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Guten Morgen - Senso Incomum

Author: Senso Incomum

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Pensamentos e opiniões contra a corrente. No Guten Morgen, o podcast do portal Senso Incomum, comentamos assuntos correntes na sociedade,
80 Episodes
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Guten Morgen, Brasilien! As tramóias não apenas do STF, mas de todas as instâncias, inclusive das não-instâncias jurídicas do Brasil, como a OAB e demais órgãos, geram um verdadeiro caos jurídico e conceitual na cabeça do brasileiro que tenta entender o que, afinal, está acontecendo no país. Para isso, chamamos ninguém menos do que nossa colunista, a juíza Ludmila Lins Grilo, para poder iluminar nossas cabeças técnicas ou leigas!Afinal, o que acontece com o Direito, sobretudo Penal, brasileiro? Por que parece quase impossível conseguir prender um criminoso - seja um corrupto ou alguém que dá tiros nas costas de jovens e pais de família nas ruas em troca de um celular?O que são os instrumentos jurídicos de nomes pomposos que tanto fazem com que o Poder Judiciário se distancie ainda mais dos anseios da população em criar um país conforme seus valores e costumes? O que, por exemplo, é uma audiência de custódia, o termo que está na boca de 11 em cada 10 advogados de perigosos criminosos, e que, na prática, tem servido apenas para que bandidos violentos não vão para a cadeia, mesmo presos em flagrante?E qual o problema do tal ativismo judicial, que tanto é falado, mas quase nunca definido? Estamos em risco de uma "juristocracia", sem nem entender o que ela é?A juíza Ludmila Lins Grilo, com todo o seu conhecimento e prática, esclarece esses pontos para nós, comuns mortais. Tudo isso no seu podcast preferido!A produção é de Filipe Trielli e David Mazzuca Neto na Panela Produtora, com produção visual de Gustavo Finger da Agência Pier. Guten Morgen, Brasililen!
Guten Morgen, Brasilien! Já que resolveram ressuscitar os mortos e torturados nos últimos dias comentando a fala um tanto desastrosa de Bolsonaro sobre o pai do presidente da OAB, Felipe Santa Cruz, resolvemos chamar nosso grande especialista Evandro Pontes para comentar algo que simplesmente "fugiu" aos nossos livros de história: os justiçamentos de esquerda na ditadura militar brasileira.Apesar de a ditadura ter se tornado o grande "mito fundador" do Brasil contemporâneo, com alguns considerando que foi algo pior do que o Terceiro Reich, enquanto outros negam que foi uma ditadura, algo é factual: a ditadura surgiu em resposta ao terrorismo de esquerda. E os comunistas, na época, faziam justiçamentos: ou seja, matavam aqueles que saíam de suas fileiras.Muito do que é computado como "mortes da ditadura", portanto, são na verdade mortes de esquerdistas matando esquerdistas, comunistas matando comunistas, como, por sinal, é de praxe em sistemas comunistas.Isto não quer dizer, para os reducionistas de plantão, que não houve abusos, torturas e mortes durante o regime militar brasileiro. Mas sim que este próprio regime é uma resposta, e ninguém estuda a que: o terrorismo de esquerda, que usava e abusava das lições de Lenin, Trotsky e Stalin sobre terrorismo para implantar uma ditadura do proletariado, não importando o quanto digam hoje que "lutavam contra a ditadura", ou mesmo que "lutavam pela democracia" (sic).Evandro Pontes, nosso tio careca, vai contar para você inclusive os desdobramentos das mudanças da luta armada de esquerda – até quando ela abandonou qualquer tentativa de implantar a ditadura do proletariado com meia dúzia de jovens socialistas pentelhos pegando em armas e mal sabendo atirar, e se uniu à criminalidade comum em presídios para criar o que, futuramente, serão entidades como o PCC e o Comando Vermelho – que não é "vermelho" à toa...A produção é de Filipe Trielli e David Mazzuca Neto, obviamente na Panela Produtora, com produção visual de Gustavo Finger da Agência Pier. Guten Morgen, Brasililen!
Guten Morgen, Brasilien! A sobrevida da esquerda pós-impeachment, prisão de Lula e eleição de Bolsonaro depende de uma nova narrativa para jovens que pouco conhecem a história (e não ligam para corrupção ou criminalidade) e compram discursos fáceis. Nada melhor que um filme para isso: e a diretora Petra Costa, herdeira da empreiteira Andrade Gutierrez, investigada na Lava-Jato, o faz com o filme "Democracia em Vertigem", uma viagem na maionese, literalmente, para inglês ver.Afinal, o público-alvo principal da película é o mercado externo, que tampouco conhece o que de fato se passou no Brasil nos últimos anos. "Democracia em Vertigem" é um filme de tônica simples: se o PT ganha eleições, ainda que financiando ditaduras e concentrando todo o poder nas suas mãos, é democracia. Se o PT perde, ainda que em eleições livres e sob imensa rejeição popular, é ditadura.O melhor ainda é que "Democracia em Vertigem" possui um adicional: a narrativa da luta de classes do PT original, modelo 89, sem riscos na fuselagem. E pode existir melhor documentação da apatetação da esquerda em relação à vida real do que Petra Costa, herdeira da Andrade Gutierrez, falando que "o povo" e "os trabalhadores" sofreram um duro golpe da elite e dos poderosos, enquanto Lula tirava milhões da miséria. Por que ela não abdicou da herança e deu tudo pra caridade?!Claro, tudo sem mostrar alguma imagem da Paulista intransitável com os milhões nas ruas pelo impeachment, sem falar em outras cidades. Aí, apenas ângulos fechados, como se fosse uma meia-dúzia de pessoas que desejasse o impeachment, além daquela litania mofada sobre Cunha, Temer (o "conservador"!) e "volta do autoritarismo".Para discutir o filiminho tão ruim de Petra Costa, chamamos um cineasta de verdade: Josias Teófilo, autor do grande "O Jardim das Aflições" (que já comentamos aqui no Guten Morgen). Além do time da Panela Produtora: Carlos de Freitas, Luciano Oliveira e Luigi Marnoto, nosso cozinheiro intelectual.A produção é de Filipe Trielli e David Mazzuca Neto, obviamente na Panela Produtora, com produção visual de Gustavo Finger da Agência Pier. Guten Morgen, Brasililen!
Guten Morgen, Brasilien! A nova modinha entre os inteligentões com narrativas prontas para tudo é afirmar que existem "milícias virtuais", comandadas diretamente por Carlos Bolsonaro lá dentro do Palácio do Planalto, com fakes, pavões, vaporwave, supremacismo branco, alt-right brasileira (sic), "milicianos", Vovó Mafalda, robespirralhos e, ooohhh, pessoas que dão RT umas nas outras, tudo controlado pelo grande cérebro do filho do presidente, que adquiriu a capacidade da onipresença virtual (além do maior caso de múltipla personalidade já diagnosticado).Neste podcast, feito cirurgicamente para você ficar mais inteligente e perder amigos, você verá o que é, de fato, uma milícia virtual: algo não tão distante de... ehrr, de quem acusa tudo o que discorda de pertencer a uma seita.Para isso, analisaremos o maior caso de construção de narrativa em redes virtuais feito no Brasil: todo o movimento teorizado, estudado e estrategicamente delimitado que foi criado para as jornadas de Junho de 2013 (e que renderam infindáveis livros de intelectuais tentando explicar o que raios estava acontecendo, pois nem quem criou aquilo conseguia entender o monstro fora da sala de experimentos). Fora do Eixo, Mídia Ninja e tantos sites, portais e coletivos surgiram dali. Não foi nada "espontâneo" como alardeado: além de Pablo Ortellado, professor de Políticas Públicas da USP e hoje aboletado na Folha de S. Paulo, foram teóricos do movimento Ivana Bentes (aquela que apareceu na capa da Cult mostrando o dedo), Fábio Malini (autor de "Comunismo das redes"), coordenador do Laboratório de Estudos sobre Imagem e Cibercultura (Labic) e um dos maiores divulgadores de análises estapafúrdias sobre redes sociais, além de Henrique Antoun (uma rápida pesquisada no Google sobre cada um mostra o currículo).São teóricos de uma verdadeira milícia virtual, uma "seita política", uma horda sem consciências individuais que atua sob um comando central para repetir bordões e frases de efeito. Aquilo exposto em meu livro, Por trás da máscara: do passe livre aos black blocs, as manifestações que tomaram as ruas do Brasil. Ou seja: para quem estuda (repetindo: para quem estuda) o fenômeno das redes, da agitação política, da propaganda e desinformação, dos movimentos de massa e sua transmutação para as ferramentas virtuais, sabe que esse papo de "milícias virtuais" bolsonaristas é papo de completos ignorantes do tema.Mas além de nos divertirmos comparando nossa inteligência e estudo com a burrice de quem enxerga "milícias virtuais" em cada ajuntamento de duas pessoas que não apenas discordam, mas caem na gargalhada dos erros de jornalistas e analistas que erraram tudo nos últimos anos, que tal descobrir que o comportamento deles é que é idêntico ao de uma milícia virtual?A produção é de Filipe Trielli e David Mazzuca Neto no estúdio Panela Produtora, com produção visual (em vaporwave!) de Gustavo Finger da Agência Pier. Guten Morgen, Brasilien!
Guten Morgen, Brasilien! Glenn Greenwald, o espião trapalhão, entrou para os Trending Topics com o belo epíteto de "jornalista de Taubaté", depois de adulterar nomes e datas, mostrando que ao invés de apenas vazar informações roubadas "com interesse público", está manipulando e tentando causar uma impressão através de técnicas de desinformação.Mas se as conseqüências para a Lava Jato dos siricuticos do nosso "Verdevaldo" são nulas – ou melhor, risíveis –, há outras tramóias envolvendo o Direito no Brasil para a espionagem do amiguinho de Edward Snowden, de hackers russos protegidos diretamente pelo Kremlin do ditador Vladimir Putin e de terroristas islâmicos e seus financiadores.Para isso, chamamos um gigante para conversar conosco no seu podcast preferido: Evandro Pontes, um dos maiores nomes do Direito e da análise estratégica no Brasil, professor do Insper, que vai mostrar que, apesar do faniquito de Glenn Greenwald ser apenas fumaça para militantes fanáticos, que só assustam pessoas acostumadas a ligar para carteiradas e que nada entendem da dinâmica de poder judicial (mas repetem todo dia sobre o Estadodemocráticodedireito), há coisas seríssimas a serem pensadas.Afinal, por mera coincidência, o voto de Gilmar Mendes para soltar Lula citou a desinformação, digo, "reportagem" do Intercept. E isso gera uma jurisprudência perigosíssima sobre nossa privacidade. E por outra mera coincidência, nesse país em que a mera coincidência é a regra, julgaram no dia seguinte que juiz que investiga comete "abuso de autoridade". Parece que a única pessoa que pode investigar quem der em sua telha, sem nenhum abuso de autoridade nesse país, é uma criatura chamada Glenn Greenwald...Apesar do ridículo da militância, do recuo de Greenwald em suas acusações (chegou a falar em um conluio entre Terça Livre e MBL, uma idéia que só pode despontar na cabeça de quem não sabe nada sobre o país, e depois deu pra trás e apagou envergonhado), o esculhambo de Verdevaldo tem método – e o pior, conseqüências sérias para o país, que pode virar um bacanal sem lei graças a algo que nem virou lei.Evandro Pontes, que nossos ouvintes implorarão depois dessa para virar nosso colunista e colaborador freqüente, explica todas essas questões em detalhes. E creia: Glenn Greenwald e seu sitezinho Intercept (nomen est omen) são risíveis. Mas o que realmente importa não está sendo discutindo: se é crime grampear alguém privadamente ou não. E mais: Primeira Guerra Mundial, vazamentos, Direito Penal, MontesquiÉU, broker, Constituição Napoleônica, Lenin e Trotsky, Checoslováquia, Beethoven e muito mais no Guten Morgen, o seu podcast preferido!A produção é de Filipe Trielli e David Mazzuca Neto no estúdio Panela Produtora, com produção visual de Gustavo Finger da Agência Pier. Guten Morgen, Brasilien!
Guten Morgen, Brasilien! Já que sempre queremos falar de alta (e média e baixa...) cultura, convidamos ninguém menos do que o grande diretor de teatro Roberto Alvim, hoje (e bem hoje) na mira da grande mídia por, além de ser o maior diretor de teatro do Brasil, ter sua carreira completamente destruída pelo terrível, imperdoável e inafiançável crime de... admitir que votou em Bolsonaro.Mesmo sendo um diretor de longa carreira, prestigiado, elogiado, premiado e tendo trabalhado com a nata dos melhores atores do país, Roberto Alvim teve sua vida profissional destroçada do dia para a noite quando "saiu do armário" e admitiu não ter mais a típica, mofada e pedestre visão de esquerda que é hegemônica e inquestionada no meio artístico brasileiro. Suas peças foram canceladas no Sesc. Atores que trabalharam com Roberto Alvim por mais de uma década não mais falavam com ele. Seus alunos sofreram pressão para cancelar suas matrículas. Por fim, o Club Noir, o teatro que tocava com sua mulher, a excelente atriz Juliana Galdino, a melhor atriz da atual geração, dando aulas e oferecendo peças de repertório clássico a baixo custo, teve de fechar as portas.E o repertório é clássico mesmo: Roberto Alvim é um dos raros diretores em atividade no Brasil que levava ao palco os clássicos da Grécia antiga (!), como Ésquilo, Sófocles, Eurípedes e Aristófanes, além de Racine, Shakespeare, Ibsen, Molière e os grandes nomes da modernidade.Para esta conversa mais do que especial, tão agradada por nossos ouvintes que tanto queriam ter o gosto de literatura (e teatro, e drama, e tragédia e comédia) e alta cultura no Guten Morgen, nos aproveitamos da polêmica recente com o nome de Roberto Alvim na grande mídia para falar de política, mas sobretudo teatro e cultura no Brasil.Afinal, como é possível adquirir alguma cultura clássica e inteligência nesse país? E é possível trabalhar com grandes idéias, ou dependeremos de verbas do Estado e deixaremos todo o terreno da cultura, inclusive da alta cultura, nas mãos da esquerda?Nosso sub-editor Carlos de Freitas também se juntou à conversa, que acabou sendo uma das mais divertidas (e instrutivas) do Guten Morgen. A produção é de Filipe Trielli e David Mazzuca Neto no estúdio Panela Produtora, com imagens de Gustavo Finger da Agência Pier. Guten Morgen, Brasilien!
Guten Morgen, Brasilien! A bazófia na educação não pára neste governo, e fora o Escola Sem Partido, o grande nome em questão é o pedagogo Paulo Freire, com seu método de alfabetização hoje extremamente questionado. Afinal, o que é o tal sócio-construtivismo, o método Paulo Freire, para começar?O "patrono da educação brasileira" tem como resultado o mais pífio desempenho nos rankings internacionais – e como essa turma adora "estudos" e o que dizem os "acadêmicos" e "especialistas"... Mesmo assim, Paulo Freire é considerado uma referência – ou melhor, uma autoridade – em educação e alfabetização, e todos aqueles que duvidam de seu método são considerados obscurantistas, preconceituosos e, claro, nazistas.Os índices de alfabetização do Brasil nunca estiveram tão baixos. Muitos culpam a pobreza ou a desigualdade social, embora nosso país esteja mais rico do que jamais foi. Países extremamente pobres, que passaram por guerras, ditaduras ou mesmo comunismo, não tiveram um decréscimo tão grande na educação e capacidade de entender e produzir um texto como o Brasil. Enquanto até Peru, Antilhas e Nigéria possuem Nobel de Literatura, no Brasil produzir uma frase com sujeito, verbo e predicado é para o nível universitário.Cada vez que Paulo Freire dá errado, a solução proposta é sempre aumentar as doses de Paulo Freire. Afinal, apesar de ser o único "pedagogo" (com muitas aspas) conhecido pelos professora brasileiros, sempre se diz que se estamos formando adolescentes incapazes de dizer "nós vamos" e saber a diferença entre "ouve" e "houve" porque... faltou Paulo Freire. E quando Paulo Freire for finalmente conhecido e implementado no Brasil, todos nós teremos a educação de um aristocrata inglês do século XVIII.Além de desvendar o que raios é o método Paulo Freire, você vai conhecer alternativas muito mais viáveis, como o método fônico de alfabetização implementado pelo professor Carlos Nadalim no MEC, neste episódio do seu podcast preferido.A produção é de Filipe Trielli e David Mazzuca Neto no estúdio Panela Produtora, com produção visual de Gustavo Finger da Agência Pier. Guten Morgen, Brasilien!
76: Especial - Dia 26 nas ruas

76: Especial - Dia 26 nas ruas

2019-05-2401:15:2139

Guten Morgen, Brasilien! Novamente faremos um podcast de emergência, atropelando o ritmo das gravações, já que teremos uma manifestação de suma importância para não escangalhar o país de vez no próximo dia 26 (domingo). Olavetes, generais, centrão, articulação política, Reforma da Previdência, pacote anti-crimes do Moro, COAF, Lobão, Janaína Paschoal, Kim, MBL, divisão entre Poderes e diversas outras questões estão envolvidas. Para isso, chamamos nosso produtor Filipe Trielli para comentar o que tá acontecendo, sobretudo as análises que partem das redes sociais (logo, estão erradas).Dizem que a manifestação foi para dar um golpe de Estado como o Jânio tentou, que veio diretamente do Palácio do Planalto (ou melhor, dos assessores olavetes e cheios de teorias da conspiração de Bolsonaro), ou que é uma manifestação como a pedida por Collor para apoiar o seu governo (e que virou justamente o contrário: ao invés de verde e amarelo, o Brasil saiu vestido de preto, e o impeachment do ex-presidente macumbeiro virou questão de poucos meses). Assim, Jair Bolsonaro estaria ouvindo seus assessores conspiracionistas Deus vult (como nosso querido Filipe Martins, que tanto apareceu e nos ensinou em nossos Guten Morgen's passados) para acabar com a divisão entre poderes, fechar o Congresso, enforcar todo mundo do STF e governar sozinho. O problema é simples: ninguém pediu isso de fato como pauta das manifestações, não importando o quanto colunistas mentirosos da Folha e gente ainda mais idiota da isentosfera tente fazer acreditar.Devemos ir para as ruas dia 26? Ora, essas manifestações não são necessariamente "pró-Bolsonaro", como tentam pechá-las com o típico reducionismo de gente idiota tentando parecer inteligente. Pode-se descrevê-las melhor como manifestações anti-Maia, anti-centrão, anti-negociata. Simplesmente queremos que o Congresso (olha só, divisão de Poderes!) represente o povo, e não simplesmente lembre-se do que a população pensa e quer a cada 4 anos. Se hoje até os caminhoneiros já defendem a reforma da Previdência, o que é que Rodrigo Maia precisa para ser, digamos, convencido? A produção (e participação) é de Filipe Trielli no estúdio Panela Produtora, com produção visual de Gustavo Finger, da Agência Pier. Guten Morgen, Brasilien!
75: Mourão vs Bolsonaro – O plano do vice contra o governo que elegemos by Senso Incomum
Deus Vult, digo, Guten Morgen, Brasilien! Recentemente, uma campanha de assassinato de reputações foi orquestrada para queimar conservadores na mídia. Uma das reclamações foi o uso do mote Deus vult! ("Deus [assim] quer"), usado na primeira Cruzada. E "Cruzada" é um termo que evoca péssimos sentimentos na população, como uma mancha negra na história da Igreja Católica, um movimento de intolerância, imperialismo, dominação, colonialismo, preconceito, intolerância, violência e obscurantismo teocrático.Como nossos ouvintes sabem, quase tudo o que "conhecemos" de História através de narrativas prontas, reducionistas e maniqueístas. E tudo é feito de maneira impressionista: solta-se uma palavra de grande efeito, como "Cruzadas", e pronto: está confirmado que existe intolerância, teocracia, fanatismo etc, e basta dizer que é contra para parecer um grande intelectual, racional, científico, democrático e até conseguir uns joinhas no Tinder.Mas o que foram as tais Cruzadas, afinal? Apenas um movimento da Igreja Católica para roubar terras de pacíficos muçulmanos, que estavam lá desde sempre, talvez desde o Antigo Testamento? Uma guerra pseudo-santa de opressão e violência contra inocentes para obrigar o Oriente Médio inteiro a se converter ao catolicismo pelo fio da espada?A realidade, como sói, é bem mais complicada e menos agradável para a turma "eu estudei História" do que essa visão boba sobre as Cruzadas, que não se sustenta simplesmente se perguntando qual a religião predominante no Oriente Médio hoje, ou que "colonialismo" existiria naquela região na Idade Média.Pior: as Cruzadas nem mesmo foram convocadas pela Igreja Católica. Pior ainda: sem elas, não teríamos absolutamente nada daquilo que associamos à liberdade, seja o processo penal com Inquérito, seja usar biquinis, seja a ciência moderna, seja a liberdade religiosa. Entenda, afinal, o que gerou as Cruzadas e tenha em mente: o lema Deus vult é importantíssimo até para os ateus modernos, já que a questão subjacente é teológica e influi até na investigação científica. Não há a mínima possibilidade de ser conservador, ou mesmo pró-liberdade, sem dizer a última tendência em tatuagens do Ocidente: Deus vult!A produção é de Filipe Trielli e David Mazzuca Neto no estúdio Panela Produtora, com produção visual de Gustavo Finger, da Agência Pier. Deus vult e Guten Morgen, Brasilien!
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Comments (457)

Galileu Ferreira

Tem médico também... eu!

Aug 23rd
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Sandro Silva

Flávio sou ouvinte assíduo do seu programa sempre escuto no Castbox.

Aug 20th
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Cris Carvalho

ouço pelo "Cast Box"...ele baixa automaticamente (programando é claro...) e e posso ouvir sem internet...mas SEMPRE procuro suas publicações...

Aug 11th
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Vanderley Pereira da Silva

Aprendendo a cada episódio, muito obrigado!!!

Aug 10th
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Juan Bob Wylde

ow Flavio, sei que você gosta de Metal também - você conhece alguma banda brasileira de direita, ou que pelo menos seja formada por músicos de direita? Eu sei de um músico ou outro como o Ricardo Confessori, mas banda inteira só conheço a Structural Repairs. Se souber de mais alguma, indique ai por favor!

Aug 9th
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Ednilson Amaral

Flávio, vc infelizmente misturou Teologia da Libertação com Renovação Carismática. São dois opostos e foi o que conseguiu segurar em muitas paróquias a TL. Digo isto por estar nesta luta pelo menos a 20 anos dentro da Igreja.

Aug 7th
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Vanderley Pereira da Silva

conteúdo muito bom, aprendendo muito!!!

Aug 5th
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Galileu Ferreira

Mulher fantástica! Confesso que não sabia nada dela!

Aug 2nd
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Galileu Ferreira

Bom dia! Flávio, o assunto foi bem tratado, mas acho que o podcast ficou muito focado em você e no Josias. Os demais convidados ficaram mal aproveitados.

Aug 1st
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Navegante solitário

O som tá ruim mesmo ou é o meu aparelho?

Jul 30th
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Cris Carvalho

Mais uma GRANDE aula!!

Jul 29th
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Aldair Freire

Deus quer é o caralho. importância da cruzada. que besteira da porra...!

Jul 29th
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Bruno Velleda Borges

Ana verdade! mas se a criatura não tem o menor fundamento pra acompanhar o podcast, pq raios comenta? vá entender... ????

Aug 2nd
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Ana

Bruno Velleda Borges Não jogue pérolas aos porcos. Algumas pessoas não tem compromisso com a verdade. 🙂

Aug 1st
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Bruno Velleda Borges

vim do futuro pra avisar q o celular do Ministro Paulo Guedes acaba de ser hakeado...

Jul 23rd
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Phillipe Oliveira

Só porque o autor tem dificuldade de aplicar o método, não quer dizer que ele é ruim. Para além disso o valor em si do Patrono não cai por terra devido a isso. A ciência é evolutiva, logo é possível melhorar ou criticar, mas isso não tira o valor do que ele propôs e dos resultados que ele obteve. Nesse particular o podcast é muito mal intencionado e faz pontuações deslocadas de contexto para atender o viés ideológico dele. Por fim, no geral e em sua grande maioria o método do Paulo Freire não é massificamente aplicado no Brasil. Então é desonesto dizer que os resultados ruins são culpa do Paulo Freire. Muita calma com as críticas raivosas e cuidado com quem se diz saber tudo sobre a verdade do universo como esse podcast em questão

Jul 18th
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Vinicius Accioly

Ferdinand Abramovich maninho, não sei se vc percebeu que não argumentou nada.

Aug 14th
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Phillipe Oliveira

Ferdinand Abramovich Os fatos que existem são os resultados que ele obteve.

Jul 24th
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Raimundo, O Entediado

10:51 pule propaganda.

Jul 15th
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Lopez

Mais um pelo programa.

Jul 15th
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Felipe Agnelli

Cuidado que o Coach de Guerra Política está nos analisando e certamente ouvirá este podcast

Jul 14th
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Davi Correia

O embate é mundial, revivemos um passado em que a caça a liberdade se faz com alta tecnologia! https://youtu.be/0h8912hraK8

Jul 13th
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Jesiel Pereira

kkkkkkkk Flávio hoje está puto

Jul 13th
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Ferdinand Abramovich

Protozoário HAHAHAHAAHHA nessa eu ri MUITO!!

Jul 13th
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