontos de vista da equipe do podcast

Aug 26th
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Leonardo Alves

olha o nível de discussão que estamos tendo no Brasil... discutindo quem será o protagonista de uma reforma ... onde tem uma competição por qual a melhor proposta.. onde seria possível pensar nessa situação ... independente se é o PSL o partido de situação, é esse modelo que devemos seguir nos próximos governos... todos pelo Brasil

Aug 26th
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Augusto Menna Barreto

Bolsonaro cai até julho. Só não vê quem não quer. Não tem pacto nenhum.

Jun 4th
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Ivone Raiser

Ele está tentando fazer o melhor para o Brasil que deixaram quebrar.

May 6th
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