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Author: PÚBLICO

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O Hoje é o podcast diário de informação do PÚBLICO. De segunda a sexta, a jornalista Sara de Melo Rocha conversa com os repórteres do Público e os especialistas que melhor conhecem os temas da actualidade para ir além da notícia. Vamos saber o que aconteceu, porque aconteceu e o que isso nos diz sobre o mundo em que vivemos.

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A guerra no Médio Oriente está a pressionar o abastecimento mundial de petróleo e a provocar uma subida dos preços dos combustíveis, sobretudo nas últimas semanas. As reservas estratégicas têm ajudado a compensar uma quebra no abastecimento, mas começam a escassear e a preocupar os países desenvolvidos. Quanto tempo podem estes mecanismos amortecer um choque prolongado e o que acontece quando começam a esgotar-se? O petróleo tem de ser refinado e os ataques a refinarias e a redução da capacidade de refinação estão a deixar o mercado com mmenos gasolina, gasóleo e outros combustíveis, mesmo quando ainda existe petróleo bruto disponível. Neste episódio, conversamos com António Costa Silva, antigo ministro da Economia e especialista em energia sobre a actual crise energética, as reservas estratégicas, a capacidade de refinação e as fragilidades de Portugal.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Pedro Sánchez decidiu antecipar as eleições legislativas espanholas para 29 de Novembro. O anúncio surge depois de o Governo espanhol ter sofrido uma nova derrota parlamentar, com o chumbo de medidas relacionadas com a habitação, num momento de forte contestação aos despejos e à falta de casas em Espanha. A decisão encerra antecipadamente a legislatura e coloca novamente os espanhóis perante uma escolha que ultrapassa a continuidade do actual Governo. Sánchez pediu uma maioria progressista mais ampla e, na sua comunicação ao país, alertou para o crescimento da extrema-direita. Que estratégia está por trás da antecipação das eleições? Como é que Sánchez vai gerir o eleitorado de esquerda à esquerda do PSOE. E que papel pode ter a extrema-direita nestas legislativas? São algumas das questões que analisamos neste episódio do Hoje com o politólogo Diogo Noivo.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A primeira volta das presidenciais brasileiras terminou com Flávio Bolsonaro à frente de Lula da Silva. O candidato do Partido Liberal (PL) conseguiu cerca de 47% dos votos, contra cerca de 45% do actual Presidente. Os dois voltam às urnas a 25 de Outubro. A segunda volta será uma nova eleição. Flávio Bolsonaro parte com vantagem, mas terá agora de procurar os votos dos candidatos que ficaram pelo caminho. Lula da Silva enfrenta o mesmo desafio e terá de tentar recuperar terreno entre a abstenção e os eleitores que não votaram no Partido dos Trabalhadores (PT) nesta primeira volta. Neste episódio do Hoje, conversamos com Vicente Nunes, editor-chefe do PÚBLICO Brasil, sobre o resultado da primeira volta, a força do bolsonarismo e o que cada candidato terá de fazer para chegar à Presidência na segunda volta.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Mais de 158 milhões de brasileiros podem votar nas eleições de 4 de Outubro que vão escolher o Presidente da República, governadores, deputados e senadores, definindo os principais cargos políticos do país para os próximos anos. Na corrida presidencial, Lula da Silva e Flávio Bolsonaro concentram grande parte das intenções de voto e procuram chegar aos eleitores que ainda não estão decididos com nenhum dos dois lados. Uma sondagem da Quaest, divulgada esta semana, dá 39% a Lula e 34% a Flávio Bolsonaro na primeira volta. Numa simulação de segunda volta entre os dois, aparecem empatados nos 42%. Nesta recta final, a campanha sobe de tom e temas como a religião, a segurança, a economia e o papel das instituições estão no centro do debate. Neste episódio do Hoje, conversamos com Natália Viana, jornalista brasileira e directora da Agência Pública, sobre o momento político do Brasil, a polarização e os desafios que estas eleições colocam à democracia brasileira.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Tudo começou no jogo com a Noruega, quando Ronaldo ficou no banco apesar de ter aquecido. O jogador não entrou em campo e, nos dias seguintes, falhou um treino. Jorge Jesus começou por afastar a existência de um problema, mas acabou por admitir uma decisão errada. Depois de uma conversa com o presidente da Federação Portuguesa de Futebol, Cristiano Ronaldo decidiu abandonar o estágio e rumou a Madrid, apesar do jogo desta noite contra a Dinamarca. O capitão diz que, no momento certo, contará a sua versão dos acontecimentos. A Federação Portuguesa de Futebol reagiu com um comunicado curto e garantiu que a preparação da selecção prossegue normalmente. Neste episódio do Hoje, conversamos com Nuno Sousa, editor de Desporto do PÚBLICO, sobre o que aconteceu entre Cristiano e Jorge Jesus, a gestão do conflito e o que esta saída pode significar para Cristiano e os próximos jogos da selecção.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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