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Author: Jornal da USP

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Ciências, universidade, tecnologia, educação, cultura e atualidades, o Jornal da USP em sua versão podcast
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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou em dezembro novas regras para registro de produtos à base de Cannabis, gênero de plantas no qual está classificada a maconha.  O professor André Malbergier, do Instituto de Psiquiatria (IPq) da Faculdade de Medicina (FM) da USP, explica que o cultivo da planta continua proibido no Brasil. Agora, existe uma regulamentação para manufaturar produtos contendo canabidiol, que ainda não são considerados remédios pela Anvisa. O psiquiatra defende que o paciente que já importa medicamentos com base em extratos da planta tem sua vida facilitada. “Hoje, o preço é muito  proibitivo. Um frasquinho custa em torno de mil reais”, conta ao Jornal da USP no Ar. Esses remédios não têm THC em quantidade considerável, substância derivada da maconha responsável pelo “barato”, como descreve o especialista. O canabidiol é um dos mais de cem derivados. Suas propriedades têm efeitos em casos de epilepsia refratária em crianças, esclerose múltipla e a
O ano já está acabando e nos pegamos lembrando como foram os últimos 12 meses. Para Ciência USP, foram 12 meses especiais, que encerramos completando um ano de podcast! Comemore conosco escutando essa retrospectiva que recorda alguns momentos importantes e temas preferidos dos nossos seguidores neste ano. Deixamos também uma lista dos episódios citados, para quem quiser ouvir cada um na íntegra: Ciência USP #01: Como o cérebro processa o trauma Ciência USP #02: HTLV, um vírus que os brasileiros deveriam conhecer Ciência USP #04: Quem decide como serão as políticas de uma cidade? Ciência USP #05: A inteligência artificial pode ajudar a entender o cérebro? Ciência USP #10: A volta do sarampo Ciência USP #13: O carboidrato é um vilão ou um injustiçado? Ciência USP #14: Será que a inteligência é exclusiva dos seres humanos? Ciência USP #17: Por que o antissemitismo ainda persiste na sociedade? Ciência USP #19: Sobreviventes do câncer de mama remam por reabilitação e vida plena Ciência
O artigo 1º da Constituição afirma ser o princípio da dignidade da pessoa humana um dos fundamentos da República do Estado Democrático de Direito do Brasil. Na edição desta semana, o professor Nuno Manuel Morgadinho dos Santos Coelho, da Faculdade de Direito de Ribeirão Preto (FDRP) da USP, fala sobre a importância dos princípios constitucionais presentes nos fundamentos da República. Segundo o professor, são normas muito importantes e estão na base de todo processo legislativo, administrativo, judicial e também de todo processo social. “Eles têm duas funções muito importantes, a primeira é a função hermenêutica, ou seja, ajuda na interpretação de outras normas.” Qualquer artigo, diz o professor, do direito civil, do tributário, do penal deve ser interpretado de acordo com os princípios constitucionais e, especialmente, com o princípio da dignidade da pessoa humana.  A segunda função dos princípios constitucionais é incidirem diretamente sobre as relações públicas e privadas, ou seja,
O Momento Sociedade desta semana trata da complexa tarefa de se gerir uma cidade, e a miríade de complexidades que surge quando se trata de grandes metrópoles como São Paulo, por exemplo. Atualmente a maior cidade da América Latina é administrada através de 32 Subprefeituras que abrangem 96 distritos. “A partir de uma determinada dimensão, as cidades ficam ingovernáveis no sentido de dar uma qualidade de vida razoável para as pessoas. Você dividir por distritos não resolve. Os recursos são fragmentados, há uma disputa política por eles que impede uma distribuição racional”, comenta José Luiz Portella, doutorando pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP. Para Portella, a principal questão a ser levada em conta é que “as cidades não são feitas para as pessoas”. Ele explica que as cidades brasileiras se modelaram e foram formadas a partir do modo como a economia se instalou: desordenada. “Nessa forma desordenada, você não obedece
O rim é um órgão vital, responsável por controlar a homeostase interna, filtrar o sangue e excretar todas as impurezas. Entre as doenças renais com maior incidência, a mais comum é o cálculo renal, conhecida popularmente como pedra nos rins. Infecções urinárias, cistos renais e os tumores também são doenças que afetam a população, segundo José Abrão Cardeal da Costa, professor na Divisão de Nefrologia do Departamento de Clínica Médica da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP. O professor cita alguns sintomas que podem significar problemas nos rins, como, por exemplo, sangue e espuma na urina, inchaço, perda de apetite, fraqueza e anemia sem explicação. “Muitas vezes, as pessoas não se atentam a esses sinais e  justificam esses sintomas como problemas do dia a dia”, afirma. Além disso, diz o professor, as doenças renais podem se manifestar tanto em adultos como em crianças, mas, de acordo com Costa, não são as mesmas. “Geralmente, nas crianças, estão ligadas à má-formaç
A cárie dentária é uma disbiose, ou seja, o resultado do desequilíbrio entre os micro-organismos da boca e o açúcar presente nos alimentos, o que leva à perda progressiva de minerais na superfície do esmalte. No episódio de hoje, a professora Alexandra Mussolino de Queiroz, da Faculdade de Odontologia da USP de Ribeirão Preto, fala mais sobre esse problema e como preveni-lo. As cáries podem atingir as superfícies oclusais, ou seja, a parte de cima dos dentes do fundo da boca, e também as lisas. Caso a degradação do dente avance, os nervos podem ser atingidos e causar dor. Alexandra conta que, no Brasil, entre as crianças de classes sociais menos favorecidas, a cárie ainda é um problema comum: “Segundo dados de pesquisas odontológicas nacionais, 53,4% das crianças brasileiras têm cáries na dentição de leite”. Ficha Técnica Edição sonora: Gabriel Soares Produção: Rosemeire Talamone e Alexandra Mussolino de Queiroz Vinheta: Paola Mira e Lais Lima Pelozo
O linfoma é um tipo de câncer que acomete as células do sistema linfático. Seus sintomas mais comuns são o aparecimento de caroços nas regiões dos linfonodos, principalmente no pescoço, axila e virilha, assim como febre noturna, dores no corpo, emagrecimento, anemia e diminuição na contagem das plaquetas.  O tratamento dos linfomas depende de vários fatores, como a idade e a saúde geral do paciente, o estágio da doença e o tipo de linfoma. O protocolo de tratamento é a quimioterapia, mas a radioterapia e o tratamento com células-tronco também podem ser usados. Existem dois principais tipos de linfoma, classificados como linfoma de Hodgkin e linfoma não Hodgkin. As duas formas da doença podem acometer tanto adultos como crianças. O linfoma de Hodgkin tem origem nos linfonodos do sistema linfático. A doença tem início quando um linfócito se transforma em uma célula maligna, com potencial para crescer e disseminar-se descontroladamente. Já o linfoma não Hodgkin é mais comum na infância e
Num estudo realizado com ciclistas, na cidade de São Paulo, o educador físico Ramon Cruz avaliou os efeitos da prática da atividade física em ambientes expostos à poluição atmosférica. Ao todo foram envolvidos 15 participantes, todos voluntários, que realizaram exercícios intervalados, de alta intensidade, e depois exercícios contínuos com uma intensidade mais baixa. Quando o exercício intervalado de alta intensidade foi realizado num ambiente de poluição atmosférica, houve impacto negativo para a pressão arterial após a atividade. “É natural que após os exercícios os valores da pressão arterial sejam mais baixos”, citou o pesquisador em entrevista aos Novos Cientistas desta quinta-feira (12). Na poluição atmosférica, segundo Cruz, esse feito hipotensor foi inibido dez minutos após a atividade. “Uma hora depois, houve o efeito mas não foi tão alto como poderia ser quando se compara com um ambiente sem poluição atmosférica”, descreveu. A pesquisa intitulada Exer
Mudanças no corpo e divergência dentro da espécie humana: até que ponto podemos modificar corpos em prol do aprimoramento? O ViaCast recebe novamente Alexey Dodsworth, doutor em Filosofia, pesquisador e escritor, para conversar sobre vida eterna e o futuro da humanidade! Neste programa, falamos sobre a capacidade humana, imortalidade e longevidade indeterminada, futuro da consciência e muito mais, incluindo direitos e questões éticas da “manutenção humana”. Sobre o convidado Alexey Dodsworth é mestre em Filosofia pela USP e doutor em Filosofia em regime de dupla titulação pela USP e pela Universidade de Veneza, na Itália. Como pesquisador, sua principal linha de investigação envolve os paradigmas decorrentes das diferentes relações estabelecidas entre a humanidade e o espaço cósmico ao longo dos séculos. Sua experiência com temas filosóficos e éticos já o levou a ser consultor da Unesco e assessor especial no Ministério da Educação. Ouça também a primeira parte deste progr
Na obra Do Espírito das Leis, de Montesquieu (Charles de Montesquieu, filósofo, político e escritor francês, considerado um dos grandes filósofos do iluminismo), na qual a teoria da separação dos poderes foi formulada modernamente, encontramos a preocupação com o equilíbrio dos poderes. Segundo o professor Nuno Morgadinho Coelho, da Faculdade de Direito de Ribeirão Preto (FDRP) da USP, “desde então, desenvolve-se no constitucionalismo americano, no europeu e está presente na Constituição brasileira, uma técnica conhecida como freios e contrapesos, que existe para assegurar que um poder possa controlar o outro, porque os três poderes são supremos, então não existe nenhum poder superior a eles, nem ninguém que possa efetivamente exercer um controle geral sobre os poderes no Brasil”.   O sistema de freios e contrapesos funciona como um conjunto de limitações de influências, de forma que um poder possa exercer um freio sobre o outro, fiscalizando e, eventualmente, participando da co
O Saúde sem Complicações desta semana conversa com a professora Luciana Martins de Carvalho sobre doenças reumáticas na infância. Luciana é médica especialista em pediatria, com habilitação em reumatologia pediátrica, e professora colaboradora da Fundação de Apoio ao Ensino, Pesquisa e Assistência (FAEPA) do Serviço de Reumatologia Pediátrica do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP.  Segundo a professora, as doenças reumáticas fazem parte de um grande grupo e, geralmente, são autoimunes, ou seja, o próprio organismo reage contra elas, causando várias manifestações. “São reações exageradas no organismo contra diversas situações que acontecem em pacientes geneticamente predispostos”, afirma. Luciana fala ainda que essa condição em crianças é pouco conhecida, o que dificulta a rapidez no diagnóstico.  Os sintomas dessas doenças variam de acordo com a idade da criança. A manifestação mais comum para identificação do quadro é a mudança de comportam
Fazenda Conectada. Este é o projeto que está tornando a Fazenda Areão mais moderna. O local faz parte da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP, em Piracicaba, e é utilizado para atividades de ensino, pesquisa e extensão.  Em parceria com empresas de tecnologias, como a Vivo e Ericsson, além das startups Smart Agri e Ativa Soluções, a fazenda da Esalq passou a utilizar IoT, sigla em inglês para Internet das Coisas.  A tecnologia permite que por meio do acompanhamento de dados on-line, em tempo real, os pesquisadores possam tomar decisões mais rápidas e assertivas com relação às plantações.  Para entender como a técnica foi implementada e quais serão os próximos passos, conversamos com o professor Felipe Pilau, do Departamento de Engenharia de Biossistemas da Esalq, e com Edson Rennó, CEO da Ativa Soluções, startup responsável pela instalação da IoT na Fazenda.  A proposta é que além de estudantes, docentes e demais pesquisadores da Universidade, o projeto incent
A morte de nove jovens coloca os bailes funk no centro do debate público. Na noite do dia 1º, domingo, operação da Polícia Militar (PM) causou pânico no fluxo mais conhecido de Paraisópolis, o DZ7. Gustavo Cruz Xavier, 14; Dennys Franca, 16; Marcos Paulo Oliveira, 16; Denys Henrique Quirino, 16; Luana Victoria Oliveira, 18; Gabriel Rogério de Moraes, 20; Eduardo da Silva, 21; Bruno Gabriel dos Santos, 22; e Mateus dos Santos Costa, 23, foram a óbito em meio a disparos da PM e a consequente confusão. José Luiz Portella, doutorando da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH), lamenta que esses desastres ocasionados por problemas estruturais só ganhem tempo de tela no instante em que ocorrem. “Eles são discutidos só no momento da crise, sob forte aspecto emocional, com a profundidade e a amplitude de uma semana, ou quinze dias no máximo”, diz ao Jornal da USP no Ar. Para Portella, esse é um traço do brasileiro como homem cordial. As pessoas se movem por emoção e com pouc
Um transplante de medula óssea é a substituição de uma medula doente ou ineficaz por uma saudável, de um doador compatível, com o objetivo de que novas células sanguíneas sejam fabricadas.  Quando um doador compatível é encontrado, ele deve passar por uma pequena e rápida cirurgia com o uso de anestesia, onde são feitas de quatro a oito punções nos ossos da bacia. São tirados 15 mililitros de medula por cada quilo do doador. A doação da medula não oferece nenhum risco e o doador tem alta no dia seguinte. Existe outro método de coleta de medula, chamado aférese. Nesse método, o doador toma um medicamento durante cinco dias, o qual estimula a produção de células-tronco circulantes no sangue. Depois desses dias, o indivíduo faz uma doação por meio da máquina de aférese, que tira o sangue, separa as células-tronco e devolve o restante para o doador.  As células precursoras de medula óssea, encontradas no cordão umbilical, também são outra fonte de doação. Quando um bebê nasce, o cordão um
Você já deve ter ouvido falar que o flúor protege contra a cárie. Ele protege o esmalte dentário do ácido produzido pela metabolização da placa bacteriana. E é isso que produz a cárie, uma das doenças mais comuns na população mundial. Por isso, a adição desse elemento químico na pasta de dente e nas águas de abastecimento para o consumo humano é uma importante medida de saúde pública. Elas se complementam, diminuindo o risco da doença cárie. É sobre essa medida benéfica que a professora Simone Rennó Junqueira, da Faculdade de Odontologia (FO) da USP, fala nesta edição do podcast Momento Odontologia.  O flúor é um elemento químico presente naturalmente nas águas, sejam elas provenientes de fontes de superfície, como os rios e lagos, ou de fontes subterrâneas, como nascentes e poços. Geralmente, em concentrações muito pequenas, incapazes de promover o benefício esperado. Foi justamente a partir da observação de que crianças de um município, cuja água de consumo continha flúor, tinham me
Uma pesquisa elaborada pela consultoria britânica Clarivate Analytics colocou cinco pesquisadores da USP dentre os mais influentes do mundo. André Russowsky Brunoni, professor do Instituto de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da USP, é um dos docentes citados no documento, e comentou no Jornal da USP no Ar sobre suas pesquisas nas áreas de depressão e transtornos do humor e neuromodulação não-invasiva no tratamento dos transtornos mentais. Brunoni explicou que a neuromodulação não-invasiva é um tratamento recente que só começou a ser mais difundida fora do meio acadêmico nos últimos cinco anos. A técnica tem duas modalidades: “Uma é a passagem de uma corrente elétrica, mas de uma intensidade muito menor que a eletroconvulsoterapia, e a outra é a indução de um campo eletromagnético com uma estimulação magnética transcraniana (ETC), algo parecido com a ressonância magnética, só que a gente inverte a forma do campo: em vez de usar o campo magnético para fazer o diagnóstico, a gente us
Não é incomum que uma decisão ou solução de um problema acabe gerando um novo problema que ninguém havia imaginado. No estado de São Paulo, mudanças nas atividades produtivas e processos de urbanização acabaram por envolver no meio de um desses novos problemas um dos bichos mais simpáticos da América do Sul: a capivara. As capivaras são roedores. Vivem em grupos, na beira de rios, lagos e represas. São animais herbívoros que dependem da vegetação disponível para se alimentarem e acabaram se adaptando muito bem em paisagens modificadas pelos seres humanos. O problema é que, em São Paulo, algumas dessas áreas passaram a registrar cada vez mais casos de febre maculosa, uma doença associada a um carrapato que costuma parasitar as capivaras. Ciência USP conversou com Marcelo Bahia Labruna, professor da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ) da USP que vem estudando a relação entre capivaras, carrapatos e febre maculosa. Ele contou alguns resultados interessantes de seu atua
A convicção de que os poderes não podem estar com uma só pessoa ou órgão já apareceu na obra política de Aristóteles e na sabedoria política dos gregos, mas seu significado contemporâneo vem do movimento intelectual que surgiu durante o século 18 na Europa, que defendia o uso da razão contra o antigo regime e pregava maior liberdade econômica e política, o movimento iluminista. No Brasil a separação dos poderes está presente desde a primeira Constituição em 1824. Neste episódio do podcast Em Dia com o Direito, o professor Nuno Morgadinho dos Santos Coelho fala sobre a tripartição de poderes no Brasil, que está afirmada pelo artigo 2º da Constituição de 1988 e diz: “São Poderes da União, independentes e harmônicos entre si, o Legislativo, o Executivo e o Judiciário”.  Segundo o professor, é importante observar que o poder do Estado é uno, indivisível. “O seu exercício é que é distribuído entre diferentes organismos para cumprir melhor seus objetivos e especialmente assegurar a efetivid
Dados do Ministério da Saúde mostram que, a cada quatro mulheres, uma é vítima de violência. No último ano, foram registrados mais de 145 mil casos, envolvendo a violência física, sexual e psicológica. Com o passar dos anos, foram sendo criadas medidas protetivas para as mulheres, como a Lei Maria da Penha em 2006 e a Lei do Feminicídio em 2015; todavia, ainda não são suficientes para acabar com o problema. Para falar sobre o tema, o Diálogos na USP, apresentado por Marcello Rollemberg,  recebeu Maria Arminda do Nascimento Arruda, professora de Sociologia e diretora da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, além de coordenadora do escritório USP Mulheres, e a pesquisadora Giane Silvestre, do Núcleo de Estudos da Violência (NEV) da USP e mestre em Sociologia pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). Procurando explicar os motivos para o aumento da violência contra a mulher, a professora Maria Arminda explica que há múltiplas razões. Uma delas pode estar relacionada com a segurança que as mulheres têm sentido para denunciar, o que intensifica o número de registros e pode explicar essa alta na violência. Por outro lado, tal motivo não deve ser considerado o único. Há uma grande transformação nas relações entre mulheres e homens que tende a acirrar a violência, o que se relaciona com as questões de gênero
O Saúde sem Complicações desta semana fala sobre cirurgias gastrointestinais minimamente invasivas, com o professor José Sebastião dos Santos, do Departamento de Cirurgia e Anatomia da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP. O professor atua com os temas: afecções digestivas de elevada complexidade, obstrução biliar e pancreática e organização de sistemas e serviços de saúde como cirurgia ambulatorial, urgência, emergência e regulação médica.  Segundo o professor “ainda existem procedimentos que são feitos pela via convencional, quando é preciso cortar e abrir o paciente para resolver problemas gastrointestinais”; porém, estatísticas de tratamentos cirúrgicos apontam que já é possível realizar a cirurgia minimamente invasiva em 80% dos casos. A vantagem, de acordo com Santos, são os cortes pequenos feitos por meio de videocirurgias, endoscopia e até mesmo robótica. “Sem dúvida o paciente sente menos dor e fica menos tempo no hospital” destaca. O professor explica ainda
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Comments (3)

Cecilia Bastos Ribeiro

Fui citada nesse episódio do Ciência USP.. logo logo sai o vídeo que fizemos nessa expedição de caça aos dinossauros em Mato Grosso. Quer saber como é o trabalho de um paleontólogo?? escuta aí...

Nov 21st
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Pablo Saavedra

som com ruídos. difícil de ouvir

Aug 28th
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Augusto Menna Barreto

Muito bom. Parabéns

Jan 29th
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